O Lombinho é um corte nobre da carne de porco, com textura macia e suculenta. O Lombinho Assado na Panela tem coloração dourada, é tenro e saboroso. É servido com molho preparado dos ingredientes da própria marinada dando um toque especial ao prato. Pode ser acompanhado por diversas preparações. Uma boa dica é servir acompanhado de Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro.

Lombinho Assado na Panela

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste – Cerrado),

Tempo de Pré-preparo: 1 hora

Tempo de Preparo: 1 1/2 horas

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 ml de vinho branco seco
  • 6 grãos de pimenta do reino
  • 1/2 pimenta de cheiro, sem semente
  • 1 dente de alho
  • 1/4 de cebola
  • 1/2 limão (suco)
  • 10 ml de vinagre de vinho branco
  • 20 ml de água quente
  • 1 fio de óleo
  • 300 gramas de lombinho de porco
  • Sal a gosto
  • 1 pitada de farinha de trigo (para o molho)

Modo de Preparo:

No liquidificador, bata o vinho, a pimenta-do-reino, a pimenta-de-cheiro, o alho, a cebola, o suco de limão, o vinagre e um pouco de água quente. Coloque o pedaço de lombo para marinar nesta mistura por, no mínimo, 1 hora (O ideal é que fique de um dia para o outro). Retire o excesso de temperos da superfície da carne e coe a marinada, reservando o líquido.

Numa panela de fundo grosso, aqueça bem o fio de óleo e sele o lombinho de todos os lados, até que fique bem dourado. Vá colocando, aos poucos, o líquido coado da marinada nos cantos da panela. Nesse momento, levanta vapor que deve ser abafado imediatamente com a tampa. Quando o líquido desaparecer e o óleo frigir no fundo da panela, repita a operação até o lombinho ficar cozido e macio.

Retire o lombinho da panela, deglace com um pouco de água e coe. Volte ao fogo. Adicione uma pitada de farinha de trigo e cozinhe até obter um molho aveludado não muito denso. Fatie o lombinho e sirva com o molho.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Brasear é o método de cocção por calor combinado, em que o alimento é previamente dourado (selado) em gordura e em seguida fervido lentamente em água, líquido aromatizado ou fundo, adicionado aos poucos até que se conclua a cocção.

3. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

4. Sirva acompanhado de Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro.

Lombinho Assado na Panela com Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro. Imagem Adriana Tenchini.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Filezinho ao Creme com Salada Romana é uma receita prática e deliciosa. O filezinho suíno é um corte de carne de porco retirado da parte mais macia e suculenta do lombo. É um corte nobre, longo e fino. Nesta receita o filezinho é servido com um creme de queijo gorgonzola, catupiry e creme de leite, e é acompanhado pela Salada Romana. Essa salada harmoniza perfeitamente com o filezinho ao creme, pois é leve e delicada. Na salada os legumes são branqueados, os tomatinhos cortados em quatro, a rúcula em tirinhas, o limão em lâminas finas e é temperada com um vinagrete de azeite e limão.

Filezinho ao Creme com Salada Romana

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne suína,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Salada Romana

  • 1 cenoura, em juliene
  • ½ cebola roxa, em juliene
  • 1/2 alho poró, em juliene
  • 1 maço de rúcula, em chiffonade
  • 10 tomates cereja, cortado em quatro
  • suco de meio limão
  • 1/2 limão, cortado em chips (fatia bem fina)
  • 50 ml de azeite
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Filezinho

  • 800 gramas de filé suíno
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 80 gramas de gergelim branco
  • 80 gramas de gergelim preto

Creme

  • 100 ml de creme de leite fresco
  • 60 gramas de gorgonzola
  • 40 gramas de catupiry

Modo de Preparo:

Salada Romana

Leve uma panela com água ao fogo. Quando ferver branqueie por 2 minutos a cenoura, a cebola e o alho poró. Coloque os legumes branqueados e uma bowl e adicione a rúcula, o tomate cereja e os chips de limão. Em uma tigelinha faça um vinagrete com o suco de limão, azeite, sal e pimenta. Tempere somente na hora de servir.

Filezinho

Limpe o filezinho suíno e corte em rodelas com um dedo de largura. Tempere com sal e pimenta do reino. Empane o filezinho com a mistura de gergelins (branco e preto). Em uma frigideira coloque um fio de óleo e sele o filezinho de todos os lados. Reserve.

Creme

Na mesma frigideira, escorra a gordura e junte o creme de leite. Deixe ferver e adicione o gorgonzola e o catupiry. Corrija o tempero.

Emprate o filezinho com a salada romana e o creme. O creme pode ser colorado sobre o filezinho.

Dicas:

1. Branquear consiste em ferver os alimentos rapidamente em água em ebulição e resfriá-los em seguida em água gelada.

2. Empanar é recobrir alimentos cozidos ou crus em misturas diferentes, para que fiquem protegidos e tenham o seu sabor modificado ou melhorado.

3. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

4. Se utilizar creme de leite industrializado, não pode deixar ferver, para não talhar. Neste caso, o creme de leite deve ser colocado no final da preparação.

Pode servir o filezinho ao creme acompanhado de batata inglesa no lugar da salada romana. Utilize batatas pequenas. Cozinhe com casca. Quando estiver cozida, mas ainda firme, descasque e doure na frigideira em um fio de azeite.

Filezinho ao Creme com Batata Bolinha. Imagem Adriana Tenchini.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Durante a Antiguidade chinesa, principalmente nas dinastias Zhou e Han, a combinação de sabores contrastantes era vista não apenas como uma questão de paladar, mas também como um reflexo do equilíbrio energético proposto pela medicina tradicional chinesa. A costelinha agridoce é uma das expressões mais conhecidas desse princípio, unindo o doce, o salgado e o ácido de forma harmoniosa e marcante. Esta versão, adaptada com ingredientes acessíveis como saquê e limão, preserva a essência da receita tradicional chinesa conhecida como táng cù pái gú[1]. O preparo é simples, mas o resultado é rico em aroma, cor e sabor. É uma excelente escolha para quem deseja impressionar com um prato fácil de preparar e visualmente encantador.

Costelinha Agridoce

Categoria:  Prato Principal, petisco

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Internacional (China), sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos (marinada)

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 270 g): 510 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 limão (suco)
  • 3/4 de xícara de saquê
  • 1 colher (chá) de gengibre em pó
  • 1 colher (café) de açafrão em pó
  • 1 e 1/4 colher (chá) de sal
  • 700 g de costelinha suína
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 3 dentes de alho, picados
  • 1 cebola média, em julienne
  • 1/3 de pimentão verde, em julienne
  • 1/3 de pimentão amarelo, em julienne
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de mel
  • 1 e 1/2 colher (sopa) de molho de soja
  • Água, o necessário
  • 5 a 6 ramos de salsinha, repicada

Modo de Preparo:

Em uma bowl coloque o suco de limão, o saquê, o gengibre, o açafrão e o sal. Misture e adicione as costelinhas. Deixe marinar por 30 minutos, virando de vez em quando. Após este tempo, leve as costelinhas ao fogo em uma panela com o óleo de gergelim e sele-as. Reserve o caldo da marinada.

Quando as costelinhas estiverem bem douradas, de todos os lados, retire-as e reserve. Na mesma panela que selou a carne, acrescente o alho, a cebola, os pimentões (verde e amarelo) e doure. Acrescente o mel, o molho de soja e misture. Adicione as costelinhas e o caldo da marinada reservado. Ferva por 2 minutos para evaporar o álcool do saquê. Complete com água até a metade da altura das costelinhas, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos. Vire as costelinhas e cozinhe por mais 20 minutos ou até ficar macia. Se necessário, vá completando com água até a metade da altura das costelinhas. Quando estiver bem macia, corrija o sal e salpique salsinha por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

Essa receita pode ser servida com:

  • Arroz branco soltinho ou arroz frito estilo chinês
  • Legumes no vapor com óleo de gergelim e gergelim tostado
  • Uma salada de acelga ou repolho com vinagre de arroz e gengibre, para trazer contraste e frescor

É uma excelente opção para jantares especiais com temática oriental, funcionando bem tanto como prato principal quanto em refeições compartilhadas ao estilo familiar.

3. Curiosidades:

  • O nome tradicional da receita em chinês é (táng cù pái gú), que significa literalmente “costela agridoce de porco”.
  • O vinagre tradicionalmente usado na China é o de arroz preto (Chinkiang), que oferece notas levemente defumadas. Nesta receita, o suco de limão cumpre essa função ácida de forma prática e acessível.
  • O equilíbrio entre sabores (doce, salgado, ácido, picante e amargo) é um dos pilares filosóficos e sensoriais da culinária chinesa, baseado na teoria dos cinco elementos[2] (wu xing).

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.



Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A costelinha suína com ora-pro-nóbis é uma preparação que combina a suculência da carne de porco com uma hortaliça tradicionalmente presente na culinária mineira. O cozimento lento, acompanhado de alho, cebola, colorau e vinho branco, contribui para desenvolver os sabores e deixar a carne macia. Acrescentado no final do preparo, o ora-pro-nóbis complementa o prato com sua textura delicada e seu sabor vegetal suave.

O ora-pro-nóbis é uma planta alimentícia não convencional (PANC), conhecida pelo uso tradicional na cozinha de Minas Gerais. Suas folhas podem integrar refogados, sopas, ensopados e preparações com carnes. A combinação com a costelinha representa uma maneira de valorizar ingredientes associados à cozinha caseira mineira.

Costelinha com Ora-pro-nóbis

Categoria: Prato principal, petiscos

Especificação: Carnes vermelhas, carne suína, cozinha brasileira (Região Sudeste, Minas Gerais), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos (marinada)

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 400 gramas (aproximadamente 6 pedaços) – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (200 g): 450 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • Suco de 1/2 limão
  • 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco (120 ml)
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 1 colher (chá) de sal
  • 500 gramas de costelinha suína, cortada em 6 pedaços
  • 1 colher (sopa) de óleo, dividida para selar a carne e refogar os temperos
  • 2 dentes de alho, picados
  • 1/2 cebola grande, picada
  • 1 colher (chá) de colorau
  • Água, o suficiente para o cozimento
  • 10 folhas de ora-pro-nóbis, higienizadas e escorridas
  • 4 ramos de salsinha, picados

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o suco de limão, o vinho branco, a páprica e o sal. Acrescente as costelinhas e envolva todos os pedaços na mistura. Deixe marinar por 30 minutos, virando ocasionalmente.

Aqueça parte do óleo em uma panela e doure as costelinhas de todos os lados. Retire-as e reserve. Reserve também o líquido da marinada.

Na mesma panela, acrescente o restante do óleo, se necessário, o alho e a cebola. Refogue até ficarem levemente dourados. Adicione o colorau e misture. Devolva as costelinhas à panela e acrescente o líquido da marinada reservado. Deixe ferver por aproximadamente 2 minutos para favorecer a evaporação do álcool do vinho.

Adicione água até atingir aproximadamente metade da altura das costelinhas. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por cerca de 20 minutos. Vire os pedaços e cozinhe por mais 20 minutos, ou até que estejam macios. Se necessário, acrescente pequenas quantidades de água durante o cozimento para evitar que o fundo da panela seque. Caso a carne ainda esteja firme, prolongue o cozimento até atingir a textura desejada.

Quando a costelinha estiver macia, adicione as folhas de ora-pro-nóbis higienizadas. Tampe a panela e cozinhe por aproximadamente 1 minuto, apenas até murcharem. Desligue o fogo, salpique a salsinha picada e sirva a costelinha ainda quente, acompanhada do molho formado durante o cozimento.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a costelinha suína com ora-pro-nóbis como prato principal, acompanhada de arroz branco, feijão, angu ou polenta cremosa. Para uma refeição tipicamente mineira, combine a preparação com angu e feijão, valorizando os ingredientes tradicionais dessa culinária.
  • A receita também pode ser servida como petisco, em pedaços menores, dispostos em uma travessa para compartilhar em reuniões informais. Nesse caso, disponibilize guardanapos e, se desejar, sirva o molho do cozimento separadamente para acompanhar a carne.
  • Para equilibrar o prato, acrescente uma salada fresca ou legumes cozidos, criando um contraste de texturas e sabores.
  • Adicione o ora-pro-nóbis somente no final do preparo, deixando as folhas murcharem por aproximadamente 1 minuto, para preservar sua textura.
  • Antes de servir, regue a costelinha com um pouco do molho do cozimento, que contribui para manter a carne suculenta e realçar seu sabor.

3. Curiosidades:

  • O ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) é uma planta alimentícia não convencional (PANC) muito associada à culinária de Minas Gerais. Suas folhas são utilizadas em refogados, sopas, ensopados e preparações com carnes, especialmente na combinação tradicional com costelinha suína e angu. A planta também é conhecida popularmente como lobrobó e orabrobó.
  • Uma das hipóteses populares para a origem do nome ora-pro-nóbis está relacionada às antigas igrejas mineiras. Segundo a tradição oral, a planta crescia nos muros e nas cercas vivas dos terrenos das igrejas, onde era aproveitada pelos moradores como alimento. Como os sacerdotes nem sempre permitiam a colheita, as pessoas esperavam o momento em que estavam distraídos durante as celebrações religiosas para apanhar as folhas. A expressão latina ora pro nobis, que significa “rogai por nós”, era repetida nas ladainhas e orações das missas. De acordo com essa narrativa, os moradores aproveitavam justamente esse momento para colher a planta. Assim, a expressão religiosa teria passado a identificar a hortaliça, numa associação curiosa entre os costumes religiosos e a necessidade de aproveitar os alimentos disponíveis.
  • Outra versão popular, também associada à cidade mineira de Sabará, conta que algumas pessoas colhiam as folhas no quintal de uma paróquia enquanto o padre rezava em latim. Ao ser questionado sobre o nome da planta, ele teria repetido a expressão “ora-pro-nóbis”, que estava pronunciando durante a oração. Sem compreender o significado das palavras, quem perguntou teria interpretado a resposta como o nome da espécie. Essa narrativa circula como uma anedota local, mas não há comprovação histórica definitiva de que esse episódio tenha originado o nome.
  • Embora essas histórias sejam parte do folclore gastronômico mineiro, a origem linguística do nome é conhecida: ora pro nobis significa “rogai por nós”, em latim. As narrativas sobre a colheita nos quintais das igrejas ajudam a explicar como a expressão pode ter sido associada popularmente à planta, mas devem ser entendidas como lendas, e não como fatos históricos comprovados.
  • A planta também é reconhecida por seu valor alimentar. Suas folhas contêm proteínas, fibras e minerais, embora a composição nutricional varie conforme as condições de cultivo e o preparo. Sua presença na culinária mineira representa o aproveitamento de plantas disponíveis nos quintais e a valorização de ingredientes tradicionais da alimentação regional.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

Costelinha com Goiabada é um prato delicioso de Minas Gerais. A costelinha é cozida em água fervente e depois assada no forno. A carne fica macia e douradinha. Por cima é servido um delicioso molho de goiabada. Pode ser acompanhada de polenta frita e couve crispy.

Costelinha com Goiabada

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: duas porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de costelinha suína
  • Água, o suficiente
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitada de orégano
  • 40 gramas de goiabada
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela cozinhe a costelinha em água, sal, pimenta do reino e orégano. Após cozinhar a costelinha e estiver bem macia, disponha em uma assadeira e leve ao forno (200ºC) até dourar. Em uma frigideira derreta a goiabada com água e sirva por cima da costelinha. Finalize com salsinha. Sirva acompanhado de polenta frita e couve crispy.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Quirera Lapeada é um prato típico do Paraná, na região Sul do Brasil. A quirera, também conhecida como canjiquinha, é cozida junto com lombo suíno, costelinha, linguiça e bacon. As ervas (manjerona, cebolinha e salsinha) e as especiarias (canela, noz-moscada e erva-doce) conferem um sabor inusitado e especial a esta iguaria.

Quirera Lapeada

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Paraná)

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 60 gramas de lombo, em cubos
  • 6 ml de azeite
  • 200 gramas de costelinha com osso, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de bacon, em cubos
  • 1/2 de cebola, bem picadas
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 60 gramas de linguiça calabresa, em rodelas
  • 1/2 tomate maduro, sem sementes, em cubinhos
  • 1 pedaço de canela em pau
  • 1 pitada de noz-moscada
  • 1 pitada de erva-doce
  • 1 ramo de manjerona
  • 100 gramas de quirera de milho grossa
  • Sal a gosto
  • 2 ramos cebolinha, picados
  • 2 ramos salsinha, picadas

Modo de Preparo:

Leve uma panela ao fogo com um fio de azeite e sele os cubos de lombo. Retire-os e reserve. Na mesma panela, sele a costelinha. Retire-a e reserve. Ainda na mesma panela, doure o bacon, a cebola e o alho. Adicione os cubos de lombo e a costelinha reservados. Cozinhe (refogue), pigando água, até a carne ficar cozida. Acrescente a linguiça, o lombo, o tomate, as especiarias, a manjerona e a quirera lavada. Acrescente um pouco de água e deixe cozinhar, mexendo sem parar até soltar da panela. (O ponto correto é cremoso.) Tempere com sal e finalize com a salsa e a cebolinha.

Dicas:

Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Estrogonofe de Filé Mignon é uma preparação clássica da culinária internacional que atravessou séculos e fronteiras até se consolidar como um dos pratos mais populares no Brasil. A origem mais difundida remete à Rússia do século XVIII, quando cozinheiros franceses a serviço da família Strogonov desenvolveram uma preparação à base de tiras de carne bovina salteadas, mostarda e creme azedo. Com o passar do tempo, a receita foi ganhando adaptações regionais e novos ingredientes.

Ao chegar ao Brasil, especialmente a partir das décadas de 1960 e 1970, o estrogonofe sofreu importantes transformações, incorporando molho de tomate, creme de leite abundante e acompanhamentos que se tornaram praticamente inseparáveis do prato, como arroz branco e batata palha. A versão brasileira possui textura mais cremosa, sabor mais suave e caráter mais reconfortante, tornando-se presença frequente em refeições familiares, buffets e ocasiões festivas.

Nesta receita, o filé mignon garante maciez e sabor delicado, enquanto os cogumelos e o conhaque acrescentam profundidade aromática e sofisticação à preparação.

Estrogonofe de Filé Mignon

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Rússia), sem glúten

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2400 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 565 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 kg de filé mignon
  • Sal, a gosto
  • Páprica picante, a gosto
  • 2 cebolas tamanho médio, em brunoise
  • 50 ml de óleo
  • 400 gramas de cogumelos Paris, laminado
  • 1 1/2 litros de creme de leite fresco
  • 1 lata de tomate pelado, repicado
  • 80 ml de conhaque
  • 1 maço de salsinha, picadinha

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon, retirando o cordão e eventuais excessos de gordura ou membranas. Corte a carne em iscas finas e tempere com sal e páprica picante a gosto. Reserve.

Aqueça uma panela larga e refogue a cebola no óleo até iniciar leve transparência. Acrescente o filé mignon e salteie rapidamente por aproximadamente 4 minutos, preservando a maciez da carne. Adicione os cogumelos laminados e cozinhe por mais alguns minutos. Acrescente o creme de leite fresco e o tomate pelado repicado, misturando bem. Cozinhe em fogo médio até atingir a cremosidade desejada. Flambe com o conhaque e finalize com a salsinha picada. Sirva ainda quente acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de Consumo:

  • O estrogonofe deve apresentar molho cremoso e envolvente, sem excesso de redução. O ponto ideal é quando o molho cobre delicadamente a carne.
  • Sirva acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha, combinação tradicional da adaptação brasileira.
  • Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com salsinha fresca picada no momento de servir.
  • O filé mignon pode ser substituído por alcatra, contrafilé ou peito de frango, respeitando os tempos de cocção de cada proteína.
  • Caso utilize creme de leite industrializado, evite fervura intensa para prevenir a separação da gordura. Nesse caso, o creme deve ser incorporado ao final da preparação.
  • Para versões sem lactose, podem ser utilizados creme vegetal à base de castanhas ou leite de aveia caseiro.
  • O leite de aveia pode ser preparado utilizando a proporção de 3 partes de água gelada para 1 parte de aveia em flocos. Após bater no liquidificador, coe em voal. O leite pode ser armazenado sob refrigeração por até 3 dias.
  • O resíduo da aveia pode ser reaproveitado em bolos, biscoitos e panquecas.

2. Curiosidades:

  • A origem mais conhecida do estrogonofe remete à Rússia do século XVIII, associado à família Strogonov, importante família aristocrática russa.
  • A receita original levava carne bovina, mostarda, caldo e creme azedo, sem molho de tomate.
  • O prato ganhou projeção internacional por influência da culinária francesa, especialmente devido aos cozinheiros franceses que trabalhavam na Rússia aristocrática.
  • Os cogumelos passaram a integrar muitas versões internacionais da receita após sua difusão pela Europa e Ásia.
  • No Brasil, o estrogonofe se popularizou fortemente entre as décadas de 1960 e 1970, tornando-se um dos pratos mais presentes em almoços familiares e buffets.
  • A combinação com arroz branco e batata palha é uma adaptação tipicamente brasileira e praticamente inexistente nas versões russas tradicionais.
  • Na Rússia, versões clássicas do prato costumam ser servidas acompanhadas de purê de batatas ou massas.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Músculo Cozido com Cambuci é um prato delicioso e aromático. O músculo é previamente marinado na cerveja com especiarias e cozido na pressão. A pimenta Cambuci é refogada com cebola e tomate e misturada ao músculo antes de servir. Pode ser servida como prato principal ou como petisco. Experimente!

Músculo Cozido com Cambuci

Categoria:  Prato Principal, comida de boteco

Especificação: Carnes, Carne vermelha, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 2 horas (marinada) + 35 minutos

Rendimento: 3 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 1 colher (café) de cravo em pó
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 cebola roxa grande
  • 1,3 quilos de músculo, cortado em pedaços grandes
  • 1 lata de cerveja
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • Água, o suficiente
  • 2 tomates maduros, cortados em rodelas
  • 8 pimentas Cambuci grandes sem sementes, picadas
  • 2 dentes de alho, picadinhos

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque o alho com o sal até formar uma pasta. Adicione a canela, o cravo e a manteiga e misture até obter uma pasta homogênea. Corte metade da cebola em fatias (corte julienne) e a outra metade picadinha (corte brunoise). Em uma tigela funda tempere a carne com a pasta preparada. Acrescente a cebola picadinha e misture bem. Cubra a carne com a cerveja e deixe marinar por 2 horas em geladeira.

Em uma panela de pressão aqueça metade do óleo e sele a carne. Adicione o caldo da marinada e deixe ferver. Acrescente água em quantidade necessária para cobrir a carne, tampe a panela e cozinhe por 25 a 30 minutos em fogo brando, após o início da pressão.

Em outra panela, acrescente a outra metade do óleo, o alho e a cebola fatiada. Doure. Adicione o tomate e a pimenta Cambuci. Deixe cozinhar até começar a se desfazer. Misture o refogado à carne cozida e sirva.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

4. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

6. Esta receita pode também ser preparada com outros cortes bovinos como fraldinha, acém, costela, entre outros.

7. Se preferir mais picante adicione pimenta dedo de moça junto com a Cambuci.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 kg – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 495 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela.

Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma preparação mista e composta classificada como prato principal, o porcionamento foi ajustado para 300 gramas por pessoa, conforme o padrão apresentado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

3. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedos, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal com guarnições

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 filé + 4 batatas duchésse + 4 aspargos + 50 g de molho): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 50 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 220 ml de creme de leite fresco
  • 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedos[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedos. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedos.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedos no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com 50 gramas de molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. O tournedos é um corte alto e espesso retirado da parte central do filé mignon. Tradicionalmente servido em preparações clássicas francesas, destaca-se pela maciez e pela cocção rápida, preservando suculência e elegância no prato.

2. Porcionamento: Esta receita foi porcionada como prato principal composto, considerando aproximadamente 1 tournedos de 150 g após cocção, 50 g de molho, 4 unidades de batata Duchésse e 4 aspargos por pessoa. Para entender melhor a composição equilibrada das porções, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

3. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

4. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

A Burrata é um queijo fresco, cremoso e macio, originário da região da Puglia, no sul da Itália. É feito a partir de uma massa filada recheada com creme de leite e muçarela desfiada. O nome vem da palavra italiana “burro”, que significa manteiga, e faz referência à textura cremosa do queijo. A burrata pode ser feita com leite de vaca, de búfala ou com uma combinação dos dois. No Brasil, é mais comum encontrar a burrata feita com leite de búfala. A burrata é um queijo versátil que pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como saladas, massas e pizzas.

Na receita a burrata é servida com molho pesto e tomate confit e é uma ótima sugestão para uma mesa de frios, como couvert (antepasto), entrada, lanches ou como acompanhamento de outras preparações. Pode ser servida com pães, torradas e pão sírio.

Burrata com Molho Pesto e Tomate Confit

Categoria:  couvert, entrada, lanches, acompanhamento/guarnição

Especificação: Queijo cremoso, aromáticos

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 burrata de búfala (200 g)

Tomate Confit

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Molho Pesto

  • 100 gramas de queijo parmesão, ralado
  • 02 dentes de alho
  • 10 gramas de nozes picadas
  • 01 maço de manjericão fresco (somente as folhas)
  • 200 ml de azeite

Modo de Preparo:

Tomate Confit

Em uma panela adicione todos os ingredientes e leve ao fogo baixo por 30 minutos. Reserve.

Molho Pesto

Bater todos os ingredientes no liquidificador. O azeite deve ser acrescentado aos poucos até dar o ponto.

Montagem

A montagem deve ser realizada somente na hora de servir. Coloque cuidadosamente a burrata no centro de um prato grande ou travessa circular. Ao redor disponha o molho pesto e os tomates confit. Sirva acompanhado de pães ou torradas

Dicas:

1. A burrata de búfala é encontrada em supermercados.

2. O ideal é preparar o tomate confit com horas de antecedência para que ele esfrie até o momento de servir.

3. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA:

O Cuscuz Paulista é uma preparação tradicional da culinária do estado de São Paulo, elaborada com farinha de milho hidratada e cozida, à qual podem ser acrescentados ingredientes como sardinha, camarão, palmito, ervilha e outros elementos característicos da cozinha brasileira. Diferentemente do cuscuz de origem norte-africana, preparado tradicionalmente com sêmola de trigo, o cuscuz brasileiro desenvolveu diferentes versões regionais a partir dos ingredientes disponíveis no país, especialmente o milho.

A versão paulista ganhou identidade própria ao combinar a farinha de milho com pescados, frutos do mar e vegetais, além de apresentar uma característica marcante: a montagem em forma, geralmente decorada com os ingredientes do recheio. Depois de desenformado, o prato revela uma apresentação colorida e bastante característica.

É uma preparação versátil, podendo ser servida como acompanhamento ou como prato principal, dependendo da quantidade e dos acompanhamentos oferecidos. Também é muito apreciada em festas, reuniões familiares e refeições especiais.

Cuscuz Paulista

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Farofas, peixes, vegetais, Cozinha Brasileira (São Paulo), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Tempo de Repouso: 1 hora

Rendimento: 400 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 120 g de camarões médios, limpos
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/8 de cebola, bem picada
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 1/2 tomate maduro, sem pele e sem sementes, bem picado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta-do-reino, a gosto
  • 80 ml de água
  • 2 unidades de sardinha em óleo comestível, escorridas e em pedaços
  • 50 g de farinha de milho
  • 2 talos de cebolinha, bem picados
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 20 g de ervilhas congeladas
  • 60 g de palmito em conserva, em pedaços ou rodelas
  • Azeite ou óleo, quantidade suficiente para untar a forma

Modo de Preparo:

Aqueça uma pequena quantidade do óleo em uma frigideira e salteie os camarões por aproximadamente 2 a 3 minutos, apenas até ficarem cozidos. Retire e reserve para a montagem.

Na mesma panela, aqueça o restante do óleo e refogue a cebola até começar a ficar transparente. Acrescente o alho e refogue rapidamente, sem deixar dourar excessivamente. Junte o tomate, tempere com sal e pimenta do reino e refogue até que o tomate comece a desmanchar. Acrescente a água e deixe ferver por aproximadamente 10 minutos, permitindo que o molho reduza e concentre os sabores.

Adicione a sardinha em pedaços e misture delicadamente. Acrescente a farinha de milho aos poucos, mexendo continuamente para hidratá-la de maneira uniforme. Cozinhe até que a massa fique úmida, consistente e comece a se desprender do fundo da panela. Desligue o fogo, prove e ajuste o sal, se necessário. Acrescente a cebolinha e a salsinha e misture delicadamente.

Unte uma forma com furo central ou outra forma adequada para desenformar. Distribua os camarões cozidos e as ervilhas no fundo da forma. Coloque aproximadamente 1/3 da massa de cuscuz e pressione delicadamente para compactar.

Distribua parte do palmito nas laterais da forma, formando a decoração. Acrescente outra camada da massa e repita a disposição do palmito. Finalize com o restante da massa, pressionando suavemente para que a preparação fique firme depois de desenformada.

Cubra e leve à geladeira por aproximadamente 1 hora, ou até ficar firme. Desenforme cuidadosamente sobre um prato de servir. Se desejar servi-lo quente, aqueça depois de desenformado, de preferência em forno ou micro-ondas, sem ressecar a preparação.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Para servir como acompanhamento, considere 100 g de Cuscuz Paulista por pessoa. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post ‘A Composição do Almoço e do Jantar’.

2. Dicas de Consumo:

  • Sirva o Cuscuz Paulista como acompanhamento de saladas, legumes ou carnes grelhadas.
  • Como prato principal, pode ser acompanhado de uma salada verde ou de folhas frescas para equilibrar a refeição.
  • Para uma apresentação mais tradicional, desenforme em um prato grande e mantenha os camarões, ervilhas e palmitos visíveis na decoração.
  • Se for preparado com antecedência, mantenha refrigerado e desenforme somente próximo ao momento de servir.
  • Para aquecer, prefira aquecimento curto e gradual, evitando ressecar a massa.
  • A preparação também pode ser feita em formas individuais, facilitando o porcionamento e a apresentação.

3. Curiosidades

  • A receita também admite inúmeras variações. Sardinha, camarão, frango e carne suína aparecem em diferentes versões, demonstrando como o Cuscuz Paulista se adaptou às preferências familiares e à disponibilidade regional de ingredientes.
  • O nome “cuscuz” está relacionado a uma preparação muito antiga do norte da África, especialmente da região do Magrebe. Entretanto, o Cuscuz Paulista é uma criação brasileira, que se desenvolveu a partir da utilização da farinha de milho e dos ingredientes disponíveis na culinária paulista.
  • Uma das características mais interessantes da preparação é justamente a sua montagem: os ingredientes não são apenas incorporados à massa, mas também utilizados como elementos decorativos. Camarão, palmito, ervilha, ovos e outros ingredientes podem formar desenhos e contrastes quando o cuscuz é desenformado.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: