A receita de Tiras de Alcatra com Molho Barbecue é prática e rápida para servir em uma refeição, almoço ou jantar. Pode-se utilizar outras carnes tais como, maminha, patinho, chã de dentro ou ainda peito de frango. Esta preparação pode também ser utilizada como petisco.

Tiras de Alcatra com Molho Barbecue

Categoria: petisco, prato principal

Especificação: Carnes, Carne vermelha

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Tiras de Alcatra com Molho Barbecue. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 gramas de alcatra (ou carne de sua preferência), cortada em tiras
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 fio de azeite
  • 1 xícara de cogumelos paris laminados
  • 1 cebola média, cortada em fatias
  • 3 colheres (sopa) de molho barbecue
  • Salsinha picadinha, a gosto

Modo de Preparo:

Tempere a carne com sal e pimenta do reino. Em uma frigideira, aqueça o azeite e despeje a carne, sele bem. Acrescente os cogumelos e a cebola, refogue até a cebola caramelizar. Adicione o molho barbecue e deixe refogar por mais 2 minutos. Finalize com a salsinha. Sirva com arroz branco e batata palha.

Dicas:

1. Brasear é o método de cocção por calor combinado, em que o alimento é previamente dourado (selado) em gordura e em seguida fervido lentamente em água, líquido aromatizado ou fundo, adicionado aos poucos até que se conclua a cocção.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Picadinho Carioca é uma receita típica do Rio de Janeiro onde é servido acompanhado de Arroz Branco, Farofa de Ovo e Banana à Milanesa. O picadinho também é ótimo para servir como petisco com uma deliciosa cerveja geladinha. Experimente!

Picadinho Carioca

Categoria: Prato Principal, petisco

Especificação: Carnes, Carne Bovina, Cozinha Brasileira (Rio de Janeiro)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Picadinho Carioca. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de patinho, em iscas pequenas
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 colher (chá) de açúcar cristal
  • 1 cebola, picadinha
  • 3 dentes de alho, bem picado
  • 1 folha de louro
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • 1 tomate maduro, sem pele e sem semente, bem picado
  • 1 copo americano de água

Modo de Preparo:

Corte a carne finamente à faca, tempere com sal e pimenta-do-reino. Aqueça o óleo na panela e adicione a carne e o açúcar, deixando fritar sem mexer no primeiro momento. Quando começar a caramelizar, mexa bem para que toda a carne fique dourada. Acrescente a cebola, o alho, o louro e o molho inglês, refogue bem e acrescente o tomate, mexendo bem para o tomate quebrar e se integrar na carne. Acrescente a água e deixe cozinhar, em fogo médio com a panela tampada, por 30 minutos. Tire a tampa e deixe o molho engrossar sem a tampa. Sirva com arroz branco, farofa de ovo e banana à milanesa.

Obs.: retire a folha de louro antes de servir.

Dicas:

Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Daube Provençale é um prato tradicional do sul da França, associado especialmente à região da Provença, onde o uso de vinho, ervas aromáticas e cozimentos lentos se tornou característica marcante da culinária local. Sua origem remonta ao final da Idade Média e transição para a Idade Moderna (séculos XV–XVI), período em que o comércio mediterrâneo ampliou o acesso a especiarias e técnicas de conservação e cozimento foram evoluindo.

Os “daubes” surgiram como preparações destinadas a aproveitar cortes mais firmes de carne, que se transformavam lentamente em pratos ricos e perfumados quando cozidos em fogo brando, dentro de recipientes de barro chamados daubières.

Ao longo dos séculos, cada vilarejo provençal desenvolveu sua própria versão, mas sempre preservando três pilares da receita: carne marinada em vinho, legumes da estação e aromas generosos de ervas e especiarias. Hoje, o Daube Provençale é um símbolo de conforto e tradição, especialmente apreciado durante o inverno francês.

Daube Provençale

Categoria: Prato Principal

Especificação:  Carnes, carne vermelha, legumes, cozinha internacional (Provença, França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 4 horas

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (200 g): 330 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1,5 quilo de carne bovina (pode ser músculo, paleta, acém ou peito), cortado em cubos grandes
  • 4 colheres (chá) de Quatro Especiarias Francesa
  • 2 xícaras de vinho tinto
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 4 dentes de alho, inteiros descascados
  • 3 cebolas, cortadas em cubos grandes
  • 2 ramos de tomilho
  • 1 folha de louro
  • 2 cenouras, cortadas em cubos grandes
  • 1 fio de azeite
  • 100 gramas de bacon, cortado em cubinhos
  • 2 tomates, cortados em cubos grandes
  • 400 gramas de molho de tomate
  • 300 mililitros de água

Modo de Preparo:

Em uma travessa ou tigela grande, misture a carne, o vinho, as Quatro Especiarias Francesa, o sal, o alho, as cebolas, o tomilho, o louro e as cenouras. Cubra e deixe marinar por 12 horas na geladeira. Após a marinada, passe tudo por uma peneira, separando o líquido e mantendo os sólidos.

Em uma panela grande, aqueça um fio de azeite e doure o bacon. Acrescente a carne e os ingredientes sólidos da marinada. Refogue por cerca de dois minutos. Adicione os tomates, o líquido da marinada reservado, o molho de tomate e a água. Ajuste o sal, se necessário. Cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 3 horas, mexendo ocasionalmente, até que a carne esteja macia e o molho encorpado.

Sirva com arroz branco ou batatas bolinha cozidas.

Toques finais e sugestões:

1. Dicas:

  • Quatro Especiarias Francesa (Quatre épices) – misture uma colher de chá de cada uma destas especiarias: Cravo em pó, gengibre em pó, pimenta do reino moída e noz moscada ralada).
  • Se preferir, substitua parte do vinho por caldo de carne, mantendo o sabor pronunciado e o aroma característico.
  • Para um toque provençal ainda mais marcante, finalize com raspas de laranja ou adicione azeitonas pretas no final do cozimento.
  • O prato fica ainda melhor no dia seguinte, quando os sabores estão mais integrados.

2. Curiosidade: O Daube era originalmente preparado em daubières, potes de barro que tinham uma cavidade na tampa onde brasas eram colocadas, proporcionando calor uniforme por cima e por baixo.


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A Farofa com Maracujá e Hortelã é um prato servido no Nordeste do Brasil. É uma farofa preparada com farinha de milho flocada e polpa de maracujá, finalizada com folhas de hortelã fatiadas. Super deliciosa. Contraste perfeito e equilibrado do sabor doce e ácido do maracujá com o frescor da hortelã. É um acompanhando perfeito em qualquer ocasião.

Farofa com Maracujá e Hortelã

Categoria: Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Nordeste),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Farofa com Maracujá e Hortelã. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 maracujá
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/4 de cebola, bem picada
  • 50 gramas de farinha de milho flocada
  • 2 ramos de hortelã, fatiado fino
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Leve a polpa de maracujá ao fogo até ferver e separar as sementes. Coe e reserve.

Refogue a cebola no azeite, acrescente a farinha e vá acrescentando, aos poucos, a polpa de maracujá, até o sabor ficar equilibrado. Finalize com a hortelã e tempere com sal.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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Origem: Itália

Composição: raspas de limão, salsinha e alho.

Características: é um clássico italiano feito com apenas três ingredientes. Além de condimentar, a gremolata é usada para decorar e finalizar pratos.

Molho Gremolata. Imagem Adriana Tenchini

Uso na Gastronomia: adicionada no final da preparação de pratos grelhados com carnes, aves, peixes e vegetais. Pode ser usada em saladas, feijão e massas. Ainda pode adicionar notas cítricas em vegetais de cor verde, como aspargos, brócolis e abobrinha.

Categoria: Aromáticos, Condimentos, Acompanhamento/guarnição,

Especificação: Cozinha Internacional (Itália), Ervas e especiarias, Molho,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 100 ml

Dificuldade: Fácil

Molho Gremolata. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • Raspas de 1 limão siciliano
  • 1/2 xícara de salsinha picadinha
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 100 ml de azeite

Modo de Preparo:

Com um ralador fino ou um zester[1] retire raspas da casca do limão siciliano. Cuidado para não tirar as partes brancas. Reserve o suco do limão. Em uma bowl ou tigela mistura as raspas de limão, salsinha, alho e azeite. Reserve.

Raspas de Limão Siciliano. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1.


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Planejamento e Organização de Serviços de A&B

Os Serviços de Buffet ou Serviços de Alimentos e Bebidas (A&B), como são normal­mente chamados, estão presentes em diversos tipos de eventos, desde os mais simples aos mais cerimoniosos. Dentre estes serviços, destacamos também o planejamento e organização de res­taurantes, cantinas, bares, cozinhas, copas, stewarding etc.
Planejar, organizar e executar estes serviços exige do profissional criatividade, iniciativa, capacidade, praticidade e funcionalidade, além de conhecimentos técnicos. É preciso que tenha uma visão geral acerca do que vem a ser um evento. Para isso, é primordial que o profissional conheça, de fato, os tipos de eventos dos quais poderá participar e as formas adequadas de atuação, além de obter conhecimento de outros serviços envolvidos nessa atividade.
São vários os tipos de eventos que são executados mediante finalidades estabelecidas pelo cliente. Eles podem variar de acordo com os objetivos e o porte. O público participante e as caracterizações do evento é que definem os gêneros de serviços que deverão ser executados, dessa forma, para o profissional de buffet, é importante que ele tenha as dimensões do evento e suas características específicas.

Este página terá as informações necessárias para que o profissional trabalhe no Planejamento e Organização de Serviços de Buffet tanto em eventos como em qualquer outro serviço que exija estes conhecimentos, tais como: cozinhas, hotéis, restaurantes, buffets etc. Mas antes de prosseguir com a teoria, se faz necessário o conhecimento sobre a história da gastronomia ao longo dos tempos.

Os textos fazem parte do meu livro à venda na Amazon: livro: “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática”

Livro: Planejamento e Organização de Eventos à venda na Amazon.

Gastronomia Através dos Tempos

Antes de discursar sobre os serviços de A&B (Alimentos e Bebidas), é importante saber onde e como tudo começou. Esta página é um resumo da alimentação ao longo dos anos. 

Restaurante

Considera-se restaurante o estabelecimento que fornece ao público alimentação mediante pagamento. Esse conceito engloba variados tipos de estabelecimentos.

Cozinha

A cozinha forma um conjunto ordenado de equipamentos e instalações, perfeitamente integrados para a produção de refeições.

Serviços de A&B

Os serviços de A&B (Alimentos e Bebidas) são partes integrantes em praticamente todos os eventos, e, quando é de qualidade, representa, e muito, o sucesso do evento e de sua empresa.


O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


Episódios
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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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IMAGEM CAPA: Imagem de Hans Braxmeier por Pixabay


REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP: Editora Aleph, 2002.

CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios, Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

CELSA, Cleusa Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Summus, 2009.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de Eventos com Arte e Profissionalismo. 1ª edição. Fortaleza, CE: SEBRAE, 1998.

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 9ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 1998, p.586.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 5. ed. Barueri (SP): Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

VIEIRA, Silva; FREUND, Francisco Tonny; ZUANETTI, Rose. O mundo da cozinha: técnicas de trabalho, perfil profissional e mercado. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 2001.

Gastronomia Através dos Tempos

A História nos Define – Gastronomia Através dos Tempos

Antes de discursar sobre os serviços de A&B (Alimentos e Bebidas), é importante saber onde e como tudo começou. Neste sentido este post “A História nos Define” é um resumo da alimentação ao longo dos anos. Para entendermos a gastronomia contemporânea, é necessário fazer uma viagem no tempo, possibilitando uma visão mais ampla sobre a origem e como o homem se interagia com os alimentos. A alimentação passou por várias etapas ao longo dos anos e desenvolveu-se juntamente com a evolução do homem.

Primórdios

A dieta do homem pré-histórico era formada somente por frutos e vegetais, e após a criação das armas, passou também a ser constituída de proteínas, que provinham da carne. O homem para conseguir seu alimento, passou a formar grupos de caça…

Alimentos na Idade Antiga

O trigo, o milho, a cevada e o arroz foram os primeiros cereais produzidos pelos povos antigos. O trigo começou a ser cultivado no Egito 3000 anos a.C. e era o alimento básico do homem, além de usados como forma de pagamento aos empregados pelo faraó.

Alimentação Medieval

A base da alimentação neste período era a mesma da antiguidade dos gregos e romanos: Pão, Vinho e Azeite. Sendo esses três alimentos muito importantes na liturgia cristã. O pão estava sempre presente nas refeições, mas havia uma marcante diferença…

Gastronomia Moderna

A Idade Moderna foi o período da história em que a Gastronomia mais se desenvolveu graças a dois acontecimentos importantes: As expedições marítimas realizadas principalmente pelos portugueses e espanhóis no início da Idade Moderna

Cozinha Contemporânea

Na idade Contemporânea iniciou-se uma migração de culinárias. Napoleão Bonaparte como imperador da França fez com que essa mistura de sabores se intensificasse, pois ele odiava os requintes dos pratos franceses e idolatrava a cozinha italiana.

Gastronomia Mineira

Em cada região do Estado, delícias de todo tipo são especialmente preparadas para as mais diversas ocasiões, afinal, o mineiro é hospitaleiro por natureza e não perde a oportunidade de compartilhar mesas preciosas e fartas…

Alimentação no Brasil

A culinária brasileira é resultante de uma mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não somente pela população indígena nativa, mas por todas as correntes de imigração que ocorreram ao longo da história deste país.


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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem de Gábor Adonyi por Pixabay

PRIMÓRDIOS: Imagem de David Mark por Pixabay

ALIMENTOS NA IDADE ANTIGA: Imagem de Pete Linforth por Pixabay

ALIMENTAÇÃO MEDIEVAL: Imagem de Rita por Pixabay

GASTRONOMIA MODERNA: Imagem de danafleitman por Pixabay

COZINHA CONTEMPORÂNEA: Imagem de Christo Anestev por Pixabay

ALIMENTAÇÃO NO BRASIL: Imagem de giovanni sacchi por Pixabay

GASTRONOMIA MINEIRA: Imagem de Luis Gregório por Pixabay

Pós Evento

O evento chega ao fim, inicia-se agora o processo de encerramento. Desmontagem da estrutura, acertos financeiros, devolução de materiais, correspondências oficiais, elaboração de relatórios. O trabalho e o tempo gasto no encerramento de um evento são diretamente proporcionais ao porte de evento. Eventos de porte muito grande podem requerer a venda das instalações e equipamentos em um leilão após o evento.
Nesta fase, também ocorrem as avaliações com relação as ações desenvolvidas e suas consequências, ou seja, ocorre a confrontação dos resultados esperados com os obtidos, possibilitando identificar os pontos positivos e negativos do evento. Um importante ponto a ser usado nesta fase é a reunião de feed back com os participantes, o seu cliente e com os parceiros e patrocinadores decisivos, na qual as forças e as fraquezas do evento são discutidas e anotadas. Este feed back é importante para a aprendizagem na realização de novos eventos.
Esta avaliação envolve também questionários e estudos com os participantes para sondar o nível de satisfação com o evento. A natureza da avaliação será determinada, em grande parte, pelo propósito do evento e pela audiência à qual ele se destina.

Para a efetivação dessa fase, são necessários alguns instrumentos de controle, que foram utilizados durante a organização do evento, tais como:

  • Check list;
  • Formulários de procedimentos formais;
  • Atas das reuniões periódicas;
  • Relatórios periódicos das atividades;
  • Questionários de avaliação dos participantes;
  • Outros.

A seguir lista de tarefas a serem verificadas na finalização de um evento:

  • Marcar uma reunião de coleta de informações e oferecer oportunidade para feed back de todos os parceiros;
  • Fechar as contas e preparar um relatório financeiro auditado;
  • Cumprir todas as obrigações contratuais e estatutárias;
  • Preparar um relatório completo dos resultados do evento e distribuir a todos os parceiros;
  • Fazer recomendações para futuros refinamentos e aperfeiçoamentos do evento;
  • Agradecer a todo o pessoal, participantes e parceiros por seu apoio no evento.

Saiba Mais: Planejamento e Organização de Eventos


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REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP: Editora Aleph, 2002.

CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios, Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

CELSA, Cleusa Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Summus, 2009.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de Eventos com Arte e Profissionalismo. 1ª edição. Fortaleza, CE: SEBRAE, 1998.

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 9ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 1998, p.586.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 5. ed. Barueri (SP): Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

VIEIRA, Silva; FREUND, Francisco Tonny; ZUANETTI, Rose. O mundo da cozinha: técnicas de trabalho, perfil profissional e mercado. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 2001.

Evento – Realizando e Operacionalizando o Projeto

Essa é a fase da implantação e execução do evento. É o transcorrer das atividades, ou seja, é a aplicação das determinações previstas no pré evento. Depois de desenvolver o Planejamento Estratégico é hora de partir para a execução e, nesta fase, o instrumento de trabalho mais eficaz é o check list, além do acompanhamento pelo cronograma de atividades, já elaborado na fase anterior. O principal benefício do check list está em agrupar, num único lugar, todos os minúsculos detalhes e materiais necessários para a implantação do evento. A união desses dois instrumentos é perfeita para o controle de seu evento.

Um instrumento útil no controle e planejamento do evento é a elaboração do check list, contendo o que será necessário ao evento, do seu início ao término. O check list é criado a partir das informações sobre os Recursos de material, pessoal e infraestrutura necessários para a realização do evento. Estes recursos serão utilizados na realização do evento e, dependendo do nível de complexidade e do formato, podem ser simples e em pequeno número ou grandiosos e numerosos. Em eventos de grande porte, podem ter vários espaços funcionando ao mesmo tempo, englobando um grande número de pessoas, instalações físicas e materiais. Neste caso, terão alguns espaços/serviços que podem fazer parte do evento, tais como: espaços (sala VIP, secretaria do evento, sala de imprensa, recepção, sala de comissões técnicas, salões, auditórios etc.) e serviços (tradução simultânea, transportes, hospedagem etc.).

É o detalhamento do check list. O cronograma é criado a partir dos dados inseridos no check list, ou seja, anotam-se todas as providências e necessidades identificadas no check list, e em seguida, insira datas e nomes de pessoas responsáveis para a realização de cada uma delas.

O cronograma permite o acompanhamento de todo o processo, uma vez que estabelece os prazos e período para a execução de todas as tarefas. Um dos objetivos é estimar o tempo gasto em uma atividade, fazendo um paralelo entre o tempo ideal (previsto) e o real (obtido). Além de dividir as atividades por datas, períodos e responsáveis. O cronograma criado para orientar as atividades no dia da realização do evento pode ser chamado de “Roteiro de Cerimônias”.

Depois de definir a data, horário, local, tipologia, espaço onde o evento será realizado e público convidado é a vez de preparar o Roteiro da Cerimônia ou Cronograma do Dia. Neste momento é que se passa realmente a operacionalizar o evento, de fato, é o planejamento estratégico do evento. Para a preparação do Roteiro é imprescindível que visite o local de realização do evento e verifique todos os recursos disponíveis. É importante que o roteiro da cerimônia seja formatado de forma a alcançar o objetivo de comunicar uma ação organizacional para o seu público de interesse. O roteiro da cerimônia é o instrumento que norteará toda a equipe do cerimonial na execução do evento. Daí sua relevância como o instrumento mais importante para administrar a operacionalização e controle do evento no dia de sua realização. O roteiro da cerimônia funciona com uma partitura do regente de uma orquestra. Ele orienta sobre como a equipe do cerimonial deve proceder e em que momento. Tudo para que haja uma perfeita harmonia entre as ações e a equipe que as desenvolve. Ajudará com que cada um saiba o momento certo de colocar em prática sua competência técnica, sua motivação pessoal e sua capacidade de atuar em grupo. Portanto, talento individual é importante, mas é necessário que todos estejam afinados com mesmo objetivo para que o resultado seja um sucesso.

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O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP: Editora Aleph, 2002.

CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios, Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

CELSA, Cleusa Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Summus, 2009.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de Eventos com Arte e Profissionalismo. 1ª edição. Fortaleza, CE: SEBRAE, 1998.

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 9ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 1998, p.586.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 5. ed. Barueri (SP): Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

VIEIRA, Silva; FREUND, Francisco Tonny; ZUANETTI, Rose. O mundo da cozinha: técnicas de trabalho, perfil profissional e mercado. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 2001.

Projeto de Eventos

Segundo GONÇALVES (1998):

“O Projeto pode ser considerado como um trabalho com datas de início e término, previamente estabelecidas, custos previstos para cada tarefa ou atividade, resultado final pré-determinado e no qual são alocados recursos necessários ao seu bom desenvolvimento e realização.”

“Cada projeto é único, pois cada evento é diferenciado”, ou seja, um jantar difere de um café da manhã, como a organização de um congresso também é diferente de uma palestra. Mas, mesmo sendo projetos distintos, existem alguns tópicos que devem constar na maioria dos projetos: Título, tema, público-alvo, data, horário, local, introdução, objetivos (gerais e específicos), justificativa, estratégias, recursos (humanos, físicos e materiais), cronograma, orçamento, considerações finais.

1. Título / Tipologia do Evento – O título do evento ou nome facilitará a divulgação e sua memorização. Aqui é relacionado o tipo de evento que será realizado. Ex.: Coquetel, formatura, casamento, aniversário, congresso, lançamento, inauguração etc.

2. Tema ou Temário ou Mensagem – É a fixação antecipada dos assuntos a serem abordados durante o evento. O tema é um agente motivador para a participação no evento e para isso, deve ser atual e identificar-se com o perfil do público-alvo, ou seja, nível cultural e social, faixa etária, sexo, origem, nacionalidade, poder aquisitivo etc. Devem ser evitados temas que possam gerar interpretações inadequadas ou que não traduzam com fidelidade e clareza as características do evento. Ex.: Lual, Cinderela (infantil), comida de boteco, Noite de queijos e vinhos, salão de moda jovem, campeonato de canoagem, feira esportiva de sol e lazer, Feira de antiguidades, festival de bandas e fanfarras, baile de máscaras, feira vegana, dentre outros.

3. Público-alvo – Defina a quem se destina o evento, determinando se externo, interno ou misto, e quem dentro dessa classificação. E ainda, qual será o número de convidados esperados para o evento. Estas informações são coletadas durante o Briefing. O público-alvo é um item primordial na hora de planejar o evento. O organizador deve conhecer bem os convidados/participantes do evento, pois, é a partir deste conhecimento que se tem ou não sucesso. O público-alvo define o evento. A escolha dos ambientes, alimentação, bebidas, decoração, definição dos serviços, das tarifas, dos fornecedores etc. depende exclusivamente da correta identificação do perfil deste público.

No que refere ao número de convidados, nunca convide um número superior ao espaço físico disponível. Nada mais desagradável do que pessoas empilhadas, espremidas ou aglomeradas em um coquetel ou numa sala de convenções por falta de espaço.

4. Data, horário e duração do evento – Dia, mês e ano da realização do evento. A Data de um evento é importantíssima e está ligada às possibilidades de sucesso. O horário da realização do evento depende muito do tipo do evento, do local e do cliente. A duração do evento também é definida pela tipologia. Ex.: o coffee break tem duração de 20 a 30 minutos, o coquetel party de 2 horas, o coquetel souper de 5 a 6 horas, um seminário ou campeonato pode ter duração de vários dias.

5. Local – Espaço reservado para a realização do evento, da mesma forma que o horário, o local depende do tipo do evento a ser realizado e o público estimado.

6. Introdução / Descrição do Evento – Elabore um texto que informe as intenções do evento, mas que ao mesmo tempo toque no sentimento do cliente. Não se esqueça que o evento mexe com a emoção das pessoas. A introdução é o momento de assegurar o cliente. Mostre-lhe que está compartilhando da alegria e dos sonhos dele. Se quiser, use passagens da Bíblia ou trechos poéticos (é mais usado em eventos sociais), o importante é emocionar. No caso de eventos empresariais é o momento de mostrar ao cliente em poucas palavras “o que é” o evento.

7. Objetivos e Justificativas – Quando o organizador sabe quais são todos os objetivos do evento, torna-se fácil traçar o projeto. Os objetivos devem ser claros, precisos, amplos e específicos. Defina todos os resultados, expectativas e propostas que se deseja alcançar, bem como apresentar quais justificativas que permitem e viabilizem a execução do evento, além de indicar como serão avaliados seus resultados. Cada objetivo deve responder aos pontos: O quê? Como? Quando? Quanto? Nos eventos empresariais, para definir o objetivo é necessário responder as seguintes perguntas: Por que a empresa decidiu realizar um evento? Qual o objetivo que ela pretende atingir? Qual a informação quer comunicar?

7.1 Objetivo Geral – É o item principal do projeto. É o que quer atingir (“para quê”).

7.2 Objetivos específicos – É o detalhamento (listagem em tópicos) do objetivo geral.

7.3 Justificativa – O “por que” da realização do evento. Em eventos sociais, neste tópico também usa a emoção do cliente, mas de maneira mais objetiva. Nos eventos empresariais, a justificativa é para explicar ao patrocinador/investidor quais as vantagens de participar desse evento, é o momento de o organizador de eventos vender a sua ideia.

8. Estratégias – Aqui é o “como fazer”. Quais são as estratégias para a realização desse evento, ou seja, quais são as ações necessárias para atingir os objetivos. É o ato de orientar e direcionar as ações do evento, de forma eficaz. Neste tópico relaciona-se as ações em forma de lista. O detalhamento de cada uma delas é realizado no tópico Recursos (Humanos, Físicos e Materiais).

9. Recursos – São todos os fatores humanos (garçom, barman, recepcionista, pessoal de apoio etc.), materiais (fogão, pratos, talheres, mesas, copos etc.) e físicos (salões, salas, auditórios etc.) necessários para a realização do evento, desde a sua concepção (pré evento).

9.1 Recursos Humanos – Trata-se do pessoal necessário para o desenvolvimento do evento desde o pré até o pós-evento, quer seja da própria organização, de empresas terceirizada ou ainda funcionários autônomos (free-lancer). Relacione todos os profissionais necessários para desenvolver a programação estabelecida, bem como, as diversas atividades já definidas, e a remuneração proposta, além da infraestrutura específica. Todos os profissionais necessitam de: coordenação, treinamento, uniformes.

9.2 Recursos Físicos – É toda a parte operacional do evento, ou seja, é a relação de toda a infraestrutura física necessária para atender direta ou indiretamente a realização do evento, tais como: auditórios, salas, salões, plenários, teatros, secretaria, estacionamento, sala vip, sala de imprensa, sala de comissão técnica, cabine de som, cabine de tradução simultânea, hotel, restaurante, dentre outras. A definição da infraestrutura para realização do evento está condicionada ao seu formato, ou seja, qual é a tipologia, o tema, o público-alvo, a data e o horário do evento.

9.3 Recursos Materiais – É toda a parte logística do evento, ou seja, é a relação de todos os equipamentos necessários à operacionalização do evento, tais como: Fogão, talheres, pratos, decoração, folders, ata de presença, brindes, releases, ofícios, convites, aparelhos elétricos, aparelhos audiovisuais, dentre outros. Do mesmo modo que os Recursos Físicos, os Recursos Materiais necessários para evento estão condicionados ao seu formato.

10. Cronograma – Para o acompanhamento de todas as fases do evento é necessário estabelecer o cronograma de atividades, que é a listagem passo a passo de todos os itens necessários (atividades e providências) dentro de determinado espaço de tempo, com datas previstas para início e término de cada tarefa. O cronograma estabelece também responsabilidades de execução e deve ser considerado como uma peça fundamental e imprescindível na fase de operacionalização de um evento. O cronograma tem características de controle, registrando a data das atividades programadas e a data em que a tarefa foi realizada, ou seja, o previsto e o realizado. O cronograma também serve para auxiliar na estruturação do orçamento financeiro, pois define as datas das operações e serviços e, consequentemente, a previsão dos recebimentos e pagamentos.

11. Fatores Condicionantes – Fatos, decisões e acontecimentos aos quais os projetos ficam condicionados a sua realização, tais como: necessidade de aprovação do projeto; interesse do público; condições climáticas favoráveis; necessidade de captar recursos; dentre outros.

12. Orçamento ou Recursos Financeiros – É a peça básica do evento e deve ser bem detalhado. É dele que virão os recursos financeiros necessários para o pagamento dos recursos humanos, físicos e materiais. Caso se busque patrocínio, apoio, permuta, deverá ser dividido em cotas para serem negociadas com os interessados.  No caso de eventos contratados (sociais ou empresariais) coloque neste tópico somente o valor total do evento e no final do projeto anexe o orçamento detalhado.

13. Considerações finais – É como a empresa realizará o evento ou uma frase que a caracterize. Ex.: “Pode confiar, nós nunca falhamos”.

14. Avaliação – Após a conclusão do evento, faça uma avaliação junto aos seus organizadores. Esta avaliação é a soma de todas as fases do projeto (do planejamento à execução final), na qual os objetivos, os públicos e os resultados são avaliados qualitativamente, para identificar as falhas cometidas e corrigi-las em um próximo evento. É realizado também um relatório de prestação de contas e ainda processos variados de avaliação que podem ser executados com o público participante (durante e após o evento – feedback), com os organizadores, patrocinadores e parceiros. Este processo é organizado durante o pós-evento.

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O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP: Editora Aleph, 2002.

CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios, Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

CELSA, Cleusa Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Summus, 2009.

GIACOMO, Cristina. Tudo acaba em festa: Evento, líder de opinião, motivação e público. São Paulo, SP: Editora
Página Aberta, 1993.

GONÇALVES, Carmem Lucia Alves. Organização de Eventos com Arte e Profissionalismo. 1ª edição. Fortaleza, CE: SEBRAE, 1998.

KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 9ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 1998, p.586.

MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 5. ed. Barueri (SP): Manole, 2010.

MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

SIMÕES, Roberto Porto. Relações Públicas: função política. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1995.

VIEIRA, Silva; FREUND, Francisco Tonny; ZUANETTI, Rose. O mundo da cozinha: técnicas de trabalho, perfil profissional e mercado. Rio de Janeiro. Ed. Senac Nacional, 2001.

Pré Evento: Planejamento e Preparação

Todo planejamento inicia-se com a elaboração de um projeto de viabilidade na qual a ideia inicial será detalhada e segmentada em ações que visam atingir o seu objetivo. A elaboração do projeto de eventos leva em conta o motivo, o público-alvo e cria um roteiro adequado a cada tipo de evento, seja ele social ou empresarial. Esta é a parte crucial do evento, e por isso, tenha muito cuidado e toda a atenção. É o momento dos mínimos detalhes, de todos os tamanhos e formas, de todas as áreas e serviços, de todos os recursos e despesas, de todos os aspectos de mercado e de pessoas, que envolverão e serão envolvidas por e para o seu evento.

Segundo GONÇALVES (1998):

“O Projeto pode ser considerado como um trabalho com datas de início e término, previamente estabelecidas, custos previstos para cada tarefa ou atividade, resultado final pré-determinado e no qual são alocados recursos necessários ao seu bom desenvolvimento e realização.”

Para o planejamento e a operacionalização de um evento, é primordial criar um projeto. Projeto “é um conjunto de informações que envolvem o detalhamento econômico, financeiro, tecnológico e administrativo, de determinado ponto ou segmento do programa estabelecido para aperfeiçoamento ou desenvolvimento dos eventos[1]”.

Os projetos são elaborados obedecendo a um roteiro lógico de modo a facilitar o entendimento de todas as pessoas envolvidas na realização do evento. O roteiro não deve ser considerado como uma camisa de força ou ainda uma receita de bolo, a qual não pode sofrer modificações. Os eventos têm características episódicas e, por esta razão, qualquer roteiro é adaptado em função de suas aplicações e ao cronograma de realização. O primeiro passo para a criação deste projeto é a definição do produto, sendo necessário a coleta de informações suficientes que permitam uma visão clara do cenário. Para isso, obtenha os detalhes com o seu cliente:

  • Evento empresarial – obtenha dados dentro e fora da empresa – quem é, o que faz, o que espera do evento, entre outros.
  • Evento social – consiga captar o que o cliente deseja do seu evento, quais são suas expectativas e sonhos e transformá-los em realidade.

Estas informações fazem parte do Briefing. O Briefing é uma reunião preliminar com o cliente/empresa ou com a comissão organizadora, para colher todas as informações necessárias para a realização do projeto do evento. Estas informações devem responder a algumas perguntas, tais como: Por que preciso ou quero realizar um evento? Qual é a natureza exata do evento? Quando irá acontecer? Onde irá acontecer? Como pode ser desenvolvido? Quais são os custos envolvidos? Quem irá organizar? Ou comparecer? Ou assistir? Ou participar? Ou pagar? Como o evento será divulgado? Será de interesse da mídia? É atraente para um patrocinador? Há outros eventos semelhantes? O que acontecerá depois? Qual será o próximo passo? As perguntas são formuladas dependendo do tipo de evento a ser organizado, pois cada evento é único, tendo suas características e necessidades específicas.

Após a aprovação do projeto, o profissional de eventos será o responsável por toda a organização, tais como, locar espaço (se necessário), providenciar convites, confirmar presença, escolher cardápio, contratação de pessoas especializadas (garçom, recepcionista, segurança, fornecedores de produtos, fornecedores de materiais etc.), ou seja, ele é o responsável por todo o andamento do evento, e para facilitar todo o seu trabalho, o profissional deve criar e acompanhar o Check List (lista de checagem).

O Check list é uma lista com todas as providências, tarefas e necessidades do evento desde o início até o fim. Ele é importante porque o organizador deve estar preparado para tomar decisões rápidas. Lembrem-se sempre: o evento não pode parar. Inicialmente o check list é usado apenas como uma simples lista que vai evoluindo até abranger diversas áreas de um departamento ou até de um complexo evento. Não existe um check list único, válido para todos os eventos.

Mesmo se restringirmos o universo para apenas um tipo de evento, não há uma única listagem que possa beneficiar a todas as empresas, pois cada pessoa tem sua maneira personalizada de planejar e executar suas tarefas e de delegar poderes e responsabilidades. Até os materiais utilizados para uma mesma tarefa são diferentes de uma empresa para outra e de um funcionário para o outro. Por isso, o melhor check list é o criado pelo próprio estabelecimento para cada tipo de evento e melhorá-lo a cada nova edição que se realiza. Lembramos ainda que um mesmo tipo de evento muda completamente seu perfil, de acordo com o cliente e com as peculiaridades do evento e da ocasião.

O buffet (ou empresa de eventos) deve adequar o seu check list. E quanto maior a complexidade do evento e a exigência de qualidade por seu cliente, maior o valor desse instrumento de trabalho pode oferecer-lhe em retorno. Além de poder conter diferentes itens, o check list pode ter várias formas de apresentação e ordenação, por exemplo, reunir as necessidades por ordem alfabética ou por grupos de atividades, setores de organização ou para circunstâncias específicas, tais como check list do banquete, do coffee break, da secretaria, do plenário, de programação social, do local do evento e outros.

Outro meio muito eficaz de controle é o Cronograma. Listagem passo-a-passo de todas as etapas necessárias para o bom desenvolvimento do evento e que dependendo da sua complexidade pode-se fazer um só cronograma ou separados por áreas. Ex.: recursos humanos, recursos materiais etc. O cronograma é criado a partir dos dados inseridos no check list, ou seja, anotam-se todas as providências e necessidades identificadas no check list, e em seguida, insira datas e nomes de pessoas responsáveis para a realização de cada uma delas. O cronograma de atividades é considerado como uma peça fundamental, imprescindível em todas as fases do evento e sua importância fica ainda mais evidente quanto maior for sua complexidade e mais longa a sua duração.

Este instrumento apresenta a distribuição ordenada das atividades e providências, entre os membros da equipe que desenvolverá e posteriormente executará o projeto, dentro de determinado espaço de tempo, com datas previstas para início e término de cada tarefa. Para ser mais eficiente, ele deve ser feito em conjunto com todos os parceiros (fornecedores, funcionários, colegas etc.) envolvidos, para facilitar o entrosamento e a visualização das necessidades interligadas entre eles. O ordenamento dessas atividades pode ser feito segundo diversos critérios de acordo com a necessidade do momento:

  • Temporal: na ordem em que devem ser executadas, dentro do prazo necessário;
  • Responsabilidade: na ordem em que devem ser executadas por cada pessoa ou grupo de pessoas;
  • Por atividade: na ordem de execução de uma única atividade, mas envolvendo todos os responsáveis.

O acompanhamento e a avaliação constantes do cronograma evitam e previnem erros durante o processo. Deve ser dada ênfase especial ao fator antecedência, onde o cronograma tem importância fundamental como ferramenta de avaliação de viabilidade de todas as tarefas e providências para a concretização do evento. Grandes eventos como congressos, possuem as comissões organizadoras que se dividem em subcomissões. Neste caso, cada subcomissão fará o seu cronograma de trabalho, que terá um organizador geral com o cronograma geral do evento, no qual constam todas essas submissões.

Utilizar o check list e o cronograma é fundamental. Desta forma, tenha-os em mãos do início ao fim do evento (do pré ao pós-evento).


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REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Renato Brenol. Manual de Eventos. Caxias do Sul, RS: Editora EDUCS, 2002.

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CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios, Rio de Janeiro, RJ: Editora SENAC, 2000.

CELSA, Cleusa Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Summus, 2009.

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MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo Sobre Eventos. São Paulo, SP: Editora STS, 1999.

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Planejamento e Organização de Eventos

“O evento aproxima as pessoas, promove diálogos, mexe com as emoções, cria sentimentos e marca presença. É um dos mais ricos recursos da comunicação oral, escrita, auxiliar e aproximativa.” MEIRELLES (1999, p.71)

Nesta página está relacionado tudo o que o leitor precisa saber para que seu evento seja um sucesso. Relaciono todos os passos que se deve seguir desde a concepção da ideia, passando pela construção do projeto (pré evento), a realização do evento e a fase final, ou seja, o seu pós-evento e sua grande importância. Aqui o leitor encontra todos os dados necessários; mas é uma generalização, é o caminho a seguir. Para fazer um bom evento é preciso especificar, pois cada evento é único.
Os textos fazem parte do meu livro à venda na Amazon: livro: “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática”

Livro: Planejamento e Organização de Eventos à venda na Amazon.

Planejamento de Eventos

Para que um evento seja um sucesso, o principal é o planejamento. Mas, por que planejar? Porque é fundamental que sejam apontadas medidas…

Pré Evento

Fase principal do evento, onde será criado o projeto e o planejamento de todas as atividades, bem como, o cálculo de todas as receitas e despesas esperadas. 

Projeto de Eventos

“O Projeto pode ser considerado como um trabalho com datas de início e término, previamente estabelecidas, custos previstos…

Evento – Realização

Essa é a fase da implantação e execução do evento. É o transcorrer das atividades, ou seja, é a aplicação das determinações previstas no pré evento…

Pós Evento

O evento chega ao fim, inicia-se agora o processo de encerramento. Desmontagem da estrutura, acertos financeiros, devolução de materiais…


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