Batatas Assadas com Alecrim é um prato delicioso que serve como Acompanhamento ou Guarnição em diversos preparos. É característico no Rio Grande do Sul e um dos pratos em que esta iguaria guarnece é o “Lombo à Moda Sulista”. A receita também pode ser consumida com um petisco. É muito fácil de fazer.

Batatas Assadas com Alecrim

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: legumes, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas asterix médias
  • 1 ramo de alecrim
  • Sal grosso a gosto
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 20 ml de azeite

Modo de Preparo:

Lave, seque e corte as batatas em quatro no sentido do comprimento. Cozinhe as batatas com sal, em água fervente, por aproximadamente 10 a 15 minutos. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra bem e espere amornar. Em um pilão, esmague as folhas do alecrim juntamente com um pouco de sal grosso. Adicione o alho picado e o azeite.

Passe essa mistura nas batatas e distribua-as em um tabuleiro. Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até as batatas ficarem douradas.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Cebola Caramelizada no Vinho é um ótimo acompanhamento para sanduíches e carnes. Fácil de fazer, saboroso e aromático. O sabor doce e levemente ácido dá um toque especial aos pratos.

Cebola Caramelizada no Vinho

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, lanches, petisco,

Especificação: Legumes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 cebolas roxas, cortadas em julienne
  • 3 colheres (chá) de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto

Modo de Preparo:

Em uma frigideira doure a cebola no azeite com açúcar e sal. Acrescente o vinho tinto. Deixe reduzir em fogo brando até que a calda fique mais espessa.

Dicas:

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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As Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco é uma guarnição clássica e versátil, feita com cebolas tipo pérola cozidas lentamente em vinho branco até atingirem textura macia e cor dourada. O processo de caramelização realça o sabor naturalmente adocicado da cebola e cria um contraste delicado entre o doce e o ácido, resultando em um acompanhamento sofisticado e ao mesmo tempo simples. Essa preparação é ideal para servir com carnes ovinas, bovinas ou suínas, e também se adapta perfeitamente a refeições vegetarianas, acrescentando profundidade e brilho ao prato.

Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, petisco

Especificação: legumes, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 240 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (80 g): 58 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 9 cebolas do tipo pérola, inteiras ou cortadas ao meio
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 copo (americano) de vinho branco 

Modo de Preparo:

Em uma frigideira larga, aqueça o azeite e adicione as cebolas (inteiras ou cortadas ao meio). Tempere com sal e pimenta do reino e deixe dourar levemente, mexendo ocasionalmente. Acrescente o vinho branco, tampe a panela e cozinhe em fogo médio até que o líquido evapore quase completamente. Retire a tampa e continue mexendo delicadamente até que as cebolas fiquem bem douradas e caramelizadas, cuidando para não queimar. Sirva quente, como guarnição de carnes ou pratos vegetarianos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação: Por se tratar de um acompanhamento/guarnição à base de legumes caramelizados, a porção de 80 g por pessoa é adequada para compor refeições principais, conforme os princípios apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

  • Ficam excelentes servidas com cordeiro assado, medalhões de filé mignon ou lombinho suíno.
  • Também acompanham muito bem pratos à base de grãos, como risotos e cuscuz marroquino.
  • Podem ser preparadas com antecedência e aquecidas rapidamente antes de servir.

3. Curiosidades: A cebola pérola é uma variedade pequena e delicada, muito usada na culinária francesa para guarnições e ensopados, como o tradicional Boeuf Bourguignon. O uso do vinho branco realça a doçura natural do legume e confere notas aromáticas sutis ao prato.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Observação sobre porcionamento e uso: O tahine se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, não sendo utilizado como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta altamente concentrada, rica em gorduras boas e de sabor marcante, sua função é intensificar preparações, conferir untuosidade e equilibrar sabores, sendo frequentemente utilizado como base para molhos, pastas ou finalizações. A porção de 15 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou como componente de outras preparações, garantindo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais elementos da refeição.

Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

Dicas de Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


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O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 750 gramas – 15 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 115 kcal

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento e serviço: Como entrada ou petisco, a Batata Duchesse deve ser servida em porções de 50 g por pessoa, o que corresponde, em média, a 1 a 2 unidades médias moldadas com bico pitanga. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

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O vatapá é uma preparação tradicional da culinária baiana, marcada pelo encontro de diferentes matrizes culturais que contribuíram para a formação da cozinha brasileira. Sua elaboração reúne ingredientes característicos da cozinha afro-brasileira, como o azeite de dendê e o camarão seco, associados ao leite de coco, ao amendoim, à castanha de caju, ao gengibre e ao pão, que contribui para dar estrutura e cremosidade à preparação.

Na Bahia, o vatapá é tradicionalmente associado ao acarajé e ao abará, podendo também acompanhar preparações à base de peixes e frutos do mar. Existem diversas versões da receita, que podem incorporar peixe, camarão fresco, frango ou outros ingredientes, de acordo com a tradição familiar, a região e a disponibilidade dos produtos.

Vatapá

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, prato principal, lanches, petisco

Especificação: Papa cremosa, Cozinha Brasileira (Bahia), sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 480 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 300 kcal

Vatapá. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de pão dormido
  • 100 ml leite de coco
  • Água, o suficiente para hidratar o pão
  • 15 gramas camarão seco, sem cabeça
  • 25 gramas amendoim, torrado e sem pele
  • 25 gramas castanha de caju
  • 25 ml de azeite de dendê
  • 50 gramas cebola, bem batida ou ralada
  • 5 gramas gengibre, ralado
  • Fundo de peixe, o suficiente
  • 25 ml de azeite de dendê, para finalizar
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Corte o pão amanhecido em pedaços pequenos e coloque-o em uma tigela. Adicione aproximadamente um terço do leite de coco e água suficiente para umedecê-lo. Deixe repousar até que o pão esteja completamente macio.

Triture o camarão seco até obter uma textura fina.

Coloque no liquidificador o pão hidratado, o restante do leite de coco, o amendoim e a castanha de caju. Bata até obter uma mistura homogênea e cremosa.

Aqueça 25 ml do azeite de dendê em uma panela. Acrescente a cebola e refogue em fogo médio até ficar macia. Junte o camarão seco triturado e refogue por alguns instantes, permitindo que seus aromas se incorporem à base. Acrescente a mistura de pão, leite de coco, amendoim e castanha. Adicione o gengibre ralado e misture bem.

Incorpore gradualmente o fundo de peixe, mexendo continuamente para manter a preparação homogênea. A quantidade pode ser ajustada de acordo com a consistência da mistura. Acrescente o restante do leite de coco, caso tenha sido reservado durante a etapa de hidratação, e cozinhe em fogo baixo, mexendo frequentemente, até que o vatapá adquira consistência espessa, cremosa e uniforme.

Quando a preparação estiver cozida e apresentar textura cremosa, desligue o fogo e incorpore os 25 ml restantes de azeite de dendê. Prove e ajuste o sal. O vatapá deve apresentar consistência suficientemente firme para ser servido como acompanhamento, mas permanecer cremoso e úmido.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de Consumo:

O vatapá pode ser servido como acompanhamento tradicional de acarajé e abará, ou utilizado para acompanhar arroz branco e preparações de peixe e frutos do mar.

Também pode ser apresentado em pequenas porções como petisco ou entrada, especialmente em composições inspiradas na culinária baiana. Como recheio de acarajé, participa de uma das formas mais tradicionais de consumo da preparação, que também pode ser servida como lanche.

Como prato principal, pode ser acompanhado de arroz, criando uma refeição de sabor marcante e textura cremosa.

3. Curiosidades:

O vatapá é uma das preparações emblemáticas da culinária baiana e evidencia a importância da contribuição africana para a formação da cozinha brasileira. O azeite de dendê, o camarão seco e o uso de ingredientes oleaginosos contribuem para seu perfil aromático e sua textura característica.

O pão atua como elemento estruturante da preparação, ajudando a conferir corpo e cremosidade. O amendoim e a castanha de caju também participam da construção da textura e do sabor.

Embora existam receitas tradicionais com características semelhantes, o vatapá apresenta inúmeras variações. Dependendo da região e da tradição culinária, pode ser preparado com camarão, peixe ou frango, entre outras possibilidades.


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A Salada Romana é uma opção leve, fresca e visualmente encantadora, perfeita para acompanhar pratos principais ou servir como entrada. Inspirada nas cores e sabores da cozinha mediterrânea, ela combina legumes delicadamente branqueados, tomates cereja suculentos e folhas verdes frescas, realçados por um vinagrete simples de azeite e limão. O toque dos chips de limão adiciona aroma e textura, tornando a experiência ainda mais sofisticada. Uma salada saudável, saborosa e prática, ideal para qualquer ocasião.

Salada Romana

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas

Especificação: Salada Verde, salada de legumes, salada funcional ou detox,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g): 135 kcal

Salada Romana. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 cenoura, cortada em tiras finas
  • 1/2 cebola roxa, cortada em tiras finas
  • 1/2 alho poró, cortada em tiras finas
  • 1 maço de rúcula, cortada em tiras finas
  • 10 tomates cereja, cortado em 4
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo e, quando ferver, branqueie a cenoura, a cebola roxa e o alho-poró por 2 minutos. Escorra os legumes e coloque-os em uma bowl. Adicione a rúcula, os tomates cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha, prepare o vinagrete misturando o suco de limão, o azeite, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com o vinagrete somente na hora de servir, para manter a frescura e a textura dos ingredientes.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Como entrada, essa salada funciona muito bem antes de pratos mediterrâneos, massas leves, risotos cítricos ou preparações grelhadas à base de legumes, peixes ou cogumelos.
  • Como acompanhamento/guarnição, harmoniza especialmente com proteínas grelhadas, assadas ou preparações à base de grãos, como quinoa, trigo ou arroz integral.
  • Para textura e contraste, sementes de girassol, abóbora ou castanhas levemente tostadas devem ser adicionadas apenas no momento de servir.
  • Em dias mais quentes, pode ser servida ligeiramente resfriada, mantendo os legumes branqueados frios e temperando somente na finalização.

3. Curiosidade:

  • O branqueamento dos legumes não apenas preserva a cor e o sabor, como também suaviza fibras mais rígidas, tornando a digestão mais leve, ideal para entradas.
  • O uso do limão em chips vai além da estética. A casca concentra óleos essenciais responsáveis pelo aroma cítrico, que realçam o frescor da salada sem aumentar a acidez.
  • Saladas com base em folhas amargas, como a rúcula, estimulam a salivação e o apetite, desempenhando um papel funcional clássico nas entradas da culinária mediterrânea.

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A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Salada Russa ou Salada Olivier ou Salada de Maionese é preparada com legumes cozidos e cortados em cubos, maionese e sal. No Brasil, geralmente é feita com batata, cenoura, vagem, cebola, maionese e sal, mas existem variações que incluem palmito, salsão, alho poró, atum, ovos cozidos, maçã-verde, frango desfiado, entre outros.

O prato foi criado no século XIX, em Moscou, pelo chef Lucien Olivier, sócio do restaurante Hermitage. A primeira receita foi publicada em 1897 por P. Alexandrova e era preparada com batatas, pepino, alface, alcaparras, azeitonas, perdiz, lagostins e maionese. Após a revolução russa e as guerras mundiais, os ingredientes foram simplificados e atualmente, nos lares russos, é preparada com batata, picles, ovos, ervilhas, presunto, maionese e sal.

Salada Russa

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada ligada, cozinha internacional (Rússia), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 720 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 135 kcal

Salada Russa. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de batata, cortada em cubos
  • 200 gramas de cenoura, cortada em cubos
  • 80 gramas de vagem, cortadas em pedaços pequenos
  • 1 cebola pequena, cortada em cubinhos
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • 1/2 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhar em água fervente com sal e em panelas diferentes, as batatas, cenouras e vagem. Cada legume tem um tempo de cozimento diferente, por isso, devem ser cozidos em recipientes separados para ficar mais fácil a retirada após o cozimento. Cozinhe por 12 a 15 minutos até que estejam macios, mas sem se desfazer. Para saber se estão cozidos, fure-os com um garfo, se entrar com facilidade está pronto. Escorra a água e deixe esfriar.

Em uma tigela grande adicione os legumes cozidos e a cebola, misture bem. Acrescente a maionese e misture delicadamente, até que todos os ingredientes estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o porcionamento: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para iniciar a refeição de forma leve e equilibrada, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fria, mantendo-a sob refrigeração até o momento de levar à mesa.
  • Os cortes dos legumes devem ser padronizados e regulares, garantindo melhor apresentação visual e textura uniforme.
  • Pode ser servida sozinha como entrada ou como acompanhamento de carnes assadas, grelhadas ou preparações frias.
  • Para um sabor mais fresco, finalize com ervas suaves, como salsa ou endro, pouco antes de servir.
  • Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.
  • Variações: pode-se incluir outros ingredientes tais como, salsão, alho poró, maçã verde, palmito, ervilha, milho verde, frango desfiado, atum em conserva entre outros.

3. Curiosidades:

  • As variações da salada refletem adaptações culturais e disponibilidade de ingredientes em cada país, mantendo, porém, o conceito de legumes ligados por maionese.
  • Na Rússia e em países do Leste Europeu, a Salada Olivier é presença quase obrigatória nas ceias de Ano-Novo e celebrações familiares.
  • Apesar de hoje ser associada a versões simples, a receita original era considerada um prato sofisticado da alta gastronomia russa do século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Caviar de Berinjela é prato indiano muito aromático que é preparado com a polpa de berinjela e especiarias. Pode ser servido com pães e torradas, como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caviar de Berinjela

Categoria:  couvert, Entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petiscos

Especificação: Salada de Legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Caviar de Berinjela. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 tomate, sem pele e sem semente, cortado em cubinhos (corte brunoise)
  • 1/2 cebola, cortada em cubinhos
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pimenta malagueta picadinha
  • 2 berinjelas
  • 1 pitada de cominho em pó ou grão
  • 1 pitada de coentro em pó ou grão
  • Suco de meio limão
  • 1 pitada grande de garam masala
  • 2 ramos de coentro fresco

Modo de Preparo:

Em um pilão adicione a cebola, o alho, o gengibre e a pimenta malagueta, macerando tudo. Reserve.

Coloque a berinjela no forno a 250ºC por 10 minutos, virando por 3 vezes até a pele escurecer sem queimar. Retire a casca da berinjela e corte em cubos pequenos (corte jardiniére).

Em uma frigideira, salteie as sementes de cominho e coentro por 30 segundos no fogo, mexendo sempre e adicione o conteúdo do pilão, refogando por 3 minutos. Adicione a berinjela picada e refogue por mais ou menos 10 minutos. Acrescente o tomate e refogue por mais 2 minutos mexendo de vez em quando. Apague o fogo, adicione o suco de limão e o garam masala. Sirva com coentro picado por cima.

Dicas:

1. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Jardinière ou Jardineira ou Cubo Pequeno é um corte de legumes em cubos de 6 a 8mm de lado. Corte derivado do bastão Allumete.

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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A Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho é uma salada fresca, agradável, saudável e muito saborosa. É uma receita rápida e fácil de preparar. Uma ótima dica para servir como entrada.

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho

Categoria:  entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Salada verde

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Vinagrete de Biquinho

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (sopa) de pimenta biquinho em conserva

Salada

  • 10 tomates cereja, cortados ao meio.
  • 5 folhas de rúcula
  • 1 folha de alface roxa
  • 1 folha de alface americana

Modo de Preparo:

Lave e higienize os tomatinhos e as folhas. Reserve.

Vinagrete de Biquinho

Em uma tigela pequena adicione o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta do reino, batendo bem com um fouet para emulsionar. Adicione as pimentas biquinho.

Salada

Disponha as folhas e os tomatinhos no prato da forma de sua preferência e regue com o vinagrete de biquinho.

Dicas:

Uma dica de montagem desta salada é como está na foto. Coloque a folha de alface americana inteira no prato e dentro dela disponha os outros ingredientes regando com o vinagrete de biquinho. Pode-se também rasgar as folhas com a mão e dispô-las no prato com o tomatinho e regar com o vinagrete.


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