O Tabule é uma salada clássica da culinária árabe, originária do Líbano, onde é tradicionalmente servida sobre folhas de alface. Muito presente nas casas e nas celebrações árabes, essa salada combina triguilho hidratado com ingredientes frescos como tomate, pepino, cebola, salsinha e hortelã, temperados com limão, azeite, sal e pimenta doce.

Historicamente, o tabule teve um papel essencial na dieta de povos do Oriente Médio durante a Idade Média, oferecendo frescor, nutrição e praticidade. Hoje, a receita conquistou espaço nas cozinhas do mundo inteiro, especialmente entre vegetarianos e veganos, graças ao seu perfil leve, saudável e repleto de sabor. Pode ser servido como couvert (em porções menores) entrada ou acompanhamento. O tabule é clássico ao lado de pratos como quibe cru, quibe frito e kafta.

Tabule

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada de Grãos e Leguminosas, Cozinha Internacional (Árabe – Líbano)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 480 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 132 kcal

Tabule. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 50 gramas de trigo fino escorrido e lavado
  • 1/4 de cebola pequena picada (equivalente a uma colher de sobremesa)
  • 1 tomate médio picado
  • 1/4 pepino pequeno picado
  • 1/2 molho de cebolinha verde picadas
  • 1/4 molho de salsinha picada
  • 1/6 maço de hortelã picada
  • 1/4 limão, suco
  • Sal a gosto
  • Azeite a gosto
  • Pimenta doce[1] a gosto
  • 1/3 de unidade de alface romana ou lisa

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o triguilho lavado e cubra com água. Deixe de molho por 15 minutos. Escorra bem e esprema com as mãos para eliminar o excesso de água. Em seguida, misture o trigo com a cebola, o tomate, o pepino, a cebolinha, a salsinha e a hortelã. Em um recipiente separado, prepare o tempero com o suco de limão, sal, azeite e pimenta doce. Adicione o tempero à mistura e mexa bem até incorporar. Sirva em uma travessa rasa, sobre folhas de alface previamente higienizadas.

Toques Especiais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Nesta receita, o tabule está sendo considerado como entrada, com porção média de 120 g por pessoa. Caso seja servido acompanhado de pães chatos, como o pão sírio, recomenda-se reduzir a porção para 100 g por pessoa, garantindo melhor equilíbrio na refeição. Para compreender melhor a composição e o balanceamento das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: O tabule pode ser servido como entrada refrescante ou como guarnição para pratos típicos árabes, como kafta, quibe frito ou quibe cru. Também combina com grelhados leves ou como recheio de sanduíches vegetais em pão sírio.

3. Curiosidades: Apesar de ser conhecido como uma salada, o tabule possui status quase cerimonial em refeições árabes. A receita tradicional libanesa tem a salsinha como protagonista, com muito mais verde do que trigo, algo que se diferencia das versões ocidentais. Além disso, o prato é uma das preparações mais antigas da região, consumido desde a Idade Média.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A origem do Molho Rosê é controversa. Os argentinos dizem que o molho nasceu em 1920 na Argentina. Já os ingleses dizem que a mistura é derivada do seu típico molho Gloucester, que também leva molho inglês. Tem ainda os americanos que alegam que a iguaria nasceu nos Estados Unidos em 1948 para acompanhar o “shrimp cocktail” um petisco com camarões.

Deixando a sua origem de lado, o que importa é que o Molho Rosê tem um sabor delicado e uma textura cremosa que combina com diversas preparações com massas (macarrão, lasanha, panquecas), para temperar inúmeras saladas ou simplesmente como um molhinho para mergulhar os aperitivos (batata frita, salgadinhos). Ah! Também fica delicioso mergulhar ovos de codorna cozidos no molho Rosê. Não importa a preparação, é provável que ficará mais saboroso utilizando este molho. Simples e fácil de fazer. experimente!

Molho Rosé Especial

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entrada, lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Frio, Cozinha Internacional (Argentina, Inglaterra, Estados Unidos)

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda amarela
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture tudo até obter um molho homogêneo. Armazene na geladeira por até 5 dias.

Dicas:

1. Como o molho rosê tem um sabor delicado pode-se adicionar outros ingredientes, tais como creme de leite, ervas, trocar o molho inglês por molho shoyu, acrescentar noz moscada ou pimenta. Porém, tenha o cuidado para não misturar ingredientes fortes que possam alterar muito o sabor original do molho.

2. O molho rosê pode ser congelado por até 3 meses no freezer.


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As reduções são preparações obtidas a partir da evaporação controlada de líquidos, concentrando sabores, açúcares naturais e acidez. Esta redução de mel, vinagre balsâmico e laranja combina dulçor, acidez e notas cítricas, resultando em um molho intenso e brilhante, ideal para finalizações. É um preparo versátil, usado em pequenas quantidades para realçar carnes, aves, peixes, legumes assados, queijos e até sobremesas com frutas.

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho reduzido, molho condimentar, sem glúten, sem lactose, vegetariano

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 750 ml – 50 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 ml): 45 kcal

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 ml de vinagre balsâmico
  • 500 ml de suco de laranja
  • 250 gramas de mel

Modo de Preparo:

Em uma panela de fundo grosso, coloque o vinagre balsâmico, o suco de laranja e o mel. Misture bem e leve ao fogo médio até iniciar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente, mexendo ocasionalmente, até que o volume reduza e atinja consistência de calda rala, levemente espessa e brilhante. Retire do fogo e deixe esfriar. A redução ganha um pouco mais de corpo após esfriar. Armazene em recipiente limpo e bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta receita se enquadra como molho de uso pontual, sendo indicada a porção de 15 ml por pessoa, utilizada principalmente para finalizar pratos ou realçar sabores. Para mais detalhes sobre o papel dos molhos na composição das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Utilize pequenas quantidades para finalizar carnes grelhadas ou assadas, peito de pato, suínos, cordeiro, legumes assados, saladas mornas, queijos curados ou frutas grelhadas. Por ser um molho concentrado, o ideal é aplicar em fios ou pincelar levemente.

3. Validade e armazenamento: Quando armazenada em recipiente de vidro esterilizado, bem fechado e sob refrigeração, esta redução apresenta validade média de até 30 dias. O alto teor de açúcar, a acidez do vinagre balsâmico e o processo de redução contribuem para sua boa conservação. Sempre utilize utensílios limpos e secos ao servir, evitando contaminação e prolongando a durabilidade do molho.

4. Curiosidades: O vinagre balsâmico, quando reduzido, intensifica sua doçura natural sem perder a acidez característica, dispensando o uso de espessantes artificiais. A adição do mel e do suco de laranja cria um equilíbrio clássico entre doce, ácido e amargo.


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O Molho Pesto com Endro além de saboroso, é nutritivo. O endro é uma erva aromática de propriedades calmantes e relaxantes. Inove com este pesto.

Molho Pesto com Endro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, lanches, petisco,

Especificação: Molho frio, Molho condimentado,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Pesto. Imagem de Lyubov Kardakova por Pixabay

Ingredientes:

  • 30 gramas de endro fresco
  • 1 dente de alho
  • 30 gramas de amêndoas torradas
  • 30 gramas de queijo parmesão ralado
  • 150 ml de azeite

Modo de Preparo:

Corte o endro e triture em um processador juntamente com o alho. Acrescente as amêndoas, o queijo parmesão, o azeite e o sal. Triture tudo até obter uma pasta.


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O Molho à Campanha é vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes.  O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias. Para essa emulsão, é utilizado três medidas de azeite (ou óleo) para uma medida de ácido (vinagre ou suco de limão) e é servido como molho para saladas.

Já o molho à campanha é brasileiro e sua origem é controversa. Alguns dizem que o molho era utilizado para alimentar os soldados no exército e era preparado nas “cozinhas de campanha”. Outros dizem que era preparado pelos tropeiros da região da Campanha Gaúcha, que fica na Região Sul entre a Argentina e o Uruguai. O Molho à campanha fora do país, é conhecido por “Brasilian Sauce” e é preparado com tomates, cebolas, ervas e pimentões picadinhos marinados no vinagre e azeite e é servido no Brasil como acompanhamento do nosso tradicional churrasco. Sendo assim, o Molho Vinagrete é a base, o tempero do Molho à Campanha.

Existem diversas versões e adaptações do Molho à Campanha que incluem outros ingredientes, tais como milho, coentro, castanha de caju, frutas, entre outros e pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como churrasco, carnes, acarajé etc. A receita a seguir é uma variação muito utilizada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil

Molho à Campanha com Coentro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho Frio, Cozinha Brasileira (Norte e Nordeste),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho à Campanha com Coentro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente todos os ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira até servir.


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O ketchup é um dos molhos mais conhecidos do mundo, com origem em preparações fermentadas asiáticas à base de peixe e especiarias, que chegaram ao Ocidente a partir do século XVII. Com o tempo, a receita foi adaptada, especialmente nos Estados Unidos, passando a utilizar o tomate como ingrediente principal e assumindo o perfil agridoce que conhecemos hoje.

Esta versão artesanal de ketchup picante de tomate traz um preparo mais elaborado, com tomates frescos, pimentão assado e redução lenta, resultando em um molho encorpado, equilibrado e com leve picância da pimenta caiena. É ideal para quem busca um ketchup mais intenso, menos industrial e com maior profundidade de sabor.

Ketchup Picante de Tomate

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho reduzido, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1,8 litros – 120 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (15 g/ml): 25 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 pimentões vermelhos
  • 100 gramas de açúcar
  • 90 gramas de cebola picadinha
  • 1 dente de alho picadinho
  • 2,8 litros de tomate, sem pele e sem semente, esmagado
  • 240 ml de vinagre de vinho tinto
  • 120 ml de vinagre balsâmico
  • Pimenta caiena a gosto

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os pimentões. Espete um utensílio comprido em cada um deles e leve diretamente à chama alta do fogão, girando até que a pele esteja completamente queimada e tostada por todos os lados. Transfira os pimentões ainda quentes para um saco plástico resistente, feche bem para manter o vapor e deixe descansar por cerca de 15 minutos, até que esfriem e a pele se solte com facilidade.

Retire os pimentões do saco, raspe toda a pele queimada com o auxílio de uma colher, abra-os, descarte o caule e as sementes e corte a polpa em pedaços pequenos. Reserve.

Em uma panela de fundo grosso, leve o açúcar ao fogo médio até atingir coloração âmbar[1]. Acrescente a cebola e o alho, mexendo para incorporar. Junte os tomates esmagados e os pimentões assados, misture bem e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Adicione os dois tipos de vinagre e mantenha o cozimento em fogo médio-baixo, deixando reduzir até obter uma consistência mais espessa e aveludada, por cerca de 20 minutos. Tempere com pimenta-caiena a gosto.

Passe o molho por um coador de malha fina ou chinois para obter um ketchup liso e homogêneo. Transfira para um recipiente hermético, deixe esfriar e mantenha refrigerado. A validade é de até 15 dias sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: este ketchup se enquadra como molho de uso pontual, com porção média de 15 g por pessoa, indicado para finalizar, acompanhar pequenas quantidades ou servir como molho para mergulho, conforme detalhado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de Consumo:

  • Este ketchup picante é ideal para sanduíches artesanais, hambúrgueres, batatas fritas, carnes grelhadas, assados e preparações à base de legumes. Também pode ser usado como base para molhos barbecue artesanais ou para dar profundidade a marinadas e molhos quentes.
  • A intensidade da picância pode ser ajustada conforme o perfil desejado, aumentando ou reduzindo a quantidade de pimenta caiena.

2. Curiosidades:

  • Apesar de hoje ser associado quase exclusivamente ao tomate, o ketchup tem origem em molhos fermentados asiáticos à base de peixe, conhecidos como kê-tsiap, que não levavam tomate em sua formulação original.
  • O uso do açúcar no ketchup não é apenas para adoçar. Ele contribui para a cor, a textura e a conservação do molho, além de equilibrar a acidez natural do tomate e dos vinagres.
  • A técnica de assar o pimentão diretamente na chama intensifica notas defumadas e adocicadas, adicionando complexidade aromática ao molho sem a necessidade de ingredientes artificiais.
  • A coagem final pelo chinois é um passo clássico da cozinha profissional e garante um ketchup liso, homogêneo e com textura aveludada, característica desejada nesse tipo de molho.
  • A pimenta caiena atua como um realçador de sabor. Em pequenas quantidades, ela não apenas adiciona picância, mas também destaca os aromas do tomate e do vinagre.


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A mostarda é um dos condimentos mais antigos da história da gastronomia. Seus grãos já eram utilizados moídos desde a Antiguidade para temperar alimentos e preparar pastas aromáticas. A cidade de Dijon, na França, tornou-se referência mundial na produção de mostarda, consolidando o ingrediente como um símbolo da culinária francesa.

A combinação de mostarda e mel, no entanto, tem origem ainda mais antiga e difusa. No Egito Antigo, já era comum misturar mel à mostarda para suavizar sua pungência natural. Registros históricos indicam que essa associação também era amplamente utilizada na Roma Antiga. No livro ‘De re Coquinaria’, compilado entre o final do século IV e o início do século V, há receitas de molhos frios à base de sementes de mostarda combinadas com mel, especiarias e ervas aromáticas, utilizados para acompanhar carnes assadas, como o javali. Essa mistura atravessou séculos, mantendo-se atual pela simplicidade, equilíbrio de sabores e versatilidade.

O Molho de Mostarda e Mel é um preparo frio, rápido e funcional, que equilibra acidez, doçura e gordura. Pode ser utilizado tanto como molho de finalização quanto como acompanhamento leve, adaptando-se facilmente a diferentes aplicações culinárias.

Molho de Mostarda e Mel

Categoria:  Couvert, Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 90 g/ml – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 140 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de molho de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de mel

Modo de Preparo:

Em um recipiente, misture todos os ingredientes até obter um molho homogêneo. Para facilitar a emulsão e garantir uma textura mais cremosa, coloque os ingredientes em um pote de vidro com tampa, feche bem e agite vigorosamente até que o azeite esteja completamente incorporado ao molho.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: Este molho enquadra-se na categoria molhos emulsionados ou condimentares, cujo padrão de porcionamento é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar saladas, petiscos ou preparações leves. Essa referência segue o padrão apresentado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para temperar saladas verdes, saladas com frutas, folhas amargas ou legumes grelhados.
  • Combina muito bem com carnes grelhadas, frango assado, peixes e frutos do mar.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps, hambúrgueres artesanais e petiscos.
  • Para um sabor mais suave e textura mais encorpada, pode ser misturado à maionese, creme de iogurte ou creme vegetal, transformando-se em um molho de acompanhamento mais neutro.

3. Curiosidades:

  • Pequenas variações na escolha da mostarda (amarela, Dijon, antiga ou com grãos) alteram significativamente o perfil sensorial do molho.
  • A emulsão deste molho ocorre de forma simples devido à presença de mostarda, que atua como agente emulsificante natural.
  • O equilíbrio entre a doçura do mel e a acidez da mostarda explica a longevidade dessa combinação ao longo da história.

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O Molho Tártaro é um preparo clássico da cozinha francesa, amplamente difundido e popularizado nos países de língua inglesa. Tradicionalmente associado ao steak tartare, já era servido como acompanhamento no início do século XX. Não se sabe ao certo se o prato deu nome ao molho ou se o molho inspirou o prato, mas ambos compartilham a ideia de frescor, acidez equilibrada e contraste de texturas.

Sua base é a maionese, podendo ser preparada também com aioli, enriquecida com picles, alcaparras e ervas frescas, além de um elemento ácido, como suco de limão ou vinagre. O resultado é um molho frio, levemente ácido e aromático, ideal para acompanhar alimentos fritos, empanados ou grelhados, especialmente peixes e frutos do mar.

Molho Tártaro

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petisco,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 300 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de picles ou pepino em conserva, brunoise
  • 1 colher (sopa) de cebola, brunoise (opcional)
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre
  • 2 colheres (chá) de cebolinha ou endro (dill) picado
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque todos os ingredientes, exceto o sal. Misture com um fuet (batedor de mão) até obter uma preparação homogênea. Prove e ajuste o sal e a pimenta, se necessário. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de servir, para que os sabores se integrem melhor.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: Este molho é classificado como molho emulsionado ou condimentar. A porção considerada é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar preparações como peixes, frutos do mar, empanados ou sanduíches, garantindo equilíbrio entre sabor, textura e composição do prato, conforme a lógica apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como acompanhamento clássico para peixes e frutos do mar fritos ou empanados, como fish and chips, lulas, camarões e ostras fritas.
  • Combina muito bem com outros alimentos empanados, como onion rings e batatas fritas.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps e hambúrgueres de peixe.

2. Curiosidades

  • Apesar de sua origem francesa, o Molho Tártaro tornou-se um ícone da culinária britânica e norte-americana.
  • A presença de picles e alcaparras confere não apenas acidez, mas também um leve toque salino e crocante, característica marcante do molho.
  • Algumas versões contemporâneas substituem parte da maionese por iogurte ou creme azedo, tornando o molho mais leve.

3. Validade e armazenamento: Conservar sob refrigeração, em recipiente hermético, por até 3 dias.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Pesto tem origem na cidade de Gênova, na região da Ligúria, na Itália. A versão tradicional, conhecida como pesto alla genovese, era preparada no pilão, macerando manjericão fresco, azeite, pecorino, parmesão, pinoli, alho e sal. Ao longo do tempo, surgiram adaptações que utilizam castanhas, nozes e diferentes proporções de ingredientes. Este pesto segue a técnica clássica, porém, com ingredientes facilmente encontrados no Brasil, mantendo o sabor fresco e aromático característico. É um molho extremamente versátil, ideal para massas, legumes, pães, carnes brancas e entradas.

Molho Pesto

Categoria:  couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: molho frio, cozinha internacional (Itália), molho cru ou batido, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 320 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml): 165 kcal

Molho Pesto. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 2 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 1 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Coloque o queijo parmesão, o alho, as nozes e as folhas de manjericão no liquidificador ou processador. Bata bem, adicionando o azeite aos poucos até atingir a textura cremosa desejada. Ajuste o sal, se necessário.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção de 30 g/ml indicada para este molho refere-se ao uso como acompanhamento, especialmente em preparações como massas, legumes, carnes ou pratos montados. Quando utilizado em lanches, petiscos e couvert, como sanduíches, bruschettas, wraps ou ainda como molho de salada servido em entradas, recomenda-se reduzir a quantidade para 15 g/ml por pessoa, ajustando o consumo conforme a função do molho no prato. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O pesto é excelente para massas, carnes brancas, legumes, bruschettas, saladas e como base de molhos cremosos.
  • As nozes podem ser substituídas por castanha de caju ou amêndoas.
  • Para realçar a cor verde, adicione algumas pedras de gelo no momento de bater ou mantenha os ingredientes bem frios.
  • Conserve o pesto refrigerado em pote de vidro fechado por até 3 dias, coberto com uma fina camada de azeite.

3. Curiosidades: A palavra pesto vem do verbo italiano pestare, que significa “amassar” ou “esmagar”, referência ao preparo original no pilão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O molho de tomate é um dos preparos mais icônicos e versáteis da culinária mundial. Sua origem remonta ao século XVII, após a introdução do tomate na Europa vindo das Américas. Inicialmente considerado ornamental ou até mesmo venenoso, o tomate só passou a ser utilizado na cozinha europeia, especialmente na Itália, no final do século XVIII. A partir daí, se tornou protagonista em pratos que hoje são símbolos da gastronomia mediterrânea.

Na alta gastronomia, o molho de tomate é reconhecido como um molho mãe, um dos cinco molhos-base da culinária clássica francesa segundo Escoffier. Isso significa que ele serve de ponto de partida para inúmeros outros molhos derivados, que variam conforme ingredientes adicionais e métodos de preparo.

Feito com tomates frescos, mirepoix (mistura aromática de cebola, cenoura, salsão e alho-poró), ervas e um bom fundo de legumes, o molho de tomate artesanal ganha profundidade e complexidade de sabor. Ele pode acompanhar massas, carnes, legumes, ou ser usado como base para estufados e ensopados. Uma preparação simples em ingredientes, mas rica em história, técnica e sabor.

Molho Vermelho – Molho de Tomate

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho reduzido, Cozinha Internacional (França), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 800 ml

Dificuldade: fácil

Calorias por porção (50 g ): 28 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 dentes de alho inteiros
  • 25 gramas de cebola, picada
  • 25 gramas de cenoura, picada
  • 25 gramas de salsão (aipo), picado
  • 25 gramas de alho poró, picado
  • 10 tomates maduros
  • 1 litro de fundo de legumes
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 folha de louro

Modo de Preparo:

Retire a pele e as sementes dos tomates (tomate concassé) e corte em cubinhos. Reserve. Amasse levemente os dentes de alho com o cabo da faca. Leve uma panela ao fogo, acrescente o alho e deixe dourar. Acrescente o mirepoix (cebola, cenoura, salsão e alho poró), doure. Coloque os tomates picados e deixe refogar bem. Acrescente o fundo de legumes, o tomilho e a folha de louro. Cozinhe em fogo médio, com a panela entreaberta, por uns 30 minutos. Se necessário acrescente mais fundo de legumes ou água. A textura do molho é encorpada. Retire a folha de louro e o ramo de tomilho após o cozimento.

Toques Finais e Sugestões:

1. Este molho apresenta grande versatilidade e pode assumir diferentes funções no prato. Quando utilizado como molho de acompanhamento, a porção considerada é de 50 g/ml por pessoa. Já quando atua como molho mais leve ou base fluida, especialmente em massas e preparações com maior volume de molho, a porção pode chegar a 100 g/ml por pessoa, conforme o serviço indicado.

2. Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).

3. Fundo de Legumes – é uma preparação aromática e concentrada, obtida a partir do cozimento em fogo brando de mirepoix (cebola, cenoura, salsão e alho-poró), ervas, especiarias e água. Esse cozimento deve durar no mínimo 40 minutos para extrair bem os sabores. Os fundos substituem a água pura em diversas preparações, como caldos, molhos, sopas, risotos, massas, entre outros, realçando e/ou transformando o sabor dos pratos.

4. Tomate Concassé (sem pele e sem sementes) – Para preparar, faça um corte superficial em forma de cruz na base do tomate. Coloque-o em água fervente por cerca de 10 a 15 segundos, até notar que a pele começa a se soltar. Em seguida, transfira o tomate para uma tigela com água bem gelada (choque térmico). Retire a pele, corte ao meio e, com o auxílio de uma colher, remova as sementes. Depois, corte em tiras e em seguida em cubinhos.

4. Sal e uso de fundos/molhos básicos – Fundos e molhos básicos devem ser salgados apenas no momento de serem incorporados às preparações finais. O molho de tomate, por exemplo, pode servir de base para diversos outros molhos, como: Molho Pomodoro, Molho Bolonhesa, Molho Créole, entre outros.

4. Dicas de Consumo:

  • Sirva com massas frescas ou secas (espaguete, penne, nhoque).
  • Use como base para pizzas ou bruschettas.
  • Acompanhe almôndegas, legumes assados, ovos pochê ou carnes brancas.
  • Incorpore a ensopados, lasanhas e ratatouille.
  • Transforme em sopa de tomate com um toque de creme e manjericão.

7. Molhos Derivados do Molho de Tomate:

  • Tomate com creme (rosa) – quando se mistura creme de leite ao molho base.
  • Bolonhesa – com carne moída refogada, vinho e ervas.
  • Napolitano – versão mais simples, com alho e manjericão.
  • Arrabiata – picante, com pimenta vermelha.
  • Putanesca – com alcaparras, azeitonas e anchovas.
  • Marinara – com alho, cebola, orégano e vinho branco.
  • Amatriciana – com guanciale (ou bacon), pimenta e queijo.
  • Sugo – versão italiana do molho reduzido e encorpado.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Sopa Cremosa de Batata e Cenoura é uma receita muito consumida no Reino Unido. É um prato muito fácil, saboroso e saudável, podendo ser consumida quente ou fria. Ótimo para servir como entrada em uma refeição.

Sopa Cremosa de Batata e Cenoura

Categoria: Entrada

Especificação: Creme, Cozinha Internacional (Reino Unido),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Sopa Cremosa de Batata e Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de batata cozida, cortada em cubos
  • 1 xícara de cenoura cozinha, cortada em cubos
  • 1 rodela de cebola
  • Salsinha, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 xícara de leite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de salsinha, em salpicón

Modo de Preparo:

Coloque no liquidificador a batata, a cenoura, a cebola, e a salsinha. Bata bem. Reserve (no próprio liquidificador).

Aqueça a manteiga numa panela. Junte a farinha de trigo e mexa bem. Acrescente o leite, aos poucos, e cozinhe por 12 minutos, mexendo de vez em quando. Acrescente a mistura reservada no liquidificador e bata. Tempere com sal e pimenta do reino. Reaqueça a sopa quando retirar do liquidificador e sirva polvilhada com a salsa.

Dicas:

1. Essa sopa pode também ser servida gelada. Após retirar a sopa do liquidificador, leva à geladeira até a hora de servir.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Creme de Palmito é uma receita para preparar nos dias frios. É fácil de fazer, muito nutritiva e saborosa.

Creme de Palmito

Categoria:  Entrada

Especificação: creme

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: fácil

Creme de Palmito. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Bechamel

  • 1/2 cebola, cortada ao meio
  • 1 folha de louro
  • 2 unidades de cravo da índia
  • 250 mililitros de leite
  • 2 unidades de pimenta do reino, picada grosseiramente
  • noz moscada, ralada na hora, a gosto
  • 15 gramas de manteiga
  • 15 gramas de farinha de trigo

Creme de Palmito

  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 60 gramas de manteiga
  • 80 ml de vinho branco seco
  • 100 gramas de palmito, em brunoise
  • 200 ml de molho bechamel
  • 80 gramas de creme de leite fresco
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Segurelha picada, a gosto

Modo de Preparo:

Molho Bechamel

Prenda a folha de louro com os cravos na cebola (cebola piqué). Em uma panela adicione o leite, a cebola piqué e a pimenta do reino. Rale a noz moscada por cima do leite. Ferva. Reserve. Em outra panela derreta a manteiga. Acrescente a farinha de trigo e cozinhe por 2 minutos, sem deixar corar. Reserve.

Incorpore aos poucos, o leite aromatizado no roux claro, com o fogo apagado. Misture aos poucos, mexendo bem para não criar bolas de farinha.

Creme de Palmito

Em uma panela refogue a cebola na manteiga. Adicione o vinho branco e deixe evaporar. Acrescente o palmito, o molho bechamel e deixe ferver. Tempere com sal e pimenta do reino. Adicione o creme de leite e a segurelha, mexa por 30 segundos. Sirva quente.

Dicas:

1. Molho Béchamel – é o mais simples dos molhos-mãe da cozinha francesa porque não é necessário adicionar um fundo aromático. O Bechamel é preparado somente com leite quente engrossado em roux branco, temperado com cebola, cravo, pimenta do reino, noz moscada e cozido até ficar cremoso.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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