Caponata é um preparo tradicional da Sicília, região ao sul da Itália conhecida por combinar sabores marcantes de vegetais, azeite e ervas frescas. Originalmente, era um prato camponês feito com ingredientes disponíveis na estação, como berinjela, tomate, cebola e alcaparras. Ao longo do tempo, ganhou inúmeras versões familiares e regionais, podendo ser servida quente, fria ou em temperatura ambiente. Nesta adaptação, mantemos a essência siciliana com ingredientes clássicos, em uma versão prática, leve e versátil para ser servida como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caponata de Berinjela

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petiscos

Especificação: Salada Clássica, Salada de Legumes, Cozinha Internacional (Itália – Sicília), vegetariana, vegana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 ml de azeite
  • 1 dente de alho em brunoise
  • 1/2 cebola em cubos médios
  • 1/2 berinjela em cubos médios
  • 150 g de tomate pelatti
  • 50 g de alcaparras
  • 10 folhas de manjericão picadas
  • Sal à gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira ampla. Acrescente o alho e a cebola e refogue por alguns instantes, até começarem a suar. Adicione a berinjela e mexa bem para envolver no azeite. Junte o tomate pelatti e as alcaparras e deixe cozinhar até que a berinjela murche e fique macia. Finalize com o manjericão picado e ajuste o sal conforme necessário.

1. Observação sobre a porção: Para fins de padronização, esta preparação é classificada como entrada, com porção de 120 g por pessoa, acompanhada de 30 g de pães, conforme os critérios apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada: Sirva a caponata em porção de 120 g, acompanhada de 30 g de pães, como pão italiano, ciabatta, focaccia ou torradas rústicas. Pode ser apresentada fria, em temperatura ambiente ou levemente morna, conforme a proposta do serviço.
  • Como petisco: Disponha a caponata em pequenas cumbucas ou ramequins, acompanhada de pães fatiados, grissini ou crackers artesanais. É uma ótima opção para mesas de aperitivos, encontros informais e recepções.
  • Como couvert: Sirva em pequenas porções para compartilhar, acompanhando pães variados, azeite extravirgem e, se desejar, muçarela de búfala ou queijos frescos. Funciona bem como abertura de refeições de inspiração mediterrânea.
  • Como acompanhamento ou guarnição: Pode acompanhar carnes assadas, aves grelhadas ou peixes preparados na grelha ou no forno, trazendo frescor e acidez ao prato principal.
  • Outras utilizações: Também pode ser utilizada como recheio de sanduíches, bruschettas e wraps, ou como complemento de saladas e bowls.

3. Dica extra: A caponata fica ainda mais saborosa após algumas horas de descanso, quando os sabores se integram e se intensificam.

4. Curiosidades

  • Na Sicília, a caponata apresenta diversas variações regionais e familiares. É comum a adição de azeitonas, uvas-passas, pinoli ou um toque de vinagre, criando o contraste agridoce característico da preparação.
  • Tradicionalmente, a caponata é servida em temperatura ambiente, reforçando seu papel como prato versátil, que transita entre entrada, acompanhamento e antepasto.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O leite vegetal é uma excelente alternativa ao leite de origem animal, ideal para pessoas com intolerância à lactose, alergias ou que seguem uma alimentação vegana. Entre as opções disponíveis, o leite de soja é um dos mais populares por seu custo acessível, versatilidade e valor nutricional. Rico em proteínas e fibras, com baixo índice glicêmico e zero colesterol, ele pode ser utilizado em bebidas, doces, molhos, pães e até como base para o tofu, o queijo vegetal tradicional da culinária asiática.

Leite de Soja

Categoria: Bebidas, café da manhã e lanches

Especificação: Bebida não alcoólica, leite vegetal, leguminosas, vegana, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré preparo: 12 a 24 horas

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 litro

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 copo americano – 200 ml): 70 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

1ª Etapa: Hidratação

  • 1 xícara de grãos de soja
  • Água, o suficiente para cobrir os grãos
  • Pote com tampa

2ª Etapa: Preparação do Leite

  • Soja hidratada na etapa anterior
  • 4 xícaras de água mineral ou filtrada
  • 1 colher (chá) de ácido lático[1] (opcional)

[1] Nos laticínios de origem animal tem uma grande produção de ácido lático. No de origem vegetal, nem tanto. O ácido lático dará o gostinho de laticínios e serve como conservante natural.

Modo de Preparo:

1ª Etapa: Hidratação

Lave bem os grãos de soja e coloque em um pote com tampa. Cubra com água e deixe de molho na geladeira por 12 a 24 horas. Após esse tempo, descarte a água do molho e lave novamente os grãos em água corrente.

2ª Etapa: Preparação do Leite

Transfira a soja hidratada para o liquidificador. Adicione as 4 xícaras de água filtrada e o ácido lático dissolvido em um pouco de água (se for utilizar). Bata em alta velocidade por 2 minutos, até obter uma mistura homogênea e esbranquiçada, semelhante ao leite. Coe utilizando um pano de prato limpo ou um coador de voal. Esprema bem para extrair o máximo de líquido. Reserve os resíduos (okara) para outras receitas.

Despeje o leite coado em uma panela e leve ao fogo médio. Cozinhe por 15 a 20 minutos após levantar fervura, mexendo sempre para evitar que grude no fundo. É normal formar espuma, retire com uma colher, se desejar. Deixe esfriar e armazene em um recipiente de vidro limpo e com tampa. Conserve na geladeira por até 5 dias.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de Consumo

  • Use no preparo de smoothies, cafés, cappuccinos, chocolates quentes ou puro com frutas.
  • Substitua o leite de vaca em bolos, tortas, mousses, panquecas e cremes.
  • É o ingrediente base para o preparo do tofu (queijo vegetal).
  • Excelente opção para molhos como o bechamel vegano.
  • Pode ser congelado por até 3 meses. Congele em porções pequenas e descongele somente a quantidade necessária.

Curiosidades

  • A soja é uma leguminosa originária do Leste Asiático e tem sido usada há milênios na alimentação humana.
  • O resíduo da produção do leite de soja é conhecido como okara e pode ser reaproveitado em pães, bolinhos, hambúrgueres vegetais, farofas e até doces.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A carne moída de soja, preparada a partir da proteína texturizada de soja (PTS), é uma alternativa prática, econômica e nutritiva à carne animal. Muito utilizada nas culinárias vegetariana e vegana, ela se destaca pela versatilidade e pela capacidade de absorver sabores, adaptando-se a diferentes preparações.

Apesar de seu grande potencial culinário, é comum que muitas pessoas rejeitem a PTS devido ao seu sabor residual característico. No entanto, quando corretamente hidratada e bem temperada, transforma-se em um ingrediente extremamente saboroso e agradável. Nesta receita, o processo de hidratação e lavagem é fundamental para neutralizar esse sabor, garantindo um resultado leve, aromático e equilibrado.

Além de ser servida como acompanhamento, essa preparação pode ser utilizada como base para diversos pratos, como molhos, recheios e preparações típicas do dia a dia, ampliando significativamente seu uso na cozinha.

Carne Moída de Soja

Categoria: acompanhamento/guarnição, prato principall

Especificação: leguminosas, recheio para salgado, vegana, vegetariana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 320 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 gramas): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Hidratação da soja:

  • 1 xícara de proteína de soja granulada
  • 3 xícaras de água
  • 2 colheres (sopa) de vinagre ou suco de limão
  • 4 colheres (sopa) de molho de soja

Preparação da Carne Moída:

  • 2 dentes de alho picados
  • 1/2 cebola picada
  • 1/8 de pimentão verde picado (opcional)
  • 1/8 de pimentão amarelo picado (opcional)
  • 1 colher (sopa) de manteiga vegetal
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Hidratação da soja:

Em uma panela, coloque a proteína de soja, a água e o vinagre (ou suco de limão). Leve ao fogo médio até levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe por mais 5 minutos. Escorra em uma peneira e lave bem em água corrente, esfregando com as mãos para remover o sabor residual. Esprema bem para retirar o excesso de água. Transfira para uma tigela e adicione o molho de soja. Deixe descansar por 5 minutos para absorção de sabor.

Preparação da Carne Moída:

Em uma frigideira, aqueça a manteiga vegetal e refogue o alho, a cebola e os pimentões até ficarem levemente dourados. Acrescente a proteína de soja hidratada. Refogue por cerca de 5 minutos, mexendo sempre. Ajuste o sal e finalize.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: esta receita foi dimensionada como acompanhamento, considerando a porção média de 100 g por pessoa, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Essa preparação pode ser utilizada de diversas formas: como “carne moída” base, em molhos estilo bolonhesa ou como recheio de salgados. Também pode ser enriquecida com legumes, como batata inglesa cozida em cubos, cenoura ou ervilhas, tornando-se ainda mais nutritiva e completa.

3. Dicas de consumo:

  • Como acompanhamento, combina muito bem com arroz, feijão, purês e legumes salteados, compondo refeições equilibradas.
  • Pode ser utilizada como recheio para pastéis, tortas, panquecas e tapiocas.
  • Funciona perfeitamente como base para molhos, especialmente em preparações como lasanhas e massas.
  • Para um prato principal mais completo, sirva com grãos (arroz, quinoa) e vegetais variados.
  • Pode ser armazenada em geladeira por até 3 dias ou congelada por até 3 meses, facilitando o planejamento de refeições.
  • No capítulo “Salgadinhos e Petiscos”, você encontra a receita de Pastel Frito Caseiro, uma excelente sugestão para aplicar essa preparação como recheio.

4. Curiosidades:

  • Pode ser utilizada de diversas formas: carne moída, molho à bolonhesa ou ainda como recheio de salgados sem proteína animal. Se quiser, pode adicionar batata inglesa cozida em cubinhos.
  • A proteína texturizada de soja (PTS) é produzida a partir da farinha de soja desengordurada, sendo uma excelente fonte de proteína vegetal.
  • Quando bem hidratada e temperada, sua textura se aproxima da carne moída tradicional, o que a torna uma alternativa bastante utilizada em substituições culinárias.
  • O uso de ácido na hidratação, como vinagre ou limão, ajuda a reduzir o sabor residual característico da soja.
  • É um ingrediente amplamente utilizado em dietas vegetarianas e veganas devido ao seu bom custo-benefício e versatilidade culinária.

Quer aprender uma receita de massa de pastel frito caseiro? Acesse.

Pastel frito caseiro com recheio de carne moída de soja



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O chá de cebolinha é uma infusão aromática conhecida por seus benefícios funcionais. A cebolinha contém antioxidantes naturais, vitaminas e compostos sulfurados que fortalecem a imunidade, auxiliam na saúde óssea, contribuem para a regulação do sono e reduzem o risco de doenças cardíacas. Também possui propriedades antimicrobianas e ação protetora para a visão.

Observação: Não há quantidade máxima definida para o consumo diário, porém, o chá não é recomendado para gestantes, lactantes, crianças menores de 12 anos e pessoas alérgicas à cebola.

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Chá de Cebolinha

Categoria: Bebidas, Café da manhã, lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de cebolinha picada

Modo de Preparo:

Aqueça a água até levantar fervura. Desligue o fogo e acrescente a cebolinha. Abafe e deixe em infusão por 10 minutos. Coe e consuma em seguida.

Toques Finais e Sugestões:

1. Como consumir: O chá pode ser apreciado quente, morno ou frio. Ideal para manhãs ou noites em que se busca algo leve e funcional.

2. Variações: Pode ser combinado com hortelã ou gengibre para intensificar o aroma e os benefícios.

3. Curiosidade: A cebolinha, utilizada há milênios na Ásia e Europa, sempre foi associada a propriedades medicinales, especialmente na proteção contra infecções.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Cebolinha? Acesse.


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Receita prática, deliciosa e fácil de fazer. Um ótimo acompanhamento. Sem amargar.

Farofa de Jiló

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 jilós grandes
  • 500 ml de água
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 dentes de alho, em brunoisete
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 1 colher (sopa) de páprica doce
  • 1/2 colher (sopa) de pimenta calabresa (opcional)
  • 1/4 de xícara de água
  • 1 xícara de farinha de mandioca
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, adicione os jilós, a água e o sal e deixe de molho por uns 10 minutos. Passado o tempo, descarte a água e lave bem os jilós na água corrente. Este processo é necessário para tirar o seu amargor.

Em uma panela, doure a cebola, o alho no azeite. Adicione o colorau, a páprica doce e a pimenta calabresa, mexa por um minuto. Adicione o jiló e a água, cozinhe até ficar macio. Acrescente a farinha de mandioca. Apague o fogo e adicione a salsinha. Acerte o sal.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A salsinha é uma erva aromática amplamente utilizada desde a Antiguidade tanto na culinária quanto na medicina tradicional. Na forma de chá, suas folhas liberam compostos bioativos como flavonoides e antioxidantes, que historicamente são associados ao fortalecimento do sistema imunológico e ao apoio ao funcionamento dos rins e do trato urinário. É uma infusão simples, leve e aromática, tradicionalmente consumida para auxiliar na retenção de líquidos, na digestão e no bem-estar geral.

Importante: Consuma no máximo 3 xícaras ao dia. O chá de salsinha é contraindicado para gestantes.

Chá de Salsinha

Categoria: Bebidas, café da manhã, lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: Uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de salsinha fresca
  • 1 xícara de água

Modo de Preparo:

Aqueça a água até levantar fervura. Desligue o fogo, acrescente a salsinha e tampe a panela. Deixe em infusão por 10 minutos. Coe e consuma morno.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • A infusão fica mais aromática quando preparada com salsinha fresca.
  • Pode ser consumida pura ou acrescida de algumas gotas de limão.
  • Ideal para o período da manhã ou fim do dia, ajudando na hidratação e no bem-estar digestivo.

2. Observação importante sobre interações: Pessoas que fazem uso contínuo de anticoagulantes, diuréticos, medicações para hipertensão ou que tenham histórico de doença renal crônica devem evitar o consumo frequente do chá de salsinha sem orientação de um profissional de saúde. A erva possui compostos que podem potencializar o efeito diurético ou interferir na coagulação sanguínea. Em caso de dúvida, consulte um nutricionista ou médico antes de incluir o chá na rotina.

3. Curiosidade: Na Europa medieval, a salsinha era valorizada como erva medicinal e cultivada em hortos monásticos, sendo utilizada em infusões e remédios naturais.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Salsinha? Acesse.


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FONTE IMAGEM CAPA:Imagem Adriana Tenchini

A receita que apresento neste post é uma versão vegana produzida com berinjela e leite de aveia. Saborosa, leve, prática e super-rápida. O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.

O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Estrogonofe de Berinjela

Categoria: Prato Principal

Especificação: Legumes, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 kg de berinjela, em macedônia (cubos grossos)
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho, picadinhos
  • 1 cebola picada, em brunoise
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1/2 xícara de água
  • 1 colher (chá) de sal
  • 300 g de molho tomate
  • 1 1/2 xícara de leite de aveia
  • Salsinha a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Leve ao fogo o azeite, o alho, a cebola, o colorau, a páprica e o gengibre. Refogue até dourar. Acrescente a berinjela, o molho de tomate, a água e o sal. Tampe e deixe cozinhar por 10 minutos. Adicione o leite de aveia. Deixe cozinhar por mais 2 minutos ou até engrossar o caldo. Ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

2. Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.  


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Receita vegana, isenta de produtos de origem animal. Uma opção saborosa de lanche para as pessoas que não consomem derivados do leite. O preparo é muito simples. O pão de Beijo é uma versão vegana do pão de queijo. Na maioria das receitas que circulam na internet, este salgado é feito com mandioquinha ou batata inglesa. Porém, encontrei essa receita no Instagram @receitas_veganas_simples_ e resolvi testar. Hum! Ficou muito bom.

Pão de Beijo de Beterraba

Categoria: Café da manhã e Lanches, petisco,

Especificação: Bolinho salgado, salgadinho, sem glúten, sem Lactose, Vegana, Vegetariana.

Rendimento: 20 porções

Tempo de Preparo: uma hora

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 300 gramas de beterraba
  • 1 e ½ xícara (chá) de polvilho doce
  • ½ xícara (chá) de polvilho azedo
  • 1 colher (chá) de fermento
  • ¼ xícara (chá) da água do cozimento da beterraba
  • 1 colher (chá) de sal
  • 5 colheres (sopa) de azeite
  • Ervas finas, orégano (opcional), ao gosto

Modo de Preparo:

Lave bem a beterraba e cozinhe com a casca até ficar bem macia. Depois de cozida retire a beterraba e bata em um processador até virar um purê. Reserve a água do cozimento. Pré-aqueça o forno na temperatura alta (210° C).

Em uma vasilha misture o polvilho doce, o azedo e o fermento. Adicione os temperos opcionais. Leve ao fogo uma panela com a água do cozimento, o sal e o azeite. Quando ferver jogue sobre a vasilha os polvilhos. Misture com as mãos até ficar com a consistência de farofa.

Adicione o purê de beterraba aos poucos o até obter uma massa uniforme, que não grude nas mãos. Unte um tabuleiro ou use um antiaderente. Faça as bolinhas e leve ao forno por cerca de 30 minutos ou até os pãezinhos ficarem rachados e completamente assados.

Dicas:

  1. Pode ser feito com mandioquinha, batata inglesa ou batata doce. Se utilizar a batata doce, aumente a dosagem de sal. Pode incluir outros temperos a seu gosto.
  2. As bolinhas podem ser congeladas, basta colocar em uma forma com um espaço entre elas e levar ao freezer. Quando estiverem duras, remova com cuidado e guarde em saquinhos fechados. Para assar é só retirar do freezer e levar direto ao forno pré-aquecido.
  3. Pode ser adicionado diversas ervas desidratadas, como orégano, alecrim, salsinha etc.
  4. Se notar que a massa está grudando na mão, adicione um pouco mais de polvilho doce.



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

A origem exata do purê de batatas é incerta, mas sua história está fortemente ligada à popularização da batata na Europa. Uma das narrativas mais conhecidas envolve Antoine-Augustin Parmentier, farmacêutico do exército francês capturado durante a Guerra dos Sete Anos, em 1700. Na prisão, ele consumiu batatas, então consideradas alimento de porcos e erroneamente associadas à lepra, e percebeu seu sabor e valor nutritivo. Após ser libertado, dedicou-se a provar aos franceses que o tubérculo era seguro e delicioso, criando diversas formas de preparo, entre elas o purê.

Registros de receitas começaram a aparecer em livros como The Art of Cookery (1747), de Hannah Glasse, e The Virginia Housewife, de Mary Randolph, nos Estados Unidos. A Irlanda incorporou a batata ao cotidiano culinário de forma intensa, preparando versões com repolho ou couve, enquanto no Reino Unido o purê pode ser transformado em bolos de batata fritos. Nos Estados Unidos, ele acompanha frequentemente molhos de carne e peru.

Hoje, o purê de batatas é um acompanhamento versátil, utilizado também como base em pratos como escondidinho, croquetes, nhoques e panquecas de batata. Nesta versão aromatizada com sálvia, tomilho e parmesão, o preparo ganha profundidade de sabor sem perder a simplicidade que o consagrou.

Purê de Batatas Aromatizado com Sálvia e Tomilho

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, batata, vegetais, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 400 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 250 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 250 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 3 gramas de sálvia
  • 3 gramas de tomilho
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas com a casca em água e sal até ficarem macias. Escorra, descasque e passe as batatas ainda quentes pelo espremedor. Em uma panela, derreta a manteiga e adicione a sálvia e o tomilho, liberando seus aromas. Acrescente as batatas amassadas e misture bem. Incorpore o queijo parmesão ralado e ajuste o sal. Caso deseje um purê mais cremoso, adicione o creme de leite e misture até ficar homogêneo.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta preparação foi ajustada como entrada, com porção de 100 g por pessoa, considerando o equilíbrio da refeição, conforme o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • Sirva com carnes assadas, aves, cogumelos salteados ou legumes grelhados.
  • Para um perfume ainda mais intenso, finalize com folhas frescas de sálvia tostadas na manteiga.
  • Substitua o parmesão por queijo meia cura para um toque mais rústico.

3. Curiosidades:  A França só passou a aceitar a batata como alimento nobre após o trabalho de Parmentier, homenageado até hoje com pratos clássicos como “Hachis Parmentier”.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Guacamole é um prato simples e saboroso da gastronomia mexicana conhecido em todo o mundo. Atualmente ganhou o formato de petisco, mas no México ele é servido também como acompanhamento de outros pratos. O Guacamole tem sua origem com os nativos, os astecas, que serviam essa salada com abacate para aumentar a força dos seus guerreiros e eles também acreditavam ser afrodisíaco.

Assista ao vídeo: Vídeo – Guacamole.

Guacamole

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Petisco

Especificação: Molho frio, molho cru, Cozinha Internacional (México), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 abacate ou 3 avocados
  • Suco de um limão
  • 1 tomate médio, sem sementes, cortados em cubinhos
  • 1 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1 pimenta dedo de moça, sem sementes, cortada em cubinhos
  • Azeite a gosto
  • Coentro a gosto, picado
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Corte a cebola em cubinhos e reserve. Retire as sementes do tomate, corte em cubinhos e reserve. Retire as sementes da pimenta dedo-de-moça e corte em cubinhos. A retirada da semente diminui a picância, mas para aqueles que gostam de ardência não precisa retirar.

Abra o abacate, retire a polpa, coloque em uma bowl juntamente com o seu caroço e metade do suco de limão. Ambos são para evitar a oxidação da fruta. Deixe o caroço até o momento de servir. Amasse o abacate com um garfo e misture todos os ingredientes. Regue com um pouco de azeite e o sal. Prove e, se for necessário, adicione o restante do limão.

O ideal é deixá-lo na geladeira por uns 15 minutos, mas se desejar servir de imediato, não há problema. Se for levar à geladeira, deixe a semente do abacate dentro do guacamole e vede bem a travessa com plástico filme. Na hora de servir, retire a semente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como petisco, lanche ou couvert, o guacamole deve ser porcionado em 100 g por pessoa, quantidade compatível com o consumo real e com o papel central da preparação nesse tipo de serviço. Em contextos em que o guacamole atua apenas como molho ou acompanhamento de pratos quentes, a porção pode ser reduzida para 50 g por pessoa, funcionando como complemento do prato. Esses ajustes seguem as orientações no post A Composição do Almoço e do Jantar, respeitando a lógica de composição do menu e o equilíbrio nutricional da refeição.

2. Dicas de consumo:

O guacamole pode assumir diferentes funções no serviço, dependendo da quantidade e do contexto do menu.

  • Quando servido como petisco ou lanche, a porção de 100 g por pessoa é a mais adequada, acompanhada de tortilhas de milho, nachos, tacos crocantes ou pães rústicos. Nessa apresentação, o guacamole atua como elemento central da experiência, valorizando textura, frescor e sabor.
  • Como acompanhamento de pratos quentes, pode ser servido em porções menores, trazendo cremosidade e frescor a carnes grelhadas, peixes, frango, preparações com especiarias ou pratos à base de milho e feijão. Também funciona muito bem como complemento de sanduíches, wraps e bowls contemporâneos.
  • Em propostas mais criativas, o guacamole pode integrar tábuas de petiscos ou mesas temáticas mexicanas, harmonizando com salsas picantes, milho tostado, feijão preto temperado e vegetais grelhados, criando contraste de sabores e temperaturas.

3. Curiosidades:

  • Apesar de sua popularização mundial como dip, no México o guacamole continua sendo tratado como salsa fresca, servido de forma simples e preparados próximo ao momento do consumo, valorizando ingredientes frescos e evitando oxidação. Cada região e família possui sua própria versão, variando o tipo de pimenta, as ervas e o grau de acidez.
  • O guacamole tem origem pré-colombiana e já era preparado pelos astecas, que utilizavam o abacate amassado com outros ingredientes locais muito antes da chegada dos europeus às Américas. O preparo fazia parte da alimentação cotidiana e de rituais culturais, sendo associado à força e à vitalidade.
  • O nome guacamole deriva do termo náuatle “ahuacamolli”, junção de ahuacatl (abacate) e molli (molho), evidenciando sua função original como acompanhamento e não apenas como petisco.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem dayvison de oliveira silva por Pexels

As bolinhas de inhame com quinoa são uma alternativa leve e funcional aos salgadinhos tradicionais. Essa combinação une dois ingredientes valorizados em diferentes culturas: o inhame, presente em preparações brasileiras, africanas e asiáticas, e a quinoa, um grão ancestral cultivado há mais de 5 mil anos nos Andes. Além de saborosas e fáceis de preparar, essas bolinhas são naturalmente sem glúten, fonte de proteína vegetal e ricas em fibras. Podem ser servidas como entrada, lanche ou petisco, e são perfeitas para quem busca opções vegetarianas, veganas ou livres de ingredientes de origem animal. Podem ser fritas ou preparadas na airfryer, mantendo sabor e textura.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Categoria: couvert, entradas, lanches, petiscos

Especificação: petisco, salgadinho, vegetais, cereais, vegetariana, vegana, proteína vegetal, sem glúten, sem lactose

Rendimento: 40 unidades com 30 gramas cada

Tempo de Preparo: 40 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (uma unidade – 30g): 55 kcal

Bolinha de Inhame com Quinoa. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de quinoa branca
  • 600 g de inhame
  • 250 g de cenoura ralada crua
  • 2 colheres (sopa) de manjericão picado
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • Azeite ao gosto
  • Sal ao gosto
  • Páprica defumada ao gosto
  • Pimenta do reino branca ao gosto
  • Cominho ao gosto
  • Farinha de mandioca para empanar
  • Óleo, o suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Preparar a quinoa:

Deixe a quinoa de molho por 10 minutos. Em uma panela, ferva a água na proporção de 2 partes de água para 1 de quinoa (ex.: 1 xícara de quinoa para 2 xícaras de água). Escorra a quinoa demolhada e lave em água corrente.

Coloque a quinoa na água fervente e cozinhe em fogo alto, com a panela destampada, por 5 minutos. Reduza para fogo médio, tampe parcialmente e cozinhe por mais 10 minutos ou até a água evaporar. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe repousar por 5 minutos. Solte os grãos com uma colher.

Preparar o inhame:

Cozinhe o inhame até ficar macio. Amasse com um garfo e reserve.

Formar as bolinhas:

Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida, o inhame amassado, a cenoura ralada, o manjericão, a cebolinha, a salsinha, azeite, sal, páprica, pimenta e cominho.

Pegue porções de 30 g da mistura e modele bolinhas. Empane-as na farinha de mandioca.

Finalização:

Frite rapidamente em óleo quente até dourar, ou utilize uma fritadeira elétrica pulverizando azeite para dourar uniformemente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de consumo: Sirva quente como aperitivo, com molho de ervas, chutney ou geleia de pimenta. Também pode ser usada como parte de um bowl ou acompanhando saladas.

2. Curiosidade: A quinoa é considerada um pseudo-cereal e foi sagrada para os povos andinos. O inhame, além de nutritivo, possui propriedades que favorecem a saúde intestinal e a imunidade.

3. Sugestão vegana: A receita já é totalmente vegana.


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A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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