Já postei aqui uma receita de Bolinho de Chuva, receita da minha avó Cecília. Porém, atualmente me tornei intolerante à lactose e como estava com muita vontade de comer um bolinho de chuva, ajustei essa nova receita.

A origem do bolinho de chuva é portuguesa e se tornou popular no Brasil, da forma que conhecemos, a partir do século XIX. Antes deste período o trigo, chamado de “farinha do reino”, era um ingrediente caro, sendo substituído nas receitas por farinha de mandioca ou cará. O bolinho de chuva brasileiro é uma derivação da receita do Sonho de Natal português. A diferença é que na receita portuguesa, a farinha é cozida no tacho antes da fritura e no bolinho, a massa crua é levada diretamente à fritura.

Quanto ao nome da receita brasileira, diz a lenda que, no século XX as crianças estavam dentro de casa em uma tarde de temporal e estavam inquietas por não poderem sair para brincar. Como uma forma de mantê-los ocupados, prepararam os deliciosos quitutes que foram assim batizados de bolinhos de chuva, pois serem ideais para se comer nestes dias. O bolinho de chuva se popularizou no Brasil graças à Tia Nastácia – personagem de Monteiro Lobato no livro “Sítio do pica-pau amarelo” – que preparava essa iguaria.

Bolinho de Chuva Sem Lactose

Categoria: Confeitaria, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Bolinhos, Cozinha brasileira (Minas Gerais), Quitanda, Sem Lactose,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 20 a 25 uindades

Dificuldade: Fácil

imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1 ovo
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de água
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • Açúcar e canela em pó para envolvê-los

Modo de Preparo:

Misture o ovo com o açúcar até virar um creme. Acrescente a farinha peneirada e a água. Misture. Por último adicione o fermento. A massa fica cremosa. Em uma outra tigela misture açúcar com canela e reserve.

Em uma panela, coloque óleo suficiente para cobrir o bolinho. Esquente o óleo em fogo alto. Para saber se o óleo está quente, coloque um pouco de massa, se boiar, o óleo está bom. Frite em fogo baixo, senão o bolinho queima por fora e fica cru por dentro. Com uma colher, pegue a massa e coloque no óleo. O bolinho vira sozinho, assim que que estiver dourado. Retire com uma escumadeira e passe no açúcar misturado com canela.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O chá de cebolinha é uma infusão aromática conhecida por seus benefícios funcionais. A cebolinha contém antioxidantes naturais, vitaminas e compostos sulfurados que fortalecem a imunidade, auxiliam na saúde óssea, contribuem para a regulação do sono e reduzem o risco de doenças cardíacas. Também possui propriedades antimicrobianas e ação protetora para a visão.

Observação: Não há quantidade máxima definida para o consumo diário, porém, o chá não é recomendado para gestantes, lactantes, crianças menores de 12 anos e pessoas alérgicas à cebola.

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Chá de Cebolinha

Categoria: Bebidas, Café da manhã, lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de cebolinha picada

Modo de Preparo:

Aqueça a água até levantar fervura. Desligue o fogo e acrescente a cebolinha. Abafe e deixe em infusão por 10 minutos. Coe e consuma em seguida.

Toques Finais e Sugestões:

1. Como consumir: O chá pode ser apreciado quente, morno ou frio. Ideal para manhãs ou noites em que se busca algo leve e funcional.

2. Variações: Pode ser combinado com hortelã ou gengibre para intensificar o aroma e os benefícios.

3. Curiosidade: A cebolinha, utilizada há milênios na Ásia e Europa, sempre foi associada a propriedades medicinales, especialmente na proteção contra infecções.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Cebolinha? Acesse.


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Receita prática, deliciosa e fácil de fazer. Um ótimo acompanhamento. Sem amargar.

Farofa de Jiló

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 jilós grandes
  • 500 ml de água
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 dentes de alho, em brunoisete
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 1 colher (sopa) de páprica doce
  • 1/2 colher (sopa) de pimenta calabresa (opcional)
  • 1/4 de xícara de água
  • 1 xícara de farinha de mandioca
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, adicione os jilós, a água e o sal e deixe de molho por uns 10 minutos. Passado o tempo, descarte a água e lave bem os jilós na água corrente. Este processo é necessário para tirar o seu amargor.

Em uma panela, doure a cebola, o alho no azeite. Adicione o colorau, a páprica doce e a pimenta calabresa, mexa por um minuto. Adicione o jiló e a água, cozinhe até ficar macio. Acrescente a farinha de mandioca. Apague o fogo e adicione a salsinha. Acerte o sal.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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A salsinha é uma erva aromática amplamente utilizada desde a Antiguidade tanto na culinária quanto na medicina tradicional. Na forma de chá, suas folhas liberam compostos bioativos como flavonoides e antioxidantes, que historicamente são associados ao fortalecimento do sistema imunológico e ao apoio ao funcionamento dos rins e do trato urinário. É uma infusão simples, leve e aromática, tradicionalmente consumida para auxiliar na retenção de líquidos, na digestão e no bem-estar geral.

Importante: Consuma no máximo 3 xícaras ao dia. O chá de salsinha é contraindicado para gestantes.

Chá de Salsinha

Categoria: Bebidas, café da manhã, lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: Uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de salsinha fresca
  • 1 xícara de água

Modo de Preparo:

Aqueça a água até levantar fervura. Desligue o fogo, acrescente a salsinha e tampe a panela. Deixe em infusão por 10 minutos. Coe e consuma morno.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • A infusão fica mais aromática quando preparada com salsinha fresca.
  • Pode ser consumida pura ou acrescida de algumas gotas de limão.
  • Ideal para o período da manhã ou fim do dia, ajudando na hidratação e no bem-estar digestivo.

2. Observação importante sobre interações: Pessoas que fazem uso contínuo de anticoagulantes, diuréticos, medicações para hipertensão ou que tenham histórico de doença renal crônica devem evitar o consumo frequente do chá de salsinha sem orientação de um profissional de saúde. A erva possui compostos que podem potencializar o efeito diurético ou interferir na coagulação sanguínea. Em caso de dúvida, consulte um nutricionista ou médico antes de incluir o chá na rotina.

3. Curiosidade: Na Europa medieval, a salsinha era valorizada como erva medicinal e cultivada em hortos monásticos, sendo utilizada em infusões e remédios naturais.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Salsinha? Acesse.


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Que tal preparar sua salsicha em casa e sem produtos de origem animal! É muito mais saudável. A salsicha industrializada é preparada com subprodutos de carnes de animais, uma mistura feita à base de cartilagens e outra partes como carcaças de aves, suínos e bovinos. Além disso, contém gorduras saturadas e aditivos químicos. Ah! E para os intolerantes à lactose, assim como eu, informo que as salsichas contêm lactose. Somente descobri após passar mal comendo um cachorro-quente que preparei em casa. Após pesquisar na internet o processo de preparação da salsicha me horrorizei pelos insumos utilizados e pela inclusão da lactose. É claro que cortei da minha dieta. Mas, como preparar um delicioso cachorro-quente sem a salsicha? Após alguns testes achei uma receita de salsicha vegana perfeita feita com grão de bico. Humm! Deliciosa.

Cachorro-quente com Salsinha de Grão de Bico

Categoria: Lanches,

Especificação: Sanduíches, leguminosas

Tempo de Pré-preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 10 salsichas com 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Not Dog com salsicha de grão de bico. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de grão de bico cozido
  • 2 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
  • 1 colher (chá) de páprica defumada
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) alho desidratado
  • 1 colher (café) de pimenta do reino
  • 1 colher (café) de sal
  • 3/4 xícaras fécula de batata
  • Óleo vegetal ou azeite, o suficiente (para ajudar na modelagem das salsichas)
  • Azeite para grelhar as salsichas

Sanduíche

  • Pães de cachorro-quente
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Coloque água em uma bowl e deixe o grão de bico de molho por 12 horas. Após este tempo, descarte a água e lave bem. Leve o grão de bico para uma panela de pressão e quando a panela começar a chiar, deixe cozinhar por 20 minutos.

Imagem Adriana Tenchini

Em um processador adicione duas xícaras de grão de bico cozido (ainda quente), o shoyu, a páprica defumada, o colorau, o alho desidratado, a pimenta do reino e o sal e processe. Prove, corrija o sal se necessário, adicione a fécula de batata e bata novamente, até formar uma pasta lisa e grossa.

Coloque a pasta em uma panela e leve ao fogo alto (para cozinhar a fécula de batata) por 3 a 5 minutos, até que desgrude do fundo. Reserve e deixe esfriar. O ponto é parecido com uma massinha de modelar.

Imagem Adriana Tenchini
Imagem Adriana Tenchini

Unte a mão com um pouco de óleo ou azeite, pegue um pouco da massa e modele no formato de salsicha. Para que fique todas iguais, pese cada pedaço de massa antes de modelar. Amasse na mão antes de moldar e pode utilizar uma tábua de carne, pressionando a massa cilindricamente. Caso a massa fique com rachaduras, ajuste com os dedos untados no óleo ou azeite. Ou amasse de novo até ficar lisinha.

Pronto! Agora pode usar a salsicha em sua receita preferida. Para utilizá-la em cachorro-quente, faça o seu molho preferido, acrescente as salsichas e deixe ferver com o molho por uns dois minutinhos.

Imagem Adriana Tenchini

Dicas:

1. A fécula de batatas pode ser substituída por farinha de trigo, amido de milho ou farinha de grão de bico.

2. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.


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A receita que apresento neste post é uma versão vegana produzida com berinjela e leite de aveia. Saborosa, leve, prática e super-rápida. O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.

O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Estrogonofe de Berinjela

Categoria: Prato Principal

Especificação: Legumes, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 kg de berinjela, em macedônia (cubos grossos)
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 cebola picada, em brunoise
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1/2 xícara de água
  • 1 colher (chá) de sal
  • 300 g de molho tomate
  • 1 1/2 xícara de leite de aveia
  • Salsinha a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Leve ao fogo o azeite, o alho, a cebola, o colorau, a páprica e o gengibre. Refogue até dourar. Acrescente a berinjela, o molho de tomate, a água e o sal. Tampe e deixe cozinhar por 10 minutos. Adicione o leite de aveia. Deixe cozinhar por mais 2 minutos ou até engrossar o caldo. Ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

2. Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.  


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Doce maravilhoso e super fácil de preparar. É uma das sobremesas mais brasileiras e três estados disputam o título de origem: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Aqui em Minas é muito comum encontrar o doce de abóbora em todas as formas. Cremoso, cubos, compota, cristalizado, com coco, cravo, canela e dezenas de outras deliciosas receitas. Apresento aqui o doce com a abóbora e o coco ralado.

Doce de Abóbora com Coco

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: Frutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 kg de abóbora moranga
  • 500 g de açúcar
  • ½ xícara de água
  • 100 g de coco ralado
  • 1 unidade de canela em pau

Modo de Preparo:

Descasque a abóbora e rale na parte grossa (ou utilize um processador). Em uma panela misture todos os ingredientes e coloque para cozinhar em fogo bem baixo por cerca de 30 minutos ou até soltar do fundo da panela. Mexa de vez em quando para não grudar. Deixe esfriar e sirva.

Dicas:

1. Pode servir acompanhado com um pedaço de queijo vegetal.


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O arroz doce é uma sobremesa que lembra a nossa infância. Apesar de ser mais consumido durante as festas juninas, esta iguaria pode ser servida em qualquer época do ano. A receita está tão enraizada na culinária brasileira que muitos até pensam ser uma criação nossa, mas não. Este prato possui diversas versões espalhadas pelo mundo. É um prato simples, arroz cozido com leite, açúcar e especiarias e durante séculos destacou-se nas mesas das cortes reais europeias. Não se sabe ao certo quando e onde foi criado. Existem relatos de um prato parecido na Índia no ano de 6.000 a.C., apesar das primeiras versões deste prato indiano não terem na receita o arroz, mas sim, o sorgo. No ano de 1300, na Europa, tem-se o primeiro arroz doce registrado, porém, sem a presença do açúcar. A receita era um caldo com leite de amêndoas e açafrão.

O arroz doce da forma que conhecemos surgiu no século 15, mas era um alimento consumido pelos ricos, pois o arroz não crescia na Europa e era importado da Ásia. A partir do século 19, a importação de arroz tornou-se mais acessível, facilitando o consumo do cereal. A receita de arroz doce popularizou-se no século 20, quando a receita entrou para o programa de merenda escolar das crianças. E hoje eu trago uma receita de arroz doce diferenciada, feita com leite vegetal. Uma receita que se adequa muito aos tempos atuais, onde o número de intolerantes à lactose ou ainda de pessoas que não consomem produtos de origem animal cresce vertiginosamente.

Arroz Doce Vegano

Categoria: Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Clássica

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de arroz cru
  • 5 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de água filtrada
  • 4 xícaras (chá) de leite de amêndoas

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o arroz, a açúcar, a água filtrada e mexa até a mistura ferver. Em seguida, adicione o leite de amêndoas e vá misturando sempre até que o arroz fique bem cozido. Coloque em uma travessa ou em taças individuais e salpique canela em pó. Espere esfriar. Pode ser consumido morno ou gelado.


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A semolina é um ingrediente muito utilizado na cozinha italiana, especialmente no preparo de massas frescas. Por ter uma textura mais granulada e grossa do que a farinha de trigo comum, proporciona uma massa firme, elástica e com excelente resultado no cozimento. Essa característica a torna ideal para massas que serão servidas com molhos mais encorpados ou utilizadas como base de massas recheadas. Além disso, a semolina facilita a modelagem de massas curtas, sem a necessidade de equipamentos especiais, sendo possível moldar apenas com um garfo ou ralador. Esta é uma receita clássica e versátil, base para diversos formatos de massas frescas.

Massa fresca com semolina – Pasta com semola

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Rendimento: 45 minutos

Tempo de Preparo: 2 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 160 gramas de farinha de trigo
  • 40 gramas de semolina
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparando a massa

Misture as farinhas e coloque sobre a bancada e abra uma cavidade no centro e adicione os ovos. Misture com um garfo, incorporando a farinha aos poucos até formar uma massa. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até ficar lisa e homogênea. Se necessário, adicione um pouco de água ou farinha para ajustar a textura. Modele uma bola, cubra com filme plástico e deixe descansar na geladeira por 30 minutos a 2 horas.

Esticando a massa

Trabalhe metade da massa por vez, mantendo o restante coberto.

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

Produzindo Raviolis. Imagem Adriana Tenchini.
  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de preparo:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa (o sal vai na água do cozimento).
  • Se a massa estiver seca, umedeça apenas as mãos com água antes de sovar.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar ao abrir a massa.

2. Sugestões de consumo:

  • Sirva com molhos frescos e encorpados, como ragu, pesto ou molho de tomate caseiro.
  • Ideal também para lasanhas artesanais e massas recheadas como ravioli ou tortellini.

3. Curiosidade: A palavra “semolina” vem do latim simila, que significa “farinha fina”. Seu uso em massas é uma tradição herdada do sul da Itália, principalmente da região da Sicília e de Nápoles..


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A Massa Fresca com Gemas ou Pasta Gialla, é uma das bases mais tradicionais da cozinha italiana. Sua característica marcante é a riqueza em gemas, que confere uma cor intensa, sabor mais pronunciado e textura elástica à massa. Essa preparação é considerada nobre e historicamente associada às cozinhas regionais da Emilia-Romagna e de outras áreas do centro-norte da Itália, onde a produção de massas frescas faz parte da identidade cultural. É a receita clássica utilizada em pratos refinados, como tortellini recheados, tagliatelle servidos com ragu à bolonhesa e lasanhas caseiras.

Massa fresca com gemas – Pasta gialla

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 8 a 10 gemas

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione as gemas e, com um garfo, vá puxando a farinha para dentro, misturando suavemente. Quando estiver incorporado, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea.

Se necessário, adicione um pouco de água ou mais farinha. Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas práticas

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não coloque sal na massa, apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça as mãos em água ao sovar.
  • O descanso da massa relaxa o glúten, facilitando a abertura.
  • Sovar significa dobrar e empurrar a massa com a palma da mão repetidamente até ela ficar lisa.

2. Sugestão de consumo: Esta massa é a base clássica da cozinha italiana e pode ser usada em pratos como lasanha, ravioli, fettuccine e pappardelle. O sabor neutro realça molhos intensos, como o ragu à bolonhesa, ou preparos mais delicados, como manteiga e sálvia.

3. Curiosidade: A pasta gialla (“massa amarela”) recebe esse nome pela grande quantidade de gemas, que conferem cor intensa, elasticidade e sabor marcante. Tradicionalmente, é usada em receitas mais nobres da culinária italiana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A massa fresca com ovos é uma das preparações mais tradicionais da culinária italiana. Serve como base para diversos formatos de massas, tanto simples quanto recheadas, e acompanha inúmeros tipos de molhos. Sua versatilidade a torna indispensável em cozinhas profissionais e caseiras, sendo a base clássica de pratos como lasanha, ravioli, tagliatelle e pappardelle.

Massa fresca com ovos – Pasta all’uovo

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 45 minutos

Dificuldade: Fácil

Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Acrescente os ovos na cavidade e misture com um garfo, puxando a farinha aos poucos para o centro. Quando os ovos estiverem incorporados, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea. Se necessário, ajuste a textura com um pouco de água ou farinha.

Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio e trabalhe com uma metade de cada vez, mantendo a outra coberta com filme plástico.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Produção de Massas recheadas. Imagem Adriana Tenchini.
Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini

Dicas:

1. Dicas práticas

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa. Ele deve ser colocado na água do cozimento, já fervente.
  • Se a massa estiver seca, molhar as mãos em água costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura.
  • Sovar é fundamental para a textura elástica e homogênea.

2. Curiosidade: Na Itália, cada região possui seu formato de massa favorito. O tagliatelle, por exemplo, é típico da Emília-Romanha, enquanto o pappardelle é mais comum na Toscana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A iguaria que apresento é um delicioso burger para aqueles que não consomem alimentos de origem animal, com base de abóbora, aveia e linhaça, super saudável e muito fácil de fazer.

Veggie Burger de Abóbora com Aveia

Categoria: Lanches, Petiscos

Especificação: Cereais, Sanduíche, Vegetais, Sem Lactose, Vegano, Vegetariano.

Rendimento: 7 burguers com 90 gramas cada

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Burger de abóbora pronto para fritar. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 g de abóbora cabotiá (abóbora japonesa)
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho em brunoise
  • 90 g de cebola em brunoise
  • 1 colher (chá) de orégano
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • 100 g de aveia em flocos finos
  • 10 g de farinha de linhaça
  • Sal a gosto
  • Páprica defumada, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Cominho, a gosto
  • Farinha panko para empanar
Ingredientes. Imagem Adriana Tenchini.

Modo de Preparo:

Corte a abóbora em fatias com a casca (retire as sementes). Coloque em uma forma, cubra com papel alumínio e leve ao forno médio (230º C) por 40 minutos ou até ficar bem macia. Descarte as cascas. Amasse a abóbora com um garfo e reserve em uma bowl.

Em uma frigideira, doure o alho e a cebola no azeite e adicione na abóbora reservada. Acrescente os temperos (orégano, sal, páprica defumada, pimenta do reino branca e cominho) e prove. Em seguida, adicione a salsinha, a aveia e a farinha de linhaça. Misture bem até incorporar todos os ingredientes.

Cubra a bowl com plástico filme e leve à geladeira por 1 hora ou até firmar. Divida a massa e modele com um aro de metal. Cada burger deve pesar 90 gramas. Empane os discos na farinha panko e frite em azeite. Sirva com cebolas douradas e rúcula.

Veggie Burger de Abóbora com Aveia. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

4. Pode-se usar a fritadeira elétrica para fritar os burgers, mas para dourar borrife azeite.

5. Para os veganos, monte os sanduíches utilizando pães confeccionados sem ovos e sem leite.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini