A Horiatiki Salata, conhecida internacionalmente como salada grega, é um ícone da culinária mediterrânea. Originária das regiões rurais da Grécia, ela combina ingredientes frescos e naturais, refletindo a simplicidade e o sabor da dieta mediterrânea. Ideal como entrada ou acompanhamento, esta salada destaca-se pelo contraste entre a crocância dos vegetais e a suavidade do queijo feta, realçada por um toque aromático de ervas e azeite extravirgem.

Horiatiki Salata

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Salada de legumes, Salada à base de laticínios, Salada Clássica, Vegetais, vegetariana, Cozinha internacional (Grécia)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1200 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa raso): 320 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 unidade de pepino
  • 1 unidade de cebola roxa, em julienne
  • 1 unidade de pimentão verde, cortado em tiras de 1 cm
  • 4 tomates maduros, cortados em gomos
  • 16 azeitonas pretas
  • 8 ramos de salsinha
  • 4 ramos de hortelã
  • 200 ml de azeite extravirgem
  • Suco de 2 limões
  • 1 dente de alho amassado
  • Sal a gosto
  • 400 g de queijo feta
  • 1 pitada de orégano

Modo de Preparo:

Retire a casca e as sementes do pepino e corte em cubos (jardinière). Coloque a cebola em água gelada por alguns minutos para reduzir a picância.

Em uma tigela grande, misture delicadamente o pepino, o pimentão, o tomate, a cebola, as azeitonas e as folhas de salsinha e hortelã.

Prepare o vinagrete: misture o azeite, o suco de limão, o alho amassado e o sal. Tempere a salada com o vinagrete e sirva imediatamente. Finalize com o queijo feta, regado com azeite e polvilhado com orégano.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Sirva a Horiatiki Salata como acompanhamento de carnes grelhadas, peixes, frutos do mar ou preparações assadas à base de legumes. Também funciona muito bem como entrada em refeições mediterrâneas completas ou como prato leve em dias quentes. Para melhor textura e frescor, finalize com o queijo feta apenas no momento de servir.

3. Curiosidades: Na Grécia, a Horiatiki tradicionalmente não leva vinagre, sendo temperada apenas com azeite, sal e, em algumas regiões, um toque de orégano selvagem. O queijo feta costuma ser servido em um bloco inteiro sobre a salada, e não esfarelado, reforçando o caráter rústico da preparação.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O tzatziki é um molho cremoso e refrescante de origem grega, muito popular também em Chipre e em diferentes países do Oriente Médio. Sua base é feita com iogurte, pepino e ervas frescas, o que resulta em uma combinação leve, ácida e aromática. Tradicionalmente servido como acompanhamento de carnes grelhadas, como cordeiro ou frango, também é presença constante em pratos típicos como o souvlaki e o gyros. Versátil e saudável, pode ser utilizado como dip para pães, torradas e vegetais crus, trazendo frescor a qualquer refeição.

Tzatziki

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petisco

Especificação: Molho frio, molho à base de laticínios, molho cru ou batido, Cozinha internacional (Grécia, Chipre, Oriente Médio), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 160 ml – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (50 ml – 3 colheres de sopa): 28 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 pepino grande, sem sementes, ralado grosso
  • Sal a gosto
  • 100 g de iogurte natural
  • 1/2 dente de alho, bem amassado
  • 2 ramos de hortelã, bem picados
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 fio de azeite extravirgem

Modo de Preparo:

Misture o pepino ralado com algumas pitadas de sal e deixe descansar por cerca de 15 minutos. Esprema o pepino para retirar o excesso de líquido. Se necessário, lave rapidamente para retirar o excesso de sal.

Em uma tigela, misture o iogurte com o alho, a hortelã, o suco de limão e um fio de azeite. Acrescente o pepino bem escorrido e espremido. Ajuste o sal. Sirva à temperatura ambiente ou gelado, decorado com azeite e folhas de hortelã.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção padrão desta receita é de 50 ml por pessoa, indicada para uso como molho frio, acompanhamento de pratos quentes, lanches, petiscos ou couvert. Essa quantidade proporciona equilíbrio no serviço, trazendo frescor e cremosidade sem sobrecarregar a refeição. A definição da porção segue as orientações no post A Composição do Almoço e do Jantar, respeitando a lógica de composição do menu.

2. Dicas de consumo:

O tzatziki é um molho frio extremamente versátil, capaz de cumprir diferentes funções no serviço.
Como acompanhamento em lanches, petiscos e couvert, pode ser servido com pão pita, pães achatados, torradas rústicas ou vegetais crus, oferecendo frescor e cremosidade.

É tradicionalmente utilizado como molho para pratos quentes, como souvlaki, gyros, espetinhos de cordeiro ou frango grelhado, ajudando a equilibrar preparações mais gordurosas ou intensamente temperadas. Também funciona muito bem como acompanhamento de carnes grelhadas simples, peixes assados e legumes na brasa.

Em apresentações mais contemporâneas, pode ser servido como dip em tábuas mediterrâneas, ao lado de homus, babaganoush, azeitonas marinadas e folhas frescas, criando contraste de texturas e temperaturas.

3. Curiosidades

O tzatziki é um dos preparos mais emblemáticos da culinária grega, presente tanto em refeições familiares quanto nas tavernas tradicionais. Sua base de iogurte e pepino reflete o uso inteligente de ingredientes simples para lidar com o calor do Mediterrâneo, oferecendo frescor e digestibilidade.

Preparações semelhantes ao tzatziki aparecem em diferentes países do Oriente Médio e dos Bálcãs, evidenciando a circulação cultural e gastronômica da região ao longo dos séculos. Apesar das variações, a versão grega se destaca pela textura mais espessa e pelo uso equilibrado de alho e ervas frescas.

Historicamente, o tzatziki sempre teve a função de acompanhar e equilibrar pratos quentes e carnes grelhadas, ajudando a suavizar a gordura e a intensidade dos sabores, papel que mantém até hoje na cozinha contemporânea.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Na Grécia Antiga, a simplicidade e o frescor eram características valorizadas, especialmente nas saladas servidas antes das refeições principais. Ingredientes como pepino, queijo de cabra fresco e folhas verdes, como rúcula ou agrião, combinavam-se com ervas aromáticas e refletiam a harmonia e leveza da dieta mediterrânea original.

Salada Aromática Grega

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição,

Especificação: Salada verde, Salada de legumes, salada à base de laticínios, vegetais, Cozinha internacional (Grécia)

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (150 g – 1 prato sobremesa raso): 190 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 pepinos médios fatiados finamente
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • 2 colheres (sopa) de azeite extravirgem
  • 1 colher (chá) de orégano seco
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 150 g de queijo de cabra fresco esfarelado
  • 8 folhas verdes de rúcula ou agrião

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o pepino com o suco de limão, o azeite, sal, pimenta e orégano. Acrescente o queijo de cabra esfarelado e misture delicadamente. Disponha as folhas de figo por cima ou ao redor da salada para decorar. Sirva fresca.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Essa salada é versátil e se adapta a diferentes momentos da refeição. Como couvert, pode ser servida em pequenas porções acompanhada de pães artesanais, torradas ou grissinis. Como entrada, abre o apetite com leveza e frescor. E como acompanhamento, combina muito bem com pratos principais à base de peixe grelhado, frango assado com ervas, carnes magras ou preparações com grãos mediterrâneos.

3. Curiosidade: O uso das folhas de figo na culinária remonta à Antiguidade. Na região do Mediterrâneo, o figo era uma das frutas mais antigas cultivadas, e suas folhas eram apreciadas por seu aroma sutil e propriedades refrescantes.


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O cacık é uma preparação turca tradicional, leve, aromática e incrivelmente refrescante. Com origem nas regiões mais quentes da Anatólia, é uma receita ancestral que representa bem o conceito de cozinha do Mediterrâneo oriental: simples, saudável e cheia de sabor. Muito consumido no verão, o cacık pode ser servido como sopa fria, entrada ou acompanhamento. É o par perfeito para carnes grelhadas, pão sírio ou mesmo como uma pausa leve entre pratos mais intensos. É parente direto do grego tzatziki, embora mais fluido e refrescante, com presença marcante da hortelã.

Cacik

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petisco,

Especificação: Molho frio, molho à base de laticínios, molho cru ou batido, Cozinha internacional (Oriente Médio, Irã), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 800 ml – 16 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 ml – 3 colheres de sopa): 30 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de iogurte natural integral
  • 1/2 xícara (chá) de água gelada (ou mais, conforme a textura desejada)
  • 1 pepino japonês grande (ou 2 pequenos), com casca, ralado grosso ou picado em cubinhos
  • 1 dente de alho pequeno, amassado
  • 1/4 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1/2 colher (chá) de hortelã seca (ou 1 colher (sopa) de hortelã fresca picada)
  • Ramos de hortelã fresca e um fio de azeite para decorar (opcional)

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o iogurte com a água gelada até obter uma consistência cremosa e fluida. Adicione o pepino ralado ou picado, o alho, o sal e o azeite. Acrescente a hortelã e misture bem. Ajuste a quantidade de água conforme a textura desejada: mais líquido se quiser servir como sopa, ou mais espesso se preferir como molho. Leve à geladeira por pelo menos 20 minutos antes de servir para realçar o frescor. Sirva em bowls ou pratos fundos, finalizando com folhas de hortelã fresca e um fio de azeite.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A receita tem como porção padrão 50 ml por pessoa quando servida como acompanhamento em lanches, petiscos, couvert ou como complemento de pratos quentes, especialmente grelhados, assados e preparações mais intensas em sabor. Essa quantidade é suficiente para complementar a refeição sem sobrecarregar o serviço. No entanto, o cacık também pode ser servido como sopa fria leve de entrada. Nesse caso, a porção deve ser ajustada para 200 ml por pessoa, volume adequado para o primeiro serviço, garantindo frescor, leveza e preparo do paladar para os pratos seguintes. Esse ajuste segue as orientações do post A Composição do Almoço e do Jantar, respeitando a lógica de composição do menu e o equilíbrio entre os serviços.

2. Dicas de consumo:

O cacık pode assumir diferentes papéis no serviço, adaptando-se facilmente ao contexto do menu.
Como acompanhamento em lanches, petiscos ou couvert, harmoniza muito bem com pães achatados (pão sírio, pita ou lavash), torradas rústicas e pães integrais. Também funciona como elemento refrescante ao lado de mezze como homus, babaganoush, muhammara e azeitonas marinadas.

Servido como acompanhamento de pratos quentes, equilibra carnes grelhadas e assadas, como cordeiro, kafta, frango ou espetinhos de legumes, suavizando preparações mais intensas e trazendo contraste de temperatura e acidez.

Na versão sopa fria de entrada, deve ser servido bem gelado, preferencialmente em pratos fundos ou tigelas pequenas, com um fio de azeite e folhas frescas de hortelã ou endro. É especialmente indicado para menus de verão, refeições mediterrâneas ou sequências de pratos mais aromáticos, preparando o paladar de forma leve e elegante.

3. Curiosidades:

  • O cacık é uma preparação tradicional da culinária turca, profundamente associada aos meses mais quentes do ano. Sua função histórica sempre esteve ligada ao refresco do corpo e do paladar, aproveitando ingredientes disponíveis localmente, como iogurte, pepino e ervas frescas.
  • Embora seja frequentemente comparado ao tzatziki grego, o cacık se diferencia por sua textura mais fluida e pelo uso mais marcado de líquidos, o que permite que seja servido tanto como molho quanto como sopa fria. Em algumas regiões da Turquia, ele chega a ser consumido diariamente durante o verão.
  • Registros linguísticos indicam que o termo “cacık” já era utilizado no período do Império Otomano para designar misturas frias de vegetais com iogurte, reforçando sua origem ancestral. Variações semelhantes podem ser encontradas em cozinhas vizinhas do Oriente Médio, como no Irã, Síria e Líbano, evidenciando a circulação cultural e gastronômica da receita ao longo dos séculos.

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a Salada Alemã de Batata é um prato típico da Região Sul e, geralmente, acompanha a preparação do “Eisbein – Joelho de Porco”. A receita é simples: batatas cozidas com cebola, ovo cozido, sal, pimenta do reino e vinagre de vinho tinto.

Salada Alemã de Batata

Categoria: Entradas, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada de Legumes, Batatas, Cozinha Brasileira (Região Sul – Paraná e Santa Catarina)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas médias
  • 1/2 cebola, em rodelas bem finas
  • 1 ovo, cozido
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 10 ml de vinagre de vinho tinto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas sem descascar. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra e espere amornar. Elimine a cascas das batatas e corte-as em rodelas, tomando cuidado para que não desmanchem. Regue as rodelas de cebola com água fervente para eliminar a acidez e deixe esfriar. Arrume a cebola e o ovo, cortado em rodelas, sobre as batatas. Tempere com sal e pimenta-do-reino e metade do vinagre. Agite ligeiramente para que o tempero seja absorvido por igual. Se necessário acerte o sal e acrescente mais vinagre. Mantenha na geladeira até o momento de servir.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho à Campanha é vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes.  O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias. Para essa emulsão, é utilizado três medidas de azeite (ou óleo) para uma medida de ácido (vinagre ou suco de limão) e é servido como molho para saladas.

Já o molho à campanha é brasileiro e sua origem é controversa. Alguns dizem que o molho era utilizado para alimentar os soldados no exército e era preparado nas “cozinhas de campanha”. Outros dizem que era preparado pelos tropeiros da região da Campanha Gaúcha, que fica na Região Sul entre a Argentina e o Uruguai. O Molho à campanha fora do país, é conhecido por “Brasilian Sauce” e é preparado com tomates, cebolas, ervas e pimentões picadinhos marinados no vinagre e azeite e é servido no Brasil como acompanhamento do nosso tradicional churrasco. Sendo assim, o Molho Vinagrete é a base, o tempero do Molho à Campanha.

Existem diversas versões e adaptações do Molho à Campanha que incluem outros ingredientes, tais como milho, coentro, castanha de caju, frutas, entre outros e pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como churrasco, carnes, acarajé etc.

Molho à Campanha

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho Frio, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 colheres (sopa) de vinagre de maçã
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1/4 xícara de água filtrada
  • 2 tomates, cortados em cubinhos
  • 1 cebola, cortada em cubinhos
  • 1/4 de pimentão verde, cortado em cubinhos
  • 1 colher (sopa) de ketchup
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o vinagre, o azeite e a água, batendo bem para homogeneizar. Adicione os demais ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira até servir.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Gung Penang é uma preparação de inspiração vietnamita que combina sabores frescos, agridoce e picantes, muito característicos da culinária do Sudeste Asiático. O uso do abacaxi como recipiente e ingrediente principal remete a preparações tradicionais da região, nas quais frutas tropicais são utilizadas tanto para aromatizar quanto para servir pratos quentes ou mornos, criando contraste de temperatura, textura e sabor. A presença do leite de coco, do tamarindo, do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta traz equilíbrio entre doçura, acidez, salinidade e picância, enquanto o camarão confere suculência e sabor marinho. É uma receita visualmente impactante, de preparo rápido, ideal para entradas e apresentações contemporâneas.

Gung Penang – Camarão com Abacaxi

Categoria: Couvert,  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Salada de legumes, salada de proteína, cozinha internacional (Vietnã), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1050 gramas – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 185 kcal

Gung Penang – Camarão com Abacaxi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 abacaxi, pequeno
  • 250 gramas de camarão rosa (médio), sem casca e sem cabeça
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 cenoura ralada
  • 20 ml de molho de peixe – nam pla
  • 2 colheres (chá) de pasta de pimenta – toban djan
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 20 ml de suco concentrado de tamarindo
  • 200 gramas de acelga, cortada em tiras de 2 cm de espessura
  • 1 colher (sopa) de amido de milho, dissolvida em pouca água
  • Sementes de gergelim tostadas, a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Corte o abacaxi no sentido do comprimento, Corte o abacaxi no sentido do comprimento, formando duas metades. Retire cuidadosamente o miolo e faça um pequeno corte na base externa de cada metade, apenas o suficiente para que se mantenham estáveis ao serem apoiadas no prato. Corte o miolo do abacaxi em cubos médios e reserve.

Em uma frigideira aquecida, salteie rapidamente os camarões até que fiquem rosados e cozidos. Retire do fogo e reserve.

Em uma panela média, adicione o leite de coco, os cubos de abacaxi, a cenoura ralada, o molho de peixe, a pasta de pimenta, o açúcar mascavo e o suco de tamarindo. Leve ao fogo alto e ferva por aproximadamente 1 minuto. Acrescente a acelga e, em seguida, o amido de milho dissolvido, mexendo até obter leve espessamento. Apague o fogo, incorpore delicadamente os camarões reservados e ajuste, se necessário, o equilíbrio entre doce, ácido e salgado. Distribua a preparação nas duas metades do abacaxi e finalize com sementes de gergelim tostadas, se desejar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: Para entradas, considera-se uma porção média de 150 g por pessoa, adequada para preparações com presença de proteína e frutas, conforme os princípios de composição apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada, sirva cerca de 150 g por pessoa, podendo apresentar diretamente na casca do abacaxi ou em pequenos bowls, acompanhado de folhas frescas ou chips crocantes.
  • Funciona muito bem em menus orientais, asiáticos contemporâneos ou como opção leve para compor mesas de petiscos e coquetéis.
  • Pode ser servido quente ou morno, preservando a textura dos camarões e o frescor do abacaxi.

3. Curiosidades:

  • O toban djan é uma pasta fermentada de origem asiática, conhecida por seu sabor intenso e complexo, combinando sal, pimenta chili, alho, soja e açúcar.
  • O uso do tamarindo é comum na culinária do Vietnã e de países vizinhos, trazendo acidez frutada que equilibra preparações com coco e açúcar.

4. Atenção ao glúten: Esta receita é naturalmente isenta de glúten. No entanto, para classificá-la formalmente como sem glúten, é importante verificar os rótulos do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta (toban djan), pois algumas versões industriais podem conter traços de trigo ou ingredientes derivados, dependendo do fabricante e do processo de fermentação..


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada Romana é uma opção leve, fresca e visualmente encantadora, perfeita para acompanhar pratos principais ou servir como entrada. Inspirada nas cores e sabores da cozinha mediterrânea, ela combina legumes delicadamente branqueados, tomates cereja suculentos e folhas verdes frescas, realçados por um vinagrete simples de azeite e limão. O toque dos chips de limão adiciona aroma e textura, tornando a experiência ainda mais sofisticada. Uma salada saudável, saborosa e prática, ideal para qualquer ocasião.

Salada Romana

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas

Especificação: Salada Verde, salada de legumes, salada funcional ou detox,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 135 kcal

Salada Romana. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 cenoura, em julienne
  • 1/2 cebola roxa, em julienne
  • 1/2 alho poró, em julienne
  • 1 maço de rúcula, em chiffonade
  • 10 tomates cereja, cortado em 4
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo e, quando ferver, branqueie a cenoura, a cebola roxa e o alho-poró por 2 minutos. Escorra os legumes e coloque-os em uma bowl. Adicione a rúcula, os tomates cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha, prepare o vinagrete misturando o suco de limão, o azeite, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com o vinagrete somente na hora de servir, para manter a frescura e a textura dos ingredientes.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Como entrada, essa salada funciona muito bem antes de pratos mediterrâneos, massas leves, risotos cítricos ou preparações grelhadas à base de legumes, peixes ou cogumelos.
  • Como acompanhamento/guarnição, harmoniza especialmente com proteínas grelhadas, assadas ou preparações à base de grãos, como quinoa, trigo ou arroz integral.
  • Para textura e contraste, sementes de girassol, abóbora ou castanhas levemente tostadas devem ser adicionadas apenas no momento de servir.
  • Em dias mais quentes, pode ser servida ligeiramente resfriada, mantendo os legumes branqueados frios e temperando somente na finalização.

3. Curiosidade:

  • O branqueamento dos legumes não apenas preserva a cor e o sabor, como também suaviza fibras mais rígidas, tornando a digestão mais leve, ideal para entradas.
  • O uso do limão em chips vai além da estética. A casca concentra óleos essenciais responsáveis pelo aroma cítrico, que realçam o frescor da salada sem aumentar a acidez.
  • Saladas com base em folhas amargas, como a rúcula, estimulam a salivação e o apetite, desempenhando um papel funcional clássico nas entradas da culinária mediterrânea.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


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A Salada Russa ou Salada Olivier ou Salada de Maionese é preparada com legumes cozidos e cortados em cubos, maionese e sal. No Brasil, geralmente é feita com batata, cenoura, vagem, cebola, maionese e sal, mas existem variações que incluem palmito, salsão, alho poró, atum, ovos cozidos, maçã-verde, frango desfiado, entre outros.

O prato foi criado no século XIX, em Moscou, pelo chef Lucien Olivier, sócio do restaurante Hermitage. A primeira receita foi publicada em 1897 por P. Alexandrova e era preparada com batatas, pepino, alface, alcaparras, azeitonas, perdiz, lagostins e maionese. Após a revolução russa e as guerras mundiais, os ingredientes foram simplificados e atualmente, nos lares russos, é preparada com batata, picles, ovos, ervilhas, presunto, maionese e sal.

Salada Russa

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada ligada, cozinha internacional (Rússia), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 720 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g – 1/2 xícara de chá): 135 kcal

Salada Russa. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de batata, cortada em cubos
  • 200 gramas de cenoura, cortada em cubos
  • 80 gramas de vagem, cortadas em pedaços pequenos
  • 1 cebola pequena, cortada em cubinhos
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • 1/2 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhar em água fervente com sal e em panelas diferentes, as batatas, cenouras e vagem. Cada legume tem um tempo de cozimento diferente, por isso, devem ser cozidos em recipientes separados para ficar mais fácil a retirada após o cozimento. Cozinhe por 12 a 15 minutos até que estejam macios, mas sem se desfazer. Para saber se estão cozidos, fure-os com um garfo, se entrar com facilidade está pronto. Escorra a água e deixe esfriar.

Em uma tigela grande adicione os legumes cozidos e a cebola, misture bem. Acrescente a maionese e misture delicadamente, até que todos os ingredientes estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o porcionamento: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para iniciar a refeição de forma leve e equilibrada, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fria, mantendo-a sob refrigeração até o momento de levar à mesa.
  • Os cortes dos legumes devem ser padronizados e regulares, garantindo melhor apresentação visual e textura uniforme.
  • Pode ser servida sozinha como entrada ou como acompanhamento de carnes assadas, grelhadas ou preparações frias.
  • Para um sabor mais fresco, finalize com ervas suaves, como salsa ou endro, pouco antes de servir.
  • Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.
  • Variações: pode-se incluir outros ingredientes tais como, salsão, alho poró, maçã verde, palmito, ervilha, milho verde, frango desfiado, atum em conserva entre outros.

3. Curiosidades:

  • As variações da salada refletem adaptações culturais e disponibilidade de ingredientes em cada país, mantendo, porém, o conceito de legumes ligados por maionese.
  • Na Rússia e em países do Leste Europeu, a Salada Olivier é presença quase obrigatória nas ceias de Ano-Novo e celebrações familiares.
  • Apesar de hoje ser associada a versões simples, a receita original era considerada um prato sofisticado da alta gastronomia russa do século XIX.

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O Caviar de Berinjela é prato indiano muito aromático que é preparado com a polpa de berinjela e especiarias. Pode ser servido com pães e torradas, como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caviar de Berinjela

Categoria:  couvert, Entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petiscos

Especificação: Salada de Legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Caviar de Berinjela. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 tomate, sem pele e sem semente, cortado em cubinhos (corte brunoise)
  • 1/2 cebola, cortada em cubinhos
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pimenta malagueta picadinha
  • 2 berinjelas
  • 1 pitada de cominho em pó ou grão
  • 1 pitada de coentro em pó ou grão
  • Suco de meio limão
  • 1 pitada grande de garam masala
  • 2 ramos de coentro fresco

Modo de Preparo:

Em um pilão adicione a cebola, o alho, o gengibre e a pimenta malagueta, macerando tudo. Reserve.

Coloque a berinjela no forno a 250ºC por 10 minutos, virando por 3 vezes até a pele escurecer sem queimar. Retire a casca da berinjela e corte em cubos pequenos (corte jardiniére).

Em uma frigideira, salteie as sementes de cominho e coentro por 30 segundos no fogo, mexendo sempre e adicione o conteúdo do pilão, refogando por 3 minutos. Adicione a berinjela picada e refogue por mais ou menos 10 minutos. Acrescente o tomate e refogue por mais 2 minutos mexendo de vez em quando. Apague o fogo, adicione o suco de limão e o garam masala. Sirva com coentro picado por cima.

Dicas:

1. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Jardinière ou Jardineira ou Cubo Pequeno é um corte de legumes em cubos de 6 a 8mm de lado. Corte derivado do bastão Allumete.

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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