Costelinha com Ora-pro-nóbis, super fácil de fazer e muito nutritiva. O ora-pro-nóbis é rica em proteína, antioxidantes, ferro, aminoácidos e outras propriedades que trazem diversos benefícios para a saúde. Que tal preparar esta delícia!

Costelinha com Ora-pro-nóbis

Categoria: Prato Principal

Especificação:  Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos (marinada)

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 limão (suco)
  • 1/2 xícara de vinho branco
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 1 colher (chá) de sal
  • 500 gramas de costelinha suína
  • 1colher (sopa) de óleo
  • 2 dentes de alho, picados
  • 1/2 cebola grande, picada
  • 1 colher (chá) de colorau
  • Água, o necessário
  • 10 folhas de ora-pro-nóbis, lavado e escorrido
  • 4 ramos de salsinha, repicada

Modo de Preparo:

Em uma bowl coloque o suco de limão, o vinho branco, a páprica e o sal. Misture e adicione as costelinhas. Deixe marinar por 30 minutos, virando de vez em quando. Após este tempo, leve as costelinhas ao fogo em uma panela com o óleo e sele-as. Reserve o caldo da marinada.

Quando as costelinhas estiverem bem douradas, de todos os lados, retire-as e reserve. Na mesma panela que selou a carne, acrescente um fio de óleo, o alho, a cebola, o colorau e doure. Adicione as costelinhas e o caldo da marinada reservado. Ferva por 2 minutos para evaporar o álcool do vinho. Complete com água até a metade da altura das costelinhas, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos. Vire as costelinhas e cozinhe por mais 20 minutos ou até ficar macia. Se necessário, vá completando com água até a metade da altura das costelinhas. Quando estiver bem macia, adicione as folhas de ora-pro-nóbis, tampe e deixe ferver por mais um minuto, somente para murchar. Salpique salsinha por cima.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

3. Brasear é o método de cocção por calor combinado, em que o alimento é previamente dourado (selado) em gordura e em seguida fervido lentamente em água, líquido aromatizado ou fundo, adicionado aos poucos até que se conclua a cocção.

4. Sirva acompanhado com o angu de milho verde.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Costelinha com Goiabada é um prato delicioso de Minas Gerais. A costelinha é cozida em água fervente e depois assada no forno. A carne fica macia e douradinha. Por cima é servido um delicioso molho de goiabada. Pode ser acompanhada de polenta frita e couve crispy.

Costelinha com Goiabada

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: duas porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de costelinha suína
  • Água, o suficiente
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitada de orégano
  • 40 gramas de goiabada
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela cozinhe a costelinha em água, sal, pimenta do reino e orégano. Após cozinhar a costelinha e estiver bem macia, disponha em uma assadeira e leve ao forno (200ºC) até dourar. Em uma frigideira derreta a goiabada com água e sirva por cima da costelinha. Finalize com salsinha. Sirva acompanhado de polenta frita e couve crispy.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Quirera Lapeada é um prato típico do Paraná, na região Sul do Brasil. A quirera, também conhecida como canjiquinha, é cozida junto com lombo suíno, costelinha, linguiça e bacon. As ervas (manjerona, cebolinha e salsinha) e as especiarias (canela, noz-moscada e erva-doce) conferem um sabor inusitado e especial a esta iguaria.

Quirera Lapeada

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Paraná)

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 60 gramas de lombo, em cubos
  • 6 ml de azeite
  • 200 gramas de costelinha com osso, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de bacon, em cubos
  • 1/2 de cebola, bem picadas
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 60 gramas de linguiça calabresa, em rodelas
  • 1/2 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 pedaço de canela em pau
  • 1 pitada de noz-moscada
  • 1 pitada de erva-doce
  • 1 ramo de manjerona
  • 100 gramas de quirera de milho grossa
  • Sal a gosto
  • 2 ramos cebolinha, picados
  • 2 ramos salsinha, picadas

Modo de Preparo:

Leve uma panela ao fogo com um fio de azeite e sele os cubos de lombo. Retire-os e reserve. Na mesma panela, sele a costelinha. Retire-a e reserve. Ainda na mesma panela, doure o bacon, a cebola e o alho. Adicione os cubos de lombo e a costelinha reservados. Cozinhe (refogue), pigando água, até a carne ficar cozida. Acrescente a linguiça, o lombo, o tomate, as especiarias, a manjerona e a quirera lavada. Acrescente um pouco de água e deixe cozinhar, mexendo sem parar até soltar da panela. (O ponto correto é cremoso.) Tempere com sal e finalize com a salsa e a cebolinha.

Dicas:

Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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O Estrogonofe de Filé Mignon (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700. O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Estrogonofe de Filé Mignon

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Rússia)

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Estrogonofe. Imagem de mateya por Pixabay.

Ingredientes:

  • 1 kg de filé mignon
  • Sal, a gosto
  • Páprica picante, a gosto
  • 2 cebolas tamanho médio, em brunoise
  • 50 ml de óleo
  • 400 gramas de cogumelos Paris, laminado
  • 1 1/2 litros de creme de leite fresco
  • 1 lata de tomate pelado, repicado
  • 80 ml de conhaque
  • 1 maço de salsinha, picadinha

Modo de Preparo:

Limpe o filé bovino, retirando o cordão e o restante de toda a impureza. Corte em iscas finas e tempere com sal e páprica picante a gosto. Reserve. Em uma panela já aquecida, refogue a cebola no óleo. Assim que ela mudar de cor, entrar com o filé e refogar por aproximadamente 4 minutos. Acrescente os cogumelos, mexa mais um pouco e em seguida, coloque o creme de junto com o tomate pelado. Misturar muito bem e deixar reduzir até a cremosidade desejada. Flambe com o conhaque e finaliza com salsinha. Sirva ainda quente acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

Flambar é regar o alimento com alguma bebida alcoólica e depois de aquecer, incendiá-lo para que o álcool evapore e fique somente o sabor sutil da bebida.

Para flambar o estrogonofe coloque o conhaque para aquecer dentro de uma concha de inox em fogo baixo, assim que inflamar, virá o conhaque ainda em chamas na preparação.

Se utilizar creme de leite industrializado, não pode deixar ferver, para não talhar. Neste caso, o creme de leite deve ser colocado no final da preparação.

Para os intolerantes à lactose, existe no mercado o creme de leite vegetal, produzido com base em oleaginosas, como castanha ou amêndoas. Pode ainda utilizar leite de aveia.

Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.  


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O Músculo Cozido com Cambuci é um prato delicioso e aromático. O músculo é previamente marinado na cerveja com especiarias e cozido na pressão. A pimenta Cambuci é refogada com cebola e tomate e misturada ao músculo antes de servir. Pode ser servida como prato principal ou como petisco. Experimente!

Músculo Cozido com Cambuci

Categoria:  Prato Principal, comida de boteco

Especificação: Carnes, Carne vermelha, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 2 horas (marinada) + 35 minutos

Rendimento: 3 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 1 colher (café) de cravo em pó
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 cebola roxa grande
  • 1,3 quilos de músculo, cortado em pedaços grandes
  • 1 lata de cerveja
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • Água, o suficiente
  • 2 tomates maduros, cortados em rodelas
  • 8 pimentas Cambuci grandes sem sementes, picadas
  • 2 dentes de alho, picadinhos

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque o alho com o sal até formar uma pasta. Adicione a canela, o cravo e a manteiga e misture até obter uma pasta homogênea. Corte metade da cebola em fatias (corte julienne) e a outra metade picadinha (corte brunoise). Em uma tigela funda tempere a carne com a pasta preparada. Acrescente a cebola picadinha e misture bem. Cubra a carne com a cerveja e deixe marinar por 2 horas em geladeira.

Em uma panela de pressão aqueça metade do óleo e sele a carne. Adicione o caldo da marinada e deixe ferver. Acrescente água em quantidade necessária para cobrir a carne, tampe a panela e cozinhe por 25 a 30 minutos em fogo brando, após o início da pressão.

Em outra panela, acrescente a outra metade do óleo, o alho e a cebola fatiada. Doure. Adicione o tomate e a pimenta Cambuci. Deixe cozinhar até começar a se desfazer. Misture o refogado à carne cozida e sirva.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

4. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

6. Esta receita pode também ser preparada com outros cortes bovinos como fraldinha, acém, costela, entre outros.

7. Se preferir mais picante adicione pimenta dedo de moça junto com a Cambuci.


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O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 350g): 528 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela. Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

2. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


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O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedor, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 tournedor – aprox. 200g + 4 batatas duchésse + 4 aspargos): 845 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 80 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 400 ml de creme de leite fresco
  • 3 colheres (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedor[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedor. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedor.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedor no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com o molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

2. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Burrata é um queijo fresco, cremoso e macio, originário da região da Puglia, no sul da Itália. É feito a partir de uma massa filada recheada com creme de leite e muçarela desfiada. O nome vem da palavra italiana “burro”, que significa manteiga, e faz referência à textura cremosa do queijo. A burrata pode ser feita com leite de vaca, de búfala ou com uma combinação dos dois. No Brasil, é mais comum encontrar a burrata feita com leite de búfala. A burrata é um queijo versátil que pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como saladas, massas e pizzas.

Na receita a burrata é servida com molho pesto e tomate confit e é uma ótima sugestão para uma mesa de frios, como couvert (antepasto), entrada, lanches ou como acompanhamento de outras preparações. Pode ser servida com pães, torradas e pão sírio.

Burrata com Molho Pesto e Tomate Confit

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição

Especificação: Queijo cremoso, aromáticos

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 burrata de búfala (200 g)

Tomate Confit

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Molho Pesto

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 02 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 01 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Tomate Confit

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos. Reserve.

Molho Pesto

Bater todos os ingredientes no liquidificador. O azeite deve ser acrescentado aos poucos até dar o ponto.

Montagem

A montagem deve ser realizada somente na hora de servir. Coloque cuidadosamente a burrata no centro de um prato grande ou travessa circular. Ao redor disponha o molho pesto e os tomates confit. Sirva acompanhado de pães ou torradas

Dicas:

1. A burrata de búfala é encontrada em supermercados.

2. O ideal é preparar o tomate confit com horas de antecedência para que ele esfrie até o momento de servir.

3. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O cuscuz é uma massa preparada a partir do milho, da mandioca ou do trigo. Ele é feito com a farinha moída (em grãos finos ou maiores) destes alimentos misturada com água ou cozida no vapor. Sua origem é na região de Magreb, no norte da África, onde era consumida por árabes e mouros como tradição milenar. Durante o período das colonizações, espalhou-se pela Europa e depois os portugueses trouxeram ao Brasil.

Em nosso país, a versão mais consumida é a preparada à base de milho, mas na região do estado de São Paulo tem um prato típico, o Cuscuz Paulista, que também é feito com farinha de milho, porém, com um preparo diferente. Este cuscuz é hidratado e acrescido de carne de porco, frango ou camarão. É decorado com palmito, ervilha e ovos. O Cuscuz Paulista é um dos pratos tradicionais da Sexta-feira Santa.

Cuscuz Paulista

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Cuscuz, Cozinha Brasileira (São Paulo)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/8 de cebola, bem picada
  • 1/2 de alho, bem picado
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/2 tomate maduro, sem pele e sem semente, bem picado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 80 ml de água
  • 2 unidades de sardinha em óleo comestível
  • 50 gramas de farinha de milho
  • 2 talos de cebolinha, bem picados
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • Azeite ou óleo, quantidade suficiente para untar a forma
  • 120 gramas de camarões médios, limpos
  • 20 gramas de ervilhas congeladas
  • 60 gramas de palmito em conserva

Modo de Preparo:

Refogue a cebola e o alho no óleo. Acrescente o tomate, tempere com sal e pimenta do reino. Adicione a água e deixe ferver por 10 minutos. Coloque a sardinha em pedaços e vá acrescentando, aos poucos, a farinha de milho, mexendo sempre até que solte do fundo da panela. Verifique o sal e acrescente o cheiro-verde (salsinha e cebolinha).

Em uma forma com furo central ou similar, untada com óleo ou azeite, coloque os camarões e as ervilhas no fundo. Acrescente 1/3 do recheio e coloque os pedaços de palmito na lateral da forma, adicione mais uma camada do recheio e mais uma camada de palmito na lateral da forma. Leve à geladeira e desenforme em um prato. Se quiser, pode aquecer no micro-ondas antes de servir.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Farofa de Cogumelos é prática e muito saudável. Foi utilizado o cogumelo Paris, mas pode incluir qualquer cogumelo. É perfeito para servir como acompanhamento de uma refeição seja ela vegana ou não.

Farofa de Cogumelos

Categoria:  Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/4 de alho poró em brunoise
  • 1 cebola em julienne
  • 200 gramas de cogumelo Paris
  • 1 colher (café) de aji-no-moto (glutamato monossódico)
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 1 cenoura crua ralada
  • Sal, a gosto
  • Farinha de mandioca, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione o azeite, alho, alho poró, cebola, cogumelo, aji-no-moto, gengibre e pimenta do reino branca. Doure por dois minutos. Acrescente a cenoura ralada, acerte o sal e doure por mais dois minutos. Adicione a farinha de mandioca e finalize com a salsinha repicada.


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Como o próprio nome diz, essa é uma Farofa Molhada. Entre os seus ingredientes está um molho campanha que é preparado com um vinagrete de vinho branco e leite de coco, o que deixa o prato com um sabor muito especial. Essa iguaria é uma receita do estado do Pará, no Norte do Brasil.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Farofa

  • 80 gramas de farinha de mandioca crua
  • 1 colher (sopa) de leite de coco
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente o restante dos ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira.

Farofa

Em uma bowl, misture a farinha de mandioca, o leite de coco, molho campanha a gosto e o azeite, temperando com sal. Em uma panela pequena ferva um pouco de água. Vá derramando aos poucos sobre a farinha. A farofa deve ficar molhada sem formar um pirão.


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O Risoto é um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne. A receita é fácil e muito saborosa.

Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, legumes, Cozinha Internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos (fundo de legumes)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 70 gramas de abobora, em cubos pequenos
  • 30 ml de vinho branco seco
  • 80 gramas de arroz arbório
  • Uma pitada de sal
  • Fundo de legumes, o suficiente  
  • 15 gramas de funghi
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • 50 gramas de queijo tipo grana padano

Modo de Preparo:

Hidrate o funghi e reserve.

Em uma panela refogue a cebola e a abóbora no azeite, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos para que os sabores incorporem aos grãos. Tempere com uma pitada de sal. Deglace com vinho branco e deixe evaporar.

Vá acrescentando o fundo de legumes, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais fundo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento (al dente), adicione o funghi já hidratado.

Finalize incorporando a manteiga e mexendo delicadamente. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Ajuste o sal, se necessário e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. O fundo ou caldo utilizado para a cocção do arroz deve ser preparado, se possível, na hora e deve ser bem leve, pois o sabor vai concentrando à medida que evapora ao ser acrescentado ao risoto. Para não errar, opte por um fundo de legumes básico.

4. O fundo de legumes pode ser substituído por água durante a cocção.

5. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.

6. O risoto aceita, como ingredientes, qualquer tipo de alimento: carnes, peixes, aves, queijos, verduras, legumes e até frutas. Porém, devem ser acrescentados no momento certo, respeitando seus tempos de cozimento. Por exemplo, cogumelos crus podem ser adicionados no início do cozimento, enquanto folhas, como rúcula, devem entrar na finalização, para manter sua textura e sabor.

7. Para soltar o amido, é importante acrescentar fundo aos poucos e mexer o arroz durante todo o cozimento, dando ao risoto sua cremosidade característica. Porém, mexa delicadamente para não quebrar os grãos. O correto é mexer em movimentos circulares, de baixo para cima, delicadamente.

8. O ponto certo do risoto é quando os grãos estiverem cozidos, mas com o centro resistente à mordida. Ele deve ser macio, mas ainda firme. Uma dica boa é, durante o cozimento, de tempos em tempos, pegar um grãozinho de arroz, colocar sobre uma superfície dura e apertar o grão, espremendo-o. Se estiver branco por dentro, não está no ponto. Quando estiver transparente por dentro, está no ponto ideal.

9. A finalização do risoto é outra etapa importante. Acrescente a manteiga e misture delicadamente para depois entrar com o queijo escolhido para o seu risoto. Risotos leves, como o de peixes e frutos do mar, devem ser finalizados sem o queijo ou com um tipo de queijo bem leve. Na finalização também é o momento ideal para entrar com os ingredientes que devem ser servidos praticamente frescos, como por exemplo, as frutas.


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