Mandioquinha ou Batata Baroa ou ainda, Cenoura Amarela. Não importa o nome, o que importa é o sabor! E este purê… Humm! Delicioso e muito simples de ser feito. O preparo é sem lactose e para garantir a cremosidade utilizamos o leite de coco.
Purê de Mandioquinha sem Lactose
Categoria: Acompanhamento / Guarnição
Especificação: Purê, Sem Lactose, vegana, vegetariana
Tempo de Preparo: 30 minutos
Rendimento: 3 porções
Dificuldade: Fácil
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
500 gramas de mandioquinha (batata baroa)
½ xícara de leite vegetal de coco
Sal, a gosto
Pimenta do reino branca, a gosto
Noz moscada, a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela coloque as mandioquinhas descascadas e cortadas em rodelas. Cubra com água e cozinhe até ficar bem macias. Escorra a água e reserve. Na própria panela, amasse as mandioquinhas até virar um purê. Utilize um amassador ou espremedor. Adicione o leite vegetal de coco e os temperos. Misture bem. Se a textura do purê estiver muito consistente, dilua com a água do cozimento reservada até o ponto desejado.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O Chester assado é uma receita típica de Natal. É um prato suculento, saboroso e costuma ser mais barato que o Peru. Alguns podem perguntar: o que é um chester? O Chester é uma marca registrada da Perdigão. A ave foi introduzida no Brasil pela empresa em 1980 e descende de uma linhagem de frangos da Escócia.
“A produção do Chester se concentra na cidade de Mineiros, em Goiás. O tempo de criação é superior ao do frango convencional: o Chester é abatido quando tem em torno de 50 dias, 20 dias a mais do que o frango. A alimentação também é diferenciada, com uma dieta balanceada, com vitaminas e minerais, específica para suas necessidades de desenvolvimento. Tudo isso gera diferenças no tamanho da ave e na carne.” (LARISSA COLDIBELI, 2020)[1]
Agora que já sabemos o que é um chester, vamos a receita.
Chester Assado com Vinho Branco e Suco de Laranja
Categoria: Prato Principal
Especificação: Aves, Frango
Tempo de Pré Preparo: 3 horas
Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Médio
Imagem monstera por Pexels
Ingredientes:
1 chester (3 a 4 kg)
2 dentes de alho amassado
1 raminho de alecrim
1 colher (chá) de páprica defumada
1 xícara (chá) de suco de laranja
1 xícara (chá) de vinho branco
1 cebola grande
600 gramas de batatas bolinha
1 xícara (chá) de água
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de salsinha picadinha
Modo de Preparo:
Retire os miúdos da cavidade do chester. Em um recipiente grande (ou em um saco plástico[2]) misture o alho, o alecrim, a páprica, o suco de laranja e o vinho branco. Coloque o chester. Tampe e leve à geladeira por 3 horas para marinar, virando várias vezes.
Após este tempo, transfira o chester para uma assadeira retangular grande (26×38 cm) com o peito virado para cima. Reserve o líquido da marinada. Recheie o chester com a cebola inteira. Costure bem. Besunte com o tempero da marinada, deixando um pouco de líquido na assadeira. Cubra a forma com papel alumínio e leve ao forno médio (180º C) por aproximadamente 1 hora. De vez em quando verifique se ainda tem líquido no fundo da assadeira[3]. Se tiver seco adicione mais um pouquinho da marinada para evitar que queime no fundo.
Retire o papel alumínio, adicione as batatas lavadas e com casca na assadeira. Deixe no forno por mais 40 a 50 minutos ou até a ave ficar dourada. As batatas devem ser retiradas quando estiverem macias (reserve-as). De vez em quando regue o chester com o caldo da assadeira (se necessário adicione mais líquido da marinada). Retire o chester da assadeira e coloque-o na bandeja que será servido com as batatas assadas ao redor.
Faça o molho:
Coloque a assadeira que assou o chester sobre a chama do fogão. Adicione o restante do líquido da marinada e uma xícara de água. Deixe ferver para deglaçar o fundo da assadeira e vire tudo em uma panela pequena (ou frigideira). Dissolva a farinha de trigo em 5 colheres (sopa) de água e acrescente na panela. Deixe engrossar, retire e polvilhe a salsa. Sirva o molho à parte.
Dicas:
1. O Chester já vem temperado, por isso não adicionamos sal na marinada. Os outros temperos e ingredientes são para realçar o sabor
[2] Saco plástico para marinar – Coloca-se todos os temperos, a carne, fecha e leva à geladeira pelo tempo necessário. A marinada em um saco é mais fácil de virar de vez em quando e, ao contrário de suar uma vasilha, o tempero fica em contato com toda a carne.
[3] Muito cuidado para não se queimar. Levante a ponta do papel alumínio com um garfo trinchante para analisar o fundo da assadeira. E não fique com o rosto perto ao abrir, pois exala vapor quente.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A Salada Caprese é um clássico absoluto da cozinha italiana, conhecida pela simplicidade elegante e pela valorização de ingredientes frescos e de qualidade. Tradicionalmente composta por tomate, muçarela de búfala e manjericão, a salada é finalizada apenas com azeite de oliva, sal e pimenta do reino, respeitando o princípio italiano de que poucos elementos bem escolhidos são suficientes para criar um prato memorável.
Originária da ilha de Capri, no sul da Itália, a Caprese tornou-se um dos símbolos gastronômicos do país. Suas cores. verde do manjericão, vermelho do tomate e branco da muçarela. representam a bandeira italiana, reforçando sua identidade cultural.
Existem diferentes versões sobre sua origem. A mais conhecida conta que a salada já era preparada em Capri quando o rei Farouk, do Egito, visitou a ilha e provou o prato. Encantado, teria batizado a preparação como “Salada Caprese”. Outra versão atribui a criação a um construtor local, inspirado pelas cores nacionais da Itália. No entanto, a única versão com registro histórico documentado indica que a Caprese apareceu oficialmente em 1924, no menu de um hotel da ilha de Capri, consolidando-se a partir daí como um ícone da culinária italiana.
Leve, fresca e equilibrada, a Salada Caprese é ideal como entrada ou acompanhamento, adaptando-se facilmente a diferentes ocasiões e estilos de serviço.
Salada Caprese
Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Entrada
Especificação: Salada clássica, salada de proteína, cozinha internacional (Itália), sem glúten, vegetariana
Tempo de Preparo: 20 minutos
Rendimento: 360 gramas – 3 porções
Dificuldade: Fácil
Calorias por porção (120 g): 172 kcal
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
160 gramas de tomate em rodelas
120 gramas de muçarela de búfala em fatias
20 mililitros de azeite
Folhas de manjericão fresco, a gosto
Sal, a gosto
Pimenta do reino, a gosto
Modo de Preparo:
Disponha as rodelas de tomate e as fatias de muçarela de búfala de forma intercalada em um prato. Distribua as folhas de manjericão, tempere com sal e pimenta do reino e finalize com o azeite de oliva.
Toques Finais e Sugestões:
1. Observação de porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada (120 g por pessoa). Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o postA Composição do Almoço e do Jantar.
2. Dicas de consumo: Indicada como entrada leve ou acompanhamento, a Salada Caprese funciona bem em almoços e jantares, especialmente quando servida antes de pratos principais mais elaborados ou como guarnição de carnes grelhadas, peixes ou preparações italianas clássicas.
Pode-se usar qualquer tomate (Andréa, longa vida, grape, cereja etc.) ou ainda misturá-los (ex.: longa vida com tomate cereja), explorando diferenças de doçura, acidez e textura.
3. Curiosidades: A Salada Caprese é considerada um exemplo emblemático da filosofia italiana do cucina semplice, que valoriza ingredientes frescos, sazonais e de origem local. Tradicionalmente, na Itália, o uso de vinagre balsâmico não faz parte da receita clássica, sendo uma adaptação mais comum fora do país.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A origem exata do purê de batatas é incerta, mas sua história está fortemente ligada à popularização da batata na Europa. Uma das narrativas mais conhecidas envolve Antoine-Augustin Parmentier, farmacêutico do exército francês capturado durante a Guerra dos Sete Anos, em 1700. Na prisão, ele consumiu batatas, então consideradas alimento de porcos e erroneamente associadas à lepra, e percebeu seu sabor e valor nutritivo. Após ser libertado, dedicou-se a provar aos franceses que o tubérculo era seguro e delicioso, criando diversas formas de preparo, entre elas o purê.
Registros de receitas começaram a aparecer em livros como The Art of Cookery (1747), de Hannah Glasse, e The Virginia Housewife, de Mary Randolph, nos Estados Unidos. A Irlanda incorporou a batata ao cotidiano culinário de forma intensa, preparando versões com repolho ou couve, enquanto no Reino Unido o purê pode ser transformado em bolos de batata fritos. Nos Estados Unidos, ele acompanha frequentemente molhos de carne e peru.
Hoje, o purê de batatas é um acompanhamento versátil, utilizado também como base em pratos como escondidinho, croquetes, nhoques e panquecas de batata. Nesta versão aromatizada com sálvia, tomilho e parmesão, o preparo ganha profundidade de sabor sem perder a simplicidade que o consagrou.
Purê de Batatas Aromatizado com Sálvia e Tomilho
Categoria: Acompanhamento / Guarnição
Especificação: Purê, batata, vegetais, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten
Tempo de Preparo: 40 minutos
Rendimento: 400 gramas – 4 porções
Dificuldade: Fácil
Calorias por porção (100 g): 250 kcal
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
250 gramas de batatas
70 gramas de manteiga
3 gramas de sálvia
3 gramas de tomilho
50 gramas de queijo parmesão ralado
Sal, a gosto
Pimenta do reino, a gosto
Modo de Preparo:
Cozinhe as batatas com a casca em água e sal até ficarem macias. Escorra, descasque e passe as batatas ainda quentes pelo espremedor. Em uma panela, derreta a manteiga e adicione a sálvia e o tomilho, liberando seus aromas. Acrescente as batatas amassadas e misture bem. Incorpore o queijo parmesão ralado e ajuste o sal. Caso deseje um purê mais cremoso, adicione o creme de leite e misture até ficar homogêneo.
Toques Finais e Sugestões:
1. Porcionamento: Esta preparação foi ajustada como entrada, com porção de 100 g por pessoa, considerando o equilíbrio da refeição, conforme o post A Composição do Almoço e do Jantar.
2. Dicas:
Sirva com carnes assadas, aves, cogumelos salteados ou legumes grelhados.
Para um perfume ainda mais intenso, finalize com folhas frescas de sálvia tostadas na manteiga.
Substitua o parmesão por queijo meia cura para um toque mais rústico.
3. Curiosidades: A França só passou a aceitar a batata como alimento nobre após o trabalho de Parmentier, homenageado até hoje com pratos clássicos como “Hachis Parmentier”.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O Tutu à Mineira é uma preparação tradicional da culinária de Minas Gerais, marcada pela combinação de feijão cozido e farinha de mandioca, que confere ao prato sua consistência cremosa e encorpada. Sua história está associada à cozinha rural mineira e à alimentação dos tropeiros, que percorriam longas distâncias transportando mercadorias e contribuindo para a circulação de ingredientes e costumes culinários pelo interior do Brasil.
O aproveitamento do feijão cozido, engrossado com farinha, permitia criar uma preparação substanciosa com ingredientes acessíveis. Com o passar do tempo, o tutu ganhou lugar de destaque na gastronomia mineira e passou a ser servido com acompanhamentos como linguiça frita, torresmo, arroz branco, couve refogada e ovo cozido.
Nesta versão, o feijão roxinho é temperado com alho, cebola e louro, engrossado com farinha de mandioca e servido com linguiça frita e molho de cebola, que acrescenta sabor e um toque de acidez à preparação.
Tutu à Mineira
Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal
Especificação: Feijão, leguminosas, cozinha brasileira (Minas Gerais), sem glúten, sem lactose
Rendimento: 1 hora
Tempo de Preparo: 450 gramas – 3 porções
Dificuldade: Fácil
Calorias por porção (150 g): 230 kcal
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
Tutu de Feijão
100 g de feijão roxinho seco
1/2 folha de louro
10 ml de óleo vegetal ou gordura dos torresmos
1/8 de cebola, bem picada
1/4 de dente de alho, bem picado
40 g de farinha de mandioca crua
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Linguiça Frita:
70 g de linguiça fresca
5 ml de óleo vegetal ou gordura dos torresmos
Molho de Cebola:
5 ml de óleo vegetal ou gordura dos torresmos
1/4 de dente de alho, bem picado
1/2 cebola, fatiada
1 pitada de colorau
5 ml de vinagre
Sal a gosto, se necessário
Pimenta do reino a gosto, se necessário.
Modo de Preparo:
1. Cozinhe o feijão
Lave o feijão roxinho e coloque-o na panela de pressão com o louro e água suficiente para o cozimento, respeitando o limite indicado pelo fabricante. Cozinhe por aproximadamente 20 minutos após o início da pressão, ou até que os grãos estejam bem macios.
Desligue o fogo, aguarde a saída completa da pressão e abra a panela. Retire a folha de louro e reserve o feijão com parte do caldo.
2. Prepare o tutu
Bata o feijão cozido no liquidificador com parte do caldo até obter uma mistura homogênea.
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola até começar a dourar. Acrescente o alho e refogue brevemente, sem deixar queimar. Adicione o feijão batido e cozinhe em fogo baixo, mexendo para evitar que grude no fundo. Tempere com sal e pimenta do reino.
Acrescente a farinha de mandioca aos poucos, mexendo continuamente até obter uma consistência cremosa e encorpada. Se necessário, ajuste a textura com um pouco do caldo reservado. Mantenha aquecido.
3. Frite a linguiça
Aqueça o óleo em uma frigideira e frite a linguiça até que esteja completamente cozida e dourada. Retire, escorra o excesso de gordura e corte em rodelas. Reserve.
4. Prepare o molho de cebola
Na mesma frigideira utilizada para fritar a linguiça, aproveite parte da gordura restante e acrescente o óleo, se necessário. Adicione a cebola fatiada e refogue até ficar macia e levemente dourada. Acrescente o alho e o colorau, mexendo brevemente. Adicione o vinagre e raspe o fundo da frigideira para incorporar os resíduos saborosos do preparo da linguiça. Se necessário, ajuste o sal e a pimenta-do-reino.
5. Finalize e sirva
Incorpore a linguiça ao tutu ou disponha as rodelas sobre a preparação. Distribua o molho de cebola por cima ou sirva-o separadamente, conforme a apresentação desejada.
Sugestão de serviço: acompanhe com arroz branco (pilaf), torresmo frito, ovo cozido e couve refogada. Esses itens são servidos à parte e não integram o rendimento desta receita.
Toques Finais e Sugestões:
1. Observação sobre a porção:1. Porcionamento: sirva aproximadamente 150 g de tutu à mineira com linguiça e molho de cebola por pessoa, como acompanhamento. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post: A Composição do Almoço e do Jantar.
2. Dicas de Consumo:
Consistência: acrescente a farinha de mandioca gradualmente, pois o tutu engrossa ainda mais durante o repouso.
Sabor: utilizar parte da gordura da linguiça ou dos torresmos no refogado intensifica o sabor característico da preparação.
Acidez: o vinagre do molho de cebola ajuda a equilibrar a untuosidade da linguiça e a textura encorpada do tutu.
Serviço: mantenha o tutu aquecido até a montagem dos pratos e evite deixá-lo cozinhar por tempo excessivo após adicionar a farinha.
3. Curiosidades:
Origem do nome: a palavra “tutu” é frequentemente relacionada ao termo “quitutu”, de origem africana banta, embora essa explicação etimológica seja apresentada como provável.
Farinha utilizada: a farinha de mandioca é característica de muitas versões mineiras, mas existem preparações regionais que utilizam farinha de milho.
Tradição mineira: o tutu integra uma tradição culinária que valoriza ingredientes cotidianos, aproveitamento de alimentos e acompanhamentos preparados com produtos locais.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
O arroz pilaf é uma preparação clássica, conhecida por deixar os grãos soltos e macios. É o famoso arroz soltinho, muito comum em cozinhas comerciais e presente no dia a dia de muitas culturas. Esse método tem origem na Antiguidade, especialmente na região do Oriente Médio, com forte presença na culinária da antiga Pérsia. Os persas desenvolveram técnicas refinadas para o preparo de grãos, incorporando especiarias e caldos aromáticos, o que influenciou a gastronomia de diversos povos ao longo do tempo.
Relatos históricos indicam que o arroz pilaf foi servido a Alexandre, o Grande, durante um banquete em suas campanhas militares no Oriente. A receita encantou os soldados, que levaram a técnica de volta à Macedônia, contribuindo para sua difusão pela Grécia Antiga. Com o tempo, o preparo foi sendo adaptado por outras culturas, como árabes e hebreus, que incorporaram o arroz e suas técnicas ao cotidiano culinário.
Na Índia Antiga, o arroz já era um alimento amplamente cultivado e consumido, especialmente na região do Vale do Indo. Com o tempo, as técnicas de cocção mais elaboradas desenvolvidas na Pérsia, como o método pilaf, chegaram ao subcontinente e foram incorporadas às tradições locais. Assim surgiu o pulao, uma versão indiana do arroz pilaf, preparada com especiarias aromáticas típicas como cardamomo, anis estrelado e canela.
O arroz pilaf, portanto, representa um elo entre diferentes civilizações da Idade Antiga, ilustrando como a gastronomia serviu como ponte entre Pérsia, Grécia, Índia e outros povos, unindo culturas por meio do sabor e da técnica.
Arroz Pilaf
Categoria: Acompanhamento / Guarnição
Especificação: Arroz, cereal, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariano, vegano,
Rendimento: 520 gramas – 4 porções
Tempo de Preparo: 25 minutos
Dificuldade: Fácil
Calorias por porção (130 g ): 165 kcal
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
1 colher (sopa) de óleo de soja
3 dentes de alho, picadinho
1/2 cebola pequena cortada em cubinhos (corte brunoise)
1 xícara de arroz branco (aproximadamente 200 gramas de arroz cru)
2 xícaras (480 ml) de fundo de legumes (ou água)
Sal, a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e a cebola até dourarem. Adicione o arroz e mexa bem, até que os grãos fiquem ligeiramente translúcidos e bem soltos. Acrescente o fundo de legumes (ou água) quente e ajuste o sal. Quando levantar fervura, tampe a panela e cozinhe em fogo médio, sem mexer, até que todo o líquido seja absorvido. Se preferir, finalize o cozimento no forno, com o recipiente tampado, por cerca de 20 minutos a 190–200 °C.
Toques Finais e Sugestões:
1. Esta receita está categorizada como acompanhamento/guarnição. A porção foi definida com base nessa classificação, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.
2. Dicas de consumo:
Ideal para acompanhar carnes assadas, vegetais grelhados ou pratos com molhos intensos.
Pode ser enriquecido com legumes, nozes, frutas secas ou especiarias, conforme a tradição de diferentes culturas.
3. Curiosidades:
O arroz pilaf é uma das formas mais antigas de cocção do arroz, com registros históricos que remontam aos tempos de Alexandre, o Grande.
A diferença entre o arroz pilaf e o arroz creole está no modo de preparo, e não nos ingredientes. No pilaf, o arroz é refogado com os aromáticos antes de receber o líquido; no creole, o líquido é adicionado antes dos demais ingredientes.
O arroz branco possui proporção média de cocção de 1×2 (1 medida de arroz para 2 medidas de água). Já o arroz integral, o arroz vermelho e o arroz selvagem utilizam, em média, a proporção de 1×3 (1 medida de arroz para 3 de água). Essa diferença ocorre porque os grãos integrais mantêm suas camadas externas, como o farelo e o gérmen, que são mais ricos em fibras e apresentam estrutura mais rígida. Essas camadas dificultam a absorção de água, exigindo maior quantidade de líquido e tempo de cocção para que o grão fique macio. No arroz branco, essas camadas foram removidas no processo de beneficiamento, tornando o grão mais poroso e facilitando a hidratação e o cozimento.
Cálculo prático para porções de arroz cru:
Como acompanhamento: 1/4 xícara (cerca de 50 g de arroz cru) por pessoa.
Como prato principal: 1/2 xícara (cerca de 100 g de arroz cru) por pessoa.
O arroz branco quase triplica de volume ao ser cozido: 100 g de arroz cru resultam em cerca de 260 a 280 g de arroz pronto.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A rabanada é um doce típico na ceia de Natal em Portugal e seu preparo teve origem no século XV. Elas são servidas polvilhadas com açúcar e canela. No passado, a palavra “rabanada” era apenas utilizada ao norte do rio Mondego. A partir da margem direita, o doce recebia o nome de fatia-de-parida ou fatia-dourada. Nos países de descendência espanhola, como o México, as rabanadas são consumidas nas celebrações da Quaresma (Semana Santa). No Brasil, várias famílias, principalmente as descendentes de portugueses servem as rabanadas nas festas natalinas. Assim como eu, várias pessoas atualmente têm intolerância à lactose. Neste caso, fiz a substituição por leite vegetal. Espero que gostem!
Rabanada Sem Lactose
Categoria: Entrada, Lanche, Sobremesa
Especificação: Cozinha Internacional (Portugal e Espanha), Panificação, Sem Lactose
Rendimento: 6 porções
Tempo de Pré-preparo: 20 minutos
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
1 Pão do tipo baguete ou 5 pães do tipo francês
1 xícara (chá) de leite vegetal de coco
1 colher (sopa) de açúcar cristal
2 ovos
Para Polvilhar:
3 colher (sopa) de açúcar cristal
1 colher (sopa) canela em pó
Modo de Preparo:
Forre uma assadeira retangular grande com papel manteiga. Em um recipiente, misture o leite vegetal de coco com o açúcar. Em outro recipiente, adicione o ovo e misture com um garfo ou fouet. Corte os pães em fatias com mais ou menos 1,5 centímetros ou espessura de 1 dedo.
Passe as fatias de pão na mistura de leite com açúcar e em seguida nos ovos batidos. Escorra e disponha as fatias na assadeira. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por aproximadamente por 30 minutos, deixando dourar durante 15 minutos de cada lado da fatia. Em um outro recipiente misture a canela e o açúcar e polvilhe sobre a rabanada assada.
Dicas:
Dê preferência ao leite vegetal de coco, pois ele tem o sabor mais neutro.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A Farofa Especial Anália é uma preparação que faz parte da minha memória afetiva na cozinha. Aprendi essa receita ainda adolescente, em um curso de culinária que fiz naquela época, e desde então ela permaneceu como uma daquelas preparações simples, práticas e muito saborosas que podem acompanhar diferentes refeições.
Com características associadas à cozinha mineira, esta farofa se destaca por apresentar uma textura mais úmida e macia do que as farofas tradicionalmente mais secas. A combinação de farinha de mandioca, biscoito cream cracker, linguiça, cenoura, cebola e alho resultam em uma guarnição saborosa, aromática e de preparo relativamente rápido.
O uso do biscoito triturado é um dos elementos que diferenciam a preparação. Além de contribuir para a textura, ele acrescenta uma característica particular à farofa, enquanto a cenoura ajuda a manter a preparação mais úmida e acrescenta cor e leve dulçor. A linguiça proporciona sabor e untuosidade, tornando a receita especialmente adequada para acompanhar pratos de sabor mais marcante.
É uma preparação de caráter caseiro e versátil, que pode ser servida em almoços cotidianos, reuniões familiares e refeições festivas. A receita também permite adaptações, podendo receber outras carnes ou ser preparada sem carne.
Farofa Especial Anália
Categoria: Acompanhamento / Guarnição
Especificação: Farofa, Carnes, vegetais, Cozinha Brasileira (Minas Gerais), sem glúten
Rendimento: 600 gramas – 6 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil
Calorias por porção (100 g): 270 kcal
Imagem Adriana Tenchini
Ingredientes:
6 unidades de biscoito cream cracker
1 colher (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de azeite
3 dentes de alho picados
1 cebola grande picada
100 g de linguiça toscana fina esfarelada – utilizar somente a carne, eliminando o invólucro
1 cenoura ralada
1 xícara (chá) de farinha de mandioca
Pimenta calabresa, a gosto
Páprica doce, a gosto
Sal, a gosto
Salsa picada, a gosto
Água filtrada, quanto baste, se necessário para ajustar a umidade
Modo de Preparo:
Coloque os biscoitos cream cracker em um pano de prato limpo e soque-os até obter uma farinha granulada. Se preferir, triture-os rapidamente no processador, tomando cuidado para não os transformar em um pó muito fino. Reserve.
Aqueça uma frigideira grande em fogo médio e adicione a manteiga e o azeite. Junte o alho e a cebola e refogue até que a cebola comece a ficar macia e levemente translúcida. Acrescente a linguiça toscana esfarelada e refogue, mexendo sempre, por aproximadamente 10 minutos, ou até que esteja completamente cozida e levemente dourada.
Adicione a cenoura ralada e refogue por alguns minutos. Se necessário, salpique uma pequena quantidade de água para favorecer o cozimento e preservar a característica mais úmida da farofa. Tempere com a páprica doce, a pimenta calabresa e uma pequena quantidade de sal, lembrando que a linguiça e o biscoito já podem conter sal.
Acrescente gradualmente o biscoito triturado e, em seguida, a farinha de mandioca, mexendo continuamente para incorporar os ingredientes de maneira uniforme. Ajuste a quantidade de farinha de mandioca conforme a textura desejada. A preparação deve permanecer úmida e soltinha, sem ficar excessivamente seca. Se necessário, acrescente algumas gotas de água e misture bem. Desligue o fogo e finalize com a salsa fresca picada. Misture delicadamente e sirva.
Toques Finais e Sugestões:
1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário, Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar.
2. Dicas de consumo e preparo:
Esta é uma farofa de característica mais úmida. Por isso, a farinha de mandioca deve ser adicionada gradualmente, permitindo controlar a textura.
Caso a farofa fique mais seca do que o desejado, acrescente pequenas quantidades de água filtrada, aos poucos, misturando até atingir a consistência adequada.
Para uma versão mais saborosa, a linguiça pode ser deixada dourar levemente antes da adição da cenoura.
A linguiça toscana pode ser substituída por outras carnes picadinhas ou desfiadas, como carne seca, bacon ou sobras de carnes assadas.
Para uma versão sem carne, retire a linguiça e utilize legumes, cogumelos ou outros ingredientes de sua preferência. Nesse caso, pode ser necessário ajustar a quantidade de gordura utilizada para preservar a umidade.
A farofa combina especialmente bem com feijão, arroz, carnes assadas e grelhadas, aves e churrascos.
Pode ser servida quente ou morna. Se preparada com antecedência, reaqueça em fogo baixo e ajuste a umidade, se necessário.
3. Curiosidades:
A farinha de mandioca é um dos ingredientes mais representativos da alimentação brasileira e está presente em inúmeras preparações regionais, especialmente nas farofas, pirões e acompanhamentos.
A utilização de ingredientes como mandioca, alho, cebola e carnes curadas ou frescas aproxima a preparação de características encontradas na cozinha tradicional brasileira. Em Minas Gerais, farofas e outros acompanhamentos à base de mandioca fazem parte da tradição das refeições fartas e de caráter familiar.
Nesta receita, o uso do biscoito cream cracker triturado é particularmente interessante: ele funciona como um segundo elemento farináceo e modifica a textura da preparação, deixando-a diferente de uma farofa feita exclusivamente com farinha de mandioca.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
Refogar o alho e a cebola até dourar. Acrescentar o arroz e mexer até que os grãos fiquem soltinhos e ligeiramente translúcidos. Acrescentar a água e o sal. Quando entrar em ebulição, tampar a panela e cozinhar em fogo médio, sem mexer, até que o arroz absorva todo o líquido. Reserve.
Preparo do Molho de Camarão:
Em uma panela aqueça a manteiga, adicione os camarões e frite-os somente até ficarem rosa. Não deixe por muito tempo para não ficarem borrachudos. Retire da panela e reserve. Utilize a mesma panela para fazer o molho, sem necessidade de lavar antes. Aqueça o azeite e doure o alho e a cebola. Adicione a polpa de tomate e deixe apurar. Ajuste o sal e tempere com pimenta do reino a gosto. Apague o fogo, adicione os camarões reservados e a salsinha.
Preparo do Arroz de Forno:
Em um pirex grande coloque o arroz branco e o molho. Misture até que o molho de camarão incorpore em todo o arroz. Salpique queijo parmesão ralado e leve ao forno para gratinar.
Esta receita foi testada previamente e faz parte do Livro “Diário da Gastronomia: De tudo… Um pouco.” Autora: Adriana Tenchini (Projeto em andamento, ainda sem data de publicação). Para saber mais, acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface.
O método “à Provençal” refere-se a gastronomia da região de Provence, França. A região é grande produtora de azeite e possui uma enorme variedade de ervas aromáticas. Sua culinária é baseada nos produtos típicos da estação e utilizam o azeite no lugar da manteiga.
É uma cozinha repleta de sabores, texturas e cores. O sabor único de suas receitas vem da mistura de algumas carnes, peixes e legumes frescos da estação com as ervas aromáticas. As ervas mais usadas são o tomilho, manjericão, sálvia, lavanda, estragão, louro e alecrim.
Esta salada traz um pouquinho de Provence com as misturas das cores, os sabores variados das folhas com o adocicado do tomatinho cereja e a diferença de textura com a adição dos croutons. Para completar essa delícia, um molho com azeite e tomilho.
Salada à Provençal com Crouton
Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição
Especificação: Salada Clássica, Salada verde, Cozinha Internacional (França)
Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Dificuldade: Fácil
Salada à Pronvençal com Croutons. Imagem de Bernadette Wurzinger por Pixabay
Ingredientes:
Croutons:
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
6 fatias de pão de forma, sem casca, cortado em cubinhos
Molho:
½ xícara (chá) de azeite de oliva (100 ml)
½ colher (sopa) de tomilho fresco picado
Pimenta do reino, a gosto
Sal, a gosto
Salada:
¼ maço de alface americano
¼ maço de rúcula
¼ maço de agrião
¼ maço de alface roxa
30 tomates cereja cortados ao meio
1 cebola roxa cortada em julienne
Azeitona preta sem caroço, a gosto
Manjericão, a gosto
Cebolinha picada, a gosto
Salsinha picada, a gosto
Modo de Preparo:
Prepare os Croutons:
Em uma frigideira coloque o azeite e leve ao fogo para aquecer. Junte os cubinhos de pão de forma e grelhe, mexendo às vezes até dourar todos os lados. Reserve.
Croutons. Imagem de Tomasz Mikołajczyk por Pixabay
Prepare o Molho:
Em um potinho misture o azeite, o tomilho, a pimenta do reino e o sal. Reserve.
Monte a Salada:
Rasgue as folhas com a mão e disponha em uma travessa. Acrescente os tomates cereja, a cebola, a azeitona preta e misture. Regue com o molho reservado. Salpique cebolinha e salsinha. Por cima coloque os croutons e sirva em seguida.
Dicas:
Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.
Disponha os croutons somente no momento de levar a mesa para que eles mantenham sua textura.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.
Brigadeiro Sem Lactose.
Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas
Especificação: Sem lactose, Vegana
Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos
Rendimento: 75 unidades
Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
950 g de batata doce
4 colheres (sopa) de cacau em pó
2 colheres (sopa) de óleo de coco
150 g de açúcar cristal
chocolate granulado, o suficiente
Modo de Preparo:
Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.
Dicas:
Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.
Prato saudável, saboroso e sem derivados de animais. Faça em casa, é muito fácil e uma ótima pedida para uma ocasião especial. Pode ser servido como uma entrada quente, acompanhamento ou ainda como prato principal.
Abóbora Recheada com Cogumelos
Categoria: Entrada quente, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal
Especificação: Legumes, Vegetariana, Vegana
Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 1 hora e 20 minutos
Dificuldade: Fácil
Ingredientes:
1 abóbora cabotia de tamanho médio
1 xícara de água para o cozimento
Recheio:
2 colheres (sopa) de azeite
3 dentes de alho picadinho
½ cebola picada
½ xícara (chá) de alho poró fatiado
1 bandeja de cogumelos (shitake cortados em fatias de um dedo de largura ou shimeji picado)
Corte a parte superior da abóbora de modo que forme uma tampa. Tire todas as sementes, coloque um pouco de água dentro, tampe, embrulhe no papel alumínio e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos ou até ficar macia (verifique espetando com um garfo).
Enquanto a abóbora assa, prepare o recheio. Em uma panela, em fogo médio, coloque o azeite, adicione o alho, refogando até dar uma leve douradinha. Junte a cebola e refogue novamente. Adicione o alho poró, refogando até que ele murche. Acrescente os cogumelos, salgue e tempere com a pimenta do reino. Refogue-os por cinco minutos. Reserve.
Em uma panela separada misture a polpa de tomate e a farinha de aveia diluída no leite de coco e vá mexendo até encorpar. Tire do fogo, junte os cogumelos refogados e o cheiro verde. Retire a abóbora do forno e o papel alumínio que está sobre ela. Despeje o recheio dentro dela, tampe e deixa assar por mais 15 minutos.
Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma,A Autora,A Terapeuta,A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.