O Vinagrete é um molho emulsionado preparado a partir da combinação de uma gordura, como óleo ou azeite, com um ingrediente ácido, como vinagre ou suco de limão, aromatizado com especiarias e, eventualmente, ervas frescas. A palavra vem do francês ‘vinaigrette’, diminutivo de ‘vinaigre’ (vinagre), e define um dos molhos mais básicos e versáteis da cozinha clássica.

A emulsão do vinagrete é instável por natureza, pois resulta da união de dois líquidos que não se misturam espontaneamente. Para obter uma mistura homogênea, é necessário bater ou agitar vigorosamente os ingredientes no momento do preparo ou antes do uso. A proporção clássica utiliza, em média, três partes de gordura para uma parte de ácido, garantindo equilíbrio entre untuosidade e acidez.

Simples e funcional, o Vinagrete Tradicional é composto apenas de azeite, vinagre, sal e pimenta, podendo receber pequenos ajustes conforme o uso. É ideal para temperar saladas, vegetais cozidos ou crus, carnes grelhadas, marinadas e preparações frias em geral.

Vinagrete Tradicional

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Vinagrete, molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, molho cru ou batido, cozinha internacional (França), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 135 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre (de maçã ou de vinho branco)
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitadinha de açúcar (opcional)

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes em uma tigela pequena. Bata vigorosamente com um fouet até obter uma mistura homogênea. Utilize imediatamente ou reserve sob refrigeração por curto período. Antes de servir, bata ou agite novamente para recompor a emulsão.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: este molho se enquadra na categoria molhos emulsionados ou condimentares, com porção média de 30 g ou ml por pessoa, sendo utilizado para temperar ou acompanhar preparações de forma moderada. Para mais detalhes, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Ideal para saladas verdes simples, como alface, rúcula, agrião e endívia, pois realça o sabor dos ingredientes sem sobrecarregar a preparação.
  • Funciona muito bem para temperar legumes cozidos e ainda mornos, como batatas, vagens, cenouras ou beterrabas, facilitando a absorção do molho.
  • Pode ser utilizado como base para marinadas rápidas de carnes, aves, peixes firmes ou vegetais grelhados, especialmente quando combinado com alho ou ervas.
  • Excelente para finalizar grelhados, legumes assados e saladas de grãos, aplicado sempre com moderação, respeitando a porção indicada.

3. Dicas Extras:

  • Pode ser aromatizado com alho ralado, mostarda, ervas frescas ou secas, conforme a aplicação desejada.
  • Ideal para uso imediato, pois a emulsão é naturalmente instável.

4. Curiosidades:

  • Pequenas adições de ingredientes como mostarda, alho ou mel podem retardar a separação das fases, tornando a emulsão levemente mais estável sem descaracterizar o molho.
  • A proporção clássica de três partes de gordura para uma parte de ácido é atribuída à tradição francesa e permanece como referência para o equilíbrio sensorial do vinagrete.
  • O vinagrete é considerado uma das emulsões mais antigas da culinária ocidental, antecedendo molhos clássicos como a maionese.
  • Por ser uma emulsão instável, sua separação é natural e esperada. Agitar antes do uso não é um defeito, mas uma característica técnica do preparo.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A origem do Molho Rosê é controversa. Os argentinos dizem que o molho nasceu em 1920 na Argentina. Já os ingleses dizem que a mistura é derivada do seu típico molho Gloucester, que também leva molho inglês. Tem ainda os americanos que alegam que a iguaria nasceu nos Estados Unidos em 1948 para acompanhar o “shrimp cocktail” um petisco com camarões.

Deixando a sua origem de lado, o que importa é que o Molho Rosê tem um sabor delicado e uma textura cremosa que combina com diversas preparações com massas (macarrão, lasanha, panquecas), para temperar inúmeras saladas ou simplesmente como um molhinho para mergulhar os aperitivos (batata frita, salgadinhos). Ah! Também fica delicioso mergulhar ovos de codorna cozidos no molho Rosê. Não importa a preparação, é provável que ficará mais saboroso utilizando este molho. Simples e fácil de fazer. experimente!

Molho Rosé Especial

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entrada, lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Frio, Cozinha Internacional (Argentina, Inglaterra, Estados Unidos)

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda amarela
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture tudo até obter um molho homogêneo. Armazene na geladeira por até 5 dias.

Dicas:

1. Como o molho rosê tem um sabor delicado pode-se adicionar outros ingredientes, tais como creme de leite, ervas, trocar o molho inglês por molho shoyu, acrescentar noz moscada ou pimenta. Porém, tenha o cuidado para não misturar ingredientes fortes que possam alterar muito o sabor original do molho.

2. O molho rosê pode ser congelado por até 3 meses no freezer.


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FONTE IMAGEM CAPA:

As reduções são preparações obtidas a partir da evaporação controlada de líquidos, concentrando sabores, açúcares naturais e acidez. Esta redução de mel, vinagre balsâmico e laranja combina dulçor, acidez e notas cítricas, resultando em um molho intenso e brilhante, ideal para finalizações. É um preparo versátil, usado em pequenas quantidades para realçar carnes, aves, peixes, legumes assados, queijos e até sobremesas com frutas.

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho reduzido, molho condimentar, sem glúten, sem lactose, vegetariano

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 750 ml – 50 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g/ml – 1 colher de sopa): 45 kcal

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 ml de vinagre balsâmico
  • 500 ml de suco de laranja
  • 250 gramas de mel

Modo de Preparo:

Em uma panela de fundo grosso, coloque o vinagre balsâmico, o suco de laranja e o mel. Misture bem e leve ao fogo médio até iniciar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente, mexendo ocasionalmente, até que o volume reduza e atinja consistência de calda rala, levemente espessa e brilhante. Retire do fogo e deixe esfriar. A redução ganha um pouco mais de corpo após esfriar. Armazene em recipiente limpo e bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta receita se enquadra como molho de uso pontual, sendo indicada a porção de 15 ml por pessoa, utilizada principalmente para finalizar pratos ou realçar sabores. Para mais detalhes sobre o papel dos molhos na composição das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Utilize pequenas quantidades para finalizar carnes grelhadas ou assadas, peito de pato, suínos, cordeiro, legumes assados, saladas mornas, queijos curados ou frutas grelhadas. Por ser um molho concentrado, o ideal é aplicar em fios ou pincelar levemente.

3. Validade e armazenamento: Quando armazenada em recipiente de vidro esterilizado, bem fechado e sob refrigeração, esta redução apresenta validade média de até 30 dias. O alto teor de açúcar, a acidez do vinagre balsâmico e o processo de redução contribuem para sua boa conservação. Sempre utilize utensílios limpos e secos ao servir, evitando contaminação e prolongando a durabilidade do molho.

4. Curiosidades: O vinagre balsâmico, quando reduzido, intensifica sua doçura natural sem perder a acidez característica, dispensando o uso de espessantes artificiais. A adição do mel e do suco de laranja cria um equilíbrio clássico entre doce, ácido e amargo.


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O Molho Pesto com Endro além de saboroso, é nutritivo. O endro é uma erva aromática de propriedades calmantes e relaxantes. Inove com este pesto.

Molho Pesto com Endro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, lanches, petisco,

Especificação: Molho frio, Molho condimentado,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Pesto. Imagem de Lyubov Kardakova por Pixabay

Ingredientes:

  • 30 gramas de endro fresco
  • 1 dente de alho
  • 30 gramas de amêndoas torradas
  • 30 gramas de queijo parmesão ralado
  • 150 ml de azeite

Modo de Preparo:

Corte o endro e triture em um processador juntamente com o alho. Acrescente as amêndoas, o queijo parmesão, o azeite e o sal. Triture tudo até obter uma pasta.


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O Tarê é um molho clássico da culinária japonesa, amplamente utilizado para finalizar pratos como sushi, hot roll e temakis. A palavra “tarê” em japonês significa simplesmente “molho”, por isso a expressão “molho tarê” é tecnicamente redundante. Encorpado e brilhante, ele é preparado com base em shoyu, saquê mirin e açúcar, resultando em um sabor adocicado e salgado ao mesmo tempo. Esse molho é extremamente versátil, podendo ser servido com preparações frias ou quentes, como grelhados, espetinhos, legumes salteados ou frutos do mar.

Tarê

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos

Especificação: Molho quente ou frio (dependendo do uso final), molho condimentar, molho reduzido, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 480 ml – 16 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 112 kcal

Tarê. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 xícara de açúcar
  • 1 xícara de shoyu
  • 2 xícaras de saquê mirin
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado

Modo de Preparo:

Em uma panela pequena, misture todos os ingredientes. Leve ao fogo médio e cozinhe, mexendo sempre, até que o molho reduza e engrosse levemente. Quando atingir consistência aveludada e brilhante, desligue o fogo. Deixe esfriar e utilize em carnes grelhadas, peixes, legumes ou preparações orientais como hot rolls e temakis.

Toques Finais e Sugestões:

O tarê é um molho condimentar e reduzido, de sabor intenso, devendo ser utilizado em pequenas quantidades. A porção considerada nesta receita é de 30 ml por pessoa (2 colheres de sopa), quantidade adequada para finalizar sushi, temakis, hot rolls, espetinhos grelhados, legumes ou peixes.

Dicas de consumo

  • Pode ser usado como molho para pincelar espetinhos grelhados, como o yakitori[1].
  • Fica excelente servido à parte como acompanhamento para sushi, sashimi ou vegetais grelhados.
  • Guarde o molho já frio em recipiente esterilizado na geladeira por até 10 dias.

Curiosidades

  • Apesar de o Tarê ser tradicionalmente feito com saquê mirin, é possível substituí-lo por uma mistura de vinho branco suave com um toque de açúcar, caso o ingrediente original não esteja disponível. Essa adaptação mantém a doçura característica e a função do mirin de suavizar o sabor salgado do shoyu.
  • Na culinária japonesa, o tarê não é apenas um molho finalizador, mas também um elemento técnico de cozimento, utilizado para laquear[2] alimentos durante o grelhado, criando uma superfície brilhante e caramelizada, especialmente em preparações como o yakitori.
  • O equilíbrio entre doce e salgado do tarê reflete um princípio central da cozinha japonesa, que busca harmonia entre os sabores, evitando extremos e valorizando a naturalidade dos ingredientes.
  • Tradicionalmente, muitas casas japonesas mantêm tarês próprios, preparados em maior quantidade e reaproveitados ao longo do tempo, sendo constantemente reforçados com novos ingredientes, o que contribui para profundidade de sabor e identidade da cozinha.
  • O efeito brilhante característico do tarê ocorre devido à alta concentração de açúcares, que caramelizam levemente durante o aquecimento, conferindo não apenas sabor, mas também apelo visual às preparações.
  • Apesar de simples em ingredientes, o tarê exige atenção ao ponto de redução, pois poucos minutos a mais no fogo podem resultar em um molho excessivamente espesso ou amargo.



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O Molho à Campanha é vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes.  O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias. Para essa emulsão, é utilizado três medidas de azeite (ou óleo) para uma medida de ácido (vinagre ou suco de limão) e é servido como molho para saladas.

Já o molho à campanha é brasileiro e sua origem é controversa. Alguns dizem que o molho era utilizado para alimentar os soldados no exército e era preparado nas “cozinhas de campanha”. Outros dizem que era preparado pelos tropeiros da região da Campanha Gaúcha, que fica na Região Sul entre a Argentina e o Uruguai. O Molho à campanha fora do país, é conhecido por “Brasilian Sauce” e é preparado com tomates, cebolas, ervas e pimentões picadinhos marinados no vinagre e azeite e é servido no Brasil como acompanhamento do nosso tradicional churrasco. Sendo assim, o Molho Vinagrete é a base, o tempero do Molho à Campanha.

Existem diversas versões e adaptações do Molho à Campanha que incluem outros ingredientes, tais como milho, coentro, castanha de caju, frutas, entre outros e pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como churrasco, carnes, acarajé etc. A receita a seguir é uma variação muito utilizada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil

Molho à Campanha com Coentro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho Frio, Cozinha Brasileira (Norte e Nordeste),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Molho à Campanha com Coentro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente todos os ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira até servir.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O ketchup é um dos molhos mais conhecidos do mundo, com origem em preparações fermentadas asiáticas à base de peixe e especiarias, que chegaram ao Ocidente a partir do século XVII. Com o tempo, a receita foi adaptada, especialmente nos Estados Unidos, passando a utilizar o tomate como ingrediente principal e assumindo o perfil agridoce que conhecemos hoje.

Esta versão artesanal de ketchup picante de tomate traz um preparo mais elaborado, com tomates frescos, pimentão assado e redução lenta, resultando em um molho encorpado, equilibrado e com leve picância da pimenta caiena. É ideal para quem busca um ketchup mais intenso, menos industrial e com maior profundidade de sabor.

Ketchup Picante de Tomate

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho reduzido, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1,8 litros – 120 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (15 g/ml – 1 colher de sopa): 25 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 pimentões vermelhos
  • 100 gramas de açúcar
  • 90 gramas de cebola picadinha
  • 1 dente de alho picadinho
  • 2,8 litros de tomate, sem pele e sem semente, esmagado
  • 240 ml de vinagre de vinho tinto
  • 120 ml de vinagre balsâmico
  • Pimenta caiena a gosto

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os pimentões. Espete um utensílio comprido em cada um deles e leve diretamente à chama alta do fogão, girando até que a pele esteja completamente queimada e tostada por todos os lados. Transfira os pimentões ainda quentes para um saco plástico resistente, feche bem para manter o vapor e deixe descansar por cerca de 15 minutos, até que esfriem e a pele se solte com facilidade.

Retire os pimentões do saco, raspe toda a pele queimada com o auxílio de uma colher, abra-os, descarte o caule e as sementes e corte a polpa em pedaços pequenos. Reserve.

Em uma panela de fundo grosso, leve o açúcar ao fogo médio até atingir coloração âmbar[1]. Acrescente a cebola e o alho, mexendo para incorporar. Junte os tomates esmagados e os pimentões assados, misture bem e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Adicione os dois tipos de vinagre e mantenha o cozimento em fogo médio-baixo, deixando reduzir até obter uma consistência mais espessa e aveludada, por cerca de 20 minutos. Tempere com pimenta-caiena a gosto.

Passe o molho por um coador de malha fina ou chinois para obter um ketchup liso e homogêneo. Transfira para um recipiente hermético, deixe esfriar e mantenha refrigerado. A validade é de até 15 dias sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Este ketchup picante é ideal para sanduíches artesanais, hambúrgueres, batatas fritas, carnes grelhadas, assados e preparações à base de legumes. Também pode ser usado como base para molhos barbecue artesanais ou para dar profundidade a marinadas e molhos quentes.
  • A intensidade da picância pode ser ajustada conforme o perfil desejado, aumentando ou reduzindo a quantidade de pimenta caiena.

2. Curiosidades:

  • Apesar de hoje ser associado quase exclusivamente ao tomate, o ketchup tem origem em molhos fermentados asiáticos à base de peixe, conhecidos como kê-tsiap, que não levavam tomate em sua formulação original.
  • O uso do açúcar no ketchup não é apenas para adoçar. Ele contribui para a cor, a textura e a conservação do molho, além de equilibrar a acidez natural do tomate e dos vinagres.
  • A técnica de assar o pimentão diretamente na chama intensifica notas defumadas e adocicadas, adicionando complexidade aromática ao molho sem a necessidade de ingredientes artificiais.
  • A coagem final pelo chinois é um passo clássico da cozinha profissional e garante um ketchup liso, homogêneo e com textura aveludada, característica desejada nesse tipo de molho.
  • A pimenta caiena atua como um realçador de sabor. Em pequenas quantidades, ela não apenas adiciona picância, mas também destaca os aromas do tomate e do vinagre.


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O Kecap Manis é um dos molhos mais emblemáticos da culinária da Indonésia. Seu nome significa molho doce, e ele se destaca pela textura espessa, cor profunda e sabor adocicado e complexo. Originalmente, sua história está ligada ao molho de soja chinês, introduzido no arquipélago pelos mercadores chineses. Com o tempo, os indonésios adaptaram a receita ao paladar local, elevando o dulçor e incorporando ingredientes aromáticos, criando um molho único, hoje indispensável em diversas preparações do Sudeste Asiático.

Tradicionalmente, o Kecap Manis é produzido pela fermentação de soja e trigo, processo longo que desenvolve sabores profundos e naturais. A versão caseira abaixo simplifica essa tradição utilizando molho de soja já fermentado, permitindo um resultado autêntico e acessível. Para aprofundar o tema, consulte o tópico Molho de Soja – Shoyu.

Seu uso é extremamente versátil: funciona como molho para mergulhar, finalização de frituras, componente de marinadas, base para refogados e acompanhamento para carnes, aves, frutos do mar e vegetais.

Kecap Manis

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, molho reduzido, Cozinha Internacional (Indonésia), vegana, vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 ml – 20 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 15 ml): 38 kcal

Costeilinha de porco com Kecap Manis. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 150 gramas de açúcar
  • 60 ml de água quente
  • 300 ml de molho de soja
  • 30 gramas de capim limão, picado (ou folha de limão)

Modo de Preparo:

Em uma panela larga com cabo, adicione o açúcar e leve ao fogo médio. Mexa a panela em movimentos circulares até o açúcar derreter e começar a caramelizar. Adicione a água quente aos poucos, com cuidado, misturando até formar um caramelo liso que se desprenda do fundo da panela.

Acrescente o molho de soja e o capim-limão. Misture bem e deixe levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 10 minutos, permitindo que o molho reduza e encorpe. Passe por uma peneira fina ou chinois. Deixe esfriar completamente antes de armazenar ou utilizar..

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Embora classificado entre os molhos condimentares, o kecap manis é um molho de sabor extremamente intenso e alto teor de açúcar, tradicionalmente utilizado em pequenas quantidades, como finalização, pinceladas ou molho para mergulhar. Por esse motivo, a porção considerada nesta receita é de 15 ml por pessoa, inferior à porção média de outros molhos da mesma categoria.

2. Como utilizar:

  • Excelente para finalizar salteados, legumes assados, frituras e grelhados.
  • Funciona como base para marinadas de frango, carne suína ou tofu.
  • Em petiscos, serve como molho para mergulhar acompanhando espetinhos, pastéis e croquetes.

3. Curiosidades:

  • A textura espessa é resultado da alta concentração de açúcar caramelizado, diferindo do shoyu tradicional.
  • O termo kecap é a origem da palavra inglesa ketchup, que no passado também se referia a molhos fermentados de origem asiática.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho Tártaro é um preparo clássico da cozinha francesa, amplamente difundido e popularizado nos países de língua inglesa. Tradicionalmente associado ao steak tartare, já era servido como acompanhamento no início do século XX. Não se sabe ao certo se o prato deu nome ao molho ou se o molho inspirou o prato, mas ambos compartilham a ideia de frescor, acidez equilibrada e contraste de texturas.

Sua base é a maionese, podendo ser preparada também com aioli, enriquecida com picles, alcaparras e ervas frescas, além de um elemento ácido, como suco de limão ou vinagre. O resultado é um molho frio, levemente ácido e aromático, ideal para acompanhar alimentos fritos, empanados ou grelhados, especialmente peixes e frutos do mar.

Molho Tártaro

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petisco,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 300 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de picles ou pepino em conserva, brunoise
  • 1 colher (sopa) de cebola, brunoise (opcional)
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre
  • 2 colheres (chá) de cebolinha ou endro (dill) picado
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque todos os ingredientes, exceto o sal. Misture com um fuet (batedor de mão) até obter uma preparação homogênea. Prove e ajuste o sal e a pimenta, se necessário. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de servir, para que os sabores se integrem melhor.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como acompanhamento clássico para peixes e frutos do mar fritos ou empanados, como fish and chips, lulas, camarões e ostras fritas.
  • Combina muito bem com outros alimentos empanados, como onion rings e batatas fritas.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps e hambúrgueres de peixe.

2. Curiosidades

  • Apesar de sua origem francesa, o Molho Tártaro tornou-se um ícone da culinária britânica e norte-americana.
  • A presença de picles e alcaparras confere não apenas acidez, mas também um leve toque salino e crocante, característica marcante do molho.
  • Algumas versões contemporâneas substituem parte da maionese por iogurte ou creme azedo, tornando o molho mais leve.

3. Validade e armazenamento: Conservar sob refrigeração, em recipiente hermético, por até 3 dias.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Barbecue (em inglês, barbecue sauce ou BBQ sauce – tradução molho de churrasco) é um molho agridoce, levemente apimentado e com sabor de defumado e é muito popular nos Estados Unidos. Quanto a sua origem, uns dizem que surgiu na região sul dos Estados Unidos e que a palavra deriva do termo “barbacoa”, palavra utilizada pelos nativos de Iucatã para nomear as carnes assadas em buracos no chão. Enquanto os franceses dizem que o termo é deles e vem de “barbe à queue” que significa “da barba à cauda” e é utilizada para nomear uma rês[1] assada inteira no espeto.

Imagem Adriana Tenchini

Existem variações das receitas de uma região à outra nos EUA. No Kansas, o molho é mais espesso, picante e algumas vezes doce, levando melaço ou açúcar mascavo. Os barbecues à base de tomates são os mais utilizados e o mais comum é ter ingrediente doces e ácidos, que conferem um tom agridoce, amadeirado e defumado. Dentre os ingredientes os mais utilizados são o extrato de tomate, ketchup, vinagre, mostarda e especiarias. Na Albana é produzido uma versão White (branco), feito a base de maionese e utilizado para as carnes de frango. Alguns molhos são mais líquidos e penetram facilmente na carne, enquanto outros são preparados com consistência mais espessa, para criar uma cobertura de molho na carne.

Como o próprio nome diz é um delicioso molho para churrasco que é utilizado na hora de consumir a carne. Ele não é indicado para temperar as carnes antes de assá-las. É muito utilizado em carnes grelhadas e assadas, mas pode ser usado no preparo de guisados, assados e sanduíches.  

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Reduzido, Cozinha Internacional (Estados Unidos, França),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Barbecue. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 alho picadinho
  • 1 cebola pequena picadinha
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de conhaque
  • 1 colher (chá) de molho de pimenta
  • 2 colheres (sopa) de polpa de tomate
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1 limão
  • 1 xícara de ketchup
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela ao fogo, acrescente o óleo, o alho e a cebola, deixe dourar. Adicione os outros ingredientes e deixe reduzir.

Dicas:

1. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho Pesto tem origem na cidade de Gênova, na região da Ligúria, na Itália. A versão tradicional, conhecida como pesto alla genovese, era preparada no pilão, macerando manjericão fresco, azeite, pecorino, parmesão, pinoli, alho e sal. Ao longo do tempo, surgiram adaptações que utilizam castanhas, nozes e diferentes proporções de ingredientes. Este pesto segue a técnica clássica, porém, com ingredientes facilmente encontrados no Brasil, mantendo o sabor fresco e aromático característico. É um molho extremamente versátil, ideal para massas, legumes, pães, carnes brancas e entradas.

Molho Pesto

Categoria:  couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: molho frio, cozinha internacional (Itália), molho cru ou batido, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 320 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 165 kcal

Molho Pesto. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 2 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 1 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Coloque o queijo parmesão, o alho, as nozes e as folhas de manjericão no liquidificador ou processador. Bata bem, adicionando o azeite aos poucos até atingir a textura cremosa desejada. Ajuste o sal, se necessário.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção de 30 g/ml indicada para este molho refere-se ao uso como acompanhamento, especialmente em preparações como massas, legumes, carnes ou pratos montados. Quando utilizado em lanches, petiscos e couvert, como sanduíches, bruschettas, wraps ou ainda como molho de salada servido em entradas, recomenda-se reduzir a quantidade para 15 g/ml por pessoa, ajustando o consumo conforme a função do molho no prato. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O pesto é excelente para massas, carnes brancas, legumes, bruschettas, saladas e como base de molhos cremosos.
  • As nozes podem ser substituídas por castanha de caju ou amêndoas.
  • Para realçar a cor verde, adicione algumas pedras de gelo no momento de bater ou mantenha os ingredientes bem frios.
  • Conserve o pesto refrigerado em pote de vidro fechado por até 3 dias, coberto com uma fina camada de azeite.

3. Curiosidades: A palavra pesto vem do verbo italiano pestare, que significa “amassar” ou “esmagar”, referência ao preparo original no pilão.


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O Aioli é um molho emulsionado clássico preparado tradicionalmente apenas com alho, azeite e ovo. A textura sedosa, o brilho e a técnica de emulsão lembram a maionese, mas o Aioli tem um sabor mais marcante e característico, resultado do protagonismo do alho.

Originário da região de Provence, no sul da França, o Aioli é um ícone da culinária mediterrânea. No entanto, há registros de preparações semelhantes na Espanha, conhecidas como allioli, e até mesmo no Império Romano, onde a mistura de alho e azeite já era usada para realçar o sabor de carnes e vegetais.

Na Itália, o Aioli é tradicionalmente servido com batatas cozidas, enquanto em Malta costuma acompanhar um biscoito típico local. No Brasil, o molho ganhou espaço em cozinhas contemporâneas, sendo apreciado como guarnição ou acompanhamento de pratos variados, como frutos do mar, carnes, petiscos, saladas e vegetais, crus, cozidos ou assados.

Aioli

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entradas, lanche, petisco

Especificação: Molho frio, molho emulsionado, Cozinha Internacional (Provence – França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 340 ml – 11 porções de 30 g/ml

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 215 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 2 dentes de alho
  • 1 xícara de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador (ou mixer) os dentes de alho com os ovos até obter uma mistura homogênea.

Com o aparelho ainda ligado, adicione o azeite em fio constante, até que a mistura emulsione e atinja a textura cremosa característica. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: O aioli é um molho frio emulsionado, de sabor intenso e textura untuosa, no qual o alho e o azeite assumem protagonismo, por essa razão, ele é utilizado em menor volume. A porção padrão adotada nesta receita é de 30 g (2 colheres de sopa), quantidade suficiente para envolver e realçar alimentos como peixes, legumes, batatas, carnes, sanduíches e petiscos, sem sobrepor o sabor principal do prato.

2. Dicas:

  • O azeite pode ser substituído por óleo vegetal para um sabor mais neutro.
  • Conserve o molho refrigerado e bem tampado por até 3 dias.
  • Para versões aromatizadas, acrescente mostarda, suco de limão, açafrão, ervas frescas ou páprica.
  • Ideal para acompanhar peixes, legumes assados, batatas, sanduíches e saladas.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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