O Molho Maionese é um molho frio, condimentado e emulsionado, preparado a partir da combinação de ovos, óleo vegetal e um elemento ácido, como vinagre ou suco de limão. Trata-se de uma emulsão clássica, ou seja, a união estável entre dois líquidos naturalmente imiscíveis. Para que essa emulsão se mantenha homogênea ao longo do tempo, é indispensável a presença de um agente emulsionante, função desempenhada principalmente pela gema do ovo e, em algumas variações, pela mostarda.

A origem da maionese é envolta em controvérsias históricas. A versão mais difundida atribui sua criação à França, em 1756, quando o cozinheiro do Duque de Richelieu teria improvisado um molho à base de ovos e azeite durante a ocupação do porto de Mahón, na ilha espanhola de Minorca, batizando-o de “mahonese” em referência à vitória militar. Já a versão espanhola defende que o molho já fazia parte da culinária local das Ilhas Baleares, sendo posteriormente apropriado e difundido pela cozinha francesa. Há ainda teorias que relacionam a maionese ao aioli, preparação ancestral de alho e óleo conhecida desde a Antiguidade e mencionada por Plínio, o Velho, no século I.

Imagem Adriana Tenchini

Independentemente de sua verdadeira origem, a maionese ganhou refinamento técnico na culinária francesa a partir do trabalho de Marie-Antoine Carême (1784–1833), que tornou o molho mais leve ao substituir o azeite por óleos de sabor neutro e utilizar apenas gemas, facilitando a emulsificação. No início do século XX, a maionese consolidou-se como produto industrializado com a fundação da Hellmann’s, em 1912, nos Estados Unidos, tornando-se um dos molhos mais difundidos da gastronomia mundial.

Versátil e amplamente utilizada, a maionese pode acompanhar sanduíches, saladas, vegetais, carnes frias, massas, tortas salgadas e diversas preparações contemporâneas.

Receita – Maionese Caseira

Categoria:  Couvert, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha Internacional (França e Espanha), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 360 gramas – 12 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 215 kcal

Maionese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • Óleo de soja, o suficiente para dar o ponto de creme (+ ou – 250 ml)
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Coloque os ovos e o suco de limão no copo do liquidificador. Bata em velocidade média e, sem interromper o funcionamento, despeje o óleo em fio, lentamente, até que a mistura emulsione e adquira textura cremosa. Desligue o liquidificador, transfira a maionese para um recipiente hermético, acrescente o sal e misture delicadamente. Leve à geladeira antes de servir.

Validade: até 5 dias sob refrigeração, em recipiente bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se a molho emulsionado ou condimentar, utilizado como acompanhamento ou base de preparações, conforme os critérios de composição do almoço e do jantar apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • Ideal para sanduíches, hambúrgueres artesanais e wraps.
  • Pode ser utilizada como base para molhos derivados, como maionese de ervas, de alho, de mostarda ou rosé.
  • Combina muito bem com saladas de batata, legumes cozidos, ovos e carnes frias.

2. Dicas técnicas:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente para facilitar a emulsificação.
  • Caso a maionese talhe, bata uma gema nova em outro recipiente e incorpore lentamente a maionese talhada.
  • Para um sabor mais neutro, prefira óleos refinados. Para versões mais intensas, parte do óleo pode ser substituída por azeite suave.

3. Curiosidades:

  • É um dos molhos-base mais utilizados para a criação de variações modernas e contemporâneas.
  • A maionese é considerada um dos principais exemplos clássicos de emulsão na gastronomia.
  • O nome “maionese” foi oficialmente consolidado na França apenas no século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Temperando e Condimentando

Conceitos e Teorias de Gastronomia

Receitas com Maionese

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Temperando

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O Papo de Anjo é uma das sobremesas portuguesas mais tradicionais, remanescente da doçaria conventual dos séculos XVII e XVIII. Nessa época, freiras e monges utilizavam grandes quantidades de gemas, aproveitando as claras que eram empregadas para engomar tecidos ou filtrar vinhos. Dessa combinação de técnica e criatividade surgiram vários doces icônicos, e o Papo de Anjo é um deles, conhecido pela textura delicada e pelo perfume característico da calda aromatizada.

Ao chegar ao Brasil, essa sobremesa encontrou espaço em regiões com forte herança luso-brasileira, especialmente no Sul e Sudeste, e em estados de tradição colonial, como Minas Gerais. Nessas localidades, a doçaria portuguesa foi preservada com carinho, fazendo com que o Papo de Anjo permanecesse presente em confeitarias, cozinhas familiares e mesas festivas. Ainda que não seja considerado um doce típico de uma região específica do país, ele integra o repertório tradicional brasileiro herdado de Portugal.

Papo de Anjo

Categoria: Café da manhã e lanches, Sobremesas

Especificação: Creme, sobremesa clássica, cozinha internacional (Portugal), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções (equivalente a aproximadamente 2 unidades por pessoa)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 540 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 gemas, peneiradas
  • Manteiga amolecida (para untar)
  • 250 gramas de açúcar refinado
  • 200 ml água
  • 1 fava de baunilha
  • 3 gotas de essência de amêndoas
  • 50 gramas de amêndoas laminadas

Modo de Preparo:

Bata as gemas na batedeira até ficarem claras, fofas e bem aumentadas de volume. Unte pequenas forminhas de empada com a manteiga e preencha-as com as gemas batidas, sem encher completamente. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 15 minutos, até firmarem levemente sem dourar.

Em uma panela, prepare uma calda rala com o açúcar e a água. Abra a fava de baunilha no sentido do comprimento, raspando as sementes para a panela. Acrescente também a essência de amêndoas.

Retire os papos de anjo do forno e mergulhe-os ainda mornos na calda perfumada. Deixe esfriar dentro da própria calda para absorver o sabor. Sirva com as amêndoas laminadas por cima.

Toques finais e sugestões

  • Ficam perfeitos servidos gelados, especialmente após refeições mais robustas.
  • Para uma finalização tradicional, deixe os papos de anjo escorrerem em uma peneira e passe cada unidade no açúcar refinado, criando uma camada fina e brilhante.
  • A essência de baunilha pode substituir a fava, caso seja a opção disponível.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Os Ovos Nevados, conhecidos em francês como Île Flottante, são uma sobremesa clássica da confeitaria francesa que remonta ao século XVIII. Seu nome faz referência direta ao visual do prato: porções leves de merengue cozido, que flutuam sobre um delicado creme inglês, lembrando pequenas “ilhas” repousando sobre um mar de baunilha.

Essa preparação faz parte do repertório tradicional das sobremesas europeias baseadas em ovos, muito apreciada nos salões e cafés franceses ao longo dos séculos, mantendo-se até hoje como um ícone da confeitaria clássica.

Ovos Nevados – Ilê Flotante

Categoria: Sobremesas

Especificação: Creme, Sobremesa gelada, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Clássica, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 taça de sobremesa – 200g): 268 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Para o creme inglês

  • 4 gemas, peneiradas
  • 3 colheres (sopa) açúcar refinado
  • 300 ml leite
  • 1 fava de baunilha

Para os merengues – ovos nevados

  • 2 claras
  • 1 pitada de cremor de tártaro
  • 115 gramas de açúcar refinado

Para o caramelo – decoraração

  • 150 gramas de açúcar refinado
  • 50 ml de água

Modo de Preparo:

Creme inglês

Em uma panela, misture as gemas, o açúcar, o leite e as sementes da fava de baunilha. Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente com um fouet, até obter um creme liso e levemente espesso, sem deixar ferver. Transfira para uma tigela e leve à geladeira para resfriar.

Merengue

Bata as claras em neve até atingir pico firme. Adicione o cremor de tártaro[1] e, em seguida, acrescente o açúcar aos poucos, batendo até obter um merengue brilhante e consistente. Com duas colheres, molde quenelles[2] de merengue. Cozinhe as porções em água fervente por 2 a 3 minutos, virando delicadamente para cozinhar por igual. Retire com cuidado e disponha sobre papel-toalha para escorrer.

Caramelo

Em uma panela pequena, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo sem mexer até atingir cor âmbar. Utilize imediatamente ou mantenha em banho-maria aquecido. Modele fios ou arabescos para decorar.

Montagem

Disponha o creme inglês gelado no fundo do prato ou taça. Coloque os merengues por cima. Finalize com o caramelo em fios ou arabescos.


Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva bem gelado para realçar a leveza do merengue.
  • A sobremesa pode ser montada minutos antes de servir para manter o contraste entre texturas.
  • Se quiser, aromatize o creme inglês com casca de limão-siciliano ou laranja.

2. Curiosidades:

  • A versão clássica utiliza baunilha natural, mas variações modernas incluem essência de baunilha, café, pistache e até caldas de frutas.
  • A Île Flottante aparece em diversos livros de culinária francesa desde o século XVIII, sendo considerada uma das sobremesas mais elegantes e refinadas da época.

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Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 180 g – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


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Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 unidades

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva os baos ainda quentes, como entrada ou lanche, acompanhados de molhos orientais (shoyu, hoisin, ou pimenta doce). Ficam ótimos com chá preto ou kombucha de gengibre. Podem ser guardados na geladeira por até 3 dias e reaquecidos no vapor.

2. Curiosidades: O bao é um dos alimentos mais simbólicos da cultura chinesa. Sua forma de trouxinha representa prosperidade e boa sorte. Em regiões como Taiwan e Hong Kong, existem variações como o gua bao (bao aberto em forma de sanduíche). Há também versões doces, recheadas com creme de feijão vermelho ou pasta de gergelim preto.


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A Esfirra é um salgadinho tradicional da culinária do Oriente Médio, com origem histórica que remonta às antigas civilizações da região. No Brasil, especialmente em cidades como São Paulo, a esfirra conquistou popularidade enorme e ganhou diversas adaptações no recheio e na forma.

Tradicionalmente, apresenta uma massa macia e leve, combinada com recheios variados. Os mais comuns são os de carne, queijo e vegetais. Essa receita traz a versão clássica de carne moída, temperada com especiarias típicas como pimenta síria e zaatar, resultando em um lanche saboroso, ideal para petiscos, lanches e até mesmo pequenas refeições.

Esfirra

Categoria: Café da manhã e Lanches, petiscos

Especificação: Pãozinho, Salgadinho, Cozinha internacional (Oriente Médio), Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 180 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 250 gramas de farinha de trigo
  • Gema de ovos, para pincelar

Recheio

  • 160 gramas de patinho, limpo e moído
  • 1 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 cebola média, em cubinhos
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 pitada de pimenta síria
  • 1 pitada de zaatar em pó

Modo de Preparo:

Aqueça o leite até ficar morno e misture com o óleo e a manteiga até derreter. Em uma tigela, dissolva o fermento e o açúcar na mistura morna. Acrescente o sal e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, sovando bem até obter uma massa macia e que não grude nas mãos. Modele bolinhas de 2 a 3 cm de diâmetro e disponha-as sobre a bancada. Cubra e deixe crescer até dobrar de tamanho (aproximadamente 40 minutos).

Para o recheio, misture a carne moída, o tomate, a cebola, o alho, o suco de limão, a pimenta síria e o zaatar. Misture tudo cru para que o recheio não solte líquido e umedeça a massa. Abra as bolinhas, recheie e modele no formato desejado. Pincele as esfirras com gema e leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até assar, sem deixar dourar demais (aproximadamente 20 minutos).

Obs.: Para esfirras abertas, faça pequenos discos, coloque o recheio no centro e deixe uma borda.

Esfirras abertas. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Para sovar a massa, dobre-a ao meio e empurre com a palma da mão, repetindo o processo por cerca de 10 minutos até ficar homogênea e elástica.

Para verificar se a massa cresceu, coloque uma bolinha em um copo com água; quando ela boiar, está pronta para ser modelada.

As esfirras podem ser servidas quentes ou em temperatura ambiente, acompanhadas de molhos à base de iogurte ou tahine.

Curiosidade: a esfirra é um salgadinho tradicional do Oriente Médio, muito popular no Brasil, especialmente em São Paulo, onde ganhou versões variadas e recheios diferentes.


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Tradicional da culinária indiana, o Bhaji de Cebola é um bolinho frito, leve e crocante por fora, macio por dentro e repleto de especiarias aromáticas. A combinação do cominho, açafrão, erva-doce, gengibre e noz-moscada confere à massa um sabor exótico e envolvente. Muito popular em mercados e ruas da Índia, esse petisco é ideal para servir como entrada em jantares temáticos, acompanhamento para pratos vegetarianos ou em lanches descontraídos com amigos. Além de saboroso, é naturalmente vegano e sem glúten.

Bhaji de Cebola

Categoria:  couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Petisco, salgadinho, bolinho salgado, cozinha internacional (Índia), vegano, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 gramas – 4 porções (16 unidades pequenas)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 4 unidades pequenas – 100 g): 190 kcal

Bhaji de Cebola. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de farinha de grão de bico
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de amido de milho
  • 1 pitada de cominho
  • 1 pitada de açafrão
  • 1 pitada de semente de erva-doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 pitada de pimenta caiena (opcional)
  • Noz moscada
  • Água, o suficiente
  • 3 cebolas média, cortadas em tiras
  • 2 ramos de coentro, picados
  • Sal, a gosto
  • Óleo, quantidade suficiente para fritar por imersão.

Modo de Preparo:

Corte a cebola em tiras finas, reserve. Em uma tigela, misture a farinha de grão de bico, o fermento, o amido de milho e todas as especiarias (cominho, açafrão, erva doce, gengibre, noz moscada e pimenta caiena, se for usar). Adicione a água aos poucos, mexendo sempre, até formar uma massa cremosa e espessa. Acrescente as cebolas fatiadas, o coentro picado e o sal. Misture bem até incorporar os ingredientes.

Aqueça o óleo em fogo médio e, com o auxílio de uma colher (sopa), modele pequenos bolinhos e coloque para fritar por imersão. Frite até que estejam dourados e crocantes por fora, virando-os conforme necessário. Retire com uma escumadeira e escorra sobre papel toalha. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:


1. Dicas de consumo

  • Sirva com chutney de coentro, molho de iogurte com limão ou geleia de pimenta.
  • Ideal para entradas em jantares com temática indiana ou como lanche em porções menores.

2. Variações

  • Substitua a farinha de grão de bico por farinha de trigo, caso não seja necessário manter a receita sem glúten.
  • Experimente adicionar legumes ralados como cenoura e abobrinha à massa, aumentando o valor nutritivo e a variedade de sabores.

3. Curiosidades

O termo bhaji é usado na Índia para designar diversos tipos de frituras feitas com vegetais. A versão de cebola é uma das mais populares e aparece com frequência em celebrações e festivais.


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O Crostini à Napolitana é um clássico da antipasti italiana, com origem tradicional na região da Campânia, especialmente em Nápoles, onde a combinação de pão crocante, tomate e muçarela é parte essencial da cultura gastronômica local. Muito consumido como aperitivo, lanche ou entrada, também é uma forma prática de aproveitar pães, valorizando ingredientes simples e de sabor marcante. A adição do aliche traz o toque salgado típico das receitas mediterrâneas. Fácil de preparar, versátil e cheio de sabor, esse crostini é ideal para receber amigos ou para iniciar uma refeição especial com identidade italiana.

Crostini à Napolitana

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Preparação derivado de pão, cozinha internacional (Itália)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 porções (10 unidades)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 148 kcal

Crostini à Napolitana. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão (italiano ou ciabatta) grandes
  • 150 gramas de muçarela de búfala fatiada
  • 2 unidades de tomate, sem pele e sem semente, em cubos
  • 4 filés de aliche (em conserva)
  • Azeite, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Unte uma assadeira com azeite e distribua as rodelas de pão. Sobre cada fatia, coloque uma porção de muçarela de búfala e os cubos de tomate. Disponha os filés de aliche por cima e tempere com orégano e pimenta do reino. Regue com um fio de azeite. Pré-aqueça o forno a 200°C por 15 minutos.

Leve os crostini ao forno por cerca de 8 minutos, ou até que o pão esteja crocante e o queijo derretido. Retire do forno e, se desejar, finalize com folhas frescas de manjericão antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Experimente utilizar tomates confitados ou tomates italianos bem maduros para realçar os sabores.
  • Consuma imediatamente para manter a textura crocante.
  • Pode ser servido como entrada ou como parte de uma tábua de petiscos.
  • Substituições: muçarela por burrata ou queijo prato; aliche por sardela para uma versão com pasta.
  • Para um sabor mais intenso, esfregue um dente de alho no pão antes de montar.

2. Curiosidade: O crostini, assim como a bruschetta, teve origem como forma de reaproveitar pão amanhecido. A diferença entre eles é que a bruschetta tradicionalmente leva o pão grelhado e esfregado com alho, enquanto o crostini costuma ser assado com os ingredientes já sobre o pão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Capeletti de Ossobuco é uma receita típica da região da Emília-Romanha, no Norte da Itália. Ossobuco vem do dialeto milanês e significa “osso com buraco”, em referência ao tutano que fica no centro do corte. O ossobuco é feito a partir da canela da perna traseira ou dianteira do boi. Na Itália, é um corte caro, assemelhando-se ao preço do filé mignon. Já no Brasil, o ossobuco é pouco usado, por isso pode-se encontrar ossobuco fresco, de excelente qualidade e preços baixos.

Capeletti de Ossobuco

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Massa recheada (Capeletti), Massa Curta, Cozinha Internacional (Itália),

Tempo de Preparo: 5 0 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de ossobuco
  • Um fio de azeite
  • 3 dentes de alho, em brunoise
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 1/4 de cenoura, em brunoise
  • 1/2 talo de salsão, em brunoise
  • 100 gramas de vinho branco seco
  • 2 tomates italiano, em jardiniére
  • 100 gramas de tomate pelado, repicado
  • Água, o suficiente
  • Sal, a gosto
  • 50 gramas de farinha de trigo comum
  • 50 gramas de farinha de trigo grano duro
  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • Folhas de manjericão a gosto
  • Orégano fresco a gosto
  • Sal a gosto
  • Pimenta calabresa a gosto
  • Queijo muçarela ralado a gosto

Modo de Preparo:

Doure o ossobuco em azeite, junte alho, cebola, cenoura e salsão e molhe com vinho. Quando reduzir, junte os tomates e cubra com água. Tempere e cozinhe na panela de pressão por 40 minutos.

Misture as farinhas com o ovo e a pitada de sal e sove até obter uma massa lisa e homogênea. Reserve por 30 minutos.

Retire as carnes, desfie-as e leve ao fogo com uma colher de sopa de farinha de trigo. Junte um pouco de água para unir as carnes. Deixe esfriar.

Abra a massa no cilindro, corte círculos e monte os capeletti recheando com a carne.

Coe o caldo do ossobuco, junte as ervas e pimenta calabresa e leve ao fogo para reduzir. Confira o tempero. Junte os capeletti ao molho e leve ao fogo até estarem cozidos. Sirva com muçarela ralada.

Dicas:

1. Capeletti – É um tipo de massa recheada originária da região de Emília-Romagna, no Norte da Itália. Seu nome vem da palavra italiana “capellos” que significa “pequeno chapéu”, devido ao formato da massa que se assemelha a um chapéu masculino medieval. O capeletti é uma evolução do Raviolli e, ao longo do tempo, a receita foi se adaptando às preferências locais. O Capeletti é produzido com uma massa fina de farinha de trigo e ovos que é recheada, cortada em quadrados e dobrados em diagonal para formar um triângulo, que é envolvido em torno do dedo até que os cantos opostos se sobreponham e possam ser pressionados juntos, adquirindo o seu formato característico. Pode-se utilizar como recheio, carnes, frango, frutos do mar, queijos, ricota, vegetais, espinafre, ovos, ervas, dentre outros. O cozimento pode ser em água e servir acompanhado com molhos leves como sugo, tomate, ervas, manteiga e sálvia, ou ainda, pode-se fazer o cozimento “in brodo”. Brodo é um caldo aromático e saboroso, feito com o cozimento lento de carnes (ou frango), legumes e temperos.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


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O Tartar de Salmão é uma variação de um clássico francês, o “steak tartare”. Atualmente o termo “tartar” se refere a qualquer tipo de proteína crua e finamente picada. Pode-se utilizar carne bovina, salmão, peixe branco, atum. Além da proteína, pode-se também usar legumes e/ou frutas picadas

Tartar de Salmão

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de Blandine Joannic por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de aparas de salmão
  • 1/4 de cebola picadinha
  • Azeite, a gosto
  • Folhas de tomilho, a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto
  • Uma pitada de aji-no-moto
  • Tarê, a gosto
  • Wasabi, a gosto

Modo de Preparo:

Corte em cubinhos as aparas do salmão. Tempere com a cebola, azeite, tomilho, pimenta do reino, sal e aji-no-moto.

Sirva acompanhado de Tarê e wasabi.


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O tataki é uma técnica tradicional da culinária japonesa usada para preparar carnes ou peixes. Em japonês, a palavra significa “golpeado” e se refere ao processo de selar a proteína rapidamente sobre uma superfície quente ou direto no fogo, deixando o exterior tostado e o interior cru. O resultado é uma textura macia e um sabor intenso. Nesta receita, o lombo de atum é selado com maçarico, cortado em fatias e servido com molho teriyaki. Se não tiver um maçarico, pode grelhar rapidamente em uma frigideira bem quente. É simples, elegante e cheio de sabor.

Tataki de Atum

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (125 g): 180 kcal

Tataki de Atum. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo de atum
  • Molho teriyaki, a gosto

Modo de Preparo:

Corte ou retire as aparas do atum para que ele fique em formato de bloco retangular. Com o maçarico, toste toda a superfície do lombo, até que fique dourado por fora e cru por dentro. Em seguida, corte o atum em fatias com cerca de um dedo de largura. Despeje o molho teriyaki em uma travessa ou prato e disponha as fatias de atum sobre ele. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Como prato principal, recomenda-se uma porção de aproximadamente 125 g de tataki de atum por pessoa, acompanhada de arroz, vegetais, saladas ou outras guarnições. Para mais informações sobre composição e equilíbrio das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Sirva com salada de folhas frescas, arroz gohan ou legumes grelhados. Pode ser usado como entrada sofisticada, petisco leve ou até como prato principal em uma refeição japonesa.

3. Curiosidades: O tataki surgiu na região de Tosa, no Japão, e tradicionalmente era feito com carne bovina ou peixe (como o bonito). O uso do maçarico é uma adaptação moderna que facilita o preparo doméstico.

4. Aproveitamento: As aparas retiradas do lombo podem ser aproveitadas em um tartar de atum, sushi ou saladas.


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O Salmão Black é um preparo tradicional da gastronomia japonesa contemporânea, baseado na marinada prolongada de lombo de salmão em uma combinação de molho de soja (shoyu), saquê e gengibre. O nome “black” remete à coloração intensa adquirida durante a marinada, que intensifica seu sabor umami e confere textura macia e aveludada à carne do peixe. Pode ser consumido cru, como base para sushis, sashimis, ceviches e tartares, ou grelhado e servido com acompanhamentos como arroz branco ou arroz negro, purês e vegetais salteados. Sua versatilidade e sabor marcante fazem dele uma excelente escolha tanto para entradas quanto para pratos principais ou petiscos refinados.

Salmão Black

Categoria:  Aromáticos, entrada, petisco

Especificação: Marinada, peixes, cozinha internacional (Japão), sem lactose

Tempo de Preparo: 24 horas

Rendimento: 600 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 gramas): 208 kcal

Sashimi de Salmão Black. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo/filé de salmão, sem pele e sem espinhas
  • 1 colher (sopa) de gengibre fresco, descascado e ralado
  • 3 colheres (sopa) de saquê culinário (mirim ou similar)
  • Molho de soja (shoyu), o suficiente para cobrir completamente o peixe

Modo de Preparo:

Utilize a porção central do filé de salmão, a parte mais espessa. Corte ou retire aparas para formar um bloco retangular uniforme. Reserve as aparas para outros usos. Em um recipiente de vidro ou cerâmica ou aço inoxidável (inox), misture o shoyu, o gengibre ralado e o saquê. Mergulhe o bloco de salmão na marinada, garantindo que fique totalmente submerso. Se necessário, adicione mais shoyu. Coloque um peso leve sobre o peixe para mantê-lo firme no fundo do recipiente. Tampe e leve à geladeira por 24 horas.

Após esse tempo, retire o filé da marinada. O Salmão Black está pronto para ser utilizado em preparações cruas ou grelhadas. A marinada, por ter estado em contato com o peixe cru, deve ser descartada ou fervida para ser transformada em molho, se desejado.

Salmão na marinada de shoyu. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Porcionamento: Quando servido como entrada, recomenda-se a porção média de 100 g por pessoa, quantidade que permite melhor percepção de sabor, textura e intensidade da marinada, mantendo equilíbrio no fluxo da refeição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

Dicas de consumo

  • Como entrada ou petisco, sirva em fatias finas com molho cítrico ou gengibre agridoce.
  • Como acompanhamento ou guarnição, harmoniza bem com arroz negro, legumes grelhados ou purês leves.
  • Como prato principal, pode ser grelhado rapidamente e servido com arroz japonês ou salada de pepino e gergelim.
  • As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações como o tartar de salmão.

Aproveitamento integral

As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações, como tartar de salmão, ceviche ou recheios de sushi.

Curiosidades

O Salmão Black é uma criação moderna que ganhou notoriedade principalmente em restaurantes japoneses no Brasil e nos Estados Unidos. A técnica de marinar o peixe em shoyu é inspirada no “zuke”, um método antigo japonês usado para conservar o peixe cru por mais tempo antes do uso em sushis.


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