O Licor de Funcho é ideal para aquecer em uma noite fria de inverno. Os licores de ervas são requintados e extremamente apreciados. Eles resultam de um trabalho de alquimia da perfeita combinação das ervas, podendo ser feita com uma só espécie ou de várias ervas ou ainda associadas a frutas e flores. Tradicionalmente os licores são servidos como um aperitivo após o jantar. O licor de funcho tem um sabor fresco e vibrante.

Licor de Funcho

Categoria:  Bebidas

Especificação: Licor, Bebida alcoólica,

Tempo de Preparo: 15 minutos + 10 dias (fermentação)

Rendimento: 1,5 litros

Dificuldade: Fácil

Imagem de Public Domain Pictures por Pixabay

Ingredientes:

  • 1 litro de água
  • 1 kg de açúcar
  • 200 gramas de folhas de funcho
  • 4 colheres (chá) de semente de funcho
  • 1 litro de álcool de cereais

Modo de Preparo:

Em uma panela, adicione a água, o açúcar, as folhas e sementes de funcho, deixe ferver por 10 minutos. Retire do fogo e espere esfriar. Acrescente o álcool de cereais. Filtre, engarrafe e guarde-o em local escuro e fresco durante 10 dias.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC).

2. A garrafa deve ser bem higienizada e deve ter, de preferência, o vidro escuro.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Chá de Tomilho é ótimo para aumentar a imunidade porque tem ação bactericida, sedativa e propriedades antissépticas para tratar infecções, fungos e outros micro-organismos. O tomilho por ter componentes que atuam como calmantes do sistema nervoso, ajuda os indivíduos que sofrem de estresse, ansiedade e depressão. As propriedades do tomilho ainda incluem sua ação expectorante, antisséptica, antibacteriana, estimulante e tônica, auxiliando no tratamento de asma, bronquite, catarro, gripe e resfriado. O uso externo do chá de tomilho é conhecido em tratamento antiacne e contra a queda de cabelos.

Nota: Não é recomendado para gestantes, lactantes, crianças menores de seis anos e indivíduos no período pós-cirúrgico. O ideal é não passar de três xícaras de chá por dia.

Chá de Tomilho

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Chá de Tomilho. Imagem de Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 litro de água
  • 2 ramos de tomilho fresco ou 1 colher (sopa) de tomilho seco

Modo de Preparo:

Leve a água ao fogo até iniciar fervura. Desligue o fogo, adicione o tomilho, tampe a panela e deixe repousar por 5 a 10 minutos. Coe e sirva. Consuma preferencialmente uma xícara após o almoço ou após o jantar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Este chá pode ser degustado quente ou morno. Para realçar o aroma e as propriedades digestivas, você pode adicionar 2 rodelas de limão, 1 pau de canela ou um fio de mel.

2. Curiosidades: O tomilho é usado há séculos na medicina tradicional mediterrânea, sendo considerado um tônico natural para o sistema respiratório.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais do Tomilho? Acesse.


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A Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada é um Fusion Food, uma fusão das culinárias da Itália e do Brasil (região sudeste). A Panna Cotta é uma sobremesa típica italiana, porém, nesta receita adicionamos o queijo minas frescal (queijo típico mineiro) e por cima (após gelar) colocamos uma calda de goiabada com cachaça, produtos típicos de Minas Gerais. O resultado fica fantástico!

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada

Categoria:  Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Fusion Food (Brasileira – Região Sudeste – com Italiana),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Tempo de descanso: 6 horas de geladeira

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 30 gramas de queijo minas frescal
  • 60 gramas de creme de leite fresco
  • 20 gramas de leite integral
  • 10 gramas de açúcar
  • 1/2 folha de gelatina sem sabor
  • 40 gramas de goiabada
  • 40 gramas de água
  • 5 ml de cachaça
  • 1 ramo de hortelã

Modo de Preparo:

Esmigalhe o queijo com um garfo ou passe numa peneira. Ferva o creme de leite, o leite, o queijo e o açúcar, retire do fogo e, quando estiver morno, dissolva a gelatina no creme. Coe a mistura e coloque numa taça e leve à geladeira por, no mínimo, 6 horas.

Leve ao fogo a goiabada e a água e deixe ferver para dissolver. Retire do fogo e acrescente a cachaça. Coloque um pouco da calda de goiabada sobre a panna cotta e decore com um raminho de hortelã.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 180 g – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


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Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 unidades

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva os baos ainda quentes, como entrada ou lanche, acompanhados de molhos orientais (shoyu, hoisin, ou pimenta doce). Ficam ótimos com chá preto ou kombucha de gengibre. Podem ser guardados na geladeira por até 3 dias e reaquecidos no vapor.

2. Curiosidades: O bao é um dos alimentos mais simbólicos da cultura chinesa. Sua forma de trouxinha representa prosperidade e boa sorte. Em regiões como Taiwan e Hong Kong, existem variações como o gua bao (bao aberto em forma de sanduíche). Há também versões doces, recheadas com creme de feijão vermelho ou pasta de gergelim preto.


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A Esfirra é um salgadinho tradicional da culinária do Oriente Médio, com origem histórica que remonta às antigas civilizações da região. No Brasil, especialmente em cidades como São Paulo, a esfirra conquistou popularidade enorme e ganhou diversas adaptações no recheio e na forma.

Tradicionalmente, apresenta uma massa macia e leve, combinada com recheios variados. Os mais comuns são os de carne, queijo e vegetais. Essa receita traz a versão clássica de carne moída, temperada com especiarias típicas como pimenta síria e zaatar, resultando em um lanche saboroso, ideal para petiscos, lanches e até mesmo pequenas refeições.

Esfirra

Categoria: Café da manhã e Lanches, petiscos

Especificação: Pãozinho, Salgadinho, Cozinha internacional (Oriente Médio), Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade): 180 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 250 gramas de farinha de trigo
  • Gema de ovos, para pincelar

Recheio

  • 160 gramas de patinho, limpo e moído
  • 1 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 cebola média, em cubinhos
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 pitada de pimenta síria
  • 1 pitada de zaatar em pó

Modo de Preparo:

Aqueça o leite até ficar morno e misture com o óleo e a manteiga até derreter. Em uma tigela, dissolva o fermento e o açúcar na mistura morna. Acrescente o sal e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, sovando bem até obter uma massa macia e que não grude nas mãos. Modele bolinhas de 2 a 3 cm de diâmetro e disponha-as sobre a bancada. Cubra e deixe crescer até dobrar de tamanho (aproximadamente 40 minutos).

Para o recheio, misture a carne moída, o tomate, a cebola, o alho, o suco de limão, a pimenta síria e o zaatar. Misture tudo cru para que o recheio não solte líquido e umedeça a massa. Abra as bolinhas, recheie e modele no formato desejado. Pincele as esfirras com gema e leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até assar, sem deixar dourar demais (aproximadamente 20 minutos).

Obs.: Para esfirras abertas, faça pequenos discos, coloque o recheio no centro e deixe uma borda.

Esfirras abertas. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Para sovar a massa, dobre-a ao meio e empurre com a palma da mão, repetindo o processo por cerca de 10 minutos até ficar homogênea e elástica.

Para verificar se a massa cresceu, coloque uma bolinha em um copo com água; quando ela boiar, está pronta para ser modelada.

As esfirras podem ser servidas quentes ou em temperatura ambiente, acompanhadas de molhos à base de iogurte ou tahine.

Curiosidade: a esfirra é um salgadinho tradicional do Oriente Médio, muito popular no Brasil, especialmente em São Paulo, onde ganhou versões variadas e recheios diferentes.


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Tradicional da culinária indiana, o Bhaji de Cebola é um bolinho frito, leve e crocante por fora, macio por dentro e repleto de especiarias aromáticas. A combinação do cominho, açafrão, erva-doce, gengibre e noz-moscada confere à massa um sabor exótico e envolvente. Muito popular em mercados e ruas da Índia, esse petisco é ideal para servir como entrada em jantares temáticos, acompanhamento para pratos vegetarianos ou em lanches descontraídos com amigos. Além de saboroso, é naturalmente vegano e sem glúten.

Bhaji de Cebola

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, couvert, entradas, lanches e petiscos

Especificação: Petisco, salgadinho, bolinho salgado, cozinha internacional (Índia), vegano, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 gramas – 4 porções (16 unidades pequenas)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 4 unidades pequenas – 100g): 190 kcal

Bhaji de Cebola. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de farinha de grão de bico
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de amido de milho
  • 1 pitada de cominho
  • 1 pitada de açafrão
  • 1 pitada de semente de erva-doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 pitada de pimenta caiena (opcional)
  • Noz moscada
  • Água, o suficiente
  • 3 cebolas média, cortadas em tiras
  • 2 ramos de coentro, picados
  • Sal, a gosto
  • Óleo, quantidade suficiente para fritar por imersão.

Modo de Preparo:

Corte a cebola em tiras finas, reserve. Em uma tigela, misture a farinha de grão de bico, o fermento, o amido de milho e todas as especiarias (cominho, açafrão, erva doce, gengibre, noz moscada e pimenta caiena, se for usar). Adicione a água aos poucos, mexendo sempre, até formar uma massa cremosa e espessa. Acrescente as cebolas fatiadas, o coentro picado e o sal. Misture bem até incorporar os ingredientes.

Aqueça o óleo em fogo médio e, com o auxílio de uma colher (sopa), modele pequenos bolinhos e coloque para fritar por imersão. Frite até que estejam dourados e crocantes por fora, virando-os conforme necessário. Retire com uma escumadeira e escorra sobre papel toalha. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:


1. Dicas de consumo

  • Sirva com chutney de coentro, molho de iogurte com limão ou geleia de pimenta.
  • Ideal para entradas em jantares com temática indiana ou como lanche em porções menores.

2. Variações

  • Substitua a farinha de grão de bico por farinha de trigo, caso não seja necessário manter a receita sem glúten.
  • Experimente adicionar legumes ralados como cenoura e abobrinha à massa, aumentando o valor nutritivo e a variedade de sabores.

3. Curiosidades

O termo bhaji é usado na Índia para designar diversos tipos de frituras feitas com vegetais. A versão de cebola é uma das mais populares e aparece com frequência em celebrações e festivais.


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O Not Dog de Cenoura é uma opção mais saudável ao tradicional hot dog e um excelente substituto para os veganos ou para as pessoas que desejam diminuir o consumo de carne. Além disso, o not dog de cenoura é muito saboroso, graças a marinada de shoyu, pimenta caiena, alho, óleo de gergelim, páprica e cominho. Experimente, tenho certeza de que agradará a todos os gostos.

Not Dog de Cenoura

Categoria:  Lanches,

Especificação: Sanduíches, Vegetais,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 sanduíches

Dificuldade: Fácil

Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Marinada

  • 2 cenouras médias
  • 1/4 de xícara (chá) de shoyu
  • 1 dente de alho picado
  • 2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
  • Pimenta caiena a gosto
  • Páprica doce a gosto
  • Cominho a gosto

Molho

  • 1 colher (chá) de azeite
  • 1/2 cebola em brunoise
  • 1/4 de pimentão em brunoise
  • 1 colher (sopa) de alho picado
  • 4 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1 colher (sopa) de melado de cana
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Sanduíche

  • 5 pães doces
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as cenouras com o sal até ficarem al dente. Corte em rodelas e reserve.

Misture os ingredientes para a marinada e adicione as rodelas de cenoura. Deixe marinar por 30 minutos. Enquanto isso, prepare o molho. Em uma panela, adicione o azeite e doure o alho, a cebola e o pimentão. Acrescente o extrato de tomate, o melado, a pimenta do reino, o sal e um pouco de água. Adicione as cenouras e deixe o molho reduzir.

Pronto! Agora é só montar seu not dog.

Molho de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.
Not Dog de Cenoura. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

2. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


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O Pão de Alho é um acompanhamento perfeito e delicioso para comer em um churrasco. É uma receita simples: pão francês (pode ser pão dormido), uma pasta preparada com alho e maionese (pode incluir outras ervas e queijo ralado) e assado na grelha da churrasqueira. Simples, prático e delicioso. Mas, o pão de alho vai muito além do churrasco. Ele pode também ser assado no forno ou na airfyer e ser servido como entrada, lanche, petisco ou como acompanhamento de carnes e aves, principalmente as grelhadas.

Pão de Alho

Categoria:  Couvert, Entrada, Lanches, Petisco, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pães,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Madara Moroza por Unsplash.

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de maionese
  • 3 dentes de alho espremidos
  • 4 pães de sal (pão francês)

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a maionese com o alho. Faça cortes nos pães na largura de um dedo, mas sem cortar até o final. Com cuidado, passe a pasta de alho em cada lado dos cortes. Leve para assar. No forno, a 200ºC por 20 a 25 minutos. Na airfryer, a 180ºC por 10 minutos. O pão de alho também pode ser preparado na churrasqueira.

Dicas:

1. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

2. Variação: adicionar queijo e/ou ervas de sua preferência.


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O Crostini à Napolitana é um clássico da antipasti italiana, com origem tradicional na região da Campânia, especialmente em Nápoles, onde a combinação de pão crocante, tomate e muçarela é parte essencial da cultura gastronômica local. Muito consumido como aperitivo, lanche ou entrada, também é uma forma prática de aproveitar pães, valorizando ingredientes simples e de sabor marcante. A adição do aliche traz o toque salgado típico das receitas mediterrâneas. Fácil de preparar, versátil e cheio de sabor, esse crostini é ideal para receber amigos ou para iniciar uma refeição especial com identidade italiana.

Crostini à Napolitana

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Preparação derivado de pão, cozinha internacional (Itália)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 porções (10 unidades)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 148 kcal

Crostini à Napolitana. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão (italiano ou ciabatta) grandes
  • 150 gramas de muçarela de búfala fatiada
  • 2 unidades de tomate, sem pele e sem semente, em cubos
  • 4 filés de aliche (em conserva)
  • Azeite, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Unte uma assadeira com azeite e distribua as rodelas de pão. Sobre cada fatia, coloque uma porção de muçarela de búfala e os cubos de tomate. Disponha os filés de aliche por cima e tempere com orégano e pimenta do reino. Regue com um fio de azeite. Pré-aqueça o forno a 200°C por 15 minutos.

Leve os crostini ao forno por cerca de 8 minutos, ou até que o pão esteja crocante e o queijo derretido. Retire do forno e, se desejar, finalize com folhas frescas de manjericão antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Experimente utilizar tomates confitados ou tomates italianos bem maduros para realçar os sabores.
  • Consuma imediatamente para manter a textura crocante.
  • Pode ser servido como entrada ou como parte de uma tábua de petiscos.
  • Substituições: muçarela por burrata ou queijo prato; aliche por sardela para uma versão com pasta.
  • Para um sabor mais intenso, esfregue um dente de alho no pão antes de montar.

2. Curiosidade: O crostini, assim como a bruschetta, teve origem como forma de reaproveitar pão amanhecido. A diferença entre eles é que a bruschetta tradicionalmente leva o pão grelhado e esfregado com alho, enquanto o crostini costuma ser assado com os ingredientes já sobre o pão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Pão de Cebola é fácil de preparar e é perfeito em diversas ocasiões: como entrada, café da manhã, coffee break, chá da tarde, lanches, pic nic, entre outros. Pode ser consumido puro ou recheado.

Pão de Cebola

Categoria:  Couvert, Entrada, Café da manhã, Lanches,

Especificação: Pães, Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 15 unidades de 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 ml de azeite
  • 50 gramas de cebola
  • 1 ovo
  • 50 ml de leite
  • 5 gramas de sal
  • 300 gramas de farinha de trigo
  • 5 gramas de fermento biológico seco
  • 25 gramas de açúcar

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o azeite, a cebola, o ovo, o leite e o sal. Reserve.

Em uma bowl, coloque a farinha de trigo, o fermento e o açúcar. Misture. Acrescente aos poucos a preparação reservada e sove. Divida a massa em pedaços de 50 gramas e boleie cada um pãozinho. Deixe fermentar por aproximadamente por 30 minutos, até dobrar de volume. As bolinhas devem estar cobertas com plástico filme, para evitar o ressecamento. Após a fermentação, pincele a massa com gema de ovo e leve ao forno a 180ºC para assar até corar os pãezinhos.

Dicas:

1. Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

2. Bolear a massa – fazer bolas. Pegue uma das porções da massa e vá amassando com as duas mãos, com pressão leve girando de forma circular até que massa fique lisinha, sem furos e em formato de bola.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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O Capeletti de Ossobuco é uma receita típica da região da Emília-Romanha, no Norte da Itália. Ossobuco vem do dialeto milanês e significa “osso com buraco”, em referência ao tutano que fica no centro do corte. O ossobuco é feito a partir da canela da perna traseira ou dianteira do boi. Na Itália, é um corte caro, assemelhando-se ao preço do filé mignon. Já no Brasil, o ossobuco é pouco usado, por isso pode-se encontrar ossobuco fresco, de excelente qualidade e preços baixos.

Capeletti de Ossobuco

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Massa recheada (Capeletti), Massa Curta, Cozinha Internacional (Itália),

Tempo de Preparo: 5 0 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de ossobuco
  • Um fio de azeite
  • 3 dentes de alho, em brunoise
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 1/4 de cenoura, em brunoise
  • 1/2 talo de salsão, em brunoise
  • 100 gramas de vinho branco seco
  • 2 tomates italiano, em jardiniére
  • 100 gramas de tomate pelado, repicado
  • Água, o suficiente
  • Sal, a gosto
  • 50 gramas de farinha de trigo comum
  • 50 gramas de farinha de trigo grano duro
  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • Folhas de manjericão a gosto
  • Orégano fresco a gosto
  • Sal a gosto
  • Pimenta calabresa a gosto
  • Queijo muçarela ralado a gosto

Modo de Preparo:

Doure o ossobuco em azeite, junte alho, cebola, cenoura e salsão e molhe com vinho. Quando reduzir, junte os tomates e cubra com água. Tempere e cozinhe na panela de pressão por 40 minutos.

Misture as farinhas com o ovo e a pitada de sal e sove até obter uma massa lisa e homogênea. Reserve por 30 minutos.

Retire as carnes, desfie-as e leve ao fogo com uma colher de sopa de farinha de trigo. Junte um pouco de água para unir as carnes. Deixe esfriar.

Abra a massa no cilindro, corte círculos e monte os capeletti recheando com a carne.

Coe o caldo do ossobuco, junte as ervas e pimenta calabresa e leve ao fogo para reduzir. Confira o tempero. Junte os capeletti ao molho e leve ao fogo até estarem cozidos. Sirva com muçarela ralada.

Dicas:

1. Capeletti – É um tipo de massa recheada originária da região de Emília-Romagna, no Norte da Itália. Seu nome vem da palavra italiana “capellos” que significa “pequeno chapéu”, devido ao formato da massa que se assemelha a um chapéu masculino medieval. O capeletti é uma evolução do Raviolli e, ao longo do tempo, a receita foi se adaptando às preferências locais. O Capeletti é produzido com uma massa fina de farinha de trigo e ovos que é recheada, cortada em quadrados e dobrados em diagonal para formar um triângulo, que é envolvido em torno do dedo até que os cantos opostos se sobreponham e possam ser pressionados juntos, adquirindo o seu formato característico. Pode-se utilizar como recheio, carnes, frango, frutos do mar, queijos, ricota, vegetais, espinafre, ovos, ervas, dentre outros. O cozimento pode ser em água e servir acompanhado com molhos leves como sugo, tomate, ervas, manteiga e sálvia, ou ainda, pode-se fazer o cozimento “in brodo”. Brodo é um caldo aromático e saboroso, feito com o cozimento lento de carnes (ou frango), legumes e temperos.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


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