O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedos, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal com guarnições

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 filé + 4 batatas duchésse + 4 aspargos + 50 g de molho): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 50 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 220 ml de creme de leite fresco
  • 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedos[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedos. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedos.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedos no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com 50 gramas de molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. O tournedos é um corte alto e espesso retirado da parte central do filé mignon. Tradicionalmente servido em preparações clássicas francesas, destaca-se pela maciez e pela cocção rápida, preservando suculência e elegância no prato.

2. Porcionamento: Esta receita foi porcionada como prato principal composto, considerando aproximadamente 1 tournedos de 150 g após cocção, 50 g de molho, 4 unidades de batata Duchésse e 4 aspargos por pessoa. Para entender melhor a composição equilibrada das porções, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

3. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

4. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 1100 gramas – 3 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (350 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

Porcionamento: Esta receita foi ajustada como prato principal, considerando porções de 350 g, conforme o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Feijão Tropeiro é uma preparação tradicional associada à cultura dos tropeiros, homens que conduziam tropas de muares e cavalos pelo interior do Brasil, transportando mercadorias entre diferentes regiões. Durante as longas jornadas, eram necessárias preparações nutritivas, resistentes e relativamente simples de transportar e preparar. O feijão, combinado à farinha de mandioca e a ingredientes como carnes suínas, ovos e temperos, formava uma refeição substanciosa e adequada às condições das viagens.

Embora sua formação esteja relacionada às rotas percorridas pelos tropeiros por diferentes partes do território brasileiro, o Feijão Tropeiro tornou-se especialmente representativo da gastronomia de Minas Gerais, onde integra a tradição culinária regional e permanece presente tanto na alimentação cotidiana quanto em manifestações da cultura popular. Em Belo Horizonte, por exemplo, ganhou notoriedade também por sua associação ao futebol e ao tradicional “Tropeirão do Mineirão”.

A preparação reúne ingredientes característicos da cozinha brasileira, como feijão, farinha de mandioca, couve e carne suína, resultando em um prato de sabor marcante, textura úmida e levemente granulada e grande valor de saciedade.

Feijão Tropeiro

Categoria: Prato Principal,

Especificação: Feijão, carnes, Cozinha brasileira (Minas Gerais), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 12 horas (de molho)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 500 gramas – 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (250 g): 560 kcal

Feijão Tropeiro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 g de feijão vermelho
  • 1/2 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 50 g de bacon em cubos
  • 100 g de linguiça calabresa em rodelas
  • 2 ovos
  • 1 folha de couve rasgada
  • 2 dentes de alho bem picados
  • 1/4 de cebola bem picada
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (café) de pimenta Calabresa
  • 2 ramos de salsinha bem picados
  • 2 talos de cebolinha bem picados
  • 40 g de farinha de mandioca crua

Modo de Preparo:

Deixe o feijão de molho[1] por 12 horas. Escorra a água do molho, coloque o feijão em uma panela comum[2], cubra com água e acrescente o louro. Cozinhe por aproximadamente 20 minutos, ou até que os grãos estejam cozidos, porém ainda firmes. Escorra e reserve.

Aqueça o óleo em uma panela ou frigideira. Frite o bacon até começar a dourar. Acrescente a linguiça calabresa e frite até que esteja levemente dourada. Retire as carnes e reserve, mantendo na panela a gordura liberada durante a fritura.

Bata levemente os ovos e tempere com sal e pimenta-do-reino. Coloque-os na mesma panela, acrescentando um pequeno fio de óleo, se necessário. Mexa delicadamente até que estejam cozidos, formando pedaços macios. Retire e reserve. Em outra panela, refogue a couve rapidamente, temperando com uma pequena quantidade de sal. Reserve.

Na panela utilizada para fritar o bacon e a linguiça, doure o alho e a cebola na gordura restante. Acrescente o feijão cozido e escorrido. Tempere com sal e pimenta calabresa e refogue por aproximadamente 2 minutos, envolvendo os grãos nos temperos. Junte o bacon, a linguiça, os ovos e a couve. Acrescente a salsinha e a cebolinha. Adicione a farinha de mandioca aos poucos, misturando delicadamente até obter uma preparação úmida e bem incorporada. A quantidade de farinha pode ser ajustada conforme a umidade do feijão e a textura desejada, sem deixar o preparo excessivamente seco. Sirva imediatamente.


Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post ‘A Composição do Almoço e do Jantar’.

2. Dicas de Consumo:

  • Sirva o Feijão Tropeiro ainda quente, como prato principal.
  • Tradicionalmente, pode ser acompanhado de arroz branco, couve refogada, ovo frito e, conforme a ocasião, torresmo.
  • Para uma apresentação mais contemporânea, porcione o tropeiro em aro e finalize com couve refogada ou um ovo de gema cremosa.
  • O ponto ideal é obtido quando os grãos permanecem inteiros e macios, envolvidos pela gordura e pelos temperos, enquanto a farinha proporciona liga sem retirar a umidade da preparação. A mistura deve ser feita delicadamente para evitar que o feijão se desmanche.
  • A farinha deve ser incorporada gradualmente. O objetivo é obter um tropeiro úmido e solto, e não uma farofa seca.
  • O prato também pode ser servido como acompanhamento de carnes assadas ou grelhadas, caso a porção seja reduzida.

3. Curiosidades:

  • Em Minas Gerais, a preparação também ganhou forte associação com o futebol, especialmente por meio do tradicional tropeiro comercializado no Mineirão.
  • O nome “tropeiro” está relacionado aos tropeiros, responsáveis pelo transporte de mercadorias e animais por extensas rotas terrestres no Brasil.
  • A farinha de mandioca tinha importância estratégica na alimentação dos viajantes por ser um ingrediente seco, de boa conservação e fácil transporte.
  • A presença da couve aproxima a preparação da tradição culinária mineira e é uma das combinações mais reconhecidas do prato.
  • O Feijão Tropeiro ultrapassou o contexto das antigas tropas e se consolidou como um dos pratos emblemáticos da gastronomia mineira.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Pappardelle alla Lepre é uma preparação tradicional da Toscana, região situada no centro da Itália. A receita combina a delicadeza da massa fresca com gemas, conhecida como pasta gialla, com um molho rico e aromático preparado a partir de carne de coelho cozida lentamente em vinho tinto, ervas e especiarias.

O pappardelle, uma das massas mais emblemáticas da culinária toscana, caracteriza-se pelas tiras largas que absorvem e sustentam perfeitamente molhos encorpados, tornando esta combinação uma das mais apreciadas da gastronomia regional.

Pappardelle ao Molho de Coelho

Categoria: Prato Principal, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Massa fresca, Massa longa (Pappardelle), Carnes Vermelhas (Coelho), Cozinha internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos (massa fresca – pasta gialla)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 600 gramas – 2 porções

Dificuldade: Médio (com massa fresca), Fácil (com massa seca)

Calorias por porção (300 g): 610 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de massa fresca com gemas (pasta gialla)
  • 200 gramas de coelho
  • 20 gramas de azeite
  • 30 gramas de manteiga sem sal
  • 1/2 cebola, picadinha
  • 1/2 talo de salsão, picadinho
  • 1/4 de cenoura, picadinha
  • 2 ramos de salsinha, repicado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 folha de louro
  • 6 bagas de zimbro, esmagadas
  • 200 mililitros de vinho tinto seco
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano ralado

Modo de Preparo:

Prepare a massa fresca conforme o post Massa fresca com gemas corte-a em tiras de aproximadamente 2 cm de largura, formando o pappardelle. Reserve.

Limpe bem o coelho. Em uma panela, aqueça o azeite e a manteiga. Acrescente a cebola, o salsão, a cenoura e a salsinha, refogando por cerca de 5 minutos. Adicione o coelho e sele-o por todos os lados. Tempere com sal e pimenta do reino. Junte a folha de louro, as bagas de zimbro e o vinho tinto. Quando levantar fervura, reduza o fogo e cozinhe lentamente até que a carne esteja macia, acrescentando pequenas quantidades de água sempre que necessário para evitar o ressecamento do molho.

Retire o coelho da panela, desfie-o em pedaços grandes e retorne ao molho. Ajuste os temperos e cozinhe por mais alguns minutos para integrar os sabores.

Cozinhe o pappardelle em água fervente com sal até atingir o ponto al dente. Escorra e transfira para a panela com o molho, adicionando um pouco da água do cozimento, se necessário, para ajustar a textura. Misture delicadamente para envolver toda a massa no molho. Distribua em pratos fundos aquecidos e finalize com o queijo ralado.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: para servir como prato principal, recomenda-se uma porção de aproximadamente 300 g por pessoa, conforme as orientações do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva imediatamente após o preparo para preservar a textura da massa fresca.
  • Uma salada de folhas levemente amargas harmoniza bem com a riqueza do molho.
  • Pode ser servido como prato principal em almoços e jantares especiais de inspiração italiana.

3. Curiosidades:

  • Harmonização: acompanha muito bem vinhos tintos de médio a grande corpo, especialmente os produzidos na Toscana, como Chianti Classico, Rosso di Montalcino e Vino Nobile di Montepulciano. Seus taninos e notas de frutas maduras harmonizam com a riqueza do molho e com os aromas do vinho utilizado no preparo.
  • Sobre o Pappardelle: típico da Toscana, o pappardelle pertence à família das massas longas em tiras (tagliatelle) e se destaca por sua largura generosa, geralmente entre 13 e 20 mm. Seu nome deriva do verbo italiano pappare, que significa comer com prazer ou devorar, fazendo referência à experiência de saborear uma massa larga, farta e capaz de absorver molhos ricos. Por sua estrutura, é especialmente indicado para acompanhar ragus de caça, cogumelos, nozes, queijos e trufas, como neste tradicional molho de coelho.
  • O uso do zimbro: as bagas de zimbro são tradicionalmente empregadas em preparações de caça na culinária europeia. Seu aroma resinoso e levemente amadeirado ajuda a equilibrar sabores intensos, além de acrescentar complexidade aromática aos molhos e ensopados.
  • Da lebre ao coelho: a versão clássica desta preparação é conhecida como Pappardelle alla Lepre e utiliza carne de lebre, uma caça tradicional da Toscana. Com o passar do tempo, o coelho tornou-se uma alternativa amplamente adotada, oferecendo maior disponibilidade, custo mais acessível e sabor mais delicado, sem perder a identidade do prato.
  • Alternativa: embora a receita seja tradicionalmente preparada com massa fresca de gemas (pasta gialla), também pode ser elaborada com pappardelle seco de boa qualidade, reduzindo o tempo de preparo e simplificando a execução.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Steak Tartare é um clássico da gastronomia francesa, embora suas origens estejam associadas aos povos tártaros da Europa Oriental, conhecidos pelo consumo de carne crua temperada e amaciada durante longas cavalgadas. Com o passar do tempo, a preparação foi refinada pela cozinha francesa e se tornou um ícone dos bistrôs parisienses, valorizando cortes bovinos nobres, frescos e cuidadosamente manipulados.

Tradicionalmente preparado com filé mignon cortado na ponta da faca, o Steak Tartare destaca a textura delicada da carne e o equilíbrio entre acidez, frescor e intensidade dos condimentos, como alcaparras, mostarda, cebola roxa e picles. A gema de ovo adiciona untuosidade e contribui para a clássica apresentação do prato.

Steak Tartare

Categoria: Entrada,Couvert, petisco

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 240 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorrias por porção (120 g): 246 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de filé mignon
  • 1/4 de cebola roxa, em brunoise
  • 50 gramas de pepino em conservas, em brunoise
  • 20 gramas de alcaparras, repicada
  • 20 gramas de mostarda
  • Salsinha, picadinha, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 gema de ovo
  • Azeite, a gosto

Modo de Preparo:

Limpe cuidadosamente o filé mignon, retirando nervos, membranas e excesso de gordura. Com uma faca bem afiada, pique a carne manualmente em cubos pequenos e uniformes. Evite processar ou moer excessivamente para preservar a textura tradicional da preparação.

Coloque a carne em uma tigela e mantenha refrigerada até o momento da montagem. Adicione a cebola roxa, o pepino em conserva, as alcaparras, a mostarda e a salsinha. Misture delicadamente até incorporar todos os ingredientes. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.

Posicione um aro metálico no centro do prato e acomode o tartare pressionando levemente para modelar. Retire o aro com cuidado. Com uma colher, faça uma pequena cavidade no topo da preparação e disponha a gema de ovo. Finalize com um fio de azeite.

Sirva imediatamente, acompanhado de torradas, chips de batata, salada verde ou pommes gaufrettes.

Toques Finais e sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita utiliza porcionamento de entrada, considerando aproximadamente 120 g por pessoa. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

  • O Steak Tartare deve ser servido sempre extremamente fresco e mantido sob refrigeração até o momento do consumo. A qualidade e a procedência da carne são fundamentais para garantir segurança alimentar e sabor.
  • Como entrada, harmoniza muito bem com torradas finas, chips de batata, saladas verdes leves e pães artesanais crocantes.
  • Também pode ser servido como prato principal, especialmente em bistrôs e restaurantes franceses. Nesse caso, recomenda-se utilizar uma quantidade maior da preparação, entre 200 a 250 g por pessoa, acompanhada de batatas fritas, saladas mais estruturadas ou legumes grelhados.
  • Para versões contemporâneas, podem ser adicionados ingredientes como molho inglês, tabasco, ciboulette, cornichons franceses ou maionese artesanal, criando diferentes perfis de sabor.

3. Curiosidades:

  • O Steak Tartare é um dos pratos mais emblemáticos da cozinha clássica francesa, embora sua origem esteja relacionada aos povos tártaros da Europa Oriental.
  • A tradição de servir uma gema crua sobre o tartare surgiu para conferir mais untuosidade, brilho e equilíbrio aos temperos intensos da preparação.
  • O corte manual da carne na ponta da faca é considerado um diferencial técnico importante, pois preserva melhor a textura e a suculência do prato em comparação à carne moída mecanicamente.
  • Atualmente, o conceito de tartare foi expandido para versões com peixes, frutos do mar, cogumelos e vegetais, tornando-se uma preparação versátil e contemporânea na gastronomia mundial.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

A Carne de Lata é uma preparação tradicional da culinária mineira, associada à conservação doméstica da carne suína antes da popularização da refrigeração. Historicamente, era produzida em propriedades rurais, onde os porcos eram criados nos quintais e alimentados principalmente com milho e restos de comida.

Após o abate, a carne era cortada em pedaços e cozida lentamente em banha de porco, pelo método de confitagem[1]. Depois de pronta, era acomodada em latas ou outros recipientes e completamente coberta pela gordura, que funcionava como uma barreira contra o contato com o ar. Esse método tradicional permitia conservar a carne por mais tempo, desde que as condições de preparo, armazenamento e higiene fossem adequadas.

Além de contribuir para a conservação, o cozimento lento deixa a carne macia, suculenta e rica em sabor. A gordura solidificada também facilitava a retirada das porções necessárias para as refeições. A Carne de Lata tornou-se, assim, uma expressão da cozinha de aproveitamento e dos saberes culinários transmitidos entre gerações em Minas Gerais.

Carne de Lata

Categoria: Prato principal, petiscos, lanches

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Região Sudeste, Minas Gerais), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 8 horas

Rendimento: 1690 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 390 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2,5 kg de pernil suíno, cortado em pedaços grandes
  • 50 gramas de sal
  • 50 gramas de alho, repicado
  • Pimenta rosa em grãos, a gosto
  • Alecrim, a gosto
  • Folhas de louro, a gosto
  • 2 kg de banha de porco, aproximadamente, ou o suficiente para cobrir completamente a carne.

Modo de Preparo:

Corte o pernil em pedaços grandes e uniformes. Tempere a carne com o sal, o alho repicado, a pimenta rosa, o alecrim e as folhas de louro. Deixe marinar por 40 minutos sob refrigeração, virando os pedaços após 20 minutos para distribuir melhor os temperos.

Em uma panela grande e de fundo espesso, derreta a banha de porco em fogo baixo. Adicione os pedaços de pernil e verifique se estão completamente submersos na gordura. Se necessário, acrescente mais banha. Mantenha a carne em fogo baixo por aproximadamente 8 horas, sem deixar a gordura ferver intensamente. O cozimento deve ser lento e uniforme, até que a carne fique macia e completamente cozida.

Retire os pedaços com uma escumadeira e deixe escorrer o excesso de gordura.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas:

  • A quantidade de banha pode variar conforme o tamanho da panela, o formato dos pedaços e a maneira como a carne é acomodada. Os 2 kg indicados são uma referência e devem ser suficientes para manter o pernil completamente submerso durante a confitagem. Se necessário, ajuste a quantidade para garantir a cobertura total da carne.
  • Para obter uma superfície dourada e levemente crocante, doure os pedaços em uma frigideira quente antes de servir.

3. Consumo:

  • A Carne de Lata combina especialmente bem com arroz branco, feijão, angu, couve refogada, farofa e mandioca cozida ou frita. Para uma composição tipicamente mineira, sirva-a com feijão tropeiro e couve, equilibrando a riqueza da carne com acompanhamentos de sabores e texturas variados.
  • Como petisco: corte a carne em pedaços pequenos e doure-os em uma frigideira quente até formar uma superfície levemente crocante. Sirva em uma travessa, acompanhada de mandioca frita, farofa e pimenta ou molhos de sua preferência. Também pode ser apresentada em pequenas porções individuais, como parte de uma seleção de petiscos de inspiração mineira.
  • Como lanche: desfie a carne ou corte-a em pedaços menores e utilize-a como recheio de pão francês, pão de milho, sanduíches artesanais e pão com queijo. Para variar a apresentação, acrescente cebola dourada, couve refogada ou queijo derretido. A carne também pode ser usada no recheio de pastéis, tortas salgadas e bolinhos.
  • Para uma apresentação contemporânea, utilize a Carne de Lata desfiada em pequenas porções sobre torradas ou fatias de pão artesanal, finalizando com ervas frescas ou cebola caramelizada.
  • Como a preparação contém gordura, evite acrescentar grandes quantidades durante a finalização. Mantenha a carne refrigerada até o momento do consumo e aqueça somente a quantidade que será servida.

4. Curiosidades

  • O nome Carne de Lata está relacionado ao costume de armazenar a carne cozida em recipientes metálicos, completamente envolvida pela banha solidificada.
  • A técnica de confitagem consiste em cozinhar lentamente um alimento imerso em gordura, mantendo a temperatura controlada. Embora seja conhecida pela preparação de carnes, também pode ser utilizada com outros ingredientes, como alho e alguns vegetais.
  • A banha era um ingrediente valioso na cozinha rural, pois, além de servir para cozinhar e conservar carnes, era aproveitada em outras preparações do cotidiano.
  • O método tradicional de conservação não deve ser confundido com uma garantia de segurança alimentar. A carne coberta por gordura não se torna automaticamente estável à temperatura ambiente. Atualmente, recomenda-se refrigerar a preparação em recipiente limpo e fechado, a 4 °C ou menos.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O barreado é um prato tradicional do litoral do Paraná, especialmente associado aos municípios de Morretes, Antonina e Paranaguá. Preparado com carne bovina cozida lentamente até ficar muito macia e desmanchar-se em fibras, destaca-se pela textura úmida, pelo sabor concentrado e pela longa cocção em panela vedada.

Sua história está ligada à formação cultural do litoral paranaense e às influências portuguesas, particularmente açorianas, presentes na culinária regional. O nome deriva do costume de barrear a tampa da panela, vedando suas bordas com uma massa de farinha de mandioca e água para reduzir a saída do vapor e conservar a umidade durante o cozimento.

Tradicionalmente, o barreado é associado às festas populares do litoral, incluindo o antigo entrudo, manifestação que antecedeu o carnaval brasileiro. A cocção prolongada permitia preparar o alimento com antecedência, tornando-o adequado para ocasiões festivas e refeições coletivas. Embora existam diferentes narrativas sobre sua origem, o prato consolidou-se como um dos símbolos da gastronomia paranaense.

Servido tradicionalmente com farinha de mandioca e banana, o barreado representa uma combinação característica da cozinha litorânea brasileira, na qual o cozimento lento transforma cortes bovinos em uma preparação saborosa e reconfortante.

Barreado

Categoria: Prato principal, petiscos, lanches

Especificação: Carnes vermelhas, carne bovina, Cozinha Brasileira (Região Sul, Paraná), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 1 hora (marinada)

Tempo de Preparo: 9 horas

Rendimento: 1560 gramas – 13 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (120 g): 250 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2,5 kg de coxão mole (chã de dentro), cortado em cubos de aproximadamente 2 cm
  • 300 g de bacon, cortado em cubos
  • 2 cebolas grandes, picadas
  • 5 dentes de alho, picados
  • 10 g de cominho em pó
  • 200 ml de vinagre de vinho
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 4 colheres (sopa) de óleo de milho
  • 2 litros de água fervente
  • 3 folhas de louro
  • Farinha de mandioca e água, em quantidade suficiente para preparar a massa utilizada na vedação da panela.
  • Farinha de mandioca crua, para acompanhar
  • Banana prata, para acompanhar

Modo de Preparo:

Corte o coxão mole em cubos de aproximadamente 2 cm. Em um recipiente, misture a carne com o bacon, a cebola, o alho, o cominho, o vinagre, o sal e a pimenta do reino. Cubra e deixe marinar por 1 hora, sob refrigeração.

Unte o interior de uma panela de barro com o óleo de milho. Leve ao fogo baixo, aquecendo gradualmente para evitar choque térmico. Acrescente a carne com o bacon e os demais ingredientes da marinada. Mexa delicadamente até que a superfície da carne comece a dourar.

Adicione os 2 litros de água fervente e misture. Tampe a panela e prepare uma massa consistente com farinha de mandioca e água. Aplique a massa continuamente em toda a junção entre a tampa e a borda da panela, vedando as frestas para evitar a saída do vapor.

Cozinhe em fogo muito baixo por aproximadamente 5 horas, controlando a intensidade do calor para evitar que a preparação queime. Após esse período, interrompa o aquecimento, retire cuidadosamente a vedação e aguarde a liberação do vapor antes de abrir a panela.

Verifique a maciez da carne e a quantidade de líquido. Se necessário, acrescente água fervente para manter a preparação úmida. Prove e ajuste o sal. Adicione as folhas de louro, tampe novamente e refaça a vedação com a massa de farinha de mandioca e água.

Retorne a panela ao fogo baixo e cozinhe por mais aproximadamente 4 horas, até que a carne esteja muito macia e se desfaça facilmente. Ao final, interrompa o aquecimento, retire cuidadosamente a vedação e aguarde a liberação do vapor antes de abrir a panela. Remova as folhas de louro e misture delicadamente a carne. Sirva quente, acompanhado de farinha de mandioca crua e banana prata.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas:

O segredo do barreado está na cocção lenta e na vedação da panela, técnica tradicional que ajuda a conservar a umidade e favorece o amaciamento da carne. Depois de colocar a tampa, aplique uma massa consistente de farinha de mandioca e água por toda a junção entre a tampa e a borda da panela, formando um anel contínuo, sem frestas. A massa deve envolver completamente essa junção, reduzindo a saída do vapor e ajudando a conservar a umidade durante as horas de cocção. Para ilustrar essa técnica, observe a fotografia acima, que demonstra a aplicação da massa ao redor da tampa e o acabamento da vedação.

Vedação da Panela.

Mantenha o fogo baixo durante o preparo e utilize uma panela de barro adequada para cocção prolongada. Ao abrir a panela para verificar a preparação, interrompa o aquecimento, retire a vedação cuidadosamente e aguarde a liberação do vapor. Depois de verificar a maciez da carne e o nível do líquido, refaça a vedação para continuar o cozimento.

3. Consumo:

  • O barreado fica especialmente saboroso quando preparado com antecedência, pois o repouso sob refrigeração favorece a integração dos sabores. Para servir, aqueça lentamente, acrescentando um pouco de água quente caso o caldo esteja muito espesso. A carne deve permanecer úmida e envolvida pelo próprio molho.
  • A farinha de mandioca pode ser acrescentada diretamente ao prato, em pequenas quantidades, para absorver o caldo e conferir consistência. A banana prata oferece contraste de textura e sabor, equilibrando a intensidade da carne e do bacon.
  • Para uma refeição tradicional, sirva o barreado acompanhado de farinha de mandioca e banana. Caso seja oferecido em uma refeição completa, arroz branco pode ser acrescentado conforme a preferência, sem substituir os acompanhamentos tradicionais.
  • Embora seja tradicionalmente servido como prato principal, o barreado também pode ser oferecido como petisco, em pequenas porções servidas em mini cumbucas ou copinhos, acompanhadas de um pouco de caldo e farinha de mandioca.
  • Para lanches, utilize a carne desfiada como recheio de mini sanduíches, pães pequenos ou sanduíches tradicionais. Escorra o excesso de caldo antes de rechear o pão, preservando a suculência da carne sem umedecer excessivamente a massa.

4. Curiosidades

  • O termo barreado está relacionado à vedação da panela com uma massa de farinha de mandioca e água. Essa técnica tradicional ajuda a conservar o vapor e a umidade, favorecendo o cozimento prolongado da carne.
  • O barreado é um dos pratos mais representativos do litoral paranaense e integra a identidade gastronômica de cidades como Morretes, Antonina e Paranaguá. Sua associação com festas populares e refeições coletivas contribuiu para a continuidade da tradição.
  • A longa cocção transforma cortes bovinos ricos em tecido conjuntivo em uma preparação macia, com fibras que se desprendem facilmente. A farinha de mandioca e a banana, servidas como acompanhamentos, reforçam a ligação do prato com os ingredientes e os costumes alimentares regionais.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

O lombo é todo envolvido por uma camada de páprica que dá sabor e cor. Depois ele é selado (dourado) de todos os lados, realçando ainda mais a cor e o sabor. E por fim, ele é cozido na panela com vinho branco, alho e tomilho. Super saboroso, macio, corado e fácil de fazer.

Lombo Cozido com Páprica e Vinho Branco

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes , Carne Suína

Tempo de Preparo: 1 hora e meia

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 kg de lombo
  • Páprica, o suficiente para envolver toda a peça
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 ramos de tomilho
  • 3 dentes de alho
  • 1 xícara de vinho branco
  • Água, para o cozimento

Modo de Preparo:

Passe páprica por toda a extensão do lombo formando uma camada protetora. Salpique o sal por cima da páprica. Em uma frigideira aqueça o azeite, adicione o lombo, o tomilho e os dentes de alho inteiros. Sele o lombo por todos os lados. Vire com cuidado para não soltar a crosta de páprica.

Adicione o vinho branco e deixe cozinhar por uns dois minutos até evaporar o álcool. Acrescente água até a metade da altura do lombo, tampe e deixe cozinhar por 40 minutos. Vá adicionando água, se necessário, mantendo sempre à meia altura do lombo. Após o tempo, vire o lombo e deixe cozinhar por mais 40 minutos. Retire o lombo e reserve. Utilize o líquido restante na panela para preparar um molho de acompanhamento.

Sele de todos os lados.
Acrescente água até a metade da altura do lombo. Tampe a panela.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Pode preparar o molho de sua preferência. A indicação é servir acompanhado de molho de pêssego.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Filé à Brasileira é uma receita rápida para os momentos corridos do dia a dia. É servido acompanhado de molho campanha, o nosso popular “vinagrete” e não pode faltar uma deliciosa batata chips frita na hora. Se quiser pode ser adicionado outros acompanhamentos como arroz pilaf, farofa, dentre outros.

Filé à Brasileira

Categoria: Prato Principal  

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Brasileira (Região Sudeste),

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 batata inglesa grande
  • 1 tomate sem semente, em jardiniere (cubos pequenos)
  • 50 gramas de pimentão verde, em jardiniere
  • 1/2 cebola roxa, em jardiniere
  • 30 ml de vinagre
  • 1 colher (sopa) de catchup
  • Sal a gosto
  • 200 gramas de filé mignon
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Fio de óleo

Modo de Preparo:

Corte a batata em chips e deixe em água fria. Aqueça a gordura e frite até que fique crocante.

Corte a cebola, o pimentão e o tomate em tamanhos iguais. Tempere com vinagre, catchup e sal.

Corte o file mignon em medalhões. Tempere a carne com sal e pimenta do reino.

Em uma frigideira bem quente, ligeiramente untada com óleo, grelhe cada um dos medalhões por 3 minutos, ou até que a carne comece a soltar suco por cima. Vire e deixe por mais 3 minutos. Deixe a carne descansar por 1 a 2 minutos antes de empratar, para não escorrer no prato.

Sirva os três no mesmo prato. Se quiser pode acompanhar com farofa e/ou arroz pilaf (arroz branco).

Dicas:

1. O medalhão é um corte de filé mignon com cerca de 3 cm de altura e costuma ter de 80 a 100 gramas por unidade.

2. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.

3. A receita é para uma carne ao ponto para mal passada (vermelha por dentro e levemente firme). Para uma carne ao ponto (rosada por dentro e mais firme), grelhe os medalhões por mais um minuto de cada lado. Para uma carne bem passada (caramelo por dentro e muito firme), grelhe por mais 3 minutos de cada lado


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Receitas

Sabe aquela carne cozida que lembra a comida da vovó? Hoje posto este prato simples e saboroso retirado do meu caderno de receitas. Uma receitinha do fundo do baú com sabor de infância e saudade.

Cozido de Músculo com Legumes

Categoria: Prato Principal,

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Legumes, Cozinha Brasileira (Minas Gerais),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 fio de azeite
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 3 dentes de alho, cortado em brunoise
  • 1/2 cebola em brunoise
  • 1 kg de músculo, cortado em pedaços grandes (média de 5 cm)
  • 1 pitada de páprica picante
  • 3 galhos de tomilho fresco
  • 1 colher (sopa) de sal
  • Água, o suficiente
  • 100 gramas de cenoura, cortada em rodelas
  • 100 gramas de batata, cortada em meia lua
  • 100 gramas de abóbora, cortada em cubos grandes
  • 3 cebolas pequenas, cortada em quatro partes
  • 1/4 de pimentão vermelho pequeno, cortado em
  • 1/4 de pimentão verde pequeno, cortado em
  • 1/4 de pimentão amarelo pequeno, cortado em
  • 2 tomates sem semente, cortado em
  • 100 gramas de abobrinha, cortada em meia lua.

Modo de Preparo:

Em uma panela de pressão coloque o azeite, o colorau, o alho e a cebola em brunoise. Doure. Adicione a carne e sele. Coloque a páprica picante, os galhos de tomilho e o sal. Acrescente água até a altura de dois dedos acima da carne. Tampe a panela de pressão e quando começar a chiar, marque 20 minutos. Reserve.

Transfira o músculo cozido com o caldo para outra panela e adicione a cenoura. Deixe refogar por 5 minutos ou até a cenoura ter amolecido um pouco. Adicione a batata, a abóbora, a cebola, o pimentão e o tomate. Cozinhe por 5 minutos e adicione a abobrinha. Tampe e deixe cozinhar até todos os ingredientes estarem cozidos. Sirva acompanhado com arroz.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar cozinhado em líquido.

3. Pode ser servido acompanhado com Arroz Pilaf ou com Arroz de Cúrcuma.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Quer preparar um tira gosto fácil e saboroso? A Costelinha na Fritadeira além de ser simples de fazer, é mais saudável, pois não utiliza óleo na fritura. Para ficar ainda mais gostoso indico acompanhar com uma Farofa de Jiló.

Costelinha na Fritadeira

Categoria: Prato Principal, Comida de Boteco, Petisco

Especificação: Carnes, Carne Suína

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 600 gramas de costelinha suína
  • 1/2 colher (sopa) de colorau
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 4 dentes de alho triturado

Modo de Preparo:

Misture o colorau, o alho e o sal. Tempere as costelinhas e deixe marinando por 20 minutos. Frite as costelinhas na fritadeira elétrica à 180º C por 30 minutos. Vire na metade do tempo.

Dicas:

Sirva acompanhado de Farofa de jiló.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Prato suculento e saboroso. Sirva acompanhado com Molho de Pêssego e sua farofa predileta,

Copa Lombo Assada no Vinho Branco

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Suína

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 kg de copa lombo
  • Páprica, q.b.[1]
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 xícara de vinho branco
  • Água, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Passe páprica por toda a extensão do lombo formando uma camada protetora. Salpique o sal por cima da páprica. Em frigideira aqueça o azeite e sele a copa lombo.

Coloque-a em uma assadeira, adicione o vinho branco até a metade da altura (se necessário adicione água). Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido por uma hora. Se o líquido secar durante este período adicione água. Após o tempo de cozimento, retire o papel alumínio e volte ao forno até dourar.

Dicas:

– Pode servir acompanhado com Molho de Pêssego e uma farofa.

– A copa lombo pode ser substituída por outras carnes, como lombo, alcatra suína ou filé mignon suíno.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini