O Molho Pesto com Endro além de saboroso, é nutritivo. O endro é uma erva aromática de propriedades calmantes e relaxantes. Inove com este pesto.

Molho Pesto com Endro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, lanches, petisco,

Especificação: Molho frio, Molho condimentado,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Pesto. Imagem de Lyubov Kardakova por Pixabay

Ingredientes:

  • 30 gramas de endro fresco
  • 1 dente de alho
  • 30 gramas de amêndoas torradas
  • 30 gramas de queijo parmesão ralado
  • 150 ml de azeite

Modo de Preparo:

Corte o endro e triture em um processador juntamente com o alho. Acrescente as amêndoas, o queijo parmesão, o azeite e o sal. Triture tudo até obter uma pasta.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A mostarda é um dos condimentos mais antigos da história da gastronomia. Seus grãos já eram utilizados moídos desde a Antiguidade para temperar alimentos e preparar pastas aromáticas. A cidade de Dijon, na França, tornou-se referência mundial na produção de mostarda, consolidando o ingrediente como um símbolo da culinária francesa.

A combinação de mostarda e mel, no entanto, tem origem ainda mais antiga e difusa. No Egito Antigo, já era comum misturar mel à mostarda para suavizar sua pungência natural. Registros históricos indicam que essa associação também era amplamente utilizada na Roma Antiga. No livro ‘De re Coquinaria’, compilado entre o final do século IV e o início do século V, há receitas de molhos frios à base de sementes de mostarda combinadas com mel, especiarias e ervas aromáticas, utilizados para acompanhar carnes assadas, como o javali. Essa mistura atravessou séculos, mantendo-se atual pela simplicidade, equilíbrio de sabores e versatilidade.

O Molho de Mostarda e Mel é um preparo frio, rápido e funcional, que equilibra acidez, doçura e gordura. Pode ser utilizado tanto como molho de finalização quanto como acompanhamento leve, adaptando-se facilmente a diferentes aplicações culinárias.

Molho de Mostarda e Mel

Categoria:  Couvert, Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 90 g/ml – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 140 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de molho de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de mel

Modo de Preparo:

Em um recipiente, misture todos os ingredientes até obter um molho homogêneo. Para facilitar a emulsão e garantir uma textura mais cremosa, coloque os ingredientes em um pote de vidro com tampa, feche bem e agite vigorosamente até que o azeite esteja completamente incorporado ao molho.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: Este molho enquadra-se na categoria molhos emulsionados ou condimentares, cujo padrão de porcionamento é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar saladas, petiscos ou preparações leves. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para temperar saladas verdes, saladas com frutas, folhas amargas ou legumes grelhados.
  • Combina muito bem com carnes grelhadas, frango assado, peixes e frutos do mar.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps, hambúrgueres artesanais e petiscos.
  • Para um sabor mais suave e textura mais encorpada, pode ser misturado à maionese, creme de iogurte ou creme vegetal, transformando-se em um molho de acompanhamento mais neutro.

3. Curiosidades:

  • Pequenas variações na escolha da mostarda (amarela, Dijon, antiga ou com grãos) alteram significativamente o perfil sensorial do molho.
  • A emulsão deste molho ocorre de forma simples devido à presença de mostarda, que atua como agente emulsificante natural.
  • O equilíbrio entre a doçura do mel e a acidez da mostarda explica a longevidade dessa combinação ao longo da história.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho Tártaro é um preparo clássico da cozinha francesa, amplamente difundido e popularizado nos países de língua inglesa. Tradicionalmente associado ao steak tartare, já era servido como acompanhamento no início do século XX. Não se sabe ao certo se o prato deu nome ao molho ou se o molho inspirou o prato, mas ambos compartilham a ideia de frescor, acidez equilibrada e contraste de texturas.

Sua base é a maionese, podendo ser preparada também com aioli, enriquecida com picles, alcaparras e ervas frescas, além de um elemento ácido, como suco de limão ou vinagre. O resultado é um molho frio, levemente ácido e aromático, ideal para acompanhar alimentos fritos, empanados ou grelhados, especialmente peixes e frutos do mar.

Molho Tártaro

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petisco,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 300 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de picles ou pepino em conserva, brunoise
  • 1 colher (sopa) de cebola, brunoise (opcional)
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre
  • 2 colheres (chá) de cebolinha ou endro (dill) picado
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque todos os ingredientes, exceto o sal. Misture com um fuet (batedor de mão) até obter uma preparação homogênea. Prove e ajuste o sal e a pimenta, se necessário. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de servir, para que os sabores se integrem melhor.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: Este molho é classificado como molho emulsionado ou condimentar. A porção considerada é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar preparações como peixes, frutos do mar, empanados ou sanduíches, garantindo equilíbrio entre sabor, textura e composição do prato. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como acompanhamento clássico para peixes e frutos do mar fritos ou empanados, como fish and chips, lulas, camarões e ostras fritas.
  • Combina muito bem com outros alimentos empanados, como onion rings e batatas fritas.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps e hambúrgueres de peixe.

2. Curiosidades

  • Apesar de sua origem francesa, o Molho Tártaro tornou-se um ícone da culinária britânica e norte-americana.
  • A presença de picles e alcaparras confere não apenas acidez, mas também um leve toque salino e crocante, característica marcante do molho.
  • Algumas versões contemporâneas substituem parte da maionese por iogurte ou creme azedo, tornando o molho mais leve.

3. Validade e armazenamento: Conservar sob refrigeração, em recipiente hermético, por até 3 dias.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

O Molho Pesto tem origem na cidade de Gênova, na região da Ligúria, na Itália. A versão tradicional, conhecida como pesto alla genovese, era preparada no pilão, macerando manjericão fresco, azeite, pecorino, parmesão, pinoli, alho e sal. Ao longo do tempo, surgiram adaptações que utilizam castanhas, nozes e diferentes proporções de ingredientes. Este pesto segue a técnica clássica, porém, com ingredientes facilmente encontrados no Brasil, mantendo o sabor fresco e aromático característico. É um molho extremamente versátil, ideal para massas, legumes, pães, carnes brancas e entradas.

Molho Pesto

Categoria:  couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: molho frio, cozinha internacional (Itália), molho cru ou batido, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 320 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 165 kcal

Molho Pesto. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 2 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 1 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Coloque o queijo parmesão, o alho, as nozes e as folhas de manjericão no liquidificador ou processador. Bata bem, adicionando o azeite aos poucos até atingir a textura cremosa desejada. Ajuste o sal, se necessário.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção de 30 g/ml indicada para este molho refere-se ao uso como acompanhamento, especialmente em preparações como massas, legumes, carnes ou pratos montados. Quando utilizado em lanches, petiscos e couvert, como sanduíches, bruschettas, wraps ou ainda como molho de salada servido em entradas, recomenda-se reduzir a quantidade para 15 g/ml por pessoa, ajustando o consumo conforme a função do molho no prato. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas:

  • O pesto é excelente para massas, carnes brancas, legumes, bruschettas, saladas e como base de molhos cremosos.
  • As nozes podem ser substituídas por castanha de caju ou amêndoas.
  • Para realçar a cor verde, adicione algumas pedras de gelo no momento de bater ou mantenha os ingredientes bem frios.
  • Conserve o pesto refrigerado em pote de vidro fechado por até 3 dias, coberto com uma fina camada de azeite.

3. Curiosidades: A palavra pesto vem do verbo italiano pestare, que significa “amassar” ou “esmagar”, referência ao preparo original no pilão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

O Aioli é um molho emulsionado clássico preparado tradicionalmente apenas com alho, azeite e ovo. A textura sedosa, o brilho e a técnica de emulsão lembram a maionese, mas o Aioli tem um sabor mais marcante e característico, resultado do protagonismo do alho.

Originário da região de Provence, no sul da França, o Aioli é um ícone da culinária mediterrânea. No entanto, há registros de preparações semelhantes na Espanha, conhecidas como allioli, e até mesmo no Império Romano, onde a mistura de alho e azeite já era usada para realçar o sabor de carnes e vegetais.

Na Itália, o Aioli é tradicionalmente servido com batatas cozidas, enquanto em Malta costuma acompanhar um biscoito típico local. No Brasil, o molho ganhou espaço em cozinhas contemporâneas, sendo apreciado como guarnição ou acompanhamento de pratos variados, como frutos do mar, carnes, petiscos, saladas e vegetais, crus, cozidos ou assados.

Aioli

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entradas, lanche, petisco

Especificação: Molho frio, molho emulsionado, Cozinha Internacional (Provence – França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 340 ml – 11 porções de 30 g/ml

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 215 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 2 dentes de alho
  • 1 xícara de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador (ou mixer) os dentes de alho com os ovos até obter uma mistura homogênea.

Com o aparelho ainda ligado, adicione o azeite em fio constante, até que a mistura emulsione e atinja a textura cremosa característica. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: O aioli é um molho frio emulsionado, de sabor intenso e textura untuosa, no qual o alho e o azeite assumem protagonismo, por essa razão, ele é utilizado em menor volume. A porção padrão adotada nesta receita é de 30 g, quantidade suficiente para envolver e realçar alimentos como peixes, legumes, batatas, carnes, sanduíches e petiscos, sem sobrepor o sabor principal do prato. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas:

  • O azeite pode ser substituído por óleo vegetal para um sabor mais neutro.
  • Conserve o molho refrigerado e bem tampado por até 3 dias.
  • Para versões aromatizadas, acrescente mostarda, suco de limão, açafrão, ervas frescas ou páprica.
  • Ideal para acompanhar peixes, legumes assados, batatas, sanduíches e saladas.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Conserva de Cebola Pérola é uma preparação clássica e versátil, feita com pequenas cebolas conhecidas como pérolas ou cebolas-bebê, apreciadas por seu formato delicado, sabor levemente adocicado e textura crocante. Muito usada na culinária europeia, especialmente em picles e acompanhamentos, essa conserva acrescenta um toque agridoce e aromático a diversos pratos, realçando sabores e equilibrando paladares mais intensos.

Perfeita para compor tábuas de frios, saladas, sanduíches, assados de carne e aves, ou simplesmente servida como petisco, a cebola pérola em conserva é um preparo prático, durável e cheio de personalidade, um pequeno detalhe capaz de transformar uma refeição comum em uma experiência gourmet.

Conserva de Cebola Pérola

Categoria:  Aromáticos, acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: Conserva aromatizada, picles. vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos + 15 dias de repouso

Rendimento: 320 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 28 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 150 gramas de cebola pérola inteira, descascada
  • 80 ml de água
  • 80 ml de vinagre de maçã
  • 1 colher (café) de sal
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 2 dentes de alho inteiro, descascado
  • 1 colher (café) de pimenta calabresa
  • 1 colher (café) de açafrão
  • 1 colher (café) de salsa desidratada
  • 10 grãos de pimenta do reino

Modo de Preparo:

Acomode as cebolas pérolas e os dentes de alho no vidro esterilizado. Em uma panela adicione a água, vinagre, sal, açúcar, pimenta calabresa, açafrão, salsa desidratada, pimenta do reino, deixe ferver até a açúcar derreter. Abaixe o fogo e ferva por mais 5 minutos. Despeje essa mistura ainda quente no vidro de cebolas. Tenha cuidado para não se queimar. Retire todo o ar batendo o vidro na bancada. Deixe um espaço de um dedo entre a borda e o conteúdo. Feche o pote e ferva-o em banho-maria por 5 minutos. Espere esfriar e leve a geladeira. Deixe repousar por 15 dias antes de consumir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma conserva utilizada como acompanhamento direto, a cebola pérola participa ativamente da garfada e complementa a preparação principal com notas ácidas, levemente adocicadas e aromáticas. Nestes casos, recomenda-se a porção média de 30 g por pessoa, suficiente para manter sua presença sensorial sem comprometer o equilíbrio dos demais componentes do prato, conforme orientações no post A Composição do Almoço e do Jantar  e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Quando servida como petisco, ou seja, de forma isolada e com consumo autônomo, a porção pode ser ampliada para cerca de 50 g por pessoa (aproximadamente 3 colheres de sopa), uma vez que deixa de atuar como elemento complementar e passa a compor o volume principal de consumo naquela etapa da refeição.

1. Dicas de Consumo:

  • Para um sabor mais intenso, adicione ervas frescas (como tomilho ou alecrim) ou substitua parte do vinagre de maçã por vinagre de vinho branco.
  • Sirva as cebolas pérolas em conserva como acompanhamento de carnes assadas, frios, queijos ou embutidos.
  • Em saladas, adicionam um contraste agridoce que realça o sabor de folhas amargas como rúcula ou radicchio.
  • São ótimas também para decorar drinques clássicos, como o Gibson, uma variação do Martini que leva cebola pérola em vez de azeitona.

2. Curiosidades:

  • A cebola pérola é colhida ainda jovem, quando o bulbo está pequeno e adocicado. Por isso, é muito valorizada na gastronomia para composições delicadas e de apresentação refinada.
  • No século XIX, as conservas de cebolas e outros vegetais eram comuns nas viagens marítimas europeias, pois se mantinham por longos períodos e forneciam nutrientes essenciais durante as travessias.
  • Em países como França e Inglaterra, as cebolas em picles são presença obrigatória em pubs e charcutarias, tradicionalmente servidas com carnes curadas e queijos envelhecidos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Durante séculos, a técnica de conservação com sal e vinagre foi um dos principais métodos utilizados para preservar alimentos na China, especialmente antes do surgimento da refrigeração moderna. O Zha Cai é uma dessas conservas tradicionais, originária da província de Sichuan. Embora o nome também seja usado para um tipo específico de mostarda fermentada, esta versão caseira adapta a tradição utilizando mini legumes variados, como cenoura, pepino, vagem japonesa e mini cebolas. O resultado é uma conserva crocante, aromática e saborosa, com acidez equilibrada e presença marcante das especiarias. É uma preparação simples, mas que exige paciência no tempo de repouso, ideal para ser servida como petisco, guarnição ou acompanhamento em diferentes pratos.

Zha Cai – Conserva de Mini Legumes

Categoria:  Aromáticos, acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: Cozinha Internacional (China), conserva aromatizada, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 2 horas salga + 30 minutos + 21 dias de repouso

Rendimento: 150 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 15 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 90 gramas de mini legumes (pepino, cenoura, vagem japonesa, cebola, milho etc.)
  • 30 gramas de sal
  • 2 dentes de alho inteiro, descascado
  • 5 gramas de mostarda em grãos
  • 5 gramas de pimenta do reino em grãos
  • 2 pimentas dedo de moça inteira
  • Vinagre branco, para completar o vidro

Modo de Preparo:

Em uma tigela, cubra os legumes com o sal e deixe repousar por 2 horas, mexendo de vez em quando. Após o tempo de salga, retire o excesso de sal dos legumes com papel toalha ou pano limpo e deixe secar bem ao ar por alguns minutos. Distribua os legumes em vidros esterilizados, intercalando com os dentes de alho, as sementes de mostarda, os grãos de pimenta e as pimentas dedo de moça. Complete com vinagre branco até cobrir completamente os ingredientes, deixando no máximo três dedos de espaço até a borda.

Coloque os vidros (com os picles tampados levemente) dentro de uma panela com água fria e leve ao fogo para fazer um banho-maria. Assim que levantar fervura, conte 5 minutos e então retire os vidros com cuidado. Feche bem as tampas. Guarde os vidros em local fresco e escuro por no mínimo 21 dias antes de consumir. Após aberto, conservar na geladeira.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 30 g por pessoa está tecnicamente adequada para todas as categorias indicadas, pois esta preparação mantém sua função de acompanhamento ácido crocante, atuando como elemento de contraste e limpeza de paladar, mesmo quando servida como guarnição.

Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada ou aperitivo, em porções pequenas.
  • Pode acompanhar pratos de arroz ou massas orientais, ou ainda servir como complemento em tábuas frias.
  • Fica excelente em sanduíches ou pratos com carnes grelhadas.

Curiosidades:

1. Zha Cai é o nome chinês de uma conserva originalmente feita com o caule de mostarda chinesa (Brassica juncea), fermentada com sal e especiarias. Esta versão é uma adaptação que valoriza a técnica de conservação e os sabores característicos do vinagre e das especiarias.

2. Pode-se utilizar outros ingredientes como acelga, folhas de mostarda ou couve chinesa, seguindo o mesmo processo.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Chutney de Abacaxi é um preparo agridoce típico da culinária indiana, utilizado como acompanhamento aromático para pratos salgados. Seu sabor intenso, que combina o frescor da fruta com especiarias e ingredientes marcantes, faz dele uma escolha versátil e sofisticada. Tradicionalmente servido com o Frango Tandoori, também pode ser incluído em sanduíches, tábuas de queijos, carnes grelhadas ou assadas, saladas e até mesmo em celebrações especiais, como Natal e Réveillon. Além de delicioso, é muito fácil de preparar.

Chutney de Abacaxi

Categoria:  aromáticos, couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petisco

Especificação: Cozinha internacional (Índia), conserva aromática, chutney, molho, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 g – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 56 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (chá) de manteiga
  • 1/4 de cebola roxa, em cubos médios
  • 1 colher (chá) de alho picadinha
  • 250 gramas de abacaxi, em cubos médios 1 tomate, sem pele e sem sementes, cortado em cubos pequenos
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • 1 pimenta dedo de moça, sem semente, picadinha
  • 1 colher (café) de curry
  • 40 gramas de passas preta, sem sementes
  • 1 colher (chá) de mel
  • Sal a gosto
  • Coentro picadinho a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça a manteiga e refogue a cebola e o alho por cerca de 2 minutos. Adicione o abacaxi e deixe caramelizar levemente. Acrescente o tomate, o gengibre, a pimenta dedo de moça, o curry e as passas. Cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 10 minutos, até que o abacaxi esteja macio, mas sem desmanchar. Adicione o mel e o sal, mexa bem e cozinhe por mais 2 minutos. Finalize com o coentro picado e sirva morno ou frio.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento/guarnição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva o chutney como acompanhamento de carnes grelhadas, assadas ou defumadas (especialmente aves e suínos), oferecendo contraste agridoce e aromático a preparações de sabor mais intenso. Também combina muito bem com queijos curados ou semiduros, pães artesanais, sanduíches gourmet e saladas com folhas amargas.
  • Pode ser utilizado como cobertura de pratos festivos à base de carnes assadas, como lombo suíno, tender ou peito de peru, contribuindo com frescor, acidez e leve dulçor ao conjunto. Em tábuas de frios ou antepastos, atua como elemento de equilíbrio entre itens gordurosos e salgados. Também pode ser incorporado ao recheio de wraps, burgers ou paninis, adicionando umidade, textura e complexidade de sabor.
  • Quando servido frio, é ideal como complemento em entradas leves ou saladas compostas. Já em temperatura morna, intensifica suas notas aromáticas e se integra melhor a preparações recém-saídas do forno ou da grelha.

2. Curiosidades: Na culinária indiana, o chutney é uma tradição milenar que pode variar entre preparações cruas ou cozidas, doces ou salgadas. Este de abacaxi é um dos favoritos no Ocidente por seu sabor tropical e pela harmonia com pratos intensamente condimentados.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Pimenta Biquinho é um ingrediente bastante apreciado na culinária brasileira por apresentar aroma característico e pungência muito baixa, tornando-se uma alternativa para quem deseja incorporar o sabor e a aparência das pimentas sem intensidade picante elevada. Sua utilização em conservas permite prolongar sua vida útil e criar um acompanhamento de perfil agridoce e aromático.

A combinação da pimenta com açúcar, vinagre e aromáticos proporciona equilíbrio entre acidez, doçura e sabor vegetal. Em Minas Gerais, preparações desse tipo dialogam especialmente bem com o repertório de acompanhamentos servidos ao lado de carnes suínas, aves, queijos e outros alimentos de sabor mais pronunciado.

Pimenta Biquinho em Conserva

Categoria:  Aromáticos, couvert, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches

Especificação: Conserva aromática, picles, cozinha brasileira (Minas Gerais), vegetariana, vegana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Tempo de maturação: mínimo de 7 dias sob refrigeração para desenvolvimento do sabor

Rendimento: 250 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 32 kcal

Ingredientes:

  • 200 gramas de pimenta biquinho
  • 50 g de açúcar
  • 100 ml de vinagre de álcool
  • 50 ml de água
  • 2 dentes de alho, cortados ao meio
  • 1 folha de louro

Modo de Preparo:

Retire os talos das pimentas, lave-as cuidadosamente e seque-as completamente. Higienize o recipiente que será utilizado para a conserva e mantenha-o reservado.

Em uma panela, coloque o açúcar, o vinagre, a água, o alho e a folha de louro. Leve ao fogo baixo, mexendo até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Deixe aquecer até iniciar a fervura. Retire a folha de louro e o alho, se desejar uma conserva de sabor mais delicado.

Acomode as pimentas biquinho no recipiente e cubra-as completamente com o líquido ainda quente. Elimine eventuais bolhas de ar e mantenha as pimentas completamente submersas no líquido. Feche o recipiente. Deixe esfriar e leve imediatamente à geladeira.

Aguarde pelo menos 7 dias sob refrigeração antes do consumo, para que a pimenta absorva os sabores da conserva. Mantenha sempre refrigerada e utilize utensílios limpos e secos para retirar as pimentas do recipiente..

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma conserva utilizada como acompanhamento ou guarnição, sua função é complementar a preparação principal, acrescentando acidez, dulçor, aroma e contraste de sabor. Para esse uso, recomenda-se uma porção de 30 g por pessoa. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

2. Dicas:

  • A pimenta deve permanecer inteira e firme, sem apresentar textura excessivamente macia. O equilíbrio ideal da conserva está na relação entre a acidez do vinagre, a doçura do açúcar e o sabor característico da biquinho.
  • Para uma apresentação mais elegante, as pimentas podem ser acondicionadas em recipiente de vidro transparente, valorizando sua coloração e seu formato.

3. Sugestões de consumo:

  • Combina especialmente bem com carne suína, frango assado e carnes grelhadas.
  • Pode acompanhar queijos, criando um contraste interessante entre a acidez da conserva e a gordura do queijo.
  • Pode ser servida como parte de uma tábua de petiscos.
  • Pode ser adicionada a sanduíches, saladas e preparações frias.
  • O líquido da conserva pode ser utilizado em pequenas quantidades para aromatizar molhos, vinagretes e marinadas.
  • Para preservar a qualidade do produto, mantenha as pimentas sempre cobertas pelo líquido.

4. Curiosidades:

  • A pimenta biquinho ganhou popularidade justamente por apresentar baixa pungência, permitindo que seu sabor, aroma e formato sejam explorados em preparações nas quais uma pimenta mais ardida poderia dominar os demais ingredientes.
  • Apesar de pertencer ao gênero Capsicum, como outras pimentas, a biquinho é frequentemente utilizada na gastronomia brasileira quase como um ingrediente aromático e decorativo, além de funcionar como acompanhamento.
  • No contexto da cozinha mineira, sua combinação com queijos e carnes evidencia uma característica muito presente na mesa regional: o contraste entre sabores salgados, ácidos, doces e gordurosos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Chutney é um condimento associado às cozinhas do subcontinente indiano, encontrado em diferentes preparações que combinam frutas ou vegetais a elementos doces, ácidos, especiarias e, em algumas versões, pimentas. A técnica permite inúmeras combinações de ingredientes e adaptações conforme os produtos disponíveis.

Nesta receita, a proposta é realizar uma releitura contemporânea dessa preparação, utilizando o pêssego em combinação com a castanha-do-Pará, ingrediente associado à biodiversidade e à cultura alimentar amazônica. A presença de um produto brasileiro em uma preparação de matriz estrangeira caracteriza uma proposta de Fusion Food, estabelecendo um diálogo entre diferentes repertórios gastronômicos. O resultado é um chutney agridoce, aromático e levemente picante, que pode acompanhar carnes, queijos, lanches e petiscos.

Chutney de Pêssego e Castanha do Pará

Categoria:  aromáticos, couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: conserva aromática, chutney, molho, cozinha brasileira (Região Norte), Fusion Food, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 400 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 105 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 ml de suco de tangerina
  • 1 colher (sopa) de açúcar mascavo
  • 1 colher (sopa) de açúcar refinado
  • 1 pimenta dedo de moça, picadinha
  • 1 unidade de anis estrelado
  • 1 pitada de pimenta calabresa
  • 1 pitada de gengibre ralado
  • Raspas de limão siciliano, a gosto
  • 1 pitada de sal
  • 200 gramas de pêssego fresco, cortado em cubos pequenos
  • 60 gramas de castanha do Pará, cortada grosseiramente.

Modo de Preparo:

Higienize os pêssegos e retire os caroços. Corte a polpa em cubos pequenos, procurando manter tamanho uniforme. Pique a pimenta dedo de moça.

Em uma panela de fundo espesso, coloque o suco de tangerina, os açúcares, a pimenta dedo de moça, o anis estrelado, a pimenta calabresa, o gengibre, as raspas de limão siciliano e o sal. Leve ao fogo baixo e cozinhe por aproximadamente 5 minutos, permitindo que os aromas das especiarias sejam liberados.

Acrescente o pêssego e cozinhe em fogo baixo, mexendo ocasionalmente, até que a fruta fique macia e parte dos cubos comece a se desfazer. Continue o cozimento até que o líquido seja reduzido e a preparação adquira consistência espessa, porém ainda úmida e com textura de chutney. Retire o anis estrelado. Acrescente a castanha do Pará nos minutos finais do cozimento, mantendo parte de sua textura e crocância. Misture delicadamente e retire do fogo. Deixe esfriar antes de porcionar. Transfira para recipiente limpo, tampe e mantenha sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: 1. Porcionamento: Por se tratar de um chutney de perfil agridoce, aromático e levemente picante, sua função é acompanhar e complementar a preparação principal, proporcionando contraste de sabores e textura. Recomenda-se a porção média de 50 g por pessoa,  para servir como acompanhamento ou guarnição. Em lanches e petiscos, a quantidade pode ser reduzida conforme os demais componentes da preparação, utilizando o chutney como condimento e elemento de contraste. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

2. Dicas:

  • O ponto correto é espesso e encorpado, mas não seco. O chutney deve apresentar frutas perceptíveis e uma pequena quantidade de líquido espesso envolvendo os ingredientes.
  • A castanha do Pará deve ser adicionada no final para preservar parte da textura e evitar que fique excessivamente macia.
  • Retire o anis estrelado antes de servir, pois sua presença pode dominar o conjunto aromático.
  • O rendimento final pode apresentar pequena variação conforme o grau de maturação e o teor de água dos pêssegos e a intensidade da redução.

3. Sugestões de consumo

  • Como acompanhamento e guarnição
    • Sirva com carnes bovinas assadas ou grelhadas.
    • Combina especialmente bem com carne suína e cordeiro.
    • Pode acompanhar frango e pato.
    • Sirva com queijos de sabor mais intenso, criando contraste entre o doce, o ácido, o picante e o salgado.
  • Em lanches
    • Utilize em sanduíches de carne suína desfiada.
    • Combine com queijos em sanduíches quentes ou frios.
    • Pode ser utilizado como camada fina em torradas e pães artesanais.
  • Em petiscos
    • Sirva com queijos, torradas e crackers.
    • Utilize como acompanhamento de pequenas porções de carnes assadas.
    • Pode compor tábuas de queijos e frios, funcionando como elemento agridoce de contraste.

4. Curiosidades:

  • A castanha do Pará, também denominada castanha do Brasil, é um produto da sociobiodiversidade amazônica e está relacionada à economia de comunidades que realizam seu extrativismo.
  • A utilização da castanha em um chutney exemplifica como ingredientes brasileiros podem ser incorporados a técnicas e preparações de outras tradições culinárias, criando novas interpretações gastronômicas.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Steak Tartare é um clássico da gastronomia francesa, embora suas origens estejam associadas aos povos tártaros da Europa Oriental, conhecidos pelo consumo de carne crua temperada e amaciada durante longas cavalgadas. Com o passar do tempo, a preparação foi refinada pela cozinha francesa e se tornou um ícone dos bistrôs parisienses, valorizando cortes bovinos nobres, frescos e cuidadosamente manipulados.

Tradicionalmente preparado com filé mignon cortado na ponta da faca, o Steak Tartare destaca a textura delicada da carne e o equilíbrio entre acidez, frescor e intensidade dos condimentos, como alcaparras, mostarda, cebola roxa e picles. A gema de ovo adiciona untuosidade e contribui para a clássica apresentação do prato.

Steak Tartare

Categoria: Entrada,Couvert, petisco

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 240 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (120 g): 246 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de filé mignon
  • 1/4 de cebola roxa, em brunoise
  • 50 gramas de pepino em conservas, em brunoise
  • 20 gramas de alcaparras, repicada
  • 20 gramas de mostarda
  • Salsinha, picadinha, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 gema de ovo
  • Azeite, a gosto

Modo de Preparo:

Limpe cuidadosamente o filé mignon, retirando nervos, membranas e excesso de gordura. Com uma faca bem afiada, pique a carne manualmente em cubos pequenos e uniformes. Evite processar ou moer excessivamente para preservar a textura tradicional da preparação.

Coloque a carne em uma tigela e mantenha refrigerada até o momento da montagem. Adicione a cebola roxa, o pepino em conserva, as alcaparras, a mostarda e a salsinha. Misture delicadamente até incorporar todos os ingredientes. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.

Posicione um aro metálico no centro do prato e acomode o tartare pressionando levemente para modelar. Retire o aro com cuidado. Com uma colher, faça uma pequena cavidade no topo da preparação e disponha a gema de ovo. Finalize com um fio de azeite.

Sirva imediatamente, acompanhado de torradas, chips de batata, salada verde ou pommes gaufrettes.

Toques Finais e sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita utiliza porcionamento de entrada, considerando aproximadamente 120 g por pessoa, conforme orientação apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • O Steak Tartare deve ser servido sempre extremamente fresco e mantido sob refrigeração até o momento do consumo. A qualidade e a procedência da carne são fundamentais para garantir segurança alimentar e sabor.
  • Como entrada, harmoniza muito bem com torradas finas, chips de batata, saladas verdes leves e pães artesanais crocantes.
  • Também pode ser servido como prato principal, especialmente em bistrôs e restaurantes franceses. Nesse caso, recomenda-se utilizar uma quantidade maior da preparação, entre 200 a 250 g por pessoa, acompanhada de batatas fritas, saladas mais estruturadas ou legumes grelhados.
  • Para versões contemporâneas, podem ser adicionados ingredientes como molho inglês, tabasco, ciboulette, cornichons franceses ou maionese artesanal, criando diferentes perfis de sabor.

3. Curiosidades:

  • O Steak Tartare é um dos pratos mais emblemáticos da cozinha clássica francesa, embora sua origem esteja relacionada aos povos tártaros da Europa Oriental.
  • A tradição de servir uma gema crua sobre o tartare surgiu para conferir mais untuosidade, brilho e equilíbrio aos temperos intensos da preparação.
  • O corte manual da carne na ponta da faca é considerado um diferencial técnico importante, pois preserva melhor a textura e a suculência do prato em comparação à carne moída mecanicamente.
  • Atualmente, o conceito de tartare foi expandido para versões com peixes, frutos do mar, cogumelos e vegetais, tornando-se uma preparação versátil e contemporânea na gastronomia mundial.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 500 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 128 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os tomates. Disponha-os em uma panela de fundo grosso e adicione os dentes de alho levemente amassados, o açúcar, o sal e as ervas.

Cubra com o azeite e leve ao fogo mínimo, mantendo a temperatura entre 80 °C e 95 °C, sem deixar ferver. O azeite deve apenas apresentar leve movimentação, com pequenas bolhas ocasionais. Não deve borbulhar intensamente em nenhum momento.

Cozinhe lentamente por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que os tomates estejam macios, levemente enrugados e com a polpa cremosa, mas ainda íntegros. Caso o azeite comece a fritar, interrompa o aquecimento e aguarde a temperatura baixar antes de prosseguir.

Retire do fogo e deixe esfriar no próprio azeite antes de utilizar ou armazenar.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 50 g por pessoa refere-se ao uso como cobertura ou guarnição, como no caso de carnes grelhadas, assadas ou peixes, em que o tomate confit atua como complemento aromático no prato. Quando utilizado para envolver preparações, como massas, risotos ou saladas compostas, recomenda-se a porção de até 100 g por pessoa, pois passa a exercer função de integração ao prato. Nas demais formas de serviço, a quantidade pode ser ajustada conforme a proposta e a intensidade da preparação. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Formas de Consumo:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini