Classificação por Finalidade e Área de Interesse

Dependendo dos objetivos do evento podemos classificá-lo em institucional ou promocional.

Institucional – Quando a finalidade é desenvolver, manter ou aperfeiçoar a imagem corporativa da empresa, entidade, governo ou pessoa, tornando-a simpática ao mercado ou ao seu público-alvo, em especial. Ex.: Convite a clientes para passar um final de semana em um hotel do litoral, apenas participando de atividades de entretenimento e lazer. Objetivo principal de garantir a satisfação e a fidelidade de clientes com relação à empresa.

Promocional ou Mercadológico – Quando a finalidade do evento for primordialmente comercial, com o objetivo de vendas imediatas, a promoção de produtos ou serviços de empresa, governo, entidade ou pessoa, como apoio ao Marketing, com fins mercadológicos. Ex.: Feiras de varejo, nas quais a empresa procura apresentar e vender, por meio de promoção especial, seus produtos ou serviços ao mercado.

Essa classificação permite ao organizador de eventos definir e captar corretamente o seu público-alvo, real e potencial. Sabe-se que hoje dificilmente um evento é realizado objetivando a geração positiva de imagem. Mesmo quando o evento é institucional, a intenção final, a médio e longo prazo é gerar lucros para a empresa. Na verdade, qualquer evento dito institucional, mesmo que apenas em longo prazo e sem conscientização de quem o organiza, gera ou deverá gerar retorno comercial para a empresa.

Classificação Quanto a Área de Interesse

  • Artístico – relacionados a qualquer espécie de arte, como música, pintura, poesia, literatura e outras.
  • Beneficente – Tratam de programas e ações sociais, divulgados em acontecimentos públicos.
  • Científico – trata de assuntos referentes ás ciências naturais e biológicas, como por exemplo, medicina, botânica, química, biologia e outros.
  • Cívico – trata de assuntos ligados à pátria e à sua história.
  • Cultural – ressalta os aspectos de determinada cultura, para conhecimento geral ou promocional.
  • Desportivo – qualquer tipo de evento no setor esportivo, independente de sua modalidade.
  • Educativo – o objetivo é a educação.
  • Empresarial – Ligados às pesquisas, aos resultados e realizações das empresas e seus associados.
  • Folclórico – trata das manifestações de culturas regionais de um país, abordando lendas, tradições, hábitos e costumes típicos.
  • Governamental – tratam de realizações do governo, quaisquer que sejam a esfera, nível e instância.
  • Informativa – objetiva somente fornecer informações, sem pretensões educativas ou culturais.
  • Lazer – proporcionam entretenimento aos seus participantes.
  • Político – ligados aos assuntos políticos, que sejam a partidos, associações de classe, sindicatos ou outros.
  • Promocional – promove um produto, pessoas, entidade ou governo, que seja promoção de imagem ou apoio ao marketing.
  • Religioso – trata de assuntos religiosos, seja qual for o credo.
  • Turístico – exploram os recursos turísticos de uma região ou país, por meio de viagens de conhecimento de conhecimento ou lazer.

Saiba Mais: Classificação e Tipologia de Eventos


O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP:
Editora Aleph, 2002.

CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios,
Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: Procedimentos e Técnicas. 4ª edição atualizada. Barueri, SP: Editora
Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

Classificação por Categoria e Público Alvo

Classificação quanto a Categoria

Os eventos podem ser divididos em empresariais, sociais e culturais.

São acontecimentos que aperfeiçoam a política de comunicação das empresas e tem como objetivo criar conceitos e reforçar a imagem de produtos, serviços, pessoas e da própria organização por meio da aproximação entre os participantes e, também, aproveitando para atrair a atenção do público e da imprensa sobre a instituição, além de promover vendas e estimular o crescimento da empresa a médio ou longo prazo.

São aqueles realizados no âmbito das famílias ou círculos de amizade, que tem como objetivo a confraternização, o entretenimento e o registro de acontecimentos. Variam de acordo com a cultura, hábitos e religião dos povos, sendo os mais comuns: batizado, aniversário, casamento, bodas e debute, atualmente, festa dos quinze anos. Pode também incluir o serviço à mesa, que tanto pode ser empresarial como social.

Os eventos culturais têm como enfoque a própria cultura – difundir manifestações, estimular a criatividade e expressões populares e artísticas, contribuindo para a promoção, valorização e preservação dos patrimônios culturais e naturais das comunidades.
Quando se fala em eventos culturais, há que se considerar uma grande variedade deles: inaugurações, exposições, estreias de filmes, shows, peças de teatro, entre muitos outros. Muitas vezes, esses eventos ultrapassam o foco cultural em seus objetivos e acabam tendo um forte apelo social e comercial.

Classificação Quanto ao Público Alvo

Público-alvo – todo aquele, pessoa física ou jurídica, que seu evento pretenda atingir.

Ocorrem dentro de determinadas situações, com público-alvo definido que é convocado e/ou convidado a participar. Ex.: Casamentos, aniversários, festas institucionais, reuniões etc. Os eventos fechados podem ter ainda um público dirigido ou um público específico.

  • Evento Fechado com Público Dirigido – restrito ao público que possui afinidade com o tema. Ex.: Salão do Automóvel (produtores, comerciantes, usuários, colecionadores), exposições agropecuárias, feiras de calçados ou de moda etc.
  • Evento Fechado com Público Específico – direcionado a público claramente definido em função do interesse ou envolvimento com a área da atividade em questão. Ex.: congressos da área médica, seminários de educação ou meio ambiente, encontros de filatelia etc.

Propostos a um público, podendo ser divididos em eventos aberto por adesão e eventos aberto em geral.

  • Evento aberto por adesão – é aquele apresentado e sujeito a um determinado segmento de público, que tem a opção de aderir mediante pagamento de taxa de participação e/ou inscrição gratuita. Ex: shows, congressos, feiras, exposições etc.
  • Evento aberto em geral – é aquele que atinge todas as classes de público. Ex: show em praça pública, exposições, feiras etc., desde que tenham entrada franca.

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Editora Aleph, 2002.

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Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: Procedimentos e Técnicas. 4ª edição atualizada. Barueri, SP: Editora
Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

O que é um Evento

Elas representam um desafio constante à criatividade e à resistência físico emocional das pessoas, porque quanto mais bem planejada, organizada, bela, mais elas marcam, mais permanecem na recordação. E ambas são eventos.
Quem não se emociona na abertura dos Jogos Olímpicos? Ou na Copa do Mundo? Quem não sente aquele “frio no estômago” com o toque do Hino Nacional? E com a música da banda num desfile? Isto é evento.
Quem não se orgulha quando seu nome é citado para compor uma mesa de honra? E se os seus passos forem acompanhados pelo toque dos clarins? E quando se tem direito a um pronunciamento? Quem não gosta de participar, de expor suas ideias? Isto é possível acontecer nos eventos. Fonte: MEIRELES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos, 1999. p.18

É difícil imaginar um dia em nossas vidas sem eventos, eles tornaram-se parte de nosso cotidiano e podem ocorrer pelos mais variados motivos, como entretenimento, conhecimento, ou ainda, negócios. A expressão “evento”, segundo o dicionário, vem do latim eventu e significa “acontecimento”. A expressão “acontecer”, originada também do latim (constigescer), significa “ser ou constituir fato de importância na vida social ou em outros âmbitos”. Desta maneira, relacionando as duas expressões, evento e acontecimento, define-se evento como instrumento utilizado para reunir pessoas para finalidades diversas (comemorações, festividades, intercâmbio de conhecimentos e experiências, troca de informações etc.).

Portanto, dada a abrangência do termo, evento pode ser uma simples festa de aniversário, uma reunião de negócios ou ainda um amplo congresso técnico científico. Como o conceito de eventos é muito amplo, ressalto a seguir algumas definições de eventos citadas por diversos autores:

“A origem da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo de pessoas.” CAMPOS, WYSE & ARAÚJO (2000)

“Evento é um fenômeno multiplicador de negócios, pelo seu potencial de gerar novos fluxos de visitantes… Há uma distinção marcante para os eventos, é sua capacidade de atração constante, em qualquer época…” ANDRADE (2002)

“Evento é um acontecimento criado com a finalidade específica de alterar a história da relação organização público, em face das necessidades observadas. Caso esse acontecimento não ocorresse, a relação tomaria rumo diferente e, certamente, problemático.” SIMÕES (1995)

“Evento é um componente do mix da comunicação, que tem por objetivo minimizar esforços, fazendo uso da capacidade sinérgica da qual o poder expressivo, no intuito de engajar pessoas numa ideia ou ação.” GIÁCOMO (1993)

“Evento é um instrumento institucional e promocional, utilizado na comunicação dirigida, com a finalidade de criar conceito e estabelecer a imagem de organizações, produtos, serviços, ideias e pessoas, por meio de um acontecimento previamente planejado, a ocorrer em um único espaço de tempo com a aproximação entre os participantes, quer seja física, quer seja por meio de recursos da tecnologia.” MEIRELLES (1999)

Ainda segundo MATIAS (2007, p.81-82), temos:

Como Eventos é uma atividade dinâmica, sua conceituação tem sido objeto de modificações, conforme vai evoluindo. Portanto, segundo a experiência de vários especialistas da área, evento significa:

– Ação do profissional mediante pesquisa, planejamento, organização, coordenação, controle e implantação de um projeto, visando atingir seu público-alvo com medidas concretas e resultados projetados;

– Conjunto de atividades profissionais desenvolvidas com o objetivo de alcançar o seu público-alvo pelo lançamento de produtos, apresentação de uma pessoa, empresa ou entidade, visando estabelecer o seu conceito ou recuperar a sua imagem;

– Realização de um ato comemorativo, com finalidade mercadológica ou não, visando apresentar, conquistar ou recuperar o seu público-alvo;

– Soma de ações previamente planejadas com o objetivo de alcançar resultados definidos perante seu público-alvo.

Desta forma, conclui-se que “evento” é motivo de aproximação das pessoas, cria sentimentos, mexe com a emoção, marca presença, promove o diálogo, além de ser um forte recurso da comunicação, pois, ao mesmo tempo, reúne a comunicação escrita, oral e corporal.

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Evolução do Turismo e dos Eventos Através dos Tempos

Sobre a história do turismo, BADARÓ (citado por Silva Souza, 2006, p. 11), considera:

Ao direcionar para um estudo histórico, podem-se identificar viagens realizadas pelo homem desde tempos mais remotos, podendo situar-se na antiga Grécia, entre fenícios, na antiga Roma ou até mesmo antes da idade escrita, há milhões de anos atrás. Alguns autores constatam que o turismo teve início na Grécia no século VIII a.C. com a locomoção de pessoas aos jogos olímpicos, outros acreditavam ter sido os sumérios (por serem os criadores da moeda e do comércio), e na antiga Roma (com a criação de estrada no século II a.C.). (BADARÓ, 2003:28).

Nesta página o leitor encontrará um pouquinho da história do turismo e dos eventos desde o início da humanidade. Os textos fazem parte do meu livro à venda na Amazon: livro: “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática”

Livro: Planejamento e Organização de Eventos à venda na Amazon.

Viagens na Pré História

As viagens fazem parte da história. Desde os mais antigos povos até as nações atuais, o homem sempre teve vários motivos que o obrigavam a se deslocar, tanto do ponto de vista da conquista…

Turismo na Antiguidade

Em torno de 4000 a.C., surgiram os Sumérios. Eles foram os primeiros povos a habitar a região da Mesopotâmia, área compreendida entre os rios Tigre e Eufrates…

Idade Média e as Viagens

As invasões bárbaras ocorridas durante o ano de 456 d.C. ocasionou o colapso do Império Romano iniciando-se a Idade Média ou Idade das Trevas.

Turismo na Idade Moderna e Contemporânea

Houve um grande desenvolvimento artístico e científico devido ao Renascimento. Nesta época, viajar passou a ser uma oportunidade para se ter mais conhecimento, aprender novos idiomas. No século XVI surgiu o costume de mandar os jovens aristocratas ingleses…


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A Autora


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FONTES IMAGENS: Imagem de Denny Franzkowiak por Pixabay

“Belo Horizonte parece mais uma exclamação que um nome.”
Machado de Assis

Belo Horizonte – Eventos e Turismo

Belo Horizonte completa 128 anos de existência em dezembro de 2025, mas ainda permanece vibrante, jovem e vigorosa. “Beagá” ou ainda “Belô”, está sempre aliando desenvolvimento e modernidade com a preservação de sua beleza arquitetônica, de seus jardins, parques e praças. Belô é uma cidade múltipla e um dos mais importantes polos industriais e econômicos do país. Beagá é uma capital em constante movimento, que avança em ritmo acelerado, mas prima pela qualidade na prestação de serviços e se orgulha de ser considerada a cidade brasileira de excelência médica.

Não é à toa que Belo Horizonte tenha sido escolhida como palco de grandes eventos nacionais e internacionais. Além de oferecer o que há de melhor em serviços, aqui o visitante é convidado a se sentir em casa e a desfrutar de um dos mais importantes quesitos de um grande destino: seus valores humanos. Belo Horizonte cresceu e segundo projeção de 2019, tem aproximadamente 2,5 milhões de habitantes e a sua região metropolitana, a Grande BH, é a terceira maior do país. Beagá é uma metrópole com ares de cidade do interior.

É considerada a capital nacional dos bares e da cultura, e destacam-se principais atrativos históricos e culturais, nomeados também como conjuntos urbanos, que são: Praça da Liberdade, Avenida João Pinheiro e entorno, Rua da Bahia, Avenida Afonso Pena, Praça Rui Barbosa e adjacentes, Orla da Pampulha, Mercado Central, Museu Abílio Barreto, Parque das Mangabeiras, Praça do Papa e tantos outros. Como os pontos turísticos de Beagá são muitos, hoje escreverei somente sobre alguns, terei oportunidades de descrever outros futuramente. Então vamos lá!

Nesta página o leitor encontrará um pouquinho da história de Belo Horizonte, minha cidade natal, e alguns pontos turísticos. Os textos fazem parte do meu livro à venda na Amazon: livro: “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática”

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A História de Belo Horizonte

A história do Município de Belo Horizonte inicia-se em 1701, quando o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chega à Serra das Congonhas, correspondente à atual Serra do Curral…

Conjunto Urbano da Praça de Liberdade

praça da liberdade é um dos melhores passeios para quem visita BH. Foi construída na época da fundação da cidade e mistura vários estilos como: neoclássico (final do século 19), art-déco…

Conjunto Urbano Orla da Pampulha

Apresentar os principais tipos de eventos utilizados no mercado, suas vantagens e os critérios básicos para decidir quando recorrer a cada um deles é o objetivo deste capítulo.


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FONTES IMAGENS: Imagem de Adriana Tenchini

Molhos

Condimentados

Os Molhos Condimentados são produtos líquidos, pastosos, cremosos ou em suspensão que são utilizados para agregar sabor, aroma, consistência, cor e condimentar alimentos e bebidas. Eles podem ser usados na preparação de outros alimentos ou serem servidos como acompanhamento. Alguns exemplos: mostarda, ketchup, maionese, shoyu, molho barbecue, molhos de pimenta, molhos para salada, molho de alho, entre outros. Neste tópico citarei somente alguns.

Abaixo segue relação com alguns exemplos:



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES DAS IMAGENS:

CAPA: Imagem de Jeferson Urias Urias por Pixabay.

KETCHUP: Imagem de Andry S por Pixabay.

MAIONESE: Imagem Adriana Tenchini

VINAGRETE: Imagem marina zasorina por Pexels

MOLHO DE SOJA: Imagem de Hansuan Fabregas por Pixabay.

MOLHO INGLÊS: Imagem Aaddilyn Ragsdill Clockworklemon com oum por Unsplash.

MOLHO BARBECUE: Imagem Adriana Tenchini

MOLHO DE PEIXE: Imagem Aaddilyn Ragsdill Clockworklemon com oum por Unsplash.

MOLHO DE OSTRA: Imagem Adriana Tenchini

TARE E TERIYAKI: Imagem de Andreas Theis por Pixabay.

MOLHO DE PIMENTA: Imagem Isaw company por Pexels.


REFERÊNCIAS:

Ácidos e Gorduras

Ácidos e

Gorduras

Os ácidos são condimentos utilizados para conservar, saborizar, reduzir a necessidade do sal e promover o amaciamento. Dentre os ácidos podemos citar os cítricos (limão e laranja), o vinho, vinagre, dentre outros.

As gorduras são utilizadas para saborizar, melhorar a textura e a consistência das preparações. Podemos citar: óleo, banha, gordura vegetal hidrogenada, margarina, manteiga, azeite, azeite de dendê, óleo de coco, creme de leite e toucinho.

Abaixo segue relação com alguns exemplos:



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FONTES DAS IMAGENS:

CAPA: Imagem de Hans por Pixabay

CÍTRICOS: Imagem Adriana Tenchini

VINHO: Imagem de Vinotecarium por Pixabay

CACHAÇA: Imagem de Gábor Adonyi por Pixabay

CERVEJA: Imagem de Frantisek Krejci por Pixabay

CONHAQUE:

WHISKY:

VODCA:

RUM:

SAQUÊ:

VINAGRE:

ÓLEOS E VINAGRES AROMATIZADOS:


REFERÊNCIAS:

Combinação de

Condimentos

As especiarias são utilizadas há milênios pela humanidade e à medida em que foram sendo empregadas, foram surgindo novas misturas, também chamadas de blends. Todas as grandes civilizações do mundo criaram suas combinações de condimentos. Seu uso não se limita somente na gastronomia, ocorreu também grandes avanços no setor higiênico-sanitário[1] e no medicinal, pois várias especiarias são utilizadas na conservação de alimentos, na perfumaria, nos cosméticos, na indústria farmacêutica, entre outros. A seguir alguns exemplos destas combinações de condimentos.

Abaixo segue relação com alguns condimentos:



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FONTES DAS IMAGENS:

CAPA: Imagem Adriana Tenchini


REFERÊNCIAS:

Canela

Nome científico: Cinnamomum zeylanicum

Sinônimo: canela, canela verdadeira, canela de cheio, canela da índia, canela de tubo, canela do ceilão, canela rainha.

Canela. Imagem de Steve Buissinne por Pixabay

Origem: é obtida do tronco da árvore caneleira, nativa do antigo Ceilão, atual Sri Lanka, ao sul da Índia. Cinnamomum é derivado da palavra indonésia “Kayumanis”, que significa madeira doce. É conhecida desde a antiguidade. Era tão valorizada que era um item a ser presenteado a reis e rainhas. É mencionada na Bíblia, no livro Êxodo 30:23, quando Deus ordenou a Moisés o uso da canela. É mencionada por Heródoto e outros escritores clássicos. Em 1500 a.C. uma rainha do Egito usou canela em seus perfumes. Durante os séculos XIV a XVI, a canela era um dos motivos de inúmeras embarcações partirem para o Oriente, especificamente para o Ceilão. No início do século XVI, a canela era trazida por comerciantes portugueses direto do Ceilão. Portugal tinha o monopólio da especiaria neste período, porém, foi perdendo gradativamente para a Companhia das Índias Orientais holandesa, que se apossou dos entrepostos portugueses a partir de 1638.

Características: a caneleira é uma árvore pequena que fornece madeira de alta qualidade e uma casca aromática. Possui folhas de formato ovalado e as flores, que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. A fruta arroxeada, produz uma única semente. A casca macia aparece após retirar a primeira camada do tronco da caneleira. Essa casca é cortada em pedaços e colocada para secar ao sol. Suas pontas se enrolam e formam um pequeno canudo.

Uso Medicinal: além de ser utilizada na alimentação, a canela é usada para dar brilho aos cabelos, em cosméticos, perfumes, sabonetes e medicamentos. É conhecida por curar resfriados. A Associação de Medicamentos dos Estados Unidos indica o uso de uma colher (chá) diariamente de canela para reduzir o açúcar no sangue e melhorar a taxa de colesterol.

Uso na Gastronomia: a canela é utilizada na culinária (em casca ou em pó) como condimento, aromatizante e na preparação de licores e alguns tipos de doces e salgados. Ingrediente indispensável na confeitaria europeia. No oriente é utilizada para temperar carnes (em especial, cordeiro) e complementar alguns temperos. Os árabes preparam um delicioso arroz com canela. Na cozinha indiana, a casca é frita em óleo quente até desenrolar, liberando totalmente o seu sabor. A canela em pó está presente em diversas receitas de garam masala e curry. No Brasil, a canela é utilizada principalmente em pratos doces. A canela em pau é utilizada em doces de frutas como a abóbora, a laranja e o mamão. A canela em pó é empregada no arroz doce, curau e bolos. Durante as festas juninas coloca-se a canela no quentão e no vinho quente.

Curiosidades: 1. No Egito era utilizada como um perfume para fins de embalsamento. 2. Era usada pelos gregos, romanos e hebreus para aromatizar o vinho. 3. Na China e na Índia tinha fins religiosos. 4. A canela, juntamente com outras especiarias, tais como cravo, pimenta do reino e noz moscada, eram utilizadas como moeda de troca para pagar serviços, impostos, acordos, obrigações religiosas, dívidas e até mesmo heranças, dotes, reservas de capital e divas de um reino. 5. De acordo com a medicina chinesa, a canela possui propriedades curativas. 6. Na espiritualidade, a canela atrai a energia da abundância, do dinheiro, do emprego, do sucesso nos negócios, da prosperidade. Traz sorte, afasta energia negativas e atrai as positivas. Também protege física e espiritualmente. 7. A canela é considerada símbolo do amor e sabedoria, sendo muitas vezes empregada em poções mágicas para conquistar a pessoa amada. 8. Muitas pessoas, no primeiro dia do mês, assopram a canela em pó na porta de entrada da casa (de fora para dentro) para atrair prosperidade.

Doce de Abóbora com Coco. Imagem Adriana Tenchini.

Doce de Abóbora com Coco

É uma das sobremesas mais brasileiras e três estados disputam o título de origem: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. 

Panqueca de Banana com Aveia e Canela

É um receita fácil e saudável para o lanche ou café da manhã.

Panqueca de Banana com Aveia e Canela. Imagem Adriana Tenchini.

Temperando e Condimentando

Conceitos e Teorias de Gastronomia

Receitas com Canela

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Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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REFERÊNCIAS:

INSTITUTO Americano de Culinária. O chef profissional. 3. ed. São Paulo: Senac, 2010.

LINGUANOTTO NETO, N. Ervas e especiarias com suas receitas. São Paulo: Editora Gourmet Brasil, 2006.

PELT, J. M. Especiarias e ervas aromáticas: história, botânica e culinária. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

Alho

Nome científico: Allium sativum

Sinônimo: alho, alho comum, alho manso, alho hortense

Origem: existem controvérsias sobre sua origem ser a Europa Mediterrânea ou o Continente Asiático, mas, a maioria dos autores sugerem que o alho surgiu no deserto da Sibéria, foi levado por nômades para o Egito, de onde migrou para o Extremo Oriente através das rotas de comércio com a Índia, alcançando a Europa. Na atualidade, o alho é cultivado em todo o mundo.

Alho Roxo. Imagem de Adriano Gadini por Pixabay.

Características: Pertence à família Alliaceae, é uma planta herbácea, perene, mas quando cultivada é normalmente utilizada como anual. O alho tem folhas alongadas, estreitas e cerosas, podendo atingir até 60 cm de altura. As bainhas das folhas formam um pseudocaule curto que na parte inferior forma-se o bulbo. O bulbo, de formato redondo ou ovalado é dividido em bulbilhos (dentes) que podem variar em número de 5 a 56. Os bulbilhos são compridos, ovoides e de forma arqueada, envoltos por folhas protetoras chamadas brácteas, cuja coloração pode ser branca, vermelha, violeta, roxa e marrom. Além dessa proteção individual, o bulbo ainda é envolto por várias túnicas esbranquiçada que são facilmente destacáveis. Pode ser cultivado ao lado de uma variedade de vegetais como um pesticida natural.

Uso Medicinal: O alho era considerado pelos povos antigos como uma planta medicinal e destaca-se entre as hortaliças como fonte de fibras, potássio, zinco e selênio, e das vitaminas B1, B6 e C. Entre seus benefícios está a função termogênica[1], a capacidade de combater gripes e resfriados, melhorar o sistema imunológico, reduzir o risco de câncer gástrico, evitar ou curar perturbações do aparelho digestivo e respiratório, parasitoses intestinais, edema, gripe, trombose, arteriosclerose, ajuda a tratar e prevenir doenças do coração. O alho consta na lista dos alimentos funcionais[2] do Ministério da Saúde, por ser rico em Sulfetos alílicos. Ao esmagar ou cortar o dente de alho cru, o alimento libera um componente bioativo, a alicina[3]. As alicinas ajudam a reduzir a pressão arterial e o colesterol ruim, e melhorar o sistema imunológico.

Uso na Gastronomia: O alho é um ingrediente muito utilizado na culinária como condimento. Na Espanha, o alho pode ser encontrado como principal ingrediente de alguns pratos, tais como: molho de alho, sopa de alho, ajoblanco[4]. É também um produto muito utilizado na culinária peruana, mexicana, equatoriana e argentina. Na gastronomia brasileira é amplamente utilizado. Imagina aquele delicioso arroz e feijão fresquinho com alho picadinho na hora! Mesmo antes da comida ficar pronta, o aroma já pode ser sentido por toda a casa. Seu aroma e sabor podem intensificar o gosto dos mais variados pratos. O alho pode ser utilizado como um substituto do sal refinado, conferindo mais sabor aos pratos sem prejuízos à saúde.

Tipos de Alho:

Alho Roxo (Alho Brasileiro): tem a casca levemente arroxeada, uma cabeça mais grossa, pesada e geralmente fornece uma quantidade maior de dentes, que se destacam por ter um sabor mais forte e ácido. O bulbo do alho roxo é considerado de maior qualidade, pois fornece mais nutrientes. É rico em antioxidantes e outras propriedades medicinais.

Alho Roxo. Imagem de Adriano Gadini por Pixabay.
Alho Branco. Imagem de Maison Boutarin por Pixabay.

Alho Branco (Alho Chinês): é o mais encontrado no mercado. É todo branco, tem uma cabeça mais leve que fornece uma quantidade menor de dentes, que se destacam por ter um sabor mais leve e adocicado. Este alho tem uma qualidade um pouco mais baixa que o brasileiro.

Alho Branco (Alho Chinês): é o mais encontrado no mercado. É todo branco, tem uma cabeça mais leve que fornece uma quantidade menor de dentes, que se destacam por ter um sabor mais leve e adocicado. Este alho tem uma qualidade um pouco mais baixa que o brasileiro.

Alho Negro. Fonte: http://www.lamamma.com.br

Armazenamento: pode ser conservado por até três meses em local fresco e sem umidade. Evite guardar em recipientes fechados, pois corre o risco de mofar. Após descascado, conservar na geladeira, embrulhado em plástico, ou imerso em óleo ou azeite. O alho pode ser congelado, mas ao ser retirado do freezer, deve ir direto para a panela.

Curiosidades: 1. Os egípcios utilizavam alho na preparação das múmias, acreditando em suas propriedades mágicas e conservantes. 2. Na Roma antiga, o alho era tão valorizado que chegou a ser usado como moeda de troca. 3. Os exércitos romanos utilizavam o alho como vermífugo. 4. No Egito antigo, o alho era oferecido aos trabalhadores e escravos que construíam pirâmides para aumentar a resistência física e protegê-los de doenças. 5. O alho é mencionado na literatura de todos os grandes reinos do mundo antigo: Pérsia, Babilônia, Grécia e Roma. 6. É usado em rituais e simpatias na espiritualidade por sua cor roxa, que está associada à transmutação. O alho pode ser utilizado para vencer obstáculos, afastar os inimigos e as energias negativas de nossos caminhos. 7. Na Umbanda, a casa de alho é um elemento que pode ser usado em defumações e banhos, para purificar energias densas, eliminar larvas astrais e dissipar energias negativas.



Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES IMAGENS:

CAPA:Alho Roxo. Imagem de Adriano Gadini por Pixabay.


REFERÊNCIAS:

GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

MOREIRA, Leise Nascimento. Técnica Dietética. 1ª Edição. Rio de Janeiro: SESES, 2016, 240 pág.

Cebola

Nome científico: Allium cepa

Sinônimo: Cebola

Origem: originária da Ásia Central, tendo sido cultivada na Índia e na China e levada para a Pérsia, onde se propagou por toda a África e Europa. Chegou ao Brasil pelos colonizadores portugueses. A princípio era plantada apenas na região Sul do Brasil, mas se espalhou rapidamente. Hoje em dia, seu cultivo abrange quase todo o país.

Cebola e Alho. Imagem de Robert Owen Wahl por Pixabay.

Características: Pertence à família Alliaceae, juntamente com o Alho e o Alho Poró. A Cebola é uma planta herbácea que pode ser perene ou bienal, mas quando cultivada é normalmente utilizada como anual. Apresenta um bulbo tunicado[1], com variação em formato (redonda ou alongada), em coloração (alaranjada, branca ou arroxeada), em pungência[2] e em tamanho. O sabor e o odor característico da cebola são oriundos de compostos de enxofre voláteis que são liberados durante o corte. A volatização do composto de enxofre gera ácido pirúvico. A pungência, mais que a doçura determina se o sabor da cebola é doce ou picante.

Uso Medicinal: possui diversos benefícios para a saúde. É rica em antioxidantes, vitaminas A, B1, B2, C e K. Além disso, é fonte de enxofre, ótimo para a saúde da pele e do cabelo, pois auxilia na síntese da queratina e do colágeno. Possui propriedades antibacterianas, antivirais, anticancerígenas, antioxidantes, hipoglicemiantes, antifúngicas e anti-inflamatórias.

Uso na Gastronomia: tem uma infinidade de usos dentro da culinária mundial. A cebola fresca juntamente com o Alho Poró, o Salsão e a cenoura compõem o mirepoix[3], que é utilizado como base ou fundo aromático de molhos, cozidos, sopas e diversas outras preparações, sendo presença marcante nos molhos da culinária italiana e francesa.

A cebola pode ser usada como tempero (é um dos mais comuns na cozinha brasileira juntamente com o alho) ou ainda como ingredientes em diversas receitas, tais como quiches, pães, sopas, arroz, tortas, risotos, patês, dentre outros. Pode ser consumida frita, cozida, assada, grelhada, empanada, em conserva ou crua, como exemplo temos um típico prato brasileiro, o vinagrete (molho à campanha) que acompanha o churrasco. Pode ainda ser acrescentada no sanduíche – cebola caramelizada –, no omelete, salteada ou em pó.

Cebola Pera: é a mais encontrada. Também é conhecida como cebola amarela. Tem a casca alaranjada/dourada e formato arredondado. Por ser muito ácida é mais comum que seja utilizada refogada, assada ou frita, pois consumida crua tem um sabor forte. É a mais versátil de todas e tradicional na cozinha brasileira. Pode ser utilizada em carnes assadas, molhos, refogados, sopas, assada e mais. Também pode ser usada com fins medicinais, aliviando os sintomas da dor de cabeça.

Cebola Amarela, Cebola Pera. Imagem de Werner Weisser por Pixabay
Cebola Pérola. Imagem Adriana Tenchini.

Cebola Pérola: é bem menor e apresenta forma redonda ou alongada. Seu sabor é mais adocicado. Muito utilizada em conservas ou caramelizadas inteiras.

Cebola Branca: em geral, não apresenta a casca externa, como o tipo pera, por isso, apresenta a cor branca da primeira camada da hortaliça. Tem o sabor mais marcante e crocante. Pode ser utilizada em molhos, chutney, refogada e frita.

Cebola Branca. Imagem de Jill Wellington por Pixabay.
Cebola Roxa. Imagem de Marco Costanzi por Pixabay.

Cebola Roxa: tem casca e interior arroxeados. Devido ao seu sabor suave, é ótima para ser consumida crua em saladas, sanduíches, vinagretes e no guacamole. Ideal para conservas ou ainda, em molhos agridoces. Ela, como todos os vegetais roxos, possui uma substância chamada antocianina[4], que tem alto poder antioxidante[5]. Por isso, atua na prevenção de doenças crônicas, como diabetes, câncer e aterosclerose. É ótima para o cérebro, prevenindo o Mal de Alzheimer e a demência.

Armazenamento: pode ser conservada por até sete dias em lugar seco e arejado. Depois de cortada, deve ser guardada na geladeira em vasilhame fechado e ser consumida no máximo em dois dias.

Curiosidades: 1. a cebola possui importância simbólica em algumas culturas. Os egípcios se protegiam de doenças com hastes de cebola. Os latinos, segundo Plutarco, proibiam o uso do bulbo, porque acreditavam que ele crescia quando a lua diminuía. Na Grécia antiga, os atletas gregos comiam cebolas antes das competições para melhorar o desempenho. 2. Em culturas esotéricas, acredita-se que a cebola possa afastar espíritos malignos, sendo utilizada em rituais de proteção.


[1] Bulbo tunicado – é uma estrutura vegetal que possui folhas externas secas e membranosas, chamadas túnicas ou escamas, que protegem as túnicas internas, mais carnudas.

[2] Pungência – também conhecida como ardência.

[4] Antocianina – Pigmento vegetal que dá cor às flores, frutos, folhas, caules e raízes de plantas, podendo variar do vermelho vivo ao violeta/azul. As antocianinas tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

[5] Antioxidantes – São substâncias que podem impedir ou retardar os danos às células causados pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas instáveis produzidas pelo organismo humano por causa de alguns alimentos ingeridos ou pela queima de oxigênio ao respirarmos. Em níveis normais, os radicais livres não são prejudiciais à saúde, porém, em excesso podem ser tóxicos para o corpo, prejudicando o funcionamento celular e desenvolvendo doenças.

Temperando e Condimentando

Conceitos e Teorias de Gastronomia

Receitas com Cebola

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CAPA: Imagem de Robert Owen-Wahl por Pixabay.


REFERÊNCIAS:

GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

MOREIRA, Leise Nascimento. Técnica Dietética. 1ª Edição. Rio de Janeiro: SESES, 2016, 240 pág.

Especiarias

Especiarias são as partes aromáticas (botões, frutos, cascas, sementes, bagas, rizomas e raízes) de plantas frescas ou secas, ricas em óleos essenciais. Podem ser usadas separadas ou agrupadas para perfumar alimentos, colori-los, introduzir sabor picante, equilibrar o doce/salgado. São considerados especiarias: canela, cravo-da-índia, gengibre, pimentas, cúrcuma, raiz-forte, colorau, cominho, zimbro, noz-moscada, cardamomo, baunilha, dentre outros.

Abaixo segue relação com algumas Especiarias. Gradativamente postarei informações sobre cada uma delas: origem, características, usos e benefícios nutricionais e medicinais.


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FONTES DAS IMAGENS:

CAPA: Imagem de Monika por Pixabay.

Canela. Imagem de Steve Buissinne por Pixabay

Pimenta do Reino Verde. Imagem por Pixabay.

Louro. Imagem de Anna por Pixabay

Alecrim. Imagem de samsevents por Pixabay.

Noz moscada. Imagem de scym por Pixabay

Cominho. Imagem de Amatus Sami Tahera por Pixabay.

Fruto do Urucum. Imagem de João por Pixabay.

Açafrão. Imagem de Johan Puisais por Pixabay.

Páprica. Imagem de -Rita-und mit por Pixabay.

Gengibre. Imagem de Couleur por Pixabay

Cravo da Índia. Imagem de Sabine Schwaighofer por Pixabay.

Baunilha. Imagem de sidath vimukthi por Unsplash.

Cardamomo. Imagem de Karyna Panchenko por Pixabay.

Anis Estrelado. Imagem de Fernando Zhiminaicela por Pixabay.

Mostarda branca. Imagem de Andrea por Pixabay.

Pimenta Rosa. Imagem de Ellie por Pixabay.

Zimbro. Imagem de Wal por Pixabay.

Gergelim branco. Imagem de Bob por Pixabay.

Pimenta Caiena. Imagem de Jill Wellington por Pixabay.

Pimenta Dedo de Moça. Imagem Adriana Tenchini.

Pimenta Calabresa. Imagem de Th G por Pixabay.

Pimenta Malagueta. Imagem de Heleno Salgado por Pixabay.

Pimenta Biquinho. Eduardo Soares Unsplash.

Pimenta de Cheiro. Imagem de Jacqueline Macou por Pixabay.

Pimenta Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Wasabi (Wasabia Japonica). Imagem de Beth Macdonald por Unsplash.


REFERÊNCIAS:

INSTITUTO Americano de Culinária. O chef profissional. 3. ed. São Paulo: Senac, 2010.

LINGUANOTTO NETO, N. Ervas e especiarias com suas receitas. São Paulo: Editora Gourmet Brasil, 2006.

PELT, J. M. Especiarias e ervas aromáticas: história, botânica e culinária. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.