A Cebola Caramelizada no Vinho é um ótimo acompanhamento para sanduíches e carnes. Fácil de fazer, saboroso e aromático. O sabor doce e levemente ácido dá um toque especial aos pratos.

Cebola Caramelizada no Vinho

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, lanches, petisco,

Especificação: Legumes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 cebolas roxas, cortadas em julienne
  • 3 colheres (chá) de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto

Modo de Preparo:

Em uma frigideira doure a cebola no azeite com açúcar e sal. Acrescente o vinho tinto. Deixe reduzir em fogo brando até que a calda fique mais espessa.

Dicas:

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

As Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco é uma guarnição clássica e versátil, feita com cebolas tipo pérola cozidas lentamente em vinho branco até atingirem textura macia e cor dourada. O processo de caramelização realça o sabor naturalmente adocicado da cebola e cria um contraste delicado entre o doce e o ácido, resultando em um acompanhamento sofisticado e ao mesmo tempo simples. Essa preparação é ideal para servir com carnes ovinas, bovinas ou suínas, e também se adapta perfeitamente a refeições vegetarianas, acrescentando profundidade e brilho ao prato.

Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, petisco

Especificação: legumes, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 240 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (80 g): 58 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 9 cebolas do tipo pérola, inteiras ou cortadas ao meio
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 copo (americano) de vinho branco 

Modo de Preparo:

Em uma frigideira larga, aqueça o azeite e adicione as cebolas (inteiras ou cortadas ao meio). Tempere com sal e pimenta do reino e deixe dourar levemente, mexendo ocasionalmente. Acrescente o vinho branco, tampe a panela e cozinhe em fogo médio até que o líquido evapore quase completamente. Retire a tampa e continue mexendo delicadamente até que as cebolas fiquem bem douradas e caramelizadas, cuidando para não queimar. Sirva quente, como guarnição de carnes ou pratos vegetarianos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação: Por se tratar de um acompanhamento/guarnição à base de legumes caramelizados, a porção de 80 g por pessoa é adequada para compor refeições principais, conforme os princípios apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ficam excelentes servidas com cordeiro assado, medalhões de filé mignon ou lombinho suíno.
  • Também acompanham muito bem pratos à base de grãos, como risotos e cuscuz marroquino.
  • Podem ser preparadas com antecedência e aquecidas rapidamente antes de servir.

3. Curiosidades: A cebola pérola é uma variedade pequena e delicada, muito usada na culinária francesa para guarnições e ensopados, como o tradicional Boeuf Bourguignon. O uso do vinho branco realça a doçura natural do legume e confere notas aromáticas sutis ao prato.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Observação sobre porcionamento e uso: O tahine se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, não sendo utilizado como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta altamente concentrada, rica em gorduras boas e de sabor marcante, sua função é intensificar preparações, conferir untuosidade e equilibrar sabores, sendo frequentemente utilizado como base para molhos, pastas ou finalizações. A porção de 15 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou como componente de outras preparações, garantindo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais elementos da refeição. Consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

Dicas de Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


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O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 750 gramas – 15 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 115 kcal

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento e serviço: Como entrada ou petisco, a Batata Duchesse deve ser servida em porções de 50 g por pessoa, o que corresponde, em média, a 1 a 2 unidades médias moldadas com bico pitanga. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

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O Gung Penang é uma preparação de inspiração vietnamita que combina sabores frescos, agridoce e picantes, muito característicos da culinária do Sudeste Asiático. O uso do abacaxi como recipiente e ingrediente principal remete a preparações tradicionais da região, nas quais frutas tropicais são utilizadas tanto para aromatizar quanto para servir pratos quentes ou mornos, criando contraste de temperatura, textura e sabor. A presença do leite de coco, do tamarindo, do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta traz equilíbrio entre doçura, acidez, salinidade e picância, enquanto o camarão confere suculência e sabor marinho. É uma receita visualmente impactante, de preparo rápido, ideal para entradas e apresentações contemporâneas.

Gung Penang – Camarão com Abacaxi

Categoria: Couvert,  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Salada de legumes, salada de proteína, cozinha internacional (Vietnã), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1200 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 148 kcal

Gung Penang – Camarão com Abacaxi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 abacaxi, pequeno
  • 250 gramas de camarão rosa (médio), sem casca e sem cabeça
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 cenoura ralada
  • 20 ml de molho de peixe – nam pla
  • 2 colheres (chá) de pasta de pimenta – toban djan
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 20 ml de suco concentrado de tamarindo
  • 200 gramas de acelga, cortada em tiras de 2 cm de espessura
  • 1 colher (sopa) de amido de milho, dissolvida em pouca água
  • Sementes de gergelim tostadas, a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Corte o abacaxi no sentido do comprimento, Corte o abacaxi no sentido do comprimento, formando duas metades. Retire cuidadosamente o miolo e faça um pequeno corte na base externa de cada metade, apenas o suficiente para que se mantenham estáveis ao serem apoiadas no prato. Corte o miolo do abacaxi em cubos médios e reserve.

Em uma frigideira aquecida, salteie rapidamente os camarões até que fiquem rosados e cozidos. Retire do fogo e reserve.

Em uma panela média, adicione o leite de coco, os cubos de abacaxi, a cenoura ralada, o molho de peixe, a pasta de pimenta, o açúcar mascavo e o suco de tamarindo. Leve ao fogo alto e ferva por aproximadamente 1 minuto. Acrescente a acelga e, em seguida, o amido de milho dissolvido, mexendo até obter leve espessamento. Apague o fogo, incorpore delicadamente os camarões reservados e ajuste, se necessário, o equilíbrio entre doce, ácido e salgado. Distribua a preparação nas duas metades do abacaxi e finalize com sementes de gergelim tostadas, se desejar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: Para entradas, considera-se uma porção média de 120 g por pessoa, adequada para preparações com presença de proteína e frutas, conforme os princípios de composição apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada, sirva cerca de 150 g por pessoa, podendo apresentar diretamente na casca do abacaxi ou em pequenos bowls, acompanhado de folhas frescas ou chips crocantes.
  • Funciona muito bem em menus orientais, asiáticos contemporâneos ou como opção leve para compor mesas de petiscos e coquetéis.
  • Pode ser servido quente ou morno, preservando a textura dos camarões e o frescor do abacaxi.

3. Curiosidades:

  • O toban djan é uma pasta fermentada de origem asiática, conhecida por seu sabor intenso e complexo, combinando sal, pimenta chili, alho, soja e açúcar.
  • O uso do tamarindo é comum na culinária do Vietnã e de países vizinhos, trazendo acidez frutada que equilibra preparações com coco e açúcar.

4. Atenção ao glúten: Esta receita é naturalmente isenta de glúten. No entanto, para classificá-la formalmente como sem glúten, é importante verificar os rótulos do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta (toban djan), pois algumas versões industriais podem conter traços de trigo ou ingredientes derivados, dependendo do fabricante e do processo de fermentação..


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A Salada Romana é uma opção leve, fresca e visualmente encantadora, perfeita para acompanhar pratos principais ou servir como entrada. Inspirada nas cores e sabores da cozinha mediterrânea, ela combina legumes delicadamente branqueados, tomates cereja suculentos e folhas verdes frescas, realçados por um vinagrete simples de azeite e limão. O toque dos chips de limão adiciona aroma e textura, tornando a experiência ainda mais sofisticada. Uma salada saudável, saborosa e prática, ideal para qualquer ocasião.

Salada Romana

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas

Especificação: Salada Verde, salada de legumes, salada funcional ou detox,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g): 135 kcal

Salada Romana. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 cenoura, cortada em tiras finas
  • 1/2 cebola roxa, cortada em tiras finas
  • 1/2 alho poró, cortada em tiras finas
  • 1 maço de rúcula, cortada em tiras finas
  • 10 tomates cereja, cortado em 4
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo e, quando ferver, branqueie a cenoura, a cebola roxa e o alho-poró por 2 minutos. Escorra os legumes e coloque-os em uma bowl. Adicione a rúcula, os tomates cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha, prepare o vinagrete misturando o suco de limão, o azeite, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com o vinagrete somente na hora de servir, para manter a frescura e a textura dos ingredientes.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Como entrada, essa salada funciona muito bem antes de pratos mediterrâneos, massas leves, risotos cítricos ou preparações grelhadas à base de legumes, peixes ou cogumelos.
  • Como acompanhamento/guarnição, harmoniza especialmente com proteínas grelhadas, assadas ou preparações à base de grãos, como quinoa, trigo ou arroz integral.
  • Para textura e contraste, sementes de girassol, abóbora ou castanhas levemente tostadas devem ser adicionadas apenas no momento de servir.
  • Em dias mais quentes, pode ser servida ligeiramente resfriada, mantendo os legumes branqueados frios e temperando somente na finalização.

3. Curiosidade:

  • O branqueamento dos legumes não apenas preserva a cor e o sabor, como também suaviza fibras mais rígidas, tornando a digestão mais leve, ideal para entradas.
  • O uso do limão em chips vai além da estética. A casca concentra óleos essenciais responsáveis pelo aroma cítrico, que realçam o frescor da salada sem aumentar a acidez.
  • Saladas com base em folhas amargas, como a rúcula, estimulam a salivação e o apetite, desempenhando um papel funcional clássico nas entradas da culinária mediterrânea.

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A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada Russa ou Salada Olivier ou Salada de Maionese é preparada com legumes cozidos e cortados em cubos, maionese e sal. No Brasil, geralmente é feita com batata, cenoura, vagem, cebola, maionese e sal, mas existem variações que incluem palmito, salsão, alho poró, atum, ovos cozidos, maçã-verde, frango desfiado, entre outros.

O prato foi criado no século XIX, em Moscou, pelo chef Lucien Olivier, sócio do restaurante Hermitage. A primeira receita foi publicada em 1897 por P. Alexandrova e era preparada com batatas, pepino, alface, alcaparras, azeitonas, perdiz, lagostins e maionese. Após a revolução russa e as guerras mundiais, os ingredientes foram simplificados e atualmente, nos lares russos, é preparada com batata, picles, ovos, ervilhas, presunto, maionese e sal.

Salada Russa

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada ligada, cozinha internacional (Rússia), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 720 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 135 kcal

Salada Russa. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de batata, cortada em cubos
  • 200 gramas de cenoura, cortada em cubos
  • 80 gramas de vagem, cortadas em pedaços pequenos
  • 1 cebola pequena, cortada em cubinhos
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • 1/2 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhar em água fervente com sal e em panelas diferentes, as batatas, cenouras e vagem. Cada legume tem um tempo de cozimento diferente, por isso, devem ser cozidos em recipientes separados para ficar mais fácil a retirada após o cozimento. Cozinhe por 12 a 15 minutos até que estejam macios, mas sem se desfazer. Para saber se estão cozidos, fure-os com um garfo, se entrar com facilidade está pronto. Escorra a água e deixe esfriar.

Em uma tigela grande adicione os legumes cozidos e a cebola, misture bem. Acrescente a maionese e misture delicadamente, até que todos os ingredientes estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o porcionamento: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para iniciar a refeição de forma leve e equilibrada, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fria, mantendo-a sob refrigeração até o momento de levar à mesa.
  • Os cortes dos legumes devem ser padronizados e regulares, garantindo melhor apresentação visual e textura uniforme.
  • Pode ser servida sozinha como entrada ou como acompanhamento de carnes assadas, grelhadas ou preparações frias.
  • Para um sabor mais fresco, finalize com ervas suaves, como salsa ou endro, pouco antes de servir.
  • Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.
  • Variações: pode-se incluir outros ingredientes tais como, salsão, alho poró, maçã verde, palmito, ervilha, milho verde, frango desfiado, atum em conserva entre outros.

3. Curiosidades:

  • As variações da salada refletem adaptações culturais e disponibilidade de ingredientes em cada país, mantendo, porém, o conceito de legumes ligados por maionese.
  • Na Rússia e em países do Leste Europeu, a Salada Olivier é presença quase obrigatória nas ceias de Ano-Novo e celebrações familiares.
  • Apesar de hoje ser associada a versões simples, a receita original era considerada um prato sofisticado da alta gastronomia russa do século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Caviar de Berinjela é prato indiano muito aromático que é preparado com a polpa de berinjela e especiarias. Pode ser servido com pães e torradas, como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caviar de Berinjela

Categoria:  couvert, Entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petiscos

Especificação: Salada de Legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Caviar de Berinjela. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 tomate, sem pele e sem semente, cortado em cubinhos (corte brunoise)
  • 1/2 cebola, cortada em cubinhos
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pimenta malagueta picadinha
  • 2 berinjelas
  • 1 pitada de cominho em pó ou grão
  • 1 pitada de coentro em pó ou grão
  • Suco de meio limão
  • 1 pitada grande de garam masala
  • 2 ramos de coentro fresco

Modo de Preparo:

Em um pilão adicione a cebola, o alho, o gengibre e a pimenta malagueta, macerando tudo. Reserve.

Coloque a berinjela no forno a 250ºC por 10 minutos, virando por 3 vezes até a pele escurecer sem queimar. Retire a casca da berinjela e corte em cubos pequenos (corte jardiniére).

Em uma frigideira, salteie as sementes de cominho e coentro por 30 segundos no fogo, mexendo sempre e adicione o conteúdo do pilão, refogando por 3 minutos. Adicione a berinjela picada e refogue por mais ou menos 10 minutos. Acrescente o tomate e refogue por mais 2 minutos mexendo de vez em quando. Apague o fogo, adicione o suco de limão e o garam masala. Sirva com coentro picado por cima.

Dicas:

1. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Jardinière ou Jardineira ou Cubo Pequeno é um corte de legumes em cubos de 6 a 8mm de lado. Corte derivado do bastão Allumete.

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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A Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho é uma salada fresca, agradável, saudável e muito saborosa. É uma receita rápida e fácil de preparar. Uma ótima dica para servir como entrada.

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho

Categoria:  entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Salada verde

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Vinagrete de Biquinho

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (sopa) de pimenta biquinho em conserva

Salada

  • 10 tomates cereja, cortados ao meio.
  • 5 folhas de rúcula
  • 1 folha de alface roxa
  • 1 folha de alface americana

Modo de Preparo:

Lave e higienize os tomatinhos e as folhas. Reserve.

Vinagrete de Biquinho

Em uma tigela pequena adicione o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta do reino, batendo bem com um fouet para emulsionar. Adicione as pimentas biquinho.

Salada

Disponha as folhas e os tomatinhos no prato da forma de sua preferência e regue com o vinagrete de biquinho.

Dicas:

Uma dica de montagem desta salada é como está na foto. Coloque a folha de alface americana inteira no prato e dentro dela disponha os outros ingredientes regando com o vinagrete de biquinho. Pode-se também rasgar as folhas com a mão e dispô-las no prato com o tomatinho e regar com o vinagrete.


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A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 120 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 2 dentes de alho
  • 120 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 40 gramas de feijão verde, cozido
  • 25 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 12 gramas de camarão seco pequeno
  • 6 tomates cereja, cortado em quatro
  • 2 colheres (sopa) de suco de lima ou limão
  • 35 gramas de açúcar de palma
  • 2 colheres (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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