O pão naan é um clássico da culinária do Sul da Ásia, especialmente da Índia e do Paquistão. Tradicionalmente assado nas paredes internas de um forno tandoor, ele se destaca pela textura macia e levemente elástica, com bolhas douradas resultantes do calor intenso. Com o tempo conquistou o mundo, sendo servido tanto em pratos típicos como curry, dhal e kebabs quanto em versões contemporâneas com queijos, ervas e molhos variados. Nesta receita, trazemos a versão tradicional básica, adaptada para preparo em frigideira ou forno doméstico.

Pão Naan

Categoria: Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, café da manhã, lanches, panificação

Especificação: Pão, massa plana, cozinha internacional (Índia, Paquistão), vegetariana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos (com descanso da massa)

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (1 unidade): 162 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 2 colheres (sopa) de iogurte natural integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo vegetal ou ghee
  • 1/2 xícara (chá) de água morna
  • Farinha extra para abrir a massa
  • Manteiga ou ghee para finalizar (opcional)

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture a água morna, o açúcar e o fermento. Deixe repousar por 5 a 10 minutos até espumar. Acrescente o iogurte, o óleo, o sal e a farinha aos poucos, misturando até obter uma massa macia. Sove por 8 a 10 minutos, até a massa ficar elástica e lisa. Cubra com um pano e deixe descansar por cerca de 1 hora, ou até dobrar de volume.

Divida a massa em 6 porções, modele bolas e deixe repousar por mais 10 minutos. Em superfície enfarinhada, abra cada porção com o rolo, deixando formato oval ou redondo com cerca de 0,5 cm de espessura. Aqueça uma frigideira de fundo grosso (sem óleo) em fogo alto. Coloque um naan e cozinhe até formar bolhas e dourar, cerca de 1-2 minutos. Vire e repita do outro lado. Pincele com manteiga ou ghee se desejar, e sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Como servir:

  • Ideal para acompanhar curries, chutneys e pratos com molhos encorpados.
  • Pode ser usado como base para sanduíches, wraps ou pizza rápida.

2. Variações:

  • Com alho: pincele manteiga com alho e coentro logo após retirar da frigideira.
  • Com ghee: substitua o óleo da massa por ghee para um sabor mais autêntico.
  • Versão vegana: substitua o iogurte por bebida vegetal espessa (como iogurte vegetal) e use óleo no lugar da manteiga.

3. Curiosidades:

  • Na Índia, costuma ser preparado em restaurantes e não em casa, pois o forno tandoor é difícil de replicar domesticamente.
  • O naan tem origem persa e o nome significa “pão”, indicando que sua forma e técnica se espalharam por várias culturas ao longo dos séculos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

As tortilhas são um dos preparos mais tradicionais da culinária mexicana e centro-americana. Versáteis e democráticas, servem como base para inúmeros pratos, como tacos, burritos, quesadillas e enchiladas. Sua origem remonta às culturas pré-colombianas, onde o milho era considerado sagrado. Com a chegada dos colonizadores espanhóis, a farinha de trigo também passou a ser utilizada, originando diferentes versões do mesmo preparo. Nesta receita, apresentamos uma massa que une farinha de trigo e fubá, resultando em textura macia e leve, perfeita para envolver recheios variados.

Tortilhas

Categoria: Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, café da manhã, lanches, panificação

Especificação: pão, massa plana, vegetariano, Cozinha internacional (México)

Tempo de Preparo: 40 minutos (incluindo descanso da massa)

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (1 unidade): 122 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 90 g de farinha de trigo (aprox. ¾ xícara)
  • 90 g de fubá (aprox. ¾ xícara)
  • 1 pitada de sal
  • 30 g de manteiga sem sal (2 colheres de sopa), em temperatura ambiente
  • 90 ml de água morna (aprox. ½ xícara)

Modo de Preparo:

Em uma tigela grande, misture a farinha de trigo, o fubá e o sal. Adicione a manteiga e trabalhe a mistura com as pontas dos dedos até formar uma farofa úmida. Acrescente a água morna aos poucos, sovando a massa até que fique lisa e homogênea. Se necessário, ajuste com um pouco mais de farinha ou água. Cubra a massa com um pano e deixe descansar por 20 minutos.

Divida a massa em 6 porções iguais e abra cada uma com um rolo em formato de disco fino (aprox. 15 cm de diâmetro). Aqueça uma frigideira ou chapa de ferro em fogo médio-alto. Coloque um disco de massa de cada vez, deixando dourar por cerca de 1 minuto de cada lado, até surgirem bolhas e marcas douradas. Mantenha as tortillas aquecidas em um pano limpo até servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Consumo: como couvert, corte em triângulos e sirva com molhos como guacamole, salsa ou sour cream. Como entrada, recheie com carnes, queijos ou vegetais. Como petisco, asse no forno até ficarem crocantes e sirva como nachos.

2. Acompanhamento: podem acompanhar ensopados, carnes grelhadas, saladas e sopas, funcionando como substituto do pão em diversas refeições.

3. No México: é comum o consumo das tortillas já no café da manhã, muitas vezes acompanhadas de ovos, feijão refogado, queijo ou até recheios doces, sendo também uma ótima opção para lanches rápidos e nutritivos.

4. Curiosidade: a tortilla de trigo é mais comum no norte do México, enquanto a de milho é a versão tradicional do centro e sul do país.

5. Versatilidade: também podem ser polvilhadas com açúcar e canela para uma versão doce.

6. Durabilidade: prontas, podem ser armazenadas em temperatura ambiente por até 2 dias, na geladeira por até 5 dias ou congeladas por até 2 meses. Para congelar, separe cada disco com papel manteiga e embale bem; aqueça na frigideira ou chapa antes de consumir.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

O Libum era um bolo ou pão de queijo fresco preparado com farinha, ovos e queijo. Tinha forte valor ritual: era oferecido em sacrifícios domésticos aos deuses romanos, especialmente durante cerimônias de colheita e festivais agrícolas, e depois consumido pelas famílias. Essa receita foi descrita por Catão[1], o Velho, no tratado De Agri Cultura. É um exemplo de alimento que unia religiosidade, simplicidade e nutrição.

Libum – Pão de Queijo Romano

Categoria: Café da manhã, lanches, couvert, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Pãozinho, cozinha internacional (Itália – Roma), vegetariano,

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (1 unidade): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 g de ricota ou queijo fresco
  • 100 g de farinha de trigo
  • 1 ovo
  • Folhas de louro para assar
  • 1 colher (chá) de mel (opcional, para servir)

Modo de Preparo:

Em uma tigela, amasse bem a ricota até obter uma pasta homogênea. Acrescente a farinha e o ovo, misturando até formar uma massa firme. Modele bolinhos médios e disponha-os sobre folhas de louro em uma assadeira. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 30 minutos, até dourar. Sirva quente, puro ou com um fio de mel.

Toques Finais e Sugestões:

1. Formas de consumo:

  • Como couvert: servido em pequenas porções no início da refeição, acompanhado de queijos, azeite ou pastas.
  • Como acompanhamento: combina com sopas, ensopados ou pratos principais leves.
  • Como lanche ou café da manhã: puro ou com um fio de mel.
  • Como petisco: em bolinhos ou fatias pequenas, pode ser servido com azeite aromatizado, mel, pastas de queijo ou ervas, ideal para recepções ou entradas informais.

2. Na receita original de Catão, o Libum não levava nenhum tipo de fermento, resultando em um pão denso e rústico. Para quem prefere uma textura mais leve, pode-se adicionar 1/2 colher (chá) de fermento químico em pó à massa. Essa variação mantém o sabor, mas deixa o interior mais macio.

3. Curiosidade: as folhas de louro utilizadas para assar simbolizavam vitória e prosperidade na Roma Antiga, conferindo um aroma delicado ao pão.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

Símbolo da pressa e da libertação, o pão ázimo é um alimento ancestral que carrega consigo significados profundos ligados à fé, à resistência e à simplicidade. Sua origem remonta às tradições judaicas, especialmente à celebração da Páscoa (Pessach), quando, segundo os relatos, o povo hebreu precisou sair rapidamente do Egito e não teve tempo de esperar a massa do pão fermentar. Por isso, prepararam um pão simples, sem fermento, que se tornaria, desde então, um marco da travessia e da memória coletiva.

Mais do que um alimento, o pão ázimo representa a conexão com o essencial, com o que é feito com as próprias mãos, com o tempo presente e com a necessidade de seguir em frente mesmo em meio às incertezas. Nesta versão, ele ganha um toque contemporâneo com a adição de ervas frescas e um leve fio de azeite de oliva, que realçam seu sabor sem alterar sua natureza original. É uma receita que une o antigo e o atual, o sagrado e o cotidiano, convidando a uma experiência simples, aromática e carregada de significado.

Pão Ázimo com Ervas e Azeite

Categoria: couvert, café da manhã, lanches, acompanhamento, entradas, panificação

Especificação: Pão, massa plana, Cozinha internacional (Israel), vegana, vegetariana, sem lactose,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 unidades

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (1 unidade): 190 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo (integral, branca ou metade de cada)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3/4 de xícara de água (aproximadamente)
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de ervas frescas picadas (sugestões: orégano, hortelã, tomilho ou coentro)
  • Azeite extra para pincelar

Modo de Preparo:

Em uma tigela grande, misture a farinha e o sal. Acrescente as ervas frescas picadas. Adicione a água aos poucos, mexendo com as mãos ou com uma colher de pau, até formar uma massa homogênea e firme que não grude nas mãos. Incorpore o azeite de oliva e sove por cerca de 5 minutos, até obter uma massa macia e maleável. Divida a massa em porções e abra com um rolo ou com as mãos, formando discos finos com 3 a 5 mm de espessura.

Aqueça uma chapa, frigideira de ferro ou forno preaquecido a 200 °C. Asse os discos por 3 a 5 minutos de cada lado, até ficarem levemente dourados e com pontos tostados (em forno, vire na metade do tempo). Retire do fogo e pincele imediatamente com azeite. Sirva quente ou em temperatura ambiente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada, com pastas de grão-de-bico, lentilha ou azeite temperado.
  • Combina muito bem com sopas leves, caldos ou pratos de legumes assados.
  • Ideal para refeições simbólicas, mesas temáticas ou momentos de celebração espiritual.

2. Curiosidades: O pão ázimo é conhecido como “matzá” na tradição judaica e representa a libertação do povo hebreu do Egito, quando não houve tempo para deixar o pão fermentar. Sua simplicidade remete à pureza e ao essencial.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

Simples, plano e cheio de personalidade, este pão rústico é feito com farinhas integrais e grãos que remetem a preparações muito antigas, como as que já eram feitas por civilizações do sul da Ásia há milênios. Sua textura firme e sabor marcante fazem dele uma ótima opção para acompanhar pastas, sopas ou para servir como base para canapés e lanches leves.

Inspirado em práticas tradicionais, mas com um olhar atual, o Pão Rústico de Grãos dispensa fermentação e pode ser preparado rapidamente na frigideira ou chapa. É uma escolha prática, saudável e nutritiva para quem busca sabores autênticos com um toque artesanal.

Pão Rústico de Grãos

Categoria: couvert, café da manhã, lanches, acompanhamento, panificação

Especificação: Pão, massa plana, Cozinha internacional (Sul da Ásia),  vegana, vegetariana, vegetais, sem lactose,

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 pães pequenos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 pão pequeno – 70g): 125 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de cevada ou trigo integral rústico
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 3/4 xícaras de água morna (aproximadamente)
  • Sementes de gergelim ou cominho (opcional)
  • Farinha extra para polvilhar

Modo de Preparo:

Misture a farinha e o sal em uma tigela. Vá adicionando a água aos poucos, misturando com as mãos até formar uma massa macia e levemente úmida. Sove por 5 minutos e deixe descansar por 15 minutos coberta com pano úmido. Divida em 6 porções, abra em discos finos sobre superfície enfarinhada. Se desejar usar sementes de gergelim ou cominho, polvilhe-as sobre os discos abertos e pressione levemente para grudem à massa.

Aqueça uma chapa ou frigideira de ferro (ou use pedras lisas bem limpas e aquecidas). Asse os discos um a um, até dourar e formar bolhas. Para um efeito mais rústico, toste levemente direto na chama para criar manchas escuras na superfície.

Toques Finais e Sugestões:

1. Formas de Consumo

  • No café da manhã, servido com manteiga, azeite aromatizado, mel, coalhada seca ou pastas vegetais.
  • Como base para lanches, recheado com legumes grelhados, queijo, homus ou carne desfiada.
  • Acompanhando refeições principais, no lugar de pães fermentados, especialmente com caldos, sopas ou saladas robustas.
  • Em tábuas de antepastos, cortado em triângulos e servido com patês, conservas ou azeites temperados.
  • Como pão de mesa (couvert), para servir antes das refeições em jantares ou almoços informais.

2. Trigo integral rústico: variedade de trigo moída integralmente com moagem mais grossa, mantendo maior quantidade de farelo e gérmen. Essa textura acentuada preserva sabor, fibras e nutrientes, aproximando-se das farinhas usadas em preparações tradicionais e artesanais.

3. Observações Nutricionais:

  • As calorias desta receita foram calculadas com farinha de cevada integral. Se utilizar trigo integral rústico, os valores nutricionais são semelhantes, com pequena variação na fibra e no índice glicêmico.
  • A adição de sementes (gergelim ou cominho) modifica levemente o teor de gorduras e fibras, podendo acrescentar até 15 kcal por porção.
  • Este pão não leva gordura nem açúcar adicionado e possui alto teor de fibras, especialmente se preparado com farinhas integrais de moagem mais grossa

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

Pão Rústico com Mel e Gergelim. Muito mais do que alimento, o pão era parte essencial da cultura e da espiritualidade no Antigo Egito. Feito com grãos primitivos como o espelta ou emmer e assado em fornos de barro, ele sustentava desde os agricultores até os faraós. Nesta releitura, unimos a rusticidade ancestral ao toque delicado do mel e das sementes, criando um pão aromático, denso e simbólico, um convite para saborear a história com as mãos.

Pão do Nilo

Categoria:  Café da manhã e lanches, couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação,

Especificação: Pão, cozinha internacional (Egito), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos + 6 a 12 horas (fermentação) + 35 a 40 minutos (forno)

Rendimento: 1 pão médio – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 fatia média – 50 g): 122 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 1 colher (sopa) de mel
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco instantâneo
  • 2 xícaras de farinha de trigo rústico ou espelta (ou emmer, se disponível)
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • Azeite para pincelar (opcional)
  • 1 colher (sopa) de sementes de gergelim

Modo de Preparo:

Misture a água, o mel e o fermento. Deixe ativar por 5 a 10 minutos. Adicione a farinha e o sal. Misture até formar uma massa rústica. Sove brevemente e deixe fermentar coberto por 6 a 12 horas em temperatura ambiente. Modele em formato achatado ou oval e deixe crescer por mais 30 minutos. Pincele azeite e polvilhe gergelim. Asse em forno pré-aquecido a 200 °C por cerca de 35 a 40 minutos, até dourar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de Ingrediente – Substituindo a Espelta/Emmer: A farinha de espelta ou emmer é um tipo de trigo ancestral, rico em sabor e história, mas nem sempre fácil de encontrar em todo o Brasil. Você pode substitui-la por:

  • Farinha de trigo integral de boa qualidade – que mantém certa rusticidade e fibras.
  • Mistura de trigo comum com centeio ou aveia fina – para lembrar a textura e densidade original.
  • Farinha de grão antigo (como trigo sarraceno ou kamut), se disponível em lojas naturais.

Em lojas especializadas, empórios naturais e mercados centrais é mais comum encontrar a espelta, principalmente nas grandes cidades ou online.

2. Dicas de Consumo:

  • No café da manhã, sirva com mel puro, pasta de tâmaras ou geleia caseira de figo — combinações que evocam os sabores doces do Antigo Egito.
  • Para uma opção salgada, acompanhe com azeite extravirgem e ervas (coentro, endro ou hortelã picados).
  • Fica delicioso como base para canapés com patês vegetais ou queijo de cabra cremoso.
  • Pode ser tostado em fatias finas e servido como entrada com húmus ou babaganush.
  • Experimente usar como pão de acompanhamento em um prato com lentilhas temperadas, grãos cozidos ou preparos com berinjela.
  • Vai bem com chás aromáticos, como hortelã ou erva-doce, em momentos de pausa ou lanche leve.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

Pita, pão árabe ou pão sírio é tradicional do Oriente Médio. É arredondado, chato e forma uma espécie de envelope, pois fica “oco” por dentro. Foi trazido para o Brasil no início do século XX pelos imigrantes sírio-libaneses. É um acompanhamento indispensável do babaganush e o homus. Também é utilizado para preparar o sanduíche “Beirute”: pão sírio, rosbife ou lagarto fatiado, queijo, alface, rodelas de tomate, ovo.

Pita, Pão Árabe ou Pão Sírio

Categoria: Café da manhã e Lanches, Couvert, Entradas, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos, Panificação,

Especificação: Pão, massa plana, cozinha internacional (Oriente Médio), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas

Rendimento: 12 pães

Dificuldade: Fácil Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 204 kcal

Pita, Pão Árabe ou Pão Sírio. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 gramas de farinha de trigo
  • 300 mililitros de água
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 20 gramas de margarina
  • 20 gramas de azeite
  • 10 gramas de açúcar
  • 10 gramas de sal

Modo de Preparo:

Pese todos os ingredientes separadamente. Em uma tigela, faça uma pequena esponja[1] com 20 gramas de farinha, 40 mililitros de água e todo o fermento. Deixe fermentar até que dobre de tamanho (entre 30 e 60 minutos).

À parte, faça uma massa com o restante da farinha de trigo, o restante da água, a margarina, o azeite, o açúcar e o sal. Sove até que fique lisa e coesa. Acrescente a esponja e termine de sovar quando a massa estiver brilhante e elástica (ponto de véu[2]). Boleie a massa e deixe descansar por 15 minutos.

Com o auxílio de um raspador de massa ou de uma faca grande, divida a massa em pedaços com 70 gramas cada. Boleie[3] cada pedaço e deixe descansar por mais 15 minutos. Com um rolo de massa, abra cada bolinha em formato de discos e deixe descansar por mais 10 minutos.

Pré-aqueça o forno no máximo (250º C) e, se tiver, coloque uma pedra refratária dentro. Coloque os discos diretamente na pedra ou em uma assadeira quente. Asse por 1 a 3 minutos de cada lado, até inflar e dourar levemente.


Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva o pão pita ainda morno com homus, babaganoush ou coalhada seca temperada, clássicos da culinária do Oriente Médio.
  • Use como base para sanduíches enrolados com recheios como falafel, tiras de carne grelhada, legumes assados ou saladas frescas.
  • Transforme em chips crocantes: corte em triângulos, pincele azeite, polvilhe zaatar ou páprica e leve ao forno até dourar.
  • No café da manhã ou lanche, experimente com manteiga, mel ou pasta de tâmaras, criando uma versão doce.
  • Pode ser usado como substituto de massa para minipizzas ou como pão de mesa em sopas e caldos.

2. Curiosidades:

  • O pão pita é um dos pães mais antigos do mundo, com registros arqueológicos datando de mais de 4.000 anos, desde as civilizações mesopotâmicas.
  • O famoso “envelope” que se forma ao assar o pão ocorre devido ao choque térmico: o calor intenso do forno transforma a umidade da massa em vapor, separando as camadas internas.
  • Em muitos países do Oriente Médio, o pão pita é colocado diretamente sobre as mesas, sem pratos ou talheres, funcionando como utensílio para pegar os alimentos com as mãos.
  • O nome “pita” tem origem no grego antigo, mas versões desse pão são encontradas em diversas culturas sob nomes como khubz, baladi ou shami.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 180 g – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 unidades

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva os baos ainda quentes, como entrada ou lanche, acompanhados de molhos orientais (shoyu, hoisin, ou pimenta doce). Ficam ótimos com chá preto ou kombucha de gengibre. Podem ser guardados na geladeira por até 3 dias e reaquecidos no vapor.

2. Curiosidades: O bao é um dos alimentos mais simbólicos da cultura chinesa. Sua forma de trouxinha representa prosperidade e boa sorte. Em regiões como Taiwan e Hong Kong, existem variações como o gua bao (bao aberto em forma de sanduíche). Há também versões doces, recheadas com creme de feijão vermelho ou pasta de gergelim preto.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Esfirra é um salgadinho tradicional da culinária do Oriente Médio, com origem histórica que remonta às antigas civilizações da região. No Brasil, especialmente em cidades como São Paulo, a esfirra conquistou popularidade enorme e ganhou diversas adaptações no recheio e na forma.

Tradicionalmente, apresenta uma massa macia e leve, combinada com recheios variados. Os mais comuns são os de carne, queijo e vegetais. Essa receita traz a versão clássica de carne moída, temperada com especiarias típicas como pimenta síria e zaatar, resultando em um lanche saboroso, ideal para petiscos, lanches e até mesmo pequenas refeições.

Esfirra

Categoria: Café da manhã e Lanches, petiscos

Especificação: Pãozinho, Salgadinho, Cozinha internacional (Oriente Médio), Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 180 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 250 gramas de farinha de trigo
  • Gema de ovos, para pincelar

Recheio

  • 160 gramas de patinho, limpo e moído
  • 1 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 cebola média, em cubinhos
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 pitada de pimenta síria
  • 1 pitada de zaatar em pó

Modo de Preparo:

Aqueça o leite até ficar morno e misture com o óleo e a manteiga até derreter. Em uma tigela, dissolva o fermento e o açúcar na mistura morna. Acrescente o sal e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, sovando bem até obter uma massa macia e que não grude nas mãos. Modele bolinhas de 2 a 3 cm de diâmetro e disponha-as sobre a bancada. Cubra e deixe crescer até dobrar de tamanho (aproximadamente 40 minutos).

Para o recheio, misture a carne moída, o tomate, a cebola, o alho, o suco de limão, a pimenta síria e o zaatar. Misture tudo cru para que o recheio não solte líquido e umedeça a massa. Abra as bolinhas, recheie e modele no formato desejado. Pincele as esfirras com gema e leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até assar, sem deixar dourar demais (aproximadamente 20 minutos).

Obs.: Para esfirras abertas, faça pequenos discos, coloque o recheio no centro e deixe uma borda.

Esfirras abertas. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Para sovar a massa, dobre-a ao meio e empurre com a palma da mão, repetindo o processo por cerca de 10 minutos até ficar homogênea e elástica.

Para verificar se a massa cresceu, coloque uma bolinha em um copo com água; quando ela boiar, está pronta para ser modelada.

As esfirras podem ser servidas quentes ou em temperatura ambiente, acompanhadas de molhos à base de iogurte ou tahine.

Curiosidade: a esfirra é um salgadinho tradicional do Oriente Médio, muito popular no Brasil, especialmente em São Paulo, onde ganhou versões variadas e recheios diferentes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Pão de Alho é um acompanhamento perfeito e delicioso para comer em um churrasco. É uma receita simples: pão francês (pode ser pão dormido), uma pasta preparada com alho e maionese (pode incluir outras ervas e queijo ralado) e assado na grelha da churrasqueira. Simples, prático e delicioso. Mas, o pão de alho vai muito além do churrasco. Ele pode também ser assado no forno ou na airfyer e ser servido como entrada, lanche, petisco ou como acompanhamento de carnes e aves, principalmente as grelhadas.

Pão de Alho

Categoria:  Couvert, Entrada, Lanches, Petisco, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pães,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Madara Moroza por Unsplash.

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de maionese
  • 3 dentes de alho espremidos
  • 4 pães de sal (pão francês)

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a maionese com o alho. Faça cortes nos pães na largura de um dedo, mas sem cortar até o final. Com cuidado, passe a pasta de alho em cada lado dos cortes. Leve para assar. No forno, a 200ºC por 20 a 25 minutos. Na airfryer, a 180ºC por 10 minutos. O pão de alho também pode ser preparado na churrasqueira.

Dicas:

1. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

2. Variação: adicionar queijo e/ou ervas de sua preferência.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Crostini à Napolitana é um clássico da antipasti italiana, com origem tradicional na região da Campânia, especialmente em Nápoles, onde a combinação de pão crocante, tomate e muçarela é parte essencial da cultura gastronômica local. Muito consumido como aperitivo, lanche ou entrada, também é uma forma prática de aproveitar pães, valorizando ingredientes simples e de sabor marcante. A adição do aliche traz o toque salgado típico das receitas mediterrâneas. Fácil de preparar, versátil e cheio de sabor, esse crostini é ideal para receber amigos ou para iniciar uma refeição especial com identidade italiana.

Crostini à Napolitana

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Preparação derivado de pão, cozinha internacional (Itália)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 porções (10 unidades)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 148 kcal

Crostini à Napolitana. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão (italiano ou ciabatta) grandes
  • 150 gramas de muçarela de búfala fatiada
  • 2 unidades de tomate, sem pele e sem semente, em cubos
  • 4 filés de aliche (em conserva)
  • Azeite, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Unte uma assadeira com azeite e distribua as rodelas de pão. Sobre cada fatia, coloque uma porção de muçarela de búfala e os cubos de tomate. Disponha os filés de aliche por cima e tempere com orégano e pimenta do reino. Regue com um fio de azeite. Pré-aqueça o forno a 200°C por 15 minutos.

Leve os crostini ao forno por cerca de 8 minutos, ou até que o pão esteja crocante e o queijo derretido. Retire do forno e, se desejar, finalize com folhas frescas de manjericão antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Experimente utilizar tomates confitados ou tomates italianos bem maduros para realçar os sabores.
  • Consuma imediatamente para manter a textura crocante.
  • Pode ser servido como entrada ou como parte de uma tábua de petiscos.
  • Substituições: muçarela por burrata ou queijo prato; aliche por sardela para uma versão com pasta.
  • Para um sabor mais intenso, esfregue um dente de alho no pão antes de montar.

2. Curiosidade: O crostini, assim como a bruschetta, teve origem como forma de reaproveitar pão amanhecido. A diferença entre eles é que a bruschetta tradicionalmente leva o pão grelhado e esfregado com alho, enquanto o crostini costuma ser assado com os ingredientes já sobre o pão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: