O Molho Velouté é um dos cinco molhos-mãe da culinária clássica francesa, estabelecido pelo chef Auguste Escoffier no início do século XX. Seu nome vem da palavra francesa velours, que significa “veludo”, e remete à textura suave, aveludada e delicada que esse molho proporciona. Base essencial para diversas preparações, o Velouté é feito a partir de um roux (mistura de farinha e manteiga cozidas) combinado com um fundo claro – geralmente de legumes, aves ou peixes.

O roux amarelo utilizado nessa receita, é cozido por alguns minutos até adquirir uma coloração dourada, sem escurecer demais, o que preserva seu sabor delicado. Essa técnica foi desenvolvida na tradição da haute cuisine francesa como forma de espessar molhos de maneira refinada e equilibrada.

O Velouté surgiu como uma evolução da culinária medieval europeia, que já utilizava espessantes em molhos, mas foi na França, durante o século XIX e início do XX, que a técnica foi sistematizada e ganhou prestígio nas cozinhas profissionais. Hoje, esse molho é usado tanto como base para sopas, molhos compostos (como o molho supremo ou o molho albufera), quanto como acompanhamento elegante para peixes, aves e vegetais. Delicado, versátil e repleto de tradição, o molho Velouté é uma excelente introdução à sofisticação da cozinha francesa clássica.

O mais comum é produzido com frango, mas existem outros, tais como: Velouté de peixe, Velouté de palmito, Velouté de vitela etc. O Velouté é utilizado para acompanhar determinados pratos e servir de base para sopas e cremes que em suas receitas indicam um caldo específico. Ex.: o famoso Molho Suprême é preparado a partir do Velouté e finalizado com natas, manteiga e suco de limão.

Molho Velouté

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho espessado, Cozinha Internacional (França)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 litro

Dificuldade: fácil

Molho Veloutê. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Roux Amarelo

  • 50 gramas de manteiga
  • 50 gramas de farinha de trigo

Molho Velouté

  • 1 litro de fundo de legumes (ou de aves ou de peixes)
  • 1 unidade de sachet d’épices e/ou bouquet garni
  • 1 gema
  • 100 ml de creme de leite fresco

Modo de Preparo:

Roux Amarelo

Leve uma panela ao fogo baixo. Adicione a manteiga e espere derreter, mas não a deixe queimar. Após o derretimento acrescente a farinha de trigo e com um fouet, misture bem os dois ingredientes. Mexa constantemente para evitar que queime. Cozinhe por 3 a 5 minutos, até que comece a borbulhar. Deixe esfriar.

Molho Velouté

Incorpore, aos poucos, o fundo fervente no roux frio. Misture bem com o batedor de arame (fouet) para não criar bolas de farinha. Acrescente o sachet d’épices e/ou bouquet garni. Leve ao fogo brando e cozinhe por 30 minutos mexendo sempre, até atingir o ponto desejado. Em uma tigela misture a gema com o creme de leite fresco e, com o fogo apagado, acrescente essa mistura no molho Velouté. Passe pelo chinois.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • O velouté é utilizado como base para molhos derivados e pode também ser servido como molho de acompanhamento leve. Neste caso, a porção adotada é de 50 g/ml por pessoa, adequada para realçar o prato de forma equilibrada. Em preparações mais fluidas ou específicas, essa quantidade pode ser ajustada, desde que indicado no serviço. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte a Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.
  • Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).
  • Roux é uma mistura homogênea de partes iguais de amido (farinha de trigo) e gordura (manteiga) cozidos até que atinjam a coloração desejada (amarelada).
  • Ao preparar o roux amarelo, mexa constantemente em fogo baixo e cheque com frequência até atingir a cor dourada (amarelada).
  • O fundo claro utilizado no preparo do molho Velouté deve ser escolhido conforme sua finalidade: para acompanhar ou servir de base a pratos com aves, utiliza-se o fundo de aves; para pratos à base de legumes, o ideal é o fundo de legumes; já para preparações com peixes, recomenda-se o uso do fundo de peixe, entre outras possibilidades.
  • A mistura de gema com creme de leite é conhecida como “liga fina”, sendo considerada um embelezador culinário. Essa técnica é utilizada para suavizar o sabor e a consistência, conferindo ao molho Velouté uma textura mais rica e aveludada.
  • Os fundos e molhos básicos só devem ser salgados no momento em que forem utilizados nas preparações finais. O molho Velouté, por sua vez, pode servir como base para diversos molhos derivados, como o molho suprême (obtido ao se adicionar creme de leite e cogumelos ao Velouté de aves) ou o molho Bercy (feito com cebolas e vinho branco a partir do Velouté de peixe).
  • É possível criar diversas variações do molho Velouté, adaptando-o aos ingredientes principais da receita, como: Velouté de palmito, de goiaba, de abacaxi, de frango, entre outros, sempre respeitando a técnica básica de preparo.

2. Modos de Consumo:

  • Sirva com frango grelhado ou assado para realçar o sabor das aves.
  • Combine com peixes delicados, como linguado ou tilápia, para um toque suave e refinado.
  • Use como base para sopas cremosas ou molhos derivados (como o molho supremo).
  • Fica incrível sobre legumes cozidos no vapor – especialmente brócolis, couve-flor ou aspargos.
  • Experimente também com massa recheada (como ravióli ou canelone) para um resultado surpreendente!

3. Molhos Derivados do Velouté de Aves ou Legumes

  • Molho Suprême (Sauce Suprême): Velouté de aves + creme de leite. Ideal para frango, cogumelos e massas leves.
  • Molho Allemande:  Velouté + gema de ovo + creme de leite + suco de limão. Tradicional para carnes brancas e alguns vegetais.
  • Molho Albufera: Suprême + glace de viande (redução concentrada de carne). Fica ótimo com carnes brancas mais nobres, como vitela.
  • Molho Poulette: Allemande + manteiga + champignons + um toque de limão. Muito usado com frango, ovos ou língua cozida.
  • Molho Ivette (ou Ivoire): Suprême + manteiga de crustáceos (como camarão ou lagosta). Excelente para frutos do mar delicados.

4. Molhos Derivados do Velouté de Peixe

  • Molho Bercy: Velouté de peixe + vinho branco seco + échalotes + manteiga. Tradicional para filés de peixe grelhados ou cozidos.
  • Molho Vin Blanc: Velouté de peixe + redução de vinho branco + creme. Perfeito para peixes e frutos do mar.
  • Molho Normande: Velouté de peixe + fumet de peixe + creme + manteiga + cogumelos. Costuma acompanhar mexilhões, vieiras e outros mariscos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Molho Béchamel, também conhecido como molho branco, é uma das bases da culinária clássica francesa e integrante das chamadas “cinco molhos-mãe” da gastronomia ocidental. Sua origem remonta ao século XVII, durante o reinado de Luís XIV, e é geralmente atribuída ao cozinheiro francês François Pierre de La Varenne, embora o nome homenageie Louis de Béchamel, um cortesão que servia como maître d’hôtel do rei.

Trata-se de um molho suave, feito a partir de um roux branco (mistura de manteiga e farinha cozidas) ao qual se adiciona leite quente aromatizado com especiarias, como noz-moscada, pimenta-do-reino, louro, cebola e cravo. De textura cremosa e sabor delicado, o bechamel é extremamente versátil, servindo de base para outros molhos (como o Mornay ou o Soubise), além de ser amplamente utilizado em pratos gratinados, lasanhas, suflês e massas.

Com o passar dos séculos, o bechamel se firmou como um símbolo da sofisticação culinária francesa, influenciando cozinhas ao redor do mundo e permanecendo até hoje como um pilar da técnica clássica na gastronomia. O molho Bechamel é o mais simples dos molhos-mãe porque não é necessário adicionar um fundo aromático.

Molho Bechamel

Categoria:  Bases de Cozinha, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho quente, molho clássico (molho-mãe), molho espessado, Cozinha Internacional (França),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1 litro

Dificuldade: fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Roux Branco

  • 50 gramas de manteiga
  • 50 gramas de farinha de trigo

Leite Aromatizado

  • 1 cebola cortada ao meio
  • 2 folhas de louro
  • 6 unidades de cravo da índia
  • 1 litro de leite
  • 4 unidades de pimenta do reino, picada grosseiramente
  • Noz moscada, ralada na hora, a gosto

Molho Bèchamel

  • Leite aromatizado
  • Roux
  • 500 ml de creme de leite fresco (opcional)

Modo de Preparo:

Roux Branco

Leve uma panela ao fogo baixo. Adicione a manteiga e espere derreter, mas não a deixe queimar. Após o derretimento acrescente a farinha de trigo e com um fouet, misture bem os dois ingredientes. Mexa constantemente para evitar que queime. Cozinhe por 1 a 2 minutos, até que comece a borbulhar. Deixe esfriar.

Leite Aromatizado

Corte as cebolas ao meio. Prenda uma folha de louro com os cravos em cada uma das metades da (cebola piqué). Em uma panela adicione o leite, a cebola piqué e a pimenta do reino. Rale a noz moscada por cima do leite. Ferva.

Preparo do molho Bechamel. Imagem Adriana Tenchini

Molho Bèchamel

Retire a cebola piqué. Incorpore, aos poucos, o leite fervente no roux branco. Misture bem com o batedor de arame (fouet) para não criar bolas de farinha. Se quiser, pode acrescentar creme de leite fresco para ficar mais aveludado. Leve ao fogo e cozinhe por cerca de 5 minutos. Passe pelo chinois.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Este molho é tradicionalmente utilizado como acompanhamento ou como base para outras preparações, como gratinados, massas e legumes. Para efeito de serviço, considera-se uma porção de 50 g/ml por pessoa, quantidade suficiente para envolver os alimentos sem sobrecarregar o prato. Quando utilizado como base para molhos derivados, seu rendimento passa a ser técnico[1], e não de consumo direto.
  • Molhos-mãe – São molhos clássicos da cozinha francesa e se dividem em cinco: Molho Béchamel, Molho Velouté, Molho Espanhol, Molho de Tomate e Molho Holandês. Estes molhos são base para a produção de diversos outros molhos (Molhos derivados).
  • Roux é uma mistura homogênea de partes iguais de amido (farinha de trigo) e gordura (manteiga) cozidos até que atinjam a coloração desejada (branco, amarelo e escuro).
  • Ao preparar o roux branco, não demore com a mistura no fogo para não mudar a coloração.
  • O creme de leite é um embelezador.
  • Fundos e molhos básicos só podem ser salgados quando forem ser utilizados nas preparações finais. Ex.: o molho gorgonzola é um derivado do bechamel e tem que ter uma quantidade de sal diferente do bechamel utilizado sozinho, pois o queijo gorgonzola já é salgado.

2.Dicas de Consumo:

  • Lasanhas e canelones: use o bechamel entre as camadas para dar cremosidade e suavizar o sabor do molho de tomate.
  • Gratinados: cubra legumes cozidos, couve-flor, batatas ou brócolis com bechamel e finalize com queijo ralado antes de levar ao forno.
  • Suflês e croquetes: ele serve como base para massas leves e aeradas.
  • Frango ou peixe: sirva como acompanhamento de carnes brancas para um toque mais sofisticado.
  • Com queijo: transforme seu bechamel em molho Mornay adicionando queijo ralado (gruyère, parmesão ou emmental).

3. Molhos Derivados do Bechamel:

  • Molho de Cogumelos: Bechamel + cogumelos salteados (geralmente paris ou Portobello). Ideal para: carnes, massas, crepes.
  • Molho Mornay: Bechamel + queijos ralados (geralmente gruyère e parmesão). Ideal para: gratinados, massas, couve-flor, ovos.
  • Molho Soubise: Bechamel + cebolas caramelizadas ou purê de cebola. Ideal para: carnes assadas, frango, pratos delicados.
  • Molho de Mostarda (ou molho Dijon): Bechamel + mostarda Dijon ou mostarda em grãos. Ideal para: carnes brancas, batatas, legumes.
  • Molho Nantua: Bechamel + creme de leite + manteiga de lagostim ou camarão + carne de crustáceos. Ideal para: pratos com frutos do mar, especialmente quenelles.
  • Molho Cheddar (versão americana): Bechamel + queijo cheddar. Ideal para: mac and cheese, hambúrgueres, nachos.
  • Molho de Ovos (Molho allemande): Bechamel enriquecido com gemas de ovo e creme de leite. Ideal para: pratos delicados de frango ou vitela (hoje é mais associado ao velouté, mas tradicionalmente também era feito a partir do bechamel).
  • Molho Aurora: Bechamel + purê de tomate ou molho de tomate suave. Ideal para: massas recheadas, ovos, legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Khao Soi é um prato tradicional do norte da Tailândia, especialmente da região de Chiang Mai, e representa um importante ponto de encontro entre culturas asiáticas. Embora hoje seja considerado um ícone da culinária tailandesa do Norte, sua origem está associada às antigas rotas comerciais que ligavam a China ao Sudeste Asiático.

A teoria mais aceita indica que o prato foi introduzido na região por imigrantes chineses-muçulmanos provenientes da província de Yunnan, que trouxeram consigo o hábito de preparar sopas de macarrão aromatizadas com especiarias. Essa influência cultural específica explica características marcantes do Khao Soi tradicional, como o uso predominante de frango ou carne bovina e a ausência da carne suína, apesar de o porco ser amplamente consumido na Tailândia, país majoritariamente budista.

O nome também reflete essa fusão cultural. “Khao” significa arroz e “soi” refere-se ao corte em julienne, fazendo alusão ao uso de macarrões de arroz cortados em fios. Atualmente, versões contemporâneas utilizam também macarrão de trigo, mas o bifum mantém-se como uma opção fiel à tradição e muito apreciada pela leveza da textura.

Khao Soi

Categoria:  Entrada, Prato Principal, 

Especificação: Sopa, massas, aves (Frango), cozinha internacional (Tailândia), sem lactose

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 1050 – 3 porções

Dificuldade: fácil

Calorias por porção (350 g – 1 tigela média): 520 kcal

Khao Soi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Base do Prato

  • 100 gramas de peito de frango desossado e sem pele, em cubos
  • 1 xícara de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de molho de soja
  • 2 colheres (chá) de açúcar
  • 1 xícara de água
  • Sal a gosto
  • 200 gramas de bifum (macarrão de arroz)
  • Óleo, para fritar

Pasta Picante – Curry

  • 1 pimenta malagueta vermelha, sem sementes
  • 20 gramas de cebola picada
  • 5 gramas de gengibre
  • 3 gramas de semente de coentro
  • 2 gramas de açafrão

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque todos os ingredientes da pasta picante até formar uma mistura homogênea e aromática. Transfira para um envelope de papel-alumínio e aqueça rapidamente em frigideira ou forno até liberar os aromas. Tempere os cubos de frango com a pasta preparada e reserve.

Em uma panela ou wok, aqueça o leite de coco em fogo médio, mexendo sempre, e deixe ferver por cerca de 2 minutos. Acrescente o frango temperado, o molho de soja, o açúcar, a água e ajuste o sal. Cozinhe por aproximadamente 15 minutos, até o frango ficar macio e o caldo levemente encorpado. Corrija os temperos e desligue o fogo.

Separe cerca de 80 gramas do bifum e frite em óleo quente até ficar crocante. Retire e escorra em papel absorvente. Cozinhe o restante do bifum em água fervente por 2 minutos. Escorra e faça um choque térmico em água gelada para interromper o cozimento. Escorra novamente. Distribua o bifum cozido em tigelas, cubra com o caldo de frango e finalize com o bifum frito por cima.

Toques Finais e Sugestões:

 1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir o Khao Soi como prato principal, considerando a combinação equilibrada entre caldo, frango e massas. Caso a sopa seja servida como entrada, a porção pode ser reduzida. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e o ajuste de quantidades conforme o serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • Sirva o Khao Soi bem quente, como prato principal ou entrada reforçada.
  • Pode ser acompanhado de legumes em conserva, cebola roxa fatiada ou folhas frescas, conforme o costume regional.
  • Para uma versão mais intensa, ajuste o nível de picância da pasta de curry.

2. Curiosidades:

  • O Khao Soi é um dos pratos mais representativos do norte da Tailândia e está fortemente associado à cidade de Chiang Mai, onde é encontrado tanto em restaurantes tradicionais quanto em versões contemporâneas.
  • A combinação de macarrão macio servido no caldo com uma porção de macarrão frito crocante é uma característica marcante do prato e tem como objetivo criar contraste de texturas, elemento valorizado na culinária tailandesa.
  • Apesar de hoje existir em versões vegetarianas e até veganas, o Khao Soi tradicional utiliza frango ou carne bovina, refletindo a influência das comunidades chineses-muçulmanas que participaram de sua difusão na região.
  • O prato não deve ser confundido com sopas semelhantes do sul da Tailândia ou de Mianmar, embora compartilhe ingredientes e técnicas comuns às cozinhas do Sudeste Asiático.
  • Em muitos estabelecimentos locais, o Khao Soi é servido com acompanhamentos à parte, como vegetais em conserva e condimentos, permitindo que o comensal ajuste o sabor e a intensidade do prato conforme sua preferência.

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FONTE IMAGEM CAPA: Adriana Tenchini

A Sopa Cremosa de Batata e Cenoura é uma receita muito consumida no Reino Unido. É um prato muito fácil, saboroso e saudável, podendo ser consumida quente ou fria. Ótimo para servir como entrada em uma refeição.

Sopa Cremosa de Batata e Cenoura

Categoria: Entrada

Especificação: Creme, Cozinha Internacional (Reino Unido),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Sopa Cremosa de Batata e Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de batata cozida, cortada em cubos
  • 1 xícara de cenoura cozinha, cortada em cubos
  • 1 rodela de cebola
  • Salsinha, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 xícara de leite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de salsinha, em salpicón

Modo de Preparo:

Coloque no liquidificador a batata, a cenoura, a cebola, e a salsinha. Bata bem. Reserve (no próprio liquidificador).

Aqueça a manteiga numa panela. Junte a farinha de trigo e mexa bem. Acrescente o leite, aos poucos, e cozinhe por 12 minutos, mexendo de vez em quando. Acrescente a mistura reservada no liquidificador e bata. Tempere com sal e pimenta do reino. Reaqueça a sopa quando retirar do liquidificador e sirva polvilhada com a salsa.

Dicas:

1. Essa sopa pode também ser servida gelada. Após retirar a sopa do liquidificador, leva à geladeira até a hora de servir.


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A Sopa de Cerveja, ou Biersuppe, é uma das mais antigas e curiosas receitas da tradição culinária alemã. Registros do século XVI já mencionam o prato, e no século XVIII ele figurava nas mesas da nobreza prussiana. No século XIX, a sopa era tão popular que se tornara comum até no café da manhã, considerada altamente nutritiva e energizante, inclusive para crianças, já que o álcool evapora durante o cozimento, restando apenas o sabor e o aroma característicos da cerveja.

Sua base é simples: farinha para engrossar, gemas e creme de leite para dar cremosidade, e uma boa cerveja, que define o perfil de sabor da sopa. As variações regionais são inúmeras, algumas utilizam cerveja pilsen, outras preferem versões mais encorpadas, como a bock ou a malzbier. Tradicionalmente, é finalizada com sal, pimenta-do-reino e uma pitada de canela, que realça o aroma maltado e confere um toque delicadamente adocicado.

Biersuppe – Sopa de Cerveja

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Creme, Cozinha Internacional (Alemanha), vegetariana

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 650 g – 3 porções

Dificuldade: fácil

Calorias por porção (200 g – 1 tigela pequena): 265 kcal

 Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 25 gramas de manteiga
  • 50 gramas de farinha de trigo
  • 500 ml de cerveja alemã pilsen
  • 2 gemas
  • 100 ml creme de leite fresco
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Canela em pó a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, derreta a manteiga em fogo baixo. Acrescente a farinha de trigo e mexa continuamente até formar uma pasta clara e homogênea. Adicione a cerveja aos poucos, mexendo sem parar para evitar a formação de grumos. Quando a mistura estiver lisa e levemente espessa, retire do fogo.

Em um recipiente à parte, bata as gemas com o creme de leite e incorpore à sopa, mexendo bem até homogeneizar. Retorne ao fogo por alguns minutos, apenas para aquecer, não deixe ferver, para que as gemas não coagulem. Tempere com sal, pimenta do reino e uma pitada de canela.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva a sopa quente, acompanhada de croutons ou pão rústico fresco.
  • Para uma versão mais aromática, substitua parte da cerveja por um leve caldo de legumes.
  • Uma finalização com noz moscada ralada também combina muito bem.

2. Curiosidade: A Biersuppe era tão valorizada que, em algumas regiões da Alemanha, fazia parte do cardápio matinal em mosteiros e casas de família, servida com pão escuro e mel.


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O Bisque de Camarão é um clássico da culinária francesa, especialmente das regiões costeiras, onde crustáceos fazem parte importante da tradição gastronômica. A palavra bisque refere-se a uma sopa cremosa feita a partir de crustáceos ou carnes, espessada com ingredientes como crème fraiche[1], opurê de legumes, arroz ou uma pasta preparada com as próprias carapaças. As primeiras referências escritas aparecem no século XVII, no livro Le Cuisinier François, de La Varenne. A versão original, o Bisque de Pigeonneaux, era preparada com pombos recheados com trufas e servida sobre pão tostado.

A receita abaixo apresenta uma adaptação contemporânea utilizando camarões com casca, mirepoix e creme de leite fresco. O preparo consiste em caramelizar os ingredientes na manteiga, deglaçar com conhaque, adicionar tomates, ervas aromáticas e fundo de peixe, cozinhando até obter um caldo rico e saboroso. Finaliza-se com emulsão de manteiga e creme, resultando em uma sopa cremosa, elegante e de sabor profundo, perfeita para servir como entrada.

Bisque de Camarão

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal

Especificação: Creme, Cozinha Internacional (França), Frutos do mar, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 680 g – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (200 g – 1 tigela pequena): 230 kcal

Bisque de Camarão. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de camarão pequeno com casca
  • 1/2 talo de salsão
  • 1/4 de alho poró
  • 1/2 cebola
  • 1/2 cenoura
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de conhaque
  • 1 colher (chá) de extrato de tomate
  • 1 tomate maduro picadinho
  • 1 ramo de dill
  • 1 ramo de estragão
  • 50 mililitros de vinho branco
  • 150 mililitros de fundo de peixe
  • 100 mililitros de creme de leite fresco
  • Sal, a gosto
  • 1 colher (sopa) de manteiga (para emulsionar)
  • 1 colher (sopa) de creme de leite fresco (para emulsionar)

Modo de Preparo:

Pique com a faca os camarões em pedaços pequenos. Corte o salsão, o alho poró, a cebola e a cenoura em pedaços bem pequenos (mirepoix). Em uma panela, adicione a manteiga e o mirepoix (salsão, alho poró, cebola e cenoura). Deixe refogar por 5 minutos. Acrescente os camarões picados e refogue por mais 5 minutos.

Deglace o fundo da panela com o conhaque. Adicione o extrato de tomate, o tomate picado, o aneto e o estragão. Mexa por 30 segundos, acrescente o vinho branco e deixe reduzir até ficar espesso. Adicione o fundo de peixe e o creme de leite fresco. Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos.

Após este tempo, passe o caldo pelo chinois (ou peneira bem fina). Ajuste o tempero (sal) e verifique a espessura da bisque (deve ser cremosa). Adicione a manteiga e o creme de leite fora do fogo e bata bem até emulsionar. Sirva quente. Pode ser servido acompanhado de camarões médios sem casca salteados na manteiga.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada acompanhada de pão tostado com manteiga ou broa levemente aquecida.
  • Para uma apresentação mais sofisticada, coloque 1 ou 2 camarões salteados no centro do prato.
  • Pode ser finalizada com gotas de azeite trufado ou um fio de creme fresco.
  • Pode-se utilizar fundo de peixe ou fundo de crustáceos.
  • Tradicionalmente servido como entrada, o bisque de camarão também pode ser apresentado de outras formas, conforme a proposta da refeição.
    • Como acompanhamento, mantém-se a porção clássica da entrada, cerca de 200 g (1 tigela pequena). Nessa função, o bisque atua como complemento quente e cremoso, ideal para acompanhar peixes grelhados ou assados, frutos do mar salteados, arroz branco, risotos simples ou legumes grelhados, acrescentando sabor e sofisticação sem assumir o protagonismo do prato.
    • Quando servido como prato principal, a porção indicada é de 350 g (1 tigela média ou prato fundo), configurando uma refeição completa. Nessa apresentação, recomenda-se acompanhar com pão rústico, brioche ou baguete, podendo incluir camarões médios salteados, arroz branco ou croutons, especialmente em almoços leves ou jantares elegantes.

2. Técnicas e detalhes importantes:

  • Fundo de peixe: líquido esbranquiçado preparado pela cocção branda de resíduos de peixes não gordurosos com mirepoix (cebola, cenoura, salsão, alho-poró), ervas, especiarias e água. Utilizam-se espinha dorsal, cabeça e pele, sempre bem higienizadas. Não se usam guelras nem órgãos internos, pois deixam sabor amargo. O cozimento não deve exceder 35 minutos para não alterar o sabor. Pode ser claro ou escuro, dependendo do peixe utilizado. Quando reduzido após a coagem, passa a ser chamado fumet. Os fundos substituem a água em preparações como caldos, molhos, sopas, risotos e massas, conferindo sabor mais profundo.
  • Utilize sempre creme de leite fresco, pois ele resiste à fervura sem talhar.
  • Ao coar o caldo no chinois ou peneira fina, aperte bem os sólidos para extrair o máximo de sabor.
  • Emulsionar significa adicionar manteiga ou creme de leite a uma preparação pronta, mexendo vigorosamente para obter textura aveludada e leve espessamento.

3. Curiosidades:

  • A técnica de flambagem com conhaque é opcional, mas adiciona aromas típicos da cozinha clássica francesa.
  • Tradicionalmente, as bisques eram engrossadas com arroz cozido batido ou com carapaças moídas, e não com creme de leite.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Creme de Alho (Crème D’Ail) é uma sopa cremosa de origem francesa. De fácil preparo, contendo alho, cebola e batata inglesa que são previamente dourados na manteiga e em seguida cozidos no leite e no fundo claro de aves. Para ter a textura cremosa é batido no liquidificador e depois servido quente acompanhado de croutons.

Creme de Alho

Categoria:  Entrada

Especificação: Cozinha Internacional (França), Creme,

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Creme Alho. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 fatias de baguete
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 cabeça grande de alho
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 cebola média, em brunoise
  • 150 gramas de batata inglesa, em cubos
  • 250 ml de leite
  • 250 ml de fundo de aves

Modo de Preparo:

Em uma frigideira coloque o azeite e leve ao fogo para aquecer. Junte os cubinhos de baguete e salteie até dourar todos os lados. Reserve.

Leve ao fogo uma panela com metade da manteiga. Adicione os dentes de alho descascados e inteiros. Refogue, em fogo baixo, por 5 a 7 minutos ou até dourar. Adicione a cebola e doure por 2 a 3 minutos. Acrescente a batata e o restante da manteiga. Refogue por mais 7 minutos, até que as cebolas estejam tenras. Mexa o fundo da panela para não grudar a batata.

Adicione o leite e o fundo de aves e cozinhe em fogo baixo por mais 10 a 15 minutos ou até que as batatas estejam cozidas. Passe o conteúdo no liquidificador ou mixer e volte para a panela. Aqueça novamente e sirva acompanhado de Croutons.

Dicas:

1. Fundo de Aves – é uma preparação aromática e concentrada, feita a partir de carcaças e aparas de aves, mirepoix (cebola, cenoura, salsão, alho poró), ervas, especiarias e água. Se quiser pode adicionar pedaços ou aparas, desde que em perfeito estado de conservação. O cozimento é realizado em fogo brando por no mínimo uma hora.

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

4. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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A Sopa de Cebola Gratinada (Soupe à L’oignon Gratinée) é um dos preparos mais emblemáticos da culinária francesa. Sua base, cebolas lentamente douradas em manteiga, vinho e fundo de carne ou aves, cria um caldo marcante, adocicado e aromático. Há registros de sopas de cebola desde o período romano, quando eram consumidas por seu custo baixo e passaram a ser chamadas de “sopa dos pobres”. Outra narrativa conhecida atribui sua popularidade ao rei Luís XV, que teria improvisado a receita durante uma caçada utilizando apenas manteiga, cebolas e champanhe.

Em 1651, François Pierre de La Varenne descreveu uma versão muito semelhante à atual, consolidando esse preparo na tradição francesa. Hoje, a sopa gratinada com pão e queijo Gruyère é presença constante em bistrôs e cozinhas domésticas.

Sopa de Cebola Gratinada

Categoria:  Entrada,

Especificação: Sopa, Cozinha Internacional (França),

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 700 g – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (200 g – 1 tigela pequena): 240 kcal

Sopa de Cebola Gratinada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 unidades de cebolas médias, cortadas em rodelas finas
  • 1 colher (sopa) de óleo de milho
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de farinha de trigo
  • 20 ml de vinho madeira ou Porto ou Marsala
  • 300 ml de fundo claro de aves
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 2 fatias de baguete
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado grosso

Modo de Preparo:

Leve ao fogo baixo uma panela com o óleo de milho e metade da manteiga. Adicione as cebolas e doure. Acrescente o açúcar para intensificar a caramelização. Polvilhe a farinha de trigo e misture bem. Deglace com o vinho escolhido e, em seguida, adicione o fundo de aves. Tempere com sal e pimenta do reino. Cozinhe lentamente por cerca de 30 minutos. Se reduzir demais, adicione um pouco de água.

Em uma frigideira, doure as fatias de baguete com o restante da manteiga e reserve..

Montagem: Coloque a sopa no recipiente de servir, disponha o pão torrado sobre ela e finalize com o queijo Gruyère. Leve ao forno para gratinar até dourar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Ideal para dias frios, servida bem quente e acompanhada de vinho branco seco.
  • substitua parte do fundo de aves por caldo de carne para um sabor mais intenso.
  • Tradicionalmente servida como entrada, a Sopa de Cebola Gratinada também pode ser utilizada como acompanhamento ou como prato principal, conforme o contexto da refeição.
    • Como acompanhamento: sirva na mesma quantidade da entrada (200 g), em tigelas pequenas ou cumbucas, acompanhando carnes grelhadas ou assadas. Nessa função, atua como elemento quente e reconfortante, substituindo purês ou outras guarnições cremosas.
    • Como prato principal: ajuste a porção para 350 g, servida em tigela média ou prato fundo. Pode ser acompanhada de pão adicional ou uma salada verde simples, formando uma refeição completa e equilibrada.

3. Curiosidade: em Paris, a sopa se tornou prato típico de madrugada, consumida por trabalhadores de mercados e cozinheiros após longas jornadas.


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Delicado, adocicado e incrivelmente macio, o Alho Confitado é uma verdadeira alquimia culinária. Ao ser lentamente cozido no azeite, o alho perde sua pungência característica e se transforma em uma iguaria suave e untuosa, que pode ser usada para realçar uma infinidade de preparações. Inspirada nas técnicas ancestrais de conservação e extração de sabor, esta receita valoriza o tempo e o calor brando como aliados da transformação. Perfeito para espalhar sobre pães, incorporar a molhos ou servir como acompanhamento versátil, o alho confitado é uma pequena preciosidade que revela a sofisticação contida nos ingredientes mais simples.

Alho Confitado

Categoria:  Aromáticos, acompanhamento/guarnição,

Especificação: Cozinha Internacional (França), Conserva aromatizada, conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas – 12 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (25 g – 1 colher se sopa cheia, com alho e azeite): 185 kcal

Alho Confitado. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 dentes de alho inteiros, descascados
  • 200 ml de azeite
  • 1 colher (sopa) de tomilho em flocos

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo. Deixe confitar por 45 minutos ou até que o alho fique dourado e bem macio, a ponto de conseguir amassar com o garfo.

Toques Finais e Sugestões:

1. Espalhado sobre pães e torradas: O alho confitado, quando amassado, vira uma pasta cremosa perfeita para passar em pães quentinhos, brusquetas ou focaccias. Finalize com um fio do azeite do confit e uma pitada de flor de sal.

2. Em massas e risotos: Acrescente os dentes de alho confitados ao final do cozimento de massas ou risotos. Seu sabor suave se integra sem dominar o prato, trazendo profundidade e untuosidade.

3. Como base de molhos e purês: Substitua o alho cru por alguns dentes de alho confitado para criar molhos mais delicados e adocicados. Também é excelente para enriquecer purês de batata, couve-flor ou mandioquinha.

4. Com vegetais assados ou salteados: Misture os dentes de alho inteiros a legumes assados, como abóbora, batata-doce, cogumelos ou cenouras. Eles caramelizam levemente e deixam o prato mais aromático.

5. Para acompanhar carnes e peixes: Sirva os alhos confitados inteiros ao lado de cortes de carne grelhada, cordeiro, frango ou peixes. Eles funcionam como um acompanhamento discreto e elegante.

6. Em tábuas de petiscos ou entradas: Disponha os alhos confitados inteiros em tábuas de frios com queijos, azeitonas, pães e pastinhas. São um diferencial surpreendente e delicioso.

7. Aproveite o azeite aromatizado: O azeite onde os alhos foram confitados é precioso. Use para temperar saladas, finalizar pratos, ou como base para vinagretes e maioneses caseiras.

8. Conservação: Guarde o alho confitado submerso no azeite, em pote esterilizado, na geladeira, por até 60 dias. Use sempre utensílios limpos para evitar contaminação.


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Durante séculos, a técnica de conservação com sal e vinagre foi um dos principais métodos utilizados para preservar alimentos na China, especialmente antes do surgimento da refrigeração moderna. O Zha Cai é uma dessas conservas tradicionais, originária da província de Sichuan. Embora o nome também seja usado para um tipo específico de mostarda fermentada, esta versão caseira adapta a tradição utilizando mini legumes variados, como cenoura, pepino, vagem japonesa e mini cebolas. O resultado é uma conserva crocante, aromática e saborosa, com acidez equilibrada e presença marcante das especiarias. É uma preparação simples, mas que exige paciência no tempo de repouso, ideal para ser servida como petisco, guarnição ou acompanhamento em diferentes pratos.

Zha Cai – Conserva de Mini Legumes

Categoria:  Aromáticos, acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: Cozinha Internacional (China), conserva aromatizada, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 2 horas salga + 30 minutos + 21 dias de repouso

Rendimento: 150 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g – 2 colheres de sopa, com legumes e líquido): 15 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 90 gramas de mini legumes (pepino, cenoura, vagem japonesa, cebola, milho etc.)
  • 30 gramas de sal
  • 2 dentes de alho inteiro, descascado
  • 5 gramas de mostarda em grãos
  • 5 gramas de pimenta do reino em grãos
  • 2 pimentas dedo de moça inteira
  • Vinagre branco, para completar o vidro

Modo de Preparo:

Em uma tigela, cubra os legumes com o sal e deixe repousar por 2 horas, mexendo de vez em quando. Após o tempo de salga, retire o excesso de sal dos legumes com papel toalha ou pano limpo e deixe secar bem ao ar por alguns minutos. Distribua os legumes em vidros esterilizados, intercalando com os dentes de alho, as sementes de mostarda, os grãos de pimenta e as pimentas dedo de moça. Complete com vinagre branco até cobrir completamente os ingredientes, deixando no máximo três dedos de espaço até a borda.

Coloque os vidros (com os picles tampados levemente) dentro de uma panela com água fria e leve ao fogo para fazer um banho-maria. Assim que levantar fervura, conte 5 minutos e então retire os vidros com cuidado. Feche bem as tampas. Guarde os vidros em local fresco e escuro por no mínimo 21 dias antes de consumir. Após aberto, conservar na geladeira.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada ou aperitivo, em porções pequenas.
  • Pode acompanhar pratos de arroz ou massas orientais, ou ainda servir como complemento em tábuas frias.
  • Fica excelente em sanduíches ou pratos com carnes grelhadas.

Curiosidades:

1. Zha Cai é o nome chinês de uma conserva originalmente feita com o caule de mostarda chinesa (Brassica juncea), fermentada com sal e especiarias. Esta versão é uma adaptação que valoriza a técnica de conservação e os sabores característicos do vinagre e das especiarias.

2. Pode-se utilizar outros ingredientes como acelga, folhas de mostarda ou couve chinesa, seguindo o mesmo processo.


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O Chutney de Abacaxi é perfeito para acompanhar os mais variados pratos, tais como aves, carnes suínas, queijos, pães, saladas, sanduíches e mais. Ele pode ser servido como entrada, acompanhamento ou guarnição, lanches e petiscos. Na cozinha indiana o Chutney de Abacaxi é servido com o Frango Tandoori. É delicioso e muito fácil de fazer. Experimente incluí-lo nas refeições especiais, como natal e Reveilon.

Chutney de Abacaxi

Categoria:  aromáticos, couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petisco

Especificação: Cozinha internacional (Índia), conserva aromática, chutney, molho, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 g – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g – 3 colheres de sopa): 56 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (chá) de manteiga
  • 1/4 de cebola roxa, em cubos médios
  • 1 colher (chá) de alho picadinha
  • 250 gramas de abacaxi, em cubos médios 1 tomate, sem pele e sem sementes, cortado em cubos pequenos
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • 1 pimenta dedo de moça, sem semente, picadinha
  • 1 colher (café) de curry
  • 40 gramas de passas preta, sem sementes
  • 1 colher (chá) de mel
  • Sal a gosto
  • Coentro picadinho a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça a manteiga e refogue a cebola e o alho por cerca de 2 minutos. Adicione o abacaxi e deixe caramelizar levemente. Acrescente o tomate, o gengibre, a pimenta dedo de moça, o curry e as passas. Cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 10 minutos, até que o abacaxi esteja macio, mas sem desmanchar. Adicione o mel e o sal, mexa bem e cozinhe por mais 2 minutos. Finalize com o coentro picado e sirva morno ou frio.

Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

Sirva o chutney como acompanhamento de carnes grelhadas, assadas ou defumadas (especialmente aves e suínos). Também combina muito bem com queijos curados, pães artesanais, sanduíches gourmet e saladas com folhas amargas.

2. Curiosidades:

Na culinária indiana, o chutney é uma tradição milenar que pode variar entre preparações cruas ou cozidas, doces ou salgadas. Este de abacaxi é um dos favoritos no Ocidente por seu sabor tropical e pela harmonia com pratos intensamente condimentados.


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O Chucrute, também conhecido pelo nome alemão sauerkraut, é uma conserva fermentada de repolho com origens antigas e curiosas. Embora amplamente associado à culinária alemã, acredita-se que o processo tenha surgido na China há mais de dois mil anos, sendo levado à Europa por povos nômades. Na Alemanha, a técnica foi aprimorada e ganhou o nome atual, junção das palavras sauer (“ácido”) e kraut (“erva”).
Com a imigração alemã, o chucrute chegou ao Brasil e se tornou tradicional especialmente na região Sul, onde acompanha pratos típicos como o Eisbein (joelho de porco), o Kassler (carré defumado), as costelas suínas e o marreco assado. Versátil, o chucrute pode ser servido como acompanhamento, guarnição ou base para preparações mais elaboradas.

Chucrute – Conserva de Repolho

Categoria:  aromáticos, cacompanhamento/guarnição,

Especificação: Cozinha Internacional (Alemanha), Cozinha Brasileira (região sul). conserva aromática, conserva fermentada, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos + 15 dias de fermentação

Rendimento: 900 gramas – 18 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g – 3 colheres de sopa): 10 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 kg de repolho (branco ou roxo)
  • 20 gramas de sal (2% sobre o peso do repolho)
  • 10 gramas de zimbro (ou outra especiaria de sua preferência)

Modo de Preparo:

Retire as folhas externas do repolho, separe duas ou três e reserve. Lave o repolho, corte-o ao meio e retire o talo central. Fatie as folhas na espessura desejada, quanto mais finas, mais delicada ficará a textura da conserva. Coloque o repolho fatiado em uma tigela grande, adicione o sal e misture bem, apertando as folhas com as mãos. Esse processo ajuda o sal a penetrar e a liberar o líquido natural do repolho. Deixe descansar por 5 minutos e volte a amassar até que o repolho solte bastante água. Quanto mais líquido for extraído, mais macia será a conserva. Acrescente o zimbro ou outra especiaria de sua preferência e misture novamente.

Transfira o repolho para um pote de vidro esterilizado, pressionando bem para eliminar bolhas de ar. Cubra com as folhas reservadas, de modo que tudo fique submerso no líquido. Deixe um espaço de cerca de um dedo até a tampa. Feche bem o pote e armazene em local fresco e escuro por aproximadamente 15 dias, para que ocorra a fermentação natural. Após aberto, conserve na geladeira.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de preparo: se o líquido natural não for suficiente para cobrir o repolho, adicione um pouco de água filtrada até cobrir, lembrando de deixar espaço livre sob a tampa.

2. Conservação: o chucrute pode durar até 6 meses refrigerado, mantendo sabor e textura.

3. Sugestão de consumo: sirva como guarnição de carnes suínas, salsichas, linguiças, pratos defumados ou sanduíches.

4. Curiosidade: durante séculos, o chucrute foi essencial na alimentação de marinheiros e exércitos, pois sua fermentação natural garantia uma fonte rica em vitamina C, prevenindo o escorbuto.


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