A Burrata é um queijo fresco, cremoso e macio, originário da região da Puglia, no sul da Itália. É feito a partir de uma massa filada recheada com creme de leite e muçarela desfiada. O nome vem da palavra italiana “burro”, que significa manteiga, e faz referência à textura cremosa do queijo. A burrata pode ser feita com leite de vaca, de búfala ou com uma combinação dos dois. No Brasil, é mais comum encontrar a burrata feita com leite de búfala. A burrata é um queijo versátil que pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como saladas, massas e pizzas.

Na receita a burrata é servida com molho pesto e tomate confit e é uma ótima sugestão para uma mesa de frios, como couvert (antepasto), entrada, lanches ou como acompanhamento de outras preparações. Pode ser servida com pães, torradas e pão sírio.

Burrata com Molho Pesto e Tomate Confit

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição

Especificação: Queijo cremoso, aromáticos

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 burrata de búfala (200 g)

Tomate Confit

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Molho Pesto

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 02 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 01 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Tomate Confit

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos. Reserve.

Molho Pesto

Bater todos os ingredientes no liquidificador. O azeite deve ser acrescentado aos poucos até dar o ponto.

Montagem

A montagem deve ser realizada somente na hora de servir. Coloque cuidadosamente a burrata no centro de um prato grande ou travessa circular. Ao redor disponha o molho pesto e os tomates confit. Sirva acompanhado de pães ou torradas

Dicas:

1. A burrata de búfala é encontrada em supermercados.

2. O ideal é preparar o tomate confit com horas de antecedência para que ele esfrie até o momento de servir.

3. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Patatas Bravas (Batatas Bravas) é um tapa (um aperitivo, um petisco) muito consumido em toda a Espanha e teve sua origem em Madri no ano de 1960. Essa delícia espanhola são batatas fritas crocantes servidas com um molho picante (salsa brava) e guarnecido com Aioli. Muito fácil de preparar.

Patatas Bravas

Categoria:  Couvert, Entradas, Acompanhamento/Guarnição, lanches, Petisco,

Especificação: Tapas (petisco), Cozinha Internacional (Espanha),

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem nano erdozain por Pexels.

Ingredientes:

  • 2 batatas rosa grande, cortadas em cubos de 2 cm
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • 2 tomates maduros
  • ¼ de cebola roxa, bem picada
  • 1 dente de alho, bem picado,
  • Uma pitada de páprica picante
  • Uma pitada de pimenta caiena
  • 1 colher (chá) de azeite
  • ½ folha de louro
  • Sal, a gosto
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)

Modo de Preparo:

Passe os cubos de batata na água, escorra bem e seque bem com papel toalha. Frite em óleo aquecido a 180ºC por 10 minutos, pequenas porções por vez, até os cubos ficarem cozidos, mas não dourados. Escorre e reserve.

Retire a pele dos tomates, separe as sementes e coe o seu suco. Pique bem a polpa.

Em uma frigideira, refogue a cebola, o alho, a páprica picante e a pimenta caiena no azeite. Acrescente a polpa e o suco das sementes dos tomates, o louro e deixe cozinhar, pingando água sempre que necessário. Tempere com sal e equilibre a acidez com o açúcar, se necessário.

Reaqueça o óleo a 180ºC e frite novamente as batatas em pequenas porções, agora para que fiquem crocantes e douradas. Tempere com sal e escorra em papel toalha.

Coloque as batatas em uma vasilha e cubra com o molho picante. Salpique a salsinha.

Dicas:

1. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Este prato pode ser guarnecido com Aioli.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g – 1 colher de sopa): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


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O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

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O Gung Penang é uma preparação de inspiração vietnamita que combina sabores frescos, agridoce e picantes, muito característicos da culinária do Sudeste Asiático. O uso do abacaxi como recipiente e ingrediente principal remete a preparações tradicionais da região, nas quais frutas tropicais são utilizadas tanto para aromatizar quanto para servir pratos quentes ou mornos, criando contraste de temperatura, textura e sabor. A presença do leite de coco, do tamarindo, do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta traz equilíbrio entre doçura, acidez, salinidade e picância, enquanto o camarão confere suculência e sabor marinho. É uma receita visualmente impactante, de preparo rápido, ideal para entradas e apresentações contemporâneas.

Gung Penang – Camarão com Abacaxi

Categoria: Couvert,  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Salada de legumes, salada de proteína, cozinha internacional (Vietnã), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1050 gramas – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 185 kcal

Gung Penang – Camarão com Abacaxi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 abacaxi, pequeno
  • 250 gramas de camarão rosa (médio), sem casca e sem cabeça
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 cenoura ralada
  • 20 ml de molho de peixe – nam pla
  • 2 colheres (chá) de pasta de pimenta – toban djan
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 20 ml de suco concentrado de tamarindo
  • 200 gramas de acelga, cortada em tiras de 2 cm de espessura
  • 1 colher (sopa) de amido de milho, dissolvida em pouca água
  • Sementes de gergelim tostadas, a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Corte o abacaxi no sentido do comprimento, Corte o abacaxi no sentido do comprimento, formando duas metades. Retire cuidadosamente o miolo e faça um pequeno corte na base externa de cada metade, apenas o suficiente para que se mantenham estáveis ao serem apoiadas no prato. Corte o miolo do abacaxi em cubos médios e reserve.

Em uma frigideira aquecida, salteie rapidamente os camarões até que fiquem rosados e cozidos. Retire do fogo e reserve.

Em uma panela média, adicione o leite de coco, os cubos de abacaxi, a cenoura ralada, o molho de peixe, a pasta de pimenta, o açúcar mascavo e o suco de tamarindo. Leve ao fogo alto e ferva por aproximadamente 1 minuto. Acrescente a acelga e, em seguida, o amido de milho dissolvido, mexendo até obter leve espessamento. Apague o fogo, incorpore delicadamente os camarões reservados e ajuste, se necessário, o equilíbrio entre doce, ácido e salgado. Distribua a preparação nas duas metades do abacaxi e finalize com sementes de gergelim tostadas, se desejar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: Para entradas, considera-se uma porção média de 150 g por pessoa, adequada para preparações com presença de proteína e frutas, conforme os princípios de composição apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada, sirva cerca de 150 g por pessoa, podendo apresentar diretamente na casca do abacaxi ou em pequenos bowls, acompanhado de folhas frescas ou chips crocantes.
  • Funciona muito bem em menus orientais, asiáticos contemporâneos ou como opção leve para compor mesas de petiscos e coquetéis.
  • Pode ser servido quente ou morno, preservando a textura dos camarões e o frescor do abacaxi.

3. Curiosidades:

  • O toban djan é uma pasta fermentada de origem asiática, conhecida por seu sabor intenso e complexo, combinando sal, pimenta chili, alho, soja e açúcar.
  • O uso do tamarindo é comum na culinária do Vietnã e de países vizinhos, trazendo acidez frutada que equilibra preparações com coco e açúcar.

4. Atenção ao glúten: Esta receita é naturalmente isenta de glúten. No entanto, para classificá-la formalmente como sem glúten, é importante verificar os rótulos do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta (toban djan), pois algumas versões industriais podem conter traços de trigo ou ingredientes derivados, dependendo do fabricante e do processo de fermentação..


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O Caviar de Berinjela é prato indiano muito aromático que é preparado com a polpa de berinjela e especiarias. Pode ser servido com pães e torradas, como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caviar de Berinjela

Categoria:  couvert, Entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petiscos

Especificação: Salada de Legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Caviar de Berinjela. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 tomate, sem pele e sem semente, cortado em cubinhos (corte brunoise)
  • 1/2 cebola, cortada em cubinhos
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pimenta malagueta picadinha
  • 2 berinjelas
  • 1 pitada de cominho em pó ou grão
  • 1 pitada de coentro em pó ou grão
  • Suco de meio limão
  • 1 pitada grande de garam masala
  • 2 ramos de coentro fresco

Modo de Preparo:

Em um pilão adicione a cebola, o alho, o gengibre e a pimenta malagueta, macerando tudo. Reserve.

Coloque a berinjela no forno a 250ºC por 10 minutos, virando por 3 vezes até a pele escurecer sem queimar. Retire a casca da berinjela e corte em cubos pequenos (corte jardiniére).

Em uma frigideira, salteie as sementes de cominho e coentro por 30 segundos no fogo, mexendo sempre e adicione o conteúdo do pilão, refogando por 3 minutos. Adicione a berinjela picada e refogue por mais ou menos 10 minutos. Acrescente o tomate e refogue por mais 2 minutos mexendo de vez em quando. Apague o fogo, adicione o suco de limão e o garam masala. Sirva com coentro picado por cima.

Dicas:

1. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Jardinière ou Jardineira ou Cubo Pequeno é um corte de legumes em cubos de 6 a 8mm de lado. Corte derivado do bastão Allumete.

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Molho de Maionese Verde é uma opção deliciosa para incrementar e realçar o sabor da sua salada, dos sanduíches ou ainda como acompanhamento de seu petisco favorito. É um molho emulsionado muito fácil de produzir. Experimente!

Maionese Verde

Categoria:  Couvert, Acompanhamento/Guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Emulsionado, Molho Frio,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Maionese Verde. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • 1 colher (chá) de mostarda
  • Óleo de soja, o suficiente para dar o ponto de creme (+ ou – 250 ml)
  • 3 ramos de salsinha
  • 3 ramos de cebolinha
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 pitada de pimenta do reino

Modo de Preparo:

Coloque no liquidificador os ovos, o suco de limão e a mostarda. Ligue o liquidificador e sem parar de bater, despeje aos poucos o óleo até o líquido se transformar em um creme. Desligue o liquidificador, adicione a salsinha, a cebolinha, o sal e a pimenta do reino. Bata novamente e se necessário acescente mais óleo. Coloque em um pote hermético, salgue e leve para gelar. Essa maionese tem validade de no máximo 5 dias.

Dicas:

Se quiser pode utilizar maionese industrializada. Neste caso, bata no processador a maionese pronta com a salsinha e cebolinha.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A origem do Molho Rosê é controversa. Os argentinos dizem que o molho nasceu em 1920 na Argentina. Já os ingleses dizem que a mistura é derivada do seu típico molho Gloucester, que também leva molho inglês. Tem ainda os americanos que alegam que a iguaria nasceu nos Estados Unidos em 1948 para acompanhar o “shrimp cocktail” um petisco com camarões.

Deixando a sua origem de lado, o que importa é que o Molho Rosê tem um sabor delicado e uma textura cremosa que combina com diversas preparações com massas (macarrão, lasanha, panquecas), para temperar inúmeras saladas ou simplesmente como um molhinho para mergulhar os aperitivos (batata frita, salgadinhos). Ah! Também fica delicioso mergulhar ovos de codorna cozidos no molho Rosê. Não importa a preparação, é provável que ficará mais saboroso utilizando este molho. Simples e fácil de fazer. experimente!

Molho Rosé Especial

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entrada, lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Frio, Cozinha Internacional (Argentina, Inglaterra, Estados Unidos)

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda amarela
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture tudo até obter um molho homogêneo. Armazene na geladeira por até 5 dias.

Dicas:

1. Como o molho rosê tem um sabor delicado pode-se adicionar outros ingredientes, tais como creme de leite, ervas, trocar o molho inglês por molho shoyu, acrescentar noz moscada ou pimenta. Porém, tenha o cuidado para não misturar ingredientes fortes que possam alterar muito o sabor original do molho.

2. O molho rosê pode ser congelado por até 3 meses no freezer.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Pesto com Endro além de saboroso, é nutritivo. O endro é uma erva aromática de propriedades calmantes e relaxantes. Inove com este pesto.

Molho Pesto com Endro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, lanches, petisco,

Especificação: Molho frio, Molho condimentado,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Pesto. Imagem de Lyubov Kardakova por Pixabay

Ingredientes:

  • 30 gramas de endro fresco
  • 1 dente de alho
  • 30 gramas de amêndoas torradas
  • 30 gramas de queijo parmesão ralado
  • 150 ml de azeite

Modo de Preparo:

Corte o endro e triture em um processador juntamente com o alho. Acrescente as amêndoas, o queijo parmesão, o azeite e o sal. Triture tudo até obter uma pasta.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A mostarda é um dos condimentos mais antigos da história da gastronomia. Seus grãos já eram utilizados moídos desde a Antiguidade para temperar alimentos e preparar pastas aromáticas. A cidade de Dijon, na França, tornou-se referência mundial na produção de mostarda, consolidando o ingrediente como um símbolo da culinária francesa.

A combinação de mostarda e mel, no entanto, tem origem ainda mais antiga e difusa. No Egito Antigo, já era comum misturar mel à mostarda para suavizar sua pungência natural. Registros históricos indicam que essa associação também era amplamente utilizada na Roma Antiga. No livro ‘De re Coquinaria’, compilado entre o final do século IV e o início do século V, há receitas de molhos frios à base de sementes de mostarda combinadas com mel, especiarias e ervas aromáticas, utilizados para acompanhar carnes assadas, como o javali. Essa mistura atravessou séculos, mantendo-se atual pela simplicidade, equilíbrio de sabores e versatilidade.

O Molho de Mostarda e Mel é um preparo frio, rápido e funcional, que equilibra acidez, doçura e gordura. Pode ser utilizado tanto como molho de finalização quanto como acompanhamento leve, adaptando-se facilmente a diferentes aplicações culinárias.

Molho de Mostarda e Mel

Categoria:  Couvert, Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 90 g/ml – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 140 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de molho de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de mel

Modo de Preparo:

Em um recipiente, misture todos os ingredientes até obter um molho homogêneo. Para facilitar a emulsão e garantir uma textura mais cremosa, coloque os ingredientes em um pote de vidro com tampa, feche bem e agite vigorosamente até que o azeite esteja completamente incorporado ao molho.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: Este molho enquadra-se na categoria molhos emulsionados ou condimentares, cujo padrão de porcionamento é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar saladas, petiscos ou preparações leves. Essa referência segue o padrão apresentado na Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para temperar saladas verdes, saladas com frutas, folhas amargas ou legumes grelhados.
  • Combina muito bem com carnes grelhadas, frango assado, peixes e frutos do mar.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps, hambúrgueres artesanais e petiscos.
  • Para um sabor mais suave e textura mais encorpada, pode ser misturado à maionese, creme de iogurte ou creme vegetal, transformando-se em um molho de acompanhamento mais neutro.

3. Curiosidades:

  • Pequenas variações na escolha da mostarda (amarela, Dijon, antiga ou com grãos) alteram significativamente o perfil sensorial do molho.
  • A emulsão deste molho ocorre de forma simples devido à presença de mostarda, que atua como agente emulsificante natural.
  • O equilíbrio entre a doçura do mel e a acidez da mostarda explica a longevidade dessa combinação ao longo da história.

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O Molho Tártaro é um preparo clássico da cozinha francesa, amplamente difundido e popularizado nos países de língua inglesa. Tradicionalmente associado ao steak tartare, já era servido como acompanhamento no início do século XX. Não se sabe ao certo se o prato deu nome ao molho ou se o molho inspirou o prato, mas ambos compartilham a ideia de frescor, acidez equilibrada e contraste de texturas.

Sua base é a maionese, podendo ser preparada também com aioli, enriquecida com picles, alcaparras e ervas frescas, além de um elemento ácido, como suco de limão ou vinagre. O resultado é um molho frio, levemente ácido e aromático, ideal para acompanhar alimentos fritos, empanados ou grelhados, especialmente peixes e frutos do mar.

Molho Tártaro

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petisco,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 300 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de picles ou pepino em conserva, brunoise
  • 1 colher (sopa) de cebola, brunoise (opcional)
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre
  • 2 colheres (chá) de cebolinha ou endro (dill) picado
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque todos os ingredientes, exceto o sal. Misture com um fuet (batedor de mão) até obter uma preparação homogênea. Prove e ajuste o sal e a pimenta, se necessário. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de servir, para que os sabores se integrem melhor.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como acompanhamento clássico para peixes e frutos do mar fritos ou empanados, como fish and chips, lulas, camarões e ostras fritas.
  • Combina muito bem com outros alimentos empanados, como onion rings e batatas fritas.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps e hambúrgueres de peixe.

2. Curiosidades

  • Apesar de sua origem francesa, o Molho Tártaro tornou-se um ícone da culinária britânica e norte-americana.
  • A presença de picles e alcaparras confere não apenas acidez, mas também um leve toque salino e crocante, característica marcante do molho.
  • Algumas versões contemporâneas substituem parte da maionese por iogurte ou creme azedo, tornando o molho mais leve.

3. Validade e armazenamento: Conservar sob refrigeração, em recipiente hermético, por até 3 dias.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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