O pão de ló é um clássico da confeitaria ocidental e tem raízes na Europa do século XVI, sendo especialmente associado à tradição portuguesa e italiana. Tornou-se uma das massas básicas da confeitaria por sua textura leve, aerada e extremamente versátil. Ao longo do tempo, passou a servir de base para bolos festivos, rocamboles, tortas com recheio, pavês, bolos decorados e diversas outras preparações.

Sua leveza característica vem da incorporação de ar durante o batimento dos ovos, etapa fundamental para que a massa cresça mesmo sem a adição de fermento. Embora a receita tradicional não utilize fermento, muitas versões contemporâneas, como esta, incluem uma pequena quantidade para garantir estabilidade e volume uniforme.

Pão de Ló

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesas, Confeitaria 

Especificação: Bolos, Massa aerada, cozinha internacional (Itália, Portugal), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 1 bolo de 30x40cm – 1400 gramas – 14 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia de 100 g): 238 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ½ xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno. Forre uma assadeira de 30 × 40 cm com papel manteiga.

Bata as claras em neve e reserve. Ferva a água. Na tigela da batedeira, coloque as gemas, adicione a água fervente e bata até formar bastante espuma. Sem parar de bater, adicione o açúcar aos poucos e deixe incorporar por alguns minutos. Acrescente a farinha de trigo e bata até que a mistura fique homogênea (cerca de 10 minutos).

Desligue a batedeira e adicione o fermento químico e as claras em neve. Incorpore delicadamente, com movimentos circulares de baixo para cima. Despeje a massa na assadeira e bata levemente a fôrma sobre a bancada para eliminar bolhas de ar. Leve ao forno inicialmente bem quente e asse por 10 minutos. Reduza para temperatura média e asse por mais aproximadamente 20 minutos, ou até que esteja firme e levemente dourado. Retire com cuidado e deixe esfriar antes de desenformar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Por ser uma massa neutra, combina com recheios de creme, ganaches, chantilly, compotas e frutas frescas.
  • Para rocamboles, asse em assadeiras rasas e desenforme ainda morno sobre um pano polvilhado com açúcar.
  • Em bolos recheados, umedeça levemente a massa com caldas aromatizadas para mais maciez.

2. Curiosidades:

  • Versões antigas não levavam fermento e dependiam exclusivamente do ar incorporado manualmente através de vigorosos movimentos circulares com colher de pau.
  • A palavra “ló” deriva do termo português l’ó, que historicamente fazia referência a uma massa leve feita à base de ovos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Já postei aqui uma receita de Bolinho de Chuva, receita da minha avó Cecília. Porém, atualmente me tornei intolerante à lactose e como estava com muita vontade de comer um bolinho de chuva, ajustei essa nova receita.

A origem do bolinho de chuva é portuguesa e se tornou popular no Brasil, da forma que conhecemos, a partir do século XIX. Antes deste período o trigo, chamado de “farinha do reino”, era um ingrediente caro, sendo substituído nas receitas por farinha de mandioca ou cará. O bolinho de chuva brasileiro é uma derivação da receita do Sonho de Natal português. A diferença é que na receita portuguesa, a farinha é cozida no tacho antes da fritura e no bolinho, a massa crua é levada diretamente à fritura.

Quanto ao nome da receita brasileira, diz a lenda que, no século XX as crianças estavam dentro de casa em uma tarde de temporal e estavam inquietas por não poderem sair para brincar. Como uma forma de mantê-los ocupados, prepararam os deliciosos quitutes que foram assim batizados de bolinhos de chuva, pois serem ideais para se comer nestes dias. O bolinho de chuva se popularizou no Brasil graças à Tia Nastácia – personagem de Monteiro Lobato no livro “Sítio do pica-pau amarelo” – que preparava essa iguaria.

Bolinho de Chuva Sem Lactose

Categoria: Confeitaria, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Bolinhos, Cozinha brasileira (Minas Gerais), Quitanda, Sem Lactose,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 20 a 25 uindades

Dificuldade: Fácil

imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1 ovo
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de água
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • Açúcar e canela em pó para envolvê-los

Modo de Preparo:

Misture o ovo com o açúcar até virar um creme. Acrescente a farinha peneirada e a água. Misture. Por último adicione o fermento. A massa fica cremosa. Em uma outra tigela misture açúcar com canela e reserve.

Em uma panela, coloque óleo suficiente para cobrir o bolinho. Esquente o óleo em fogo alto. Para saber se o óleo está quente, coloque um pouco de massa, se boiar, o óleo está bom. Frite em fogo baixo, senão o bolinho queima por fora e fica cru por dentro. Com uma colher, pegue a massa e coloque no óleo. O bolinho vira sozinho, assim que que estiver dourado. Retire com uma escumadeira e passe no açúcar misturado com canela.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Doce maravilhoso e super fácil de preparar. É uma das sobremesas mais brasileiras e três estados disputam o título de origem: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Aqui em Minas é muito comum encontrar o doce de abóbora em todas as formas. Cremoso, cubos, compota, cristalizado, com coco, cravo, canela e dezenas de outras deliciosas receitas. Apresento aqui o doce com a abóbora e o coco ralado.

Doce de Abóbora com Coco

Categoria: Café da Manhã, Lanches, Sobremesas

Especificação: Frutas em calda, Sobremesa com Base de Frutas, Sobremesa típica brasileira, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 kg de abóbora moranga
  • 500 g de açúcar
  • ½ xícara de água
  • 100 g de coco ralado
  • 1 unidade de canela em pau

Modo de Preparo:

Descasque a abóbora e rale na parte grossa (ou utilize um processador). Em uma panela misture todos os ingredientes e coloque para cozinhar em fogo bem baixo por cerca de 30 minutos ou até soltar do fundo da panela. Mexa de vez em quando para não grudar. Deixe esfriar e sirva.

Dicas:

1. Pode servir acompanhado com um pedaço de queijo vegetal.


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O arroz doce é uma sobremesa que lembra a nossa infância. Apesar de ser mais consumido durante as festas juninas, esta iguaria pode ser servida em qualquer época do ano. A receita está tão enraizada na culinária brasileira que muitos até pensam ser uma criação nossa, mas não. Este prato possui diversas versões espalhadas pelo mundo. É um prato simples, arroz cozido com leite, açúcar e especiarias e durante séculos destacou-se nas mesas das cortes reais europeias. Não se sabe ao certo quando e onde foi criado. Existem relatos de um prato parecido na Índia no ano de 6.000 a.C., apesar das primeiras versões deste prato indiano não terem na receita o arroz, mas sim, o sorgo. No ano de 1300, na Europa, tem-se o primeiro arroz doce registrado, porém, sem a presença do açúcar. A receita era um caldo com leite de amêndoas e açafrão.

O arroz doce da forma que conhecemos surgiu no século 15, mas era um alimento consumido pelos ricos, pois o arroz não crescia na Europa e era importado da Ásia. A partir do século 19, a importação de arroz tornou-se mais acessível, facilitando o consumo do cereal. A receita de arroz doce popularizou-se no século 20, quando a receita entrou para o programa de merenda escolar das crianças. E hoje eu trago uma receita de arroz doce diferenciada, feita com leite vegetal. Uma receita que se adequa muito aos tempos atuais, onde o número de intolerantes à lactose ou ainda de pessoas que não consomem produtos de origem animal cresce vertiginosamente.

Arroz Doce Vegano

Categoria: Café da manhã, Lanches, Sobremesas,

Especificação: Creme, Sobremesa Clássica

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de arroz cru
  • 5 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de água filtrada
  • 4 xícaras (chá) de leite de amêndoas

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o arroz, a açúcar, a água filtrada e mexa até a mistura ferver. Em seguida, adicione o leite de amêndoas e vá misturando sempre até que o arroz fique bem cozido. Coloque em uma travessa ou em taças individuais e salpique canela em pó. Espere esfriar. Pode ser consumido morno ou gelado.


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Receita vegana, isenta de produtos de origem animal. Uma opção saborosa de lanche para as pessoas que não consomem derivados do leite. O preparo é muito simples. O pão de Beijo é uma versão vegana do pão de queijo. Na maioria das receitas que circulam na internet, este salgado é feito com mandioquinha ou batata inglesa. Porém, encontrei essa receita no Instagram @receitas_veganas_simples_ e resolvi testar. Hum! Ficou muito bom.

Pão de Beijo de Beterraba

Categoria: Café da manhã e Lanches, petisco,

Especificação: Bolinho salgado, salgadinho, sem glúten, sem Lactose, Vegana, Vegetariana.

Rendimento: 20 porções

Tempo de Preparo: uma hora

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 300 gramas de beterraba
  • 1 e ½ xícara (chá) de polvilho doce
  • ½ xícara (chá) de polvilho azedo
  • 1 colher (chá) de fermento
  • ¼ xícara (chá) da água do cozimento da beterraba
  • 1 colher (chá) de sal
  • 5 colheres (sopa) de azeite
  • Ervas finas, orégano (opcional), ao gosto

Modo de Preparo:

Lave bem a beterraba e cozinhe com a casca até ficar bem macia. Depois de cozida retire a beterraba e bata em um processador até virar um purê. Reserve a água do cozimento. Pré-aqueça o forno na temperatura alta (210° C).

Em uma vasilha misture o polvilho doce, o azedo e o fermento. Adicione os temperos opcionais. Leve ao fogo uma panela com a água do cozimento, o sal e o azeite. Quando ferver jogue sobre a vasilha os polvilhos. Misture com as mãos até ficar com a consistência de farofa.

Adicione o purê de beterraba aos poucos o até obter uma massa uniforme, que não grude nas mãos. Unte um tabuleiro ou use um antiaderente. Faça as bolinhas e leve ao forno por cerca de 30 minutos ou até os pãezinhos ficarem rachados e completamente assados.

Dicas:

  1. Pode ser feito com mandioquinha, batata inglesa ou batata doce. Se utilizar a batata doce, aumente a dosagem de sal. Pode incluir outros temperos a seu gosto.
  2. As bolinhas podem ser congeladas, basta colocar em uma forma com um espaço entre elas e levar ao freezer. Quando estiverem duras, remova com cuidado e guarde em saquinhos fechados. Para assar é só retirar do freezer e levar direto ao forno pré-aquecido.
  3. Pode ser adicionado diversas ervas desidratadas, como orégano, alecrim, salsinha etc.
  4. Se notar que a massa está grudando na mão, adicione um pouco mais de polvilho doce.



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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

A receita de hoje foi desenvolvida pela gastronomia molecular, uma das tendências gastronômicas contemporâneas. Mas, a receita também se encaixa em outra tendência contemporânea, o veganismo. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o post “O Mercado Gastronômico”.

Caviar de Maracujá ou de Morango

Categoria: Sobremesa

Especificação: Gelatina vegana, Sobremesa Gelad, Sobremesa contemporânea

Rendimento: 50 gramas de caviar

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem de Lounis Aissaoui por Pixabay.

Ingredientes:

  • 1 g de Ágar-ágar
  • 100 ml de Suco de Maracujá ou morango ou qualquer outro líquido à base de água, bem adoçado
  • 200 ml de Azeite de oliva ou óleo de girassol gelado

Modo de Preparo:

Para cada 100 ml de líquido, adicionar 1g de ágar-ágar. A quantidade varia de acordo com a textura desejada: quanto maior, mais sólido ficará.

Levar a mistura ao fogo médio e deixar ferver. Misture para dissolver bem. Para o ágar ativar, precisa de temperatura. Utilizar ainda quente (acima de 45ºC), e ao esfriar começa a solidificar.

Para fazer as gotas, utilize uma bisnaga. Goteje sobre o azeite ou óleo gelado. Recomendo que esteja num recipiente cilíndrico para facilitar o resfriamento da gota.

Peneirar e passar em banho de água para retirar o excesso de óleo/azeite. Manter gelado até a hora de usar. Sirva sobre um manjar branco preparado com amido de milho, leite de coco e açúcar na medida.


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Essa receita marcou a minha infância e tenho certeza que a de muitos internautas também. A minha avó Cecília Azalin frequentemente fazia este bolinho para o café da tarde. Eu fiz umas pesquisas e vou apresentar algumas informações que achei relevante. A origem é portuguesa e se tornou popular no Brasil, da forma que conhecemos, a partir do século XIX. Antes deste período o trigo, chamado de “farinha do reino”, era um ingrediente caro, sendo substituído nas receitas por farinha de mandioca ou cará.

O bolinho de chuva brasileiro é uma derivação da receita do Sonho de Natal português. A diferença é que na receita portuguesa, a farinha é cozida no tacho antes da fritura e no bolinho, a massa crua é levada diretamente à fritura. Quanto ao nome da receita brasileira, diz a lenda que, no século XX as crianças estavam dentro de casa em uma tarde de temporal e estavam inquietas por não poderem sair para brincar. Como uma forma de mantê-los ocupados, prepararam os deliciosos quitutes que foram assim batizados de bolinhos de chuva, pois serem ideais para se comer nestes dias. O bolinho de chuva se popularizou no Brasil graças à Tia Nastácia – personagem de Monteiro Lobato no livro “Sítio do pica-pau amarelo” – que preparava essa iguaria.

A receita que apresento a seguir é a que minha avó fazia em casa e, para minha surpresa, ao pesquisar descobri que é exatamente a mesma que se encontra no livro “Dona Benta: Comer Bem”, coleção que herdei dela.

Bolinho de Chuva. Delícias da Vovó.

Categoria: Confeitaria, Café da Manhã e Lanches

Especificação: Bolinhos, Quitanda, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 40 bolinhos

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de manteiga ou margarina
  • ¾ de xícara (chá) de açúcar
  • 2 ovos
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara de leite
  • Óleo para fritar
  • Açúcar e canela em pó para envolvê-los.

Modo de Preparo:

Bata o açúcar com a manteiga ou margarina e junte os ovos, um de cada vez, batendo sempre.

Peneire juntos a farinha, o fermento, a canela e o sal, acrescentando-os a mistura, alternadamente, com o leite. Misture bem e frite as colheradas em óleo quente, até que dourem de todos os lados. Retire os bolinhos e os deixe escorrer em papel absorvente, envolvendo-os em açúcar e canela.


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A rabanada é um doce típico na ceia de Natal em Portugal e seu preparo teve origem no século XV. Elas são servidas polvilhadas com açúcar e canela. No passado, a palavra “rabanada” era apenas utilizada ao norte do rio Mondego. A partir da margem direita, o doce recebia o nome de fatia-de-parida ou fatia-dourada. Nos países de descendência espanhola, como o México, as rabanadas são consumidas nas celebrações da Quaresma (Semana Santa). No Brasil, várias famílias, principalmente as descendentes de portugueses servem as rabanadas nas festas natalinas. Assim como eu, várias pessoas atualmente têm intolerância à lactose. Neste caso, fiz a substituição por leite vegetal. Espero que gostem!

Rabanada Sem Lactose

Categoria: Entrada, Lanche, Sobremesa

Especificação: Cozinha Internacional (Portugal e Espanha), Panificação, Sem Lactose

Rendimento: 6 porções

Tempo de Pré-preparo: 20 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 Pão do tipo baguete ou 5 pães do tipo francês
  • 1 xícara (chá) de leite vegetal de coco
  • 1 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 2 ovos

Para Polvilhar:

  • 3 colher (sopa) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) canela em pó

Modo de Preparo:

Forre uma assadeira retangular grande com papel manteiga. Em um recipiente, misture o leite vegetal de coco com o açúcar. Em outro recipiente, adicione o ovo e misture com um garfo ou fouet. Corte os pães em fatias com mais ou menos 1,5 centímetros ou espessura de 1 dedo.

Passe as fatias de pão na mistura de leite com açúcar e em seguida nos ovos batidos. Escorra e disponha as fatias na assadeira. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por aproximadamente por 30 minutos, deixando dourar durante 15 minutos de cada lado da fatia. Em um outro recipiente misture a canela e o açúcar e polvilhe sobre a rabanada assada.

Dicas:

Dê preferência ao leite vegetal de coco, pois ele tem o sabor mais neutro.


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A receita de hoje é muito fácil de fazer e com custo baixo. Este brigadeiro é feito com batata doce. É uma ótima opção para aqueles que não consomem alimentos de origem animal ou ainda para os que são intolerantes à Lactose.

Brigadeiro Sem Lactose.

Categoria: Lanches, Doces e Sobremesas

Especificação: Sem lactose, Vegana

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Rendimento: 75 unidades  

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 950 g de batata doce
  • 4 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 2 colheres (sopa) de óleo de coco
  • 150 g de açúcar cristal
  • chocolate granulado, o suficiente

Modo de Preparo:

Cozinhe a batata doce (com casca) até ficar macia. Descasque e amasse bem. Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio até que a mistura desgrude da panela. Depois coloque em uma vasilha, leve à geladeira por uns 20 minutos para esfriar. Faça as bolinhas e passe no granulado.

Dicas:

Se tiver dificuldades para enrolar, utilize uma colher de chá para auxiliar. Com a colher retire a quantidade necessária e coloque na vasilha com o granulado. Mexa a vasilha em movimentos circulares para o granulado grudar no docinho e ajuste o boleado com a mão.


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O Panetone é um dos maiores símbolos gastronômicos das celebrações de fim de ano. Originário da cidade de Milão, no norte da Itália, esse pão doce enriquecido tornou-se tradicional em diversos países e conquistou definitivamente o paladar brasileiro. Sua massa macia e aromática, combinada com frutas cristalizadas e passas, resulta em uma preparação festiva que costuma estar presente em cafés da manhã, lanches, sobremesas e ceias natalinas. Ao longo dos anos, surgiram inúmeras versões recheadas e cobertas, mas o panetone tradicional permanece como referência da receita original.

Panetone. Símbolo Natalino.

Categoria: café da manhã, lanches, sobremesa, panificação

Especificação: Pão doce, pão tradicional, cozinha internacional (Itália), vegetariano, sobremesa de panificação doce, sobremesa clássica (italiana), sobremesa festiva e sazonal

Tempo de Preparo: 2 horas

Rendimento: : 9 panetones de 500 gramas – 45 porções (cada panetone rende 5 porções)

Dificuldade: Difícil

Calorias por porção (100 g): 336 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fermento Básico:

  • 200 g de fermento biológico fresco
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo

Massa:

  • 1 xícara (chá) de água
  • 2 1/2 xícara (chá) de açúcar cristal
  • 9 gemas de ovo
  • 250 g de margarina
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 20 ml de essência de panetone
  • Aproximadamente 2 kg de farinha de trigo
  • 1 ovo para pincelar
  • 9 formas forneáveis para panetone de 500 g

Frutas para Rechear:

  • 600 g de frutas cristalizadas
  • 200 g de passas sem sementes
  • farinha de trigo suficiente para envolver as frutas

Modo de Preparo:

Fermento Básico:

Em uma tigela grande, dissolva o fermento biológico na água e no leite mornos. Acrescente a farinha de trigo e misture até formar uma massa homogênea. Cubra com um pano limpo e deixe fermentar até dobrar de volume.

Massa:

No liquidificador, bata a água, o açúcar, as gemas, a margarina e o sal até obter uma mistura homogênea. Transfira para a tigela contendo o fermento já fermentado. Adicione a essência de panetone. Acrescente a farinha de trigo aos poucos, misturando até obter uma massa macia, lisa e elástica.

Em outra tigela, misture as frutas cristalizadas e as passas com uma pequena quantidade de farinha de trigo para evitar que afundem durante a fermentação e a cocção. Incorpore as frutas à massa e sove até distribuí-las uniformemente.

Divida a massa em 9 porções de aproximadamente 500 g cada. Modele cada porção em formato de bola e acomode nas formas forneáveis para panetone de 500 g. Deixe crescer até atingir cerca de 2 dedos abaixo da borda das formas. Pincele a superfície com o ovo batido.

Asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos ou até que os panetones estejam dourados e assados internamente. Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de embalar ou servir.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva no café da manhã, brunch, lanche da tarde ou como sobremesa nas celebrações de fim de ano.
  • Harmoniza bem com café, cappuccino, chocolate quente, chás aromáticos, espumantes suaves e vinhos licorosos.
  • Pode ser utilizado no preparo de rabanadas, pudins, pavês, tortas geladas e outras sobremesas natalinas.
  • Após o resfriamento completo, conserve em embalagem bem fechada para preservar a maciez e o aroma por mais tempo.
  • A temperatura dos ingredientes influencia diretamente a fermentação. Utilize leite, água e demais ingredientes em temperatura ambiente ou levemente mornos, evitando ingredientes gelados.
  • O fermento básico normalmente leva entre 30 e 60 minutos para dobrar de volume, dependendo da temperatura ambiente.
  • Após a modelagem, a fermentação final costuma levar entre 1 hora e 30 minutos e 3 horas. Em dias frios, esse tempo pode ser maior.
  • Mais importante que o tempo é observar o crescimento da massa. O panetone estará pronto para assar quando atingir aproximadamente 2 cm abaixo da borda da forma.
  • A sova adequada é fundamental para o desenvolvimento do glúten, responsável pela estrutura macia e aerada característica do panetone.
  • Para distribuir melhor as frutas na massa, envolva-as

2. Curiosidades:

  • O Panetone surgiu na região de Milão e sua origem é cercada por diferentes lendas populares.
  • Uma das histórias mais conhecidas associa seu nome à expressão italiana “Pane di Toni”, ou “Pão de Toni”.
  • O Brasil tornou-se um dos maiores consumidores de panetone do mundo.
  • A textura leve e aerada característica da receita é resultado da fermentação adequada e do desenvolvimento do glúten durante a sova.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O clássico pudim de leite condensado é uma das poucas sobremesas que agrada praticamente a todos. A receita é simples, feita com apenas três ingredientes batidos no liquidificador.

Pudim de Leite Condensado. Uma das sobremesas mais tradicionais.

Categoria: Café da manhã, lanches, sobremesas,

Especificação:Pudim, Sobremesa com Base em Creme, Sobremesa Típica Brasileira,

Tempo de Preparo: 1 hora e 50 minutos

Rendimento: 10 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem de viadireta por Pixabay

Ingredientes:

Calda:

  • 1/2 xícara de água quente
  • 1 xícara de açúcar

Pudim:

  • 1 lata de leite condensado
  • 4 ovos
  • 2 latas de leite (a mesma medida da lata de leite condensado)

Modo de Preparo:

Calda:

Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até o açúcar derreter e ficar dourado. Cuidado para não queimar. Quando o açúcar estiver dourado acrescente a água quente e continue mexendo. Deixe a calda ferver até que todo o açúcar esteja dissolvido e a calda tenha engrossado. Em seguida, passe a calda da panela para uma assadeira com furo e reserve.

Pudim:

No liquidificador bata bem os ovos, depois acrescente o leite condensado e o leite, batendo até formar uma mistura homogênea. Despeje o pudim na assadeira sobre a calda. Cubra o pudim com papel alumínio e leve ao forno médio em banho maria por uma hora e trinta minutos, dependendo do forno. Deixe esfriar, desenforme e sirva.

Dicas:

1. Caramelização – Caramelizar significa o douramento induzido pelo calor de um alimento que contenha açúcares.

2. Banho-maria consiste em utilizar duas panelas, uma delas com água quente e a outra com o alimento. A panela com água quente fica no fogo baixo ou médio. A panela com o alimento pode ficar mergulhada na água ou apenas no vapor desprendido.

3. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.

4. Para saber o ponto certo de cozimento, espete-o com um palito ou uma faca, se sair limpo está pronto.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Poucas preparações reúnem tantas pessoas ao redor da mesa quanto a pizza. Originária da tradição italiana e difundida em todo o mundo, ela ganhou inúmeras versões e coberturas, desde as mais clássicas até combinações criativas e regionais. Preparar a própria pizza em casa transforma a refeição em uma experiência gastronômica divertida e participativa, permitindo que cada pessoa escolha seus ingredientes preferidos e personalize sua criação. Esta massa apresenta boa elasticidade, bordas macias e excelente versatilidade para pizzas salgadas ou doces.

Pizza Vapt Vupt

Categoria: lanches, petiscos, panificação

Especificação: Pizza

Tempo de Preparo: 2 horas e 40 minutos

Rendimento: 4 pizzas grandes – 24 fatias

Dificuldade: Média

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Massa

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 1 gema
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1/2 colher (sopa ) de sal
  • 30 ml de óleo
  • 1 colher (sobremesa) de fermento biológico seco
  • 600 ml de água

Pizza Portuguesa

  • Presunto
  • Ovos cozidos
  • Azeitonas
  • Cebola
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Marguerita

  • Muçarela
  • Queijo ralado ou muçarela
  • Manjericão fresco

Pizza Rústica

  • Atum ralado
  • Pimentão em cubos
  • Azeitonas
  • Cebolas em rodelas
  • Champignon picado
  • Ovos cozidos
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Califórnia

  • Muçarela
  • Presunto
  • Frutas em compota (pêssego, figo e abacaxi)

Pizza Vegetariana

  • Brócolis
  • Abobrinha
  • Tomate
  • Pimentão
  • Cebola
  • Milho verde
  • Manjericão
  • Azeitonas
  • Orégano
  • Muçarela

Pizza de Cogumelos

  • Cogumelos shiitake
  • Cogumelos shimeji
  • Manteiga
  • Molho shoyu
  • Muçarela de búfala

Pizza de Alho Poró

  • Alho
  • Cebola
  • Alho-poró
  • Requeijão cremoso
  • Molho de tomate

Pizza de Brigadeiro com Morangos

  • Brigadeiro de chocolate em ponto mole
  • Morangos frescos

Modo de Preparo:

Em uma tigela grande, misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento. Acrescente a gema, o óleo e a água. Misture até formar uma massa homogênea. Sove por 15 a 20 minutos, até obter uma massa lisa, macia, elástica e levemente pegajosa. Coloque a massa em uma tigela untada, cubra com pano úmido e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas para fermentação.

Após o crescimento, divida a massa em 4 porções de cerca de 420 g cada. Boleie cada porção e deixe descansar por 10 minutos.

Abra os discos manualmente, mantendo as bordas ligeiramente mais altas. Disponha cada disco em forma untada. Espalhe molho de tomate sobre as pizzas salgadas, deixando as bordas livres. Adicione a cobertura desejada. Asse em forno preaquecido a 180 °C por 15 a 20 minutos ou até dourar.

Obs.: Para pizzas doces, aplique a cobertura diretamente sobre a massa, sem utilizar molho de tomate.

Pizza Portuguesa. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Vegetariana. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Marguerita. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Cogumelos. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Brigadeiro com Morangos. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Ideal para encontros familiares, aniversários e noites temáticas.
  • Sirva acompanhada de saladas verdes para uma refeição mais equilibrada.
  • As massas podem ser preparadas antecipadamente e mantidas refrigeradas por até 24 horas antes do uso.
  • Também podem ser parcialmente pré-assadas e congeladas para utilização futura.

2. Curiosidades:

  • A fermentação refrigerada desenvolve aromas mais complexos e melhora a textura da massa.
  • A pizza moderna surgiu em Nápoles, na Itália, entre os séculos XVIII e XIX.
  • O termo italiano “pizza” aparece em registros históricos desde o século X.
  • O manjericão, tomate e queijo da pizza marguerita representam as cores da bandeira italiana.
  • A pizza é uma das preparações mais adaptáveis da gastronomia mundial, recebendo ingredientes típicos de cada região.

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