Equipamentos

e Utensílios

Os Equipamentos são as máquinas e eletrodomésticos necessários para o preparo de alimentos de forma rápida e prática. Os Utensílios são os instrumentos de trabalho utilizados no pré-preparo e preparo dos alimentos, tais como facas, escumadeiras, panelas etc. A escolha dos equipamentos e utensílios corretos para a sua cozinha dependem de diversos fatores, tais como:  orçamento disponível, tipo de serviço, quantidade de funcionários, tamanho do estabelecimento, mão de obra qualificada, entre outros.

Sobre a disposição dos equipamentos em uma cozinha, CASTELLI (2003) afirma:

“Os equipamentos devem estar dispostos de tal forma, dentro do espaço da cozinha, que permitam o desenvolvimento do trabalho da maneira mais racional possível, oferecendo condições para maximizar a produtividade dos funcionários. Isso quer dizer que o movimento de cada empregado dever ser tão somente aquele necessário para executar o seu serviço”.

De acordo com o tipo de produção que a cozinha implantará, será necessária a aquisição de móveis, equipamentos e utensílios em quantidades e qualidades adequadas para os seus diversos setores, dos quais podemos classificar em:

  • Equipamentos para lavagem: máquinas;
  • Equipamentos para refrigeração: geladeiras, freezers;
  • Equipamentos para a preparação: máquinas;
  • Equipamentos para cocção: fogões e fornos;
  • Materiais para cocção: panelas;
  • Materiais para distribuição: travessas e bandejas;
  • Roupas e uniformes de cozinha;
  • Produtos e materiais de limpeza;
  • Ferramentas de cozinha;
  • Móveis;
  • Utensílios de uso geral.

OBSERVAÇÃO: Existem normas técnicas e legais para a instalação desses equipamentos que devem ser observadas. A criação do projeto (layout) de uma cozinha para restaurante deve estar em harmonia com o tamanho e a característica do estabelecimento, com os gêneros de serviços a serem adotados e com a quantidade e variedade de alimentos a serem oferecidos. Além disso, ao realizar um projeto de cozinha deve-se ter locais específicos para determinados setores:

• Pessoal

  • Sala do chefe de cozinha;
  • Vestuário, refeitório, sala para repouso e sanitário dos funcionários.

• Mercadorias

  • Recepção e controle das mercadorias;
  • Estocagem de mercadorias separadas por tipo de produto (estoque seco ou câmara fria);
  • Pré-preparo;
  • Cocção;
  • Distribuição.

• Lavagem

  • Lavagem dos utensílios da cozinha;
  • Lavagem do material do restaurante;
  • Lavagem do material de limpeza.

• Lixo

  • Estocagem do lixo.

Outro ponto importante para o perfeito funcionamento de uma cozinha é o controle do fluxo das mercadorias que vão da recepção – estocagem – pré-preparo – cocção – distribuição, ou seja, as mercadorias devem percorrer um caminho sequencial de acordo com o processo.  

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem de Robyn Wright por Pixabay.

EQUIPAMENTOS: Imagem de StockSnap por Pixabay

UTENSÍLIOS: imagem de timur saglambilek por Pexels


REFERÊNCIAS:

CASTELLI, Geraldo. Administração Hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.

GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

“Quando tiver uma alegria, procure saboreá-la como se fosse uma sobremesa deliciosa e, para isso, não tenha pressa.” Maria Salette de Assis Silva

Conjunto Urbano da Praça de Liberdade

Hoje vou falar mais um pouco da minha cidade natal, Belo Horizonte. Afinal, temos que valorizar e conhecer onde vivemos, não é mesmo! Hoje mostrarei os pontos turísticos e algumas curiosidades sobre o conjunto urbano da Praça da Liberdade, avenida João Pinheiro e entorno.

A praça da liberdade é um dos melhores passeios para quem visita BH. Foi construída na época da fundação da cidade e mistura vários estilos como: neoclássico (final do século 19), art-déco (década de 40), moderno (década de 50 e 60) e pós-moderno (década de 80). Feita para abrigar a sede do poder executivo mineiro. Em 2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e a transferência oficial da sede do governo para a região Norte de Belo Horizonte, foi criado o Circuito Liberdade, transformando os prédios históricos vazios em espaços para a arte, a cultura e a preservação do patrimônio.  

Praça da Liberdade. Foto: Adriana Tenchini
Fonte da Praça da Liberdade. Foto: Adriana Tenchini.
Palácio da Liberdade. Foto: Adriana Tenchini

O Palácio da Liberdade, inaugurado em 1898, foi projetado pelo arquiteto José de Magalhães. A construção reflete a influência do estilo francês na arquitetura da capital, com requintes de acabamento. A escadaria de ferro e estruturas metálicas foram importadas da Bélgica. Destacam-se os jardins em estilo rosal, de Paul Villon; o salão de banquete à Luís XV; as pinturas do Salão Nobre, uma homenagem às artes, e o grande painel de Antônio Parreira. Em 1969, durante a ditadura militar, foi cercado pelas grades de ferro. O Palácio e os jardins estão abertos para visitação nos fins de semana, com entrada gratuita. O agendamento deve ser feito no site www.sympla.com.br/appa [1].

Em 1961 foi inaugurada a biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. A construção é no estilo moderno que se pode observar pelas “ondas sinuosas” que formam o prédio matriz [1].

Nos anos 80, foi construído o Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães que abriga também o Centro de Apoio Turístico. Seu estilo é o pós-moderno e foi projetado por Éolo Maia e Sylvio de Podestá. Recebeu o apelido de “A Rainha da Sucata” devido à mistura de cores e materiais empregados na construção [1].

Museu das Minas e do Metal. Foto: Adriana Tenchini

O Museu das Minas e do Metal foi inaugurado em 22 de março de 2010 com projeto arquitetônico de Paulo Mendes da Rocha e museógrafo de Marcelo Dantas. O espaço tem a proposta de relevar a importância cotidiana e econômicas dos minérios e suas implicações culturais e sociais. São 18 salas em 3 pavimentos, sendo no 1ª e 2º o Museu das Minas e no 3º pavimento, o Museu do Metal [1].

Em 1954 foi construído o Edifício Niemeyer, projetado por Oscar Niemeyer e representando um marco definitivo da arquitetura moderna nacional. É um edifício residencial e possui 8 Andares. O curioso é que de fora se tem a impressão de que tem mais de 20. Arquitetura moderna com traços do iluminismo e as curvas remetem às montanhas de Minas Gerais [1].

Na Avenida João Pinheiro (antiga avenida da Liberdade) encontra-se o Museu Mineiro. O Museu foi inaugurado em 1982, abrigando inicialmente o Senado Mineiro. De 1910 até 1938 abrigou a Prefeitura Municipal e atualmente funciona como museu mineiro, cujo acervo é composto por coleções que retratam a cultura e História de Minas, com destaque para a coleção de Arte Sacra Colonial, Arquivo Público Mineiro [1].

Edifício Niemeyer. Foto: Adriana Tenchini
Antiga Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. Fonte http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br

Situada na Rua Sergipe está a Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, padroeira da cidade. A história dessa igreja se confunde com a da própria cidade, pois no local onde hoje se encontra a catedral havia uma pequena capela de pau-a-pique com característica tipicamente mineira. Conta a lenda que no começo do século XVII, quando Belo Horizonte ainda se chamava Curral D’el Rey, um português acompanhado por três escravos de confiança passava pelo local com dois burros que carregavam 15 arrobas (aproximadamente 200 kg) em barras de ouro, moedas e joias. Ao notar que estava sendo perseguido por ladrões, o português resolveu esconder a fortuna para escapar do bando.

Ele colocou as raridades num tacho de cobre e enterrou as preciosidades a 81 passos, em linha reta, contados a partir da entrada principal da capela, em direção ao pico mais alto, à vista da serra que deu o nome ao arraial. Ao notar que estava sendo perseguido por ladrões, o português resolveu esconder a fortuna para escapar do bando. Ele colocou as raridades num tacho de cobre e enterrou as preciosidades a 81 passos, em linha reta, contados a partir da entrada principal da capela, em direção ao pico mais alto, à vista da serra que deu o nome ao arraial. Ao perceber que não teria escapatória, o português escolheu um dos escravos para levar o mapa do tesouro para sua esposa em Caeté. De acordo com a lenda, o português e os dois escravos foram mortos e o tesouro continua até hoje no local onde atualmente se encontra a Catedral da Boa Viagem, mas calma, gente. Não vamos todos correr para uma caça ao tesouro. Isto é uma lenda. E se fosse verdade, com todo este tempo, alguém já teria encontrado, não é mesmo!

Voltando a história: O templo foi chamado de Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem devido ao trajeto que os portugueses realizaram para se estabelecerem na região. Nesse percurso de Portugal até às terras brasileiras os bandeirantes trouxeram a imagem de Nossa Senhora como forma de pedir a benção pelo caminho onde andariam; ao chegar à região resolveram homenagear a santa com um templo. A capela foi substituída pela catedral que teve suas obras terminadas em 1932. Atualmente, a igreja é uma das mais importantes da cidade e comporta até 400 pessoas. Com estilo neogótico a catedral é composta por grandes vitrais e o altar–mor é todo feito em mármore de Carrara. É maravilhosa, não deixem de visitá-la

Então, gostaram? Para quem não sabe ou não conhecia, nossa cidade tem muita história, cultura e passeios a ser realizado. Não se preocupem, ainda não acabou, nos próximos posts mostrarei mais um pouquinho de BH.


O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).



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A Autora


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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FONTES IMAGENS: Imagem Gabriel Luiz Ramos por Pexels

“Belo Horizonte é uma metrópole diferente, cercada por exuberantes paisagens da natureza, belíssimas cachoeiras e grutas. Com clima privilegiado e cercada pelas montanhas da Serra do Curral, Belo Horizonte tem despertado a atenção pelo potencial ecoturístico. A poucos quilômetros do centro existem diversos roteiros para inesquecíveis passeios ecológicos, com trilhas que escondem centenas de nascentes e riachos, cachoeiras e poços de águas cristalinas. Pequenos bares e restaurantes próximos às trilhas oferecem a típica comida mineira em fogão de lenha. Para quem gosta de adrenalina, a região é ideal para a prática de diversas modalidades de esportes de aventura. Belo Horizonte é ponto de partida também para passeios históricos. Nas cidades históricas, pode-se apreciar a riqueza da arquitetura e do barroco mineiro, que traduzem a história do estado e do país.” Fonte: Belotur.

Conjunto Urbanístico e Arquitetônico da Orla da Pampulha

Casa do baile. Foto: Adriana Tenchini

A Casa do Baile foi projetada por Oscar Niemeyer em 1940, inaugurado em 1943 e funcionou até 1948, como um famoso salão de dança de Belo Horizonte. A construção circular, que fica numa ilha artificial, possui uma pitoresca ponte de onze metros e chama a atenção pelas formas sinuosas das fachadas, que sugerem quase uma continuidade da Lagoa. Depois de uma reforma acompanhada pelo próprio Oscar Niemeyer, foi reinaugurado em 2002 com as mesmas características originais e abriga uma espécie de memorial voltado à arquitetura e ao design.

O Museu de Arte foi o primeiro projeto de Niemeyer na Pampulha. Funcionou como cassino, o primeiro da cidade, até ser fechado em 1946, devido à proibição do jogo no país. Passou a funcionar como museu em 1957, quando era conhecido como “Palácio de Cristal”. Suas instalações possuem biblioteca, loja de souvenires, café e salas de multimídia. O acervo do MAP é constituído de 900 obras.

Museu de Arte da Pampulha. Foto: Adriana Tenchini
Igreja de São Francisco de Assis. Foto: Adriana Tenchini

A Igreja de São Francisco de Assis mais conhecida como “igrejinha da Pampulha” foi inaugurada em 1943. Obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, que desenvolveu um belo jogo de curvas e contracurvas, remetendo à arte mineira colonial e às montanhas de Minas. Painéis internos e externos de Cândido Portinari, considerada a sua obra mais significativa. Os jardins são assinados por Burle Marx.

Relata-se na história um “caso” curioso sobre a igrejinha: Do lado externo existe um painel que retrata São Francisco de Assis e um lobo; no lado interno, um cachorro. Segundo Portinari, tais painéis contam a história de uma vila, da qual seus moradores vieram a São Francisco reclamar de um lobo que constantemente atacava a região e matava as criações dos habitantes. São Francisco, por sua vez, foi à procura do lobo e, ao encontrá-lo, o domesticou. Era, então, como se o lobo tivesse se transformado em um cachorrinho.

Painel Externo da Igreja São Francisco. Foto: Adriana Tenchini.

O painel interno causou extrema confusão na comunidade da época, pois, ao invés de conter imagens sacras no altar, continha a imagem do cachorro. Mas, apesar das críticas, a igreja foi inaugurada, e, na celebração da sua primeira missa, aparece no local um cachorro. Não se sabe como nem de onde, mas este ficou durante todo o tempo da missa dentro da igreja, apesar das tentativas em vão de o expulsarem. A partir desse fato, a população passou a aceitar os painéis.

Na Pampulha ainda temos:

• Fundação Zoobotânica, projetada por Niemeyer e que mais de 1100 animais e vegetação nativa de cerrado.

• Mineirão – inaugurado em 1965, segundo maior estádio coberto do mundo, ajudou a levar o futebol mineiro para lugar de destaque e dotou o público de um espaço adequado para assistir a grandes espetáculos do futebol profissional, além de grandes shows. 

• Mineirinho – inaugurado em 1980. É um ginásio poliesportivo coberto, com capacidade para 25 mil pessoas, onde ocorre além de esportes, shows, eventos e feira.

Estes são alguns dos lugares exuberantes e interessantes para se conhecer em Beagá. Em breve postarei outros.


O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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FONTES IMAGENS: Imagem de Aglaia Oliveira por Pixabay

“As coisas têm vida própria. Tudo é questão de despertar a sua alma.” (Gabriel García Márquez)

Quem sou eu. Uma trajetória de vida.

Tem momentos em que fico pensando e me sinto como um homem renascentista. Afinal, tenho interesses múltiplos, como já devem ter visto nas páginas A Gastrônoma, A Autora e A Terapeuta. Não me contento apenas com um campo de aprendizagem: quero saber sempre mais. É claro que não chego nem aos pés de um Leonardo da Vinci [risos].

Como vocês viram, tenho quatro graduações superiores (Gestão em Eventos, Publicidade e Propaganda, Gastronomia e Cozinha Contemporânea) e duas pós-graduações (Gestão da Qualidade em Gastronomia e MBA em Administração Estratégica). Meus amigos sempre me caçoavam, perguntando se eu não iria parar. Eu respondia que não. Enquanto estiver viva e capacitada, estarei estudando. É essa incessante sede de aprendizagem que nos mantém vivos.

Além dos cursos de graduação e pós, fiz, ao longo da vida, diversos minicursos. Datilografia e telex [risos], esses foram há muito tempo, na adolescência. Quando começaram a surgir os computadores [novos risos], fiz um curso de digitação, basic, cobol e pascal. Para aqueles que não sabem o que significam essas palavras, eu explico: são programas de computador. Naquela época, tínhamos que programar cada ação que realizaríamos.

Quando o mundo entrou na era da informática, fiz os cursos básicos (Word, Excel, Power Point, Access) e avançados: Design (Tratamento de Imagem com Photoshop, Ilustração com Corel Draw, Diagramação com In Design, Artes Gráficas e Projetos de Design Gráfico) e Web Design (Animação com Flash, Criação com Fireworks, Programação com Dreamweaver, Projetos de Web Sites e Lógica de Programação). A inclusão nesta maravilha tecnológica me impulsionou a fazer o curso de Publicidade e Propaganda.

No campo da Gastronomia, fiz dezenas de minicursos de culinária, e não tem como citar todos aqui [risos]. Já na área de Eventos, cursei no SENAC: Planejamento de Eventos Sociais, Cerimonial e Protocolo em Eventos Empresariais e Planejamento e Organização de Serviço de Buffet.

A parte literária começou muito cedo, também no período da adolescência, quando eu escrevia um diário e alguns poemas que vocês podem conferir na página “Poesias”. Como viram na página “A Autora”, a compilação de escritos didáticos era uma forma que eu tinha para estudar e, com o tempo, se tornou um hábito.

No período da faculdade, organizei meus estudos e criei o livro Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática. Na época, tentei publicá-lo, porém, sem sucesso. Eu explico melhor sobre ele na página “Livros Didáticos”. Atualmente este livro está sendo vendido na Amazon. Escrever um livro didático é fácil: basta pesquisar em diversos livros de autores diferentes e compilar todas as informações em um texto. Porém, escrever um romance, eu nunca imaginei. Tudo aconteceu repentinamente.

Na página “Romance Mediúnico”, relato como aconteceu o desenvolvimento da escrita do meu primeiro livro “Amor Além do Tempo”. Após a publicação deste livro, já comecei a escrever outro psicografado: “Morte da Ilusão”. Estou amando as partes da história que já recebi da espiritualidade mas, como gosto de perfeição, estou estudando a história da Inglaterra e da Irlanda, além da mitologia celta irlandesa.

No campo da Terapia Holística, esta chegou meio que “por acaso[1]” (explicação na página A Terapeuta), e logo me encantei com a área, fazendo também alguns cursos: Reiki 1, Reiki 2, Reiki 3 e Tarô Mitológico. Os cursos que fiz uso em meu benefício e também para atender gratuitamente, através do centro espírita que frequento ou quando amigos me solicitam. Não sei se algum dia usarei esses conhecimentos profissionalmente. De qualquer forma, pretendo ainda fazer vários outros cursos nesta área.

Vocês acham que acabou? Ah, ainda não. Nos tempos de faculdade, quando cursava publicidade, participei de um blog com colegas de turma: A Hora do Recreio. Nele, eu postava sobre turismo e eventos, além de ser uma das fotógrafas da equipe, outro grande fascínio que tenho: Fotografia. Adoro tirar fotos de tudo e de todos, principalmente em viagens. Estes são mais dois grandes hobbies: viajar e fotografar. Além, é claro, dos que vocês já conhecem: escrever e cozinhar.

Ao escrever este post, pensei em incluir no meu site uma página sobre o assunto: “Viagens e Passeios”. Quem não gosta de viajar e conhecer lugares novos? Acho que todos amam isso. Assim, começarei as postagens utilizando meus textos escritos na época do blog A Hora do Recreio e, com o tempo, gerarei novos textos sobre viagens que fiz. Espero viajar muito ainda para ter o que contar a todos vocês [risos].

Ah! Lembrei de outra coisa aqui. Quando eu era adolescente, também desenhava. Comecei com uns desenhos tímidos, bobos, e devagarzinho fui aprimorando. Será que ainda sei desenhar? Isso é uma incógnita. Um dia tentarei novamente. Vou colocar ao lado um dos meus desenhos favoritos. E, quem sabe, futuramente eu poste mais [risos].

Além de tudo o que escrevi aqui, ainda tem meu lado família, dona de casa, amiga e mãe. Essa é a parte que mais me emociona, pois a família e os amigos são a base para o grande aprendizado em que todos nós estamos matriculados: a Escola da Vida.

FRAGMENTOS

Textos sobre os mais variados assuntos.

VIAGENS E PASSEIOS

Textos e fotos de lugares para se divertir, passear e viajar, incluindo alguns relatos curiosos e/ou históricos


[1] Acasos não existem. Tudo é traçado milimetricamente por Deus.


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FONTES IMAGENS: Pixabay

“A Idade Antiga ou Antiguidade é o período da história que segue a Pré-história. Vai desde o ano 4000 antes de Cristo, ano que marca a invenção da escrita, até o século V depois de Cristo, quando ocorreu a queda do Império Romano do Ocidente. É nesse período da história que Cristo nasceu, marcando o ano zero.” (LEAL, 1998, p.21)

“Por muitos séculos, o pão foi o alimento sólido, de base, em todas as classes sociais da civilização ocidental.” (SENAC, 1998)

Durante a Idade Antiga, diversas civilizações moldaram profundamente a alimentação humana e a gastronomia mundial, criando fundamentos que ainda hoje ecoam em diferentes culturas culinárias. Nesse período, os hábitos alimentares herdados da Pré-História passaram a ser praticados com maior estruturação e refinamento, tanto no preparo dos alimentos quanto nas formas de servir e receber. Surgiram os banquetes suntuosos, as cozinhas palacianas e os profissionais especializados, o que elevou socialmente os cozinheiros.

A agricultura já havia sido consolidada, e os cereais tornaram-se base alimentar em distintas regiões. Trigo, milho, cevada e arroz foram os principais grãos cultivados pelos povos antigos. Os gregos e romanos, por exemplo, disseminaram o cultivo do trigo por toda a Europa, onde ele era associado às classes mais abastadas, enquanto a cevada era destinada à plebe e aos escravizados. O arroz, cuja origem é disputada entre a China e a Índia, já era considerado planta sagrada pelo imperador chinês por volta de 2800 a.C. Com o tempo, espalhou-se por diferentes territórios e, atualmente, alimenta cerca de metade da população mundial.

O pão, símbolo universal de sustento, passou a ser preparado há mais de dois mil anos, provavelmente pelos egípcios, que também desenvolveram uma verdadeira arte da panificação, criando pães em múltiplos formatos. Nesse mesmo período, os hebreus, ao fugirem do Egito e vagarem pelo deserto, passaram a preparar o pão ázimo, sem fermento, por não terem tempo de esperar a fermentação. O fermento passou então a simbolizar, em certos contextos religiosos, a corrupção e a deterioração, e o pão ázimo permanece até hoje como um importante alimento ritual nas festividades judaicas. Por muitos séculos, o pão foi o alimento sólido básico para todas as classes sociais da civilização ocidental, sendo consumido de forma cotidiana, enquanto a carne, cara e escassa, permanecia reservada para ocasiões festivas[1].

Conforme na post PRIMÓRDIOS, as primeiras aldeias surgiram por volta de 7000 a 6000 a.C., mas foi apenas cerca de 3500 a.C., na região do Crescente Fértil, que as primeiras cidades se formaram, marcando o início de uma nova organização social, política e alimentar. Foi nesse contexto urbano, complexo e hierarquizado, que a mesa começou a refletir não apenas os sabores, mas também o poder, os valores e a identidade de cada povo.

Culinária do Vale do Indo

Mergulhe nos sabores milenares da civilização do Vale do Indo, onde o uso de grãos, frutas, especiarias e técnicas de conservação já revelava uma cozinha surpreendentemente sofisticada para a época.

Sabores do Egito Antigo

A mesa dos faraós nos convida a explorar uma culinária marcada por pães, cervejas, legumes e frutos do Nilo, revelando os hábitos alimentares de uma das civilizações mais emblemáticas da história.

Mesa Mesopotâmica

Descubra a riqueza gastronômica da Mesopotâmia, berço de muitas invenções, onde carnes, cereais, tâmaras e especiarias se uniam em pratos cheios de simbolismo e sabor.

Gastronomia da China Antiga

A China Antiga oferece uma herança culinária baseada no equilíbrio dos sabores e na sabedoria dos elementos, com arroz, soja, chás e condimentos marcando presença à mesa.

Civilização Japonesa

Delicadeza, respeito à sazonalidade e pureza dos ingredientes definem a tradição alimentar japonesa desde os seus primórdios, refletindo valores espirituais e harmonia com a natureza.

Costumes à Mesa dos Hebreus

Com forte ligação à religiosidade e aos ciclos da vida, a alimentação dos hebreus era baseada em regras alimentares precisas, com ingredientes simples, mas carregados de significado.

Sabores dos Fenícios

Navegadores e comerciantes por excelência, os fenícios levaram e trouxeram ingredientes e sabores, criando uma cozinha marcada pela diversidade mediterrânea e pelo uso generoso de ervas e azeites.

Culinária dos Hititas

Na antiga Anatólia, os hititas cultivavam uma culinária que unia práticas agrícolas com o consumo ritualizado de alimentos, valorizando o pão, o vinho e os produtos da terra.

Mesa do Império Persa

A opulência do Império Persa se refletia em suas mesas: banquetes fartos, uso refinado de especiarias, frutas secas e uma celebração constante do paladar e da fartura.

Alimentos na Grécia Antiga

Entre deuses e filósofos, a comida na Grécia Antiga era tanto necessidade quanto prazer, com azeites, queijos, vinhos e debates à mesa que nutriam corpo e espírito.

Culinária Romana

Da simplicidade camponesa aos banquetes imperiais, a gastronomia romana refletia a expansão do império, incorporando ingredientes, técnicas e sabores de todo o mundo conhecido.

Saberes Ancestrais

Antes da chegada dos europeus, as civilizações pré-colombianas já dominavam ingredientes como milho, batata, cacau e pimentas, formando culturas alimentares profundamente conectadas à terra.

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias

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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

O Mercado

Gastronômico

“A cozinha do autor é colocar sua personalidade no que você faz e esse sentimento torna algo diferente.” Ferran Adriá

A evolução da gastronomia, conforme visto no texto A História nos Define, iniciou-se lentamente e foi ganhando seu espaço no mercado aos poucos. Porém, nos últimos 30 anos, o setor gastronômico cresceu vertiginosamente adquirindo notoriedade e ganhando mais adeptos a cada dia. Com essa projeção, os cuidados com os alimentos precisaram ser redobrados e o mercado, buscando um melhor entendimento dos alimentos e suas características, viu crescer a cozinha contemporânea. Atualmente, a gastronomia combina tradição e modernidade com alta tecnologia utilizada nas preparações. Novos conceitos e técnicas surgiram, como: cozinha molecular, processo criativo, paladar mental, sentidos na gastronomia, o gene do alimento e tantos outros que geraram mudanças
de pensamentos, de filosofias:

  • Todos os sentidos devem ser estimulados – quanto mais puder organizar os diferentes estímulos sensoriais em um prato, mais satisfação poderá dar ao seu comensal.
  • O processo criativo em gastronomia precisa ser entendido e serve como referência principal da cozinha de autor praticada pelos cozinheiros atuais.
  • Arte e design dos pratos bem elaboradas – o comensal começa a comer com os olhos. Prato sujo, mal organizado, inibe a vontade de comer e pode trazer memórias ruins com a comida.
  • O equilíbrio estético é esperado e desejado – respeitar as proporções e porções dos alimentos. O prato deve ser equilibrado nas texturas, cores, temperaturas, sabores e formas.
  • As novas tecnologias ganham espaço na gastronomia atual substituindo os equipamentos arcaicos.
  • O cozinheiro atual deve conhecer e avaliar as novas formas de se relacionar com a comida, fazendo com que o ato de comer seja impregnado de prazer, emoção, estimulação e satisfação.
  • Novas maneiras de apresentar os ingredientes em estado natural, reconstruídos ou descontruídos abrem espaço para novas tendências.

Podemos destacar ainda uma tendência que está em crescimento, a gastronomia sustentável. Vemos diversas campanhas voltadas para os cuidados ambientais e como o mercado gira em torno das demandas da sociedade, a gastronomia também se adequa e cada dia mais, os chefes estão voltando às origens, valorizando os pequenos produtores e produtos locais, bem como, uma maior utilização de produtos orgânicos. Além desta preocupação, buscam também um maior aproveitamento dos alimentos, evitando o desperdício, o que reduz os custos e ajuda na preservação do meio ambiente. Desta forma, a tendência é focar em produções sem muita manipulação, cocção ou transformações. Para se obter este resultado, é necessário ter muito conhecimento dos alimentos e das técnicas culinárias. Com todo este contexto, atualmente a gastronomia deve estar aliada a vários segmentos como nutrição, engenharia de alimentos, administração, ciência de alimentos, marketing, entre outros.

A popularização da gastronomia fez aumentar a sua visibilidade, o que implica em comensais com um maior conhecimento sobre os alimentos e que esperam encontrar novas experiências gastronômicas sem esquecer de se alimentar com qualidade. Neste sentido, com todas essas mudanças filosóficas e comportamentais e, atendendo a demandas cada vez mais diferenciadas, surgem novos movimentos gastronômicos na sociedade contemporânea:

Fast Food

Significa “comida rápida”. É a alimentação direcionada para as pessoas que não dispõem de muito tempo para fazer a suas refeições. Para obter agilidade no preparo destes alimentos é instituído a padronização e mecanização dos processos.

Cozinha Autoral

É a criatividade e criação de cada cozinheiro na montagem de novos sabores e harmonizações.

Fusion Food

A cozinha fusão atende aos movimentos globais de informações instantâneas e de trocas realizadas no mundo. Técnicas e ingredientes de diferentes partes do mundo se misturam.

Gastronomia Molecular

Abre espaço dentro das cozinhas modernas para que os mestres em química possam realizar suas alquimias, normatizando releituras de pratos clássicos, que surpreendentemente são provados e absorvidos em segundos – esferificados ou espumados.

Caviar de Maracujá

Foi desenvolvido pela gastronomia molecular, uma das tendências gastronômicas contemporânea. Mas, a receita também se encaixa em outras tendências, o vegetarianismo e o veganismo. Quer aprender como se faz?

Minimalismo

Oferece diferentes mini porções ao comensal, que passa a ter crítica e sensibilidade.

Imagem de Micha por Pixabay

Finger Food

“Comer com os dedos”. São comidinhas gostosas, bonitas e pequenas que o comensal consegue comer somente com a ponta dos dedos.

Antropoentomogafia

Consiste no consumo humano de insetos como fonte alimentar. É atualmente tanto bem aceita como rejeitada, dependendo da região do planeta.

Slow Food

Valorização dos produtos locais e das atividades como reciclagem, sustentabilidade e biossistema. É a cozinha responsável que luta contra a escassez dos recursos naturais.

Imagem de Adriano Gadini por Pixabay

Cozinha do Terroir

Retorno à culinária tradicional, aos sabores esquecidos dos produtos da terra, mais rusticidade. Observar a origem e recriá-la em seu estilo de cozinha.

Regionalismo

A gastronomia regional busca valorizar a culinária local, os ingredientes, a forma como são cultivados e consumidos, bem como os produtores locais.

Vegetarianismo

Regime alimentar no qual não se consome carne provinda de qualquer ser vivo ou de produtos oriundo deles, como ovos, leite e seus derivados. Porém, este hábito alimentar se apresenta de formas diferentes entre seus adeptos: ovolactovegetariano (consome ovos, leite e derivados), lactovegetariano (consome leite e derivados), ovovegetariano (consome ovos), vegetariano estrito (consome somente alimentos de origem vegetais.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Humm. Que tal um delicioso petisco vegetariano / vegano.

Veganismo

Envolve uma filosofia de vida onde não se consome nenhum produto em que os animais tenham sido sacrificados ou tido algum tipo de sofrimento, como acessórios de couro, produtos de higiene pessoal, entre outros.

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Estas novas tendências e conceitos contemporâneos serão detalhados em publicações futuras.

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem de Free-Photos por Pixabay


REFERÊNCIAS:

ARAÚJO, W. M. C. Alquimia dos alimentos. Brasília: Senac, 2007.

BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o Sabor: tecnologias para a elaboração de cardápios. São Paulo: Senac, 2008.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ. Núcleo de Educação a Distância; VASMON; Letícia Petryzyn Pereira. Atuação do Profissional em Gastronomia. 2016. 132 p. Apostila – Graduação em Gastronomia – EaD – Centro Universitário de Maringá – PR.

Chef Profissional/ Instituto Americano de Culinária; tradução de Renata Lucia Bottini e Márcia Leme –9ª ed. – São Paulo, SP: Editora SENAC, 2017, 3270 páginas.

MCGEE, Harold. Comida e Cozinha: ciência e cultura da culinária. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.

SEGNIT, Niki. Dicionário de Sabores: receitas e ideias para uma cozinha criativa. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2014.

Introdução à

Gastronomia

“Os melhores pratos são muito simples.” Auguste Escoffier

Como visto nos posts anteriores A História nos Define, durante toda a história ocorreu a construção de diferentes relações do homem com a sua cultura alimentar. De acordo com os hábitos adquiridos, a produção dos insumos e a capacidade de transformação destes insumos brutos da natureza em energia vital, a gastronomia se desenvolveu e se modificou. Atualmente, a gastronomia contemporânea tem como principal objetivo ir além dos aspectos nutricionais e energéticos da alimentação, oferecendo também afeto, satisfação, prazer.

Neste contexto, qual é a diferença entre alimentação, culinária e gastronomia?

Alimentação

Alimentação é a satisfação de uma necessidade fisiológica.

Culinária

É a arte de cozinhar, ou seja, é a maneira que os alimentos são preparados. Envolvem aspectos culturais e religiosos. Variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios. Cada país e região tem a sua culinária própria que depende, não só da mistura de culturas, mas principalmente dos ingredientes disponíveis. Além disso, a globalização fez com que as técnicas e tradições culinárias se mudassem de continente para continente, levando receitas, ingredientes e utensílios e fazendo com que os hábitos alimentares, e logo culinários, fossem evoluindo até às culinárias regionais que existem no mundo.

Gastronomia

Imagem de kyle roxas por Pexels

A gastronomia permite exaltar a função de se alimentar, convertendo o ato de comer em um prazer para os sentidos e o intelecto. O gozar gastronômico consiste em saber apreciar todos os atrativos que oferece uma boa mesa, cujos ingredientes principais devem ser os alimentos que servimos. É a arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer para quem come. É o ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e em geral todos os aspectos culturais a ela associados. A decoração do restaurante, o garçom, as cadeiras, tudo faz parte da gastronomia. A gastronomia possui também um significado simbólico, onde o ato de comer e cozinhar com outras pessoas são um sinal de companheirismo, solidariedade e fraternidade entre os homens. Existem aqueles que utilizando seu profissionalismo e os meios que dispõem, adicionando uma boa dose de amor pelo que faz, transformam alimentação em gastronomia.

A linha que separa os profissionais dos amadores não é muito clara, afinal todos podem cozinhar. Somente com estudo, conhecimento, pesquisa e maturidade é que os profissionais desenvolvem seus diferentes estilos únicos de cozinha, alcançando as demandas sempre mutáveis e fidelizando seus clientes. E quais são as demandas atuais? Quais as novas tendências gastronômicas? O que define essas tendências e quando elas se realizam? Qual é a definição do termo tendência em gastronomia?

A gastronomia permite exaltar a função de se alimentar, convertendo o ato de comer em um prazer para os sentidos e o intelecto. O gozar gastronômico consiste em saber apreciar todos os atrativos que oferece uma boa mesa, cujos ingredientes principais devem ser os alimentos que servimos. É a arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer para quem come. É o ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e em geral todos os aspectos culturais a ela associados. A decoração do restaurante, o garçom, as cadeiras, tudo faz parte da gastronomia. A gastronomia possui também um significado simbólico, onde o ato de comer e cozinhar com outras pessoas são um sinal de companheirismo, solidariedade e fraternidade entre os homens. Existem aqueles que utilizando seu profissionalismo e os meios que dispõem, adicionando uma boa dose de amor pelo que faz, transformam alimentação em gastronomia.

A linha que separa os profissionais dos amadores não é muito clara, afinal todos podem cozinhar. Somente com estudo, conhecimento, pesquisa e maturidade é que os profissionais desenvolvem seus diferentes estilos únicos de cozinha, alcançando as demandas sempre mutáveis e fidelizando seus clientes. E quais são as demandas atuais? Quais as novas tendências gastronômicas? O que define essas tendências e quando elas se realizam? Qual é a definição do termo tendência em gastronomia?

Através dos anseios dos comensais atuais, a gastronomia cria um legado de características e movimentos de maneira a atender às demandas atuais e futuras. Tendência gastronômica é todo movimento criativo e inovador que reflete os anseios da sociedade e seus desejos de mudança relacionadas ao futuro da gastronomia.
Nos posts futuros, mostrarei um pouco sobre o universo profissional da gastronomia. Quais são os valores de um profissional, como é uma brigada de cozinha, entre outros. Descreverei também algumas tendências da cozinha contemporânea, bem como, conceitos e definições pertinentes a ela.
O profissional de gastronomia deve ter o conhecimento necessário para agir de forma adequada ao momento que a cozinha se estabelece e, para isso, é necessário conhecer bem as fundamentações da gastronomia, pesquisar muito os ingredientes e ter a capacidade para criar seu próprio estilo.
Para criar seu estilo pessoal, o profissional precisa primeiro eleger qual o tipo de cozinha que mais se adapta a seu gosto e personalidade. O profissional deve também entender que a gastronomia vai além de estilos e técnicas, ela envolve paixão e atenção aos conhecimentos culinários do cozinheiro para dar satisfação às pessoas. E a busca pelo conhecimento não deve parar nunca, sempre aprimorando e melhorando suas técnicas através de pesquisas, leituras, experimentos e muita “mão na massa” …

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


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CAPA: Imagem de 昕 沈 por Pixabay


REFERÊNCIAS:

SENAC, DN. A história da gastronomia / Maria Leonor de Macedo Soares Leal. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 1998. 144p. il.

GISSLEN, Wayne. [tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

“A história da alimentação abrange, mais do que a história dos alimentos, de sua produção, distribuição, preparo e consumo. O que se come é tão importante quanto: quando se come, onde se come, como se come e com quem se come.” […] (CARNEIRO, 2003, p.2)

Antes dos fogões, panelas e receitas, havia a sobrevivência. A alimentação na Pré-História era guiada pela necessidade, pela natureza e pela adaptação ao meio. Neste capítulo, voltamos às cavernas, aos primeiros instrumentos de caça, à descoberta do fogo e ao surgimento da agricultura. Um mergulho na origem dos sabores e técnicas que, mesmo rudimentares, já davam os primeiros contornos da nossa cultura alimentar.

A Pré-História corresponde a cerca de 95% de toda a trajetória da humanidade, sendo um extenso período anterior ao surgimento da escrita, também conhecido como a época dos “homens das cavernas”. Trata-se de culturas pré-literárias, das quais restaram principalmente vestígios materiais. Segundo cientistas, os primeiros mamíferos semelhantes ao homem passaram a caminhar sobre dois pés – em vez de quatro apoios – há aproximadamente 3 milhões de anos.

Esse período pode ser dividido em três fases principais:

  • Paleolítico – de 3 milhões até cerca de 10 mil anos atrás.
  • Neolítico (ou Idade da Pedra Polida) – de aproximadamente 10 mil a 7 mil anos atrás.
  • Idade dos Metais – de cerca de 7 mil anos até o surgimento da escrita, por volta de 5.300 anos atrás.

A Descoberta do Fogo

Do calor da chama nasceu a cozinha. Veja como o fogo transformou a alimentação.

Os Primeiros Sabores

Raízes, frutos e animais. Como nossos ancestrais começaram a explorar sabores.

Cozinha: Era dos Metais

Do barro ao bronze. Veja como os utensílios mudaram o jeito de comer.

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REFERÊNCIAS:

CARNEIRO, Henrique. Comida e sociedade: uma história da alimentação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.

CARVALHO, Jocyelli; VIEIRA, Juliana. Alimentos e Bebidas – Parte I a IV. Natal, RN: Apostila do curso superior de Turismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2005, 127 páginas.

FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da gastronomia. 3ª ed. Revista e ampliada. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.

SENAC, DN. A história da gastronomia / Maria Leonor de Macedo Soares Leal. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 1998. 144p. il.