O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Observação sobre porcionamento e uso: O tahine se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, não sendo utilizado como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta altamente concentrada, rica em gorduras boas e de sabor marcante, sua função é intensificar preparações, conferir untuosidade e equilibrar sabores, sendo frequentemente utilizado como base para molhos, pastas ou finalizações. A porção de 15 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou como componente de outras preparações, garantindo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais elementos da refeição. Consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

Dicas de Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 750 gramas – 15 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 115 kcal

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento e serviço: Como entrada ou petisco, a Batata Duchesse deve ser servida em porções de 50 g por pessoa, o que corresponde, em média, a 1 a 2 unidades médias moldadas com bico pitanga. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

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O Gung Penang é uma preparação de inspiração vietnamita que combina sabores frescos, agridoce e picantes, muito característicos da culinária do Sudeste Asiático. O uso do abacaxi como recipiente e ingrediente principal remete a preparações tradicionais da região, nas quais frutas tropicais são utilizadas tanto para aromatizar quanto para servir pratos quentes ou mornos, criando contraste de temperatura, textura e sabor. A presença do leite de coco, do tamarindo, do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta traz equilíbrio entre doçura, acidez, salinidade e picância, enquanto o camarão confere suculência e sabor marinho. É uma receita visualmente impactante, de preparo rápido, ideal para entradas e apresentações contemporâneas.

Gung Penang – Camarão com Abacaxi

Categoria: Couvert,  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Salada de legumes, salada de proteína, cozinha internacional (Vietnã), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1200 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 148 kcal

Gung Penang – Camarão com Abacaxi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 abacaxi, pequeno
  • 250 gramas de camarão rosa (médio), sem casca e sem cabeça
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 cenoura ralada
  • 20 ml de molho de peixe – nam pla
  • 2 colheres (chá) de pasta de pimenta – toban djan
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 20 ml de suco concentrado de tamarindo
  • 200 gramas de acelga, cortada em tiras de 2 cm de espessura
  • 1 colher (sopa) de amido de milho, dissolvida em pouca água
  • Sementes de gergelim tostadas, a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Corte o abacaxi no sentido do comprimento, Corte o abacaxi no sentido do comprimento, formando duas metades. Retire cuidadosamente o miolo e faça um pequeno corte na base externa de cada metade, apenas o suficiente para que se mantenham estáveis ao serem apoiadas no prato. Corte o miolo do abacaxi em cubos médios e reserve.

Em uma frigideira aquecida, salteie rapidamente os camarões até que fiquem rosados e cozidos. Retire do fogo e reserve.

Em uma panela média, adicione o leite de coco, os cubos de abacaxi, a cenoura ralada, o molho de peixe, a pasta de pimenta, o açúcar mascavo e o suco de tamarindo. Leve ao fogo alto e ferva por aproximadamente 1 minuto. Acrescente a acelga e, em seguida, o amido de milho dissolvido, mexendo até obter leve espessamento. Apague o fogo, incorpore delicadamente os camarões reservados e ajuste, se necessário, o equilíbrio entre doce, ácido e salgado. Distribua a preparação nas duas metades do abacaxi e finalize com sementes de gergelim tostadas, se desejar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: Para entradas, considera-se uma porção média de 120 g por pessoa, adequada para preparações com presença de proteína e frutas, conforme os princípios de composição apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada, sirva cerca de 150 g por pessoa, podendo apresentar diretamente na casca do abacaxi ou em pequenos bowls, acompanhado de folhas frescas ou chips crocantes.
  • Funciona muito bem em menus orientais, asiáticos contemporâneos ou como opção leve para compor mesas de petiscos e coquetéis.
  • Pode ser servido quente ou morno, preservando a textura dos camarões e o frescor do abacaxi.

3. Curiosidades:

  • O toban djan é uma pasta fermentada de origem asiática, conhecida por seu sabor intenso e complexo, combinando sal, pimenta chili, alho, soja e açúcar.
  • O uso do tamarindo é comum na culinária do Vietnã e de países vizinhos, trazendo acidez frutada que equilibra preparações com coco e açúcar.

4. Atenção ao glúten: Esta receita é naturalmente isenta de glúten. No entanto, para classificá-la formalmente como sem glúten, é importante verificar os rótulos do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta (toban djan), pois algumas versões industriais podem conter traços de trigo ou ingredientes derivados, dependendo do fabricante e do processo de fermentação..


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A Salada Romana é uma opção leve, fresca e visualmente encantadora, perfeita para acompanhar pratos principais ou servir como entrada. Inspirada nas cores e sabores da cozinha mediterrânea, ela combina legumes delicadamente branqueados, tomates cereja suculentos e folhas verdes frescas, realçados por um vinagrete simples de azeite e limão. O toque dos chips de limão adiciona aroma e textura, tornando a experiência ainda mais sofisticada. Uma salada saudável, saborosa e prática, ideal para qualquer ocasião.

Salada Romana

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas

Especificação: Salada Verde, salada de legumes, salada funcional ou detox,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g): 135 kcal

Salada Romana. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 cenoura, cortada em tiras finas
  • 1/2 cebola roxa, cortada em tiras finas
  • 1/2 alho poró, cortada em tiras finas
  • 1 maço de rúcula, cortada em tiras finas
  • 10 tomates cereja, cortado em 4
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo e, quando ferver, branqueie a cenoura, a cebola roxa e o alho-poró por 2 minutos. Escorra os legumes e coloque-os em uma bowl. Adicione a rúcula, os tomates cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha, prepare o vinagrete misturando o suco de limão, o azeite, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com o vinagrete somente na hora de servir, para manter a frescura e a textura dos ingredientes.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Como entrada, essa salada funciona muito bem antes de pratos mediterrâneos, massas leves, risotos cítricos ou preparações grelhadas à base de legumes, peixes ou cogumelos.
  • Como acompanhamento/guarnição, harmoniza especialmente com proteínas grelhadas, assadas ou preparações à base de grãos, como quinoa, trigo ou arroz integral.
  • Para textura e contraste, sementes de girassol, abóbora ou castanhas levemente tostadas devem ser adicionadas apenas no momento de servir.
  • Em dias mais quentes, pode ser servida ligeiramente resfriada, mantendo os legumes branqueados frios e temperando somente na finalização.

3. Curiosidade:

  • O branqueamento dos legumes não apenas preserva a cor e o sabor, como também suaviza fibras mais rígidas, tornando a digestão mais leve, ideal para entradas.
  • O uso do limão em chips vai além da estética. A casca concentra óleos essenciais responsáveis pelo aroma cítrico, que realçam o frescor da salada sem aumentar a acidez.
  • Saladas com base em folhas amargas, como a rúcula, estimulam a salivação e o apetite, desempenhando um papel funcional clássico nas entradas da culinária mediterrânea.

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A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


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O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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A Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho é uma salada fresca, agradável, saudável e muito saborosa. É uma receita rápida e fácil de preparar. Uma ótima dica para servir como entrada.

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho

Categoria:  entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Salada verde

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Vinagrete de Biquinho

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (sopa) de pimenta biquinho em conserva

Salada

  • 10 tomates cereja, cortados ao meio.
  • 5 folhas de rúcula
  • 1 folha de alface roxa
  • 1 folha de alface americana

Modo de Preparo:

Lave e higienize os tomatinhos e as folhas. Reserve.

Vinagrete de Biquinho

Em uma tigela pequena adicione o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta do reino, batendo bem com um fouet para emulsionar. Adicione as pimentas biquinho.

Salada

Disponha as folhas e os tomatinhos no prato da forma de sua preferência e regue com o vinagrete de biquinho.

Dicas:

Uma dica de montagem desta salada é como está na foto. Coloque a folha de alface americana inteira no prato e dentro dela disponha os outros ingredientes regando com o vinagrete de biquinho. Pode-se também rasgar as folhas com a mão e dispô-las no prato com o tomatinho e regar com o vinagrete.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 120 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 2 dentes de alho
  • 120 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 40 gramas de feijão verde, cozido
  • 25 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 12 gramas de camarão seco pequeno
  • 6 tomates cereja, cortado em quatro
  • 2 colheres (sopa) de suco de lima ou limão
  • 35 gramas de açúcar de palma
  • 2 colheres (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tabule é uma salada clássica da culinária árabe, originária do Líbano, onde é tradicionalmente servida sobre folhas de alface. Muito presente nas casas e nas celebrações árabes, essa salada combina triguilho hidratado com ingredientes frescos como tomate, pepino, cebola, salsinha e hortelã, temperados com limão, azeite, sal e pimenta doce.

Historicamente, o tabule teve um papel essencial na dieta de povos do Oriente Médio durante a Idade Média, oferecendo frescor, nutrição e praticidade. Hoje, a receita conquistou espaço nas cozinhas do mundo inteiro, especialmente entre vegetarianos e veganos, graças ao seu perfil leve, saudável e repleto de sabor. Pode ser servido como couvert (em porções menores) entrada ou acompanhamento. O tabule é clássico ao lado de pratos como quibe cru, quibe frito e kafta.

Tabule

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada de Grãos e Leguminosas, Cozinha Internacional (Árabe – Líbano)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 480 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 132 kcal

Tabule. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 50 gramas de trigo fino escorrido e lavado
  • 1/4 de cebola pequena picada (equivalente a uma colher de sobremesa)
  • 1 tomate médio picado
  • 1/4 pepino pequeno picado
  • 1/2 molho de cebolinha verde picadas
  • 1/4 molho de salsinha picada
  • 1/6 maço de hortelã picada
  • 1/4 limão, suco
  • Sal a gosto
  • Azeite a gosto
  • Pimenta doce[1] a gosto
  • 1/3 de unidade de alface romana ou lisa

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o triguilho lavado e cubra com água. Deixe de molho por 15 minutos. Escorra bem e esprema com as mãos para eliminar o excesso de água. Em seguida, misture o trigo com a cebola, o tomate, o pepino, a cebolinha, a salsinha e a hortelã. Em um recipiente separado, prepare o tempero com o suco de limão, sal, azeite e pimenta doce. Adicione o tempero à mistura e mexa bem até incorporar. Sirva em uma travessa rasa, sobre folhas de alface previamente higienizadas.

Toques Especiais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Nesta receita, o tabule está sendo considerado como entrada, com porção média de 120 g por pessoa. Caso seja servido acompanhado de pães chatos, como o pão sírio, recomenda-se reduzir a porção para 100 g por pessoa, garantindo melhor equilíbrio na refeição. Para compreender melhor a composição e o balanceamento das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: O tabule pode ser servido como entrada refrescante ou como guarnição para pratos típicos árabes, como kafta, quibe frito ou quibe cru. Também combina com grelhados leves ou como recheio de sanduíches vegetais em pão sírio.

3. Curiosidades: Apesar de ser conhecido como uma salada, o tabule possui status quase cerimonial em refeições árabes. A receita tradicional libanesa tem a salsinha como protagonista, com muito mais verde do que trigo, algo que se diferencia das versões ocidentais. Além disso, o prato é uma das preparações mais antigas da região, consumido desde a Idade Média.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Vinagrete de Melado de Cana é um molho emulsionado tipicamente brasileiro, utilizado na região Nordeste do país. É um excelente acompanhamento e seu sabor agridoce deixa um toque especial em qualquer salada.

O Vinagrete é um molho condimentado emulsionado preparado com gordura (óleo ou azeite), um ácido (vinagre ou limão), aromatizado com ervas frescas e especiarias. A palavra vem do francês “vinaigrette” e é o diminutivo de vinagre no idioma. Para preparar a emulsão é preciso agitar vigorosamente os dois líquidos (gordura e o ácido) até que se misturem e para tornar a emulsão estável deve-se adicionar pequenas quantidades de emulsificantes (alho, mostarda, proteínas etc.). É ideal que essa emulsão tenha três partes de gordura (óleo ou azeite) para uma parte de ácido (vinagre ou limão).

Vinagrete de Melado de Cana

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Vinagrete, Molho Condimentado, Molho Emulsionado, Molho Frio

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml

Dificuldade: Fácil

Imagem jay baid por Pexels

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de melado de cana
  • 1 unidade de limão taiti
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Misture o melado de cana e o suco de metade do limão e tempere com sal e pimenta-do-reino. Vá acrescentando o azeite em fio, batendo bem com um fouet para emulsionar. Ajuste o sal, se necessário, e acrescente mais limão até “quebrar” o doce do melado.

Dicas:

1. Sirva como acompanhamento de saladas.

2. O molho pode ser armazenado em um pote hermético por até 3 meses na geladeira.

3. Essa mistura é uma emulsão, após um tempo irá separar a parte gordurosa da aquosa, então sempre agite antes de utilizar o molho.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Vinagrete de Mostarda e Mel é perfeito para incrementar sua salada, agregando sabores agridoces. Este vinagrete é um clássico, preparado com poucos ingredientes (azeite, vinagre, mostarda, mel, sal e pimenta do reino), muito simples, rápido e que acompanha qualquer salada.

O Vinagrete é um molho condimentado emulsionado preparado com gordura (óleo ou azeite), um ácido (vinagre ou limão), aromatizado com ervas frescas e especiarias. A palavra vem do francês “vinaigrette” e é o diminutivo de vinagre no idioma. Para preparar a emulsão é preciso agitar vigorosamente os dois líquidos (gordura e o ácido) até que se misturem e para tornar a emulsão estável deve-se adicionar pequenas quantidades de emulsificantes (alho, mostarda, proteínas etc.). É ideal que essa emulsão tenha três partes de gordura (óleo ou azeite) para uma parte de ácido (vinagre ou limão).

Vinagrete de Mostarda e Mel

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Vinagrete, Molho Condimentado, Molho Emulsionado, Molho Frio.

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml

Dificuldade: Fácil

Imagem Pexels

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Adicione todos os ingredientes em uma tigela, batendo bem com um fouet para emulsionar. Sirva em seguida. Essa mistura é uma emulsão, após um tempo irá separar a parte gordurosa da aquosa, então sempre agite antes de utilizar o molho.

Dicas:

1. O molho pode ser armazenado em um pote hermético por até 3 meses na geladeira.


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O Vinagrete Balsâmico é um molho condimentado emulsionado preparado com apenas 4 ingredientes, azeite, vinagre balsâmico, sal e pimenta, e muito fácil de fazer, basta agitar vigorosamente a mistura para agregar um sabor agridoce as saladas. Este vinagrete é indicado para saladas que tenham ingredientes com sabores adocicados como tomate, morango etc.

O Vinagrete é um molho condimentado emulsionado preparado com gordura (óleo ou azeite), um ácido (vinagre ou limão), aromatizado com ervas frescas e especiarias. A palavra vem do francês “vinaigrette” e é o diminutivo de vinagre no idioma. Para preparar a emulsão é preciso agitar vigorosamente os dois líquidos (gordura e o ácido) até que se misturem e para tornar a emulsão estável deve-se adicionar pequenas quantidades de emulsificantes (alho, mostarda, proteínas etc.). É ideal que essa emulsão tenha três partes de gordura (óleo ou azeite) para uma parte de ácido (vinagre ou limão).

Título

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Vinagrete, Molho Condimentado, Molho Emulsionado, Molho Frio.

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml

Dificuldade: Fácil

Imagem shameel mukkath por Pexels

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Adicione todos os ingredientes em uma tigela, batendo bem com um fouet para emulsionar. Sirva em seguida. Essa mistura é uma emulsão, após um tempo irá separar a parte gordurosa da aquosa, então sempre agite antes de utilizar o molho.

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