O Vinagrete é um molho condimentado emulsionado preparado com gordura (óleo ou azeite), um ácido (vinagre ou limão), aromatizado com ervas frescas e especiarias. A palavra vem do francês “vinaigrette” e é o diminutivo de vinagre no idioma. Para preparar a emulsão é preciso agitar vigorosamente os dois líquidos (gordura e o ácido) até que se misturem e para tornar a emulsão estável deve-se adicionar pequenas quantidades de emulsificantes (alho, mostarda, proteínas etc.). É ideal que essa emulsão tenha três partes de gordura (óleo ou azeite) para uma parte de ácido (vinagre ou limão).

Imagem marina zasorina por Pexels

Existem centenas de receitas de vinagretes. Pode-se preparar simplesmente com azeite, vinagre ou limão, sal e pimenta ou pode-se acrescentar outros ingredientes tais como: ervas frescas ou secas, especiarias, mostarda, entre outros. O molho Vinagrete pode ser utilizado em marinadas, saladas, vegetais, carnes, aves, sanduíches etc.

Curiosidade: No Brasil, o termo “vinagrete” é também utilizado para se referir a um molho. O “Molho à Campanha” (ou molho à vinagrete) é preparado com cebola, tomate e pimentão picados, acrescidos de azeite, vinagre e sal. Existem as mais variadas adaptações do molho à campanha, incluindo frutas ácidas, ou outros ingredientes como milho, açúcar, coentro, salsinha, entre outros. Fora do nosso país, este molho é conhecido como “brasilian sauce” (molho brasileiro). Este molho é usado para acompanhar as carnes do churrasco e acarajé.

Vinagrete Balsâmico

É um molho condimentado emulsionado preparado com apenas 4 ingredientes, azeite, vinagre balsâmico, sal e pimenta, e muito fácil de fazer, basta agitar vigorosamente a mistura para agregar um sabor agridoce as saladas.

Vinagrete de Mostarda e Mel

É perfeito para incrementar sua salada, agregando sabores agridoces. Este vinagrete é um clássico, preparado com poucos ingredientes (azeite, vinagre, mostarda, mel, sal e pimenta do reino), muito simples, rápido e que acompanha qualquer salada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Molho Maionese é um molho frio, condimentado e emulsionado, preparado a partir da combinação de ovos, óleo vegetal e um elemento ácido, como vinagre ou suco de limão. Trata-se de uma emulsão clássica, ou seja, a união estável entre dois líquidos naturalmente imiscíveis. Para que essa emulsão se mantenha homogênea ao longo do tempo, é indispensável a presença de um agente emulsionante, função desempenhada principalmente pela gema do ovo e, em algumas variações, pela mostarda.

A origem da maionese é envolta em controvérsias históricas. A versão mais difundida atribui sua criação à França, em 1756, quando o cozinheiro do Duque de Richelieu teria improvisado um molho à base de ovos e azeite durante a ocupação do porto de Mahón, na ilha espanhola de Minorca, batizando-o de “mahonese” em referência à vitória militar. Já a versão espanhola defende que o molho já fazia parte da culinária local das Ilhas Baleares, sendo posteriormente apropriado e difundido pela cozinha francesa. Há ainda teorias que relacionam a maionese ao aioli, preparação ancestral de alho e óleo conhecida desde a Antiguidade e mencionada por Plínio, o Velho, no século I.

Imagem Adriana Tenchini

Independentemente de sua verdadeira origem, a maionese ganhou refinamento técnico na culinária francesa a partir do trabalho de Marie-Antoine Carême (1784–1833), que tornou o molho mais leve ao substituir o azeite por óleos de sabor neutro e utilizar apenas gemas, facilitando a emulsificação. No início do século XX, a maionese consolidou-se como produto industrializado com a fundação da Hellmann’s, em 1912, nos Estados Unidos, tornando-se um dos molhos mais difundidos da gastronomia mundial.

Versátil e amplamente utilizada, a maionese pode acompanhar sanduíches, saladas, vegetais, carnes frias, massas, tortas salgadas e diversas preparações contemporâneas.

Receita – Maionese Caseira

Categoria:  Couvert, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, cozinha Internacional (França e Espanha), vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 360 gramas – 12 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 colher de sopa – 15 g): 108 kcal

Maionese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • Óleo de soja, o suficiente para dar o ponto de creme (+ ou – 250 ml)
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Coloque os ovos e o suco de limão no copo do liquidificador. Bata em velocidade média e, sem interromper o funcionamento, despeje o óleo em fio, lentamente, até que a mistura emulsione e adquira textura cremosa. Desligue o liquidificador, transfira a maionese para um recipiente hermético, acrescente o sal e misture delicadamente. Leve à geladeira antes de servir.

Validade: até 5 dias sob refrigeração, em recipiente bem fechado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Ideal para sanduíches, hambúrgueres artesanais e wraps.
  • Pode ser utilizada como base para molhos derivados, como maionese de ervas, de alho, de mostarda ou rosé.
  • Combina muito bem com saladas de batata, legumes cozidos, ovos e carnes frias.

2. Dicas técnicas:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente para facilitar a emulsificação.
  • Caso a maionese talhe, bata uma gema nova em outro recipiente e incorpore lentamente a maionese talhada.
  • Para um sabor mais neutro, prefira óleos refinados. Para versões mais intensas, parte do óleo pode ser substituída por azeite suave.

3. Curiosidades:

  • É um dos molhos-base mais utilizados para a criação de variações modernas e contemporâneas.
  • A maionese é considerada um dos principais exemplos clássicos de emulsão na gastronomia.
  • O nome “maionese” foi oficialmente consolidado na França apenas no século XIX.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Ketchup é um molho condimentado produzido, principalmente, de tomates, açúcar, vinagre e sal. Tem sabor adocicado, ácido e muito aromático. É consumido no mundo inteiro e, em especial, nos Estados Unidos. Apesar do produto ser amplamente utilizado na culinária norte-americana, o Ketchup tem sua origem em um molho asiático que surgiu há milhares de anos, antes mesmo da formação dos Estados Unidos da América.

Este molho fermentado de peixe e soja foi criado por volta de 300 a.C., na região onde hoje é o Vietnã e se chamava “Kê-tsiap. Aos poucos, o molho espalhou-se pela Ásia, chegando até a China. No século XVIII, os ingleses levaram a receita para a Inglaterra, porém, na região não tinha soja e tiveram que adaptar com outros ingredientes: cogumelos, feijões, anchovas, nozes, ostras etc.

Imagem de Andry S por Pixabay

Em 1727, foi publicada a primeira receita de “ketchup” (também “ketsup”), em “The Compleat Housewife”, um livro de receitas popular de Eliza Smith. Os ingredientes incluíam anchova, chalotas[1], vinagre, gengibre e noz-moscada. Em 1732, foi publicada uma nova receita “ketchup in paste”, escrita por Richard Bradley que listava o feijão vermelho como ingrediente principal. Outras versões surgiram, geralmente contendo cogumelos, nozes e ostras. O molho era um sucesso, principalmente por sua durabilidade e era utilizado em carnes, peixes, pães etc. Por volta de 1770, o ketchup de cogumelos chegou nos Estados Unidos por intermédio dos colonos britânicos.

Apesar dos tomates terem sido levados da América do Sul para a Inglaterra por volta de 1500, eles não eram utilizados na alimentação humana, pois acreditava-se que eram venenosos. Por isso, somente em 1812 é que surgiu a primeira receita de ketchup de tomate, sendo criada por James Mease, um cientista e horticultor da Filadélfia, nos Estados Unidos. A receita era feita com polpa de tomate, conhaque e especiarias, porém, o produto era perecível e foi necessário adicionar vários conservantes, entre eles o alcatrão de hulha (para realçar a cor avermelhada) e o benzoato de sódio (conservante de alimentos). No final do século XIX, foi comprovado que estes produtos ofereciam riscos à saúde.

O Dr. Harvey Washington Wiley defendia que não era necessário adicionar estes tipos de conservantes se os produtores incluíssem ingredientes de alta qualidade. Em 1876, Wiley em parceria com Henry John Heinz, de Pittsburgh, começaram a produzir o Ketchup que conhecemos atualmente. Sua receita contém tomates maduros que além de dar cor ao molho, possuem altos níveis de preservantes naturais como a pectina. A nova receita também inclui uma quantidade maior de vinagre, o que retarda o apodrecimento do alimento. O ketchup passou de um molho de peixe fermentado para um condimento utilizado em diversas cozinhas pelo mundo, tanto puro como adicionado em outras preparações.

O Ketchup é um molho à base de tomate, vinagre, açúcar e sal. É bastante versátil e pode ser usado em vários pratos. Funciona muito bem como um intensificador de sabor para molhos e recheios, principalmente quando não se quer mudar muito a consistência do preparo. É interessante também usar o ketchup quando se precisa trazer um sabor mais adocicado e ácido a uma preparação, sem a necessidade de adicionar separadamente o molho de tomate, o açúcar e o limão/vinagre. Pode-se também utilizar ketchup no estrogonofe, cachorro-quente, pizza e batata frita. Além destes, existem diversos molhos que acrescentam o ketchup, tais como o molho Rosê, molho Barbecue ou ainda no molho campanha para quebrar um pouco da acidez.

Molho à Campanha

É vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes. O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias.

Molho Rosé Especial

Tem um sabor delicado e uma textura cremosa que combina com diversas preparações com massas (macarrão, lasanha, panquecas), para temperar inúmeras saladas ou simplesmente como um molhinho para mergulhar os aperitivos (batata frita, salgadinhos).



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Os aditivos modernos, considerados quase como novas especiarias, são ingredientes que estão presentes na indústria atual, auxiliando no fornecimento cada vez maior de alimentos e bebidas, ajudando na conservação e preservando o sabor, o aroma e a qualidade dos produtos. Os aditivos são adicionados nos alimentos há milênios. O sal já era utilizado desde a pré-história para conservar peixes e carnes. Depois vieram as ervas para aromatizar, o açúcar para conservar as frutas, o vinagre para os legumes, entre outros.

Adiciona-se um aditivo em uma preparação para:

  • Manter ou melhorar a segurança alimentar e o frescor de alimentos. Ex.: conservantes – controlam a contaminação; antioxidantes – impedem que uma gordura fique rançosa ou que uma fruta escureça por oxidação.
  • Manter ou melhorar o valor nutricional. Ex.: adicionar vitaminas, fibras e minerais nos alimentos – reduz a desnutrição na população.
  • Melhorar sabor, textura e aparência. Ex.: especiarias, aromas naturais e artificiais, adoçantes – os três modificam o sabor dos alimentos; corantes – mantêm e melhoram a aparência; emulsificantes, estabilizantes e espessantes – fornecem a textura desejada; agentes de fermentação – auxiliam na panificação; aditivos para controle de acidez e alcalinidade de alimentos; aditivos para manter o gosto de produtos com baixo teor de gordura.
Açúcar de Confeiteiro (agente antiaglomerante). Imagem de conger design por Pixabay.

Função: impede a deterioração de alimentos por bactérias, fungos, leveduras etc.; diminui ou impede mudanças na cor, sabor ou textura; diminui ranço (antioxidantes), impedindo que gorduras reajam com o oxigênio; manter frescor.

Uso na Gastronomia: panificação, carnes curadas, geleias, sucos, bebidas, óleos e margarinas, cereais, molhos para salada, lanches prontos, frutas e vegetais.

Nomes: benzoato de sódio; propianato de cálcio; ácido ascórbico (vitamina C); ácido cítrico; nitrito de sódio; sorbato de cálcio; eritorbato de sódio; BHA (butil-hidroxianizol); BHT (butil-hidroxitolueno); EDTA; tocoferóis.

Função: compensa perda de coloração por exposição à luz, a temperaturas extremas, ao ar, à umidade e a condições de armazenamento; salienta coloração natural; corrige variações naturais de cor; adiciona cor a alimentos descoloridos.

Uso na Gastronomia: doces, margarina, queijo, refrigerantes, geleias, salgadinhos, gelatinas, pudins prontos, recheio de tortas.

Nomes: extrato de cúrcuma; betacaroteno; extrato de pele de uva; extrato de cochonilha; oleorresina de páprica; corante caramelo; sucos de frutas e vegetais; açafrão; Orange B; Red No. 2.

Função: adiciona dulçor com ou sem calorias extras.

Uso na Gastronomia: panificação, confeitaria, bebida, alimentos processados, açúcar de bancada (para autosserviço).

Nomes: xarope de milho; glucose; sacarose; frutose; sorbitol; manitol; neotame; aspartame; sacarina; sucralose; acesulfame-k.

Função: adiciona sabores específicos (naturais ou sintéticos)

Uso na Gastronomia: sorvete, doces, refrigerantes, pudins prontos, misturas de gelatinas prontas, molhos de salada.

Nomes: aroma natural; aroma artificial, especiarias.

Função: realça sabores naturais já presentes nos alimentos, sem adicionar outro sabor.

Uso na Gastronomia: diversos alimentos processados.

Nomes: glutamato monossódico; extrato de levedura autolizada; inosinato dissódico; proteína de soja hidrolisada.

Função: repõe vitaminas e minerais perdidos durante o processamento (enriquecimento); adiciona nutrientes que podem estar faltando na dieta (fortificantes).

Uso na Gastronomia: farinha, pães, cereais, sal, leite, sucos, arroz, pasta, margarina, barras energéticas, bebidas instantâneas matinal.

Nomes: riboflavina (vitamina B2); niacina (vitamina B3); ácido fólico (vitamina B9); betacaroteno; vitamina D; aminoácidos; ácido ascórbico (vitamina C); Sulfato de ferro; alfa-tocoferol (vitamina E); tiamina (vitamina B1); niacinamida (vitamina B3).

Função: permite a mistura homogênea de ingredientes, impedindo separação; mantêm produtos emulsificados estáveis; reduz a liga; controla a cristalização; mantêm ingredientes dispersos; auxilia a dissolução de produtos.

Uso na Gastronomia: chocolate, margarina, pasta de amendoim, molhos prontos de salada, sobremesas congeladas.

Nomes: lecitina de soja; mono e diglicerídeos; gemas de ovos; polissorbatos.

Função: substitui as gorduras nos alimentos, total ou parcialmente.

Uso na Gastronomia: panificação, confeitaria, misturas de bolo e sobremesa, produtos lácteos, sobremesas congeladas.

Nomes: goma xantana; goma guar; proteína de clara de ovo microparticulada; olestra; gel de celulose; carraginato; polidextrose; amido modificado; concentrado de whey.

Função: produz textura uniforme; realça corpo.

Uso na Gastronomia: produtos lácteos, bolos, pudins, geleias, molhos, sobremesas congeladas, gelatina industrial, molhos industrializados.

Nomes: goma xantana; goma guar; whey; pectina; gelatina; carragenato.

Função: controla a acidez e a alcalinidade; impede o apodrecimento.

Uso na Gastronomia: sobremesas congeladas, alimentos enlatados com acidez baixa, bebidas, fermento em pó.

Nomes: ácido lático; ácido cítrico; ácido acético; ácido fumárico; ácido tartárico; hidróxido de amônia; carbonato de sódio.

Função: auxilia o crescimento de itens assados.

Uso na Gastronomia: pães e outros itens assados.

Nomes: fermento em pó; fosfato de monocálcio; carbonato de cálcio.

Função: manter alimentos em pós soltos, sem aglutinação; impedir absorção de umidade.

Uso na Gastronomia: sal, fermento em pó, açúcar de confeiteiro.

Nomes: silicato de cálcio; citrato de fero amoníaco; dióxido de silicone.

Função: reter umidade.

Uso na Gastronomia: doces macios, confeitaria, coco ralado, marshmallow.

Nomes: glicerina; sorbitol.

Função: produz massas mais estáveis.

Uso na Gastronomia: pães e itens assados.

Nomes: sulfato de amônia; azodicarbonamida; L-cisteína.

Função: auxilia no crescimento de leveduras.

Uso na Gastronomia: pães e itens assados.

Nomes: sulfato de cálcio; fosfato de amônia.

Função: modificar proteínas, polissacarídeos e gorduras.

Uso na Gastronomia: queijos, produtos lácteos, carnes.

Nomes: enzimas; lactase; papaína; quimosina.

Função: manter os alimentos crocantes e firmes.

Uso na Gastronomia: frutas e vegetais processados.

Nomes: cloreto de cálcio; lactato de cálcio.

Função: serve para aeração; criam carbonatação.

Uso na Gastronomia: spray de chantilly, bebidas carbonatadas, spray de óleo de cozinha.

Nomes: dióxido de carbono; óxido nitroso.


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Receitas

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O Papo de Anjo é uma das sobremesas portuguesas mais tradicionais, remanescente da doçaria conventual dos séculos XVII e XVIII. Nessa época, freiras e monges utilizavam grandes quantidades de gemas, aproveitando as claras que eram empregadas para engomar tecidos ou filtrar vinhos. Dessa combinação de técnica e criatividade surgiram vários doces icônicos, e o Papo de Anjo é um deles, conhecido pela textura delicada e pelo perfume característico da calda aromatizada.

Ao chegar ao Brasil, essa sobremesa encontrou espaço em regiões com forte herança luso-brasileira, especialmente no Sul e Sudeste, e em estados de tradição colonial, como Minas Gerais. Nessas localidades, a doçaria portuguesa foi preservada com carinho, fazendo com que o Papo de Anjo permanecesse presente em confeitarias, cozinhas familiares e mesas festivas. Ainda que não seja considerado um doce típico de uma região específica do país, ele integra o repertório tradicional brasileiro herdado de Portugal.

Papo de Anjo

Categoria: Café da manhã e lanches, Sobremesas

Especificação: Creme, sobremesa clássica, cozinha internacional (Portugal), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções (equivalente a aproximadamente 2 unidades por pessoa)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades): 540 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 gemas, peneiradas
  • Manteiga amolecida (para untar)
  • 250 gramas de açúcar refinado
  • 200 ml água
  • 1 fava de baunilha
  • 3 gotas de essência de amêndoas
  • 50 gramas de amêndoas laminadas

Modo de Preparo:

Bata as gemas na batedeira até ficarem claras, fofas e bem aumentadas de volume. Unte pequenas forminhas de empada com a manteiga e preencha-as com as gemas batidas, sem encher completamente. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 15 minutos, até firmarem levemente sem dourar.

Em uma panela, prepare uma calda rala com o açúcar e a água. Abra a fava de baunilha no sentido do comprimento, raspando as sementes para a panela. Acrescente também a essência de amêndoas.

Retire os papos de anjo do forno e mergulhe-os ainda mornos na calda perfumada. Deixe esfriar dentro da própria calda para absorver o sabor. Sirva com as amêndoas laminadas por cima.

Toques finais e sugestões

  • Ficam perfeitos servidos gelados, especialmente após refeições mais robustas.
  • Para uma finalização tradicional, deixe os papos de anjo escorrerem em uma peneira e passe cada unidade no açúcar refinado, criando uma camada fina e brilhante.
  • A essência de baunilha pode substituir a fava, caso seja a opção disponível.

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FONTE IMAGEM CAPA:

Os Ovos Nevados, conhecidos em francês como Île Flottante, são uma sobremesa clássica da confeitaria francesa que remonta ao século XVIII. Seu nome faz referência direta ao visual do prato: porções leves de merengue cozido, que flutuam sobre um delicado creme inglês, lembrando pequenas “ilhas” repousando sobre um mar de baunilha.

Essa preparação faz parte do repertório tradicional das sobremesas europeias baseadas em ovos, muito apreciada nos salões e cafés franceses ao longo dos séculos, mantendo-se até hoje como um ícone da confeitaria clássica.

Ovos Nevados – Ilê Flotante

Categoria: Sobremesas

Especificação: Creme, Sobremesa gelada, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Clássica, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 taça de sobremesa – 200g): 268 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Para o creme inglês

  • 4 gemas, peneiradas
  • 3 colheres (sopa) açúcar refinado
  • 300 ml leite
  • 1 fava de baunilha

Para os merengues – ovos nevados

  • 2 claras
  • 1 pitada de cremor de tártaro
  • 115 gramas de açúcar refinado

Para o caramelo – decoraração

  • 150 gramas de açúcar refinado
  • 50 ml de água

Modo de Preparo:

Creme inglês

Em uma panela, misture as gemas, o açúcar, o leite e as sementes da fava de baunilha. Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente com um fouet, até obter um creme liso e levemente espesso, sem deixar ferver. Transfira para uma tigela e leve à geladeira para resfriar.

Merengue

Bata as claras em neve até atingir pico firme. Adicione o cremor de tártaro[1] e, em seguida, acrescente o açúcar aos poucos, batendo até obter um merengue brilhante e consistente. Com duas colheres, molde quenelles[2] de merengue. Cozinhe as porções em água fervente por 2 a 3 minutos, virando delicadamente para cozinhar por igual. Retire com cuidado e disponha sobre papel-toalha para escorrer.

Caramelo

Em uma panela pequena, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo sem mexer até atingir cor âmbar. Utilize imediatamente ou mantenha em banho-maria aquecido. Modele fios ou arabescos para decorar.

Montagem

Disponha o creme inglês gelado no fundo do prato ou taça. Coloque os merengues por cima. Finalize com o caramelo em fios ou arabescos.


Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva bem gelado para realçar a leveza do merengue.
  • A sobremesa pode ser montada minutos antes de servir para manter o contraste entre texturas.
  • Se quiser, aromatize o creme inglês com casca de limão-siciliano ou laranja.

2. Curiosidades:

  • A versão clássica utiliza baunilha natural, mas variações modernas incluem essência de baunilha, café, pistache e até caldas de frutas.
  • A Île Flottante aparece em diversos livros de culinária francesa desde o século XVIII, sendo considerada uma das sobremesas mais elegantes e refinadas da época.

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FONTE IMAGEM CAPA:

O Chá de Alecrim é conhecido pelo seu aroma e sabor. Mas também é rico em diferentes propriedades terapêuticas. O chá tem uma grande ação antioxidante, digestiva, anti-inflamatória, antisséptico, depurativo, antibiótico, diurético e antiespasmódico. Por isso, o chá é muito indicado para fortalecer a imunidade, além de uma série de benefícios: melhorar a digestão, atuar como antioxidante, aliviar a dor, melhorar a circulação sanguínea, proteger o fígado, diminuir a retenção de líquidos, combater o cansaço mental, melhorar a memória, atuar como descongestionante, ajudar no combate ao estresse e a ansiedade.

Nota: Não é recomendado para gestantes, lactantes, crianças menores de 12 anos. As pessoas com doenças no fígado, epilepsia ou que usam remédios anticoagulantes, diuréticos a anti-hipertensivos, devem consultar o médico antes de usar o chá de alecrim como remédio caseiro.

Chá de Alecrim

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Infusão, Ervas Aromáticas

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1 porção

Dificuldade: Fácil

Chá de Alecrim. Imagem Freepik.

Ingredientes:

  • 1 xícara de água filtrada
  • 1 ramo de alecrim fresco
  • Sumo de ½ limão (opcional)

Modo de Preparo:

Leve a água ao fogo. Quando ferver, desligue, coloque o alecrim, tampe a panela e deixe repousar por 5 a 10 minutos. Coe e adicione o sumo de limão. Prontinho! Beber 2 a 3 vezes ao dia.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais do Alecrim? Acesse.


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O Cerefólio parece com a salsinha e é uma planta bastante utilizada na Europa, na região mediterrânea. A erva é utilizada como tempero, principalmente na cozinha francesa, mas contém propriedades medicinais, podendo ser consumida também na forma de chás (infusão). O cerefólio possui propriedades diuréticas, tônicas e estimulantes. Ele reduz os gases intestinais, estimula a circulação do sangue, previne a retenção de líquido e protege a saúde do fígado, ajudando a reduzir o acúmulo de gordura no órgão.

Chá de Cerefólio

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Infusão, Ervas Aromáticas

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1 porção

Dificuldade: Fácil

Imagem de dungthuyvunguyen por Pixabay

Ingredientes:

  • 10 gramas de folhas de cerefólio
  • 1 xícara de água fervente

Modo de Preparo:

Aqueça a água. Quando ferver, desligue o fogo e adicione o as folhas de cerefólio. Abafe e deixe descansar por 5 a 10 minutos. Coe o chá. Consuma morno.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais do Cerefólio? Acesse.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Capim Limão  é muito utilizado para relaxar. O chá preparado com a erva é ótimo para aliviar o estresse e a ansiedade. Além deste benefício, o chá também ajuda no tratamento do refluxo e da gastrite, por ser rico em antioxidantes ajuda a diminuir o colesterol ruim e por ter propriedades diurética auxilia no controlo da pressão arterial.

Chá de Capim Limão

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Infusão, Ervas Aromáticas

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 1 porção

Dificuldade: Fácil

Capim Limão. Imagem de Robert Lens por Pixabay

Ingredientes:

  • 2 a 3 colheres (sopa) de folhas de capim limão, picadas
  • 1 xícara de água fervente

Modo de Preparo:

Aqueça a água. Quando ferver, desligue o fogo e adicione o capim limão picado. Abafe e deixe descansar por 5 a 10 minutos. Coe o chá. Consuma morno.

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O Licor de Funcho é ideal para aquecer em uma noite fria de inverno. Os licores de ervas são requintados e extremamente apreciados. Eles resultam de um trabalho de alquimia da perfeita combinação das ervas, podendo ser feita com uma só espécie ou de várias ervas ou ainda associadas a frutas e flores. Tradicionalmente os licores são servidos como um aperitivo após o jantar. O licor de funcho tem um sabor fresco e vibrante.

Licor de Funcho

Categoria:  Bebidas

Especificação: Licor, Bebida alcoólica,

Tempo de Preparo: 15 minutos + 10 dias (fermentação)

Rendimento: 1,5 litros

Dificuldade: Fácil

Imagem de Public Domain Pictures por Pixabay

Ingredientes:

  • 1 litro de água
  • 1 kg de açúcar
  • 200 gramas de folhas de funcho
  • 4 colheres (chá) de semente de funcho
  • 1 litro de álcool de cereais

Modo de Preparo:

Em uma panela, adicione a água, o açúcar, as folhas e sementes de funcho, deixe ferver por 10 minutos. Retire do fogo e espere esfriar. Acrescente o álcool de cereais. Filtre, engarrafe e guarde-o em local escuro e fresco durante 10 dias.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC).

2. A garrafa deve ser bem higienizada e deve ter, de preferência, o vidro escuro.


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O Chá de Tomilho é ótimo para aumentar a imunidade porque tem ação bactericida, sedativa e propriedades antissépticas para tratar infecções, fungos e outros micro-organismos. O tomilho por ter componentes que atuam como calmantes do sistema nervoso, ajuda os indivíduos que sofrem de estresse, ansiedade e depressão. As propriedades do tomilho ainda incluem sua ação expectorante, antisséptica, antibacteriana, estimulante e tônica, auxiliando no tratamento de asma, bronquite, catarro, gripe e resfriado. O uso externo do chá de tomilho é conhecido em tratamento antiacne e contra a queda de cabelos.

Nota: Não é recomendado para gestantes, lactantes, crianças menores de seis anos e indivíduos no período pós-cirúrgico. O ideal é não passar de três xícaras de chá por dia.

Chá de Tomilho

Categoria: Bebidas, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Chá de Tomilho. Imagem de Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 litro de água
  • 2 ramos de tomilho fresco ou 1 colher (sopa) de tomilho seco

Modo de Preparo:

Leve a água ao fogo até iniciar fervura. Desligue o fogo, adicione o tomilho, tampe a panela e deixe repousar por 5 a 10 minutos. Coe e sirva. Consuma preferencialmente uma xícara após o almoço ou após o jantar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Este chá pode ser degustado quente ou morno. Para realçar o aroma e as propriedades digestivas, você pode adicionar 2 rodelas de limão, 1 pau de canela ou um fio de mel.

2. Curiosidades: O tomilho é usado há séculos na medicina tradicional mediterrânea, sendo considerado um tônico natural para o sistema respiratório.

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A Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada é um Fusion Food, uma fusão das culinárias da Itália e do Brasil (região sudeste). A Panna Cotta é uma sobremesa típica italiana, porém, nesta receita adicionamos o queijo minas frescal (queijo típico mineiro) e por cima (após gelar) colocamos uma calda de goiabada com cachaça, produtos típicos de Minas Gerais. O resultado fica fantástico!

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada

Categoria:  Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Fusion Food (Brasileira – Região Sudeste – com Italiana),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Tempo de descanso: 6 horas de geladeira

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 30 gramas de queijo minas frescal
  • 60 gramas de creme de leite fresco
  • 20 gramas de leite integral
  • 10 gramas de açúcar
  • 1/2 folha de gelatina sem sabor
  • 40 gramas de goiabada
  • 40 gramas de água
  • 5 ml de cachaça
  • 1 ramo de hortelã

Modo de Preparo:

Esmigalhe o queijo com um garfo ou passe numa peneira. Ferva o creme de leite, o leite, o queijo e o açúcar, retire do fogo e, quando estiver morno, dissolva a gelatina no creme. Coe a mistura e coloque numa taça e leve à geladeira por, no mínimo, 6 horas.

Leve ao fogo a goiabada e a água e deixe ferver para dissolver. Retire do fogo e acrescente a cachaça. Coloque um pouco da calda de goiabada sobre a panna cotta e decore com um raminho de hortelã.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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