O arroz com furikake é uma preparação simples, nutritiva e muito popular no Japão. Tradicionalmente servido como acompanhamento ou até como uma pequena refeição, esse arroz branco recebe um toque especial com o furikake, uma mistura seca de condimentos à base de gergelim, alga nori, peixe bonito seco (katsuobushi), shoyu e óleo de gergelim. Originalmente criado no início do século XX como uma forma de suplementar a alimentação com cálcio e sabor, o furikake se tornou um dos temperos mais consumidos no Japão, aparecendo também em bentôs, onigiris e sopas. A receita aqui apresentada ensina como preparar um arroz bem cozido, aromatizado com louro e cebola, finalizado com furikake polvilhado por cima. E, para quem preferir, também trazemos uma versão caseira do tempero.

Arroz com Furikake

Categoria:   acompanhamento/guarnição

Especificação: Arroz, cereal, vegetais, cozinha internacional (japão), vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 25 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (125g – 1/4 da receita): 215 kcal

Arroz com Furikake. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola picadinha
  • 1 folha de louro
  • 1 xícara de arroz branco cru (agulhinha ou japonês)
  • 2 xícaras de água fervente
  • Furikake (comprado ou caseiro), a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo baixo. Acrescente a cebola e uma pitada de sal. Refogue até dourar levemente. Junte a folha de louro e o arroz. Misture bem para envolver todos os grãos no refogado. Adicione a água fervente e aumente o fogo para médio. Não mexa mais. Quando a água começar a secar e o arroz estiver quase no ponto, abaixe o fogo e tampe parcialmente a panela. Deixe o arroz cozinhar até que toda a água tenha sido absorvida. Desligue o fogo, tampe a panela completamente e deixe descansar por 5 minutos. Finalize polvilhando o furikake por cima, a gosto. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas de Consumo

Sirva como acompanhamento para pratos japoneses, como peixe grelhado, frango teriyaki ou tofu grelhado. Também pode ser usado para montar onigiris (bolinhos de arroz).

Curiosidades:

O furikake surgiu no Japão no início do século XX, originalmente como um suplemento alimentar rico em cálcio, desenvolvido por um farmacêutico. Hoje, é consumido por crianças e adultos, com diversas variações regionais e comerciais, e considerado um símbolo da praticidade e sabor da culinária japonesa.

Dica extra – Furikake caseiro

Se preferir fazer o seu próprio furikake, aqui está uma versão simples e saborosa:

Ingredientes

  • 100 gramas de gergelim branco
  • 100 gramas de gergelim preto
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 envelope de tempero de peixe bonito seco (hondashi)
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 2 a 3 algas nori, cortadas em pedacinhos

Modo de Preparo

Em uma frigideira seca, torre o gergelim em fogo médio, mexendo sempre até dourar e estalar. Adicione o shoyu, o óleo de gergelim, o hondashi e a alga nori. Mexa rapidamente até que a mistura fique seca e bem envolvida. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 1 a 2 minutos, sem deixar queimar. Retire do fogo e espalhe em uma travessa para esfriar completamente. Armazene em pote hermético por até 3 semanas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 prato – 550 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Baião de Dois é um prato típico do sertão nordestino, vindo do Ceará. É preparado com arroz e feijão, usado preferencialmente o feijão de corda. Ele surgiu no século XIX, quando os colonizadores portugueses introduziram o arroz no Brasil. O prato é uma das iguarias mais famosos do Nordeste. O Baião de Dois é um prato completo, não precisa de acompanhamento.

Baião de Dois

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz e Feijão, cereal e leguminosa, Cozinha Brasileira (Nordeste – Sertão)

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Baião de Dois. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 80 gramas de feijão verde (feijão de corda)
  • 80 gramas de arroz
  • 1 colher (sopa) de manteiga de garrafa
  • 1/4 de cebola, picada
  • 1 dente de alho, picado
  • 1 pimenta de cheiro, picada
  • 3 talos de cebolinha, picados
  • Sal, a gosto
  • 40 gramas de queijo coalho, em cubinhos
  • 3 ramos de coentro, picados

Modo de Preparo:

Cozinhe o feijão na água com sal. Cozinhe o arroz normalmente.

Numa caçarola, aqueça a manteiga refogue a cebola e o alho e acrescente a pimenta-de-cheiro. Acrescente o feijão sem o caldo, refogue e acrescente a cebolinha e o arroz. Misture bem e acrescente 1/2 xícara do caldo do feijão. Ajuste o sal, se necessário. Finalize com os cubinhos de queijo-de-coalho e o coentro.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

2. Sirva como acompanhamento de carne-de-sol ou de galinha guisada ou de galinha de cabidela.

3. Pode-se também incluir a proteína (carne de sol, galinha) desfiada durante o preparo do baião.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Feijão Tropeiro foi criado no período colonial pelos tropeiros. Eles eram condutores de tropas (mulas e cavalos) que transportavam mercadorias pelo interior do Brasil. Para se alimentarem durante as longas viagens, os tropeiros misturavam feijão com farinha de mandioca, linguiça, ovos, torresmo, cebola e tempero. Como os tropeiros trafegavam por toda a região Sudeste, não possui um estado específico de origem, mas é um dos pratos típicos de Minas Gerais, sendo consumido até em jogos de futebol, conhecido como o “tropeirão do Mineirão”.

Feijão Tropeiro

Categoria: Acompanhamento/guarnição, Prato Principal,

Especificação: Cozinha Brasileira (Minas Gerais e São Paulo), Leguminosas,

Tempo de Pré-preparo: 12 horas (de molho)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Feijão Tropeiro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de feijão vermelho
  • 1/2 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 100 gramas de linguiça calabresa em rodelas
  • 50 gramas de bacon em cubos
  • 2 ovos
  • 1 folha de couve rasgada
  • 2 dentes de alho bem picado
  • 1/4 de cebola bem picada
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (café) de pimenta calabresa
  • 2 ramos de salsinha bem picados
  • 2 talos de cebolinha bem picados
  • 40 gramas de farinha de mandioca crua

Modo de Preparo:

Deixe o feijão de molho[1] por 12 horas. Cozinhe o feijão com o louro em uma panela comum[2] por mais ou menos 25 minutos. Sem deixar ficar macio demais. Escorra e reserve.

Aqueça um pouco de óleo, frite o bacon e a linguiça. Reserve.

Bata levemente os ovos, tempere com sal e pimenta do reino e leve ao fogo numa frigideira com um fio de óleo, mexendo delicadamente até endurecer. Reserve.

Em outra panela, refogue a couve e tempere com sal.

Na mesma panela que fritou o bacon, doure o alho e a cebola. Acrescente o feijão. Acerte o sal e tempere com pimenta calabresa. Refogue por uns 2 minutos. Acrescente as carnes, os ovos, a couve, a salsinha, a cebolinha e vá colocando a farinha de mandioca até ficar parecendo uma farofa úmida.

Sirva com arroz e ovo frito, se desejar.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Frigir é o método de cocção por calor seco (com gordura). Consiste em cozinhar o alimento com pouca gordura, sempre muito quente e sem movimentar o recipiente de cocção, ao contrário do processo de saltear.



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É um prato do cerrado do Centro Oeste. Na região é servido juntamente com o Lombo Assado na Panela e a Paçoca de Banana da Terra. A pimenta de cheiro é de picância suave, mas extremamente aromática trazendo mais sabor ao prato. Os quiabos com pimenta de cheiro são deliciosos e podem ser servido como acompanhamento de variados pratos com carnes, aves ou com um simples arroz com feijão.

Quiabos com Pimenta de Cheiro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Legumes, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste – Cerrado),

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 5 gramas de óleo
  • 1 dente de alho, bem picadão
  • 1/4 de cebola, bem picada
  • 100 ml de água quente
  • 1/2 rodela de limão, com casca
  • 150 gramas de quiabo, cortados em rodelas de 1 cm
  • 1 tomate madura, sem pele e sem semente, em cubos de 1 cm
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem semente e em tirinhas
  • 2 ramos de cebolinha, bem picada

Modo de Preparo:

Doure o alho e a cebola no óleo e acrescente a água quente. Assim que ferver, coloque a rodela de limão, os quiabos e o tomate. Tampe a panela e cozinhe, em fogo médio, por uns 10 minutos, até que o quiabo esteja macio. Tempere com sal, desligue o fogo e misture a pimenta-de-cheiro e a cebolinha.

Dicas:

1. O limão ajuda a diminuir a baba do quiabo.

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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Patatas Bravas (Batatas Bravas) é um tapa (um aperitivo, um petisco) muito consumido em toda a Espanha e teve sua origem em Madri no ano de 1960. Essa delícia espanhola são batatas fritas crocantes servidas com um molho picante (salsa brava) e guarnecido com Aioli. Muito fácil de preparar.

Patatas Bravas

Categoria:  Couvert, Entradas, Acompanhamento/Guarnição, lanches, Petisco,

Especificação: Tapas (petisco), Cozinha Internacional (Espanha),

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem nano erdozain por Pexels.

Ingredientes:

  • 2 batatas rosa grande, cortadas em cubos de 2 cm
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • 2 tomates maduros
  • ¼ de cebola roxa, bem picada
  • 1 dente de alho, bem picado,
  • Uma pitada de páprica picante
  • Uma pitada de pimenta caiena
  • 1 colher (chá) de azeite
  • ½ folha de louro
  • Sal, a gosto
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)

Modo de Preparo:

Passe os cubos de batata na água, escorra bem e seque bem com papel toalha. Frite em óleo aquecido a 180ºC por 10 minutos, pequenas porções por vez, até os cubos ficarem cozidos, mas não dourados. Escorre e reserve.

Retire a pele dos tomates, separe as sementes e coe o seu suco. Pique bem a polpa.

Em uma frigideira, refogue a cebola, o alho, a páprica picante e a pimenta caiena no azeite. Acrescente a polpa e o suco das sementes dos tomates, o louro e deixe cozinhar, pingando água sempre que necessário. Tempere com sal e equilibre a acidez com o açúcar, se necessário.

Reaqueça o óleo a 180ºC e frite novamente as batatas em pequenas porções, agora para que fiquem crocantes e douradas. Tempere com sal e escorra em papel toalha.

Coloque as batatas em uma vasilha e cubra com o molho picante. Salpique a salsinha.

Dicas:

1. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Este prato pode ser guarnecido com Aioli.


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O Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos é um prato saboroso, nutritivo e fácil de fazer. É um salteado preparado com uma mistura de cogumelos (paris, shimeji e shitake), cenoura, pimentão vermelho, ervilha torta, espinafre e castanha de caju. Tudo bem aromatizado com tomilho, erva-doce e finalizado com salsinha.

Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição, Prato principal,

Especificação: Legumes, cogumelos, oleaginosas, leguminosas, verduras,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 300 gramas de cogumelos (paris, shitake e shimejis[1]), cortados em lâminas
  • 1 cenoura média, cortada em rodelas finas
  • 1 pimentão vermelho pequeno, cortado em julienne
  • 5 ervilhas tortas, cortadas ao meio
  • Folhas de 1/2 maço de espinafre
  • 100 gramas de castanhas de caju
  • Tomilho, a gosto
  • Sementes de erva-doce, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em um frigideira funda (se preferir, use uma wok). Adicione os cogumelos, a cenoura, o pimentão, as ervilhas, as folhas de espinafre, o tomilho, a erva-doce e o sal. Refogue por 6 minutos, salteando de vez em quando. Acerte o sal, salteie mais um pouco e apague o fogo. Finalize com salsinha.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


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Batatas Assadas com Alecrim é um prato delicioso que serve como Acompanhamento ou Guarnição em diversos preparos. É característico no Rio Grande do Sul e um dos pratos em que esta iguaria guarnece é o “Lombo à Moda Sulista”. A receita também pode ser consumida com um petisco. É muito fácil de fazer.

Batatas Assadas com Alecrim

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: legumes, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas asterix médias
  • 1 ramo de alecrim
  • Sal grosso a gosto
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 20 ml de azeite

Modo de Preparo:

Lave, seque e corte as batatas em quatro no sentido do comprimento. Cozinhe as batatas com sal, em água fervente, por aproximadamente 10 a 15 minutos. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra bem e espere amornar. Em um pilão, esmague as folhas do alecrim juntamente com um pouco de sal grosso. Adicione o alho picado e o azeite.

Passe essa mistura nas batatas e distribua-as em um tabuleiro. Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até as batatas ficarem douradas.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Cebola Caramelizada no Vinho é um ótimo acompanhamento para sanduíches e carnes. Fácil de fazer, saboroso e aromático. O sabor doce e levemente ácido dá um toque especial aos pratos.

Cebola Caramelizada no Vinho

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, lanches, petisco,

Especificação: Legumes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 cebolas roxas, cortadas em julienne
  • 3 colheres (chá) de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto

Modo de Preparo:

Em uma frigideira doure a cebola no azeite com açúcar e sal. Acrescente o vinho tinto. Deixe reduzir em fogo brando até que a calda fique mais espessa.

Dicas:

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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As Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco é uma guarnição clássica e versátil, feita com cebolas tipo pérola cozidas lentamente em vinho branco até atingirem textura macia e cor dourada. O processo de caramelização realça o sabor naturalmente adocicado da cebola e cria um contraste delicado entre o doce e o ácido, resultando em um acompanhamento sofisticado e ao mesmo tempo simples. Essa preparação é ideal para servir com carnes ovinas, bovinas ou suínas, e também se adapta perfeitamente a refeições vegetarianas, acrescentando profundidade e brilho ao prato.

Mini Cebolas Caramelizadas no Vinho Branco

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, petisco

Especificação: legumes, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (3 unidades – 100 g): 95 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 9 cebolas do tipo pérola, inteiras ou cortadas ao meio
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 copo (americano) de vinho branco 

Modo de Preparo:

Em uma frigideira larga, aqueça o azeite e adicione as cebolas (inteiras ou cortadas ao meio). Tempere com sal e pimenta do reino e deixe dourar levemente, mexendo ocasionalmente. Acrescente o vinho branco, tampe a panela e cozinhe em fogo médio até que o líquido evapore quase completamente. Retire a tampa e continue mexendo delicadamente até que as cebolas fiquem bem douradas e caramelizadas, cuidando para não queimar. Sirva quente, como guarnição de carnes ou pratos vegetarianos.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Ficam excelentes servidas com cordeiro assado, medalhões de filé mignon ou lombinho suíno.
  • Também acompanham muito bem pratos à base de grãos, como risotos e cuscuz marroquino.
  • Podem ser preparadas com antecedência e aquecidas rapidamente antes de servir.

2. Curiosidades: A cebola pérola é uma variedade pequena e delicada, muito usada na culinária francesa para guarnições e ensopados, como o tradicional Boeuf Bourguignon. O uso do vinho branco realça a doçura natural do legume e confere notas aromáticas sutis ao prato.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g – 1 colher de sopa): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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