Patês Veganos

Preparações culinárias cremosas à base de legumes. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal. Saudáveis e saborosos.

Babaganoush – Patê de Berinjela

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)
Babaganoush. Imagem de Laura por Pixabay

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Obs.: Pode guardar em um vidro na geladeira por até duas semanas.


Homus – Patê de Grão de Bico

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de grão de bico
  • 3 dentes de alho amassado
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Suco de ¼ de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Cúrcuma a gosto
  • Ervas a gosto (salsinha, cebolinha e manjericão)

Modo de Preparo:

Homus. Imagem de -Rita-und mit por Pixabay

Deixar o grão de bico de molho de preferência da noite para o dia. Colocar para cozinhar em panela de pressão. Deixar amornar e retirar as cascas do grão de bico. Utilizar uma peneira com tela de metal para retirar as cascas, porém, os grãos devem estar bem cozidos.

Bater o grão de bico com os dentes de alho no liquidificador até virar uma pasta. Se necessário, acrescentar um pouco de água filtrada para facilitar, mas a pasta não pode ficar líquida. Tem que ficar bem densa. O ideal é bater o grão de bico de pouco a pouco, desliga o liquidificador e em seguida coloca mais um pouco de grãos para evitar o uso de água. Depois de bem batido, acrescentar a tahine, o azeite, o limão, o sal e os temperos.


Patê de Cenoura

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.
Patê de Cenoura

Patê de Ervilha

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de ervilhas
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Azeitonas a gosto (opcional)
  • Ervas a gosto (manjericão, cebolinha e orégano)

Modo de Preparo:

  1. Cozinhe as ervilhas, reserve.
  2. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Patê de Ervilha

Dicas:

Sirva com pão sírio, biscoito, torrada ou palitos de legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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CAPA: Imagem de Rita-und mit por Pixabay

O Panetone é um dos maiores símbolos gastronômicos das celebrações de fim de ano. Originário da cidade de Milão, no norte da Itália, esse pão doce enriquecido tornou-se tradicional em diversos países e conquistou definitivamente o paladar brasileiro. Sua massa macia e aromática, combinada com frutas cristalizadas e passas, resulta em uma preparação festiva que costuma estar presente em cafés da manhã, lanches, sobremesas e ceias natalinas. Ao longo dos anos, surgiram inúmeras versões recheadas e cobertas, mas o panetone tradicional permanece como referência da receita original.

Panetone. Símbolo Natalino.

Categoria: café da manhã, lanches, sobremesa, panificação

Especificação: Pão doce, pão tradicional, cozinha internacional (Itália), vegetariano, sobremesa de panificação doce, sobremesa clássica (italiana), sobremesa festiva e sazonal

Tempo de Preparo: 2 horas

Rendimento: : 5 panetones de 1 kg – 36 porções (cada panetone rende 4 porções)

Dificuldade: Difícil

Calorias por porção (125 g): 474 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fermento Básico:

  • 200 g de fermento biológico fresco
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo

Massa:

  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 1/2 xícara (chá) de açúcar cristal
  • 9 gemas de ovo
  • 250 g de margarina
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 20 ml de essência de panetone
  • Aproximadamente 2 kg de farinha de trigo
  • 1 ovo para pincelar
  • 9 formas forneáveis para panetone de 500 g

Frutas para Rechear:

  • 600 g de frutas cristalizadas
  • 200 g de passas sem sementes
  • farinha de trigo suficiente para envolver as frutas

Modo de Preparo:

Fermento Básico:

Em uma tigela grande, dissolva o fermento biológico na água e no leite mornos. Acrescente a farinha de trigo e misture até formar uma massa homogênea. Cubra com um pano limpo e deixe fermentar até dobrar de volume.

Massa:

No liquidificador, bata a água, o açúcar, as gemas, a margarina e o sal até obter uma mistura homogênea. Transfira para a tigela contendo o fermento já fermentado. Adicione a essência de panetone. Acrescente a farinha de trigo aos poucos, misturando até obter uma massa macia, lisa e elástica.

Em outra tigela, misture as frutas cristalizadas e as passas com uma pequena quantidade de farinha de trigo para evitar que afundem durante a fermentação e a cocção. Incorpore as frutas à massa e sove até distribuí-las uniformemente.

Divida a massa em 9 porções de aproximadamente 500 g cada. Modele cada porção em formato de bola e acomode nas formas forneáveis para panetone de 500 g. Deixe crescer até atingir cerca de 2 dedos abaixo da borda das formas. Pincele a superfície com o ovo batido.

Asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos ou até que os panetones estejam dourados e assados internamente. Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de embalar ou servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva no café da manhã, brunch, lanche da tarde ou como sobremesa nas celebrações de fim de ano.
  • Harmoniza bem com café, cappuccino, chocolate quente, chás aromáticos, espumantes suaves e vinhos licorosos.
  • Pode ser utilizado no preparo de rabanadas, pudins, pavês, tortas geladas e outras sobremesas natalinas.
  • Após o resfriamento completo, conserve em embalagem bem fechada para preservar a maciez e o aroma por mais tempo.
  • A temperatura dos ingredientes influencia diretamente a fermentação. Utilize leite, água e demais ingredientes em temperatura ambiente ou levemente mornos, evitando ingredientes gelados.
  • O fermento básico normalmente leva entre 30 e 60 minutos para dobrar de volume, dependendo da temperatura ambiente.
  • Após a modelagem, a fermentação final costuma levar entre 1 hora e 30 minutos e 3 horas. Em dias frios, esse tempo pode ser maior.
  • Mais importante que o tempo é observar o crescimento da massa. O panetone estará pronto para assar quando atingir aproximadamente 2 cm abaixo da borda da forma.
  • A sova adequada é fundamental para o desenvolvimento do glúten, responsável pela estrutura macia e aerada característica do panetone.
  • Para distribuir melhor as frutas na massa, envolva-as

2. Curiosidades:

  • O Panetone surgiu na região de Milão e sua origem é cercada por diferentes lendas populares.
  • Uma das histórias mais conhecidas associa seu nome à expressão italiana “Pane di Toni”, ou “Pão de Toni”.
  • O Brasil tornou-se um dos maiores consumidores de panetone do mundo.
  • A textura leve e aerada característica da receita é resultado da fermentação adequada e do desenvolvimento do glúten durante a sova.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O clássico pudim de leite condensado é uma das poucas sobremesas que agrada praticamente a todos. A receita é simples, feita com apenas três ingredientes batidos no liquidificador.

Pudim de Leite Condensado. Uma das sobremesas mais tradicionais.

Categoria: Café da manhã, lanches, sobremesas,

Especificação:Pudim, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Típica Brasileira,

Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de viadireta por Pixabay

Ingredientes:

Calda:

  • 1/2 xícara de água quente
  • 1 xícara de açúcar

Pudim:

  • 1 lata de leite condensado
  • 4 ovos
  • 2 latas de leite (a mesma medida da lata de leite condensado)

Modo de Preparo:

Calda:

Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até o açúcar derreter e ficar dourado. Cuidado para não queimar. Quando o açúcar estiver dourado acrescente a água quente e continue mexendo. Deixe a calda ferver até que todo o açúcar esteja dissolvido e a calda tenha engrossado. Em seguida, passe a calda da panela para uma assadeira com furo e reserve.

Pudim:

No liquidificador bata bem os ovos, depois acrescente o leite condensado e o leite, batendo até formar uma mistura homogênea. Despeje o pudim na assadeira sobre a calda. Cubra o pudim com papel alumínio e leve ao forno médio em banho maria por uma hora e trinta minutos, dependendo do forno. Deixe esfriar, desenforme e sirva.

Dicas:

1. Caramelização – Caramelizar significa o douramento induzido pelo calor de um alimento que contenha açúcares.

2. Banho-maria consiste em utilizar duas panelas, uma delas com água quente e a outra com o alimento. A panela com água quente fica no fogo baixo ou médio. A panela com o alimento pode ficar mergulhada na água ou apenas no vapor desprendido.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

4. Para saber o ponto certo de cozimento, espete-o com um palito ou uma faca, se sair limpo está pronto.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de viadireta por Pixabay

Uma ótima dica para um momento especial. Este prato eu aprendi em um curso de culinária que fiz ainda adolescente e em momentos especiais sempre gosto de incluí-lo no cardápio, por ter uma ótima aparência e ser muito saboroso. A carne de lombo é mais seca, mas este recheio aumenta a suculência. A parte mais difícil desta receita é abrir uma “manta” do lombo para colocar os recheios. Para aqueles que não dominam esta técnica, podem solicitar ao próprio açougueiro no momento da compra.

Rocambole de Lombo com Redução de Vinho Tinto

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne suína

Tempo de Pré-preparo: 3 horas

Tempo de Preparo: 2 horas

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini
“Manta” de lombo com o recheio
“Manta” com o recheio e o bacon
Rocambole assado e fatiado

Ingredientes:

Marinada:

  • 2 kg de lombo de porco
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 dentes de alho esmagado
  • 1 cebola, em brunoise
  • 2 limões

Montagem do Rocambole:

  • 10 fatias de pão de forma
  • 2 xícaras de leite
  • 8 maçãs cortadas em fatias, sem casca e sem sementes
  • 1 cebola ralada
  • 80 gramas de ameixas pretas secas, sem caroços e picadas
  • 6 gemas
  • 1 pimentão verde, em brunoise
  • 2 cenouras raladas
  • pimenta do reino, q.b.[1]
  • sal, q.b.
  • 200 gramas de bacon, fatiado
  • Mel para pincelar

Molho:

  • Deglaçagem da assadeira
  • 1 xícara de água
  • 1 cebola ralada
  • 3 dentes de alho amassados
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 xícaras de vinho tinto seco

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Coloque o lombo para marinar por três horas com o sal, o alho, a cebola e o suco dos limões. Decorrido esse tempo, com o auxílio de uma faca afiada, vá abrindo o lombo até obter uma “manta” de carne que possa ser enrolada depois. Reserve o líquido da marinada.

Numa tigela a parte, coloque as fatias de pão de forma, regue com o leite e deixe de molho por uns 15 minutos. Espalhe as fatias de maçã num prato e regue com o suco de dois limões, para evitar que fiquem escuras.

Escorra as fatias de pão e, em outra vasilha, esprema com mãos até formar uma pasta. Adicione a cebola ralada, as ameixas pretas, as gemas, o pimentão, as cenouras, a pimenta do reino e o sal. Misture bem até obter um purê consistente. Espalhe o purê preparado sobre o lombo. Em seguida, disponha as fatias de maçã e sobre elas, o bacon fatiado.

Enrole o lombo como se fosse um rocambole, amarrando firme com um barbante em toda a sua extensão para evitar que o recheio escape. Prenda bem as duas extremidades. Coloque-o em uma assadeira juntamente com o líquido da marinada reservada e cubra com papel alumínio.

Leve ao forno pré-aquecido, por cerca de 1 hora e meia. De vez em quando, levante o papel e regue o rocambole com o líquido da assadeira. À medida que o líquido for secando, adicione água. Decorrido o tempo, retire o papel alumínio e pincele mel sobre o lombo. Deixe por mais 5 a 10 minutos para dourar.

Molho:

Deglaçar o fundo da assadeira com uma xícara de água (ver dicas abaixo) e bater tudo no liquidificador. Reserve. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite. Adicione o vinho tinto e ferva por uns 5 minutos para o álcool evaporar. Em seguida, misture o caldo reservado e deixe reduzir até que obtenha a consistência de molho.

Corte o lombo em fatias com espessura de um dedo e disponha em uma travessa. Tenha cuidado ao cortar para não desmontar. O molho pode ser servido a parte ou despejado sobre o lombo.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. O leite usado para demolhar o pão de forma pode ser substituído por leite vegetal, sendo melhor o leite de coco por ter um sabor mais suave, não marcante.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

4. Para deglaçar, coloque a assadeira sobre a chama do fogão e adicione a água. Espere aquecer até que solte todos os resíduos do cozimento do lombo, são eles os formadores do sabor dos molhos e reduções.

5. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela ou tabuleiro para soltar os sucos do cozimento que ficam grudados no fundo.


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FONTES IMAGENS: Adriana Tenchini

O Ratatouille é um prato emblemático da culinária francesa, originário da região da Provença, especialmente da cidade de Nice. Tradicionalmente associado à cozinha camponesa, surgiu como uma forma simples e inteligente de aproveitar legumes frescos disponíveis, preparados lentamente até atingirem textura macia e sabor profundamente aromático.

Apesar de muitas vezes ser relacionado à chamada gastronomia moderna, sua essência é rústica e ancestral, baseada na valorização dos ingredientes e no respeito ao tempo de preparo. Ao longo dos anos, o prato ganhou releituras mais refinadas, como a versão em camadas finas e organizadas, popularizada mundialmente após o filme de animação da Disney Pixar, Ratatouille (2007).

Versátil, o Ratatouille pode ser servido quente ou frio, como entrada, acompanhamento ou até mesmo como prato principal em refeições leves. Rico em vegetais, é naturalmente vegano, nutritivo e cheio de sabor.

Ratatouille. Herança dos camponeses franceses.

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Legumes, Cozinha Internacional (França),

Tempo de Preparo:  60 minutos

Rendimento: 1600 gramas – 16 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 64 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 cebolas
  • 3 tomates
  • 2 abobrinhas
  • 2 berinjelas
  • 1 pimentão verde
  • 1 pimentão amarelo
  • 2 dentes de alho amassados
  • 200 g (aproximadamente 1 xícara) de passata de tomate
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Manjericão fresco ou seco, a gosto
  • Tomilho fresco, a gosto.
  • 3 a 4 colheres (sopa) de azeite

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 180 °C.

Espalhe a passata de tomate no fundo de um refratário médio, formando uma camada uniforme. Corte todos os vegetais em rodelas finas e regulares, mantendo espessura semelhante para um cozimento uniforme. Tempere levemente os vegetais com sal.

Disponha os legumes em pé, lado a lado, sobre a passata, intercalando cores e tipos de forma organizada e harmoniosa. Finalize com o alho amassado distribuído sobre os vegetais, tempere com pimenta do reino, manjericão e galhos de tomilho. Regue com o azeite de forma uniforme. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por cerca de 30 minutos. Retire o papel e asse por mais 15 a 20 minutos, até os legumes ficarem macios e levemente dourados.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: esta receita rende cerca de 100 g por pessoa, sendo classificada como acompanhamento/guarnição, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • O Ratatouille é uma guarnição extremamente versátil. Combina bem com carnes grelhadas, aves assadas, peixes ou preparações à base de grãos. Também pode ser servido com pães rústicos ou sobre polenta cremosa. Quando servido frio, funciona muito bem como antepasto.
  • Para intensificar o sabor, finalize com folhas frescas de manjericão e um fio adicional de azeite extravirgem.

3. Curiosidade: a versão em camadas organizadas, como nesta receita, é uma releitura moderna. A forma tradicional francesa é mais rústica, com os legumes cortados em cubos e cozidos como um ensopado.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Poucas preparações reúnem tantas pessoas ao redor da mesa quanto a pizza. Originária da tradição italiana e difundida em todo o mundo, ela ganhou inúmeras versões e coberturas, desde as mais clássicas até combinações criativas e regionais. Preparar a própria pizza em casa transforma a refeição em uma experiência gastronômica divertida e participativa, permitindo que cada pessoa escolha seus ingredientes preferidos e personalize sua criação. Esta massa apresenta boa elasticidade, bordas macias e excelente versatilidade para pizzas salgadas ou doces.

Pizza Vapt Vupt

Categoria: lanches, petiscos, panificação

Especificação: Pizza

Tempo de Preparo: 2 horas e 40 minutos

Rendimento: 4 pizzas grandes – 24 fatias

Dificuldade: Média

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Massa

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 1 gema
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1/2 colher (sopa ) de sal
  • 30 ml de óleo
  • 1 colher (sobremesa) de fermento biológico seco
  • 600 ml de água

Pizza Portuguesa

  • Presunto
  • Ovos cozidos
  • Azeitonas
  • Cebola
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Marguerita

  • Muçarela
  • Queijo ralado ou muçarela
  • Manjericão fresco

Pizza Rústica

  • Atum ralado
  • Pimentão em cubos
  • Azeitonas
  • Cebolas em rodelas
  • Champignon picado
  • Ovos cozidos
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Califórnia

  • Muçarela
  • Presunto
  • Frutas em compota (pêssego, figo e abacaxi)

Pizza Vegetariana

  • Brócolis
  • Abobrinha
  • Tomate
  • Pimentão
  • Cebola
  • Milho verde
  • Manjericão
  • Azeitonas
  • Orégano
  • Muçarela

Pizza de Cogumelos

  • Cogumelos shiitake
  • Cogumelos shimeji
  • Manteiga
  • Molho shoyu
  • Muçarela de búfala

Pizza de Alho Poró

  • Alho
  • Cebola
  • Alho-poró
  • Requeijão cremoso
  • Molho de tomate

Pizza de Brigadeiro com Morangos

  • Brigadeiro de chocolate em ponto mole
  • Morangos frescos

Modo de Preparo:

Em uma tigela grande, misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento. Acrescente a gema, o óleo e a água. Misture até formar uma massa homogênea. Sove por 15 a 20 minutos, até obter uma massa lisa, macia, elástica e levemente pegajosa. Coloque a massa em uma tigela untada, cubra com pano úmido e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas para fermentação.

Após o crescimento, divida a massa em 4 porções de cerca de 420 g cada. Boleie cada porção e deixe descansar por 10 minutos.

Abra os discos manualmente, mantendo as bordas ligeiramente mais altas. Disponha cada disco em forma untada. Espalhe molho de tomate sobre as pizzas salgadas, deixando as bordas livres. Adicione a cobertura desejada. Asse em forno preaquecido a 180 °C por 15 a 20 minutos ou até dourar.

Obs.: Para pizzas doces, aplique a cobertura diretamente sobre a massa, sem utilizar molho de tomate.

Pizza Portuguesa. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Vegetariana. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Marguerita. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Cogumelos. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Brigadeiro com Morangos. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Ideal para encontros familiares, aniversários e noites temáticas.
  • Sirva acompanhada de saladas verdes para uma refeição mais equilibrada.
  • As massas podem ser preparadas antecipadamente e mantidas refrigeradas por até 24 horas antes do uso.
  • Também podem ser parcialmente pré-assadas e congeladas para utilização futura.

2. Curiosidades:

  • A fermentação refrigerada desenvolve aromas mais complexos e melhora a textura da massa.
  • A pizza moderna surgiu em Nápoles, na Itália, entre os séculos XVIII e XIX.
  • O termo italiano “pizza” aparece em registros históricos desde o século X.
  • O manjericão, tomate e queijo da pizza marguerita representam as cores da bandeira italiana.
  • A pizza é uma das preparações mais adaptáveis da gastronomia mundial, recebendo ingredientes típicos de cada região.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Design Draw Artes por Pixabay

As maçãs fritas são uma daquelas receitas que atravessam séculos e permanecem irresistíveis. Esse preparo simples era muito comum na Europa durante a Idade Média, especialmente entre os séculos XIII e XV, quando frutas empanadas e fritas eram servidas tanto em banquetes nobres quanto em tavernas populares. Registros como o ‘Forme of Cury’ (Inglaterra, século XIV) e o ‘Le Ménagier de Paris’ (França, século XIV) mencionam preparos semelhantes, geralmente feitos sem açúcar refinado, já que esse ingrediente era caro e pouco acessível. O mel, considerado um produto nobre e valorizado, era utilizado para adoçar e finalizar pratos como este.

Mesmo com o passar do tempo, a estrutura da receita se manteve: uma fruta, uma massa leve e uma fritura rápida, que resulta em camadas crocantes por fora e macias por dentro. Hoje, a maçã frita pode ser servida como sobremesa, lanche ou mesmo como parte de um café da manhã especial, mantendo seu caráter histórico com um toque contemporâneo.

Maçã Frita

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas, confeitaria

Especificação: Fruta empanada, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 480 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (80 g): 142 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 maçãs (preferencialmente firmes, como Fuji ou Gala)
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 xícara de cerveja (ou água com gás, em versão sem álcool)
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal (para polvilhar)
  • Mel (opcional, para servir, mantendo a inspiração medieval)
  • Óleo (para fritar)

Modo de Preparo:

Corte as maçãs em fatias (com ou sem casca, conforme preferência). Em uma tigela, misture a farinha, os ovos e a cerveja até formar uma massa grossa e homogênea. Aqueça o óleo em fogo médio. Passe as fatias de maçã pela massa, envolvendo bem. Frite em óleo quente até dourar dos dois lados. Escorra em papel absorvente. Polvilhe açúcar por cima e, se quiser conservar o estilo medieval, finalize com mel. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva com mel, melado ou açúcar com canela, conforme o estilo desejado.
  • Para uma versão mais próxima da original, retire o açúcar e finalize apenas com mel.
  • Pode ser servido com sorvete de creme, chantilly ou iogurte para contraste de textura.
  • Experimente substituir a cerveja por sidra ou hidromel para reforçar o contexto histórico.

2. Curiosidade: Na Idade Média, as frituras doces eram valorizadas em dias festivos e podiam representar status social, principalmente quando levavam mel ou especiarias, ingredientes caros na época.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Em Roma, a paixão pelas massas parece bater todos os recordes, e foi nesta cidade, segundo a opinião de seus habitantes, que surgiram criações de fama mundial como o spaghetti alla carbonara, os bavette alla carrettiera, os spaghetti all’amatriciana e os spaghetti alla putanesca. A cidade Eterna é cheia de contrastes, ricos e pobres vivem a poucos metros de distância. A paixão pela “pasta” é o elo que une todos, mas para os romanos menos abastados, a massa constitui um prato acessível, farto, saudável e, acima de tudo, saboroso.

Espaguete à Carbonara

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Prato principal

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete), Cozinha Internacional (Itália – Roma),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de Wow Phochiangrak por Pixabay

Ingredientes:

  • 500 g de espaguete
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 200 g de bacon em cubinhos
  • 3 dentes de alho picadinhos
  • 1 cebola em cubos
  • 4 ovos
  • 2 gemas de ovos
  • 100 g de queijo parmesão ralado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, q.b.
  • Salsinha para finalizar

Modo de Preparo:

Cozinhe o espaguete em bastante água com sal até ficarem al dente. Enquanto isso, doure o bacon no azeite até ficar crocante. Adicione a cebola e o alho, deixe dourar, apague o fogo e reserve.

Em uma bowl bata as gemas, os ovos, o queijo ralado, uma pitada de sal e pimenta do reino moída na hora. Retire o espaguete da água quente, colocando direto na panela com o bacon e salteie. Apague o fogo. Mexa bem.

Acrescente a mistura de ovos com o queijo misturando bem e de forma rápida, evitando que os ovos toquem o fundo da panela diretamente. Isso pode cozinhar os ovos deixando o Carbonara com aspecto de ovos mexidos. Salpique salsinha. Sirva imediatamente.

Dicas:

1. O espaguete à Carbonara não é macarrão com bacon e ovos mexidos. Os ingredientes do molho (ovos batidos) devem ser misturados antecipadamente e fora do fogo. Ele será aquecido somente com o calor da massa cozida.

2. Segredo: Para que os ovos fiquem grudados na massa, junte o espaguete no centro da panela, apague o fogo, jogue o molho (ovos batidos) por cima do macarrão e fique mexendo.

3. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A moussaká é considerada o prato mais emblemático da culinária grega contemporânea. Sua versão clássica foi consolidada no início do século XX pelo chef Nikolaos Tselementes, que incorporou o molho bechamel à preparação e refinou sua apresentação, transformando-a em um símbolo da cozinha mediterrânea. Tradicionalmente preparada em camadas de batata, berinjela, cordeiro e tomate, finalizadas com molho bechamel gratinado, a moussaká combina sabores intensos, textura cremosa e aromas marcantes. Embora existam versões semelhantes em diversos países do Oriente Médio e dos Bálcãs, a versão grega destaca-se pela sofisticação técnica e equilíbrio entre os ingredientes.

Moussaká. Prato grego mais conhecido do mundo.

Categoria: Prato Principal, entrada, petisco

Especificação: Carne Ovina, Cozinha Internacional (Europeia – Grécia)

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 900 gramas – 3 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (300 g): 482 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Molho Bechamel:

  • 30 gramas de manteiga
  • 30 gramas de farinha de trigo
  • 300 ml de leite fervente
  • Noz moscada, a gosto
  • Sal, a gosto

Moussaká

  • Azeite, a gosto
  • 1 Berinjela, cortada em rodelas de 1 cm de largura
  • 1 Batata sem casca, cortada em rodelas de 1 cm de largura
  • 3 dentes de alho, em Brunoise
  • 1 cebola, em Brunoise   
  • 300 g de pernil de cordeiro, picado finamente
  • 2 tomates, em concassé
  • 50 ml de passata de tomate
  • Pimenta do reino moída, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Salsinha picada, a gosto
  • Queijo parmesão ralado grosso, a gosto

Modo de Preparo:

Molho Bechamel:

Leve uma panela ao fogo baixo, derreta a manteiga e acrescente a farinha de trigo. Misture com um fouet e cozinhe por 1 a 2 minutos, sem deixar escurecer. Retire do fogo e incorpore aos poucos o leite quente, mexendo continuamente para evitar grumos. Volte ao fogo e cozinhe por cerca de 5 minutos, até engrossar. Tempere com sal e noz-moscada e passe pelo chinois para obter um creme liso e uniforme.

Moussaká

Aqueça uma frigideira com azeite e doure as rodelas de berinjela dos dois lados. Retire e seque sobre papel-toalha. Repita o processo com as rodelas de batata até que estejam levemente douradas e macias. Reserve.

Na mesma frigideira, aqueça mais azeite e refogue o alho e a cebola até ficarem levemente dourados. Acrescente o cordeiro e cozinhe até dourar bem. Junte os tomates, a passata, o sal, a pimenta-do-reino e o orégano. Cozinhe até o molho reduzir e ficar encorpado. Finalize com a salsinha picada.

Montagem:

Unte uma assadeira pequena com azeite e monte as camadas na seguinte ordem: batata, carne, berinjela, carne, molho bechamel e queijo parmesão ralado. Leve ao forno preaquecido a 200°C por cerca de 50 minutos, até dourar e gratinar. Deixe repousar por alguns minutos antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: esta preparação segue o padrão de aproximadamente 300 g por pessoa para pratos principais, preparação mista ou composta, conforme orientação apresentada no ppst A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • A moussaká pode ser servida como prato principal completo acompanhada apenas de salada verde fresca, folhas amargas ou legumes grelhados, equilibrando a cremosidade e a intensidade da preparação.
  • Vinhos tintos médios e aromáticos harmonizam muito bem com a preparação, especialmente rótulos mediterrâneos elaborados com uvas como Syrah, Grenache ou Tempranillo.
  • Para melhor textura e apresentação, deixe a moussaká descansar de 10 a 15 minutos após sair do forno antes de cortar e servir.
  • A preparação pode ser montada antecipadamente e refrigerada antes da gratinação final, facilitando o serviço em refeições maiores.
  • A moussaká costuma apresentar sabor ainda mais intenso no dia seguinte, após o descanso dos ingredientes e maior integração dos aromas.
  • Pode ser servida em porções individuais gratinadas em ramequins ou pequenas cocottes, valorizando a apresentação em serviços especiais. Nessas versões, a moussaká também pode funcionar como entrada substanciosa ou petisco sofisticado em menus mediterrâneos, jantares compartilhados e eventos gastronômicos.
  • Para uma refeição mais leve, acompanhe com iogurte natural temperado com hortelã, pepino e azeite, inspirado nos sabores tradicionais da culinária grega.
  • A carne de cordeiro pode ser substituída por carne de boi, resultando em uma versão igualmente saborosa.

3. Curiosidades:

  • A moussaká é frequentemente comparada à lasanha italiana por causa das camadas e da gratinação, embora utilize vegetais no lugar da massa.
  • A palavra “moussaká” tem origem árabe, derivada de termos relacionados a “umedecido” ou “servido frio”, indicando que versões antigas do prato eram consumidas em temperatura ambiente.
  • A versão moderna da moussaká grega foi popularizada no início do século XX pelo chef Nikolaos Tselementes, que incorporou técnicas da cozinha francesa, especialmente o molho bechamel.
  • Antes da influência francesa, muitas versões da moussaká eram preparadas apenas com vegetais, carne e molho de tomate, sem cobertura cremosa.
  • A moussaká possui versões tradicionais em diversos países dos Bálcãs e do Oriente Médio, como Turquia, Sérvia, Bulgária e Líbano. Cada região adapta os ingredientes conforme a cultura local.
  • Em algumas receitas tradicionais gregas, utiliza-se canela ou pimenta-da-jamaica no refogado de cordeiro, trazendo um perfil aromático típico da culinária mediterrânea oriental.
  • A combinação de berinjela e cordeiro é considerada clássica na gastronomia mediterrânea devido ao equilíbrio entre a gordura da carne e a leve amargura vegetal da berinjela.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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