Os Ovos Nevados, conhecidos em francês como Île Flottante, são uma sobremesa clássica da confeitaria francesa que remonta ao século XVIII. Seu nome faz referência direta ao visual do prato: porções leves de merengue cozido, que flutuam sobre um delicado creme inglês, lembrando pequenas “ilhas” repousando sobre um mar de baunilha.

Essa preparação faz parte do repertório tradicional das sobremesas europeias baseadas em ovos, muito apreciada nos salões e cafés franceses ao longo dos séculos, mantendo-se até hoje como um ícone da confeitaria clássica.

Ovos Nevados – Ilê Flotante

Categoria: Sobremesas

Especificação: Creme, Sobremesa gelada, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Clássica, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 taça de sobremesa – 200g): 268 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Para o creme inglês

  • 4 gemas, peneiradas
  • 3 colheres (sopa) açúcar refinado
  • 300 ml leite
  • 1 fava de baunilha

Para os merengues – ovos nevados

  • 2 claras
  • 1 pitada de cremor de tártaro
  • 115 gramas de açúcar refinado

Para o caramelo – decoraração

  • 150 gramas de açúcar refinado
  • 50 ml de água

Modo de Preparo:

Creme inglês

Em uma panela, misture as gemas, o açúcar, o leite e as sementes da fava de baunilha. Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente com um fouet, até obter um creme liso e levemente espesso, sem deixar ferver. Transfira para uma tigela e leve à geladeira para resfriar.

Merengue

Bata as claras em neve até atingir pico firme. Adicione o cremor de tártaro[1] e, em seguida, acrescente o açúcar aos poucos, batendo até obter um merengue brilhante e consistente. Com duas colheres, molde quenelles[2] de merengue. Cozinhe as porções em água fervente por 2 a 3 minutos, virando delicadamente para cozinhar por igual. Retire com cuidado e disponha sobre papel-toalha para escorrer.

Caramelo

Em uma panela pequena, misture o açúcar e a água. Leve ao fogo sem mexer até atingir cor âmbar. Utilize imediatamente ou mantenha em banho-maria aquecido. Modele fios ou arabescos para decorar.

Montagem

Disponha o creme inglês gelado no fundo do prato ou taça. Coloque os merengues por cima. Finalize com o caramelo em fios ou arabescos.


Toques finais e sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Sirva bem gelado para realçar a leveza do merengue.
  • A sobremesa pode ser montada minutos antes de servir para manter o contraste entre texturas.
  • Se quiser, aromatize o creme inglês com casca de limão-siciliano ou laranja.

2. Curiosidades:

  • A versão clássica utiliza baunilha natural, mas variações modernas incluem essência de baunilha, café, pistache e até caldas de frutas.
  • A Île Flottante aparece em diversos livros de culinária francesa desde o século XVIII, sendo considerada uma das sobremesas mais elegantes e refinadas da época.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada é um Fusion Food, uma fusão das culinárias da Itália e do Brasil (região sudeste). A Panna Cotta é uma sobremesa típica italiana, porém, nesta receita adicionamos o queijo minas frescal (queijo típico mineiro) e por cima (após gelar) colocamos uma calda de goiabada com cachaça, produtos típicos de Minas Gerais. O resultado fica fantástico!

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada

Categoria:  Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Fusion Food (Brasileira – Região Sudeste – com Italiana),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Tempo de descanso: 6 horas de geladeira

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Panna Cotta com Queijo e Calda de Goiabada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 30 gramas de queijo minas frescal
  • 60 gramas de creme de leite fresco
  • 20 gramas de leite integral
  • 10 gramas de açúcar
  • 1/2 folha de gelatina sem sabor
  • 40 gramas de goiabada
  • 40 gramas de água
  • 5 ml de cachaça
  • 1 ramo de hortelã

Modo de Preparo:

Esmigalhe o queijo com um garfo ou passe numa peneira. Ferva o creme de leite, o leite, o queijo e o açúcar, retire do fogo e, quando estiver morno, dissolva a gelatina no creme. Coe a mistura e coloque numa taça e leve à geladeira por, no mínimo, 6 horas.

Leve ao fogo a goiabada e a água e deixe ferver para dissolver. Retire do fogo e acrescente a cachaça. Coloque um pouco da calda de goiabada sobre a panna cotta e decore com um raminho de hortelã.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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Os Croutons surgiram na culinária europeia como uma forma prática e saborosa de aproveitar pães amanhecidos. Pequenos cubos de pão tostados em gordura, tradicionalmente manteiga, azeite ou óleo, passaram a ser usados como guarnição para sopas, caldos, saladas e até pratos gratinados. Sua textura crocante acrescenta contraste e realça aromas, valorizando preparações simples e elaboradas. Hoje são presença constante tanto na cozinha caseira quanto na gastronomia profissional.

Croutons

Categoria:  Couvert, entradas, acompanhamento/guarnição, panificação

Especificação: Preparação derivada de pão, cozinha internacional (Europa), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (20 g – 2 colheres de sopa cheia): 82 kcal

Croutons. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 6 fatias de pão de forma, cortado em cubinhos
  • Ervas finas ou ervas da Provença (opcional)

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira larga. Adicione os cubinhos de pão e salteie, mexendo sempre, até dourarem por igual. Acrescente as ervas, se desejar. Cozinhe até que os cubinhos fiquem crocantes por fora e levemente macios por dentro.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo: Ideal para finalizar sopas cremosas, caldos, saladas verdes e pratos gratinados. Para um sabor mais acentuado, adicione alho picado ou manteiga ao final do preparo.

2. Curiosidades: Na França, crouton significa simplesmente “pequeno pedaço de pão torrado”, e a técnica clássica costuma empregar manteiga clarificada para intensificar o sabor.


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Bao é um pãozinho chinês cozido no vapor, macio e levemente adocicado. É um prato típico da culinária chinesa e muito popular no Brasil. O bao é produzido com farinha de trigo, amido de milho, fermento e água e pode ser recheado com diversos ingredientes. O recheio mais comum é a carne suína, mas também pode ser produzido com frango, tofu, vegetais, entre outros.

O Bao surgiu há mais de dois mil anos. Segundo a lenda, o pãozinho foi criado por um militar da dinastia Han, Zhuge Liang, que precisava atravessar um rio com seus guerreiros. O espírito das águas exigia cabeças humanas como oferenda para liberar a passagem. Zhuge Liang teve a ideia de fazer pães em forma de cabeça, recheados com carne de porco e vegetais e jogá-los no rio. Desta forma, conseguiu atravessar sem sacrificar seus guerreiros.

Bao – Pãozinho Chinês

Categoria: Café da manhã, lanches, acompanhamento/guarnição, entradas, petiscos, Panificação,

Especificação: Pãozinho, carne suína, cozinha internacional (China), sem lactose

Tempo de Preparo: 2 horas e 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade – 100g): 234 kcal

Bao. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de fermento biológico seco
  • 1 e 1/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/4 de xícara de amido de milho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de manteiga amolecida
  • Óleo para untar

Recheio

  • 250 gramas de carne de porco picada
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 1 colher (sopa) de gengibre ralado
  • 1 colher (sobremesa) de molho de ostra
  • 1/2 colher (chá) de açúcar
  • Pimenta branca a gosto
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela misture a água, o açúcar e o fermento. Reserve por 10 minutos. Passado o tempo, adicione a farinha de trigo, o amido de milho e o sal. Misture até incorporar bem. Acrescente a manteiga e, com as mãos, sove até obter uma massa homogênea e lisa. Coloque a massa em uma tigela untada com óleo e deixe crescer por 1 hora e 30 minutos. Em um recipiente misture todos os ingredientes do recheio e deixe marinando enquanto a massa cresce.

Divida a massa em 6 partes e abra-os bem, formando discos. Coloque o recheio no centro e vá fazendo dobras nas bordas, depois gira a extremidade para formar uma trouxinha. Cozinhe os pãezinhos no vapor por 20 minutos.

Dicas:

1. Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

2. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas.

3. Cozimento à vapor é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar os alimentos em banho de vapor, criado por água ou outros líquidos ferventes. Cozimento à Vapor sem pressão – Utiliza-se recipiente com grelha no fundo, onde os alimentos são colocados para cozinhar no vapor do líquido em ebulição.


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A Esfirra é uma pequena torta assada criada há milhares de anos no Oriente Médio. Existem evidências arqueológicas que os antigos mesopotâmicos já preparavam receitas semelhantes à esfirra, utilizando massa de trigo recheada com carnes e especiarias.  Com o passar dos anos, a esfirra se espalhou por diversos países da região, tais como Síria, Líbano e Jordânia, podendo também ser encontrada no Iraque e na Palestina. No Brasil, as esfirras chegaram em meados do século XIX através da imigração árabe e libanesa, tornando-se muito popular em nosso país.

A esfirra pode ser preparada em dois formatos: aberta e fechada. A esfirra aberta tem a massa fina em formato de disco e geralmente leva recheios mais secos, como carne moída temperada com especiarias. Já a esfirra fechada, tem a massa mais grossa e formato triangular e pode conter recheios mais úmidos, como queijo, coalhada ou ainda versões vegetarianas com legumes.

Esfirra

Categoria: Café da manhã e Lanches, petiscos

Especificação: Pãozinho, Salgadinho, Cozinha internacional (Oriente Médio), Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade – 80g): 180 kcal

Esfirra. Imagem Andre Tomaz por Pexels.

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 10 gramas de fermento biológico seco
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (café) de sal
  • 250 gramas de farinha de trigo
  • Gema de ovos, para pincelar

Recheio

  • 160 gramas de patinho, limpo e moído
  • 1 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 cebola média, em cubinhos
  • 1/2 limão (suco)
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 pitada de pimenta síria
  • 1 pitada de zaatar em pó

Modo de Preparo:

Aqueça o leite até ficar morno e misture com o óleo e a manteiga até derreter. Em uma tigela, dissolva o fermento e o açúcar na mistura morna. Acrescente o sal e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, sovando bem até obter uma massa macia e que não grude nas mãos. Modele bolinhas de 2 a 3 cm de diâmetro e disponha-as sobre a bancada. Cubra e deixe crescer até dobrar de tamanho (aproximadamente 40 minutos).

Para o recheio, misture a carne moída, o tomate, a cebola, o alho, o suco de limão, a pimenta síria e o zaatar. Misture tudo cru para que o recheio não solte líquido e umedeça a massa. Abra as bolinhas, recheie e modele no formato desejado. Pincele as esfirras com gema e leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até assar, sem deixar dourar demais (aproximadamente 20 minutos).

Obs.: Para esfirras abertas, faça pequenos discos, coloque o recheio no centro e deixe uma borda.

Toques Finais e Sugestões:

Para sovar a massa, dobre-a ao meio e empurre com a palma da mão, repetindo o processo por cerca de 10 minutos até ficar homogênea e elástica.

Para verificar se a massa cresceu, coloque uma bolinha em um copo com água; quando ela boiar, está pronta para ser modelada.

As esfirras podem ser servidas quentes ou em temperatura ambiente, acompanhadas de molhos à base de iogurte ou tahine.

Curiosidade: a esfirra é um salgadinho tradicional do Oriente Médio, muito popular no Brasil, especialmente em São Paulo, onde ganhou versões variadas e recheios diferentes.


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O Crostini à Napolitana é um clássico da antipasti italiana, com origem tradicional na região da Campânia, especialmente em Nápoles, onde a combinação de pão crocante, tomate e muçarela é parte essencial da cultura gastronômica local. Muito consumido como aperitivo, lanche ou entrada, também é uma forma prática de aproveitar pães, valorizando ingredientes simples e de sabor marcante. A adição do aliche traz o toque salgado típico das receitas mediterrâneas. Fácil de preparar, versátil e cheio de sabor, esse crostini é ideal para receber amigos ou para iniciar uma refeição especial com identidade italiana.

Crostini à Napolitana

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição, petiscos, panificação

Especificação: Preparação derivado de pão, cozinha internacional (Itália)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 5 porções (10 unidades)

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (2 unidades – aprox. 80 g): 148 kcal

Crostini à Napolitana. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão (italiano ou ciabatta) grandes
  • 150 gramas de muçarela de búfala fatiada
  • 2 unidades de tomate, sem pele e sem semente, em cubos
  • 4 filés de aliche (em conserva)
  • Azeite, a gosto
  • Orégano, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Folhas de manjericão

Modo de Preparo:

Unte uma assadeira com azeite e distribua as rodelas de pão. Sobre cada fatia, coloque uma porção de muçarela de búfala e os cubos de tomate. Disponha os filés de aliche por cima e tempere com orégano e pimenta do reino. Regue com um fio de azeite. Pré-aqueça o forno a 200°C por 15 minutos.

Leve os crostini ao forno por cerca de 8 minutos, ou até que o pão esteja crocante e o queijo derretido. Retire do forno e, se desejar, finalize com folhas frescas de manjericão antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Experimente utilizar tomates confitados ou tomates italianos bem maduros para realçar os sabores.
  • Consuma imediatamente para manter a textura crocante.
  • Pode ser servido como entrada ou como parte de uma tábua de petiscos.
  • Substituições: muçarela por burrata ou queijo prato; aliche por sardela para uma versão com pasta.
  • Para um sabor mais intenso, esfregue um dente de alho no pão antes de montar.

2. Curiosidade: O crostini, assim como a bruschetta, teve origem como forma de reaproveitar pão amanhecido. A diferença entre eles é que a bruschetta tradicionalmente leva o pão grelhado e esfregado com alho, enquanto o crostini costuma ser assado com os ingredientes já sobre o pão.


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O Pão de Cebola é fácil de preparar e é perfeito em diversas ocasiões: como entrada, café da manhã, coffee break, chá da tarde, lanches, pic nic, entre outros. Pode ser consumido puro ou recheado.

Pão de Cebola

Categoria:  Couvert, Entrada, Café da manhã, Lanches,

Especificação: Pães, Panificação,

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 15 unidades de 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 50 ml de azeite
  • 50 gramas de cebola
  • 1 ovo
  • 50 ml de leite
  • 5 gramas de sal
  • 300 gramas de farinha de trigo
  • 5 gramas de fermento biológico seco
  • 25 gramas de açúcar

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o azeite, a cebola, o ovo, o leite e o sal. Reserve.

Em uma bowl, coloque a farinha de trigo, o fermento e o açúcar. Misture. Acrescente aos poucos a preparação reservada e sove. Divida a massa em pedaços de 50 gramas e boleie cada um pãozinho. Deixe fermentar por aproximadamente por 30 minutos, até dobrar de volume. As bolinhas devem estar cobertas com plástico filme, para evitar o ressecamento. Após a fermentação, pincele a massa com gema de ovo e leve ao forno a 180ºC para assar até corar os pãezinhos.

Dicas:

1. Sovar – é amassar, bater bem a massa. Dobre-a no meio e empurre-a para a frente usando a parte mais forte da palma das mãos, até que a massa fique achatada. Dobre-a no meio de novo e empurre-a para a frente novamente. Repita esse processo por dez minutos ou pelo tempo que a receita pedir. A sova é importante para deixar a massa com uma textura homogênea e elástica.

2. Bolear a massa – fazer bolas. Pegue uma das porções da massa e vá amassando com as duas mãos, com pressão leve girando de forma circular até que massa fique lisinha, sem furos e em formato de bola.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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Sagu

O Sagu é uma sobremesa deliciosa e um prato típico do Rio Grande do Sul. Ela é feita com bolinhas de fécula de mandioca cozidas acrescidas de vinho tinto ou vinho do porto. Pode também ser feita com suco de uva, laranja, abacaxi ou ainda leite. Os indígenas já picavam e cozinhavam a mandioca para a alimentação. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, começaram a preparar um mingau doce de farinha de mandioca misturada com vinho do porto. No início do século XX, descendentes de italianos e alemães desenvolveram a fécula de mandioca utilizada nas bolinhas de sagu. Existem variações da receita de acordo com as diferenças culturais dos ascendentes. Nas famílias italianas é preparado com vinho ou suco de uva. Já nas famílias de origem alemã, o sagu é feito com leite ou suco de frutas, como laranja ou abacaxi.

Categoria: Café da manhã e Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Gelada, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul),

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de sagu
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto seco
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 canela em pau

Modo de Preparo:

Lave o sagu e escorra. Leve o sagu ao fogo com a água e cozinhe até ficar transparente, mexendo sempre para não grudar no fundo. Acrescente o vinho, o açúcar e a canela. Cozinhe por 15 minutos. Consumir frio.

Dicas:

1. O sagu pode ser servido acompanhado com creme inglês ou Manjar Branco.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Neste imenso país que é o Brasil, temos uma rica culinária regionalizada, quase impossível de ser generalizada em um território marcado por diferenças tão grandes. Um gaúcho acostumado ao seu churrasco provavelmente jamais ouviu falar no pato no tucupi da Amazônia.

A comida de uma região soa exótica para outra região dentro do mesmo País. Muitas vezes, as frutas nativas são desconhecidas dos próprios brasileiros. Um bebê urbano pode tomar suco de kiwi todos os dias e passar a vida sem provar um mingau de tapioca com açaí, sem ver um araçá, um cumbucá, um sapoti, um jenipapo. Fonte: http://www.mre.gov.br

O post de hoje é um pouco da nossa rica culinária regional brasileira. O Furrundu ou Furrundum é um doce típico da região Centro-Oeste, do pantanal mato-grossense.

A culinária brasileira é resultante de uma mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não somente pela população indígena nativa, mas por todas as correntes de imigração que ocorreram ao longo da história deste país. E o Furrundu é um prato regional que abriga essas misturas culturais que se realizaram quando o Brasil ainda era uma colônia. Esse doce é produzido com o mamão ainda verde, a rapadura, que vem da cana-de-açúcar, o gengibre, o cravo e a canela.

Furrundu

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: FFrutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Mato Grosso),

Tempo de Preparo: uma hora

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/4 de um mamão médio verde
  • 150 gramas de rapadura, em pedaços
  • Gengibre ralado à gosto
  • 3 a 4 cravos da índia
  • Canela à gosto

Modo de Preparo:

Retire as sementes do mamão e lave bem. Rale em um ralo grosso e ponha em uma panela ou tacho, cubra com água e deixe ferver por 20 minutos no fogo forte. Escorra e lave em água corrente, escorrendo bem. Dissolva a rapadura com um pouco de água e acrescente o mamão. Deixe cozinhar em fogo baixo, acrescentando água aos poucos, até o mamão ficar com aparência “vitrificada”. Acrescente o gengibre, o cravo e a canela. Retire do fogo. Deixe esfriar antes de servir.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


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Receitas

Quem gosta de um bolo de fubá quentinho com um cafezinho! E se for produzido sem lactose! Melhor ainda. “Mas não tenho forno na minha casa.” Não se preocupe, essa receita é para ser feito em uma fritadeira. Reproduza em sua casa e depois me conte se gostou. Eu amo!

Bolo de Fubá Sem Lactose na Fritadeira

Categoria: Café da manhã e Lanches, Panificação e Confeitaria, Sobremesa,

Especificação: Bolos, Cozinha Brasileira, Quitanda, Sem Lactose, Cozinha Mineira, Vegetariana,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de leite vegetal
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de fubá
  • 1 colher (sobremesa) de fermento químico

Modo de Preparo:

Em um liquidificador adicione leite, ovo, açúcar, farinha de trigo e fubá. Bata tudo até ficar homogêneo. Adicione o fermento e pulse, misturando na massa. Coloque em uma forma untada que caiba em uma fritadeira elétrica. Pré aqueça a fritadeira por 5 minutos. Tire a cestinha da fritadeira, coloque a forma no lugar e leve para assar em 180º C por 25 minutos. Espere esfriar e desenforme.

Dicas:

Pode ser adicionado pedaços de goiabada na massa


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O merengue é definido como uma mistura de claras de ovo batidas juntamente com açúcar. Os dois devem ser batidos juntos para garantir a incorporação de ar e formar picos macios ou firmes.

O merengue italiano é o mais indicado quando for necessário guardar por um período curto. Ele é mais denso pelo fato de as claras estarem parcialmente cozidas e o que mais mantém o formato antes de começar a desmoronar. Sua utilização é recomendada principalmente em sobremesas onde ele é ingerido cru ou apenas parcialmente cozido. Pode ser utilizado como recheio ou cobertura. 

Merengue Italiano (Marshmallow)

Categoria: Doces e Sobremesas, Panificação e Confeitaria, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Recheio / Cobertura

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 12 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 6 claras
  • 500 gramas de açúcar refinado
  • 150 mililitros de água

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o açúcar e a água para ferver. Utilize o termômetro para acompanhar a temperatura que deve atingir 121ºC. Enquanto a mistura ferve, bata as claras em neve na tigela limpa da batedeira usando o misturador globo. Com a batedeira ligada em velocidade baixa, despeje a calda fervente muito lentamente na tigela do merengue. Depois que toda a calda for incorporada, aumente para a velocidade máxima e bata até a mistura esfriar completamente (em torno de 10 minutos) e o merengue ficar com picos firmes.

Dicas:

1. As claras devem ser utilizadas na temperatura ambiente. A temperatura da calda deve atingir 121ºC para cozinhar as claras e dar textura de marshmallow.


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O pão de ló é um clássico da confeitaria ocidental e tem raízes na Europa do século XVI, sendo especialmente associado à tradição portuguesa e italiana. Tornou-se uma das massas básicas da confeitaria por sua textura leve, aerada e extremamente versátil. Ao longo do tempo, passou a servir de base para bolos festivos, rocamboles, tortas com recheio, pavês, bolos decorados e diversas outras preparações.

Sua leveza característica vem da incorporação de ar durante o batimento dos ovos, etapa fundamental para que a massa cresça mesmo sem a adição de fermento. Embora a receita tradicional não utilize fermento, muitas versões contemporâneas, como esta, incluem uma pequena quantidade para garantir estabilidade e volume uniforme.

Pão de Ló

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesas, Confeitaria 

Especificação: Bolos, Massa aerada, cozinha internacional (Itália, Portugal), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 1 bolo de 30x40cm

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia de 80g): 238 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ½ xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno. Forre uma assadeira de 30 × 40 cm com papel manteiga.

Bata as claras em neve e reserve. Ferva a água. Na tigela da batedeira, coloque as gemas, adicione a água fervente e bata até formar bastante espuma. Sem parar de bater, adicione o açúcar aos poucos e deixe incorporar por alguns minutos. Acrescente a farinha de trigo e bata até que a mistura fique homogênea (cerca de 10 minutos).

Desligue a batedeira e adicione o fermento químico e as claras em neve. Incorpore delicadamente, com movimentos circulares de baixo para cima. Despeje a massa na assadeira e bata levemente a fôrma sobre a bancada para eliminar bolhas de ar. Leve ao forno inicialmente bem quente e asse por 10 minutos. Reduza para temperatura média e asse por mais aproximadamente 20 minutos, ou até que esteja firme e levemente dourado. Retire com cuidado e deixe esfriar antes de desenformar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Por ser uma massa neutra, combina com recheios de creme, ganaches, chantilly, compotas e frutas frescas.
  • Para rocamboles, asse em assadeiras rasas e desenforme ainda morno sobre um pano polvilhado com açúcar.
  • Em bolos recheados, umedeça levemente a massa com caldas aromatizadas para mais maciez.

2. Curiosidades:

  • Versões antigas não levavam fermento e dependiam exclusivamente do ar incorporado manualmente através de vigorosos movimentos circulares com colher de pau.
  • A palavra “ló” deriva do termo português l’ó, que historicamente fazia referência a uma massa leve feita à base de ovos.

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