O Espaguete com Camarão e Rúcula é um prato super versátil que pode ser preparado com diversos molhos, e os frutos do mar sempre trazem um toque refinado à receita. O espaguete com camarão e rúcula é muito fácil e rápido de ser preparado. Então, mãos à massa!

Espaguete com Camarão e Rúcula

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal,

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete), Frutos do mar, Vegetais

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Espaguete com Camarão e Rúcula. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 g de massa (espaguete)
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 20 g de salsão, cortados em brunoise
  • 20 g de alho poró, em brunoise
  • 20 g de cebola, em brunoise
  • 20 g de cenoura, em brunoise
  • 50 g de camarão
  • 250 ml de creme de leite
  • Sal, à gosto
  • Pimenta do reino, à gosto
  • 4 folhas de rúcula
  • 2 ramos de salsinha
  • 2 talos de cebolinha

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa ao dente, reserve. Em uma panela coloque a manteiga e os vegetais cortados em brunoise, deixe murchar. Junte os camarões e doure. Adicione o creme de leite. Tempere com sal e pimenta do reino. Junte a massa e salteie. Finalize com rúcula, cebolinha e salsinha. Sirva quente.

Dicas:

1. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Macarrão Alho e Óleo é um prato simples e prático. Esta receita saborosa, com apenas três ingredientes, pode ser servida como acompanhamento ou como prato principal em uma refeição. O sabor e o aroma do alho douradinho dão um toque especial.

Título

Categoria:  Prato Principal, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Massa seca, Massa Longa (talharim, espaguete ou linguine)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de conger design por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de macarrão (talharim, espaguete ou linguine)
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho
  • Pimenta do reino, a gosto (opcional)
  • Água, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal. Quando o macarrão estiver al dente, escorra bem a água e reserve.

Em outra panela, frite o alho no azeite. Acrescente o macarrão reservado, salpique a pimenta do reino e salteie até que o alho e o azeite incorporem em toda a massa. Sirva quente. Finalize com queijo parmesão ralado.

Dicas:

1. Talharim ou Taglierini ou Tajarin – É um tipo de massa originária de Piemonte, na Itália. É um macarrão achatado e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e gemas de ovos, com largura em torno de 3 a 4 mm de largura e em formato de ninho. Normalmente é servida com molho leve e simples. Pode ser com apenas manteiga ou mascarpone (queijo cremoso), molho de um assado, sugo ou bolonhesa.

2. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

3. Linguini ou linguine – É um tipo de massa originária de Gênova, na Itália. Seu nome significa “pequenas línguas” no dialeto norte italiano da Ligúria. O Linguini tem um formato um pouco mais achatado e não tão cilíndrico quanto o espaguete. É um macarrão longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos e com largura de 4 mm. É bastante versátil, servido tanto com o clássico molho de tomate, como molhos à base de queijos, vegetais, peixes, carne ou com feijão branco.

4. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura. Para cozinhar massas utiliza-se água fervendo.  

5. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

6. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tartar de Salmão é uma variação de um clássico francês, o “steak tartare”. Atualmente o termo “tartar” se refere a qualquer tipo de proteína crua e finamente picada. Pode-se utilizar carne bovina, salmão, peixe branco, atum. Além da proteína, pode-se também usar legumes e/ou frutas picadas

Tartar de Salmão

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de Blandine Joannic por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de aparas de salmão
  • 1/4 de cebola picadinha
  • Azeite, a gosto
  • Folhas de tomilho, a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto
  • Uma pitada de aji-no-moto
  • Tarê, a gosto
  • Wasabi, a gosto

Modo de Preparo:

Corte em cubinhos as aparas do salmão. Tempere com a cebola, azeite, tomilho, pimenta do reino, sal e aji-no-moto.

Sirva acompanhado de Tarê e wasabi.


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O tataki é uma técnica tradicional da culinária japonesa usada para preparar carnes ou peixes. Em japonês, a palavra significa “golpeado” e se refere ao processo de selar a proteína rapidamente sobre uma superfície quente ou direto no fogo, deixando o exterior tostado e o interior cru. O resultado é uma textura macia e um sabor intenso. Nesta receita, o lombo de atum é selado com maçarico, cortado em fatias e servido com molho teriyaki. Se não tiver um maçarico, pode grelhar rapidamente em uma frigideira bem quente. É simples, elegante e cheio de sabor.

Tataki de Atum

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (125 g): 180 kcal

Tataki de Atum. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo de atum
  • Molho teriyaki, a gosto

Modo de Preparo:

Corte ou retire as aparas do atum para que ele fique em formato de bloco retangular. Com o maçarico, toste toda a superfície do lombo, até que fique dourado por fora e cru por dentro. Em seguida, corte o atum em fatias com cerca de um dedo de largura. Despeje o molho teriyaki em uma travessa ou prato e disponha as fatias de atum sobre ele. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Como prato principal, recomenda-se uma porção de aproximadamente 125 g de tataki de atum por pessoa, acompanhada de arroz, vegetais, saladas ou outras guarnições. Para mais informações sobre composição e equilíbrio das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo: Sirva com salada de folhas frescas, arroz gohan ou legumes grelhados. Pode ser usado como entrada sofisticada, petisco leve ou até como prato principal em uma refeição japonesa.

3. Curiosidades: O tataki surgiu na região de Tosa, no Japão, e tradicionalmente era feito com carne bovina ou peixe (como o bonito). O uso do maçarico é uma adaptação moderna que facilita o preparo doméstico.

4. Aproveitamento: As aparas retiradas do lombo podem ser aproveitadas em um tartar de atum, sushi ou saladas.


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O Pirão de Peixe é uma preparação tradicional da culinária brasileira, especialmente presente nas cozinhas litorâneas e nas regiões onde o pescado ocupa lugar de destaque na alimentação. Sua base é o caldo obtido do cozimento do peixe, enriquecido com seus próprios ingredientes aromáticos e engrossado com farinha de mandioca, ingrediente de origem indígena que possui papel fundamental na formação da culinária brasileira.

A origem do pirão é objeto de diferentes interpretações históricas. Há estudos que relacionam sua formação às práticas alimentares dos povos indígenas, que utilizavam a mandioca e seus derivados em diferentes preparações. Também são apontadas influências africanas, entre outras contribuições que participaram da formação da cozinha brasileira. Dessa forma, o pirão pode ser compreendido como uma preparação construída a partir do encontro de diferentes tradições culinárias e da adaptação aos ingredientes disponíveis no território brasileiro.

Nesta versão, a cabeça do peixe é utilizada para a elaboração de um caldo saboroso e para o aproveitamento da carne que permanece nessa parte do pescado. Após o cozimento, a carne é separada dos ossos e incorporada novamente ao caldo, que recebe a farinha de mandioca até adquirir a consistência característica do pirão. A preparação valoriza, assim, uma parte do peixe que muitas vezes é descartada e pode ser servida como acompanhamento de diferentes pratos à base de pescado ou mesmo de forma independente em uma refeição.

Pirão de Peixe

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pirão, Cozinha brasileira (Região Sudeste, Espírito Santo), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 840 g – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 75 kcal

Imagem de Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 maço de coentro, picado
  • 1 cebola, bem picada
  • 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes e picados
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 litro de água
  • 1 cabeça de peixe
  • 1 fio de azeite
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 100 gramas de farinha de mandioca crua
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 6 ramos salsinha, bem picados
  • 6 talos cebolinha, bem picados
  • Pimenta malagueta a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça um fio de azeite e refogue o coentro, a cebola, os tomates e o alho até os vegetais começarem a amolecer e liberarem seus aromas. Acrescente a água e a cabeça do peixe. Cozinhe em fogo médio até que a carne esteja bem cozida e se desprenda facilmente dos ossos. Durante esse processo, parte da água irá evaporar, concentrando o sabor do caldo. Retire a cabeça do peixe da panela e, com cuidado, separe a carne aproveitável dos ossos. Descarte espinhas, ossos e demais partes não comestíveis. Reserve a carne.

Coe o caldo para retirar os resíduos sólidos. Tempere com sal e pimenta do reino. Em outra panela, aqueça o azeite e refogue rapidamente o colorau, apenas para liberar sua cor e seus aromas. Acrescente o caldo quente e, aos poucos, adicione a farinha de mandioca, mexendo continuamente para incorporá-la ao caldo e evitar a formação de grumos.

Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente, até obter um pirão cremoso, homogêneo e com a consistência desejada. A quantidade de farinha deve ser incorporada gradualmente, permitindo controlar o espessamento da preparação. Acrescente a carne de peixe desfiada e misture delicadamente. Finalize com a salsinha, a cebolinha e, se desejar, a pimenta malagueta. Ajuste o sal e sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva o pirão como acompanhamento de moquecas, peixes grelhados, assados ou ensopados. Também pode compor uma refeição com arroz e outros acompanhamentos. Para o padrão desta receita, considere 120 g de pirão por pessoa.

2. Curiosidades:

  • No Sudeste, o pirão está especialmente associado à culinária do Espírito Santo, onde preparações à base de peixes e frutos do mar ocupam lugar de destaque. O uso do colorau, presente em diversas preparações capixabas de pescado, contribui para a identidade e a coloração característica desta versão. O pirão também acompanha tradicionalmente diferentes preparações de peixe, aproveitando o caldo do cozimento para incorporar a farinha de mandioca e transformar o líquido em uma guarnição saborosa e cremosa.
  • O pirão evidencia a importância da farinha de mandioca na culinária brasileira. A técnica consiste em utilizar um caldo saboroso como base e incorporá-lo à farinha de mandioca até obter uma preparação cremosa. O aproveitamento da carne da cabeça do peixe também exemplifica uma prática culinária que reduz o desperdício e valoriza diferentes partes do pescado.
  • A carne encontrada próxima às bochechas e à base da cabeça é especialmente aproveitável e contribui para o sabor e a textura do pirão.

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O Shimeji é um tipo de cogumelo que apresenta grandes benefícios e possui bons nutrientes para o organismo. São ricos em proteínas, fibras, minerais e vitaminas e apresentam baixo teor de gordura total. O Shimei no Shoyu é muito saboroso e pode ser servido como petisco ou acompanhamento de diversos preparos, tais como: carnes, massas, recheios etc.

Shimeji no Shoyu

Categoria:  acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: Cogumelos

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de shimeji
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola pequena picadinha
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1 colher (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa de molho de ostra (panda)
  • Salsinha picadinha a gosto

Modo de Preparo:

Corte os talos para que os shimejis fiquem soltos na panela. Leve uma panela ao fogo, adicione o azeite, a cebola e o alho. Doure. Acrescente o shimeji, o shoyu e o molho de ostra. Confira o sal e refogue por 5 minutos. Apague o fogo e coloque a salsinha.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Molho à Campanha é vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes.  O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias. Para essa emulsão, é utilizado três medidas de azeite (ou óleo) para uma medida de ácido (vinagre ou suco de limão) e é servido como molho para saladas.

Já o molho à campanha é brasileiro e sua origem é controversa. Alguns dizem que o molho era utilizado para alimentar os soldados no exército e era preparado nas “cozinhas de campanha”. Outros dizem que era preparado pelos tropeiros da região da Campanha Gaúcha, que fica na Região Sul entre a Argentina e o Uruguai. O Molho à campanha fora do país, é conhecido por “Brasilian Sauce” e é preparado com tomates, cebolas, ervas e pimentões picadinhos marinados no vinagre e azeite e é servido no Brasil como acompanhamento do nosso tradicional churrasco. Sendo assim, o Molho Vinagrete é a base, o tempero do Molho à Campanha.

Existem diversas versões e adaptações do Molho à Campanha que incluem outros ingredientes, tais como milho, coentro, castanha de caju, frutas, entre outros e pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como churrasco, carnes, acarajé etc.

Molho à Campanha

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho Frio, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 colheres (sopa) de vinagre de maçã
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1/4 xícara de água filtrada
  • 2 tomates, cortados em cubinhos
  • 1 cebola, cortada em cubinhos
  • 1/4 de pimentão verde, cortado em cubinhos
  • 1 colher (sopa) de ketchup
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o vinagre, o azeite e a água, batendo bem para homogeneizar. Adicione os demais ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira até servir.


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A Burrata é um queijo fresco, cremoso e macio, originário da região da Puglia, no sul da Itália. É feito a partir de uma massa filada recheada com creme de leite e muçarela desfiada. O nome vem da palavra italiana “burro”, que significa manteiga, e faz referência à textura cremosa do queijo. A burrata pode ser feita com leite de vaca, de búfala ou com uma combinação dos dois. No Brasil, é mais comum encontrar a burrata feita com leite de búfala. A burrata é um queijo versátil que pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como saladas, massas e pizzas.

Na receita a burrata é servida com molho pesto e tomate confit e é uma ótima sugestão para uma mesa de frios, como couvert (antepasto), entrada, lanches ou como acompanhamento de outras preparações. Pode ser servida com pães, torradas e pão sírio.

Burrata com Molho Pesto e Tomate Confit

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição

Especificação: Queijo cremoso, aromáticos

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 burrata de búfala (200 g)

Tomate Confit

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Molho Pesto

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 02 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 01 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Tomate Confit

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos. Reserve.

Molho Pesto

Bater todos os ingredientes no liquidificador. O azeite deve ser acrescentado aos poucos até dar o ponto.

Montagem

A montagem deve ser realizada somente na hora de servir. Coloque cuidadosamente a burrata no centro de um prato grande ou travessa circular. Ao redor disponha o molho pesto e os tomates confit. Sirva acompanhado de pães ou torradas

Dicas:

1. A burrata de búfala é encontrada em supermercados.

2. O ideal é preparar o tomate confit com horas de antecedência para que ele esfrie até o momento de servir.

3. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Cuscuz Paulista é uma preparação tradicional da culinária do estado de São Paulo, elaborada com farinha de milho hidratada e cozida, à qual podem ser acrescentados ingredientes como sardinha, camarão, palmito, ervilha e outros elementos característicos da cozinha brasileira. Diferentemente do cuscuz de origem norte-africana, preparado tradicionalmente com sêmola de trigo, o cuscuz brasileiro desenvolveu diferentes versões regionais a partir dos ingredientes disponíveis no país, especialmente o milho.

A versão paulista ganhou identidade própria ao combinar a farinha de milho com pescados, frutos do mar e vegetais, além de apresentar uma característica marcante: a montagem em forma, geralmente decorada com os ingredientes do recheio. Depois de desenformado, o prato revela uma apresentação colorida e bastante característica.

É uma preparação versátil, podendo ser servida como acompanhamento ou como prato principal, dependendo da quantidade e dos acompanhamentos oferecidos. Também é muito apreciada em festas, reuniões familiares e refeições especiais.

Cuscuz Paulista

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Farofas, peixes, vegetais, Cozinha Brasileira (São Paulo), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Tempo de Repouso: 1 hora

Rendimento: 400 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 120 g de camarões médios, limpos
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/8 de cebola, bem picada
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 1/2 tomate maduro, sem pele e sem sementes, bem picado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta-do-reino, a gosto
  • 80 ml de água
  • 2 unidades de sardinha em óleo comestível, escorridas e em pedaços
  • 50 g de farinha de milho
  • 2 talos de cebolinha, bem picados
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 20 g de ervilhas congeladas
  • 60 g de palmito em conserva, em pedaços ou rodelas
  • Azeite ou óleo, quantidade suficiente para untar a forma

Modo de Preparo:

Aqueça uma pequena quantidade do óleo em uma frigideira e salteie os camarões por aproximadamente 2 a 3 minutos, apenas até ficarem cozidos. Retire e reserve para a montagem.

Na mesma panela, aqueça o restante do óleo e refogue a cebola até começar a ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente, sem deixar dourar excessivamente. Junte o tomate, tempere com sal e pimenta do reino e refogue até que o tomate comece a desmanchar. Acrescente a água e deixe ferver por aproximadamente 10 minutos, permitindo que o molho reduza e concentre os sabores.

Adicione a sardinha em pedaços e misture delicadamente. Acrescente a farinha de milho aos poucos, mexendo continuamente para hidratá-la de maneira uniforme. Cozinhe até que a massa fique úmida, consistente e comece a se desprender do fundo da panela. Desligue o fogo, prove e ajuste o sal, se necessário. Acrescente a cebolinha e a salsinha e misture delicadamente.

Unte uma forma com furo central ou outra forma adequada para desenformar. Distribua os camarões cozidos e as ervilhas no fundo da forma. Coloque aproximadamente 1/3 da massa de cuscuz e pressione delicadamente para compactar.

Distribua parte do palmito nas laterais da forma, formando a decoração. Acrescente outra camada da massa e repita a disposição do palmito. Finalize com o restante da massa, pressionando suavemente para que a preparação fique firme depois de desenformada.

Cubra e leve à geladeira por aproximadamente 1 hora, ou até ficar firme. Desenforme cuidadosamente sobre um prato de servir. Se desejar servi-lo quente, aqueça depois de desenformado, de preferência em forno ou micro-ondas, sem ressecar a preparação.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Para servir como acompanhamento, considere 100 g de Cuscuz Paulista por pessoa. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post ‘A Composição do Almoço e do Jantar’.

2. Dicas de Consumo:

  • Sirva o Cuscuz Paulista como acompanhamento de saladas, legumes ou carnes grelhadas.
  • Como prato principal, pode ser acompanhado de uma salada verde ou de folhas frescas para equilibrar a refeição.
  • Para uma apresentação mais tradicional, desenforme em um prato grande e mantenha os camarões, ervilhas e palmitos visíveis na decoração.
  • Se for preparado com antecedência, mantenha refrigerado e desenforme somente próximo ao momento de servir.
  • Para aquecer, prefira aquecimento curto e gradual, evitando ressecar a massa.
  • A preparação também pode ser feita em formas individuais, facilitando o porcionamento e a apresentação.

3. Curiosidades

  • A receita também admite inúmeras variações. Sardinha, camarão, frango e carne suína aparecem em diferentes versões, demonstrando como o Cuscuz Paulista se adaptou às preferências familiares e à disponibilidade regional de ingredientes.
  • O nome “cuscuz” está relacionado a uma preparação muito antiga do norte da África, especialmente da região do Magrebe. Entretanto, o Cuscuz Paulista é uma criação brasileira, que se desenvolveu a partir da utilização da farinha de milho e dos ingredientes disponíveis na culinária paulista.
  • Uma das características mais interessantes da preparação é justamente a sua montagem: os ingredientes não são apenas incorporados à massa, mas também utilizados como elementos decorativos. Camarão, palmito, ervilha, ovos e outros ingredientes podem formar desenhos e contrastes quando o cuscuz é desenformado.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Farofa de Cogumelos é prática e muito saudável. Foi utilizado o cogumelo Paris, mas pode incluir qualquer cogumelo. É perfeito para servir como acompanhamento de uma refeição seja ela vegana ou não.

Farofa de Cogumelos

Categoria:  Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/4 de alho poró em brunoise
  • 1 cebola em julienne
  • 200 gramas de cogumelo Paris
  • 1 colher (café) de aji-no-moto (glutamato monossódico)
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 1 cenoura crua ralada
  • Sal, a gosto
  • Farinha de mandioca, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione o azeite, alho, alho poró, cebola, cogumelo, aji-no-moto, gengibre e pimenta do reino branca. Doure por dois minutos. Acrescente a cenoura ralada, acerte o sal e doure por mais dois minutos. Adicione a farinha de mandioca e finalize com a salsinha repicada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Farofa Molhada é uma preparação de textura úmida e sabor marcante, característica da culinária paraense. Diferentemente das farofas tradicionais, em que a farinha de mandioca é geralmente preparada de forma mais seca e soltinha, nesta versão ela recebe um molho campanha aromático e líquidos quentes, resultando em uma farofa úmida, macia e saborosa, mas ainda com os grãos de farinha perceptíveis.

O molho campanha combina azeite de oliva, vinagre de vinho branco, vinho branco seco, tomate, cebola, pimentão, alho, ervas frescas e pimenta de cheiro. O leite de coco acrescentado à farinha contribui para a textura e acrescenta uma nota de sabor característica da culinária amazônica.

É uma preparação que valoriza ingredientes muito presentes na cozinha brasileira e, especialmente, na culinária do Pará, podendo acompanhar peixes, frutos do mar, carnes e outras preparações de sabores marcantes.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará), sem glúten, sem lactose, vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 400 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (80 g): 200 kcal

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha com Coentro

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1 colher (sopa) de pimentão verde, em cubinhos
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1/2 pimenta de cheiro, levemente amassada
  • 1 colher (sopa) de água

Farofa

  • 160 gramas de farinha de mandioca crua
  • 2 colheres (sopa) de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite de oliva, o vinagre de vinho branco e o vinho branco seco, mexendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e acrescente a água aos poucos para equilibrar a acidez. Adicione o tomate, a cebola, o pimentão, o alho, a salsinha, o coentro, a cebolinha e a pimenta de cheiro. Misture delicadamente, cubra e leve à geladeira até o momento de utilizar.

Farofa

Coloque a farinha de mandioca em uma tigela. Acrescente o leite de coco, o molho campanha e o azeite de oliva. Misture bem para distribuir os ingredientes por toda a farinha.

Leve uma pequena panela com água ao fogo e aqueça até levantar fervura. Despeje a água fervente aos poucos sobre a mistura, mexendo continuamente. Continue adicionando pequenas quantidades de água até obter uma farofa úmida e macia, porém ainda granulada. A preparação não deve adquirir consistência de pirão. Prove e ajuste o sal, se necessário. Sirva em seguida.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Para servir como acompanhamento, considere 80 g por pessoa. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a farofa ainda levemente aquecida ou em temperatura ambiente.
  • É um excelente acompanhamento para peixes, frutos do mar, carnes assadas e carnes de panela.
  • Combina especialmente bem com preparações que tenham molhos ou caldos, pois sua textura úmida complementa pratos mais suculentos.
  • Adicione a água fervente gradualmente. O ponto correto é úmido e macio, mas sem perder a textura granulada da farinha.
  • O molho campanha pode ser preparado antecipadamente e mantido sob refrigeração até o momento de preparar a farofa.
  • Se a preparação ficar mais seca depois de algum tempo, acrescente uma pequena quantidade de água quente e misture delicadamente antes de servir.

3. Curiosidades:

  • A denominação Farofa Molhada está diretamente relacionada à principal característica da preparação: a farinha de mandioca é hidratada com molho e líquido quente, em vez de permanecer seca e soltinha como ocorre em muitas outras farofas brasileiras.
  • A farinha de mandioca é um ingrediente de grande importância na alimentação amazônica e aparece em inúmeras preparações do Norte do Brasil. Na Farofa Molhada, ela funciona como uma base capaz de absorver os líquidos e concentrar os sabores do molho campanha.
  • O uso de leite de coco, coentro, pimenta de cheiro e farinha de mandioca reforça a identidade brasileira e amazônica da receita, enquanto a combinação de acidez do vinagre e do vinho com o azeite e as ervas cria um perfil aromático que diferencia essa farofa das versões mais tradicionais.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O arroz com furikake é uma preparação simples, nutritiva e muito popular no Japão. Tradicionalmente servido como acompanhamento ou até como uma pequena refeição, esse arroz branco recebe um toque especial com o furikake, uma mistura seca de condimentos à base de gergelim, alga nori, peixe bonito seco (katsuobushi), shoyu e óleo de gergelim. Originalmente criado no início do século XX como uma forma de suplementar a alimentação com cálcio e sabor, o furikake se tornou um dos temperos mais consumidos no Japão, aparecendo também em bentôs, onigiris e sopas. A receita aqui apresentada ensina como preparar um arroz bem cozido, aromatizado com louro e cebola, finalizado com furikake polvilhado por cima. E, para quem preferir, também trazemos uma versão caseira do tempero.

Arroz com Furikake

Categoria:   acompanhamento/guarnição

Especificação: Arroz, cereal, vegetais, cozinha internacional (japão), vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 25 minutos

Rendimento: 750 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 210 kcal

Arroz com Furikake. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola picadinha
  • 1 folha de louro
  • 1 xícara de arroz branco cru (agulhinha ou japonês)
  • 2 xícaras de água fervente
  • Furikake (comprado ou caseiro), a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo baixo. Acrescente a cebola e uma pitada de sal. Refogue até dourar levemente. Junte a folha de louro e o arroz. Misture bem para envolver todos os grãos no refogado. Adicione a água fervente e aumente o fogo para médio. Não mexa mais. Quando a água começar a secar e o arroz estiver quase no ponto, abaixe o fogo e tampe parcialmente a panela. Deixe o arroz cozinhar até que toda a água tenha sido absorvida. Desligue o fogo, tampe a panela completamente e deixe descansar por 5 minutos. Finalize polvilhando o furikake por cima, a gosto. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita rende aproximadamente 6 porções de 130 g, sendo classificada como acompanhamento/guarnição. O porcionamento foi definido com base no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo: Sirva como acompanhamento para pratos japoneses, como peixe grelhado, frango teriyaki ou tofu grelhado. Também pode ser usado para montar onigiris (bolinhos de arroz).

3. Curiosidades: O furikake surgiu no Japão no início do século XX, originalmente como um suplemento alimentar rico em cálcio, desenvolvido por um farmacêutico. Hoje, é consumido por crianças e adultos, com diversas variações regionais e comerciais, e considerado um símbolo da praticidade e sabor da culinária japonesa.

4. Dica extra – Furikake caseiro: Se preferir fazer o seu próprio furikake, aqui está uma versão simples e saborosa:

Ingredientes

  • 100 gramas de gergelim branco
  • 100 gramas de gergelim preto
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 envelope de tempero de peixe bonito seco (hondashi)
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 2 a 3 algas nori, cortadas em pedacinhos

Modo de Preparo

Em uma frigideira seca, torre o gergelim em fogo médio, mexendo sempre até dourar e estalar. Adicione o shoyu, o óleo de gergelim, o hondashi e a alga nori. Mexa rapidamente até que a mistura fique seca e bem envolvida. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 1 a 2 minutos, sem deixar queimar. Retire do fogo e espalhe em uma travessa para esfriar completamente. Armazene em pote hermético por até 3 semanas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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