A Salada Russa ou Salada Olivier ou Salada de Maionese é preparada com legumes cozidos e cortados em cubos, maionese e sal. No Brasil, geralmente é feita com batata, cenoura, vagem, cebola, maionese e sal, mas existem variações que incluem palmito, salsão, alho poró, atum, ovos cozidos, maçã-verde, frango desfiado, entre outros.

O prato foi criado no século XIX, em Moscou, pelo chef Lucien Olivier, sócio do restaurante Hermitage. A primeira receita foi publicada em 1897 por P. Alexandrova e era preparada com batatas, pepino, alface, alcaparras, azeitonas, perdiz, lagostins e maionese. Após a revolução russa e as guerras mundiais, os ingredientes foram simplificados e atualmente, nos lares russos, é preparada com batata, picles, ovos, ervilhas, presunto, maionese e sal.

Salada Russa

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada ligada, cozinha internacional (Rússia), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 720 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g – 1/2 xícara de chá): 135 kcal

Salada Russa. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de batata, cortada em cubos
  • 200 gramas de cenoura, cortada em cubos
  • 80 gramas de vagem, cortadas em pedaços pequenos
  • 1 cebola pequena, cortada em cubinhos
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • 1/2 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhar em água fervente com sal e em panelas diferentes, as batatas, cenouras e vagem. Cada legume tem um tempo de cozimento diferente, por isso, devem ser cozidos em recipientes separados para ficar mais fácil a retirada após o cozimento. Cozinhe por 12 a 15 minutos até que estejam macios, mas sem se desfazer. Para saber se estão cozidos, fure-os com um garfo, se entrar com facilidade está pronto. Escorra a água e deixe esfriar.

Em uma tigela grande adicione os legumes cozidos e a cebola, misture bem. Acrescente a maionese e misture delicadamente, até que todos os ingredientes estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o porcionamento: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para iniciar a refeição de forma leve e equilibrada, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fria, mantendo-a sob refrigeração até o momento de levar à mesa.
  • Os cortes dos legumes devem ser padronizados e regulares, garantindo melhor apresentação visual e textura uniforme.
  • Pode ser servida sozinha como entrada ou como acompanhamento de carnes assadas, grelhadas ou preparações frias.
  • Para um sabor mais fresco, finalize com ervas suaves, como salsa ou endro, pouco antes de servir.
  • Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.
  • Variações: pode-se incluir outros ingredientes tais como, salsão, alho poró, maçã verde, palmito, ervilha, milho verde, frango desfiado, atum em conserva entre outros.

3. Curiosidades:

  • As variações da salada refletem adaptações culturais e disponibilidade de ingredientes em cada país, mantendo, porém, o conceito de legumes ligados por maionese.
  • Na Rússia e em países do Leste Europeu, a Salada Olivier é presença quase obrigatória nas ceias de Ano-Novo e celebrações familiares.
  • Apesar de hoje ser associada a versões simples, a receita original era considerada um prato sofisticado da alta gastronomia russa do século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 145 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 1 dente de alho
  • 50 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 15 gramas de feijão verde, cozido
  • 10 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 5 gramas de camarão seco pequeno
  • 2 tomates cereja, cortado em quatro
  • 1 colher (sopa) de suco de lima ou limão
  • 15 gramas de açúcar de palma
  • 1 colher (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 150 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

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O Tabule é uma salada clássica da culinária árabe, originária do Líbano, onde é tradicionalmente servida sobre folhas de alface. Muito presente nas casas e nas celebrações árabes, essa salada combina triguilho hidratado com ingredientes frescos como tomate, pepino, cebola, salsinha e hortelã, temperados com limão, azeite, sal e pimenta doce.

Historicamente, o tabule teve um papel essencial na dieta de povos do Oriente Médio durante a Idade Média, oferecendo frescor, nutrição e praticidade. Hoje, a receita conquistou espaço nas cozinhas do mundo inteiro, especialmente entre vegetarianos e veganos, graças ao seu perfil leve, saudável e repleto de sabor. Pode ser servido como couvert (em porções menores) entrada ou acompanhamento. O tabule é clássico ao lado de pratos como quibe cru, quibe frito e kafta.

Tabule

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada de Grãos e Leguminosas, Cozinha Internacional (Árabe – Líbano)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 450 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 165 kcal

Tabule. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 50 gramas de trigo fino escorrido e lavado
  • 1/4 de cebola pequena picada (equivalente a uma colher de sobremesa)
  • 1 tomate médio picado
  • 1/4 pepino pequeno picado
  • 1/2 molho de cebolinha verde picadas
  • 1/4 molho de salsinha picada
  • 1/6 maço de hortelã picada
  • 1/4 limão, suco
  • Sal a gosto
  • Azeite a gosto
  • Pimenta doce[1] a gosto
  • 1/3 de unidade de alface romana ou lisa

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o triguilho lavado e cubra com água. Deixe de molho por 15 minutos. Escorra bem e esprema com as mãos para eliminar o excesso de água. Em seguida, misture o trigo com a cebola, o tomate, o pepino, a cebolinha, a salsinha e a hortelã. Em um recipiente separado, prepare o tempero com o suco de limão, sal, azeite e pimenta doce. Adicione o tempero à mistura e mexa bem até incorporar. Sirva em uma travessa rasa, sobre folhas de alface previamente higienizadas.

Toques Especiais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: O tabule pode ser servido como entrada refrescante ou como guarnição para pratos típicos árabes, como kafta, quibe frito ou quibe cru. Também combina com grelhados leves ou como recheio de sanduíches vegetais em pão sírio.

2. Curiosidades: Apesar de ser conhecido como uma salada, o tabule possui status quase cerimonial em refeições árabes. A receita tradicional libanesa tem a salsinha como protagonista, com muito mais verde do que trigo, algo que se diferencia das versões ocidentais. Além disso, o prato é uma das preparações mais antigas da região, consumido desde a Idade Média.



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O molho Ponzu é um clássico da culinária japonesa, conhecido por sua combinação equilibrada de sabores cítricos, salgados e umami. Sua base leva shoyu, suco de frutas e saquê mirin, resultando em um molho leve, ácido e de cor escura, muito utilizado como acompanhamento ou marinada para carnes, peixes, aves, legumes e saladas. É versátil, refrescante e extremamente fácil de preparar.

Molho Ponzu

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, lanches e petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 500 ml – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 ml – 3 colheres de sopa): 43 kcal

Molho Ponzu. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 xícara de shoyu
  • 3/4 de xícara de suco de limão
  • 1/4 de xícara de suco de laranja
  • 2 colheres (sopa) de saquê mirin

Modo de Preparo:

Em uma tigela ou recipiente com tampa, misture todos os ingredientes até obter um líquido homogêneo. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de utilizar, para que os sabores se integrem melhor. Pode ser armazenado por até 1 mês sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

1. Observação: A porção de 50 ml está adequada quando utilizado como acompanhamento, molho para saladas, dipping[1] ou finalização de preparações, conforme a classificação adotada na Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Validade e armazenamento: O molho ponzu caseiro pode ser armazenado em recipiente de vidro bem fechado, sob refrigeração, por até 30 dias. O uso de ingredientes ácidos, como o suco de limão e de laranja, aliado ao shoyu, contribui para sua boa estabilidade. Sempre utilize utensílios limpos ao servir, para preservar a qualidade e a segurança do molho.

3. Dicas de consumo:

  • O ponzu é um molho extremamente versátil e pode ser utilizado de diversas formas na culinária cotidiana e profissional. É excelente como acompanhamento para sashimis, tatakis e carpaccios, realçando o sabor dos peixes sem mascará-los. Funciona muito bem como molho para saladas frescas, especialmente aquelas com folhas crocantes, pepino, rabanete ou algas.
  • Também pode ser usado como molho para dipping, acompanhando guiozas, tempurás leves ou legumes grelhados. Em pequenas quantidades, é uma ótima base para marinadas rápidas de peixes, carnes ou cogumelos, além de ser finalizador para carnes e legumes grelhados, conferindo acidez equilibrada e frescor ao prato.

3. Curiosidades: O nome “ponzu” tem origem na palavra holandesa pons, que significa “punch”, uma referência a bebidas cítricas introduzidas no Japão por comerciantes europeus no século XVII. No Japão, o ponzu tradicional pode incluir ingredientes como alga kombu e katsuobushi (lascas de peixe seco), que intensificam o sabor umami. Versões industrializadas costumam apresentar sabor mais padronizado, enquanto o preparo caseiro permite ajustes finos de acidez e salinidade, conforme o uso pretendido.


[1] Dipping: termo em inglês que significa “mergulhar”. Em gastronomia, refere-se a molhos usados para mergulhar alimentos, como vegetais crus, carnes grelhadas ou petiscos, antes de consumi-los.


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O Teriyaki é um molho tradicional da culinária japonesa, famoso pelo seu sabor agridoce, cor intensa e acabamento brilhante. Preparado com ingredientes básicos como shoyu, saquê mirin e açúcar, é utilizado principalmente como marinada ou finalização para grelhados de carnes, aves, peixes como salmão e atum, ou até vegetais. A leve caramelização que o molho promove ao ser reduzido no fogo cria uma camada rica e saborosa nos alimentos. Além dos grelhados, ele também combina com preparações como yakissoba, tofu frito ou mesmo arroz branco, conferindo um toque oriental irresistível.

Teriyaki

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Molho quente ou frio (dependendo do uso final), molho reduzido, molho condimentar, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 200 ml – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 35 kcal

Molho Teriyaki. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de shoyu
  • 1/2 xícara de saquê mirin
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado

Modo de Preparo:

Em uma panela pequena, misture o shoyu, o mirin, o açúcar e o gengibre ralado. Leve ao fogo médio, mexendo constantemente até o açúcar dissolver completamente. Continue cozinhando até o molho engrossar levemente e adquirir brilho (cerca de 5 a 8 minutos). Retire do fogo e utilize conforme desejado, como marinada ou finalização de pratos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Utilize o molho Teriyaki como condimento ou finalização, considerando a porção média de 30 ml por pessoa (2 colheres de sopa), quantidade suficiente para conferir sabor, brilho e leve caramelização.
  • Ideal para marinar rapidamente cortes de frango, salmão, atum ou tofu antes de grelhar, sempre respeitando a proporção para não mascarar o ingrediente principal.
  • Pode ser pincelado sobre carnes, peixes ou legumes durante o preparo ou ao final, garantindo acabamento brilhante e sabor equilibrado.
  • Combina bem com legumes salteados, arroz japonês, preparações tipo yakissoba ou bowls orientais.
  • Armazene em recipiente bem fechado, sob refrigeração, por até 5 dias. Antes de usar, aqueça levemente para recuperar fluidez e brilho.

2. Curiosidades:

  • O nome teriyaki resulta da junção de duas palavras japonesas: teri (brilho) e yaki (grelhado). A técnica surgiu no Japão por volta do século XVII e baseia-se na redução de molhos ricos em açúcar e shoyu, criando uma superfície caramelizada e lustrosa. Com o tempo, o Teriyaki ganhou versões ocidentalizadas, mas preservou sua essência como molho reduzido e condimentar, usado em pequenas quantidades para realçar sabores.
  • No Japão tradicional, o teriyaki refere-se mais à técnica de preparo do que ao molho em si. Historicamente, o peixe ou a carne eram pincelados repetidas vezes com a mistura durante o grelhado, criando camadas sucessivas de sabor e brilho.
  • As versões japonesas clássicas de Teriyaki utilizam poucos ingredientes, sem espessantes. A textura levemente encorpada resulta exclusivamente da redução do líquido e da caramelização natural dos açúcares.
  • O molho Teriyaki, como é conhecido no Ocidente, popularizou-se principalmente a partir do século XX, quando imigrantes japoneses adaptaram a receita aos ingredientes disponíveis nos Estados Unidos, ampliando seu uso como molho pronto.
  • No Japão, o Teriyaki é mais comum com peixes de carne firme, como buri (yellowtail), salmão e atum. O uso com frango e carnes vermelhas tornou-se mais frequente fora do país.
  • O brilho característico do Teriyaki não é apenas estético. Ele indica o ponto correto de redução, quando os açúcares atingem o estágio ideal para aderir ao alimento sem queimar.
  • Tradicionalmente, o equilíbrio entre doçura, salinidade e umami é mais importante do que a intensidade do sabor. Por isso, o molho deve ser usado em pequenas quantidades, atuando como realçador e não como cobertura pesada.
  • O gengibre, embora não esteja presente em todas as versões clássicas, é um ingrediente frequentemente adotado em preparações contemporâneas por sua capacidade de trazer frescor e cortar a percepção de doçura.
  • Em cozinhas profissionais, o Teriyaki é considerado um molho base. A partir dele, criam-se variações com alho, cebolinha, gergelim, pimenta ou frutas, sem descaracterizar a técnica original.

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O Vinagrete é um molho emulsionado preparado a partir da combinação de uma gordura, como óleo ou azeite, com um ingrediente ácido, como vinagre ou suco de limão, aromatizado com especiarias e, eventualmente, ervas frescas. A palavra vem do francês ‘vinaigrette’, diminutivo de ‘vinaigre’ (vinagre), e define um dos molhos mais básicos e versáteis da cozinha clássica.

A emulsão do vinagrete é instável por natureza, pois resulta da união de dois líquidos que não se misturam espontaneamente. Para obter uma mistura homogênea, é necessário bater ou agitar vigorosamente os ingredientes no momento do preparo ou antes do uso. A proporção clássica utiliza, em média, três partes de gordura para uma parte de ácido, garantindo equilíbrio entre untuosidade e acidez.

Simples e funcional, o Vinagrete Tradicional é composto apenas de azeite, vinagre, sal e pimenta, podendo receber pequenos ajustes conforme o uso. É ideal para temperar saladas, vegetais cozidos ou crus, carnes grelhadas, marinadas e preparações frias em geral.

Vinagrete Tradicional

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Vinagrete, molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, molho cru ou batido, cozinha internacional (França), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 135 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre (de maçã ou de vinho branco)
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitadinha de açúcar (opcional)

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes em uma tigela pequena. Bata vigorosamente com um fouet até obter uma mistura homogênea. Utilize imediatamente ou reserve sob refrigeração por curto período. Antes de servir, bata ou agite novamente para recompor a emulsão.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: este molho se enquadra na categoria molhos emulsionados ou condimentares, com porção média de 30 g ou ml por pessoa, sendo utilizado para temperar ou acompanhar preparações de forma moderada. Para mais detalhes, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Ideal para saladas verdes simples, como alface, rúcula, agrião e endívia, pois realça o sabor dos ingredientes sem sobrecarregar a preparação.
  • Funciona muito bem para temperar legumes cozidos e ainda mornos, como batatas, vagens, cenouras ou beterrabas, facilitando a absorção do molho.
  • Pode ser utilizado como base para marinadas rápidas de carnes, aves, peixes firmes ou vegetais grelhados, especialmente quando combinado com alho ou ervas.
  • Excelente para finalizar grelhados, legumes assados e saladas de grãos, aplicado sempre com moderação, respeitando a porção indicada.

3. Dicas Extras:

  • Pode ser aromatizado com alho ralado, mostarda, ervas frescas ou secas, conforme a aplicação desejada.
  • Ideal para uso imediato, pois a emulsão é naturalmente instável.

4. Curiosidades:

  • Pequenas adições de ingredientes como mostarda, alho ou mel podem retardar a separação das fases, tornando a emulsão levemente mais estável sem descaracterizar o molho.
  • A proporção clássica de três partes de gordura para uma parte de ácido é atribuída à tradição francesa e permanece como referência para o equilíbrio sensorial do vinagrete.
  • O vinagrete é considerado uma das emulsões mais antigas da culinária ocidental, antecedendo molhos clássicos como a maionese.
  • Por ser uma emulsão instável, sua separação é natural e esperada. Agitar antes do uso não é um defeito, mas uma característica técnica do preparo.

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O Kecap Manis é um dos molhos mais emblemáticos da culinária da Indonésia. Seu nome significa molho doce, e ele se destaca pela textura espessa, cor profunda e sabor adocicado e complexo. Originalmente, sua história está ligada ao molho de soja chinês, introduzido no arquipélago pelos mercadores chineses. Com o tempo, os indonésios adaptaram a receita ao paladar local, elevando o dulçor e incorporando ingredientes aromáticos, criando um molho único, hoje indispensável em diversas preparações do Sudeste Asiático.

Tradicionalmente, o Kecap Manis é produzido pela fermentação de soja e trigo, processo longo que desenvolve sabores profundos e naturais. A versão caseira abaixo simplifica essa tradição utilizando molho de soja já fermentado, permitindo um resultado autêntico e acessível. Para aprofundar o tema, consulte o tópico Molho de Soja – Shoyu.

Seu uso é extremamente versátil: funciona como molho para mergulhar, finalização de frituras, componente de marinadas, base para refogados e acompanhamento para carnes, aves, frutos do mar e vegetais.

Kecap Manis

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, molho reduzido, Cozinha Internacional (Indonésia), vegana, vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 ml – 20 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 15 ml): 38 kcal

Costeilinha de porco com Kecap Manis. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 150 gramas de açúcar
  • 60 ml de água quente
  • 300 ml de molho de soja
  • 30 gramas de capim limão, picado (ou folha de limão)

Modo de Preparo:

Em uma panela larga com cabo, adicione o açúcar e leve ao fogo médio. Mexa a panela em movimentos circulares até o açúcar derreter e começar a caramelizar. Adicione a água quente aos poucos, com cuidado, misturando até formar um caramelo liso que se desprenda do fundo da panela.

Acrescente o molho de soja e o capim-limão. Misture bem e deixe levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 10 minutos, permitindo que o molho reduza e encorpe. Passe por uma peneira fina ou chinois. Deixe esfriar completamente antes de armazenar ou utilizar..

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Embora classificado entre os molhos condimentares, o kecap manis é um molho de sabor extremamente intenso e alto teor de açúcar, tradicionalmente utilizado em pequenas quantidades, como finalização, pinceladas ou molho para mergulhar. Por esse motivo, a porção considerada nesta receita é de 15 ml por pessoa, inferior à porção média de outros molhos da mesma categoria.

2. Como utilizar:

  • Excelente para finalizar salteados, legumes assados, frituras e grelhados.
  • Funciona como base para marinadas de frango, carne suína ou tofu.
  • Em petiscos, serve como molho para mergulhar acompanhando espetinhos, pastéis e croquetes.

3. Curiosidades:

  • A textura espessa é resultado da alta concentração de açúcar caramelizado, diferindo do shoyu tradicional.
  • O termo kecap é a origem da palavra inglesa ketchup, que no passado também se referia a molhos fermentados de origem asiática.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Barbecue (em inglês, barbecue sauce ou BBQ sauce – tradução molho de churrasco) é um molho agridoce, levemente apimentado e com sabor de defumado e é muito popular nos Estados Unidos. Quanto a sua origem, uns dizem que surgiu na região sul dos Estados Unidos e que a palavra deriva do termo “barbacoa”, palavra utilizada pelos nativos de Iucatã para nomear as carnes assadas em buracos no chão. Enquanto os franceses dizem que o termo é deles e vem de “barbe à queue” que significa “da barba à cauda” e é utilizada para nomear uma rês[1] assada inteira no espeto.

Imagem Adriana Tenchini

Existem variações das receitas de uma região à outra nos EUA. No Kansas, o molho é mais espesso, picante e algumas vezes doce, levando melaço ou açúcar mascavo. Os barbecues à base de tomates são os mais utilizados e o mais comum é ter ingrediente doces e ácidos, que conferem um tom agridoce, amadeirado e defumado. Dentre os ingredientes os mais utilizados são o extrato de tomate, ketchup, vinagre, mostarda e especiarias. Na Albana é produzido uma versão White (branco), feito a base de maionese e utilizado para as carnes de frango. Alguns molhos são mais líquidos e penetram facilmente na carne, enquanto outros são preparados com consistência mais espessa, para criar uma cobertura de molho na carne.

Como o próprio nome diz é um delicioso molho para churrasco que é utilizado na hora de consumir a carne. Ele não é indicado para temperar as carnes antes de assá-las. É muito utilizado em carnes grelhadas e assadas, mas pode ser usado no preparo de guisados, assados e sanduíches.  

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Reduzido, Cozinha Internacional (Estados Unidos, França),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Barbecue. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 alho picadinho
  • 1 cebola pequena picadinha
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de conhaque
  • 1 colher (chá) de molho de pimenta
  • 2 colheres (sopa) de polpa de tomate
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1 limão
  • 1 xícara de ketchup
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela ao fogo, acrescente o óleo, o alho e a cebola, deixe dourar. Adicione os outros ingredientes e deixe reduzir.

Dicas:

1. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Aioli é um molho emulsionado clássico preparado tradicionalmente apenas com alho, azeite e ovo. A textura sedosa, o brilho e a técnica de emulsão lembram a maionese, mas o Aioli tem um sabor mais marcante e característico, resultado do protagonismo do alho.

Originário da região de Provence, no sul da França, o Aioli é um ícone da culinária mediterrânea. No entanto, há registros de preparações semelhantes na Espanha, conhecidas como allioli, e até mesmo no Império Romano, onde a mistura de alho e azeite já era usada para realçar o sabor de carnes e vegetais.

Na Itália, o Aioli é tradicionalmente servido com batatas cozidas, enquanto em Malta costuma acompanhar um biscoito típico local. No Brasil, o molho ganhou espaço em cozinhas contemporâneas, sendo apreciado como guarnição ou acompanhamento de pratos variados, como frutos do mar, carnes, petiscos, saladas e vegetais, crus, cozidos ou assados.

Aioli

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entradas, lanche, petisco

Especificação: Molho frio, molho emulsionado, Cozinha Internacional (Provence – França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 340 ml – 11 porções de 30 g/ml

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 215 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 2 dentes de alho
  • 1 xícara de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador (ou mixer) os dentes de alho com os ovos até obter uma mistura homogênea.

Com o aparelho ainda ligado, adicione o azeite em fio constante, até que a mistura emulsione e atinja a textura cremosa característica. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: O aioli é um molho frio emulsionado, de sabor intenso e textura untuosa, no qual o alho e o azeite assumem protagonismo, por essa razão, ele é utilizado em menor volume. A porção padrão adotada nesta receita é de 30 g (2 colheres de sopa), quantidade suficiente para envolver e realçar alimentos como peixes, legumes, batatas, carnes, sanduíches e petiscos, sem sobrepor o sabor principal do prato.

2. Dicas:

  • O azeite pode ser substituído por óleo vegetal para um sabor mais neutro.
  • Conserve o molho refrigerado e bem tampado por até 3 dias.
  • Para versões aromatizadas, acrescente mostarda, suco de limão, açafrão, ervas frescas ou páprica.
  • Ideal para acompanhar peixes, legumes assados, batatas, sanduíches e saladas.

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O molho holandês, ou sauce hollandaise em francês, é um dos cinco molhos-mãe da culinária clássica francesa, conforme codificados pelo chef Auguste Escoffier no século XIX. Apesar do nome, sua origem não é exatamente holandesa, acredita-se que o molho tenha sido inspirado em preparações da culinária dos Países Baixos, mas sua consagração e refinamento ocorreram na França, onde ganhou status de clássico da haute cuisine.

Trata-se de um molho emulsificado quente, feito à base de gemas de ovos, manteiga clarificada e suco de limão, com temperos sutis que ressaltam sua suavidade. Sua textura é cremosa e aveludada, com um sabor delicadamente amanteigado e levemente ácido, ideal para acompanhar ovos, peixes, vegetais cozidos no vapor (como aspargos) e pratos mais delicados que pedem um toque refinado.

O molho holandês é conhecido por ser técnico e sensível ao calor, exigindo atenção cuidadosa durante o preparo para evitar que a emulsão se quebre ou que as gemas cozinhem em excesso. Sua importância na cozinha é tamanha que dele derivam outros molhos clássicos, como o molho béarnaise, que acrescenta ervas aromáticas como estragão e chalotas à base original.

Molho Holandês

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho emulsionado, molho à base de laticínios, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 280 g/ml

Dificuldade: Difícil

Calorias por porção (30 g – 2 colheres de sopa): 165 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de manteiga
  • 2 gemas
  • 2 colheres (sopa) de água
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino branca a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, derreta a manteiga. Reserve. Em uma tigela de inox, misture com um batedor de arame as gemas, a água e o suco de limão. Coloque a tigela em banho-maria, sem deixar a água ferver (durante todo o processo). Adicione a manteiga derretida em fio, batendo continuamente com o batedor. Tempere com sal e pimenta do reino.

Molho Holandês na receita de ovos beneditinos. Imagem Adriana Tenchini

Toques Finais e Sugestões:

1. Por ser um molho emulsionado, rico e de sabor intenso, o holandês é servido em pequenas quantidades. A porção adotada nesta receita é de 30 g/ml por pessoa, suficiente para finalizar o prato, conferir untuosidade e realçar os ingredientes sem excessos.

2. Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).

3. Banho maria: use duas panelas: a inferior com água em fogo baixo ou médio e a superior com o alimento. A panela de cima pode ficar parcialmente submersa ou apenas exposta ao vapor quente.

4. Mantenha a água quente, mas sem deixar ferver; a fervura pode talhar o molho.

5. Utilize tigela de inox ou outro metal não reativo. Evite alumínio, pois o atrito do batedor pode escurecer o molho.

6. Dicas de Consumo:

  • Ovos Beneditinos: o par perfeito! Sirva sobre ovos pochê, pão tostado e presunto ou salmão defumado.
  • Aspargos no vapor: uma entrada sofisticada e leve, ideal com molho holandês por cima.
  • Peixes grelhados ou escalfados: especialmente salmão, truta ou linguado – o molho realça o sabor sem sobrecarregar.
  • Batatas cozidas ou gratinadas: adicione uma colher generosa e transforme o acompanhamento em protagonista.
  • Brunchs e cafés da manhã especiais: surpreenda seus convidados com um toque de alta gastronomia logo cedo.

7. Molhos derivados do molho holandês:

  • Molho Foyot – Béarnaise com a adição de glace de viande (caldo reduzido de carne), muito usado com filés e pratos mais robustos.
  • Molho Béarnaise – Adição de vinagre, estragão, cebola ou chalota e pimenta. Ideal para carnes grelhadas.
  • Molho Choron – Béarnaise com toque de purê de tomate. Fica ótimo com carnes grelhadas e frutos do mar.
  • Molho Mousseline – Holandês com creme de leite batido, mais leve e aerado. Excelente para peixes delicados.
  • Molho Maltaise – Variante com suco e raspas de laranja sanguínea, perfeito para legumes como aspargos.

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O molho de tomate é um dos preparos mais icônicos e versáteis da culinária mundial. Sua origem remonta ao século XVII, após a introdução do tomate na Europa vindo das Américas. Inicialmente considerado ornamental ou até mesmo venenoso, o tomate só passou a ser utilizado na cozinha europeia, especialmente na Itália, no final do século XVIII. A partir daí, se tornou protagonista em pratos que hoje são símbolos da gastronomia mediterrânea.

Na alta gastronomia, o molho de tomate é reconhecido como um molho mãe, um dos cinco molhos-base da culinária clássica francesa segundo Escoffier. Isso significa que ele serve de ponto de partida para inúmeros outros molhos derivados, que variam conforme ingredientes adicionais e métodos de preparo.

Feito com tomates frescos, mirepoix (mistura aromática de cebola, cenoura, salsão e alho-poró), ervas e um bom fundo de legumes, o molho de tomate artesanal ganha profundidade e complexidade de sabor. Ele pode acompanhar massas, carnes, legumes, ou ser usado como base para estufados e ensopados. Uma preparação simples em ingredientes, mas rica em história, técnica e sabor.

Molho Vermelho – Molho de Tomate

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho reduzido, Cozinha Internacional (França), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 800 ml

Dificuldade: fácil

Calorias por porção (50 g – 3 colheres de sopa): 28 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 dentes de alho inteiros
  • 25 gramas de cebola, picada
  • 25 gramas de cenoura, picada
  • 25 gramas de salsão (aipo), picado
  • 25 gramas de alho poró, picado
  • 10 tomates maduros
  • 1 litro de fundo de legumes
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 folha de louro

Modo de Preparo:

Retire a pele e as sementes dos tomates (tomate concassé) e corte em cubinhos. Reserve. Amasse levemente os dentes de alho com o cabo da faca. Leve uma panela ao fogo, acrescente o alho e deixe dourar. Acrescente o mirepoix (cebola, cenoura, salsão e alho poró), doure. Coloque os tomates picados e deixe refogar bem. Acrescente o fundo de legumes, o tomilho e a folha de louro. Cozinhe em fogo médio, com a panela entreaberta, por uns 30 minutos. Se necessário acrescente mais fundo de legumes ou água. A textura do molho é encorpada. Retire a folha de louro e o ramo de tomilho após o cozimento.

Toques Finais e Sugestões:

1. Este molho apresenta grande versatilidade e pode assumir diferentes funções no prato. Quando utilizado como molho de acompanhamento, a porção considerada é de 50 g/ml por pessoa. Já quando atua como molho mais leve ou base fluida, especialmente em massas e preparações com maior volume de molho, a porção pode chegar a 100 g/ml por pessoa, conforme o serviço indicado.

2. Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).

3. Fundo de Legumes – é uma preparação aromática e concentrada, obtida a partir do cozimento em fogo brando de mirepoix (cebola, cenoura, salsão e alho-poró), ervas, especiarias e água. Esse cozimento deve durar no mínimo 40 minutos para extrair bem os sabores. Os fundos substituem a água pura em diversas preparações, como caldos, molhos, sopas, risotos, massas, entre outros, realçando e/ou transformando o sabor dos pratos.

4. Tomate Concassé (sem pele e sem sementes) – Para preparar, faça um corte superficial em forma de cruz na base do tomate. Coloque-o em água fervente por cerca de 10 a 15 segundos, até notar que a pele começa a se soltar. Em seguida, transfira o tomate para uma tigela com água bem gelada (choque térmico). Retire a pele, corte ao meio e, com o auxílio de uma colher, remova as sementes. Depois, corte em tiras e em seguida em cubinhos.

4. Sal e uso de fundos/molhos básicos – Fundos e molhos básicos devem ser salgados apenas no momento de serem incorporados às preparações finais. O molho de tomate, por exemplo, pode servir de base para diversos outros molhos, como: Molho Pomodoro, Molho Bolonhesa, Molho Créole, entre outros.

4. Dicas de Consumo:

  • Sirva com massas frescas ou secas (espaguete, penne, nhoque).
  • Use como base para pizzas ou bruschettas.
  • Acompanhe almôndegas, legumes assados, ovos pochê ou carnes brancas.
  • Incorpore a ensopados, lasanhas e ratatouille.
  • Transforme em sopa de tomate com um toque de creme e manjericão.

7. Molhos Derivados do Molho de Tomate:

  • Tomate com creme (rosa) – quando se mistura creme de leite ao molho base.
  • Bolonhesa – com carne moída refogada, vinho e ervas.
  • Napolitano – versão mais simples, com alho e manjericão.
  • Arrabiata – picante, com pimenta vermelha.
  • Putanesca – com alcaparras, azeitonas e anchovas.
  • Marinara – com alho, cebola, orégano e vinho branco.
  • Amatriciana – com guanciale (ou bacon), pimenta e queijo.
  • Sugo – versão italiana do molho reduzido e encorpado.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O molho espanhol (ou sauce espagnole, em francês) é um dos pilares da gastronomia clássica e uma das cinco preparações conhecidas como molhos-mãe, segundo a codificação da culinária francesa feita por Auguste Escoffier no início do século XX. Esses molhos servem como base para dezenas de outros molhos derivados e são fundamentais no repertório de qualquer cozinheiro profissional.

Apesar do nome, o molho espanhol não tem origem direta na Espanha. Sua criação está ligada ao refinamento da cuisine française durante os séculos XVII e XVIII, especialmente nas cozinhas reais e aristocráticas. O nome provavelmente reflete uma influência hispânica nos ingredientes ou na técnica, muito comum em uma época em que as cortes europeias trocavam culturas e receitas. No entanto, foi com Escoffier que a receita foi sistematizada e passou a integrar oficialmente os molhos-mãe da alta cozinha.

Esse molho é caracterizado por sua base robusta, feita a partir de um roux escuro (mistura cozida de farinha e manteiga), fundo escuro de carne (fundo ferrugem) e mirepoix (uma combinação aromática de legumes), além de bacon e massa de tomate, que contribuem com sabor e profundidade. O resultado é um molho espesso, de sabor intenso e cor castanha-avermelhada, ideal para acompanhar carnes assadas, aves e pratos mais elaborados.

A seguir, apresentamos uma versão clássica do molho espanhol, fiel às tradições da culinária francesa, para que você possa dominar essa base e explorar suas muitas variações

Molho Espanhol

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho espessado, molho reduzido, Cozinha Internacional (França)

Tempo de Preparo: 2 horas e 10 minutos

Rendimento: 800 ml

Dificuldade: fácil

Molho espanhol como base da montagem do prato. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Roux Escuro

  • 60 gramas de manteiga
  • 60 gramas de farinha de trigo

Molho Espanhol

  • 70 gramas de bacon, picadinho
  • 25 gramas de cebola, picada
  • 25 gramas de cenoura, picada
  • 25 gramas de salsão (aipo), picado
  • 25 gramas de alho poró, picado
  • 120 gramas de massa de tomate
  • 1 litro de fundo ferrugem (fundo escuro de carne)

Modo de Preparo:

Roux Escuro

Leve uma panela ao fogo baixo. Adicione a manteiga e espere derreter, mas não a deixe queimar. Após o derretimento acrescente a farinha de trigo e com um fouet, misture bem os dois ingredientes. Mexa constantemente para evitar que queime. Cozinhe por cerca de 5 minutos em fogo alto ou até atingir a cor castanha. Deixe esfriar.

Molho Espanhol

Em outra panela, frite o bacon, dourando bem. Adicione o mirepoix (cebola, cenoura, salsão e alho poró), doure. Acescente a massa de tomate e misture por um minuto. Reserve. 

Ferva o fundo ferrugem (fundo escuro de carne) e incorpore-o, aos poucos, no roux frio. Misture bem com o batedor de arame (fouet) para não criar bolas de farinha. Acrescente a mistura de bacon, mirepoix e massa de tomate. Espere levantar fervura, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 2 horas. Passe pelo chinois.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Trata-se de um molho concentrado e estruturante, geralmente utilizado como base para reduções e molhos derivados. Quando a proposta da receita é servi-lo como acompanhamento, adota-se, para fins de cálculo e padronização, a porção de 50 g/ml por pessoa, ainda que o consumo efetivo possa variar conforme o prato.
  • Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).
  • Roux é uma mistura homogênea de partes iguais de amido (farinha de trigo) e gordura (manteiga) cozidos até que atinjam a coloração desejada (marrom).
  • Ao preparar o roux escuro, mexa constantemente em fogo baixo e cheque com frequência até atingir a cor castanha (marrom).
  • Fundo de Carne (Fundo Ferrugem) – Preparação concentrada de ossos, aparas de carne e mirepoix (cebola, cenoura, salsão, alho‑poró) cozidos lentamente com ervas e especiarias. Os ingredientes são tostados antes, gerando reação de Maillard que confere cor escura e sabor profundo. Cozimento mínimo: 2 h, podendo incluir extrato de tomate ou vinho. Usado para substituir água em molhos, sopas, risotos e outras receitas, intensificando aroma e sabor.
  • Fundos e molhos básicos não devem ser salgados durante o preparo, pois o sal deve ser adicionado apenas no momento da finalização do prato em que serão utilizados. Isso evita o risco de excesso de sal na receita final, especialmente considerando que muitos fundos e molhos serão reduzidos e concentrados. O molho espanhol, por exemplo, é uma base versátil que pode dar origem a diversos outros molhos clássicos, como o molho demi-glace, o molho madeira, entre outros.
  • O sucesso do molho escuro está diretamente ligado à qualidade do fundo utilizado como base, em geral, um fundo escuro de vitela, que oferece sabor mais delicado, coloração intensa e textura ideal para a elaboração de molhos refinados.

2. Modos de Consumo:

  • Sirva sobre cortes nobres de carne, como filé mignon, rosbife ou cordeiro.
  • Use como base para ensopados, como boeuf bourguignon ou pratos com carne de panela.
  • Experimente com frango assado, para dar um toque sofisticado.
  • Combine com cogumelos salteados e sirva sobre massas curtas ou purê de batatas.
  • Congele em pequenas porções e use quando quiser dar um toque refinado ao seu prato!

3. Molhos Derivados do Molho Espanhol

A versatilidade do molho espanhol é imensa! A partir dele, surgem outros molhos clássicos que fazem parte da alta gastronomia. Conheça alguns:

  • Molho Châteaubriand – Variante refinada, servida tradicionalmente com o corte de mesmo nome.
  • Molho Demi-Glace – Redução do molho espanhol com fundo escuro, até ficar mais espesso e concentrado.
  • Molho Bordelaise – Com vinho tinto, tutano de boi e chalotas. Ideal para carnes vermelhas.
  • Molho Chasseur – Acrescenta cogumelos e vinho branco ou conhaque.
  • Molho Madeira – Enriquecido com vinho Madeira; muito usado em medalhões e carnes grelhadas.
  • Molho Diable – Versão mais picante, com vinagre e pimenta.
  • Molho Robert – Com cebola, mostarda e vinho branco. Vai bem com carnes de porco.

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