A Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada é um Fusion Food, uma fusão das culinárias da Itália e do Brasil (região sudeste). A Panna Cotta é uma sobremesa típica italiana, porém, nesta receita adicionamos o queijo minas frescal (queijo típico mineiro) e por cima (após gelar) colocamos uma calda de goiabada com cachaça, produtos típicos de Minas Gerais. O resultado fica fantástico!

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada

Categoria:  Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Fusion Food (Brasileira – Região Sudeste – com Italiana),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Tempo de descanso: 6 horas de geladeira

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 30 gramas de queijo minas frescal
  • 60 gramas de creme de leite fresco
  • 20 gramas de leite integral
  • 10 gramas de açúcar
  • 1/2 folha de gelatina sem sabor
  • 40 gramas de goiabada
  • 40 gramas de água
  • 5 ml de cachaça
  • 1 ramo de hortelã

Modo de Preparo:

Esmigalhe o queijo com um garfo ou passe numa peneira. Ferva o creme de leite, o leite, o queijo e o açúcar, retire do fogo e, quando estiver morno, dissolva a gelatina no creme. Coe a mistura e coloque numa taça e leve à geladeira por, no mínimo, 6 horas.

Leve ao fogo a goiabada e a água e deixe ferver para dissolver. Retire do fogo e acrescente a cachaça. Coloque um pouco da calda de goiabada sobre a panna cotta e decore com um raminho de hortelã.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (20 g – 2 colheres de sopa cheia): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade – 100g): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Dicas:

1. Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

2. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas.

3. Cozimento à vapor é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar os alimentos em banho de vapor, criado por água ou outros líquidos ferventes. Cozimento à Vapor sem pressão – Utiliza-se recipiente com grelha no fundo, onde os alimentos são colocados para cozinhar no vapor do líquido em ebulição.


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A Esfirra é uma pequena torta assada criada há milhares de anos no Oriente Médio. Existem evidências arqueológicas que os antigos mesopotâmicos já preparavam receitas semelhantes à esfirra, utilizando massa de trigo recheada com carnes e especiarias.  Com o passar dos anos, a esfirra se espalhou por diversos países da região, tais como Síria, Líbano e Jordânia, podendo também ser encontrada no Iraque e na Palestina. No Brasil, as esfirras chegaram em meados do século XIX através da imigração árabe e libanesa, tornando-se muito popular em nosso país.

A esfirra pode ser preparada em dois formatos: aberta e fechada. A esfirra aberta tem a massa fina em formato de disco e geralmente leva recheios mais secos, como carne moída temperada com especiarias. Já a esfirra fechada, tem a massa mais grossa e formato triangular e pode conter recheios mais úmidos, como queijo, coalhada ou ainda versões vegetarianas com legumes.

Esfirra

Categoria: Café da manhã e Lanches, petiscos

Especificação: Pãozinho, Salgadinho, Cozinha internacional (Oriente Médio), Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade – 80g): 180 kcal

Esfirra. Imagem Andre Tomaz por Pexels.

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 250 gramas de farinha de trigo
  • Gema de ovos, para pincelar

Recheio

  • 160 gramas de patinho, limpo e moído
  • 1 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 cebola média, em cubinhos
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 pitada de pimenta síria
  • 1 pitada de zaatar em pó

Modo de Preparo:

Aqueça o leite até ficar morno e misture com o óleo e a manteiga até derreter. Em uma tigela, dissolva o fermento e o açúcar na mistura morna. Acrescente o sal e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, sovando bem até obter uma massa macia e que não grude nas mãos. Modele bolinhas de 2 a 3 cm de diâmetro e disponha-as sobre a bancada. Cubra e deixe crescer até dobrar de tamanho (aproximadamente 40 minutos).

Para o recheio, misture a carne moída, o tomate, a cebola, o alho, o suco de limão, a pimenta síria e o zaatar. Misture tudo cru para que o recheio não solte líquido e umedeça a massa. Abra as bolinhas, recheie e modele no formato desejado. Pincele as esfirras com gema e leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até assar, sem deixar dourar demais (aproximadamente 20 minutos).

Obs.: Para esfirras abertas, faça pequenos discos, coloque o recheio no centro e deixe uma borda.

Toques Finais e Sugestões:

Para sovar a massa, dobre-a ao meio e empurre com a palma da mão, repetindo o processo por cerca de 10 minutos até ficar homogênea e elástica.

Para verificar se a massa cresceu, coloque uma bolinha em um copo com água; quando ela boiar, está pronta para ser modelada.

As esfirras podem ser servidas quentes ou em temperatura ambiente, acompanhadas de molhos à base de iogurte ou tahine.

Curiosidade: a esfirra é um salgadinho tradicional do Oriente Médio, muito popular no Brasil, especialmente em São Paulo, onde ganhou versões variadas e recheios diferentes.


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Tradicional da culinária indiana, o Bhaji de Cebola é um bolinho frito, leve e crocante por fora, macio por dentro e repleto de especiarias aromáticas. A combinação do cominho, açafrão, erva-doce, gengibre e noz-moscada confere à massa um sabor exótico e envolvente. Muito popular em mercados e ruas da Índia, esse petisco é ideal para servir como entrada em jantares temáticos, acompanhamento para pratos vegetarianos ou em lanches descontraídos com amigos. Além de saboroso, é naturalmente vegano e sem glúten.

Bhaji de Cebola

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, couvert, entradas, lanches e petiscos

Especificação: Petisco, salgadinho, bolinho salgado, cozinha internacional (Índia), vegano, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 4 unidades pequenas – 100g): 190 kcal

Bhaji de Cebola. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de farinha de grão de bico
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de amido de milho
  • 1 pitada de cominho
  • 1 pitada de açafrão
  • 1 pitada de semente de erva-doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 pitada de pimenta caiena (opcional)
  • Noz moscada
  • Água, o suficiente
  • 3 cebolas média, cortadas em tiras
  • 2 ramos de coentro, picados
  • Sal, a gosto
  • Óleo, quantidade suficiente para fritar por imersão.

Modo de Preparo:

Corte a cebola em tiras finas, reserve. Em uma tigela, misture a farinha de grão de bico, o fermento, o amido de milho e todas as especiarias (cominho, açafrão, erva doce, gengibre, noz moscada e pimenta caiena, se for usar). Adicione a água aos poucos, mexendo sempre, até formar uma massa cremosa e espessa. Acrescente as cebolas fatiadas, o coentro picado e o sal. Misture bem até incorporar os ingredientes.

Aqueça o óleo em fogo médio e, com o auxílio de uma colher (sopa), modele pequenos bolinhos e coloque para fritar por imersão. Frite até que estejam dourados e crocantes por fora, virando-os conforme necessário. Retire com uma escumadeira e escorra sobre papel toalha. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:


1. Dicas de consumo

  • Sirva com chutney de coentro, molho de iogurte com limão ou geleia de pimenta.
  • Ideal para entradas em jantares com temática indiana ou como lanche em porções menores.

2. Variações

  • Substitua a farinha de grão de bico por farinha de trigo, caso não seja necessário manter a receita sem glúten.
  • Experimente adicionar legumes ralados como cenoura e abobrinha à massa, aumentando o valor nutritivo e a variedade de sabores.

3. Curiosidades

O termo bhaji é usado na Índia para designar diversos tipos de frituras feitas com vegetais. A versão de cebola é uma das mais populares e aparece com frequência em celebrações e festivais.


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O Not Dog de Cenoura é uma opção mais saudável ao tradicional hot dog e um excelente substituto para os veganos ou para as pessoas que desejam diminuir o consumo de carne. Além disso, o not dog de cenoura é muito saboroso, graças a marinada de shoyu, pimenta caiena, alho, óleo de gergelim, páprica e cominho. Experimente, tenho certeza de que agradará a todos os gostos.

Not Dog de Cenoura

Categoria:  Lanches,

Especificação: Sanduíches, Vegetais,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 sanduíches

Dificuldade: Fácil

Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Marinada

  • 2 cenouras médias
  • 1/4 de xícara (chá) de shoyu
  • 1 dente de alho picado
  • 2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
  • Pimenta caiena a gosto
  • Páprica doce a gosto
  • Cominho a gosto

Molho

  • 1 colher (chá) de azeite
  • 1/2 cebola em brunoise
  • 1/4 de pimentão em brunoise
  • 1 colher (sopa) de alho picado
  • 4 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1 colher (sopa) de melado de cana
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Sanduíche

  • 5 pães doces
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as cenouras com o sal até ficarem al dente. Corte em rodelas e reserve.

Misture os ingredientes para a marinada e adicione as rodelas de cenoura. Deixe marinar por 30 minutos. Enquanto isso, prepare o molho. Em uma panela, adicione o azeite e doure o alho, a cebola e o pimentão. Acrescente o extrato de tomate, o melado, a pimenta do reino, o sal e um pouco de água. Adicione as cenouras e deixe o molho reduzir.

Pronto! Agora é só montar seu not dog.

Molho de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.
Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

2. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


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O Pão de Alho é um acompanhamento perfeito e delicioso para comer em um churrasco. É uma receita simples: pão francês (pode ser pão dormido), uma pasta preparada com alho e maionese (pode incluir outras ervas e queijo ralado) e assado na grelha da churrasqueira. Simples, prático e delicioso. Mas, o pão de alho vai muito além do churrasco. Ele pode também ser assado no forno ou na airfyer e ser servido como entrada, lanche, petisco ou como acompanhamento de carnes e aves, principalmente as grelhadas.

Pão de Alho

Categoria:  Couvert, Entrada, Lanches, Petisco, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pães,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Madara Moroza por Unsplash.

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de maionese
  • 3 dentes de alho espremidos
  • 4 pães de sal (pão francês)

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a maionese com o alho. Faça cortes nos pães na largura de um dedo, mas sem cortar até o final. Com cuidado, passe a pasta de alho em cada lado dos cortes. Leve para assar. No forno, a 200ºC por 20 a 25 minutos. Na airfryer, a 180ºC por 10 minutos. O pão de alho também pode ser preparado na churrasqueira.

Dicas:

1. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

2. Variação: adicionar queijo e/ou ervas de sua preferência.


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O Crostini à Napolitana é um clássico da antipasti italiana, com origem tradicional na região da Campânia, especialmente em Nápoles, onde a combinação de pão crocante, tomate e muçarela é parte essencial da cultura gastronômica local. Muito consumido como aperitivo, lanche ou entrada, também é uma forma prática de aproveitar pães, valorizando ingredientes simples e de sabor marcante. A adição do aliche traz o toque salgado típico das receitas mediterrâneas. Fácil de preparar, versátil e cheio de sabor, esse crostini é ideal para receber amigos ou para iniciar uma refeição especial com identidade italiana.

Crostini à Napolitana

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Preparação derivado de pão, cozinha internacional (Itália)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 porções (10 unidades)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades – aprox. 80 g): 148 kcal

Crostini à Napolitana. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão (italiano ou ciabatta) grandes
  • 150 gramas de muçarela de búfala fatiada
  • 2 unidades de tomate, sem pele e sem semente, em cubos
  • 4 filés de aliche (em conserva)
  • Azeite, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Unte uma assadeira com azeite e distribua as rodelas de pão. Sobre cada fatia, coloque uma porção de muçarela de búfala e os cubos de tomate. Disponha os filés de aliche por cima e tempere com orégano e pimenta do reino. Regue com um fio de azeite. Pré-aqueça o forno a 200°C por 15 minutos.

Leve os crostini ao forno por cerca de 8 minutos, ou até que o pão esteja crocante e o queijo derretido. Retire do forno e, se desejar, finalize com folhas frescas de manjericão antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Experimente utilizar tomates confitados ou tomates italianos bem maduros para realçar os sabores.
  • Consuma imediatamente para manter a textura crocante.
  • Pode ser servido como entrada ou como parte de uma tábua de petiscos.
  • Substituições: muçarela por burrata ou queijo prato; aliche por sardela para uma versão com pasta.
  • Para um sabor mais intenso, esfregue um dente de alho no pão antes de montar.

2. Curiosidade: O crostini, assim como a bruschetta, teve origem como forma de reaproveitar pão amanhecido. A diferença entre eles é que a bruschetta tradicionalmente leva o pão grelhado e esfregado com alho, enquanto o crostini costuma ser assado com os ingredientes já sobre o pão.


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O Pão de Cebola é fácil de preparar e é perfeito em diversas ocasiões: como entrada, café da manhã, coffee break, chá da tarde, lanches, pic nic, entre outros. Pode ser consumido puro ou recheado.

Pão de Cebola

Categoria:  Couvert, Entrada, Café da manhã, Lanches,

Especificação: Pães, Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 15 unidades de 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 ml de azeite
  • 50 gramas de cebola
  • 1 ovo
  • 50 ml de leite
  • 5 gramas de sal
  • 300 gramas de farinha de trigo
  • 5 gramas de fermento biológico seco
  • 25 gramas de açúcar

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o azeite, a cebola, o ovo, o leite e o sal. Reserve.

Em uma bowl, coloque a farinha de trigo, o fermento e o açúcar. Misture. Acrescente aos poucos a preparação reservada e sove. Divida a massa em pedaços de 50 gramas e boleie cada um pãozinho. Deixe fermentar por aproximadamente por 30 minutos, até dobrar de volume. As bolinhas devem estar cobertas com plástico filme, para evitar o ressecamento. Após a fermentação, pincele a massa com gema de ovo e leve ao forno a 180ºC para assar até corar os pãezinhos.

Dicas:

1. Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

2. Bolear a massa – fazer bolas. Pegue uma das porções da massa e vá amassando com as duas mãos, com pressão leve girando de forma circular até que massa fique lisinha, sem furos e em formato de bola.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Capeletti de Ossobuco é uma receita típica da região da Emília-Romanha, no Norte da Itália. Ossobuco vem do dialeto milanês e significa “osso com buraco”, em referência ao tutano que fica no centro do corte. O ossobuco é feito a partir da canela da perna traseira ou dianteira do boi. Na Itália, é um corte caro, assemelhando-se ao preço do filé mignon. Já no Brasil, o ossobuco é pouco usado, por isso pode-se encontrar ossobuco fresco, de excelente qualidade e preços baixos.

Capeletti de Ossobuco

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Massa recheada (Capeletti), Massa Curta, Cozinha Internacional (Itália),

Tempo de Preparo: 5 0 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de ossobuco
  • Um fio de azeite
  • 3 dentes de alho, em brunoise
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 1/4 de cenoura, em brunoise
  • 1/2 talo de salsão, em brunoise
  • 100 gramas de vinho branco seco
  • 2 tomates italiano, em jardiniére
  • 100 gramas de tomate pelado, repicado
  • Água, o suficiente
  • Sal, a gosto
  • 50 gramas de farinha de trigo comum
  • 50 gramas de farinha de trigo grano duro
  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • Folhas de manjericão a gosto
  • Orégano fresco a gosto
  • Sal a gosto
  • Pimenta calabresa a gosto
  • Queijo muçarela ralado a gosto

Modo de Preparo:

Doure o ossobuco em azeite, junte alho, cebola, cenoura e salsão e molhe com vinho. Quando reduzir, junte os tomates e cubra com água. Tempere e cozinhe na panela de pressão por 40 minutos.

Misture as farinhas com o ovo e a pitada de sal e sove até obter uma massa lisa e homogênea. Reserve por 30 minutos.

Retire as carnes, desfie-as e leve ao fogo com uma colher de sopa de farinha de trigo. Junte um pouco de água para unir as carnes. Deixe esfriar.

Abra a massa no cilindro, corte círculos e monte os capeletti recheando com a carne.

Coe o caldo do ossobuco, junte as ervas e pimenta calabresa e leve ao fogo para reduzir. Confira o tempero. Junte os capeletti ao molho e leve ao fogo até estarem cozidos. Sirva com muçarela ralada.

Dicas:

1. Capeletti – É um tipo de massa recheada originária da região de Emília-Romagna, no Norte da Itália. Seu nome vem da palavra italiana “capellos” que significa “pequeno chapéu”, devido ao formato da massa que se assemelha a um chapéu masculino medieval. O capeletti é uma evolução do Raviolli e, ao longo do tempo, a receita foi se adaptando às preferências locais. O Capeletti é produzido com uma massa fina de farinha de trigo e ovos que é recheada, cortada em quadrados e dobrados em diagonal para formar um triângulo, que é envolvido em torno do dedo até que os cantos opostos se sobreponham e possam ser pressionados juntos, adquirindo o seu formato característico. Pode-se utilizar como recheio, carnes, frango, frutos do mar, queijos, ricota, vegetais, espinafre, ovos, ervas, dentre outros. O cozimento pode ser em água e servir acompanhado com molhos leves como sugo, tomate, ervas, manteiga e sálvia, ou ainda, pode-se fazer o cozimento “in brodo”. Brodo é um caldo aromático e saboroso, feito com o cozimento lento de carnes (ou frango), legumes e temperos.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Espaguete com Camarão e Rúcula é um prato super versátil que pode ser preparado com diversos molhos, e os frutos do mar sempre trazem um toque refinado à receita. O espaguete com camarão e rúcula é muito fácil e rápido de ser preparado. Então, mãos à massa!

Espaguete com Camarão e Rúcula

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal,

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete), Frutos do mar, Vegetais

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Espaguete com Camarão e Rúcula. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 g de massa (espaguete)
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 20 g de salsão, cortados em brunoise
  • 20 g de alho poró, em brunoise
  • 20 g de cebola, em brunoise
  • 20 g de cenoura, em brunoise
  • 50 g de camarão
  • 250 ml de creme de leite
  • Sal, à gosto
  • Pimenta do reino, à gosto
  • 4 folhas de rúcula
  • 2 ramos de salsinha
  • 2 talos de cebolinha

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa ao dente, reserve. Em uma panela coloque a manteiga e os vegetais cortados em brunoise, deixe murchar. Junte os camarões e doure. Adicione o creme de leite. Tempere com sal e pimenta do reino. Junte a massa e salteie. Finalize com rúcula, cebolinha e salsinha. Sirva quente.

Dicas:

1. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


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O Macarrão Alho e Óleo é um prato simples e prático. Esta receita saborosa, com apenas três ingredientes, pode ser servida como acompanhamento ou como prato principal em uma refeição. O sabor e o aroma do alho douradinho dão um toque especial.

Título

Categoria:  Prato Principal, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Massa seca, Massa Longa (talharim, espaguete ou linguine)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de conger design por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de macarrão (talharim, espaguete ou linguine)
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho
  • Pimenta do reino, a gosto (opcional)
  • Água, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal. Quando o macarrão estiver al dente, escorra bem a água e reserve.

Em outra panela, frite o alho no azeite. Acrescente o macarrão reservado, salpique a pimenta do reino e salteie até que o alho e o azeite incorporem em toda a massa. Sirva quente. Finalize com queijo parmesão ralado.

Dicas:

1. Talharim ou Taglierini ou Tajarin – É um tipo de massa originária de Piemonte, na Itália. É um macarrão achatado e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e gemas de ovos, com largura em torno de 3 a 4 mm de largura e em formato de ninho. Normalmente é servida com molho leve e simples. Pode ser com apenas manteiga ou mascarpone (queijo cremoso), molho de um assado, sugo ou bolonhesa.

2. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

3. Linguini ou linguine – É um tipo de massa originária de Gênova, na Itália. Seu nome significa “pequenas línguas” no dialeto norte italiano da Ligúria. O Linguini tem um formato um pouco mais achatado e não tão cilíndrico quanto o espaguete. É um macarrão longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos e com largura de 4 mm. É bastante versátil, servido tanto com o clássico molho de tomate, como molhos à base de queijos, vegetais, peixes, carne ou com feijão branco.

4. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura. Para cozinhar massas utiliza-se água fervendo.  

5. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

6. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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