O Salmão Crocante ao Maracujá é uma preparação que combina elegância, equilíbrio nutricional e contraste de sabores. A crosta de gergelim proporciona textura crocante e sabor levemente tostado ao peixe, enquanto o molho de maracujá acrescenta notas doces e ácidas que harmonizam perfeitamente com a riqueza natural do salmão. Completado por um colorido refogado de legumes, este prato oferece uma refeição leve, nutritiva e sofisticada, ideal para almoços especiais ou jantares refinados.

Salmão Crocante ao Maracujá

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, cozinha internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 640 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (320 g): 425 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Molho de Maracujá

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar

Refogado de Legumes

  • 1 fio de azeite
  • 1/2 cebola cortada em tiras finas (corte julienne)
  • 1/2 pimentão amarelo cortado em tiras finas (corte julienne)
  • 2 tomates sem sementes cortados em tiras finas (corte julienne)
  • 1 cenoura grande cortada em tiras finas (corte julienne)

Salmão Crocante

  • 2 postas de salmão (120 gramas em cada)
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 70 gramas de gergelim preto
  • 70 gramas de gergelim branco
  • 1 fio de azeite

Modo de Preparo:

Molho de Maracujá

Retire a polpa dos maracujás. Em uma panela, coloque a polpa, o suco de maracujá concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até iniciar fervura. Reduza o fogo e cozinhe por 5 a 8 minutos, mexendo ocasionalmente, até obter um molho levemente espesso. Reserve.

Refogado de Legumes

Aqueça o azeite em uma frigideira. Adicione a cebola, o pimentão, o tomate e a cenoura. Refogue em fogo médio até que os legumes estejam macios, porém ainda firmes. Reserve aquecido.

Salmão Crocante

Tempere as postas de salmão com sal e pimenta do reino. Misture os gergelins preto e branco em um prato. Empane cuidadosamente as postas na mistura de gergelim. Aqueça o azeite em uma frigideira. Grelhe o salmão em fogo médio até dourar todos os lados e atingir o ponto desejado. Vire delicadamente para preservar a crosta de gergelim.

Montagem

Distribua o refogado de legumes nos pratos. Disponha uma posta de salmão sobre os legumes. Regue com parte do molho de maracujá ou sirva-o em uma molheira à parte.

Dicas:

1. Porcionamento: Esta receita foi dimensionada como prato principal à base de peixe, resultando em 2 porções de aproximadamente 320 g cada. Para mais informações sobre composição adequada das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva acompanhado de arroz integral, quinoa cozida, arroz de coco ou purê de mandioquinha. Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com algumas sementes de gergelim torradas e ervas frescas, como salsinha ou coentro.
  • O molho de maracujá também pode ser utilizado para acompanhar outros peixes grelhados, camarões ou aves, tornando-se uma opção versátil para diversas preparações.

3. Curiosidades: A combinação de peixes com frutas tropicais é bastante apreciada na gastronomia contemporânea por equilibrar sabores ricos e delicados. O gergelim, além de proporcionar crocância, acrescenta minerais importantes, enquanto o maracujá contribui com aroma marcante e acidez suave, criando uma harmonização muito agradável.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Coq au Vin é um dos pratos mais emblemáticos da culinária francesa e suas raízes remontam às tradições rurais da França. Durante séculos, camponeses utilizavam galos mais velhos, de carne firme, que exigiam cozimento lento para ficarem macios. O vinho tinto produzido nas próprias regiões era o meio ideal para esse processo, conferindo sabor profundo e permitindo o aproveitamento total das aves disponíveis na fazenda.

A receita evoluiu ao longo do tempo e ganhou reconhecimento internacional no século XX, tornando-se especialmente famosa após ser apresentada por Julia Child em 1961, no livro A Arte da Culinária Francesa. Desde então, o Coq au Vin se consagrou como um clássico francês servido em bistrôs, mesas de família e cozinhas profissionais ao redor do mundo.

Coq au Vin – Galo ao vinho

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Aves, Frango, Cozinha Internacional (França)

Tempo de Pré-preparo: 24 horas

Tempo de Preparo: 1 hora e 20 minutos

Rendimento: 1500 gramas – 6 porções

Dificuldade: Média (não é difícil, mas envolve várias etapas técnicas e tempo longo)

Calorias por porção (250 g): 465 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 frango inteiro, cortado em pedaços (aprox. 1 kg)
  • 1 garrafa de vinho tinto
  • 2 cebolas, cortadas em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 cenouras, cortadas em cubinhos (corte brunoise)
  • 1 bouquet garni
  • 4 dentes de alho, esmagado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 200 gramas de bacon, cortado em cubinhos
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 500 ml de fundo escuro de aves
  • 1 fio de azeite
  • 400 gramas de cogumelos paris, laminados

Modo de Preparo:

Marinada (24 horas antes): Em uma vasilha, coloque os pedaços de frango, o vinho, a cebola, a cenoura, o bouquet garni e o alho. Cubra e leve à geladeira por 24 horas.

Selar o frango: Após a marinada, retire os pedaços e reserve o líquido com os legumes. Em uma panela grande, aqueça a manteiga e adicione o bacon. Junte o frango e sele de todos os lados até dourar.

Adicionar a farinha: Salpique a farinha sobre o frango e mexa por cerca de 5 minutos para dourar levemente.

Cocção longa: Acrescente a marinada reservada e o fundo escuro de aves. Cozinhe em fogo baixo por 1 hora, ou leve ao forno quente pelo mesmo tempo.

Cogumelos: Em uma frigideira, aqueça um fio de azeite e salteie os cogumelos. Junte ao frango e deixe cozinhar por mais 15 minutos.

Ajuste final do molho: Retire o excesso de gordura da superfície com uma concha. O molho deve ficar encorpado, sem estar espesso demais ou muito líquido. Se necessário, acrescente um pouco de água durante o cozimento. Evite adicionar mais vinho no final, pois ele precisa cozinhar por pelo menos 30 minutos para perder o sabor alcoólico.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de um prato principal rico em proteínas e molho encorpado, o porcionamento recomendado é de aproximadamente 250 g por pessoa, conforme orientação apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2.  Dicas de consumo: O Coq au Vin harmoniza muito bem com purê de batatas, batatas sauté, massas frescas amanteigadas ou pão rústico, que ajudam a absorver o molho rico e aromático da preparação. Também pode ser servido com legumes assados ou arroz branco simples.

3. Curiosidade:

  • O nome “Coq au Vin” significa literalmente “galo ao vinho”.
  • Originalmente, a receita era preparada com galos mais velhos, cuja carne firme exigia cozimento prolongado.
  • A técnica de cozinhar carnes lentamente em vinho é uma tradição antiga da culinária camponesa francesa.
  • Embora tradicionalmente seja preparado com vinho tinto da Borgonha, atualmente diferentes regiões francesas utilizam vinhos locais em suas versões da receita.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Frango Tandoori é um dos pratos mais emblemáticos da culinária indiana e tem origem ligada ao tradicional forno de barro chamado tandoor, utilizado há milhares de anos no sul da Ásia e em regiões do Oriente Médio. Nesse forno, os alimentos são preparados em temperaturas extremamente elevadas, resultando em carnes suculentas, aromáticas e levemente defumadas.

Nesta versão adaptada para forno convencional, as sobrecoxas de frango são marinadas lentamente em iogurte, limão, manteiga de garrafa e especiarias típicas da cozinha indiana, como cominho, coentro, cúrcuma e garam masala. A sobrecoxa é especialmente indicada para esse preparo por permanecer extremamente macia após o assamento, formando uma superfície dourada, aromática e levemente tostada, muito próxima do resultado obtido nos tradicionais fornos tandoor.

Frango Tandoori

Categoria:  Prato Principal, petisco

Especificação: Aves, frango, cozinha internacional (Índia), sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 6 horas (marinada)

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade de sobrecoxa assada): 290 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 unidades de sobrecoxa de frango sem pele
  • 1 colher (café) de semente de cominho
  • 1 colher (café) de semente de coentro
  • 2 colheres (sopa) de semente de mostarda
  • 4 dentes de alho picadinhos
  • 2 colheres (chá) de gengibre ralado
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • 160 g de iogurte natural integral
  • 2 colheres (sopa) de manteiga de garrafa ou ghee
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de cúrcuma
  • 1 colher (chá) de garam masala
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Retire a pele das sobrecoxas de frango e faça pequenos furos em vários pontos com a ponta de uma faca, para facilitar a absorção dos temperos.

Aqueça uma frigideira e toste, sem óleo, as sementes de cominho, coentro e mostarda por aproximadamente 20 segundos ou até liberarem aroma. Transfira as sementes para um pilão. Adicione o alho e o gengibre e amasse até formar uma pasta aromática. Coloque a pasta em uma tigela média. Acrescente o suco de limão, o iogurte, a manteiga de garrafa (ou ghee), a páprica, a cúrcuma, o garam masala e o sal. Misture bem até obter uma marinada homogênea. Adicione as sobrecoxas e envolva completamente na marinada. Cubra e leve à geladeira por 6 horas, virando as peças na metade do tempo para absorver os sabores de maneira uniforme.

Pré-aqueça o forno a 200 °C. Transfira as sobrecoxas para uma assadeira, despejando toda a marinada sobre a carne. Asse por aproximadamente 45 minutos, regando ocasionalmente com os líquidos da assadeira, até o frango ficar dourado, aromático e com leve crosta na superfície. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Como prato principal proteico, a porção de 1 unidade de sobrecoxa assada segue a recomendação apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • O Frango Tandoori combina perfeitamente com arroz basmati, arroz pilaf, legumes grelhados, naan e chutneys agridoces, como por exemplo o chutney de abacaxi.
  • Para uma versão mais intensa e picante, adicione pimenta caiena ou pimenta dedo de moça à marinada.
  • Algumas gotas extras de limão na finalização ajudam a realçar os aromas das especiarias.
  • Essa preparação também pode ser servida como petisco. Nesse caso, a sobrecoxa pode ser cortada em pedaços menores antes da marinada, facilitando o compartilhamento e a absorção dos temperos.

3. Curiosidades:

  • O tradicional forno tandoor pode atingir temperaturas superiores a 450 °C, permitindo assar carnes e pães rapidamente, preservando a suculência interna.
  • O uso do iogurte na marinada ajuda a amaciar a carne devido à ação do ácido lático presente no ingrediente.
  • O garam masala é uma mistura clássica de especiarias indianas cuja composição varia conforme a região e as tradições familiares.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Eisbein é um prato tradicional da culinária alemã, que consiste em joelho de porco, e é um dos mais famosos do país. A palavra “Eisbein” pode ser referir tanto à peça do joelho de porco quanto ao prato, dependendo do modo de preparo (eisbein cozido). Quando o eisbein é frito, o prato se chama “schweinshaxe”, também conhecido como “à pururuca” em alguns lugares do brasil. Este prato é muito consumido também no Brasil, em Santa Catarina devido à imigração alemã.

O Joelho de porco é cozido em especiarias e depois assado até ficar dourado e crocante. Ele é geralmente servido acompanhado de chucrute – conserva de repolho. Pode ainda ser servido com outros acompanhamentos tais como: Repolho Roxo Refogado com Vinho, Salada Alemã de Batata, Maçãs Cozida na Cerveja, entre outros.

Eisbein – Joelho de Porco

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Santa Catarina), Cozinha Internacional (Alemanha)

Tempo de Preparo: 1 hora e meia

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 unidade de joelho de porco
  • Uma pitada de Sal grosso
  • Uma pitada de Pimenta do reino
  • Uma pitada de noz-moscada, ralada
  • Uma pitada de páprica picante
  • Uma pitada de páprica doce
  • 2 bagas de zimbro, amassadas
  • Uma pitada de açúcar cristal
  • Água, o suficiente

Modo de Preparo:

Coloque, em uma panela o joelho de porco (eisbein), o sal grosso, a pimenta do reino, a noz-moscada, a páprica picante, a páprica doce, o zimbro e a açúcar. Acrescente água o suficiente para cobrir o joelho. Deixe ferver. Cozinhe em fogo baixo, por uma hora ou até ficar macio. Transfira o joelho de porco para um tabuleiro e leve ao forno pré-aquecido a 250ºC por meia hora ou até dourar e ficar crocante.

Eisbein cozido, pronto para ir ao forno. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

3. Sirva quente acompanhado de Repolho Roxo Refogado com Vinho, Chucrute, Salada Alemã de Batata e/ou Maçãs Cozidas na Cerveja.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A bisteca suína é um corte fatiado do lombo suíno com osso, macio, suculento e com baixo teor de gordura. A Bisteca Suína com Sementes de Gergelim é cozida lentamente com gergelim torrado, açúcar, saquê, shoyu e óleo de gergelim. É muito aromática e saborosa e pode ser servida acompanhada de arroz branco, chutney de manga doce e Kimchi.

Bisteca Suína com Sementes de Gergelim

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes Vermelha, Carne Suína, Cozinha Internacional (Coreia)

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Bisteca Suína com Sementes de Gergelim, Chutney de Manga Doce e Kimchi.

Ingredientes:

  • 2 colheres (chá) de sementes de gergelim branca
  • 1 colher (sopa) de óleo vegetal
  • 2 bistecas suína
  • 1 colher (chá) de gengibre fresco, ralado
  • 2 dentes de alho pequeno, finamente picado
  • 2 colheres (chá) de açúcar refinado
  • 2 colheres (chá) de saquê mirim
  • 2 colheres (chá) de shoyu
  • 2 colheres (chá) de óleo de gergelim
  • 100 mililitros de água
  • 2 colheres (chá) de farinha de milho

Modo de Preparo:

Toste as sementes de gergelim em uma panela seca, em fogo médio de 3 a 4 minutos, agitando a panela delicadamente, até que as sementes estejam douradas escuro. Retire as sementes da panela, rapidamente, para evitar que se queimem. Esmague as sementes em um pilão.

Aqueça o óleo vegetal em uma panela grossa. Deixe as bistecas corar em fogo forte, virando com frequência, até ficarem douradas. Escorra o excesso de óleo da panela. Adicione metade das sementes de gergelim, o gengibre, o alho, o açúcar, o saquê, o shoyu, o óleo de gergelim e a água. Mexa bem para cobrir as bistecas por igual. Deixe ferver em fogo médio. Tampe e deixe estufar em fogo baixo durante 45 a 50 minutos, mexendo de vez em quando. Dissolva a farinha de milho em um pouco de água fria até formar uma pasta homogênea. Coloque na panela mexendo sempre, até a mistura ferver e engrossar. Salpique o restante das sementes de gergelim torradas.

Dicas:

1. Estufar é o método de cocção por calor combinado, em que o alimento é cozido em fogo lento, no próprio suco ou com adição de pouco líquido ou gordura, em panela tampada ou estufa.

2. Sirva acompanhado de Arroz Branco, Chutney de Manga Doce e Kimchi.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Durante a Antiguidade chinesa, principalmente nas dinastias Zhou e Han, a combinação de sabores contrastantes era vista não apenas como uma questão de paladar, mas também como um reflexo do equilíbrio energético proposto pela medicina tradicional chinesa. A costelinha agridoce é uma das expressões mais conhecidas desse princípio, unindo o doce, o salgado e o ácido de forma harmoniosa e marcante. Esta versão, adaptada com ingredientes acessíveis como saquê e limão, preserva a essência da receita tradicional chinesa conhecida como táng cù pái gú[1]. O preparo é simples, mas o resultado é rico em aroma, cor e sabor. É uma excelente escolha para quem deseja impressionar com um prato fácil de preparar e visualmente encantador.

Costelinha Agridoce

Categoria:  Prato Principal, petisco

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Internacional (China), sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos (marinada)

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 270 g): 510 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 limão (suco)
  • 3/4 de xícara de saquê
  • 1 colher (chá) de gengibre em pó
  • 1 colher (café) de açafrão em pó
  • 1 e 1/4 colher (chá) de sal
  • 700 g de costelinha suína
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 3 dentes de alho, picados
  • 1 cebola média, em julienne
  • 1/3 de pimentão verde, em julienne
  • 1/3 de pimentão amarelo, em julienne
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de mel
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de molho de soja
  • Água, o necessário
  • 5 a 6 ramos de salsinha, repicada

Modo de Preparo:

Em uma bowl coloque o suco de limão, o saquê, o gengibre, o açafrão e o sal. Misture e adicione as costelinhas. Deixe marinar por 30 minutos, virando de vez em quando. Após este tempo, leve as costelinhas ao fogo em uma panela com o óleo de gergelim e sele-as. Reserve o caldo da marinada.

Quando as costelinhas estiverem bem douradas, de todos os lados, retire-as e reserve. Na mesma panela que selou a carne, acrescente o alho, a cebola, os pimentões (verde e amarelo) e doure. Acrescente o mel, o molho de soja e misture. Adicione as costelinhas e o caldo da marinada reservado. Ferva por 2 minutos para evaporar o álcool do saquê. Complete com água até a metade da altura das costelinhas, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos. Vire as costelinhas e cozinhe por mais 20 minutos ou até ficar macia. Se necessário, vá completando com água até a metade da altura das costelinhas. Quando estiver bem macia, corrija o sal e salpique salsinha por cima.

Dicas:

Dicas de consumo:

Essa receita pode ser servida com:

  • Arroz branco soltinho ou arroz frito estilo chinês
  • Legumes no vapor com óleo de gergelim e gergelim tostado
  • Uma salada de acelga ou repolho com vinagre de arroz e gengibre, para trazer contraste e frescor

É uma excelente opção para jantares especiais com temática oriental, funcionando bem tanto como prato principal quanto em refeições compartilhadas ao estilo familiar.

Curiosidades:

  • O nome tradicional da receita em chinês é (táng cù pái gú), que significa literalmente “costela agridoce de porco”.
  • O vinagre tradicionalmente usado na China é o de arroz preto (Chinkiang), que oferece notas levemente defumadas. Nesta receita, o suco de limão cumpre essa função ácida de forma prática e acessível.
  • O equilíbrio entre sabores (doce, salgado, ácido, picante e amargo) é um dos pilares filosóficos e sensoriais da culinária chinesa, baseado na teoria dos cinco elementos[2] (wu xing).

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.



Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Estrogonofe de Filé Mignon é uma preparação clássica da culinária internacional que atravessou séculos e fronteiras até se consolidar como um dos pratos mais populares no Brasil. A origem mais difundida remete à Rússia do século XVIII, quando cozinheiros franceses a serviço da família Strogonov desenvolveram uma preparação à base de tiras de carne bovina salteadas, mostarda e creme azedo. Com o passar do tempo, a receita foi ganhando adaptações regionais e novos ingredientes.

Ao chegar ao Brasil, especialmente a partir das décadas de 1960 e 1970, o estrogonofe sofreu importantes transformações, incorporando molho de tomate, creme de leite abundante e acompanhamentos que se tornaram praticamente inseparáveis do prato, como arroz branco e batata palha. A versão brasileira possui textura mais cremosa, sabor mais suave e caráter mais reconfortante, tornando-se presença frequente em refeições familiares, buffets e ocasiões festivas.

Nesta receita, o filé mignon garante maciez e sabor delicado, enquanto os cogumelos e o conhaque acrescentam profundidade aromática e sofisticação à preparação.

Estrogonofe de Filé Mignon

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Rússia), sem glúten

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2400 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 565 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 kg de filé mignon
  • Sal, a gosto
  • Páprica picante, a gosto
  • 2 cebolas tamanho médio, em brunoise
  • 50 ml de óleo
  • 400 gramas de cogumelos Paris, laminado
  • 1 1/2 litros de creme de leite fresco
  • 1 lata de tomate pelado, repicado
  • 80 ml de conhaque
  • 1 maço de salsinha, picadinha

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon, retirando o cordão e eventuais excessos de gordura ou membranas. Corte a carne em iscas finas e tempere com sal e páprica picante a gosto. Reserve.

Aqueça uma panela larga e refogue a cebola no óleo até iniciar leve transparência. Acrescente o filé mignon e salteie rapidamente por aproximadamente 4 minutos, preservando a maciez da carne. Adicione os cogumelos laminados e cozinhe por mais alguns minutos. Acrescente o creme de leite fresco e o tomate pelado repicado, misturando bem. Cozinhe em fogo médio até atingir a cremosidade desejada. Flambe com o conhaque e finalize com a salsinha picada. Sirva ainda quente acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • O estrogonofe deve apresentar molho cremoso e envolvente, sem excesso de redução. O ponto ideal é quando o molho cobre delicadamente a carne.
  • Sirva acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha, combinação tradicional da adaptação brasileira.
  • Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com salsinha fresca picada no momento de servir.
  • O filé mignon pode ser substituído por alcatra, contrafilé ou peito de frango, respeitando os tempos de cocção de cada proteína.
  • Caso utilize creme de leite industrializado, evite fervura intensa para prevenir a separação da gordura. Nesse caso, o creme deve ser incorporado ao final da preparação.
  • Para versões sem lactose, podem ser utilizados creme vegetal à base de castanhas ou leite de aveia caseiro.
  • O leite de aveia pode ser preparado utilizando a proporção de 3 partes de água gelada para 1 parte de aveia em flocos. Após bater no liquidificador, coe em voal. O leite pode ser armazenado sob refrigeração por até 3 dias.
  • O resíduo da aveia pode ser reaproveitado em bolos, biscoitos e panquecas.

2. Curiosidades:

  • A origem mais conhecida do estrogonofe remete à Rússia do século XVIII, associado à família Strogonov, importante família aristocrática russa.
  • A receita original levava carne bovina, mostarda, caldo e creme azedo, sem molho de tomate.
  • O prato ganhou projeção internacional por influência da culinária francesa, especialmente devido aos cozinheiros franceses que trabalhavam na Rússia aristocrática.
  • Os cogumelos passaram a integrar muitas versões internacionais da receita após sua difusão pela Europa e Ásia.
  • No Brasil, o estrogonofe se popularizou fortemente entre as décadas de 1960 e 1970, tornando-se um dos pratos mais presentes em almoços familiares e buffets.
  • A combinação com arroz branco e batata palha é uma adaptação tipicamente brasileira e praticamente inexistente nas versões russas tradicionais.
  • Na Rússia, versões clássicas do prato costumam ser servidas acompanhadas de purê de batatas ou massas.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Músculo Cozido com Cambuci é um prato delicioso e aromático. O músculo é previamente marinado na cerveja com especiarias e cozido na pressão. A pimenta Cambuci é refogada com cebola e tomate e misturada ao músculo antes de servir. Pode ser servida como prato principal ou como petisco. Experimente!

Músculo Cozido com Cambuci

Categoria:  Prato Principal, comida de boteco

Especificação: Carnes, Carne vermelha, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 2 horas (marinada) + 35 minutos

Rendimento: 3 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 1 colher (café) de cravo em pó
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 cebola roxa grande
  • 1,3 quilos de músculo, cortado em pedaços grandes
  • 1 lata de cerveja
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • Água, o suficiente
  • 2 tomates maduros, cortados em rodelas
  • 8 pimentas Cambuci grandes sem sementes, picadas
  • 2 dentes de alho, picadinhos

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque o alho com o sal até formar uma pasta. Adicione a canela, o cravo e a manteiga e misture até obter uma pasta homogênea. Corte metade da cebola em fatias (corte julienne) e a outra metade picadinha (corte brunoise). Em uma tigela funda tempere a carne com a pasta preparada. Acrescente a cebola picadinha e misture bem. Cubra a carne com a cerveja e deixe marinar por 2 horas em geladeira.

Em uma panela de pressão aqueça metade do óleo e sele a carne. Adicione o caldo da marinada e deixe ferver. Acrescente água em quantidade necessária para cobrir a carne, tampe a panela e cozinhe por 25 a 30 minutos em fogo brando, após o início da pressão.

Em outra panela, acrescente a outra metade do óleo, o alho e a cebola fatiada. Doure. Adicione o tomate e a pimenta Cambuci. Deixe cozinhar até começar a se desfazer. Misture o refogado à carne cozida e sirva.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

4. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

6. Esta receita pode também ser preparada com outros cortes bovinos como fraldinha, acém, costela, entre outros.

7. Se preferir mais picante adicione pimenta dedo de moça junto com a Cambuci.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 kg – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 495 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela.

Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma preparação mista e composta classificada como prato principal, o porcionamento foi ajustado para 300 gramas por pessoa, conforme o padrão apresentado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

3. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedos, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal com guarnições

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 filé + 4 batatas duchésse + 4 aspargos + 50 g de molho): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 50 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 220 ml de creme de leite fresco
  • 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedos[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedos. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedos.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedos no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com 50 gramas de molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. O tournedos é um corte alto e espesso retirado da parte central do filé mignon. Tradicionalmente servido em preparações clássicas francesas, destaca-se pela maciez e pela cocção rápida, preservando suculência e elegância no prato.

2. Porcionamento: Esta receita foi porcionada como prato principal composto, considerando aproximadamente 1 tournedos de 150 g após cocção, 50 g de molho, 4 unidades de batata Duchésse e 4 aspargos por pessoa. Para entender melhor a composição equilibrada das porções, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

3. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

4. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Risoto é um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne. A receita é fácil e muito saborosa.

Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, legumes, Cozinha Internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos (fundo de legumes)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 70 gramas de abobora, em cubos pequenos
  • 30 ml de vinho branco seco
  • 80 gramas de arroz arbório
  • Uma pitada de sal
  • Fundo de legumes, o suficiente  
  • 15 gramas de funghi
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • 50 gramas de queijo tipo grana padano

Modo de Preparo:

Hidrate o funghi e reserve.

Em uma panela refogue a cebola e a abóbora no azeite, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos para que os sabores incorporem aos grãos. Tempere com uma pitada de sal. Deglace com vinho branco e deixe evaporar.

Vá acrescentando o fundo de legumes, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais fundo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento (al dente), adicione o funghi já hidratado.

Finalize incorporando a manteiga e mexendo delicadamente. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Ajuste o sal, se necessário e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. O fundo ou caldo utilizado para a cocção do arroz deve ser preparado, se possível, na hora e deve ser bem leve, pois o sabor vai concentrando à medida que evapora ao ser acrescentado ao risoto. Para não errar, opte por um fundo de legumes básico.

4. O fundo de legumes pode ser substituído por água durante a cocção.

5. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.

6. O risoto aceita, como ingredientes, qualquer tipo de alimento: carnes, peixes, aves, queijos, verduras, legumes e até frutas. Porém, devem ser acrescentados no momento certo, respeitando seus tempos de cozimento. Por exemplo, cogumelos crus podem ser adicionados no início do cozimento, enquanto folhas, como rúcula, devem entrar na finalização, para manter sua textura e sabor.

7. Para soltar o amido, é importante acrescentar fundo aos poucos e mexer o arroz durante todo o cozimento, dando ao risoto sua cremosidade característica. Porém, mexa delicadamente para não quebrar os grãos. O correto é mexer em movimentos circulares, de baixo para cima, delicadamente.

8. O ponto certo do risoto é quando os grãos estiverem cozidos, mas com o centro resistente à mordida. Ele deve ser macio, mas ainda firme. Uma dica boa é, durante o cozimento, de tempos em tempos, pegar um grãozinho de arroz, colocar sobre uma superfície dura e apertar o grão, espremendo-o. Se estiver branco por dentro, não está no ponto. Quando estiver transparente por dentro, está no ponto ideal.

9. A finalização do risoto é outra etapa importante. Acrescente a manteiga e misture delicadamente para depois entrar com o queijo escolhido para o seu risoto. Risotos leves, como o de peixes e frutos do mar, devem ser finalizados sem o queijo ou com um tipo de queijo bem leve. Na finalização também é o momento ideal para entrar com os ingredientes que devem ser servidos praticamente frescos, como por exemplo, as frutas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O arroz com furikake é uma preparação simples, nutritiva e muito popular no Japão. Tradicionalmente servido como acompanhamento ou até como uma pequena refeição, esse arroz branco recebe um toque especial com o furikake, uma mistura seca de condimentos à base de gergelim, alga nori, peixe bonito seco (katsuobushi), shoyu e óleo de gergelim. Originalmente criado no início do século XX como uma forma de suplementar a alimentação com cálcio e sabor, o furikake se tornou um dos temperos mais consumidos no Japão, aparecendo também em bentôs, onigiris e sopas. A receita aqui apresentada ensina como preparar um arroz bem cozido, aromatizado com louro e cebola, finalizado com furikake polvilhado por cima. E, para quem preferir, também trazemos uma versão caseira do tempero.

Arroz com Furikake

Categoria:   acompanhamento/guarnição

Especificação: Arroz, cereal, vegetais, cozinha internacional (japão), vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 25 minutos

Rendimento: 750 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 210 kcal

Arroz com Furikake. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola picadinha
  • 1 folha de louro
  • 1 xícara de arroz branco cru (agulhinha ou japonês)
  • 2 xícaras de água fervente
  • Furikake (comprado ou caseiro), a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo baixo. Acrescente a cebola e uma pitada de sal. Refogue até dourar levemente. Junte a folha de louro e o arroz. Misture bem para envolver todos os grãos no refogado. Adicione a água fervente e aumente o fogo para médio. Não mexa mais. Quando a água começar a secar e o arroz estiver quase no ponto, abaixe o fogo e tampe parcialmente a panela. Deixe o arroz cozinhar até que toda a água tenha sido absorvida. Desligue o fogo, tampe a panela completamente e deixe descansar por 5 minutos. Finalize polvilhando o furikake por cima, a gosto. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita rende aproximadamente 6 porções de 130 g, sendo classificada como acompanhamento/guarnição. O porcionamento foi definido com base no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo: Sirva como acompanhamento para pratos japoneses, como peixe grelhado, frango teriyaki ou tofu grelhado. Também pode ser usado para montar onigiris (bolinhos de arroz).

3. Curiosidades: O furikake surgiu no Japão no início do século XX, originalmente como um suplemento alimentar rico em cálcio, desenvolvido por um farmacêutico. Hoje, é consumido por crianças e adultos, com diversas variações regionais e comerciais, e considerado um símbolo da praticidade e sabor da culinária japonesa.

4. Dica extra – Furikake caseiro: Se preferir fazer o seu próprio furikake, aqui está uma versão simples e saborosa:

Ingredientes

  • 100 gramas de gergelim branco
  • 100 gramas de gergelim preto
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 envelope de tempero de peixe bonito seco (hondashi)
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 2 a 3 algas nori, cortadas em pedacinhos

Modo de Preparo

Em uma frigideira seca, torre o gergelim em fogo médio, mexendo sempre até dourar e estalar. Adicione o shoyu, o óleo de gergelim, o hondashi e a alga nori. Mexa rapidamente até que a mistura fique seca e bem envolvida. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 1 a 2 minutos, sem deixar queimar. Retire do fogo e espalhe em uma travessa para esfriar completamente. Armazene em pote hermético por até 3 semanas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.