O Espaguete com Camarão e Rúcula é um prato super versátil que pode ser preparado com diversos molhos, e os frutos do mar sempre trazem um toque refinado à receita. O espaguete com camarão e rúcula é muito fácil e rápido de ser preparado. Então, mãos à massa!

Espaguete com Camarão e Rúcula

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal,

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete), Frutos do mar, Vegetais

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Espaguete com Camarão e Rúcula. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 g de massa (espaguete)
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 20 g de salsão, cortados em brunoise
  • 20 g de alho poró, em brunoise
  • 20 g de cebola, em brunoise
  • 20 g de cenoura, em brunoise
  • 50 g de camarão
  • 250 ml de creme de leite
  • Sal, à gosto
  • Pimenta do reino, à gosto
  • 4 folhas de rúcula
  • 2 ramos de salsinha
  • 2 talos de cebolinha

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa ao dente, reserve. Em uma panela coloque a manteiga e os vegetais cortados em brunoise, deixe murchar. Junte os camarões e doure. Adicione o creme de leite. Tempere com sal e pimenta do reino. Junte a massa e salteie. Finalize com rúcula, cebolinha e salsinha. Sirva quente.

Dicas:

1. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Macarrão Alho e Óleo é um prato simples e prático. Esta receita saborosa, com apenas três ingredientes, pode ser servida como acompanhamento ou como prato principal em uma refeição. O sabor e o aroma do alho douradinho dão um toque especial.

Título

Categoria:  Prato Principal, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Massa seca, Massa Longa (talharim, espaguete ou linguine)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de conger design por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de macarrão (talharim, espaguete ou linguine)
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho
  • Pimenta do reino, a gosto (opcional)
  • Água, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal. Quando o macarrão estiver al dente, escorra bem a água e reserve.

Em outra panela, frite o alho no azeite. Acrescente o macarrão reservado, salpique a pimenta do reino e salteie até que o alho e o azeite incorporem em toda a massa. Sirva quente. Finalize com queijo parmesão ralado.

Dicas:

1. Talharim ou Taglierini ou Tajarin – É um tipo de massa originária de Piemonte, na Itália. É um macarrão achatado e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e gemas de ovos, com largura em torno de 3 a 4 mm de largura e em formato de ninho. Normalmente é servida com molho leve e simples. Pode ser com apenas manteiga ou mascarpone (queijo cremoso), molho de um assado, sugo ou bolonhesa.

2. Spaghetti ou Espaguete – É o corte mais tradicional na Itália, sendo mundialmente conhecido por sua versatilidade. É um macarrão fino, cilíndrico e longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos, possui diferentes numerações (quanto maior, mas grosso). Combina com molhos líquidos, mas que não sejam muito cremosos e encorpados. Ele é ideal com os tradicionais molhos sugo, bolonhesa, pesto, carbonara e semelhantes.

3. Linguini ou linguine – É um tipo de massa originária de Gênova, na Itália. Seu nome significa “pequenas línguas” no dialeto norte italiano da Ligúria. O Linguini tem um formato um pouco mais achatado e não tão cilíndrico quanto o espaguete. É um macarrão longo (10 cm de comprimento), produzido com farinha e ovos e com largura de 4 mm. É bastante versátil, servido tanto com o clássico molho de tomate, como molhos à base de queijos, vegetais, peixes, carne ou com feijão branco.

4. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura. Para cozinhar massas utiliza-se água fervendo.  

5. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

6. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tartar de Salmão é uma variação de um clássico francês, o “steak tartare”. Atualmente o termo “tartar” se refere a qualquer tipo de proteína crua e finamente picada. Pode-se utilizar carne bovina, salmão, peixe branco, atum. Além da proteína, pode-se também usar legumes e/ou frutas picadas

Tartar de Salmão

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de Blandine Joannic por Pixabay

Ingredientes:

  • 300 gramas de aparas de salmão
  • 1/4 de cebola picadinha
  • Azeite, a gosto
  • Folhas de tomilho, a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto
  • Uma pitada de aji-no-moto
  • Tarê, a gosto
  • Wasabi, a gosto

Modo de Preparo:

Corte em cubinhos as aparas do salmão. Tempere com a cebola, azeite, tomilho, pimenta do reino, sal e aji-no-moto.

Sirva acompanhado de Tarê e wasabi.


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O tataki é uma técnica tradicional da culinária japonesa usada para preparar carnes ou peixes. Em japonês, a palavra significa “golpeado” e se refere ao processo de selar a proteína rapidamente sobre uma superfície quente ou direto no fogo, deixando o exterior tostado e o interior cru. O resultado é uma textura macia e um sabor intenso. Nesta receita, o lombo de atum é selado com maçarico, cortado em fatias e servido com molho teriyaki. Se não tiver um maçarico, pode grelhar rapidamente em uma frigideira bem quente. É simples, elegante e cheio de sabor.

Tataki de Atum

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas, Prato Principal, Petisco

Especificação: Peixes, Cozinha Internacional (Japão),

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (125 g): 180 kcal

Tataki de Atum. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo de atum
  • Molho teriyaki, a gosto

Modo de Preparo:

Corte ou retire as aparas do atum para que ele fique em formato de bloco retangular. Com o maçarico, toste toda a superfície do lombo, até que fique dourado por fora e cru por dentro. Em seguida, corte o atum em fatias com cerca de um dedo de largura. Despeje o molho teriyaki em uma travessa ou prato e disponha as fatias de atum sobre ele. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Como prato principal, recomenda-se uma porção de aproximadamente 125 g de tataki de atum por pessoa, acompanhada de arroz, vegetais, saladas ou outras guarnições. Para mais informações sobre composição e equilíbrio das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Sirva com salada de folhas frescas, arroz gohan ou legumes grelhados. Pode ser usado como entrada sofisticada, petisco leve ou até como prato principal em uma refeição japonesa.

3. Curiosidades: O tataki surgiu na região de Tosa, no Japão, e tradicionalmente era feito com carne bovina ou peixe (como o bonito). O uso do maçarico é uma adaptação moderna que facilita o preparo doméstico.

4. Aproveitamento: As aparas retiradas do lombo podem ser aproveitadas em um tartar de atum, sushi ou saladas.


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O Pirão de Peixe é muito conhecido no Brasil e pode ser um ótimo acompanhamento para as refeições, em especial, a Moqueca. Alguns pesquisadores afirmam que o Pirão surgiu no Brasil, na civilização indígena. Outros dizem que é originário da Angola e foi adaptado aos ingredientes brasileiros. A receita a seguir é elaborada com a cabeça do peixe que normalmente é descartada.

Pirão da Cabeça de Peixe

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pirão, Cozinha brasileira (Espírito Santo),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 3 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de chumeodihia98 por Pixabay

Ingredientes:

  • 1/2 maço de coentro, picado
  • 1 cebola, bem picada
  • 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes e picados
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 litro de água
  • 1 cabeça de peixe (o mesmo usado para fazer a moqueca)
  • 1 fio de azeite
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 100 gramas de farinha de mandioca crua
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 6 ramos salsinha, bem picados
  • 6 talos cebolinha, bem picados
  • Pimenta malagueta a gosto

Modo de Preparo:

Refogue o coentro, a cebola, os tomates e o alho, coloque a água e cozinhe a cabeça do peixe até quase desmanchar. Retire a cabeça, desfie a carne e descarte os ossos. Peneire o caldo, tempere e junte o peixe desfiado. Refogue o colorau no azeite, acrescente o caldo e vá colocando a farinha de mandioca, em fogo baixo e mexendo sempre para não empelotar, até atingir a consistência cremosa de pirão. Tempere com sal, pimenta-do-reino e, se desejar, pimenta-malagueta e cheiro verde.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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O Salmão Black é um preparo tradicional da gastronomia japonesa contemporânea, baseado na marinada prolongada de lombo de salmão em uma combinação de molho de soja (shoyu), saquê e gengibre. O nome “black” remete à coloração intensa adquirida durante a marinada, que intensifica seu sabor umami e confere textura macia e aveludada à carne do peixe. Pode ser consumido cru, como base para sushis, sashimis, ceviches e tartares, ou grelhado e servido com acompanhamentos como arroz branco ou arroz negro, purês e vegetais salteados. Sua versatilidade e sabor marcante fazem dele uma excelente escolha tanto para entradas quanto para pratos principais ou petiscos refinados.

Salmão Black

Categoria:  Aromáticos, entrada, petisco

Especificação: Marinada, peixes, cozinha internacional (Japão), sem lactose

Tempo de Preparo: 24 horas

Rendimento: 600 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 gramas): 208 kcal

Sashimi de Salmão Black. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 600 gramas de lombo/filé de salmão, sem pele e sem espinhas
  • 1 colher (sopa) de gengibre fresco, descascado e ralado
  • 3 colheres (sopa) de saquê culinário (mirim ou similar)
  • Molho de soja (shoyu), o suficiente para cobrir completamente o peixe

Modo de Preparo:

Utilize a porção central do filé de salmão, a parte mais espessa. Corte ou retire aparas para formar um bloco retangular uniforme. Reserve as aparas para outros usos. Em um recipiente de vidro ou cerâmica ou aço inoxidável (inox), misture o shoyu, o gengibre ralado e o saquê. Mergulhe o bloco de salmão na marinada, garantindo que fique totalmente submerso. Se necessário, adicione mais shoyu. Coloque um peso leve sobre o peixe para mantê-lo firme no fundo do recipiente. Tampe e leve à geladeira por 24 horas.

Após esse tempo, retire o filé da marinada. O Salmão Black está pronto para ser utilizado em preparações cruas ou grelhadas. A marinada, por ter estado em contato com o peixe cru, deve ser descartada ou fervida para ser transformada em molho, se desejado.

Salmão na marinada de shoyu. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

Porcionamento: Quando servido como entrada, recomenda-se a porção média de 100 g por pessoa, quantidade que permite melhor percepção de sabor, textura e intensidade da marinada, mantendo equilíbrio no fluxo da refeição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

Dicas de consumo

  • Como entrada ou petisco, sirva em fatias finas com molho cítrico ou gengibre agridoce.
  • Como acompanhamento ou guarnição, harmoniza bem com arroz negro, legumes grelhados ou purês leves.
  • Como prato principal, pode ser grelhado rapidamente e servido com arroz japonês ou salada de pepino e gergelim.
  • As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações como o tartar de salmão.

Aproveitamento integral

As aparas que foram retiradas do filé podem ser utilizadas em outras preparações, como tartar de salmão, ceviche ou recheios de sushi.

Curiosidades

O Salmão Black é uma criação moderna que ganhou notoriedade principalmente em restaurantes japoneses no Brasil e nos Estados Unidos. A técnica de marinar o peixe em shoyu é inspirada no “zuke”, um método antigo japonês usado para conservar o peixe cru por mais tempo antes do uso em sushis.


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Na correria do dia a dia é comum negligenciarmos uma alimentação saudável em favor de refeições rápidas. E quem disse que uma comida rápida não pode ser também nutriente? Este é o caso deste prato.

O Peixe Cozido no Vapor é um prato saudável e que fica pronto em menos de 20 minutos. Eu coloquei filé de tilápia e filé de salmão, mas pode ser preparado com qualquer peixe. Os filés são temperados com Lemon Pepper, adicionados tomate cereja, cebola roxa, tomilho fresco e alho e levados a assar na fritadeira elétrica dentro de um saquinho de papel alumínio.

Peixe Cozido no Vapor

Categoria:  Entrada, Prato principal,

Especificação: Peixes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de filé de peixe
  • Lemon pepper a gosto
  • 1 cebola roxa, cortada em meia lua
  • 100 gramas de tomate cereja
  • 4 dentes de alho laminados
  • 3 raminhos de tomilho
  • Azeite a gosto

Modo de Preparo:

Coloque um papel alumínio dentro da cestinha da fritadeira elétrica. Tem que ser um pedaço grande o suficiente para fechar formando um saco. Disponha o peixe e tempere com Lemon Pepper. Distribua os outros ingredientes (cebola, tomate cereja, alho, tomilho) e regue tudo com azeite. Feche bem o papel alumínio e leve para assar a 180ºC por 15 minutos. Cuidado ao abrir o papel, pois libera vapor quente.

Dicas:

1. Pode-se usar papel manteiga ao invés de papel alumínio.


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O Peixe na Telha é um prato típico do estado de Goiás. A posta de peixe de água doce após ser temperada com sal, alho e limão é frita em óleo e em seguida, colocada na telha junto com pimenta de cheiro, pimentão e leite de coco e levada ao forno em uma telha para assar. O Peixe na telha é acompanhado por um pirão mole preparado com tomate, azeite de dendê, alho, cebola e um pouco de farinha de mandioca, tudo servido com um delicioso arroz branco.

Peixe na Telha com Pirão Mole

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Cozinha Brasileira (Goiás), Peixe

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Pirão Mole

  • 3 tomates, sem pele e sem sementes
  • 5 ml de azeite de dendê
  • 5 ml de óleo
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 1/2 cebola, bem picada
  • Farinha de mandioca
  • Sal a gosto

Peixe na Telha

  • 2 postas de peixe de água doce (surubim, pintado ou outro)
  • 1/2 limão, suco
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem sementes, picadinha
  • 50 ml de leite de coco
  • 1/4 de pimentão, em tiras

Modo de Preparo:

Pirão Mole

Retire a pele dos tomates, bata no liquidificador com um pouco de água e coe. Em uma panela, aqueça o azeite-de-dendê e o óleo, e refogue o alho e a cebola. Acrescente o tomate batido, acerte o sal e deixe ferver até engrossar. Apague o fogo e pulverize farinha de mandioca, aos poucos, até formar um pirão mole.

Peixe na Telha

Tempere o peixe com sal e limão e reserve. Frite as postas de peixe no óleo e escorra em papel absorvente. Coloque as postas na telha, junto com a pimenta-de-cheiro e leve ao forno por aproximadamente 15 minutos. Abra espaço no canto da telha e coloque o pirão mole. Acrescente o pimentão cortado em tiras e o leite de coco sobre o peixe e leve novamente ao forno. A telha pode ser levada diretamente à mesa. Sirva acompanhado de arroz branco.

Dicas:

1. Tomates. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

4. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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Com influências indígenas, africanas e portuguesas, a moqueca é um dos pratos mais conhecidos do Brasil. É um saboroso ensopado rico em ervas e especiarias que podem ser de peixes e/ou frutos do mar. Existem diversas versões, inclusive vegetarianas em que a proteína de origem animal é substituída por banana da terra, palmito, cogumelos, polpa de caju verde, berinjela entre outros.

Cada estado brasileiro tem a sua receita, sendo que a moqueca é um prato típico dos estados do Espírito Santo, Bahia e Pará. Como vimos anteriormente, a Moqueca Capixaba é um prato leve, preparado com tomate, óleo de urucum, peixes como badejo e camarão, sendo considerada com ícone do Espírito Santo e tem um dia dedicado a ela. A Moqueca Paraense utiliza peixes amazônicos e ingredientes que simboliza os sabores do Norte do Brasil como castanha do Pará, tucupi, jambu, entre outros.

Já a Moqueca Baiana incorpora ingredientes e técnicas culinárias africanas, como azeite de dendê e o leite de coco, que conferem ao prato um sabor rico e uma textura cremosa. A receita a seguir é uma Moqueca Baiana com seus sabores e aromas especiais. Ela é preparada com peixe robalo ou garoupa (mas pode ser utilizado outros peixes) que é temperado com tomate, cebola, pimentão, alho, coentro, pimenta de cheiro e suco de limão, tudo muito bem picadinho. Após temperado é colocado em uma panela de barro e regado com azeite e azeite de dendê. Ao final do cozimento adiciona-se camarões, leite de coco e mais um pouquinho de azeite de dendê. Esta iguaria deliciosa é servida acompanhada de arroz branco e farofa de dendê e se quiser, pode também incluir como acompanhamento o saboroso Vatapá.

Moqueca Baiana

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes e Frutos do mar, Cozinha Brasileira (Bahia)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento:  porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 postas de robalo ou garoupa
  • 1 tomate madura
  • 1 cebola média
  • 1/2 pimentão verde
  • 1 dente de alho
  • 5 ramos de coentro
  • 2 pimentas de cheiro, sem sementes e picada
  • 1/2 limão (suco)
  • Sal a gosto
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de azeite de dendê
  • 400 gramas de camarão médio, sem pele e sem cabeça, limpos (opcional)
  • 100 ml de leite de coco

Modo de Preparo:

Lave o peixe com um pouco de suco de limão. Pique muito bem o tomate, a cebola e o pimentão junto com o alho, o coentro e a pimenta-de-cheiro e misture com suco de limão. (Na Bahia, os legumes são “machucados” no pilão). Envolva o peixe nesta mistura, tempere com sal e coloque numa panela, de preferência de barro. Regue com o azeite e metade do azeite-de-dendê, tampe e leve ao fogo, sem acrescentar água. Faltando um pouco para o final do cozimento, coloque os camarões, o leite de coco e regue com o azeite-de-dendê restante.

Sirva com Arroz Branco e Farofa de Dendê. Esta moqueca é, também, muito boa acompanhada de Vatapá.

Dicas:

1.


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A Frigideira de Camarão é um prato típico da Bahia que comb ina iguarias frescas, ervas e especiarias com uma textura dourada e crocante. Nesta receita, camarão fresco, temperado com sal e limão, camarão seco e tomates são ligeiramente batidos no liquidificador para formar uma pasta. Em seguida, adicionam-se ervas, especiarias, leite de coco e uma suave picância da malagueta em pó, gerando uma mistura de intenso sabor. E não para por aí. Ainda é agregado ovos batidos para dar cremosidade ao prato, sendo finalizado dentro de uma frigideira de barro ou cerâmica que é levada ao forno para gratinar. Pode ser servida como entrada ou prato principal.

Frigideira de Camarão

Categoria:  Entrada, Prato Principal

Especificação: Frutos do Mar, Cozinha Brasileira (Bahia)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 40 gramas de camarão seco
  • 300 gramas de camarões médios, sem casca e limpos
  • 1/4 de limão (suco)
  • Sal, a gosto
  • 30 ml de azeite
  • 1 1/2 tomate maduro, sem pele e sem sementes
  • 1/4 de alho, amassado
  • 1/2 cebola, ralada
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de salsa, bem picados
  • 1 pitada de coentro em grãos, moído
  • 1 pitada de pimenta malagueta, em pó
  • 1/4 de coco, ralado fino
  • 50 ml de leite de coco
  • 30 ml de azeite de dendê
  • 2 ovos

Modo de Preparo:

Deixe os camarões secos de molho em água por 30 minutos, para retirar o excesso de sal. Tempere os camarões frescos com limão e sal e imediatamente salteie em um fio de azeite, só até mudarem de cor. Reserve.

Passe metade dos camarões, os camarões secos e os tomates no liquidificador, sem bater demais. Misture a pasta de camarões com o alho, a cebola, o coentro, a salsa, o coentro moído, a pimenta, o coco e o leite de coco. Aqueça o restante do azeite e o dendê numa frigideira e refogue a mistura até que o líquido esteja totalmente absorvido. Retire do fogo e deixe esfriar. Ajuste o sal e misture um ovo batido e os camarões reservados à massa. Transfira para uma frigideira de cerâmica untada com óleo. Cubra com o segundo ovo batido e temperado com sal e leve ao forno pré-aquecido para cozinhar os ovos e dourar. Sirva bem quente, acompanhado de Arroz de Coco.

A frigideira de camarão é levada diretamente à mesa. Pode ser preparada em tigelas de cerâmica ou barro pequenas para serem servidas individualmente.

Frigideira de Camarão servida individualmente. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Salmão Crocante ao Maracujá é uma preparação que combina elegância, equilíbrio nutricional e contraste de sabores. A crosta de gergelim proporciona textura crocante e sabor levemente tostado ao peixe, enquanto o molho de maracujá acrescenta notas doces e ácidas que harmonizam perfeitamente com a riqueza natural do salmão. Completado por um colorido refogado de legumes, este prato oferece uma refeição leve, nutritiva e sofisticada, ideal para almoços especiais ou jantares refinados.

Salmão Crocante ao Maracujá

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, cozinha internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 640 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (320 g): 425 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Molho de Maracujá

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar

Refogado de Legumes

  • 1 fio de azeite
  • 1/2 cebola cortada em tiras finas (corte julienne)
  • 1/2 pimentão amarelo cortado em tiras finas (corte julienne)
  • 2 tomates sem sementes cortados em tiras finas (corte julienne)
  • 1 cenoura grande cortada em tiras finas (corte julienne)

Salmão Crocante

  • 2 postas de salmão (120 gramas em cada)
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 70 gramas de gergelim preto
  • 70 gramas de gergelim branco
  • 1 fio de azeite

Modo de Preparo:

Molho de Maracujá

Retire a polpa dos maracujás. Em uma panela, coloque a polpa, o suco de maracujá concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até iniciar fervura. Reduza o fogo e cozinhe por 5 a 8 minutos, mexendo ocasionalmente, até obter um molho levemente espesso. Reserve.

Refogado de Legumes

Aqueça o azeite em uma frigideira. Adicione a cebola, o pimentão, o tomate e a cenoura. Refogue em fogo médio até que os legumes estejam macios, porém ainda firmes. Reserve aquecido.

Salmão Crocante

Tempere as postas de salmão com sal e pimenta do reino. Misture os gergelins preto e branco em um prato. Empane cuidadosamente as postas na mistura de gergelim. Aqueça o azeite em uma frigideira. Grelhe o salmão em fogo médio até dourar todos os lados e atingir o ponto desejado. Vire delicadamente para preservar a crosta de gergelim.

Montagem

Distribua o refogado de legumes nos pratos. Disponha uma posta de salmão sobre os legumes. Regue com parte do molho de maracujá ou sirva-o em uma molheira à parte.

Dicas:

1. Porcionamento: Esta receita foi dimensionada como prato principal à base de peixe, resultando em 2 porções de aproximadamente 320 g cada. Para mais informações sobre composição adequada das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva acompanhado de arroz integral, quinoa cozida, arroz de coco ou purê de mandioquinha. Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com algumas sementes de gergelim torradas e ervas frescas, como salsinha ou coentro.
  • O molho de maracujá também pode ser utilizado para acompanhar outros peixes grelhados, camarões ou aves, tornando-se uma opção versátil para diversas preparações.

3. Curiosidades: A combinação de peixes com frutas tropicais é bastante apreciada na gastronomia contemporânea por equilibrar sabores ricos e delicados. O gergelim, além de proporcionar crocância, acrescenta minerais importantes, enquanto o maracujá contribui com aroma marcante e acidez suave, criando uma harmonização muito agradável.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Moqueca Capixaba, prato típico mais tradicional da gastronomia do Espírito Santo, tem seu dia especial de comemoração e degustação, que foi criado através de uma lei municipal que instituiu no município de Vitória, o dia 30 de setembro como o Dia da Moqueca. A lei teve inspiração na frase do jornalista e escritor Cacau Monjardim: “Moqueca é capixaba. O resto é peixada”.

Falando nisso, qual é a diferença entre a Moqueca Capixaba e a Baiana? A moqueca capixaba não leva leite de coco, pimentão e principalmente, azeite de dendê. Além disso, a moqueca capixaba tem como ingrediente marcante o urucum, um corante natural avermelhado.

A moqueca é tradicionalmente preparada no Espírito Santo em panelas de barro que é reconhecido como patrimônio imaterial da região. Em Vitória temos as artesãs conhecidas como paneleiras de Goiabeiras. Elas residem no bairro de mesmo nome e confeccionam panelas, potes, travessas e outros utensílios em barro extraído na própria região, utilizando o mesmo processo de fabricação indígena.

Moqueca Capixaba

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, Cozinha Brasileira (Espírito Santo)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 10 gramas de óleo
  • 1 colher (chá) de urucum (colorau)
  • 2 postas de badejo (aproximadamente 200 gramas cada posta)
  • 1 dente alho, picadinho
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1/2 limão, suco
  • 1 cebola, em rodelas
  • 1 tomate, em rodelas
  • 1/2 pimentão verde, em rodelas
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 talos de cebolinha, bem picados

Modo de Preparo:

Em uma frigideira prepare o óleo de urucum. Acrescente o óleo, aqueça e dissolva o urucum. Reserve.

Tempere o peixe com o alho, sal, suco de limão e pimenta-do-reino. Unte a panela de barro com azeite e coloque a posta de peixe na panela. Distribua, por cima, a cebola, o tomate, o pimentão, o cheiro-verde, o coentro e, finalmente, o óleo de urucum. Leve ao fogo brando e deixe ferver. Verifique o tempero e, se for necessário, coloque sal. Mexa lentamente para o peixe não grudar no fundo da panela, deixando cozinhar até que o peixe fique macio.

Sirva a moqueca na própria panela, acompanhada de arroz branco, pirão capixaba e molho de pimenta.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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