O Vatapá é uma comida típica da Bahia e é oriundo da palavra iorubá vata’pa, um reflexo da influência da cultura africana no Brasil. Ele é feito com galinha ou com peixe e camarão seco, aos quais são adicionados leite de coco, amendoim, castanha de caju, pão amanhecido, fundo de peixe e temperado com azeite de dendê e gengibre. O vatapá é um dos acompanhamentos do Acarajé baiano.

Vatapá

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, petisco,

Especificação: Angu, Cozinha Brasileira (Bahia)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Vatapá. Imagem de Adriano Gadini por Pixabay.

Ingredientes:

  • 100 gramas de pão dormido
  • 100 ml leite de coco
  • 15 gramas camarão seco, sem cabeça
  • 25 gramas amendoim, torrado e sem pele
  • 25 gramas castanha de caju
  • 50 ml de azeite de dendê
  • 50 gramas cebola, bem batida ou ralada
  • 5 gramas gengibre, ralado
  • Fundo de peixe, o suficiente
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Coloque o pão picado numa tigela, cubra com 1/3 do leite de coco e água e deixe amolecer. Bata o camarão seco no liquidificador ou no pilão, até transformar em pó. Reserve. Bata no liquidificador, o pão amolecido no leite de coco, o amendoim e a castanha-de-caju. Numa panela, aqueça metade do azeite-de-dendê e refogue a cebola e o camarão seco. Acrescente o pão batido e o gengibre, mexendo sem parar. Acrescente um pouco de fundo de peixe e continue mexendo. Coloque o restante do leite de coco e, mexendo, deixe cozinhar até soltar da panela. No final, regue com um pouco de azeite-de-dendê.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Gung Penang é uma preparação de inspiração vietnamita que combina sabores frescos, agridoce e picantes, muito característicos da culinária do Sudeste Asiático. O uso do abacaxi como recipiente e ingrediente principal remete a preparações tradicionais da região, nas quais frutas tropicais são utilizadas tanto para aromatizar quanto para servir pratos quentes ou mornos, criando contraste de temperatura, textura e sabor. A presença do leite de coco, do tamarindo, do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta traz equilíbrio entre doçura, acidez, salinidade e picância, enquanto o camarão confere suculência e sabor marinho. É uma receita visualmente impactante, de preparo rápido, ideal para entradas e apresentações contemporâneas.

Gung Penang – Camarão com Abacaxi

Categoria: Couvert,  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Salada de legumes, salada de proteína, cozinha internacional (Vietnã), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1050 gramas – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 185 kcal

Gung Penang – Camarão com Abacaxi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 abacaxi, pequeno
  • 250 gramas de camarão rosa (médio), sem casca e sem cabeça
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 cenoura ralada
  • 20 ml de molho de peixe – nam pla
  • 2 colheres (chá) de pasta de pimenta – toban djan
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 20 ml de suco concentrado de tamarindo
  • 200 gramas de acelga, cortada em tiras de 2 cm de espessura
  • 1 colher (sopa) de amido de milho, dissolvida em pouca água
  • Sementes de gergelim tostadas, a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Corte o abacaxi no sentido do comprimento, Corte o abacaxi no sentido do comprimento, formando duas metades. Retire cuidadosamente o miolo e faça um pequeno corte na base externa de cada metade, apenas o suficiente para que se mantenham estáveis ao serem apoiadas no prato. Corte o miolo do abacaxi em cubos médios e reserve.

Em uma frigideira aquecida, salteie rapidamente os camarões até que fiquem rosados e cozidos. Retire do fogo e reserve.

Em uma panela média, adicione o leite de coco, os cubos de abacaxi, a cenoura ralada, o molho de peixe, a pasta de pimenta, o açúcar mascavo e o suco de tamarindo. Leve ao fogo alto e ferva por aproximadamente 1 minuto. Acrescente a acelga e, em seguida, o amido de milho dissolvido, mexendo até obter leve espessamento. Apague o fogo, incorpore delicadamente os camarões reservados e ajuste, se necessário, o equilíbrio entre doce, ácido e salgado. Distribua a preparação nas duas metades do abacaxi e finalize com sementes de gergelim tostadas, se desejar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: Para entradas, considera-se uma porção média de 150 g por pessoa, adequada para preparações com presença de proteína e frutas, conforme os princípios de composição apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada, sirva cerca de 150 g por pessoa, podendo apresentar diretamente na casca do abacaxi ou em pequenos bowls, acompanhado de folhas frescas ou chips crocantes.
  • Funciona muito bem em menus orientais, asiáticos contemporâneos ou como opção leve para compor mesas de petiscos e coquetéis.
  • Pode ser servido quente ou morno, preservando a textura dos camarões e o frescor do abacaxi.

3. Curiosidades:

  • O toban djan é uma pasta fermentada de origem asiática, conhecida por seu sabor intenso e complexo, combinando sal, pimenta chili, alho, soja e açúcar.
  • O uso do tamarindo é comum na culinária do Vietnã e de países vizinhos, trazendo acidez frutada que equilibra preparações com coco e açúcar.

4. Atenção ao glúten: Esta receita é naturalmente isenta de glúten. No entanto, para classificá-la formalmente como sem glúten, é importante verificar os rótulos do molho de peixe (nam pla) e da pasta de pimenta (toban djan), pois algumas versões industriais podem conter traços de trigo ou ingredientes derivados, dependendo do fabricante e do processo de fermentação..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada Romana é uma opção leve, fresca e visualmente encantadora, perfeita para acompanhar pratos principais ou servir como entrada. Inspirada nas cores e sabores da cozinha mediterrânea, ela combina legumes delicadamente branqueados, tomates cereja suculentos e folhas verdes frescas, realçados por um vinagrete simples de azeite e limão. O toque dos chips de limão adiciona aroma e textura, tornando a experiência ainda mais sofisticada. Uma salada saudável, saborosa e prática, ideal para qualquer ocasião.

Salada Romana

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Entradas

Especificação: Salada Verde, salada de legumes, salada funcional ou detox,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 135 kcal

Salada Romana. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 cenoura, em julienne
  • 1/2 cebola roxa, em julienne
  • 1/2 alho poró, em julienne
  • 1 maço de rúcula, em chiffonade
  • 10 tomates cereja, cortado em 4
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo e, quando ferver, branqueie a cenoura, a cebola roxa e o alho-poró por 2 minutos. Escorra os legumes e coloque-os em uma bowl. Adicione a rúcula, os tomates cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha, prepare o vinagrete misturando o suco de limão, o azeite, sal e pimenta-do-reino. Tempere a salada com o vinagrete somente na hora de servir, para manter a frescura e a textura dos ingredientes.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Como entrada, essa salada funciona muito bem antes de pratos mediterrâneos, massas leves, risotos cítricos ou preparações grelhadas à base de legumes, peixes ou cogumelos.
  • Como acompanhamento/guarnição, harmoniza especialmente com proteínas grelhadas, assadas ou preparações à base de grãos, como quinoa, trigo ou arroz integral.
  • Para textura e contraste, sementes de girassol, abóbora ou castanhas levemente tostadas devem ser adicionadas apenas no momento de servir.
  • Em dias mais quentes, pode ser servida ligeiramente resfriada, mantendo os legumes branqueados frios e temperando somente na finalização.

3. Curiosidade:

  • O branqueamento dos legumes não apenas preserva a cor e o sabor, como também suaviza fibras mais rígidas, tornando a digestão mais leve, ideal para entradas.
  • O uso do limão em chips vai além da estética. A casca concentra óleos essenciais responsáveis pelo aroma cítrico, que realçam o frescor da salada sem aumentar a acidez.
  • Saladas com base em folhas amargas, como a rúcula, estimulam a salivação e o apetite, desempenhando um papel funcional clássico nas entradas da culinária mediterrânea.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada Russa ou Salada Olivier ou Salada de Maionese é preparada com legumes cozidos e cortados em cubos, maionese e sal. No Brasil, geralmente é feita com batata, cenoura, vagem, cebola, maionese e sal, mas existem variações que incluem palmito, salsão, alho poró, atum, ovos cozidos, maçã-verde, frango desfiado, entre outros.

O prato foi criado no século XIX, em Moscou, pelo chef Lucien Olivier, sócio do restaurante Hermitage. A primeira receita foi publicada em 1897 por P. Alexandrova e era preparada com batatas, pepino, alface, alcaparras, azeitonas, perdiz, lagostins e maionese. Após a revolução russa e as guerras mundiais, os ingredientes foram simplificados e atualmente, nos lares russos, é preparada com batata, picles, ovos, ervilhas, presunto, maionese e sal.

Salada Russa

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada ligada, cozinha internacional (Rússia), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 720 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g – 1/2 xícara de chá): 135 kcal

Salada Russa. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 300 gramas de batata, cortada em cubos
  • 200 gramas de cenoura, cortada em cubos
  • 80 gramas de vagem, cortadas em pedaços pequenos
  • 1 cebola pequena, cortada em cubinhos
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • 1/2 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhar em água fervente com sal e em panelas diferentes, as batatas, cenouras e vagem. Cada legume tem um tempo de cozimento diferente, por isso, devem ser cozidos em recipientes separados para ficar mais fácil a retirada após o cozimento. Cozinhe por 12 a 15 minutos até que estejam macios, mas sem se desfazer. Para saber se estão cozidos, fure-os com um garfo, se entrar com facilidade está pronto. Escorra a água e deixe esfriar.

Em uma tigela grande adicione os legumes cozidos e a cebola, misture bem. Acrescente a maionese e misture delicadamente, até que todos os ingredientes estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o porcionamento: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para iniciar a refeição de forma leve e equilibrada, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fria, mantendo-a sob refrigeração até o momento de levar à mesa.
  • Os cortes dos legumes devem ser padronizados e regulares, garantindo melhor apresentação visual e textura uniforme.
  • Pode ser servida sozinha como entrada ou como acompanhamento de carnes assadas, grelhadas ou preparações frias.
  • Para um sabor mais fresco, finalize com ervas suaves, como salsa ou endro, pouco antes de servir.
  • Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.
  • Variações: pode-se incluir outros ingredientes tais como, salsão, alho poró, maçã verde, palmito, ervilha, milho verde, frango desfiado, atum em conserva entre outros.

3. Curiosidades:

  • As variações da salada refletem adaptações culturais e disponibilidade de ingredientes em cada país, mantendo, porém, o conceito de legumes ligados por maionese.
  • Na Rússia e em países do Leste Europeu, a Salada Olivier é presença quase obrigatória nas ceias de Ano-Novo e celebrações familiares.
  • Apesar de hoje ser associada a versões simples, a receita original era considerada um prato sofisticado da alta gastronomia russa do século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

O Caviar de Berinjela é prato indiano muito aromático que é preparado com a polpa de berinjela e especiarias. Pode ser servido com pães e torradas, como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caviar de Berinjela

Categoria:  couvert, Entrada, acompanhamento/guarnição, lanche, petiscos

Especificação: Salada de Legumes

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Caviar de Berinjela. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 tomate, sem pele e sem semente, cortado em cubinhos (corte brunoise)
  • 1/2 cebola, cortada em cubinhos
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1 pimenta malagueta picadinha
  • 2 berinjelas
  • 1 pitada de cominho em pó ou grão
  • 1 pitada de coentro em pó ou grão
  • Suco de meio limão
  • 1 pitada grande de garam masala
  • 2 ramos de coentro fresco

Modo de Preparo:

Em um pilão adicione a cebola, o alho, o gengibre e a pimenta malagueta, macerando tudo. Reserve.

Coloque a berinjela no forno a 250ºC por 10 minutos, virando por 3 vezes até a pele escurecer sem queimar. Retire a casca da berinjela e corte em cubos pequenos (corte jardiniére).

Em uma frigideira, salteie as sementes de cominho e coentro por 30 segundos no fogo, mexendo sempre e adicione o conteúdo do pilão, refogando por 3 minutos. Adicione a berinjela picada e refogue por mais ou menos 10 minutos. Acrescente o tomate e refogue por mais 2 minutos mexendo de vez em quando. Apague o fogo, adicione o suco de limão e o garam masala. Sirva com coentro picado por cima.

Dicas:

1. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Jardinière ou Jardineira ou Cubo Pequeno é um corte de legumes em cubos de 6 a 8mm de lado. Corte derivado do bastão Allumete.

4. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci é uma receita simples, saborosa e saudável. Pode ser servido quente ou frio como entrada, acompanhado de pães e torradas ou como acompanhamento no almoço e jantar.

Antepasto de Cogumelos, Abobrinha e Cambuci

Categoria:  couvert, Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Petiscos

Especificação: Salada de Legumes,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Antepasto de Abobrinha, Cogumelos e Cambuci. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de Azeite
  • 1 cebola roxa média, cortada em julienne
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 200 gramas de cogumelos shitake laminados
  • 2 abobrinhas italiana pequenas, cortadas em meia lua (cortes finos)
  • 6 pimentas Cambuci sem sementes, cortadas em julienne
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela e adicione o azeite, refogue a cebola por 2 minutos, acrescente o alho. Deixe fritar por mais um minuto. Coloque os cogumelos, as abobrinhas, as pimentas e tempere com a páprica, o gengibre e o sal. Deixe refogar até que a abobrinha esteja cozida, mas ainda levemente crocante. Se necessário, acrescente um pouquinho de água para evitar que os ingredientes grudem na panela.

Dicas:

Refogar, Guisar e Ensopar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho é uma salada fresca, agradável, saudável e muito saborosa. É uma receita rápida e fácil de preparar. Uma ótima dica para servir como entrada.

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho

Categoria:  entrada, acompanhamento/guarnição

Especificação: Salada verde

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Salada de Folhas com Vinagrete de Biquinho. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Vinagrete de Biquinho

  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (sopa) de pimenta biquinho em conserva

Salada

  • 10 tomates cereja, cortados ao meio.
  • 5 folhas de rúcula
  • 1 folha de alface roxa
  • 1 folha de alface americana

Modo de Preparo:

Lave e higienize os tomatinhos e as folhas. Reserve.

Vinagrete de Biquinho

Em uma tigela pequena adicione o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta do reino, batendo bem com um fouet para emulsionar. Adicione as pimentas biquinho.

Salada

Disponha as folhas e os tomatinhos no prato da forma de sua preferência e regue com o vinagrete de biquinho.

Dicas:

Uma dica de montagem desta salada é como está na foto. Coloque a folha de alface americana inteira no prato e dentro dela disponha os outros ingredientes regando com o vinagrete de biquinho. Pode-se também rasgar as folhas com a mão e dispô-las no prato com o tomatinho e regar com o vinagrete.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 145 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 1 dente de alho
  • 50 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 15 gramas de feijão verde, cozido
  • 10 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 5 gramas de camarão seco pequeno
  • 2 tomates cereja, cortado em quatro
  • 1 colher (sopa) de suco de lima ou limão
  • 15 gramas de açúcar de palma
  • 1 colher (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 150 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Tabule é uma salada clássica da culinária árabe, originária do Líbano, onde é tradicionalmente servida sobre folhas de alface. Muito presente nas casas e nas celebrações árabes, essa salada combina triguilho hidratado com ingredientes frescos como tomate, pepino, cebola, salsinha e hortelã, temperados com limão, azeite, sal e pimenta doce.

Historicamente, o tabule teve um papel essencial na dieta de povos do Oriente Médio durante a Idade Média, oferecendo frescor, nutrição e praticidade. Hoje, a receita conquistou espaço nas cozinhas do mundo inteiro, especialmente entre vegetarianos e veganos, graças ao seu perfil leve, saudável e repleto de sabor. Pode ser servido como couvert (em porções menores) entrada ou acompanhamento. O tabule é clássico ao lado de pratos como quibe cru, quibe frito e kafta.

Tabule

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada Clássica, Salada de Grãos e Leguminosas, Cozinha Internacional (Árabe – Líbano)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 450 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 165 kcal

Tabule. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 50 gramas de trigo fino escorrido e lavado
  • 1/4 de cebola pequena picada (equivalente a uma colher de sobremesa)
  • 1 tomate médio picado
  • 1/4 pepino pequeno picado
  • 1/2 molho de cebolinha verde picadas
  • 1/4 molho de salsinha picada
  • 1/6 maço de hortelã picada
  • 1/4 limão, suco
  • Sal a gosto
  • Azeite a gosto
  • Pimenta doce[1] a gosto
  • 1/3 de unidade de alface romana ou lisa

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque o triguilho lavado e cubra com água. Deixe de molho por 15 minutos. Escorra bem e esprema com as mãos para eliminar o excesso de água. Em seguida, misture o trigo com a cebola, o tomate, o pepino, a cebolinha, a salsinha e a hortelã. Em um recipiente separado, prepare o tempero com o suco de limão, sal, azeite e pimenta doce. Adicione o tempero à mistura e mexa bem até incorporar. Sirva em uma travessa rasa, sobre folhas de alface previamente higienizadas.

Toques Especiais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: O tabule pode ser servido como entrada refrescante ou como guarnição para pratos típicos árabes, como kafta, quibe frito ou quibe cru. Também combina com grelhados leves ou como recheio de sanduíches vegetais em pão sírio.

2. Curiosidades: Apesar de ser conhecido como uma salada, o tabule possui status quase cerimonial em refeições árabes. A receita tradicional libanesa tem a salsinha como protagonista, com muito mais verde do que trigo, algo que se diferencia das versões ocidentais. Além disso, o prato é uma das preparações mais antigas da região, consumido desde a Idade Média.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O molho Ponzu é um clássico da culinária japonesa, conhecido por sua combinação equilibrada de sabores cítricos, salgados e umami. Sua base leva shoyu, suco de frutas e saquê mirin, resultando em um molho leve, ácido e de cor escura, muito utilizado como acompanhamento ou marinada para carnes, peixes, aves, legumes e saladas. É versátil, refrescante e extremamente fácil de preparar.

Molho Ponzu

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, lanches e petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 500 ml – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 ml – 3 colheres de sopa): 43 kcal

Molho Ponzu. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 xícara de shoyu
  • 3/4 de xícara de suco de limão
  • 1/4 de xícara de suco de laranja
  • 2 colheres (sopa) de saquê mirin

Modo de Preparo:

Em uma tigela ou recipiente com tampa, misture todos os ingredientes até obter um líquido homogêneo. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de utilizar, para que os sabores se integrem melhor. Pode ser armazenado por até 1 mês sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

1. Observação: A porção de 50 ml está adequada quando utilizado como acompanhamento, molho para saladas, dipping[1] ou finalização de preparações, conforme a classificação adotada na Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Validade e armazenamento: O molho ponzu caseiro pode ser armazenado em recipiente de vidro bem fechado, sob refrigeração, por até 30 dias. O uso de ingredientes ácidos, como o suco de limão e de laranja, aliado ao shoyu, contribui para sua boa estabilidade. Sempre utilize utensílios limpos ao servir, para preservar a qualidade e a segurança do molho.

3. Dicas de consumo:

  • O ponzu é um molho extremamente versátil e pode ser utilizado de diversas formas na culinária cotidiana e profissional. É excelente como acompanhamento para sashimis, tatakis e carpaccios, realçando o sabor dos peixes sem mascará-los. Funciona muito bem como molho para saladas frescas, especialmente aquelas com folhas crocantes, pepino, rabanete ou algas.
  • Também pode ser usado como molho para dipping, acompanhando guiozas, tempurás leves ou legumes grelhados. Em pequenas quantidades, é uma ótima base para marinadas rápidas de peixes, carnes ou cogumelos, além de ser finalizador para carnes e legumes grelhados, conferindo acidez equilibrada e frescor ao prato.

3. Curiosidades: O nome “ponzu” tem origem na palavra holandesa pons, que significa “punch”, uma referência a bebidas cítricas introduzidas no Japão por comerciantes europeus no século XVII. No Japão, o ponzu tradicional pode incluir ingredientes como alga kombu e katsuobushi (lascas de peixe seco), que intensificam o sabor umami. Versões industrializadas costumam apresentar sabor mais padronizado, enquanto o preparo caseiro permite ajustes finos de acidez e salinidade, conforme o uso pretendido.


[1] Dipping: termo em inglês que significa “mergulhar”. Em gastronomia, refere-se a molhos usados para mergulhar alimentos, como vegetais crus, carnes grelhadas ou petiscos, antes de consumi-los.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Teriyaki é um molho tradicional da culinária japonesa, famoso pelo seu sabor agridoce, cor intensa e acabamento brilhante. Preparado com ingredientes básicos como shoyu, saquê mirin e açúcar, é utilizado principalmente como marinada ou finalização para grelhados de carnes, aves, peixes como salmão e atum, ou até vegetais. A leve caramelização que o molho promove ao ser reduzido no fogo cria uma camada rica e saborosa nos alimentos. Além dos grelhados, ele também combina com preparações como yakissoba, tofu frito ou mesmo arroz branco, conferindo um toque oriental irresistível.

Teriyaki

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Molho quente ou frio (dependendo do uso final), molho reduzido, molho condimentar, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 200 ml – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 35 kcal

Molho Teriyaki. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de shoyu
  • 1/2 xícara de saquê mirin
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado

Modo de Preparo:

Em uma panela pequena, misture o shoyu, o mirin, o açúcar e o gengibre ralado. Leve ao fogo médio, mexendo constantemente até o açúcar dissolver completamente. Continue cozinhando até o molho engrossar levemente e adquirir brilho (cerca de 5 a 8 minutos). Retire do fogo e utilize conforme desejado, como marinada ou finalização de pratos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Utilize o molho Teriyaki como condimento ou finalização, considerando a porção média de 30 ml por pessoa (2 colheres de sopa), quantidade suficiente para conferir sabor, brilho e leve caramelização.
  • Ideal para marinar rapidamente cortes de frango, salmão, atum ou tofu antes de grelhar, sempre respeitando a proporção para não mascarar o ingrediente principal.
  • Pode ser pincelado sobre carnes, peixes ou legumes durante o preparo ou ao final, garantindo acabamento brilhante e sabor equilibrado.
  • Combina bem com legumes salteados, arroz japonês, preparações tipo yakissoba ou bowls orientais.
  • Armazene em recipiente bem fechado, sob refrigeração, por até 5 dias. Antes de usar, aqueça levemente para recuperar fluidez e brilho.

2. Curiosidades:

  • O nome teriyaki resulta da junção de duas palavras japonesas: teri (brilho) e yaki (grelhado). A técnica surgiu no Japão por volta do século XVII e baseia-se na redução de molhos ricos em açúcar e shoyu, criando uma superfície caramelizada e lustrosa. Com o tempo, o Teriyaki ganhou versões ocidentalizadas, mas preservou sua essência como molho reduzido e condimentar, usado em pequenas quantidades para realçar sabores.
  • No Japão tradicional, o teriyaki refere-se mais à técnica de preparo do que ao molho em si. Historicamente, o peixe ou a carne eram pincelados repetidas vezes com a mistura durante o grelhado, criando camadas sucessivas de sabor e brilho.
  • As versões japonesas clássicas de Teriyaki utilizam poucos ingredientes, sem espessantes. A textura levemente encorpada resulta exclusivamente da redução do líquido e da caramelização natural dos açúcares.
  • O molho Teriyaki, como é conhecido no Ocidente, popularizou-se principalmente a partir do século XX, quando imigrantes japoneses adaptaram a receita aos ingredientes disponíveis nos Estados Unidos, ampliando seu uso como molho pronto.
  • No Japão, o Teriyaki é mais comum com peixes de carne firme, como buri (yellowtail), salmão e atum. O uso com frango e carnes vermelhas tornou-se mais frequente fora do país.
  • O brilho característico do Teriyaki não é apenas estético. Ele indica o ponto correto de redução, quando os açúcares atingem o estágio ideal para aderir ao alimento sem queimar.
  • Tradicionalmente, o equilíbrio entre doçura, salinidade e umami é mais importante do que a intensidade do sabor. Por isso, o molho deve ser usado em pequenas quantidades, atuando como realçador e não como cobertura pesada.
  • O gengibre, embora não esteja presente em todas as versões clássicas, é um ingrediente frequentemente adotado em preparações contemporâneas por sua capacidade de trazer frescor e cortar a percepção de doçura.
  • Em cozinhas profissionais, o Teriyaki é considerado um molho base. A partir dele, criam-se variações com alho, cebolinha, gergelim, pimenta ou frutas, sem descaracterizar a técnica original.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: