A receita de hoje foi desenvolvida pela gastronomia molecular, uma das tendências gastronômicas contemporâneas. Mas, a receita também se encaixa em outra tendência contemporânea, o veganismo. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o post “O Mercado Gastronômico”.

Caviar de Maracujá ou de Morango

Categoria: Sobremesa

Especificação: Gelatina vegana, Sobremesa Gelad, Sobremesa contemporânea

Rendimento: 50 gramas de caviar

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem de Lounis Aissaoui por Pixabay.

Ingredientes:

  • 1 g de Ágar-ágar
  • 100 ml de Suco de Maracujá ou morango ou qualquer outro líquido à base de água, bem adoçado
  • 200 ml de Azeite de oliva ou óleo de girassol gelado

Modo de Preparo:

Para cada 100 ml de líquido, adicionar 1g de ágar-ágar. A quantidade varia de acordo com a textura desejada: quanto maior, mais sólido ficará.

Levar a mistura ao fogo médio e deixar ferver. Misture para dissolver bem. Para o ágar ativar, precisa de temperatura. Utilizar ainda quente (acima de 45ºC), e ao esfriar começa a solidificar.

Para fazer as gotas, utilize uma bisnaga. Goteje sobre o azeite ou óleo gelado. Recomendo que esteja num recipiente cilíndrico para facilitar o resfriamento da gota.

Peneirar e passar em banho de água para retirar o excesso de óleo/azeite. Manter gelado até a hora de usar. Sirva sobre um manjar branco preparado com amido de milho, leite de coco e açúcar na medida.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A rabanada é um doce típico na ceia de Natal em Portugal e seu preparo teve origem no século XV. Elas são servidas polvilhadas com açúcar e canela. No passado, a palavra “rabanada” era apenas utilizada ao norte do rio Mondego. A partir da margem direita, o doce recebia o nome de fatia-de-parida ou fatia-dourada. Nos países de descendência espanhola, como o México, as rabanadas são consumidas nas celebrações da Quaresma (Semana Santa). No Brasil, várias famílias, principalmente as descendentes de portugueses servem as rabanadas nas festas natalinas. Assim como eu, várias pessoas atualmente têm intolerância à lactose. Neste caso, fiz a substituição por leite vegetal. Espero que gostem!

Rabanada Sem Lactose

Categoria: Entrada, Lanche, Sobremesa

Especificação: Cozinha Internacional (Portugal e Espanha), Panificação, Sem Lactose

Rendimento: 6 porções

Tempo de Pré-preparo: 20 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 Pão do tipo baguete ou 5 pães do tipo francês
  • 1 xícara (chá) de leite vegetal de coco
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 2 ovos

Para Polvilhar:

  • 3 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) canela em pó

Modo de Preparo:

Forre uma assadeira retangular grande com papel manteiga. Em um recipiente, misture o leite vegetal de coco com o açúcar. Em outro recipiente, adicione o ovo e misture com um garfo ou fouet. Corte os pães em fatias com mais ou menos 1,5 centímetros ou espessura de 1 dedo.

Passe as fatias de pão na mistura de leite com açúcar e em seguida nos ovos batidos. Escorra e disponha as fatias na assadeira. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por aproximadamente por 30 minutos, deixando dourar durante 15 minutos de cada lado da fatia. Em um outro recipiente misture a canela e o açúcar e polvilhe sobre a rabanada assada.

Dicas:

Dê preferência ao leite vegetal de coco, pois ele tem o sabor mais neutro.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Clássico que não pode faltar à mesa nesse período do ano. Seja na ceia, no almoço, no jantar ou até mesmo durante o lanche. Existem várias lendas que tentam explicar a origem do Panetone, porém, o que se sabe com certeza é que ele foi criado na região noroeste da Itália, em Milão, na padaria do Toni. Aliás, Panetone significa “Pani di Toni” ou “o Pão de Toni”. A receita chegou ao Brasil através dos imigrantes italianos que vieram em peso para o país durante a segunda guerra mundial. Rapidamente ela se expandiu até mesmo entre as famílias que não tem descendência italiana e hoje em dia, pode-se encontrar panetones com recheios variados, tais como, gotas de chocolate, trufas, sorvetes, entre outros.

Panetone. Símbolo Natalino.

Categoria: Café da Manhã, Lanche, Sobremesa

Especificação: Panificação, Pães, Cozinha Internacional (Itália – Milão)

Rendimento: 5 panetones de 1 kg

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Difícil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fermento Básico:

  • 200 g de fermento biológico fresco
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo

Massa:

  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 1/2 xícara (chá) de açúcar cristal
  • 9 gemas de ovo
  • 250 g de margarina
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 20 ml de essência de panetone
  • + ou – 2 kg de farinha de trigo
  • Embalagem de papel forneável para panetone (no tamanho que preferir)
  • Ovo para pincelar, o suficiente

Frutas para Rechear:

  • 600 g de frutas cristalizadas
  • 200 g de passas sem sementes
  • Farinha de trigo para empanar as frutas

Modo de Preparo:

Fermento Básico:

Coloque o fermento em uma bowl, dissolva com a água e o leite morno. Misture com a farinha de trigo até formar uma massa. Deixe levedar até dobrar de volume (cubra com um pano e quando a massa descer está bom).

Massa:

Bata no liquidificador a água, o açúcar, os ovos, a margarina, o sal e o leite. Misture no fermento básico e acrescente a essência e a farinha de trigo. A quantidade da farinha depende do ponto exato (nem muito mole, nem muito dura).

Em uma outra bowl coloque as frutas, as passas e a farinha de trigo. Misture com a mão até as frutas se soltarem umas das outras. Misture na massa sovando. Quando estiver bem firme a massa, misture as frutas. Corte os pedaços da massa e pese. O peso depende da forma de papel escolhida (1kg, 500g, 250g etc.). Boleie e coloque dentro das formas. Deixe crescer até 2 dedos abaixo da borda da forma. Pincele com o ovo por cima dos panetones e leve para assar em forno pré-aquecido à 180º C, por 40 minutos.

Dicas:

1. A água e o leite devem estar mornos na preparação do fermento. Se estiver frio, as leveduras não serão ativadas e se estiver quente demais, pode matá-las.

Nenhum dos ingredientes utilizados na receita podem estar gelados.

Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

Bolear a massa – fazer bolas. Pegue uma das porções da massa e vá amassando com as duas mãos, com pressão leve girando de forma circular até que massa fique lisinha, sem furos e em formato de bola.

Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O clássico pudim de leite condensado é uma das poucas sobremesas que agrada praticamente a todos. A receita é simples, feita com apenas três ingredientes batidos no liquidificador.

Pudim de Leite Condensado. Uma das sobremesas mais tradicionais.

Categoria: Café da manhã, lanches, sobremesas,

Especificação:Pudim, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Típica Brasileira,

Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de viadireta por Pixabay

Ingredientes:

Calda:

  • 1/2 xícara de água quente
  • 1 xícara de açúcar

Pudim:

  • 1 lata de leite condensado
  • 4 ovos
  • 2 latas de leite (a mesma medida da lata de leite condensado)

Modo de Preparo:

Calda:

Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até o açúcar derreter e ficar dourado. Cuidado para não queimar. Quando o açúcar estiver dourado acrescente a água quente e continue mexendo. Deixe a calda ferver até que todo o açúcar esteja dissolvido e a calda tenha engrossado. Em seguida, passe a calda da panela para uma assadeira com furo e reserve.

Pudim:

No liquidificador bata bem os ovos, depois acrescente o leite condensado e o leite, batendo até formar uma mistura homogênea. Despeje o pudim na assadeira sobre a calda. Cubra o pudim com papel alumínio e leve ao forno médio em banho maria por uma hora e trinta minutos, dependendo do forno. Deixe esfriar, desenforme e sirva.

Dicas:

1. Caramelização – Caramelizar significa o douramento induzido pelo calor de um alimento que contenha açúcares.

2. Banho-maria consiste em utilizar duas panelas, uma delas com água quente e a outra com o alimento. A panela com água quente fica no fogo baixo ou médio. A panela com o alimento pode ficar mergulhada na água ou apenas no vapor desprendido.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

4. Para saber o ponto certo de cozimento, espete-o com um palito ou uma faca, se sair limpo está pronto.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de viadireta por Pixabay

As maçãs fritas são uma daquelas receitas que atravessam séculos e permanecem irresistíveis. Esse preparo simples era muito comum na Europa durante a Idade Média, especialmente entre os séculos XIII e XV, quando frutas empanadas e fritas eram servidas tanto em banquetes nobres quanto em tavernas populares. Registros como o ‘Forme of Cury’ (Inglaterra, século XIV) e o ‘Le Ménagier de Paris’ (França, século XIV) mencionam preparos semelhantes, geralmente feitos sem açúcar refinado, já que esse ingrediente era caro e pouco acessível. O mel, considerado um produto nobre e valorizado, era utilizado para adoçar e finalizar pratos como este.

Mesmo com o passar do tempo, a estrutura da receita se manteve: uma fruta, uma massa leve e uma fritura rápida, que resulta em camadas crocantes por fora e macias por dentro. Hoje, a maçã frita pode ser servida como sobremesa, lanche ou mesmo como parte de um café da manhã especial, mantendo seu caráter histórico com um toque contemporâneo.

Maçã Frita

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas, confeitaria

Especificação: Fruta empanada, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 180 g): 318 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 maçãs (preferencialmente firmes, como Fuji ou Gala)
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 xícara de cerveja (ou água com gás, em versão sem álcool)
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal (para polvilhar)
  • Mel (opcional, para servir, mantendo a inspiração medieval)
  • Óleo (para fritar)

Modo de Preparo:

Corte as maçãs em fatias (com ou sem casca, conforme preferência). Em uma tigela, misture a farinha, os ovos e a cerveja até formar uma massa grossa e homogênea. Aqueça o óleo em fogo médio. Passe as fatias de maçã pela massa, envolvendo bem. Frite em óleo quente até dourar dos dois lados. Escorra em papel absorvente. Polvilhe açúcar por cima e, se quiser conservar o estilo medieval, finalize com mel. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva com mel, melado ou açúcar com canela, conforme o estilo desejado.
  • Para uma versão mais próxima da original, retire o açúcar e finalize apenas com mel.
  • Pode ser servido com sorvete de creme, chantilly ou iogurte para contraste de textura.
  • Experimente substituir a cerveja por sidra ou hidromel para reforçar o contexto histórico.

2. Curiosidade: Na Idade Média, as frituras doces eram valorizadas em dias festivos e podiam representar status social, principalmente quando levavam mel ou especiarias, ingredientes caros na época.


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