A carne moída de soja, preparada a partir da proteína texturizada de soja (PTS), é uma alternativa prática, econômica e nutritiva à carne animal. Muito utilizada nas culinárias vegetariana e vegana, ela se destaca pela versatilidade e pela capacidade de absorver sabores, adaptando-se a diferentes preparações.

Apesar de seu grande potencial culinário, é comum que muitas pessoas rejeitem a PTS devido ao seu sabor residual característico. No entanto, quando corretamente hidratada e bem temperada, transforma-se em um ingrediente extremamente saboroso e agradável. Nesta receita, o processo de hidratação e lavagem é fundamental para neutralizar esse sabor, garantindo um resultado leve, aromático e equilibrado.

Além de ser servida como acompanhamento, essa preparação pode ser utilizada como base para diversos pratos, como molhos, recheios e preparações típicas do dia a dia, ampliando significativamente seu uso na cozinha.

Carne Moída de Soja

Categoria: acompanhamento/guarnição, prato principall

Especificação: leguminosas, recheio para salgado, vegana, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 520 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 gramas): 78 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Hidratação da soja:

  • 1 xícara de proteína de soja granulada
  • 3 xícaras de água
  • 2 colheres (sopa) de vinagre ou suco de limão
  • 4 colheres (sopa) de molho de soja

Preparação da Carne Moída:

  • 2 dentes de alho picados
  • 1/2 cebola picada
  • 1/8 de pimentão verde picado (opcional)
  • 1/8 de pimentão amarelo picado (opcional)
  • 1 colher (sopa) de manteiga vegetal
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Hidratação da soja:

Em uma panela, coloque a proteína de soja, a água e o vinagre (ou suco de limão). Leve ao fogo médio até levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe por mais 5 minutos. Escorra em uma peneira e lave bem em água corrente, esfregando com as mãos para remover o sabor residual. Esprema bem para retirar o excesso de água. Transfira para uma tigela e adicione o molho de soja. Deixe descansar por 5 minutos para absorção de sabor.

Preparação da Carne Moída:

Em uma frigideira, aqueça a manteiga vegetal e refogue o alho, a cebola e os pimentões até ficarem levemente dourados. Acrescente a proteína de soja hidratada. Refogue por cerca de 5 minutos, mexendo sempre. Ajuste o sal e finalize.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: esta receita foi dimensionada como prato principal, considerando a porção média de 130 g, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Essa preparação pode ser utilizada de diversas formas: como “carne moída” base, em molhos estilo bolonhesa ou como recheio de salgados. Também pode ser enriquecida com legumes, como batata inglesa cozida em cubos, cenoura ou ervilhas, tornando-se ainda mais nutritiva e completa.

3. Dicas de consumo:

  • Como acompanhamento, combina muito bem com arroz, feijão, purês e legumes salteados, compondo refeições equilibradas.
  • Pode ser utilizada como recheio para pastéis, tortas, panquecas e tapiocas.
  • Funciona perfeitamente como base para molhos, especialmente em preparações como lasanhas e massas.
  • Para um prato principal mais completo, sirva com grãos (arroz, quinoa) e vegetais variados.
  • Pode ser armazenada em geladeira por até 3 dias ou congelada por até 3 meses, facilitando o planejamento de refeições.
  • No capítulo “Salgadinhos e Petiscos”, você encontra a receita de Pastel Frito Caseiro, uma excelente sugestão para aplicar essa preparação como recheio.

4. Curiosidades:

  • Pode ser utilizada de diversas formas: carne moída, molho à bolonhesa ou ainda como recheio de salgados sem proteína animal. Se quiser, pode adicionar batata inglesa cozida em cubinhos.
  • A proteína texturizada de soja (PTS) é produzida a partir da farinha de soja desengordurada, sendo uma excelente fonte de proteína vegetal.
  • Quando bem hidratada e temperada, sua textura se aproxima da carne moída tradicional, o que a torna uma alternativa bastante utilizada em substituições culinárias.
  • O uso de ácido na hidratação, como vinagre ou limão, ajuda a reduzir o sabor residual característico da soja.
  • É um ingrediente amplamente utilizado em dietas vegetarianas e veganas devido ao seu bom custo-benefício e versatilidade culinária.

Quer aprender uma receita de massa de pastel frito caseiro? Acesse.

Pastel frito caseiro com recheio de carne moída de soja



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Quer preparar um tira gosto fácil e saboroso? A Costelinha na Fritadeira além de ser simples de fazer, é mais saudável, pois não utiliza óleo na fritura. Para ficar ainda mais gostoso indico acompanhar com uma Farofa de Jiló.

Costelinha na Fritadeira

Categoria: Prato Principal, Comida de Boteco, Petisco

Especificação: Carnes, Carne Suína

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 600 gramas de costelinha suína
  • 1/2 colher (sopa) de colorau
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 4 dentes de alho triturado

Modo de Preparo:

Misture o colorau, o alho e o sal. Tempere as costelinhas e deixe marinando por 20 minutos. Frite as costelinhas na fritadeira elétrica à 180º C por 30 minutos. Vire na metade do tempo.

Dicas:

Sirva acompanhado de Farofa de jiló.


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A receita que apresento neste post é uma versão vegana produzida com berinjela e leite de aveia. Saborosa, leve, prática e super-rápida. O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.

O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Estrogonofe de Berinjela

Categoria: Prato Principal

Especificação: Legumes, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 kg de berinjela, em macedônia (cubos grossos)
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 cebola picada, em brunoise
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1/2 xícara de água
  • 1 colher (chá) de sal
  • 300 g de molho tomate
  • 1 1/2 xícara de leite de aveia
  • Salsinha a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Leve ao fogo o azeite, o alho, a cebola, o colorau, a páprica e o gengibre. Refogue até dourar. Acrescente a berinjela, o molho de tomate, a água e o sal. Tampe e deixe cozinhar por 10 minutos. Adicione o leite de aveia. Deixe cozinhar por mais 2 minutos ou até engrossar o caldo. Ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

2. Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.  


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Carne de panela com proteína de soja. Saborosa e com textura que não deixa nada a desejar. Prove! É tão gostosa (ou ainda mais) que a carne de panela convencional.

Carne de Panela Vegana

Categoria: Acompanhamento, Prato principal

Especificação: Legumes, leguminosas,

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Hidratação da Proteína:

  • 100 gramas de proteína de soja, tamanho médio (cubos)
  • Água, o suficiente para cobrir a proteína de soja
  • 3 colheres (sopa) de vinagre
  • 1 a 2 limões

Preparação da Carne de Panela:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 4 dentes de alho picados
  • 1 cebola picadinha
  • 1 tomate picado
  • 3 colheres (sopa) de molho de soja – shoyu
  • 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • Páprica defumada, a gosto
  • Açafrão, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Água, para o cozimento
  • 1 cenoura grande, em rodelas
  • 4 batatas médias, em cubos
  • Cebolinha, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Hidratação da Proteína:

Coloque a proteína de soja em uma panela alta com a água e o vinagre. Leve ao fogo médio. Quando levantar fervura, abaixe o fogo e deixe ferver por mais 5 minutos. Escorra e lave em água corrente para tirar a cor amarelada e diminuir o cheiro. Lave bastante, por duas ou três vezes. Esprema com as mãos os cubos de proteína de soja para retirar o excesso de água, reserve. Em outra vasilha coloque água, esprema um a dois limões (ajuda a tirar o cheiro e melhorar o sabor) e adicione sal. Coloque a proteína de soja e deixe de molho por uns 3 minutos. Esprema novamente e reserve.

Preparação da Carne de Panela:

Em uma panela adicione um fio de azeite, a cebola e alho. Doure. Acrescente o tomate e deixe reduzir por uns minutos. Adicione a proteína de soja hidratada, o extrato de tomate, o shoyu, a páprica defumada, o açafrão, a pimenta do reino, o sal e água até cobrir a proteína de soja. Tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos. Após o tempo, apague o fogo e espere o vapor sair. Abra a panela, adicione a cenoura e as batatas, acenda o fogo novamente e cozinhe na pressão por mais 5 minutos. Ajuste o sal e salpique cebolinha e salsinha.  

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


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Massa acompanhada com molho preparado com soja texturizada fina. Super saboroso e sem adição de produtos de origem animal.

Talharim com Molho à Bolonhesa Vegano

Categoria: Acomanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Talharim), Vegetais

Rendimento: 5 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de talharim cozido al dente
  • 1 xícara de proteína de soja fina
  • 2 xícaras de água
  • 4 colheres (sopa) de molho de soja
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 cebola picada
  • 1 colher (sopa) de manteiga vegana Life Veg
  • 1 pacote de molho de tomate
  • 1 colher (chá) de tomilho
  • Sal a gosto
  • 10 folhas de manjericão rasgada
  • Queijo parmesão vegetal Life Veg

Modo de Preparo:

Ferva a soja com a água por 2 a 3 minutos. Lave-a em água corrente, esprema com as mãos. Coloque a proteína de soja em uma bowl e adicione o molho de soja. Deixe descansar por 5 minutos.

Em uma frigideira doure a cebola e o alho na manteiga vegana Life Veg. Acrescente a proteína de soja, o tomilho e mexa por alguns minutos. Coloque o molho pronto e cozinhe por uns 10 minutos. Adicione as folhas de manjericão rasgadas. Ajuste o sal.

Sirva com o talharim e por cima salpique o queijo parmesão vegetal.

Dicas:

1. Talharim ou Taglierini ou Tajarin – É um tipo de massa originária de Piemonte, na Itália. É um macarrão achatado e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e gemas de ovos, com largura em torno de 3 a 4 mm de largura e em formato de ninho. Normalmente é servida com molho leve e simples. Pode ser com apenas manteiga, mascarpone (queijo cremoso), molho de um assado, sugo ou bolonhesa.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A semolina é um ingrediente muito utilizado na cozinha italiana, especialmente no preparo de massas frescas. Por ter uma textura mais granulada e grossa do que a farinha de trigo comum, proporciona uma massa firme, elástica e com excelente resultado no cozimento. Essa característica a torna ideal para massas que serão servidas com molhos mais encorpados ou utilizadas como base de massas recheadas. Além disso, a semolina facilita a modelagem de massas curtas, sem a necessidade de equipamentos especiais, sendo possível moldar apenas com um garfo ou ralador. Esta é uma receita clássica e versátil, base para diversos formatos de massas frescas.

Massa fresca com semolina – Pasta com semola

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Rendimento: 45 minutos

Tempo de Preparo: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 160 gramas de farinha de trigo
  • 40 gramas de semolina
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparando a massa

Misture as farinhas e coloque sobre a bancada e abra uma cavidade no centro e adicione os ovos. Misture com um garfo, incorporando a farinha aos poucos até formar uma massa. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até ficar lisa e homogênea. Se necessário, adicione um pouco de água ou farinha para ajustar a textura. Modele uma bola, cubra com filme plástico e deixe descansar na geladeira por 30 minutos a 2 horas.

Esticando a massa

Trabalhe metade da massa por vez, mantendo o restante coberto.

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm
Produzindo Lasanha. Imagem Adriana Tenchini.
Produzindo Raviolis. Imagem Adriana Tenchini.

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de preparo:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa (o sal vai na água do cozimento).
  • Se a massa estiver seca, umedeça apenas as mãos com água antes de sovar.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar ao abrir a massa.

2. Sugestões de consumo:

  • Sirva com molhos frescos e encorpados, como ragu, pesto ou molho de tomate caseiro.
  • Ideal também para lasanhas artesanais e massas recheadas como ravioli ou tortellini.

3. Curiosidade: A palavra “semolina” vem do latim simila, que significa “farinha fina”. Seu uso em massas é uma tradição herdada do sul da Itália, principalmente da região da Sicília e de Nápoles..


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A Massa Fresca com Gemas ou Pasta Gialla, é uma das bases mais tradicionais da cozinha italiana. Sua característica marcante é a riqueza em gemas, que confere uma cor intensa, sabor mais pronunciado e textura elástica à massa. Essa preparação é considerada nobre e historicamente associada às cozinhas regionais da Emilia-Romagna e de outras áreas do centro norte da Itália, onde a produção de massas frescas faz parte da identidade cultural. É a receita clássica utilizada em pratos refinados, como tortellini recheados, tagliatelle servidos com ragu à bolonhesa e lasanhas caseiras.

Massa fresca com gemas – Pasta gialla

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 8 a 10 gemas

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione as gemas e, com um garfo, vá puxando a farinha para dentro, misturando suavemente. Quando estiver incorporado, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea.

Se necessário, adicione um pouco de água ou mais farinha. Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Preparando massa recheada, capeletti de carne.
Preparando massa recheada, canelone de espinafre com ricota.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não coloque sal na massa, apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça as mãos em água ao sovar.
  • O descanso da massa relaxa o glúten, facilitando a abertura.
  • Sovar significa dobrar e empurrar a massa com a palma da mão repetidamente até ela ficar lisa.

3. Sugestão de consumo: Esta massa é a base clássica da cozinha italiana e pode ser usada em pratos como lasanha, ravioli, fettuccine e pappardelle. O sabor neutro realça molhos intensos, como o ragu à bolonhesa, ou preparos mais delicados, como manteiga e sálvia.

4. Curiosidade: A pasta gialla (“massa amarela”) recebe esse nome pela grande quantidade de gemas, que conferem cor intensa, elasticidade e sabor marcante. Tradicionalmente, é usada em receitas mais nobres da culinária italiana..


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A massa fresca com ovos é uma das preparações mais tradicionais da culinária italiana. Serve como base para diversos formatos de massas, tanto simples quanto recheadas, e acompanha inúmeros tipos de molhos. Sua versatilidade a torna indispensável em cozinhas profissionais e caseiras, sendo a base clássica de pratos como lasanha, ravioli, tagliatelle e pappardelle.

Massa fresca com ovos – Pasta all’uovo

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Acrescente os ovos na cavidade e misture com um garfo, puxando a farinha aos poucos para o centro. Quando os ovos estiverem incorporados, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea. Se necessário, ajuste a textura com um pouco de água ou farinha.

Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio e trabalhe com uma metade de cada vez, mantendo a outra coberta com filme plástico.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Preparando massa recheada, ravioli de ricota. Imagem Adriana Tenchini
Massa fresca – Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa. Ele deve ser colocado na água do cozimento, já fervente.
  • Se a massa estiver seca, molhar as mãos em água costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura.
  • Sovar é fundamental para a textura elástica e homogênea.

3. Curiosidade: Na Itália, cada região possui seu formato de massa favorito. O tagliatelle, por exemplo, é típico da Emília-Romanha, enquanto o pappardelle é mais comum na Toscana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O frango com quiabo é um dos pratos mais emblemáticos da culinária de Minas Gerais. Preparado com pedaços de frango dourados, quiabo macio e um caldo rico em sabor, é uma receita que traduz a simplicidade e a riqueza da cozinha mineira. Tradicionalmente associado à culinária caipira, o prato possui raízes na história alimentar do interior do Brasil, com referências que o situam na tradição culinária desde o século XVIII.

Servido geralmente com arroz branco e angu à mineira, o frango com quiabo é uma preparação acolhedora, marcada pela combinação de ingredientes simples, pelo preparo em panela e pelo sabor característico dos temperos.

Frango com Quiabo

Categoria: Prato Principal

EspecificaçãoAves, frango, cozinha brasileira (Sudeste, Minas Gerais), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: aproximadamente 1600 gramas – 8 porções (1 sobrecoxa de frango com osso, quiabo e caldo)

Dificuldade: Facil

Calorias por porção: 330 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 8 unidades de coxa ou sobrecoxa de frango, sem pele (aproximadamente 1,2 kg)
  • 1 colher (café) de cominho em pó
  • 1 colher (chá) de colorau
  • Suco de 2 limões
  • 1 colher (chá) de sal, para a marinada
  • 1 colher (sobremesa) de óleo vegetal
  • 1 cebola média, picada
  • 1/2 talo de alho poró, picado
  • 4 dentes de alho, picados
  • Aproximadamente 500 ml de água quente, ou o suficiente para o cozimento
  • 300 g de quiabo
  • Sal a gosto, para ajustar o tempero
  • Salsinha fresca picada a gosto

Modo de Preparo:

Retire a pele das peças de frango e coloque-as em um recipiente. Acrescente o cominho, o colorau, o suco dos limões e o sal. Misture bem para envolver todos os pedaços, cubra e deixe marinar na geladeira por aproximadamente 30 minutos.

Em uma panela grande, aqueça o óleo e doure o frango por todos os lados. Reserve a marinada e utilize-a durante o processo, se necessário, para evitar que os temperos grudem no fundo da panela. Se precisar, doure o frango em etapas para garantir uma boa coloração.

Acrescente a cebola, o alho poró e o alho. Refogue por aproximadamente 3 minutos, mexendo delicadamente para liberar os aromas. Adicione a marinada reservada e a água quente, em quantidade suficiente para cozinhar o frango sem deixar o caldo excessivamente diluído. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 30 a 40 minutos, ou até que a carne esteja macia e completamente cozida. Se necessário, acrescente mais água quente durante o cozimento.

Enquanto isso, lave os quiabos e seque-os muito bem com um pano limpo ou papel toalha. Retire as extremidades e corte-os em pedaços de aproximadamente 2 a 3 cm.

Quando o frango estiver macio, acrescente o quiabo e ajuste o sal. Cozinhe em fogo baixo, com a panela parcialmente tampada, por aproximadamente 8 a 10 minutos, ou até que o quiabo esteja macio, mas ainda mantenha sua forma. Evite mexer excessivamente para preservar a textura dos ingredientes. Finalize com a salsinha picada e desligue o fogo. Sirva quente, acompanhado de arroz branco e angu à mineira.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Preparo e Consumo:

  • Seque completamente os quiabos antes de cortá-los, pois a umidade na superfície e o manuseio excessivo podem favorecer a liberação da mucilagem, uma substância natural do quiabo que fica viscosa durante o preparo e é conhecida popularmente como baba.
  • Doure bem o frango antes de adicionar os líquidos, pois essa etapa contribui para desenvolver os sabores e intensificar a coloração do prato.
  • Acrescente o quiabo somente quando o frango estiver cozido e evite mexer excessivamente durante o preparo. O tempo de cozimento deve ser suficiente para deixá-lo macio, mas sem perder a forma.
  • Sirva o frango com quiabo acompanhado de arroz branco e angu à mineira. O angu combina especialmente bem com o caldo do frango, valorizando os sabores tradicionais da culinária mineira.
  • Uma variação dessa receita é o frango com quiabo e ora-pro-nóbis, que combina dois ingredientes muito presentes na culinária mineira. O ora-pro-nóbis é uma PANC (Planta Alimentícia Não Convencional), conhecida por suas folhas comestíveis, nutritivas e saborosas. Para preparar essa versão, lave e escorra bem as folhas e acrescente-as à panela junto com o quiabo, quando o frango já estiver cozido, deixando cozinhar por alguns minutos, até que murchem e fiquem macias.
  • Também é possível preparar somente o frango com ora-pro-nóbis, sem adicionar o quiabo. Nesse caso, utilize os mesmos ingredientes e siga o modo de preparo da receita, substituindo o quiabo pela hortaliça e acrescentando as folhas nos minutos finais do cozimento, para que amaciem e incorporem seu sabor ao caldo.
Frango com Ora-pró-nobis. Imagem Adriana Tenchini.

3. Curiosidades:

  • O frango com quiabo é um exemplo da identidade regional da culinária mineira, formada ao longo de gerações a partir da combinação de ingredientes acessíveis e técnicas tradicionais de preparo. Sua associação com a cozinha caipira e com a história alimentar do interior de Minas Gerais reforça seu lugar entre os pratos mais reconhecidos do estado.
  • O quiabo também é um ingrediente de destaque na cozinha brasileira por sua textura característica. Quando aquecido, libera uma substância viscosa natural, conhecida popularmente como baba. Essa propriedade pode ser aproveitada para dar corpo ao caldo, embora muitas pessoas prefiram reduzi-la por meio da secagem cuidadosa do vegetal e do controle do tempo de cozimento.
  • O ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) é uma planta de folhas comestíveis, bastante presente na culinária mineira, especialmente em preparações tradicionais do interior do estado. Seu valor nutricional merece destaque, pois suas folhas fornecem proteínas, fibras, vitaminas e minerais, como ferro e cálcio, contribuindo para diversificar a alimentação.
  • A sigla PANC significa Plantas Alimentícias Não Convencionais e designa plantas, ou partes delas, que podem ser utilizadas na alimentação, mas que não fazem parte dos hábitos alimentares mais comuns da população ou são consumidas principalmente em determinadas regiões. Essa classificação não significa que sejam plantas novas ou estranhas à culinária: muitas são conhecidas há gerações por comunidades locais. O ora-pro-nóbis é um exemplo significativo, pois, além de seu valor nutricional, representa a valorização dos ingredientes regionais, dos conhecimentos tradicionais e da diversidade alimentar brasileira.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Prato suculento e saboroso. Sirva acompanhado com Molho de Pêssego e sua farofa predileta,

Copa Lombo Assada no Vinho Branco

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Suína

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 kg de copa lombo
  • Páprica, q.b.[1]
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 xícara de vinho branco
  • Água, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Passe páprica por toda a extensão do lombo formando uma camada protetora. Salpique o sal por cima da páprica. Em frigideira aqueça o azeite e sele a copa lombo.

Coloque-a em uma assadeira, adicione o vinho branco até a metade da altura (se necessário adicione água). Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido por uma hora. Se o líquido secar durante este período adicione água. Após o tempo de cozimento, retire o papel alumínio e volte ao forno até dourar.

Dicas:

– Pode servir acompanhado com Molho de Pêssego e uma farofa.

– A copa lombo pode ser substituída por outras carnes, como lombo, alcatra suína ou filé mignon suíno.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

Que tal uma receita diferente de arroz para abrilhantar o seu menu! Este prato é super saboroso e muito fácil de fazer.

Arroz de Espumante com Bacon e Amêndoas

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de bacon picado
  • 4 dentes de alho em brunoise
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 2 xícaras (chá) de espumante
  • 2 xícaras (chá) de água
  • Sal, q.b.[1]
  • Amêndoas laminadas, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma panela doure o alho e a cebola no azeite. Adicione o bacon fritando-o. Junte o arroz e refogue por um minuto. Tempere com sal.

Acrescente o espumante, deixando evaporar o álcool. Coloque a água e deixe em fogo baixo até o arroz secar. Finalize com amêndoas laminadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

O Chester assado é uma receita típica de Natal. É um prato suculento, saboroso e costuma ser mais barato que o Peru. Alguns podem perguntar: o que é um chester? O Chester é uma marca registrada da Perdigão. A ave foi introduzida no Brasil pela empresa em 1980 e descende de uma linhagem de frangos da Escócia.

“A produção do Chester se concentra na cidade de Mineiros, em Goiás. O tempo de criação é superior ao do frango convencional: o Chester é abatido quando tem em torno de 50 dias, 20 dias a mais do que o frango. A alimentação também é diferenciada, com uma dieta balanceada, com vitaminas e minerais, específica para suas necessidades de desenvolvimento. Tudo isso gera diferenças no tamanho da ave e na carne.” (LARISSA COLDIBELI, 2020)[1]

Agora que já sabemos o que é um chester, vamos a receita.

Chester Assado com Vinho Branco e Suco de Laranja

Categoria: Prato Principal

Especificação: Aves, Frango

Tempo de Pré Preparo: 3 horas

Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Médio

Imagem monstera por Pexels

Ingredientes:

  • 1 chester (3 a 4 kg)
  • 2 dentes de alho amassado
  • 1 raminho de alecrim
  • 1 colher (chá) de páprica defumada
  • 1 xícara (chá) de suco de laranja
  • 1 xícara (chá) de vinho branco
  • 1 cebola grande
  • 600 gramas de batatas bolinha
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de salsinha picadinha

Modo de Preparo:

Retire os miúdos da cavidade do chester. Em um recipiente grande (ou em um saco plástico[2]) misture o alho, o alecrim, a páprica, o suco de laranja e o vinho branco. Coloque o chester. Tampe e leve à geladeira por 3 horas para marinar, virando várias vezes.  

Após este tempo, transfira o chester para uma assadeira retangular grande (26×38 cm) com o peito virado para cima. Reserve o líquido da marinada. Recheie o chester com a cebola inteira. Costure bem. Besunte com o tempero da marinada, deixando um pouco de líquido na assadeira. Cubra a forma com papel alumínio e leve ao forno médio (180º C) por aproximadamente 1 hora. De vez em quando verifique se ainda tem líquido no fundo da assadeira[3]. Se tiver seco adicione mais um pouquinho da marinada para evitar que queime no fundo.

Retire o papel alumínio, adicione as batatas lavadas e com casca na assadeira. Deixe no forno por mais 40 a 50 minutos ou até a ave ficar dourada. As batatas devem ser retiradas quando estiverem macias (reserve-as). De vez em quando regue o chester com o caldo da assadeira (se necessário adicione mais líquido da marinada). Retire o chester da assadeira e coloque-o na bandeja que será servido com as batatas assadas ao redor.

Faça o molho:

Coloque a assadeira que assou o chester sobre a chama do fogão. Adicione o restante do líquido da marinada e uma xícara de água. Deixe ferver para deglaçar o fundo da assadeira e vire tudo em uma panela pequena (ou frigideira). Dissolva a farinha de trigo em 5 colheres (sopa) de água e acrescente na panela. Deixe engrossar, retire e polvilhe a salsa. Sirva o molho à parte.

Dicas:

1. O Chester já vem temperado, por isso não adicionamos sal na marinada. Os outros temperos e ingredientes são para realçar o sabor


[1] COLDIBELI, Larissa. Fim do mistério: nos 40 anos do Chester, empresa divulga fotos do animal vivo. CNN Brasil Business, São Paulo, 11 de dezembro de 2020. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/fim-do-misterio-nos-40-anos-do-chester-empresa-divulga-fotos-do-animal-vivo/ Acesso: 09/12/21, 11h16.

[2] Saco plástico para marinar – Coloca-se todos os temperos, a carne, fecha e leva à geladeira pelo tempo necessário. A marinada em um saco é mais fácil de virar de vez em quando e, ao contrário de suar uma vasilha, o tempero fica em contato com toda a carne.

[3] Muito cuidado para não se queimar. Levante a ponta do papel alumínio com um garfo trinchante para analisar o fundo da assadeira. E não fique com o rosto perto ao abrir, pois exala vapor quente.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem monstera por Pexel