Origem: Itália

Composição: raspas de limão, salsinha e alho.

Características: é um clássico italiano feito com apenas três ingredientes. Além de condimentar, a gremolata é usada para decorar e finalizar pratos.

Molho Gremolata. Imagem Adriana Tenchini

Uso na Gastronomia: adicionada no final da preparação de pratos grelhados com carnes, aves, peixes e vegetais. Pode ser usada em saladas, feijão e massas. Ainda pode adicionar notas cítricas em vegetais de cor verde, como aspargos, brócolis e abobrinha.

Categoria: Aromáticos, Condimentos, Acompanhamento/guarnição,

Especificação: Cozinha Internacional (Itália), Ervas e especiarias, Molho,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 100 ml

Dificuldade: Fácil

Molho Gremolata. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • Raspas de 1 limão siciliano
  • 1/2 xícara de salsinha picadinha
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 100 ml de azeite

Modo de Preparo:

Com um ralador fino ou um zester[1] retire raspas da casca do limão siciliano. Cuidado para não tirar as partes brancas. Reserve o suco do limão. Em uma bowl ou tigela mistura as raspas de limão, salsinha, alho e azeite. Reserve.

Raspas de Limão Siciliano. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Chai Latte é uma bebida quente, leitosa e perfumada com chá preto, leite e especiarias. É originária da Índia e é popular em cafeterias. É uma receita simples de fazer. Pode ser feito com leite integral ou leite vegetal.

Chai Latte

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Decocção, Especiarias, Cozinha Internacional (Índia)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Sanket Sawale por Pexels

Ingredientes:

  • 20 gramas de gengibre
  • 480 mililitros de água filtrada
  • 1 canela em pau
  • 1 anis estrelado
  • 1/2 colher (chá) de pimenta do reino
  • 3 sementes de cardamomo
  • 5 cravos da Índia
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 1 colher (sopa) de chá preto (ou 3 saquinhos de chá preto)
  • 3/4 de xícara de leite integral ou leite vegetal

Modo de Preparo:

Com o auxílio de uma colher de chá ou café, raspe a pele do gengibre para retirá-la. Desta forma, a pele sai com facilidade, evitando desperdício. Corte-o com o auxílio de um mandolim ou com uma faca bem afiada, em fatias bem finas, cerca de 2 mm.

Em uma panela pequena adicione a água, as fatias de gengibre, a canela em pau, o anis estrelado, os grãos de pimenta do reino, o cardamomo, os cravos da Índia e o açúcar mascavo. Leve ao fogo médio. Quando levantar fervura, reduza o fogo e deixe em fervura suave por 10 minutos. Adicione o chá preto e o leite. Deixe ferver em fogo baixo por mais 5 minutos. Coe a mistura.

Dicas:

1. Pode-se substituir o gengibre fresco por gengibre em pó. Neste caso, deve-se usar 5 gramas de gengibre em pó.

2. Se desejar um sabor mais pronunciado, macere as especiarias com o auxílio de um pilão.

3. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


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O Baklavá é uma sobremesa clássica que une duas culturas marcantes do Mediterrâneo Oriental: Grécia e Turquia. Considerado por muitos como “a sobremesa dos deuses”, o Baklavá tem uma origem compartilhada e controversa. Ambas as nações reivindicam sua criação, mas sabe-se que o doce surgiu em territórios que pertenceram ao Império Otomano, abrangendo tanto a atual Grécia quanto a Turquia.

Os gregos associam a criação do Baklavá à tradição da massa folhada, que teria sido desenvolvida no período do Império Bizantino. A sobremesa era servida em ocasiões especiais, como casamentos e festas religiosas, sendo símbolo de prestígio e sofisticação. Já na Turquia, acredita-se que a receita foi refinada nos palácios otomanos de Istambul e popularizada especialmente durante o Ramadã, como uma sobremesa festiva e espiritual.

As variações refletem as influências locais. A versão turca costuma ser feita com pistaches, xarope de açúcar e finalização com pistaches moídos. Já a grega aposta em nozes, mel e canela, criando uma combinação mais aromática. A receita apresentada aqui é uma variação inspirada na versão grega do Baklavá, preparada com nozes e finalizada com uma calda perfumada.

Baklavá – Doce Folhado de Nozes

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesa, Confeitaria

Especificação: Torta doce, massa folhada, cozinha internacional (Grécia e Turquia), vegetariana

Tempo de Preparo: 1 hora e 10 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia – 150 g): 460 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Recheio

  • 250 gramas de nozes, picadas finamente
  • 50 gramas de açúcar refinado
  • 2 colheres (sopa) de miolo de pão, ralado
  • Canela, a gosto

Montagem

  • 1/2 pacote de massa filo
  • 100 gramas de manteiga derretida

Calda

  • 150 gramas de açúcar refinado
  • 150 ml de água
  • 1 colher (café) de suco de limão
  • 1 canela em pau
  • 1 colher (café) de água de flor de laranjeira

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture as nozes, o açúcar, o miolo de pão e a canela. Abra as folhas de massa filo sobre uma superfície limpa. Pincele uma folha com manteiga derretida e sobreponha outra por cima. Repita a operação até terminar a massa. Espalhe o recheio sobre a massa e enrole como um rocambole.

Unte uma assadeira com manteiga e disponha o rolo. Leve ao forno preaquecido a 130 °C por 1 hora. Em seguida, aumente para 180 °C e asse até dourar. Retire e deixe esfriar.

Para a calda, leve ao fogo o açúcar, a água, o suco de limão, a canela em pau e a água de flor de laranjeira. Deixe ferver por alguns minutos até formar uma calda leve.

Corte o doce na diagonal e regue com a calda ainda morna.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

Sirva o Baklavá em temperatura ambiente, acompanhado de chá de hortelã, café grego ou café turco. Embora seja tradicionalmente servido como sobremesa em ocasiões especiais, também pode ser apreciado em pequenas porções no café da manhã ou como lanche da tarde.

Curiosidade:

Na Turquia, o Baklavá é tradicionalmente oferecido durante o Ramadã e outras datas comemorativas. Já na Grécia, é presença marcante em casamentos e Páscoa. Ambas as culturas celebram o doce como patrimônio gastronômico e símbolo de hospitalidade.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Broto de Feijão, também conhecido como moyashi, é um alimento nutritivo, rico em vitaminas, minerais e proteína. Ele é um grande aliado para quem busca uma alimentação saudável, pois é pobre em calorias e gordura, e possui uma grande quantidade de nutrientes. O moyashi é muito utilizado na culinária oriental e pode ser usado em sopas, panquecas salgadas, como acompanhamento de outros preparos e até em sobremesas. É muito fácil e rápido para cozinhar e depois é só aproveitar os nutrientes deste saboroso broto.

Moyashi Refogado

Categoria: acompanhamento/guarnição

Especificação: legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Moyashi – Broto de Feijão in natura. Imagem de Public Domain Pictures por Pixabay

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
  • 3 colheres (sopa) de água
  • 2 colheres (sopa) de molho barbecue
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 500 gramas de moyashi (broto de feijão)
  • 1/2 xícara de cebolinha, cortada de 4 cm aproximadamente

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture bem o molho de soja, a água e o molho barbecue. Reserve.

Aqueça o óleo em uma frigideira e acrescente o moyashi e a cebolinha. Deixe murchar um pouco, mexendo de vez em quando, em fogo médio. Regue com o molho reservado e deixe cozinhar por mais 5 minutos, até que o moyashi esteja bem macio.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Molho de Carne à Moda de Bolonha

Categoria: Acompanhamento/guarnição

Especificação: Molho quente, molho derivado (do molho vermelho), cozinha internacional (Itália, Emília-Romagna), carne vermelha, sem glúten

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 1300 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g/ml – 1 concha de sopa): 385 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 cebola, bem picada
  • 1 talo de salsão, bem picado
  • 1 cenoura, bem picada
  • 350 gramas de carne de boi, moída
  • 350 gramas de carne de porco, moída
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 300 mililitros de água
  • 1 pitada de noz moscada
  • 300 mililitros de vinho branco seco
  • 600 gramas de tomate pelado

Modo de Preparo:

Em uma panela ampla, aqueça o azeite e a manteiga em fogo médio. Acrescente a cebola e refogue até ficar transparente. Junte o alho poró e a cenoura e cozinhe por cerca de 5 minutos, mexendo sempre, até que os legumes estejam macios e aromáticos.

Adicione as carnes moídas, tempere com sal e pimenta do reino e, com o auxílio de um garfo, esmigalhe bem a carne. Cozinhe até que perca completamente a cor avermelhada. Acrescente a água e a noz moscada, reduza o fogo e cozinhe até o líquido quase secar.

Aumente o fogo, adicione o vinho branco e deixe evaporar completamente. Incorpore os tomates pelados, misture bem e, assim que iniciar fervura, abaixe o fogo. Cozinhe lentamente, com a panela destampada, por cerca de 1 hora, mexendo ocasionalmente. Se necessário, acrescente pequenas quantidades de água para evitar que o molho grude no fundo da panela. Ao final, ajuste o sal e a pimenta..

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo: Este molho é ideal para acompanhar massas largas, como tagliatelle e pappardelle, ou para uso em lasanhas e outras preparações gratinadas. O cozimento lento é fundamental para obter sabor profundo e textura aveludada. Pode ser armazenado sob refrigeração por até 3 dias ou congelado por até 3 meses.

2. Curiosidades:

  • Leite ou derivados já fizeram parte da tradição. Em versões antigas, era comum o uso de leite ou manteiga para suavizar a acidez do tomate e arredondar o sabor, especialmente quando o molho cozinhava por muitas horas.
  • O verdadeiro molho à bolonhesa não nasce para o espaguete. Em Bolonha, ele é tradicionalmente servido com massas largas e porosas, como tagliatelle, porque esse tipo de massa consegue reter melhor o molho encorpado. A combinação com espaguete é uma adaptação internacional posterior.
  • A receita oficial é registrada. Em 1982, a Accademia Italiana della Cucina depositou uma versão oficial da Salsa alla Bolognese na Câmara de Comércio de Bolonha, com o objetivo de preservar a tradição regional frente às muitas variações existentes.
  • O molho é mais carne do que tomate. Diferente das versões populares fora da Itália, a bolonhesa tradicional utiliza o tomate como elemento de equilíbrio e não como base principal. O protagonismo é das carnes e do cozimento lento.
  • O cozimento prolongado é essencial. Quanto mais lento o fogo, mais as proteínas das carnes se quebram e se integram aos líquidos, criando a textura aveludada e o sabor profundo característicos do molho.

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Sinônimo: Zahtar, Za’atar. Zátar

Origem: Levante[1], utilizado muito na Síria, Líbano, Israel, Turquia, Armênia, Egito e Tunísia.

Composição: Tomilho, sumagre e gergelim torrado, além de orégano e manjerona como opcionais.

Características: é uma mistura utilizada na gastronomia muçulmana desde a Antiguidade. Com o nome de Ezov[2], aparece em diversas passagens da bíblia, como Números 19:6[3], Levítico 14:4[4], 14:6[5], e em outras passagens, além de citações na Torá e no Talmud. Tem usos medicinais desde tempos remotos. Encontra-se o tempero pronto nos mercados.

Imagem Adriana Tenchini

Uso na Gastronomia: misturado com azeite e pincelado (za’atar-wu-zayt) em pães e massas em geral (como esfirra e pão pita) antes de ir ao forno, além de cordeiro, homus (pasta de grão de bico), iogurte, ovos fritos, couve-flor, batata, abóbora, frango e pescados.

Zaatar é uma tradicional mistura de ervas e especiarias amplamente utilizada em países do Oriente Médio, especialmente no Líbano, na Síria e na Palestina. Seu nome refere-se tanto ao tempero quanto à planta Origanum syriacum, nativa da região. Com sabor levemente ácido, herbáceo e aroma marcante, é comum encontrá-lo em pães como o manakish (esfirra aberta), em carnes, vegetais, ovos, homus e iogurtes. Cada família tem sua receita, e há versões que incluem ou não o sumagre, uma especiaria de sabor cítrico que intensifica a mistura. Além do uso culinário, o zaatar também possui valor simbólico em algumas culturas, sendo associado à memória, ao vigor e à conexão com a terra natal.

Categoria: Aromáticos, Condimentos

Especificação: Cozinha Internacional (Oriente Médio), Especiarias

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 120 gramas

Dificuldade: Fácil

Caloria por porção (1 colher de chá cheia – 5g): 20 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de sementes de gergelim
  • 2 colheres (sopa) de tomilho seco
  • 2 colheres (sopa) de orégano seco
  • 2 colheres (sopa) de manjerona seca
  • 2 colheres (sopa) de sumagre (opcional)
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo baixo. Adicione o gergelim e toste por cerca de 5 minutos, mexendo sempre, até começar a dourar levemente. Deixe esfriar. Em um pilão ou processador, adicione o gergelim tostado e os demais ingredientes. Macere ou pulse até formar uma mistura levemente quebrada, mantendo parte da textura. Armazene em pote hermético, em local fresco, seco e sem luz direta.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo e preparo:

  • Misture com azeite de oliva e use como pastinha para pães sírios, focaccias ou torradas.
  • Salpique sobre legumes assados, batatas, ovos cozidos ou mexidos, iogurte natural e até pipoca.
  • Pode ser usado como tempero seco para frangos, peixes, cordeiro ou grão-de-bico assado.
  • Para melhor durabilidade, prefira sempre ervas secas e mantenha o frasco bem fechado.

2. Curiosidade:

O zaatar é considerado símbolo de identidade e tradição entre os povos do Levante. Em algumas regiões, crianças consomem pão com zaatar antes das provas escolares, acreditando-se que ele melhora a concentração e a memória.



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Temperando e Condimentando

Conceitos e Teorias de Gastronomia

Receitas com Zaatar

Receitas

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Sinônimo e/ou Tradução: Gomásio, gomasio, gersal.

Origem: Japão

Composição: Gergelim moído e sal.

Características: substituto para o sal utilizado há muito no Japão, e que traz benefícios ao organismo (melhora o metabolismo, fornece cálcio, estimula sucos digestivos etc. É também conhecido com gersal, é um condimento feito de sal com gergelim torrado e moído. É um tempero comum na culinária vegetariana e macrobiótica. É um alimento interessante para a prevenção de osteoporose e para a saúde do coração. A proporção varia, mas se costuma utilizar meia xícara de sementes de gergelim para uma colher (chá) de sal. As sementes de gergelim (sem o sal) devem ser torradas em fogo bem baixo, em frigideira ou no forno. O sal também deve ser secado separadamente. Em seguida, deixa-se esfriar tudo e se processa no pilão ou processador. O sal absorve o excesso de óleo das sementes. A mistura se conserva em geladeira por até duas semanas, pois o gergelim começa a oxidar após ser processado.

Sal de Gergelim. Imagem Adriana Tenchini.

Uso na Gastronomia: substituto de sal, em saladas, tortas, sopas, preparações de forno etc.

Categoria: Aromáticos, Condimentos

Especificação:  Cozinha Internacional (Japão), Especiarias

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 120 gramas

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 10 g): 60 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de sementes de gergelim
  • 1 colher (chá) de sal marinho

Modo de Preparo:

Em uma frigideira antiaderente, seque o sal em fogo baixo por 1 a 2 minutos, mexendo ocasionalmente para evitar que queime. Reserve. Na mesma frigideira (sem o sal), toste as sementes de gergelim em fogo baixo por cerca de 5 minutos, mexendo constantemente para que não queimem. Retire do fogo e deixe esfriar. No processador ou pilão, combine o sal seco e o gergelim torrado. Processe até obter uma farofa grossa. O sal ajuda a absorver o óleo das sementes, garantindo uma textura agradável.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo e preparo:

  • Armazene em pote de vidro com tampa, em local seco e protegido da luz para preservar aroma e frescor.
  • Devido à oxidação natural do óleo do gergelim, o sal de gergelim deve ser consumido em até duas semanas para garantir melhor sabor e qualidade.
  • Utilize para temperar saladas, legumes, pratos de arroz, sopas e até frutas frescas como melão ou manga, para um toque oriental especial.
  • Pode substituir o sal tradicional em preparações, conferindo um sabor mais complexo e textura diferenciada.

Curiosidade:

O gergelim é uma das sementes mais antigas cultivadas pelo homem e é muito valorizado na culinária asiática por seu sabor e benefícios nutricionais, além de ser símbolo de longevidade e saúde.


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Quatro Especiarias Francesa

Sinônimo: Quatre épices, quatro épices à la française.

Origem: França, também encontrada na cozinha do Oriente Médio.

Composição: Pimenta do reino preta, Noz moscada, Cravo e Gengibre.

Características: Extenso uso culinário na França e no resto da Europa, originado no século XIX.

Imagem Adriana Tenchini

Uso na Gastronomia: Cozidos clássicos (como daube), molhos com vinho e preparações com caça, além de uso em toda a charcutaria francesa.

O tempero Quatro Especiarias Francesa, também conhecido como “Quatre épices”, é uma mistura clássica e muito utilizada na culinária francesa, especialmente na região da Provença. É conhecido por seu aroma frutado e pungente, combinando notas quentes e picantes com a doçura suave da noz-moscada.

Essa combinação é tradicionalmente usada para realçar pratos como o Daube Provençale, um cozido típico da Provença, mas sua versatilidade permite seu uso em carnes, molhos, sopas, e até preparações com legumes e vegetais. O equilíbrio entre o cravo, gengibre, pimenta do reino e noz moscada confere um perfil aromático complexo e elegante.

Categoria: Aromáticos, Condimentos

Especificação: Cozinha Internacional (França), Especiarias

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 120 gramas

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (10 g – 1 colher de sopa): 26 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de cravo em pó
  • 2 colheres (sopa) de gengibre em pó
  • 2 colheres (sopa) de pimenta do reino moída
  • 2 colheres (sopa) de noz-moscada ralada

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes em uma tigela até obter uma mistura homogênea. Armazene em recipiente hermético, em local seco e escuro para preservar o aroma.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Pode ser usado para temperar vegetais assados, agregando sabor e profundidade.
  • Ajuste a proporção de especiarias para equilibrar o sabor conforme o prato preparado.
  • Utilize também em preparações doces que combinam especiarias, como tortas e bolos, para um toque francês sofisticado.

2. Curiosidade: A mistura Quatre épices remete aos quatro sabores fundamentais da culinária tradicional francesa, sendo muito apreciada por chefs pela sua capacidade de transformar pratos simples em preparações complexas e aromáticas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Cinco Especiarias Chinesa

Sinônimo: cinco perfumes chineses, pó de cinco especiarias

Origem: Sul da China

Composição: Anis Estrelado, Cravo, Canela, Semente de Erva Doce e Pimenta Fagara (também chamada Pimenta Sichuan).

Características: Mistura de especiarias presente em todas as cozinhas do sul da China e Sudeste Asiático. Segundo o Yin e Yang, a mistura contém os cinco sabores principais do equilíbrio: doce, azedo, picante, amargo e salgado.

Imagem Adriana Tenchini.

Uso na Gastronomia: carnes vermelhas, pescado, porco e marinadas para aves, além de coquetéis.

Durante séculos, os chineses vêm utilizando misturas de especiarias para equilibrar os cinco sabores fundamentais da culinária tradicional: doce, salgado, azedo, amargo e umami. O tempero conhecido como Cinco Especiarias Chinesas representa essa filosofia em forma de pó aromático. Composto tradicionalmente por anis estrelado, canela, cravo-da-índia, pimenta Sichuan e sementes de erva-doce, ele carrega notas quentes, adocicadas, picantes e ligeiramente amargas. Essa mistura é base para pratos icônicos como o Char Siu (carne suína laqueada), o Pato Assado à Pequim e marinadas de carnes em geral.

Seu uso não se restringe ao salgado. A combinação intensa e perfumada é também ideal para doces, caldas, frutas assadas e até infusões. Cada região da China tem sua própria versão. Algumas substituem a pimenta Sichuan por pimenta-do-reino ou usam gengibre seco, noz-moscada ou cardamomo para um toque regional.

Categoria: Aromáticos, Condimentos

Especificação: Cozinha Internacional (China), Especiarias

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 160 gramas

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 10g): 27 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 anis estrelado
  • 2 colheres (sopa) de cravo da Índia
  • 2 colheres (sopa) de semente de erva doce
  • 2 colheres (sopa) de pimenta Sichuan
  • 6 colheres (sopa) de canela em pó

Modo de Preparo:

Em uma frigideira seca, adicione o anis estrelado, os cravos, as sementes de erva-doce e a pimenta Sichuan. Aqueça em fogo médio por cerca de 5 minutos, mexendo sempre, até liberar aroma e remover a umidade natural das especiarias. Transfira tudo para um moedor de especiarias, pilão ou liquidificador potente. Adicione a canela em pó e triture até obter um pó fino e homogêneo. Armazene em pote hermético, longe da luz e do calor, por até 3 meses.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de uso:

  • Use em marinadas, caldos, ensopados, carnes grelhadas ou assadas, picles, caldas de frutas e sobremesas com chocolate ou frutas vermelhas.
  • Fica excelente em bolos, biscoitos e compotas de pera ou maçã.
  • Experimente uma pitada no café ou chá preto para um toque oriental.

Substituições:

  • Se não tiver pimenta Sichuan, use pimenta-do-reino em grãos (mesma quantidade). O sabor será diferente, mas ainda agradável.
  • Para versões mais suaves, reduza o cravo pela metade.

Curiosidades:

  • O nome “Cinco Especiarias” não se refere apenas ao número de ingredientes, mas ao conceito dos cinco sabores[1] fundamentais da medicina tradicional chinesa.
  • Essa mistura é considerada equilibrada tanto do ponto de vista do paladar quanto do equilíbrio energético dos alimentos, segundo os princípios do Yin e Yang[2].


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Maionese é um molho frio, condimentado e emulsionado, preparado a partir da combinação de ovos, óleo vegetal e um elemento ácido, como vinagre ou suco de limão. Trata-se de uma emulsão clássica, ou seja, a união estável entre dois líquidos naturalmente imiscíveis. Para que essa emulsão se mantenha homogênea ao longo do tempo, é indispensável a presença de um agente emulsionante, função desempenhada principalmente pela gema do ovo e, em algumas variações, pela mostarda.

A origem da maionese é envolta em controvérsias históricas. A versão mais difundida atribui sua criação à França, em 1756, quando o cozinheiro do Duque de Richelieu teria improvisado um molho à base de ovos e azeite durante a ocupação do porto de Mahón, na ilha espanhola de Minorca, batizando-o de “mahonese” em referência à vitória militar. Já a versão espanhola defende que o molho já fazia parte da culinária local das Ilhas Baleares, sendo posteriormente apropriado e difundido pela cozinha francesa. Há ainda teorias que relacionam a maionese ao aioli, preparação ancestral de alho e óleo conhecida desde a Antiguidade e mencionada por Plínio, o Velho, no século I.

Imagem Adriana Tenchini

Independentemente de sua verdadeira origem, a maionese ganhou refinamento técnico na culinária francesa a partir do trabalho de Marie-Antoine Carême (1784–1833), que tornou o molho mais leve ao substituir o azeite por óleos de sabor neutro e utilizar apenas gemas, facilitando a emulsificação. No início do século XX, a maionese consolidou-se como produto industrializado com a fundação da Hellmann’s, em 1912, nos Estados Unidos, tornando-se um dos molhos mais difundidos da gastronomia mundial.

Versátil e amplamente utilizada, a maionese pode acompanhar sanduíches, saladas, vegetais, carnes frias, massas, tortas salgadas e diversas preparações contemporâneas.

Receita – Maionese Caseira

Categoria:  Couvert, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha Internacional (França e Espanha), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 360 gramas – 12 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 15 g): 108 kcal

Maionese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • Óleo de soja, o suficiente para dar o ponto de creme (+ ou – 250 ml)
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Coloque os ovos e o suco de limão no copo do liquidificador. Bata em velocidade média e, sem interromper o funcionamento, despeje o óleo em fio, lentamente, até que a mistura emulsione e adquira textura cremosa. Desligue o liquidificador, transfira a maionese para um recipiente hermético, acrescente o sal e misture delicadamente. Leve à geladeira antes de servir.

Validade: até 5 dias sob refrigeração, em recipiente bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Ideal para sanduíches, hambúrgueres artesanais e wraps.
  • Pode ser utilizada como base para molhos derivados, como maionese de ervas, de alho, de mostarda ou rosé.
  • Combina muito bem com saladas de batata, legumes cozidos, ovos e carnes frias.

2. Dicas técnicas:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente para facilitar a emulsificação.
  • Caso a maionese talhe, bata uma gema nova em outro recipiente e incorpore lentamente a maionese talhada.
  • Para um sabor mais neutro, prefira óleos refinados. Para versões mais intensas, parte do óleo pode ser substituída por azeite suave.

3. Curiosidades:

  • É um dos molhos-base mais utilizados para a criação de variações modernas e contemporâneas.
  • A maionese é considerada um dos principais exemplos clássicos de emulsão na gastronomia.
  • O nome “maionese” foi oficialmente consolidado na França apenas no século XIX.

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O Papo de Anjo é uma das sobremesas portuguesas mais tradicionais, remanescente da doçaria conventual dos séculos XVII e XVIII. Nessa época, freiras e monges utilizavam grandes quantidades de gemas, aproveitando as claras que eram empregadas para engomar tecidos ou filtrar vinhos. Dessa combinação de técnica e criatividade surgiram vários doces icônicos, e o Papo de Anjo é um deles, conhecido pela textura delicada e pelo perfume característico da calda aromatizada.

Ao chegar ao Brasil, essa sobremesa encontrou espaço em regiões com forte herança luso-brasileira, especialmente no Sul e Sudeste, e em estados de tradição colonial, como Minas Gerais. Nessas localidades, a doçaria portuguesa foi preservada com carinho, fazendo com que o Papo de Anjo permanecesse presente em confeitarias, cozinhas familiares e mesas festivas. Ainda que não seja considerado um doce típico de uma região específica do país, ele integra o repertório tradicional brasileiro herdado de Portugal.

Papo de Anjo

Categoria: Café da manhã e lanches, Sobremesas

Especificação: Creme, sobremesa clássica, cozinha internacional (Portugal), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções (equivalente a aproximadamente 2 unidades por pessoa)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 540 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 gemas, peneiradas
  • Manteiga amolecida (para untar)
  • 250 gramas de açúcar refinado
  • 200 ml água
  • 1 fava de baunilha
  • 3 gotas de essência de amêndoas
  • 50 gramas de amêndoas laminadas

Modo de Preparo:

Bata as gemas na batedeira até ficarem claras, fofas e bem aumentadas de volume. Unte pequenas forminhas de empada com a manteiga e preencha-as com as gemas batidas, sem encher completamente. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 15 minutos, até firmarem levemente sem dourar.

Em uma panela, prepare uma calda rala com o açúcar e a água. Abra a fava de baunilha no sentido do comprimento, raspando as sementes para a panela. Acrescente também a essência de amêndoas.

Retire os papos de anjo do forno e mergulhe-os ainda mornos na calda perfumada. Deixe esfriar dentro da própria calda para absorver o sabor. Sirva com as amêndoas laminadas por cima.

Toques finais e sugestões

  • Ficam perfeitos servidos gelados, especialmente após refeições mais robustas.
  • Para uma finalização tradicional, deixe os papos de anjo escorrerem em uma peneira e passe cada unidade no açúcar refinado, criando uma camada fina e brilhante.
  • A essência de baunilha pode substituir a fava, caso seja a opção disponível.

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FONTE IMAGEM CAPA:

Os Ovos Nevados, conhecidos em francês como Île Flottante, são uma sobremesa clássica da confeitaria francesa que remonta ao século XVIII. Seu nome faz referência direta ao visual do prato: porções leves de merengue cozido, que flutuam sobre um delicado creme inglês, lembrando pequenas “ilhas” repousando sobre um mar de baunilha.

Essa preparação faz parte do repertório tradicional das sobremesas europeias baseadas em ovos, muito apreciada nos salões e cafés franceses ao longo dos séculos, mantendo-se até hoje como um ícone da confeitaria clássica.

Ovos Nevados – Ilê Flotante

Categoria: Sobremesas

Especificação: Creme, Sobremesa gelada, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Clássica, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 taça de sobremesa – 200g): 268 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Para o creme inglês

  • 4 gemas, peneiradas
  • 3 colheres (sopa) açúcar refinado
  • 300 ml leite
  • 1 fava de baunilha

Para os merengues – ovos nevados

  • 2 claras
  • 1 pitada de cremor de tártaro
  • 115 gramas de açúcar refinado

Para o caramelo – decoraração

  • 150 gramas de açúcar refinado
  • 50 ml de água

Modo de Preparo:

Creme inglês

Em uma panela, misture as gemas, o açúcar, o leite e as sementes da fava de baunilha. Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente com um fouet, até obter um creme liso e levemente espesso, sem deixar ferver. Transfira para uma tigela e leve à geladeira para resfriar.

Merengue

Bata as claras em neve até atingir pico firme. Adicione o cremor de tártaro[1] e, em seguida, acrescente o açúcar aos poucos, batendo até obter um merengue brilhante e consistente. Com duas colheres, molde quenelles[2] de merengue. Cozinhe as porções em água fervente por 2 a 3 minutos, virando delicadamente para cozinhar por igual. Retire com cuidado e disponha sobre papel-toalha para escorrer.

Caramelo

Em uma panela pequena, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo sem mexer até atingir cor âmbar. Utilize imediatamente ou mantenha em banho-maria aquecido. Modele fios ou arabescos para decorar.

Montagem

Disponha o creme inglês gelado no fundo do prato ou taça. Coloque os merengues por cima. Finalize com o caramelo em fios ou arabescos.


Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva bem gelado para realçar a leveza do merengue.
  • A sobremesa pode ser montada minutos antes de servir para manter o contraste entre texturas.
  • Se quiser, aromatize o creme inglês com casca de limão-siciliano ou laranja.

2. Curiosidades:

  • A versão clássica utiliza baunilha natural, mas variações modernas incluem essência de baunilha, café, pistache e até caldas de frutas.
  • A Île Flottante aparece em diversos livros de culinária francesa desde o século XVIII, sendo considerada uma das sobremesas mais elegantes e refinadas da época.

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