Mandioquinha ou Batata Baroa ou ainda, Cenoura Amarela. Não importa o nome, o que importa é o sabor! E este purê… Humm! Delicioso e muito simples de ser feito. O preparo é sem lactose e para garantir a cremosidade utilizamos o leite de coco.

Purê de Mandioquinha sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, Sem Lactose, vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de mandioquinha (batata baroa)
  • ½ xícara de leite vegetal de coco
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Noz moscada, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque as mandioquinhas descascadas e cortadas em rodelas. Cubra com água e cozinhe até ficar bem macias. Escorra a água e reserve. Na própria panela, amasse as mandioquinhas até virar um purê. Utilize um amassador ou espremedor. Adicione o leite vegetal de coco e os temperos. Misture bem. Se a textura do purê estiver muito consistente, dilua com a água do cozimento reservada até o ponto desejado.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FOTO IMAGEM CAPA: Imagem adriana Tenchini

O arroz pilaf é uma preparação clássica, conhecida por deixar os grãos soltos e macios. É o famoso arroz soltinho, muito comum em cozinhas comerciais e presente no dia a dia de muitas culturas. Esse método tem origem na Antiguidade, especialmente na região do Oriente Médio, com forte presença na culinária da antiga Pérsia. Os persas desenvolveram técnicas refinadas para o preparo de grãos, incorporando especiarias e caldos aromáticos, o que influenciou a gastronomia de diversos povos ao longo do tempo.

Relatos históricos indicam que o arroz pilaf foi servido a Alexandre, o Grande, durante um banquete em suas campanhas militares no Oriente. A receita encantou os soldados, que levaram a técnica de volta à Macedônia, contribuindo para sua difusão pela Grécia Antiga. Com o tempo, o preparo foi sendo adaptado por outras culturas, como árabes e hebreus, que incorporaram o arroz e suas técnicas ao cotidiano culinário.

Na Índia Antiga, o arroz já era um alimento amplamente cultivado e consumido, especialmente na região do Vale do Indo. Com o tempo, as técnicas de cocção mais elaboradas desenvolvidas na Pérsia, como o método pilaf, chegaram ao subcontinente e foram incorporadas às tradições locais. Assim surgiu o pulao, uma versão indiana do arroz pilaf, preparada com especiarias aromáticas típicas como cardamomo, anis estrelado e canela.

O arroz pilaf, portanto, representa um elo entre diferentes civilizações da Idade Antiga, ilustrando como a gastronomia serviu como ponte entre Pérsia, Grécia, Índia e outros povos, unindo culturas por meio do sabor e da técnica.

Arroz Pilaf

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Arroz, cereal, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariano, vegano,

Rendimento: 520 gramas – 4 porções

Tempo de Preparo: 25 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g ): 165 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de óleo de soja
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 cebola pequena cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 1 xícara de arroz branco (aproximadamente 200 gramas de arroz cru)
  • 2 xícaras (480 ml) de fundo de legumes (ou água)
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e a cebola até dourarem. Adicione o arroz e mexa bem, até que os grãos fiquem ligeiramente translúcidos e bem soltos. Acrescente o fundo de legumes (ou água) quente e ajuste o sal. Quando levantar fervura, tampe a panela e cozinhe em fogo médio, sem mexer, até que todo o líquido seja absorvido. Se preferir, finalize o cozimento no forno, com o recipiente tampado, por cerca de 20 minutos a 190–200 °C.

Toques Finais e Sugestões:

1. Esta receita está categorizada como acompanhamento/guarnição. A porção foi definida com base nessa classificação, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para acompanhar carnes assadas, vegetais grelhados ou pratos com molhos intensos.
  • Pode ser enriquecido com legumes, nozes, frutas secas ou especiarias, conforme a tradição de diferentes culturas.

3. Curiosidades:

  • O arroz pilaf é uma das formas mais antigas de cocção do arroz, com registros históricos que remontam aos tempos de Alexandre, o Grande.
  • A diferença entre o arroz pilaf e o arroz creole está no modo de preparo, e não nos ingredientes. No pilaf, o arroz é refogado com os aromáticos antes de receber o líquido; no creole, o líquido é adicionado antes dos demais ingredientes.
  • O arroz branco possui proporção média de cocção de 1×2 (1 medida de arroz para 2 medidas de água). Já o arroz integral, o arroz vermelho e o arroz selvagem utilizam, em média, a proporção de 1×3 (1 medida de arroz para 3 de água). Essa diferença ocorre porque os grãos integrais mantêm suas camadas externas, como o farelo e o gérmen, que são mais ricos em fibras e apresentam estrutura mais rígida. Essas camadas dificultam a absorção de água, exigindo maior quantidade de líquido e tempo de cocção para que o grão fique macio. No arroz branco, essas camadas foram removidas no processo de beneficiamento, tornando o grão mais poroso e facilitando a hidratação e o cozimento.

Cálculo prático para porções de arroz cru:

  • Como acompanhamento: 1/4 xícara (cerca de 50 g de arroz cru) por pessoa.
  • Como prato principal: 1/2 xícara (cerca de 100 g de arroz cru) por pessoa.
  • O arroz branco quase triplica de volume ao ser cozido: 100 g de arroz cru resultam em cerca de 260 a 280 g de arroz pronto.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A rabanada é um doce típico na ceia de Natal em Portugal e seu preparo teve origem no século XV. Elas são servidas polvilhadas com açúcar e canela. No passado, a palavra “rabanada” era apenas utilizada ao norte do rio Mondego. A partir da margem direita, o doce recebia o nome de fatia-de-parida ou fatia-dourada. Nos países de descendência espanhola, como o México, as rabanadas são consumidas nas celebrações da Quaresma (Semana Santa). No Brasil, várias famílias, principalmente as descendentes de portugueses servem as rabanadas nas festas natalinas. Assim como eu, várias pessoas atualmente têm intolerância à lactose. Neste caso, fiz a substituição por leite vegetal. Espero que gostem!

Rabanada Sem Lactose

Categoria: Entrada, Lanche, Sobremesa

Especificação: Cozinha Internacional (Portugal e Espanha), Panificação, Sem Lactose

Rendimento: 6 porções

Tempo de Pré-preparo: 20 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 Pão do tipo baguete ou 5 pães do tipo francês
  • 1 xícara (chá) de leite vegetal de coco
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 2 ovos

Para Polvilhar:

  • 3 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) canela em pó

Modo de Preparo:

Forre uma assadeira retangular grande com papel manteiga. Em um recipiente, misture o leite vegetal de coco com o açúcar. Em outro recipiente, adicione o ovo e misture com um garfo ou fouet. Corte os pães em fatias com mais ou menos 1,5 centímetros ou espessura de 1 dedo.

Passe as fatias de pão na mistura de leite com açúcar e em seguida nos ovos batidos. Escorra e disponha as fatias na assadeira. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por aproximadamente por 30 minutos, deixando dourar durante 15 minutos de cada lado da fatia. Em um outro recipiente misture a canela e o açúcar e polvilhe sobre a rabanada assada.

Dicas:

Dê preferência ao leite vegetal de coco, pois ele tem o sabor mais neutro.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Prato saudável, saboroso e sem derivados de animais. Faça em casa, é muito fácil e uma ótima pedida para uma ocasião especial. Pode ser servido como uma entrada quente, acompanhamento ou ainda como prato principal.

Abóbora Recheada com Cogumelos

Categoria: Entrada quente, Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Legumes, Vegetariana, Vegana

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 1 hora e 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 abóbora cabotia de tamanho médio
  • 1 xícara de água para o cozimento

Recheio:

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho picadinho
  • ½ cebola picada
  • ½ xícara (chá) de alho poró fatiado
  • 1 bandeja de cogumelos (shitake cortados em fatias de um dedo de largura ou shimeji picado)
  • 250 ml de polpa de tomate
  • 2 colheres (sopa) de farinha de aveia
  • 1 garrafinha de leite de coco
  • Cheiro verde picado, q.b. [1]
  • Sal, q.b.
  • Pimenta do reino, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Corte a parte superior da abóbora de modo que forme uma tampa. Tire todas as sementes, coloque um pouco de água dentro, tampe, embrulhe no papel alumínio e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos ou até ficar macia (verifique espetando com um garfo).

Enquanto a abóbora assa, prepare o recheio. Em uma panela, em fogo médio, coloque o azeite, adicione o alho, refogando até dar uma leve douradinha. Junte a cebola e refogue novamente. Adicione o alho poró, refogando até que ele murche. Acrescente os cogumelos, salgue e tempere com a pimenta do reino. Refogue-os por cinco minutos. Reserve.

Em uma panela separada misture a polpa de tomate e a farinha de aveia diluída no leite de coco e vá mexendo até encorpar. Tire do fogo, junte os cogumelos refogados e o cheiro verde. Retire a abóbora do forno e o papel alumínio que está sobre ela. Despeje o recheio dentro dela, tampe e deixa assar por mais 15 minutos.


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Uma boa salada para os climas quentes. As folhas acompanhadas com a manga e o tomate cereja traz frescor e tropicalidade a este prato que pode servir como entrada ou acompanhamento.

Salada Tropical de Folhas com Manga

Categoria: EntradaS, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada de legumes e frutas

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Salada Tropical de Folhas com Manga.   Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • ½ maço de rúcula
  • ½ maço de alface americana
  • ½ bandeja de tomates cereja
  • 1 manga Haden ou Tommy
  • Salsinha a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Rasgue as folhas com a mão e forre um pirex. Por cima, coloque as mangas cortadas em tiras e os tomates cereja cortados pela metade. Em seguida, salpique salsinha e cebolinha.

Dicas:

Pode incluir outras folhas como por exemplo, alface roxo ou agrião.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Patês Veganos

Preparações culinárias cremosas à base de legumes. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal. Saudáveis e saborosos.

Babaganoush – Patê de Berinjela

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)
Babaganoush. Imagem de Laura por Pixabay

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Obs.: Pode guardar em um vidro na geladeira por até duas semanas.


Homus – Patê de Grão de Bico

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de grão de bico
  • 3 dentes de alho amassado
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Suco de ¼ de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Cúrcuma a gosto
  • Ervas a gosto (salsinha, cebolinha e manjericão)

Modo de Preparo:

Homus. Imagem de -Rita-und mit por Pixabay

Deixar o grão de bico de molho de preferência da noite para o dia. Colocar para cozinhar em panela de pressão. Deixar amornar e retirar as cascas do grão de bico. Utilizar uma peneira com tela de metal para retirar as cascas, porém, os grãos devem estar bem cozidos.

Bater o grão de bico com os dentes de alho no liquidificador até virar uma pasta. Se necessário, acrescentar um pouco de água filtrada para facilitar, mas a pasta não pode ficar líquida. Tem que ficar bem densa. O ideal é bater o grão de bico de pouco a pouco, desliga o liquidificador e em seguida coloca mais um pouco de grãos para evitar o uso de água. Depois de bem batido, acrescentar a tahine, o azeite, o limão, o sal e os temperos.


Patê de Cenoura

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.
Patê de Cenoura

Patê de Ervilha

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de ervilhas
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Azeitonas a gosto (opcional)
  • Ervas a gosto (manjericão, cebolinha e orégano)

Modo de Preparo:

  1. Cozinhe as ervilhas, reserve.
  2. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Patê de Ervilha

Dicas:

Sirva com pão sírio, biscoito, torrada ou palitos de legumes.


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CAPA: Imagem de Rita-und mit por Pixabay

O Panetone é um dos maiores símbolos gastronômicos das celebrações de fim de ano. Originário da cidade de Milão, no norte da Itália, esse pão doce enriquecido tornou-se tradicional em diversos países e conquistou definitivamente o paladar brasileiro. Sua massa macia e aromática, combinada com frutas cristalizadas e passas, resulta em uma preparação festiva que costuma estar presente em cafés da manhã, lanches, sobremesas e ceias natalinas. Ao longo dos anos, surgiram inúmeras versões recheadas e cobertas, mas o panetone tradicional permanece como referência da receita original.

Panetone. Símbolo Natalino.

Categoria: café da manhã, lanches, sobremesa, panificação

Especificação: Pão doce, pão tradicional, cozinha internacional (Itália), vegetariano, sobremesa de panificação doce, sobremesa clássica (italiana), sobremesa festiva e sazonal

Tempo de Preparo: 2 horas

Rendimento: : 5 panetones de 1 kg – 36 porções (cada panetone rende 4 porções)

Dificuldade: Difícil

Calorias por porção (125 g): 474 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fermento Básico:

  • 200 g de fermento biológico fresco
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo

Massa:

  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 1/2 xícara (chá) de açúcar cristal
  • 9 gemas de ovo
  • 250 g de margarina
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 20 ml de essência de panetone
  • Aproximadamente 2 kg de farinha de trigo
  • 1 ovo para pincelar
  • 9 formas forneáveis para panetone de 500 g

Frutas para Rechear:

  • 600 g de frutas cristalizadas
  • 200 g de passas sem sementes
  • farinha de trigo suficiente para envolver as frutas

Modo de Preparo:

Fermento Básico:

Em uma tigela grande, dissolva o fermento biológico na água e no leite mornos. Acrescente a farinha de trigo e misture até formar uma massa homogênea. Cubra com um pano limpo e deixe fermentar até dobrar de volume.

Massa:

No liquidificador, bata a água, o açúcar, as gemas, a margarina e o sal até obter uma mistura homogênea. Transfira para a tigela contendo o fermento já fermentado. Adicione a essência de panetone. Acrescente a farinha de trigo aos poucos, misturando até obter uma massa macia, lisa e elástica.

Em outra tigela, misture as frutas cristalizadas e as passas com uma pequena quantidade de farinha de trigo para evitar que afundem durante a fermentação e a cocção. Incorpore as frutas à massa e sove até distribuí-las uniformemente.

Divida a massa em 9 porções de aproximadamente 500 g cada. Modele cada porção em formato de bola e acomode nas formas forneáveis para panetone de 500 g. Deixe crescer até atingir cerca de 2 dedos abaixo da borda das formas. Pincele a superfície com o ovo batido.

Asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos ou até que os panetones estejam dourados e assados internamente. Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de embalar ou servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva no café da manhã, brunch, lanche da tarde ou como sobremesa nas celebrações de fim de ano.
  • Harmoniza bem com café, cappuccino, chocolate quente, chás aromáticos, espumantes suaves e vinhos licorosos.
  • Pode ser utilizado no preparo de rabanadas, pudins, pavês, tortas geladas e outras sobremesas natalinas.
  • Após o resfriamento completo, conserve em embalagem bem fechada para preservar a maciez e o aroma por mais tempo.
  • A temperatura dos ingredientes influencia diretamente a fermentação. Utilize leite, água e demais ingredientes em temperatura ambiente ou levemente mornos, evitando ingredientes gelados.
  • O fermento básico normalmente leva entre 30 e 60 minutos para dobrar de volume, dependendo da temperatura ambiente.
  • Após a modelagem, a fermentação final costuma levar entre 1 hora e 30 minutos e 3 horas. Em dias frios, esse tempo pode ser maior.
  • Mais importante que o tempo é observar o crescimento da massa. O panetone estará pronto para assar quando atingir aproximadamente 2 cm abaixo da borda da forma.
  • A sova adequada é fundamental para o desenvolvimento do glúten, responsável pela estrutura macia e aerada característica do panetone.
  • Para distribuir melhor as frutas na massa, envolva-as

2. Curiosidades:

  • O Panetone surgiu na região de Milão e sua origem é cercada por diferentes lendas populares.
  • Uma das histórias mais conhecidas associa seu nome à expressão italiana “Pane di Toni”, ou “Pão de Toni”.
  • O Brasil tornou-se um dos maiores consumidores de panetone do mundo.
  • A textura leve e aerada característica da receita é resultado da fermentação adequada e do desenvolvimento do glúten durante a sova.

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