Como o próprio nome diz, essa é uma Farofa Molhada. Entre os seus ingredientes está um molho campanha que é preparado com um vinagrete de vinho branco e leite de coco, o que deixa o prato com um sabor muito especial. Essa iguaria é uma receita do estado do Pará, no Norte do Brasil.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Farofa

  • 80 gramas de farinha de mandioca crua
  • 1 colher (sopa) de leite de coco
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente o restante dos ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira.

Farofa

Em uma bowl, misture a farinha de mandioca, o leite de coco, molho campanha a gosto e o azeite, temperando com sal. Em uma panela pequena ferva um pouco de água. Vá derramando aos poucos sobre a farinha. A farofa deve ficar molhada sem formar um pirão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 prato – 550 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g – 1 colher de sopa): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


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A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (150 g – 1 prato de sobremesa): 145 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 1 dente de alho
  • 50 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 15 gramas de feijão verde, cozido
  • 10 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 5 gramas de camarão seco pequeno
  • 2 tomates cereja, cortado em quatro
  • 1 colher (sopa) de suco de lima ou limão
  • 15 gramas de açúcar de palma
  • 1 colher (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 150 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

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FONTE IMAGEM CAPA:

O molho Ponzu é um clássico da culinária japonesa, conhecido por sua combinação equilibrada de sabores cítricos, salgados e umami. Sua base leva shoyu, suco de frutas e saquê mirin, resultando em um molho leve, ácido e de cor escura, muito utilizado como acompanhamento ou marinada para carnes, peixes, aves, legumes e saladas. É versátil, refrescante e extremamente fácil de preparar.

Molho Ponzu

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, lanches e petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 500 ml – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 ml – 3 colheres de sopa): 43 kcal

Molho Ponzu. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 xícara de shoyu
  • 3/4 de xícara de suco de limão
  • 1/4 de xícara de suco de laranja
  • 2 colheres (sopa) de saquê mirin

Modo de Preparo:

Em uma tigela ou recipiente com tampa, misture todos os ingredientes até obter um líquido homogêneo. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de utilizar, para que os sabores se integrem melhor. Pode ser armazenado por até 1 mês sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

1. Observação: A porção de 50 ml está adequada quando utilizado como acompanhamento, molho para saladas, dipping[1] ou finalização de preparações, conforme a classificação adotada na Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Validade e armazenamento: O molho ponzu caseiro pode ser armazenado em recipiente de vidro bem fechado, sob refrigeração, por até 30 dias. O uso de ingredientes ácidos, como o suco de limão e de laranja, aliado ao shoyu, contribui para sua boa estabilidade. Sempre utilize utensílios limpos ao servir, para preservar a qualidade e a segurança do molho.

3. Dicas de consumo:

  • O ponzu é um molho extremamente versátil e pode ser utilizado de diversas formas na culinária cotidiana e profissional. É excelente como acompanhamento para sashimis, tatakis e carpaccios, realçando o sabor dos peixes sem mascará-los. Funciona muito bem como molho para saladas frescas, especialmente aquelas com folhas crocantes, pepino, rabanete ou algas.
  • Também pode ser usado como molho para dipping, acompanhando guiozas, tempurás leves ou legumes grelhados. Em pequenas quantidades, é uma ótima base para marinadas rápidas de peixes, carnes ou cogumelos, além de ser finalizador para carnes e legumes grelhados, conferindo acidez equilibrada e frescor ao prato.

3. Curiosidades: O nome “ponzu” tem origem na palavra holandesa pons, que significa “punch”, uma referência a bebidas cítricas introduzidas no Japão por comerciantes europeus no século XVII. No Japão, o ponzu tradicional pode incluir ingredientes como alga kombu e katsuobushi (lascas de peixe seco), que intensificam o sabor umami. Versões industrializadas costumam apresentar sabor mais padronizado, enquanto o preparo caseiro permite ajustes finos de acidez e salinidade, conforme o uso pretendido.


[1] Dipping: termo em inglês que significa “mergulhar”. Em gastronomia, refere-se a molhos usados para mergulhar alimentos, como vegetais crus, carnes grelhadas ou petiscos, antes de consumi-los.


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O Teriyaki é um molho tradicional da culinária japonesa, famoso pelo seu sabor agridoce, cor intensa e acabamento brilhante. Preparado com ingredientes básicos como shoyu, saquê mirin e açúcar, é utilizado principalmente como marinada ou finalização para grelhados de carnes, aves, peixes como salmão e atum, ou até vegetais. A leve caramelização que o molho promove ao ser reduzido no fogo cria uma camada rica e saborosa nos alimentos. Além dos grelhados, ele também combina com preparações como yakissoba, tofu frito ou mesmo arroz branco, conferindo um toque oriental irresistível.

Teriyaki

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Molho quente ou frio (dependendo do uso final), molho reduzido, molho condimentar, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 200 ml – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 35 kcal

Molho Teriyaki. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de shoyu
  • 1/2 xícara de saquê mirin
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado

Modo de Preparo:

Em uma panela pequena, misture o shoyu, o mirin, o açúcar e o gengibre ralado. Leve ao fogo médio, mexendo constantemente até o açúcar dissolver completamente. Continue cozinhando até o molho engrossar levemente e adquirir brilho (cerca de 5 a 8 minutos). Retire do fogo e utilize conforme desejado, como marinada ou finalização de pratos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Utilize o molho Teriyaki como condimento ou finalização, considerando a porção média de 30 ml por pessoa (2 colheres de sopa), quantidade suficiente para conferir sabor, brilho e leve caramelização.
  • Ideal para marinar rapidamente cortes de frango, salmão, atum ou tofu antes de grelhar, sempre respeitando a proporção para não mascarar o ingrediente principal.
  • Pode ser pincelado sobre carnes, peixes ou legumes durante o preparo ou ao final, garantindo acabamento brilhante e sabor equilibrado.
  • Combina bem com legumes salteados, arroz japonês, preparações tipo yakissoba ou bowls orientais.
  • Armazene em recipiente bem fechado, sob refrigeração, por até 5 dias. Antes de usar, aqueça levemente para recuperar fluidez e brilho.

2. Curiosidades:

  • O nome teriyaki resulta da junção de duas palavras japonesas: teri (brilho) e yaki (grelhado). A técnica surgiu no Japão por volta do século XVII e baseia-se na redução de molhos ricos em açúcar e shoyu, criando uma superfície caramelizada e lustrosa. Com o tempo, o Teriyaki ganhou versões ocidentalizadas, mas preservou sua essência como molho reduzido e condimentar, usado em pequenas quantidades para realçar sabores.
  • No Japão tradicional, o teriyaki refere-se mais à técnica de preparo do que ao molho em si. Historicamente, o peixe ou a carne eram pincelados repetidas vezes com a mistura durante o grelhado, criando camadas sucessivas de sabor e brilho.
  • As versões japonesas clássicas de Teriyaki utilizam poucos ingredientes, sem espessantes. A textura levemente encorpada resulta exclusivamente da redução do líquido e da caramelização natural dos açúcares.
  • O molho Teriyaki, como é conhecido no Ocidente, popularizou-se principalmente a partir do século XX, quando imigrantes japoneses adaptaram a receita aos ingredientes disponíveis nos Estados Unidos, ampliando seu uso como molho pronto.
  • No Japão, o Teriyaki é mais comum com peixes de carne firme, como buri (yellowtail), salmão e atum. O uso com frango e carnes vermelhas tornou-se mais frequente fora do país.
  • O brilho característico do Teriyaki não é apenas estético. Ele indica o ponto correto de redução, quando os açúcares atingem o estágio ideal para aderir ao alimento sem queimar.
  • Tradicionalmente, o equilíbrio entre doçura, salinidade e umami é mais importante do que a intensidade do sabor. Por isso, o molho deve ser usado em pequenas quantidades, atuando como realçador e não como cobertura pesada.
  • O gengibre, embora não esteja presente em todas as versões clássicas, é um ingrediente frequentemente adotado em preparações contemporâneas por sua capacidade de trazer frescor e cortar a percepção de doçura.
  • Em cozinhas profissionais, o Teriyaki é considerado um molho base. A partir dele, criam-se variações com alho, cebolinha, gergelim, pimenta ou frutas, sem descaracterizar a técnica original.

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O Vinagrete é um molho emulsionado preparado a partir da combinação de uma gordura, como óleo ou azeite, com um ingrediente ácido, como vinagre ou suco de limão, aromatizado com especiarias e, eventualmente, ervas frescas. A palavra vem do francês ‘vinaigrette’, diminutivo de ‘vinaigre’ (vinagre), e define um dos molhos mais básicos e versáteis da cozinha clássica.

A emulsão do vinagrete é instável por natureza, pois resulta da união de dois líquidos que não se misturam espontaneamente. Para obter uma mistura homogênea, é necessário bater ou agitar vigorosamente os ingredientes no momento do preparo ou antes do uso. A proporção clássica utiliza, em média, três partes de gordura para uma parte de ácido, garantindo equilíbrio entre untuosidade e acidez.

Simples e funcional, o Vinagrete Tradicional é composto apenas de azeite, vinagre, sal e pimenta, podendo receber pequenos ajustes conforme o uso. É ideal para temperar saladas, vegetais cozidos ou crus, carnes grelhadas, marinadas e preparações frias em geral.

Vinagrete Tradicional

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Vinagrete, molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, molho cru ou batido, cozinha internacional (França), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 135 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre (de maçã ou de vinho branco)
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitadinha de açúcar (opcional)

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes em uma tigela pequena. Bata vigorosamente com um fouet até obter uma mistura homogênea. Utilize imediatamente ou reserve sob refrigeração por curto período. Antes de servir, bata ou agite novamente para recompor a emulsão.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: este molho se enquadra na categoria molhos emulsionados ou condimentares, com porção média de 30 g ou ml por pessoa, sendo utilizado para temperar ou acompanhar preparações de forma moderada. Para mais detalhes, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Ideal para saladas verdes simples, como alface, rúcula, agrião e endívia, pois realça o sabor dos ingredientes sem sobrecarregar a preparação.
  • Funciona muito bem para temperar legumes cozidos e ainda mornos, como batatas, vagens, cenouras ou beterrabas, facilitando a absorção do molho.
  • Pode ser utilizado como base para marinadas rápidas de carnes, aves, peixes firmes ou vegetais grelhados, especialmente quando combinado com alho ou ervas.
  • Excelente para finalizar grelhados, legumes assados e saladas de grãos, aplicado sempre com moderação, respeitando a porção indicada.

3. Dicas Extras:

  • Pode ser aromatizado com alho ralado, mostarda, ervas frescas ou secas, conforme a aplicação desejada.
  • Ideal para uso imediato, pois a emulsão é naturalmente instável.

4. Curiosidades:

  • Pequenas adições de ingredientes como mostarda, alho ou mel podem retardar a separação das fases, tornando a emulsão levemente mais estável sem descaracterizar o molho.
  • A proporção clássica de três partes de gordura para uma parte de ácido é atribuída à tradição francesa e permanece como referência para o equilíbrio sensorial do vinagrete.
  • O vinagrete é considerado uma das emulsões mais antigas da culinária ocidental, antecedendo molhos clássicos como a maionese.
  • Por ser uma emulsão instável, sua separação é natural e esperada. Agitar antes do uso não é um defeito, mas uma característica técnica do preparo.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A origem do Molho Rosê é controversa. Os argentinos dizem que o molho nasceu em 1920 na Argentina. Já os ingleses dizem que a mistura é derivada do seu típico molho Gloucester, que também leva molho inglês. Tem ainda os americanos que alegam que a iguaria nasceu nos Estados Unidos em 1948 para acompanhar o “shrimp cocktail” um petisco com camarões.

Deixando a sua origem de lado, o que importa é que o Molho Rosê tem um sabor delicado e uma textura cremosa que combina com diversas preparações com massas (macarrão, lasanha, panquecas), para temperar inúmeras saladas ou simplesmente como um molhinho para mergulhar os aperitivos (batata frita, salgadinhos). Ah! Também fica delicioso mergulhar ovos de codorna cozidos no molho Rosê. Não importa a preparação, é provável que ficará mais saboroso utilizando este molho. Simples e fácil de fazer. experimente!

Molho Rosé Especial

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, couvert, entrada, lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Frio, Cozinha Internacional (Argentina, Inglaterra, Estados Unidos)

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda amarela
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1/2 limão

Modo de Preparo:

Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture tudo até obter um molho homogêneo. Armazene na geladeira por até 5 dias.

Dicas:

1. Como o molho rosê tem um sabor delicado pode-se adicionar outros ingredientes, tais como creme de leite, ervas, trocar o molho inglês por molho shoyu, acrescentar noz moscada ou pimenta. Porém, tenha o cuidado para não misturar ingredientes fortes que possam alterar muito o sabor original do molho.

2. O molho rosê pode ser congelado por até 3 meses no freezer.


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FONTE IMAGEM CAPA:

As reduções são preparações obtidas a partir da evaporação controlada de líquidos, concentrando sabores, açúcares naturais e acidez. Esta redução de mel, vinagre balsâmico e laranja combina dulçor, acidez e notas cítricas, resultando em um molho intenso e brilhante, ideal para finalizações. É um preparo versátil, usado em pequenas quantidades para realçar carnes, aves, peixes, legumes assados, queijos e até sobremesas com frutas.

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho reduzido, molho condimentar, sem glúten, sem lactose, vegetariano

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 750 ml – 50 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g/ml – 1 colher de sopa): 45 kcal

Redução de Mel, Balsâmico e Laranja. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 ml de vinagre balsâmico
  • 500 ml de suco de laranja
  • 250 gramas de mel

Modo de Preparo:

Em uma panela de fundo grosso, coloque o vinagre balsâmico, o suco de laranja e o mel. Misture bem e leve ao fogo médio até iniciar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente, mexendo ocasionalmente, até que o volume reduza e atinja consistência de calda rala, levemente espessa e brilhante. Retire do fogo e deixe esfriar. A redução ganha um pouco mais de corpo após esfriar. Armazene em recipiente limpo e bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta receita se enquadra como molho de uso pontual, sendo indicada a porção de 15 ml por pessoa, utilizada principalmente para finalizar pratos ou realçar sabores. Para mais detalhes sobre o papel dos molhos na composição das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Utilize pequenas quantidades para finalizar carnes grelhadas ou assadas, peito de pato, suínos, cordeiro, legumes assados, saladas mornas, queijos curados ou frutas grelhadas. Por ser um molho concentrado, o ideal é aplicar em fios ou pincelar levemente.

3. Validade e armazenamento: Quando armazenada em recipiente de vidro esterilizado, bem fechado e sob refrigeração, esta redução apresenta validade média de até 30 dias. O alto teor de açúcar, a acidez do vinagre balsâmico e o processo de redução contribuem para sua boa conservação. Sempre utilize utensílios limpos e secos ao servir, evitando contaminação e prolongando a durabilidade do molho.

4. Curiosidades: O vinagre balsâmico, quando reduzido, intensifica sua doçura natural sem perder a acidez característica, dispensando o uso de espessantes artificiais. A adição do mel e do suco de laranja cria um equilíbrio clássico entre doce, ácido e amargo.


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O Tarê é um molho clássico da culinária japonesa, amplamente utilizado para finalizar pratos como sushi, hot roll e temakis. A palavra “tarê” em japonês significa simplesmente “molho”, por isso a expressão “molho tarê” é tecnicamente redundante. Encorpado e brilhante, ele é preparado com base em shoyu, saquê mirin e açúcar, resultando em um sabor adocicado e salgado ao mesmo tempo. Esse molho é extremamente versátil, podendo ser servido com preparações frias ou quentes, como grelhados, espetinhos, legumes salteados ou frutos do mar.

Tarê

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos

Especificação: Molho quente ou frio (dependendo do uso final), molho condimentar, molho reduzido, Cozinha Internacional (Japão), vegetariana, sem lactose,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 480 ml – 16 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml – 2 colheres de sopa): 112 kcal

Tarê. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 xícara de açúcar
  • 1 xícara de shoyu
  • 2 xícaras de saquê mirin
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado

Modo de Preparo:

Em uma panela pequena, misture todos os ingredientes. Leve ao fogo médio e cozinhe, mexendo sempre, até que o molho reduza e engrosse levemente. Quando atingir consistência aveludada e brilhante, desligue o fogo. Deixe esfriar e utilize em carnes grelhadas, peixes, legumes ou preparações orientais como hot rolls e temakis.

Toques Finais e Sugestões:

O tarê é um molho condimentar e reduzido, de sabor intenso, devendo ser utilizado em pequenas quantidades. A porção considerada nesta receita é de 30 ml por pessoa (2 colheres de sopa), quantidade adequada para finalizar sushi, temakis, hot rolls, espetinhos grelhados, legumes ou peixes.

Dicas de consumo

  • Pode ser usado como molho para pincelar espetinhos grelhados, como o yakitori[1].
  • Fica excelente servido à parte como acompanhamento para sushi, sashimi ou vegetais grelhados.
  • Guarde o molho já frio em recipiente esterilizado na geladeira por até 10 dias.

Curiosidades

  • Apesar de o Tarê ser tradicionalmente feito com saquê mirin, é possível substituí-lo por uma mistura de vinho branco suave com um toque de açúcar, caso o ingrediente original não esteja disponível. Essa adaptação mantém a doçura característica e a função do mirin de suavizar o sabor salgado do shoyu.
  • Na culinária japonesa, o tarê não é apenas um molho finalizador, mas também um elemento técnico de cozimento, utilizado para laquear[2] alimentos durante o grelhado, criando uma superfície brilhante e caramelizada, especialmente em preparações como o yakitori.
  • O equilíbrio entre doce e salgado do tarê reflete um princípio central da cozinha japonesa, que busca harmonia entre os sabores, evitando extremos e valorizando a naturalidade dos ingredientes.
  • Tradicionalmente, muitas casas japonesas mantêm tarês próprios, preparados em maior quantidade e reaproveitados ao longo do tempo, sendo constantemente reforçados com novos ingredientes, o que contribui para profundidade de sabor e identidade da cozinha.
  • O efeito brilhante característico do tarê ocorre devido à alta concentração de açúcares, que caramelizam levemente durante o aquecimento, conferindo não apenas sabor, mas também apelo visual às preparações.
  • Apesar de simples em ingredientes, o tarê exige atenção ao ponto de redução, pois poucos minutos a mais no fogo podem resultar em um molho excessivamente espesso ou amargo.



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FONTE IMAGEM CAPA:

O ketchup é um dos molhos mais conhecidos do mundo, com origem em preparações fermentadas asiáticas à base de peixe e especiarias, que chegaram ao Ocidente a partir do século XVII. Com o tempo, a receita foi adaptada, especialmente nos Estados Unidos, passando a utilizar o tomate como ingrediente principal e assumindo o perfil agridoce que conhecemos hoje.

Esta versão artesanal de ketchup picante de tomate traz um preparo mais elaborado, com tomates frescos, pimentão assado e redução lenta, resultando em um molho encorpado, equilibrado e com leve picância da pimenta caiena. É ideal para quem busca um ketchup mais intenso, menos industrial e com maior profundidade de sabor.

Ketchup Picante de Tomate

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho reduzido, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1,8 litros – 120 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (15 g/ml – 1 colher de sopa): 25 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 pimentões vermelhos
  • 100 gramas de açúcar
  • 90 gramas de cebola picadinha
  • 1 dente de alho picadinho
  • 2,8 litros de tomate, sem pele e sem semente, esmagado
  • 240 ml de vinagre de vinho tinto
  • 120 ml de vinagre balsâmico
  • Pimenta caiena a gosto

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os pimentões. Espete um utensílio comprido em cada um deles e leve diretamente à chama alta do fogão, girando até que a pele esteja completamente queimada e tostada por todos os lados. Transfira os pimentões ainda quentes para um saco plástico resistente, feche bem para manter o vapor e deixe descansar por cerca de 15 minutos, até que esfriem e a pele se solte com facilidade.

Retire os pimentões do saco, raspe toda a pele queimada com o auxílio de uma colher, abra-os, descarte o caule e as sementes e corte a polpa em pedaços pequenos. Reserve.

Em uma panela de fundo grosso, leve o açúcar ao fogo médio até atingir coloração âmbar[1]. Acrescente a cebola e o alho, mexendo para incorporar. Junte os tomates esmagados e os pimentões assados, misture bem e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Adicione os dois tipos de vinagre e mantenha o cozimento em fogo médio-baixo, deixando reduzir até obter uma consistência mais espessa e aveludada, por cerca de 20 minutos. Tempere com pimenta-caiena a gosto.

Passe o molho por um coador de malha fina ou chinois para obter um ketchup liso e homogêneo. Transfira para um recipiente hermético, deixe esfriar e mantenha refrigerado. A validade é de até 15 dias sob refrigeração.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Este ketchup picante é ideal para sanduíches artesanais, hambúrgueres, batatas fritas, carnes grelhadas, assados e preparações à base de legumes. Também pode ser usado como base para molhos barbecue artesanais ou para dar profundidade a marinadas e molhos quentes.
  • A intensidade da picância pode ser ajustada conforme o perfil desejado, aumentando ou reduzindo a quantidade de pimenta caiena.

2. Curiosidades:

  • Apesar de hoje ser associado quase exclusivamente ao tomate, o ketchup tem origem em molhos fermentados asiáticos à base de peixe, conhecidos como kê-tsiap, que não levavam tomate em sua formulação original.
  • O uso do açúcar no ketchup não é apenas para adoçar. Ele contribui para a cor, a textura e a conservação do molho, além de equilibrar a acidez natural do tomate e dos vinagres.
  • A técnica de assar o pimentão diretamente na chama intensifica notas defumadas e adocicadas, adicionando complexidade aromática ao molho sem a necessidade de ingredientes artificiais.
  • A coagem final pelo chinois é um passo clássico da cozinha profissional e garante um ketchup liso, homogêneo e com textura aveludada, característica desejada nesse tipo de molho.
  • A pimenta caiena atua como um realçador de sabor. Em pequenas quantidades, ela não apenas adiciona picância, mas também destaca os aromas do tomate e do vinagre.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A mostarda é um dos condimentos mais antigos da história da gastronomia. Seus grãos já eram utilizados moídos desde a Antiguidade para temperar alimentos e preparar pastas aromáticas. A cidade de Dijon, na França, tornou-se referência mundial na produção de mostarda, consolidando o ingrediente como um símbolo da culinária francesa.

A combinação de mostarda e mel, no entanto, tem origem ainda mais antiga e difusa. No Egito Antigo, já era comum misturar mel à mostarda para suavizar sua pungência natural. Registros históricos indicam que essa associação também era amplamente utilizada na Roma Antiga. No livro ‘De re Coquinaria’, compilado entre o final do século IV e o início do século V, há receitas de molhos frios à base de sementes de mostarda combinadas com mel, especiarias e ervas aromáticas, utilizados para acompanhar carnes assadas, como o javali. Essa mistura atravessou séculos, mantendo-se atual pela simplicidade, equilíbrio de sabores e versatilidade.

O Molho de Mostarda e Mel é um preparo frio, rápido e funcional, que equilibra acidez, doçura e gordura. Pode ser utilizado tanto como molho de finalização quanto como acompanhamento leve, adaptando-se facilmente a diferentes aplicações culinárias.

Molho de Mostarda e Mel

Categoria:  Couvert, Acompanhamento/Guarnição, Lanches, Petiscos,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 90 g/ml – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 140 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de molho de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de mel

Modo de Preparo:

Em um recipiente, misture todos os ingredientes até obter um molho homogêneo. Para facilitar a emulsão e garantir uma textura mais cremosa, coloque os ingredientes em um pote de vidro com tampa, feche bem e agite vigorosamente até que o azeite esteja completamente incorporado ao molho.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre porção: Este molho enquadra-se na categoria molhos emulsionados ou condimentares, cujo padrão de porcionamento é de 30 g por pessoa, quantidade suficiente para acompanhar saladas, petiscos ou preparações leves. Essa referência segue o padrão apresentado na Parte 3 – Aprofundando, Capítulo 49.1 – A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para temperar saladas verdes, saladas com frutas, folhas amargas ou legumes grelhados.
  • Combina muito bem com carnes grelhadas, frango assado, peixes e frutos do mar.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps, hambúrgueres artesanais e petiscos.
  • Para um sabor mais suave e textura mais encorpada, pode ser misturado à maionese, creme de iogurte ou creme vegetal, transformando-se em um molho de acompanhamento mais neutro.

3. Curiosidades:

  • Pequenas variações na escolha da mostarda (amarela, Dijon, antiga ou com grãos) alteram significativamente o perfil sensorial do molho.
  • A emulsão deste molho ocorre de forma simples devido à presença de mostarda, que atua como agente emulsificante natural.
  • O equilíbrio entre a doçura do mel e a acidez da mostarda explica a longevidade dessa combinação ao longo da história.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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