O Kecap Manis é um dos molhos mais emblemáticos da culinária da Indonésia. Seu nome significa molho doce, e ele se destaca pela textura espessa, cor profunda e sabor adocicado e complexo. Originalmente, sua história está ligada ao molho de soja chinês, introduzido no arquipélago pelos mercadores chineses. Com o tempo, os indonésios adaptaram a receita ao paladar local, elevando o dulçor e incorporando ingredientes aromáticos, criando um molho único, hoje indispensável em diversas preparações do Sudeste Asiático.

Tradicionalmente, o Kecap Manis é produzido pela fermentação de soja e trigo, processo longo que desenvolve sabores profundos e naturais. A versão caseira abaixo simplifica essa tradição utilizando molho de soja já fermentado, permitindo um resultado autêntico e acessível. Para aprofundar o tema, consulte o tópico Molho de Soja – Shoyu.

Seu uso é extremamente versátil: funciona como molho para mergulhar, finalização de frituras, componente de marinadas, base para refogados e acompanhamento para carnes, aves, frutos do mar e vegetais.

Kecap Manis

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentado, molho reduzido, Cozinha Internacional (Indonésia), vegana, vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 300 ml – 20 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 15 ml): 38 kcal

Costeilinha de porco com Kecap Manis. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 150 gramas de açúcar
  • 60 ml de água quente
  • 300 ml de molho de soja
  • 30 gramas de capim limão, picado (ou folha de limão)

Modo de Preparo:

Em uma panela larga com cabo, adicione o açúcar e leve ao fogo médio. Mexa a panela em movimentos circulares até o açúcar derreter e começar a caramelizar. Adicione a água quente aos poucos, com cuidado, misturando até formar um caramelo liso que se desprenda do fundo da panela.

Acrescente o molho de soja e o capim-limão. Misture bem e deixe levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 10 minutos, permitindo que o molho reduza e encorpe. Passe por uma peneira fina ou chinois. Deixe esfriar completamente antes de armazenar ou utilizar..

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Embora classificado entre os molhos condimentares, o kecap manis é um molho de sabor extremamente intenso e alto teor de açúcar, tradicionalmente utilizado em pequenas quantidades, como finalização, pinceladas ou molho para mergulhar. Por esse motivo, a porção considerada nesta receita é de 15 ml por pessoa, inferior à porção média de outros molhos da mesma categoria.

2. Como utilizar:

  • Excelente para finalizar salteados, legumes assados, frituras e grelhados.
  • Funciona como base para marinadas de frango, carne suína ou tofu.
  • Em petiscos, serve como molho para mergulhar acompanhando espetinhos, pastéis e croquetes.

3. Curiosidades:

  • A textura espessa é resultado da alta concentração de açúcar caramelizado, diferindo do shoyu tradicional.
  • O termo kecap é a origem da palavra inglesa ketchup, que no passado também se referia a molhos fermentados de origem asiática.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho Tártaro é um preparo clássico da cozinha francesa, amplamente difundido e popularizado nos países de língua inglesa. Tradicionalmente associado ao steak tartare, já era servido como acompanhamento no início do século XX. Não se sabe ao certo se o prato deu nome ao molho ou se o molho inspirou o prato, mas ambos compartilham a ideia de frescor, acidez equilibrada e contraste de texturas.

Sua base é a maionese, podendo ser preparada também com aioli, enriquecida com picles, alcaparras e ervas frescas, além de um elemento ácido, como suco de limão ou vinagre. O resultado é um molho frio, levemente ácido e aromático, ideal para acompanhar alimentos fritos, empanados ou grelhados, especialmente peixes e frutos do mar.

Molho Tártaro

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petisco,

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 300 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara de maionese
  • 2 colheres (sopa) de picles ou pepino em conserva, brunoise
  • 1 colher (sopa) de cebola, brunoise (opcional)
  • 1 colher (sopa) de alcaparras picadas
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre
  • 2 colheres (chá) de cebolinha ou endro (dill) picado
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, coloque todos os ingredientes, exceto o sal. Misture com um fuet (batedor de mão) até obter uma preparação homogênea. Prove e ajuste o sal e a pimenta, se necessário. Leve à geladeira por pelo menos 30 minutos antes de servir, para que os sabores se integrem melhor.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva como acompanhamento clássico para peixes e frutos do mar fritos ou empanados, como fish and chips, lulas, camarões e ostras fritas.
  • Combina muito bem com outros alimentos empanados, como onion rings e batatas fritas.
  • Pode ser utilizado como molho para sanduíches, wraps e hambúrgueres de peixe.

2. Curiosidades

  • Apesar de sua origem francesa, o Molho Tártaro tornou-se um ícone da culinária britânica e norte-americana.
  • A presença de picles e alcaparras confere não apenas acidez, mas também um leve toque salino e crocante, característica marcante do molho.
  • Algumas versões contemporâneas substituem parte da maionese por iogurte ou creme azedo, tornando o molho mais leve.

3. Validade e armazenamento: Conservar sob refrigeração, em recipiente hermético, por até 3 dias.


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O Molho Barbecue (em inglês, barbecue sauce ou BBQ sauce – tradução molho de churrasco) é um molho agridoce, levemente apimentado e com sabor de defumado e é muito popular nos Estados Unidos. Quanto a sua origem, uns dizem que surgiu na região sul dos Estados Unidos e que a palavra deriva do termo “barbacoa”, palavra utilizada pelos nativos de Iucatã para nomear as carnes assadas em buracos no chão. Enquanto os franceses dizem que o termo é deles e vem de “barbe à queue” que significa “da barba à cauda” e é utilizada para nomear uma rês[1] assada inteira no espeto.

Imagem Adriana Tenchini

Existem variações das receitas de uma região à outra nos EUA. No Kansas, o molho é mais espesso, picante e algumas vezes doce, levando melaço ou açúcar mascavo. Os barbecues à base de tomates são os mais utilizados e o mais comum é ter ingrediente doces e ácidos, que conferem um tom agridoce, amadeirado e defumado. Dentre os ingredientes os mais utilizados são o extrato de tomate, ketchup, vinagre, mostarda e especiarias. Na Albana é produzido uma versão White (branco), feito a base de maionese e utilizado para as carnes de frango. Alguns molhos são mais líquidos e penetram facilmente na carne, enquanto outros são preparados com consistência mais espessa, para criar uma cobertura de molho na carne.

Como o próprio nome diz é um delicioso molho para churrasco que é utilizado na hora de consumir a carne. Ele não é indicado para temperar as carnes antes de assá-las. É muito utilizado em carnes grelhadas e assadas, mas pode ser usado no preparo de guisados, assados e sanduíches.  

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, Lanches, petiscos

Especificação: Molho Condimentado, Molho Reduzido, Cozinha Internacional (Estados Unidos, França),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Molho Barbecue. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 alho picadinho
  • 1 cebola pequena picadinha
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de conhaque
  • 1 colher (chá) de molho de pimenta
  • 2 colheres (sopa) de polpa de tomate
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • Suco de 1 limão
  • 1 xícara de ketchup
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela ao fogo, acrescente o óleo, o alho e a cebola, deixe dourar. Adicione os outros ingredientes e deixe reduzir.

Dicas:

1. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.



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O Molho Pesto tem origem na cidade de Gênova, na região da Ligúria, na Itália. A versão tradicional, conhecida como pesto alla genovese, era preparada no pilão, macerando manjericão fresco, azeite, pecorino, parmesão, pinoli, alho e sal. Ao longo do tempo, surgiram adaptações que utilizam castanhas, nozes e diferentes proporções de ingredientes. Este pesto segue a técnica clássica, porém, com ingredientes facilmente encontrados no Brasil, mantendo o sabor fresco e aromático característico. É um molho extremamente versátil, ideal para massas, legumes, pães, carnes brancas e entradas.

Molho Pesto

Categoria:  couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: molho frio, cozinha internacional (Itália), molho cru ou batido, molho emulsionado, vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 320 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g/ml – 2 colheres de sopa): 165 kcal

Molho Pesto. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 2 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 1 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Coloque o queijo parmesão, o alho, as nozes e as folhas de manjericão no liquidificador ou processador. Bata bem, adicionando o azeite aos poucos até atingir a textura cremosa desejada. Ajuste o sal, se necessário.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção de 30 g/ml indicada para este molho refere-se ao uso como acompanhamento, especialmente em preparações como massas, legumes, carnes ou pratos montados. Quando utilizado em lanches, petiscos e couvert, como sanduíches, bruschettas, wraps ou ainda como molho de salada servido em entradas, recomenda-se reduzir a quantidade para 15 g/ml por pessoa, ajustando o consumo conforme a função do molho no prato. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O pesto é excelente para massas, carnes brancas, legumes, bruschettas, saladas e como base de molhos cremosos.
  • As nozes podem ser substituídas por castanha de caju ou amêndoas.
  • Para realçar a cor verde, adicione algumas pedras de gelo no momento de bater ou mantenha os ingredientes bem frios.
  • Conserve o pesto refrigerado em pote de vidro fechado por até 3 dias, coberto com uma fina camada de azeite.

3. Curiosidades: A palavra pesto vem do verbo italiano pestare, que significa “amassar” ou “esmagar”, referência ao preparo original no pilão.


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O Chutney de Abacaxi é perfeito para acompanhar os mais variados pratos, tais como aves, carnes suínas, queijos, pães, saladas, sanduíches e mais. Ele pode ser servido como entrada, acompanhamento ou guarnição, lanches e petiscos. Na cozinha indiana o Chutney de Abacaxi é servido com o Frango Tandoori. É delicioso e muito fácil de fazer. Experimente incluí-lo nas refeições especiais, como natal e Reveilon.

Chutney de Abacaxi

Categoria:  aromáticos, couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, lanches, petisco

Especificação: Cozinha internacional (Índia), conserva aromática, chutney, molho, vegetariano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 400 g – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g – 2 colheres de sopa): 56 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (chá) de manteiga
  • 1/4 de cebola roxa, em cubos médios
  • 1 colher (chá) de alho picadinha
  • 250 gramas de abacaxi, em cubos médios 1 tomate, sem pele e sem sementes, cortado em cubos pequenos
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • 1 pimenta dedo de moça, sem semente, picadinha
  • 1 colher (café) de curry
  • 40 gramas de passas preta, sem sementes
  • 1 colher (chá) de mel
  • Sal a gosto
  • Coentro picadinho a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça a manteiga e refogue a cebola e o alho por cerca de 2 minutos. Adicione o abacaxi e deixe caramelizar levemente. Acrescente o tomate, o gengibre, a pimenta dedo de moça, o curry e as passas. Cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 10 minutos, até que o abacaxi esteja macio, mas sem desmanchar. Adicione o mel e o sal, mexa bem e cozinhe por mais 2 minutos. Finalize com o coentro picado e sirva morno ou frio.

Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

Sirva o chutney como acompanhamento de carnes grelhadas, assadas ou defumadas (especialmente aves e suínos). Também combina muito bem com queijos curados, pães artesanais, sanduíches gourmet e saladas com folhas amargas.

2. Curiosidades:

Na culinária indiana, o chutney é uma tradição milenar que pode variar entre preparações cruas ou cozidas, doces ou salgadas. Este de abacaxi é um dos favoritos no Ocidente por seu sabor tropical e pela harmonia com pratos intensamente condimentados.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Este sanduíche é super saudável. Proteína perfeita do ovo escalfado (pochê), a gordura boa do abacate e o amido e fibras do pão de forma integral. Além dos benefícios para o corpo, ele é leve, saboroso e fácil de preparar.

Sanduíche com Abacate e Ovo Escalfado

Categoria: Café da manhã e Lanches,

Especificação: Sanduíche, Pão de forma

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: uma unidade

Dificuldade: Fácil

Imagem Freepik.

Ingredientes:

  • 1 ovo
  • 1/4 de abacate
  • 1 fatia de pão integral

Modo de Preparo:

Leve uma panela com água ao fogo alto. Assim que ferver, abaixe o fogo. Coloque uma concha dentro da panela (com água dentro da concha) e deixe-a esquentar por 30 segundos. Retire um pouco da água da concha e coloque o ovo (sem casca) dentro dela. Deixe a concha parcialmente encostada na água da panela por cerca de um minuto e meio.  Em seguida, afunde a concha na água da panela, com cuidado para o ovo não sair dela. Aguarde mais um minuto e meio. Retire a concha com o ovo e mergulhe em uma tigela com água gelada por 30 segundos. Retire o ovo com a escumadeira e coloque em cima de papel toalha para retirar o excesso de água. Reserve.

Pegue uma fatia de pão integral e coloque o abacate. O abacate pode ser amassado ou em pedaços. Por cima, adicione o ovo escalfado. Pronto! Agora é só saborear.

Dicas:

1. O método de cocção utilizado nesta receita é o escalfar. Escalfar ou Pocher é o método de cocção por calor úmido. É cozinhar o alimento através de um líquido, lenta e delicadamente, sem tampar, sem fervura.

2. Se quiser pode adicionar legumes e verduras saudáveis, tais como: cenoura e/ou beterraba ralada crua, pepino japonês, tomate, rúcula, alface, entre outros.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Freepik

Sagu

O Sagu é uma sobremesa deliciosa e um prato típico do Rio Grande do Sul. Ela é feita com bolinhas de fécula de mandioca cozidas acrescidas de vinho tinto ou vinho do porto. Pode também ser feita com suco de uva, laranja, abacaxi ou ainda leite. Os indígenas já picavam e cozinhavam a mandioca para a alimentação. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, começaram a preparar um mingau doce de farinha de mandioca misturada com vinho do porto. No início do século XX, descendentes de italianos e alemães desenvolveram a fécula de mandioca utilizada nas bolinhas de sagu. Existem variações da receita de acordo com as diferenças culturais dos ascendentes. Nas famílias italianas é preparado com vinho ou suco de uva. Já nas famílias de origem alemã, o sagu é feito com leite ou suco de frutas, como laranja ou abacaxi.

Categoria: Café da manhã e Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Gelada, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul),

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de sagu
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto seco
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 canela em pau

Modo de Preparo:

Lave o sagu e escorra. Leve o sagu ao fogo com a água e cozinhe até ficar transparente, mexendo sempre para não grudar no fundo. Acrescente o vinho, o açúcar e a canela. Cozinhe por 15 minutos. Consumir frio.

Dicas:

1. O sagu pode ser servido acompanhado com creme inglês ou Manjar Branco.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Neste imenso país que é o Brasil, temos uma rica culinária regionalizada, quase impossível de ser generalizada em um território marcado por diferenças tão grandes. Um gaúcho acostumado ao seu churrasco provavelmente jamais ouviu falar no pato no tucupi da Amazônia.

A comida de uma região soa exótica para outra região dentro do mesmo País. Muitas vezes, as frutas nativas são desconhecidas dos próprios brasileiros. Um bebê urbano pode tomar suco de kiwi todos os dias e passar a vida sem provar um mingau de tapioca com açaí, sem ver um araçá, um cumbucá, um sapoti, um jenipapo. Fonte: http://www.mre.gov.br

O post de hoje é um pouco da nossa rica culinária regional brasileira. O Furrundu ou Furrundum é um doce típico da região Centro-Oeste, do pantanal mato-grossense.

A culinária brasileira é resultante de uma mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não somente pela população indígena nativa, mas por todas as correntes de imigração que ocorreram ao longo da história deste país. E o Furrundu é um prato regional que abriga essas misturas culturais que se realizaram quando o Brasil ainda era uma colônia. Esse doce é produzido com o mamão ainda verde, a rapadura, que vem da cana-de-açúcar, o gengibre, o cravo e a canela.

Furrundu

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: FFrutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Mato Grosso),

Tempo de Preparo: uma hora

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/4 de um mamão médio verde
  • 150 gramas de rapadura, em pedaços
  • Gengibre ralado à gosto
  • 3 a 4 cravos da índia
  • Canela à gosto

Modo de Preparo:

Retire as sementes do mamão e lave bem. Rale em um ralo grosso e ponha em uma panela ou tacho, cubra com água e deixe ferver por 20 minutos no fogo forte. Escorra e lave em água corrente, escorrendo bem. Dissolva a rapadura com um pouco de água e acrescente o mamão. Deixe cozinhar em fogo baixo, acrescentando água aos poucos, até o mamão ficar com aparência “vitrificada”. Acrescente o gengibre, o cravo e a canela. Retire do fogo. Deixe esfriar antes de servir.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 650 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g – 4 colheres de sopa, com tomates e azeite): 255 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O pão de ló é um clássico da confeitaria ocidental e tem raízes na Europa do século XVI, sendo especialmente associado à tradição portuguesa e italiana. Tornou-se uma das massas básicas da confeitaria por sua textura leve, aerada e extremamente versátil. Ao longo do tempo, passou a servir de base para bolos festivos, rocamboles, tortas com recheio, pavês, bolos decorados e diversas outras preparações.

Sua leveza característica vem da incorporação de ar durante o batimento dos ovos, etapa fundamental para que a massa cresça mesmo sem a adição de fermento. Embora a receita tradicional não utilize fermento, muitas versões contemporâneas, como esta, incluem uma pequena quantidade para garantir estabilidade e volume uniforme.

Pão de Ló

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesas, Confeitaria 

Especificação: Bolos, Massa aerada, cozinha internacional (Itália, Portugal), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 1 bolo de 30x40cm

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia de 80g): 238 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ½ xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno. Forre uma assadeira de 30 × 40 cm com papel manteiga.

Bata as claras em neve e reserve. Ferva a água. Na tigela da batedeira, coloque as gemas, adicione a água fervente e bata até formar bastante espuma. Sem parar de bater, adicione o açúcar aos poucos e deixe incorporar por alguns minutos. Acrescente a farinha de trigo e bata até que a mistura fique homogênea (cerca de 10 minutos).

Desligue a batedeira e adicione o fermento químico e as claras em neve. Incorpore delicadamente, com movimentos circulares de baixo para cima. Despeje a massa na assadeira e bata levemente a fôrma sobre a bancada para eliminar bolhas de ar. Leve ao forno inicialmente bem quente e asse por 10 minutos. Reduza para temperatura média e asse por mais aproximadamente 20 minutos, ou até que esteja firme e levemente dourado. Retire com cuidado e deixe esfriar antes de desenformar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Por ser uma massa neutra, combina com recheios de creme, ganaches, chantilly, compotas e frutas frescas.
  • Para rocamboles, asse em assadeiras rasas e desenforme ainda morno sobre um pano polvilhado com açúcar.
  • Em bolos recheados, umedeça levemente a massa com caldas aromatizadas para mais maciez.

2. Curiosidades:

  • Versões antigas não levavam fermento e dependiam exclusivamente do ar incorporado manualmente através de vigorosos movimentos circulares com colher de pau.
  • A palavra “ló” deriva do termo português l’ó, que historicamente fazia referência a uma massa leve feita à base de ovos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Gari é uma tradicional conserva japonesa feita com gengibre fresco e laminado bem fino, geralmente servido como acompanhamento de sushi e sashimi. Sua função vai além do sabor: ele é utilizado para limpar o paladar entre diferentes tipos de peixe cru, preparando a boca para a próxima mordida. O contraste entre o doce, o ácido e o picante tornam o Gari um elemento especial, que também pode acompanhar pratos quentes como yakisoba, grelhados e outros pratos da culinária oriental.

O segredo do preparo está na escolha do gengibre fresco e no corte fino, preferencialmente com mandolin, mas também pode ser feito com faca bem afiada. Trata-se de uma conserva simples e aromática, com sabor delicado e persistente.

Gari – Conserva de Gengibre

Categoria: aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromatizada, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 18 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (20 g – 1 colher de sopa): 55 kcal

Gari – Conserva de Gengibre. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 150 gramas de gengibre
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 1/2 xícara de vinagre de arroz
  • 1/4 de xícara de saquê
  • 1/2 xícara de açúcar refinado

Modo de Preparo:

Descasque o gengibre e corte-o em rodelas finíssimas, de preferência com um mandolin[1]. Coloque as fatias em uma tigela (bowl), adicione o sal e esfregue bem para retirar o amargor. Deixe descansar por 5 minutos. Lave as fatias em água corrente para remover completamente o sal.

Em uma panela pequena, adicione o vinagre de arroz, o saquê e o açúcar. Leve ao fogo médio, mexendo até o açúcar se dissolver completamente. Adicione o gengibre escorrido ao líquido e cozinhe por cerca de 10 minutos, até que fique levemente translúcido e o líquido comece a caramelizar levemente. Retire do fogo, transfira para um pote de vidro esterilizado e leve à geladeira. Aguarde esfriar antes de servir.


[1] Mandolin – é um utensílio de cozinha compacto, com lâminas ajustáveis, que serve para cortar e ralar alimentos, principalmente vegetais e frutas. alguns modelos só fatiam, outros podem fazer diferentes cortes e espessuras. A maioria dos mandolins vem com um acessório para segurar o alimento.

Toques Finais e Sugestões:


Dicas de consumo:

  • Sirva o Gari como acompanhamento de sushi, sashimi, pratos quentes orientais ou até em saladas leves para um toque exótico.
  • Pode ser servido puro como um pequeno aperitivo entre pratos, para “reiniciar” o paladar.

Curiosidades:

A coloração rosa tradicional do Gari costuma vir de variedades jovens de gengibre que ganham esse tom naturalmente ao serem conservadas. Fora do Japão, às vezes é adicionado corante alimentar para alcançar o mesmo efeito.



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O Sunomono é uma tradicional conserva agridoce de pepino muito apreciada na culinária japonesa. Seu nome vem da junção das palavras “su” (vinagre) e “mono” (coisa), o que pode ser interpretado como “coisa avinagrada”. Leve, refrescante e aromático, o Sunomono é servido geralmente como entrada ou acompanhamento de pratos como sushi, sashimi, tempurás e grelhados orientais.

Embora o preparo clássico utilize pepino japonês, vinagre de arroz, açúcar e uma pitada de sal, a receita pode ser enriquecida com ingredientes como kani kama, polvo, camarão, fatias de peixe cru, cenoura, rabanete ou algas como wakame. A versatilidade dessa conserva faz dela uma opção interessante para compor desde bento boxes[1] até entradas sofisticadas.

Sunomono – Conserva de Pepino

Categoria:  aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromática, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 440 gramas – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (60 g – 4 colheres de sopa cheias): 20 kcal

Sunomono. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de pepino japonês
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 colheres (sopa) de vinagre de arroz
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • Gergelim branco e/ou preto à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Lave bem os pepinos e fatie em rodelas finíssimas, preferencialmente com o auxílio de um cortador de legumes ou mandolin. Misture o sal às fatias e transfira para uma peneira. Deixe descansar por 10 minutos, permitindo que o pepino desidrate. Após esse tempo, lave as fatias em água corrente para retirar o excesso de sal. Esprema bem com as mãos para eliminar o líquido. Reserve.

Em uma panela pequena, aqueça o vinagre de arroz com o açúcar apenas até dissolver completamente. Não deixe ferver para evitar amargor. Espere a mistura esfriar e despeje sobre os pepinos. Misture bem e leve à geladeira. Na hora de servir, finalize com gergelim torrado a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada fria ou como guarnição para pratos japoneses, peixes grelhados ou carnes suínas.
  • Experimente adicionar kani kama desfiado ou tiras de alga wakame hidratada para versões mais completas.
  • Ideal para dias quentes, servindo como um “limpador de paladar” entre diferentes pratos.

Curiosidades:

O Sunomono é muito valorizado na cultura japonesa por sua leveza e efeito refrescante. Além disso, por ser rico em vinagre, tem propriedades digestivas e ajuda na conservação dos alimentos. Nas tradicionais casas japonesas, ele é frequentemente preparado em grandes quantidades e armazenado por vários dias.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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