O Risoto é um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne. A receita é fácil e muito saborosa.

Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, legumes, Cozinha Internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos (fundo de legumes)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 70 gramas de abobora, em cubos pequenos
  • 30 ml de vinho branco seco
  • 80 gramas de arroz arbório
  • Uma pitada de sal
  • Fundo de legumes, o suficiente  
  • 15 gramas de funghi
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • 50 gramas de queijo tipo grana padano

Modo de Preparo:

Hidrate o funghi e reserve.

Em uma panela refogue a cebola e a abóbora no azeite, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos para que os sabores incorporem aos grãos. Tempere com uma pitada de sal. Deglace com vinho branco e deixe evaporar.

Vá acrescentando o fundo de legumes, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais fundo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento (al dente), adicione o funghi já hidratado.

Finalize incorporando a manteiga e mexendo delicadamente. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Ajuste o sal, se necessário e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. O fundo ou caldo utilizado para a cocção do arroz deve ser preparado, se possível, na hora e deve ser bem leve, pois o sabor vai concentrando à medida que evapora ao ser acrescentado ao risoto. Para não errar, opte por um fundo de legumes básico.

4. O fundo de legumes pode ser substituído por água durante a cocção.

5. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.

6. O risoto aceita, como ingredientes, qualquer tipo de alimento: carnes, peixes, aves, queijos, verduras, legumes e até frutas. Porém, devem ser acrescentados no momento certo, respeitando seus tempos de cozimento. Por exemplo, cogumelos crus podem ser adicionados no início do cozimento, enquanto folhas, como rúcula, devem entrar na finalização, para manter sua textura e sabor.

7. Para soltar o amido, é importante acrescentar fundo aos poucos e mexer o arroz durante todo o cozimento, dando ao risoto sua cremosidade característica. Porém, mexa delicadamente para não quebrar os grãos. O correto é mexer em movimentos circulares, de baixo para cima, delicadamente.

8. O ponto certo do risoto é quando os grãos estiverem cozidos, mas com o centro resistente à mordida. Ele deve ser macio, mas ainda firme. Uma dica boa é, durante o cozimento, de tempos em tempos, pegar um grãozinho de arroz, colocar sobre uma superfície dura e apertar o grão, espremendo-o. Se estiver branco por dentro, não está no ponto. Quando estiver transparente por dentro, está no ponto ideal.

9. A finalização do risoto é outra etapa importante. Acrescente a manteiga e misture delicadamente para depois entrar com o queijo escolhido para o seu risoto. Risotos leves, como o de peixes e frutos do mar, devem ser finalizados sem o queijo ou com um tipo de queijo bem leve. Na finalização também é o momento ideal para entrar com os ingredientes que devem ser servidos praticamente frescos, como por exemplo, as frutas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O arroz com furikake é uma preparação simples, nutritiva e muito popular no Japão. Tradicionalmente servido como acompanhamento ou até como uma pequena refeição, esse arroz branco recebe um toque especial com o furikake, uma mistura seca de condimentos à base de gergelim, alga nori, peixe bonito seco (katsuobushi), shoyu e óleo de gergelim. Originalmente criado no início do século XX como uma forma de suplementar a alimentação com cálcio e sabor, o furikake se tornou um dos temperos mais consumidos no Japão, aparecendo também em bentôs, onigiris e sopas. A receita aqui apresentada ensina como preparar um arroz bem cozido, aromatizado com louro e cebola, finalizado com furikake polvilhado por cima. E, para quem preferir, também trazemos uma versão caseira do tempero.

Arroz com Furikake

Categoria:   acompanhamento/guarnição

Especificação: Arroz, cereal, vegetais, cozinha internacional (japão), vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 25 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (125g – 1/4 da receita): 215 kcal

Arroz com Furikake. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola picadinha
  • 1 folha de louro
  • 1 xícara de arroz branco cru (agulhinha ou japonês)
  • 2 xícaras de água fervente
  • Furikake (comprado ou caseiro), a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo baixo. Acrescente a cebola e uma pitada de sal. Refogue até dourar levemente. Junte a folha de louro e o arroz. Misture bem para envolver todos os grãos no refogado. Adicione a água fervente e aumente o fogo para médio. Não mexa mais. Quando a água começar a secar e o arroz estiver quase no ponto, abaixe o fogo e tampe parcialmente a panela. Deixe o arroz cozinhar até que toda a água tenha sido absorvida. Desligue o fogo, tampe a panela completamente e deixe descansar por 5 minutos. Finalize polvilhando o furikake por cima, a gosto. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de Consumo

Sirva como acompanhamento para pratos japoneses, como peixe grelhado, frango teriyaki ou tofu grelhado. Também pode ser usado para montar onigiris (bolinhos de arroz).

Curiosidades:

O furikake surgiu no Japão no início do século XX, originalmente como um suplemento alimentar rico em cálcio, desenvolvido por um farmacêutico. Hoje, é consumido por crianças e adultos, com diversas variações regionais e comerciais, e considerado um símbolo da praticidade e sabor da culinária japonesa.

Dica extra – Furikake caseiro

Se preferir fazer o seu próprio furikake, aqui está uma versão simples e saborosa:

Ingredientes

  • 100 gramas de gergelim branco
  • 100 gramas de gergelim preto
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 envelope de tempero de peixe bonito seco (hondashi)
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 2 a 3 algas nori, cortadas em pedacinhos

Modo de Preparo

Em uma frigideira seca, torre o gergelim em fogo médio, mexendo sempre até dourar e estalar. Adicione o shoyu, o óleo de gergelim, o hondashi e a alga nori. Mexa rapidamente até que a mistura fique seca e bem envolvida. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 1 a 2 minutos, sem deixar queimar. Retire do fogo e espalhe em uma travessa para esfriar completamente. Armazene em pote hermético por até 3 semanas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 prato – 550 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


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O Baião de Dois é um prato típico do sertão nordestino, vindo do Ceará. É preparado com arroz e feijão, usado preferencialmente o feijão de corda. Ele surgiu no século XIX, quando os colonizadores portugueses introduziram o arroz no Brasil. O prato é uma das iguarias mais famosos do Nordeste. O Baião de Dois é um prato completo, não precisa de acompanhamento.

Baião de Dois

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz e Feijão, cereal e leguminosa, Cozinha Brasileira (Nordeste – Sertão)

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Baião de Dois. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 80 gramas de feijão verde (feijão de corda)
  • 80 gramas de arroz
  • 1 colher (sopa) de manteiga de garrafa
  • 1/4 de cebola, picada
  • 1 dente de alho, picado
  • 1 pimenta de cheiro, picada
  • 3 talos de cebolinha, picados
  • Sal, a gosto
  • 40 gramas de queijo coalho, em cubinhos
  • 3 ramos de coentro, picados

Modo de Preparo:

Cozinhe o feijão na água com sal. Cozinhe o arroz normalmente.

Numa caçarola, aqueça a manteiga refogue a cebola e o alho e acrescente a pimenta-de-cheiro. Acrescente o feijão sem o caldo, refogue e acrescente a cebolinha e o arroz. Misture bem e acrescente 1/2 xícara do caldo do feijão. Ajuste o sal, se necessário. Finalize com os cubinhos de queijo-de-coalho e o coentro.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

2. Sirva como acompanhamento de carne-de-sol ou de galinha guisada ou de galinha de cabidela.

3. Pode-se também incluir a proteína (carne de sol, galinha) desfiada durante o preparo do baião.


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O Feijão Tropeiro foi criado no período colonial pelos tropeiros. Eles eram condutores de tropas (mulas e cavalos) que transportavam mercadorias pelo interior do Brasil. Para se alimentarem durante as longas viagens, os tropeiros misturavam feijão com farinha de mandioca, linguiça, ovos, torresmo, cebola e tempero. Como os tropeiros trafegavam por toda a região Sudeste, não possui um estado específico de origem, mas é um dos pratos típicos de Minas Gerais, sendo consumido até em jogos de futebol, conhecido como o “tropeirão do Mineirão”.

Feijão Tropeiro

Categoria: Acompanhamento/guarnição, Prato Principal,

Especificação: Cozinha Brasileira (Minas Gerais e São Paulo), Leguminosas,

Tempo de Pré-preparo: 12 horas (de molho)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Feijão Tropeiro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de feijão vermelho
  • 1/2 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 100 gramas de linguiça calabresa em rodelas
  • 50 gramas de bacon em cubos
  • 2 ovos
  • 1 folha de couve rasgada
  • 2 dentes de alho bem picado
  • 1/4 de cebola bem picada
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (café) de pimenta calabresa
  • 2 ramos de salsinha bem picados
  • 2 talos de cebolinha bem picados
  • 40 gramas de farinha de mandioca crua

Modo de Preparo:

Deixe o feijão de molho[1] por 12 horas. Cozinhe o feijão com o louro em uma panela comum[2] por mais ou menos 25 minutos. Sem deixar ficar macio demais. Escorra e reserve.

Aqueça um pouco de óleo, frite o bacon e a linguiça. Reserve.

Bata levemente os ovos, tempere com sal e pimenta do reino e leve ao fogo numa frigideira com um fio de óleo, mexendo delicadamente até endurecer. Reserve.

Em outra panela, refogue a couve e tempere com sal.

Na mesma panela que fritou o bacon, doure o alho e a cebola. Acrescente o feijão. Acerte o sal e tempere com pimenta calabresa. Refogue por uns 2 minutos. Acrescente as carnes, os ovos, a couve, a salsinha, a cebolinha e vá colocando a farinha de mandioca até ficar parecendo uma farofa úmida.

Sirva com arroz e ovo frito, se desejar.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Frigir é o método de cocção por calor seco (com gordura). Consiste em cozinhar o alimento com pouca gordura, sempre muito quente e sem movimentar o recipiente de cocção, ao contrário do processo de saltear.



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É um prato do cerrado do Centro Oeste. Na região é servido juntamente com o Lombo Assado na Panela e a Paçoca de Banana da Terra. A pimenta de cheiro é de picância suave, mas extremamente aromática trazendo mais sabor ao prato. Os quiabos com pimenta de cheiro são deliciosos e podem ser servido como acompanhamento de variados pratos com carnes, aves ou com um simples arroz com feijão.

Quiabos com Pimenta de Cheiro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Legumes, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste – Cerrado),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 5 gramas de óleo
  • 1 dente de alho, bem picadão
  • 1/4 de cebola, bem picada
  • 100 ml de água quente
  • 1/2 rodela de limão, com casca
  • 150 gramas de quiabo, cortados em rodelas de 1 cm
  • 1 tomate madura, sem pele e sem semente, em cubos de 1 cm
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem semente e em tirinhas
  • 2 ramos de cebolinha, bem picada

Modo de Preparo:

Doure o alho e a cebola no óleo e acrescente a água quente. Assim que ferver, coloque a rodela de limão, os quiabos e o tomate. Tampe a panela e cozinhe, em fogo médio, por uns 10 minutos, até que o quiabo esteja macio. Tempere com sal, desligue o fogo e misture a pimenta-de-cheiro e a cebolinha.

Dicas:

1. O limão ajuda a diminuir a baba do quiabo.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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Patatas Bravas (Batatas Bravas) é um tapa (um aperitivo, um petisco) muito consumido em toda a Espanha e teve sua origem em Madri no ano de 1960. Essa delícia espanhola são batatas fritas crocantes servidas com um molho picante (salsa brava) e guarnecido com Aioli. Muito fácil de preparar.

Patatas Bravas

Categoria:  Couvert, Entradas, Acompanhamento/Guarnição, lanches, Petisco,

Especificação: Tapas (petisco), Cozinha Internacional (Espanha),

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem nano erdozain por Pexels.

Ingredientes:

  • 2 batatas rosa grande, cortadas em cubos de 2 cm
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • 2 tomates maduros
  • ¼ de cebola roxa, bem picada
  • 1 dente de alho, bem picado,
  • Uma pitada de páprica picante
  • Uma pitada de pimenta caiena
  • 1 colher (chá) de azeite
  • ½ folha de louro
  • Sal, a gosto
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)

Modo de Preparo:

Passe os cubos de batata na água, escorra bem e seque bem com papel toalha. Frite em óleo aquecido a 180ºC por 10 minutos, pequenas porções por vez, até os cubos ficarem cozidos, mas não dourados. Escorre e reserve.

Retire a pele dos tomates, separe as sementes e coe o seu suco. Pique bem a polpa.

Em uma frigideira, refogue a cebola, o alho, a páprica picante e a pimenta caiena no azeite. Acrescente a polpa e o suco das sementes dos tomates, o louro e deixe cozinhar, pingando água sempre que necessário. Tempere com sal e equilibre a acidez com o açúcar, se necessário.

Reaqueça o óleo a 180ºC e frite novamente as batatas em pequenas porções, agora para que fiquem crocantes e douradas. Tempere com sal e escorra em papel toalha.

Coloque as batatas em uma vasilha e cubra com o molho picante. Salpique a salsinha.

Dicas:

1. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Este prato pode ser guarnecido com Aioli.


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O Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos é um prato saboroso, nutritivo e fácil de fazer. É um salteado preparado com uma mistura de cogumelos (paris, shimeji e shitake), cenoura, pimentão vermelho, ervilha torta, espinafre e castanha de caju. Tudo bem aromatizado com tomilho, erva-doce e finalizado com salsinha.

Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição, Prato principal,

Especificação: Legumes, cogumelos, oleaginosas, leguminosas, verduras,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 300 gramas de cogumelos (paris, shitake e shimejis[1]), cortados em lâminas
  • 1 cenoura média, cortada em rodelas finas
  • 1 pimentão vermelho pequeno, cortado em julienne
  • 5 ervilhas tortas, cortadas ao meio
  • Folhas de 1/2 maço de espinafre
  • 100 gramas de castanhas de caju
  • Tomilho, a gosto
  • Sementes de erva-doce, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em um frigideira funda (se preferir, use uma wok). Adicione os cogumelos, a cenoura, o pimentão, as ervilhas, as folhas de espinafre, o tomilho, a erva-doce e o sal. Refogue por 6 minutos, salteando de vez em quando. Acerte o sal, salteie mais um pouco e apague o fogo. Finalize com salsinha.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


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Batatas Assadas com Alecrim é um prato delicioso que serve como Acompanhamento ou Guarnição em diversos preparos. É característico no Rio Grande do Sul e um dos pratos em que esta iguaria guarnece é o “Lombo à Moda Sulista”. A receita também pode ser consumida com um petisco. É muito fácil de fazer.

Batatas Assadas com Alecrim

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: legumes, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas asterix médias
  • 1 ramo de alecrim
  • Sal grosso a gosto
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 20 ml de azeite

Modo de Preparo:

Lave, seque e corte as batatas em quatro no sentido do comprimento. Cozinhe as batatas com sal, em água fervente, por aproximadamente 10 a 15 minutos. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra bem e espere amornar. Em um pilão, esmague as folhas do alecrim juntamente com um pouco de sal grosso. Adicione o alho picado e o azeite.

Passe essa mistura nas batatas e distribua-as em um tabuleiro. Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até as batatas ficarem douradas.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Cebola Caramelizada no Vinho é um ótimo acompanhamento para sanduíches e carnes. Fácil de fazer, saboroso e aromático. O sabor doce e levemente ácido dá um toque especial aos pratos.

Cebola Caramelizada no Vinho

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, lanches, petisco,

Especificação: Legumes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 cebolas roxas, cortadas em julienne
  • 3 colheres (chá) de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto

Modo de Preparo:

Em uma frigideira doure a cebola no azeite com açúcar e sal. Acrescente o vinho tinto. Deixe reduzir em fogo brando até que a calda fique mais espessa.

Dicas:

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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As Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco é uma guarnição clássica e versátil, feita com cebolas tipo pérola cozidas lentamente em vinho branco até atingirem textura macia e cor dourada. O processo de caramelização realça o sabor naturalmente adocicado da cebola e cria um contraste delicado entre o doce e o ácido, resultando em um acompanhamento sofisticado e ao mesmo tempo simples. Essa preparação é ideal para servir com carnes ovinas, bovinas ou suínas, e também se adapta perfeitamente a refeições vegetarianas, acrescentando profundidade e brilho ao prato.

Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, petisco

Especificação: legumes, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 150 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g – 3 unidades): 55 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 9 cebolas do tipo pérola, inteiras ou cortadas ao meio
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 copo (americano) de vinho branco 

Modo de Preparo:

Em uma frigideira larga, aqueça o azeite e adicione as cebolas (inteiras ou cortadas ao meio). Tempere com sal e pimenta do reino e deixe dourar levemente, mexendo ocasionalmente. Acrescente o vinho branco, tampe a panela e cozinhe em fogo médio até que o líquido evapore quase completamente. Retire a tampa e continue mexendo delicadamente até que as cebolas fiquem bem douradas e caramelizadas, cuidando para não queimar. Sirva quente, como guarnição de carnes ou pratos vegetarianos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação: Essa porção se encaixa como acompanhamento leve, dentro da lógica apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar, podendo ser combinada com outros elementos no prato sem sobrecarga.

2. Dicas de consumo:

  • Ficam excelentes servidas com cordeiro assado, medalhões de filé mignon ou lombinho suíno.
  • Também acompanham muito bem pratos à base de grãos, como risotos e cuscuz marroquino.
  • Podem ser preparadas com antecedência e aquecidas rapidamente antes de servir.

3. Curiosidades: A cebola pérola é uma variedade pequena e delicada, muito usada na culinária francesa para guarnições e ensopados, como o tradicional Boeuf Bourguignon. O uso do vinho branco realça a doçura natural do legume e confere notas aromáticas sutis ao prato.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g – 1 colher de sopa): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


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