A Farofa de Cogumelos é prática e muito saudável. Foi utilizado o cogumelo Paris, mas pode incluir qualquer cogumelo. É perfeito para servir como acompanhamento de uma refeição seja ela vegana ou não.

Farofa de Cogumelos

Categoria:  Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/4 de alho poró em brunoise
  • 1 cebola em julienne
  • 200 gramas de cogumelo Paris
  • 1 colher (café) de aji-no-moto (glutamato monossódico)
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 1 cenoura crua ralada
  • Sal, a gosto
  • Farinha de mandioca, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione o azeite, alho, alho poró, cebola, cogumelo, aji-no-moto, gengibre e pimenta do reino branca. Doure por dois minutos. Acrescente a cenoura ralada, acerte o sal e doure por mais dois minutos. Adicione a farinha de mandioca e finalize com a salsinha repicada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Farofa Molhada é uma preparação de textura úmida e sabor marcante, característica da culinária paraense. Diferentemente das farofas tradicionais, em que a farinha de mandioca é geralmente preparada de forma mais seca e soltinha, nesta versão ela recebe um molho campanha aromático e líquidos quentes, resultando em uma farofa úmida, macia e saborosa, mas ainda com os grãos de farinha perceptíveis.

O molho campanha combina azeite de oliva, vinagre de vinho branco, vinho branco seco, tomate, cebola, pimentão, alho, ervas frescas e pimenta de cheiro. O leite de coco acrescentado à farinha contribui para a textura e acrescenta uma nota de sabor característica da culinária amazônica.

É uma preparação que valoriza ingredientes muito presentes na cozinha brasileira e, especialmente, na culinária do Pará, podendo acompanhar peixes, frutos do mar, carnes e outras preparações de sabores marcantes.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará), sem glúten, sem lactose, vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 400 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (80 g): 200 kcal

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha com Coentro

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1 colher (sopa) de pimentão verde, em cubinhos
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1/2 pimenta de cheiro, levemente amassada
  • 1 colher (sopa) de água

Farofa

  • 160 gramas de farinha de mandioca crua
  • 2 colheres (sopa) de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite de oliva, o vinagre de vinho branco e o vinho branco seco, mexendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e acrescente a água aos poucos para equilibrar a acidez. Adicione o tomate, a cebola, o pimentão, o alho, a salsinha, o coentro, a cebolinha e a pimenta de cheiro. Misture delicadamente, cubra e leve à geladeira até o momento de utilizar.

Farofa

Coloque a farinha de mandioca em uma tigela. Acrescente o leite de coco, o molho campanha e o azeite de oliva. Misture bem para distribuir os ingredientes por toda a farinha.

Leve uma pequena panela com água ao fogo e aqueça até levantar fervura. Despeje a água fervente aos poucos sobre a mistura, mexendo continuamente. Continue adicionando pequenas quantidades de água até obter uma farofa úmida e macia, porém ainda granulada. A preparação não deve adquirir consistência de pirão. Prove e ajuste o sal, se necessário. Sirva em seguida.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Para servir como acompanhamento, considere 80 g por pessoa. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a farofa ainda levemente aquecida ou em temperatura ambiente.
  • É um excelente acompanhamento para peixes, frutos do mar, carnes assadas e carnes de panela.
  • Combina especialmente bem com preparações que tenham molhos ou caldos, pois sua textura úmida complementa pratos mais suculentos.
  • Adicione a água fervente gradualmente. O ponto correto é úmido e macio, mas sem perder a textura granulada da farinha.
  • O molho campanha pode ser preparado antecipadamente e mantido sob refrigeração até o momento de preparar a farofa.
  • Se a preparação ficar mais seca depois de algum tempo, acrescente uma pequena quantidade de água quente e misture delicadamente antes de servir.

3. Curiosidades:

  • A denominação Farofa Molhada está diretamente relacionada à principal característica da preparação: a farinha de mandioca é hidratada com molho e líquido quente, em vez de permanecer seca e soltinha como ocorre em muitas outras farofas brasileiras.
  • A farinha de mandioca é um ingrediente de grande importância na alimentação amazônica e aparece em inúmeras preparações do Norte do Brasil. Na Farofa Molhada, ela funciona como uma base capaz de absorver os líquidos e concentrar os sabores do molho campanha.
  • O uso de leite de coco, coentro, pimenta de cheiro e farinha de mandioca reforça a identidade brasileira e amazônica da receita, enquanto a combinação de acidez do vinagre e do vinho com o azeite e as ervas cria um perfil aromático que diferencia essa farofa das versões mais tradicionais.

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O Risoto é um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne. A receita é fácil e muito saborosa.

Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, legumes, Cozinha Internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos (fundo de legumes)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 70 gramas de abobora, em cubos pequenos
  • 30 ml de vinho branco seco
  • 80 gramas de arroz arbório
  • Uma pitada de sal
  • Fundo de legumes, o suficiente  
  • 15 gramas de funghi
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • 50 gramas de queijo tipo grana padano

Modo de Preparo:

Hidrate o funghi e reserve.

Em uma panela refogue a cebola e a abóbora no azeite, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos para que os sabores incorporem aos grãos. Tempere com uma pitada de sal. Deglace com vinho branco e deixe evaporar.

Vá acrescentando o fundo de legumes, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais fundo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento (al dente), adicione o funghi já hidratado.

Finalize incorporando a manteiga e mexendo delicadamente. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Ajuste o sal, se necessário e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. O fundo ou caldo utilizado para a cocção do arroz deve ser preparado, se possível, na hora e deve ser bem leve, pois o sabor vai concentrando à medida que evapora ao ser acrescentado ao risoto. Para não errar, opte por um fundo de legumes básico.

4. O fundo de legumes pode ser substituído por água durante a cocção.

5. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.

6. O risoto aceita, como ingredientes, qualquer tipo de alimento: carnes, peixes, aves, queijos, verduras, legumes e até frutas. Porém, devem ser acrescentados no momento certo, respeitando seus tempos de cozimento. Por exemplo, cogumelos crus podem ser adicionados no início do cozimento, enquanto folhas, como rúcula, devem entrar na finalização, para manter sua textura e sabor.

7. Para soltar o amido, é importante acrescentar fundo aos poucos e mexer o arroz durante todo o cozimento, dando ao risoto sua cremosidade característica. Porém, mexa delicadamente para não quebrar os grãos. O correto é mexer em movimentos circulares, de baixo para cima, delicadamente.

8. O ponto certo do risoto é quando os grãos estiverem cozidos, mas com o centro resistente à mordida. Ele deve ser macio, mas ainda firme. Uma dica boa é, durante o cozimento, de tempos em tempos, pegar um grãozinho de arroz, colocar sobre uma superfície dura e apertar o grão, espremendo-o. Se estiver branco por dentro, não está no ponto. Quando estiver transparente por dentro, está no ponto ideal.

9. A finalização do risoto é outra etapa importante. Acrescente a manteiga e misture delicadamente para depois entrar com o queijo escolhido para o seu risoto. Risotos leves, como o de peixes e frutos do mar, devem ser finalizados sem o queijo ou com um tipo de queijo bem leve. Na finalização também é o momento ideal para entrar com os ingredientes que devem ser servidos praticamente frescos, como por exemplo, as frutas.


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O arroz com furikake é uma preparação simples, nutritiva e muito popular no Japão. Tradicionalmente servido como acompanhamento ou até como uma pequena refeição, esse arroz branco recebe um toque especial com o furikake, uma mistura seca de condimentos à base de gergelim, alga nori, peixe bonito seco (katsuobushi), shoyu e óleo de gergelim. Originalmente criado no início do século XX como uma forma de suplementar a alimentação com cálcio e sabor, o furikake se tornou um dos temperos mais consumidos no Japão, aparecendo também em bentôs, onigiris e sopas. A receita aqui apresentada ensina como preparar um arroz bem cozido, aromatizado com louro e cebola, finalizado com furikake polvilhado por cima. E, para quem preferir, também trazemos uma versão caseira do tempero.

Arroz com Furikake

Categoria:   acompanhamento/guarnição

Especificação: Arroz, cereal, vegetais, cozinha internacional (japão), vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 25 minutos

Rendimento: 750 gramas – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g): 210 kcal

Arroz com Furikake. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola picadinha
  • 1 folha de louro
  • 1 xícara de arroz branco cru (agulhinha ou japonês)
  • 2 xícaras de água fervente
  • Furikake (comprado ou caseiro), a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo baixo. Acrescente a cebola e uma pitada de sal. Refogue até dourar levemente. Junte a folha de louro e o arroz. Misture bem para envolver todos os grãos no refogado. Adicione a água fervente e aumente o fogo para médio. Não mexa mais. Quando a água começar a secar e o arroz estiver quase no ponto, abaixe o fogo e tampe parcialmente a panela. Deixe o arroz cozinhar até que toda a água tenha sido absorvida. Desligue o fogo, tampe a panela completamente e deixe descansar por 5 minutos. Finalize polvilhando o furikake por cima, a gosto. Sirva quente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta receita rende aproximadamente 6 porções de 130 g, sendo classificada como acompanhamento/guarnição. O porcionamento foi definido com base no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo: Sirva como acompanhamento para pratos japoneses, como peixe grelhado, frango teriyaki ou tofu grelhado. Também pode ser usado para montar onigiris (bolinhos de arroz).

3. Curiosidades: O furikake surgiu no Japão no início do século XX, originalmente como um suplemento alimentar rico em cálcio, desenvolvido por um farmacêutico. Hoje, é consumido por crianças e adultos, com diversas variações regionais e comerciais, e considerado um símbolo da praticidade e sabor da culinária japonesa.

4. Dica extra – Furikake caseiro: Se preferir fazer o seu próprio furikake, aqui está uma versão simples e saborosa:

Ingredientes

  • 100 gramas de gergelim branco
  • 100 gramas de gergelim preto
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 envelope de tempero de peixe bonito seco (hondashi)
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 2 a 3 algas nori, cortadas em pedacinhos

Modo de Preparo

Em uma frigideira seca, torre o gergelim em fogo médio, mexendo sempre até dourar e estalar. Adicione o shoyu, o óleo de gergelim, o hondashi e a alga nori. Mexa rapidamente até que a mistura fique seca e bem envolvida. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 1 a 2 minutos, sem deixar queimar. Retire do fogo e espalhe em uma travessa para esfriar completamente. Armazene em pote hermético por até 3 semanas.


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A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 1100 gramas – 3 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (350 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

Porcionamento: Esta receita foi ajustada como prato principal, considerando porções de 350 g, conforme o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


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O Baião de Dois é uma preparação tradicional da cozinha nordestina, especialmente associada ao Ceará e ao sertão nordestino. A receita combina dois ingredientes fundamentais da alimentação brasileira – arroz e feijão – tradicionalmente preparados com feijão de corda ou feijão verde, formando um prato nutritivo, saboroso e de forte identidade regional.

Sua origem está relacionada à alimentação sertaneja, marcada pelo aproveitamento de ingredientes acessíveis e pela necessidade de preparar refeições substanciosas. A combinação de arroz e feijão ganhou diferentes interpretações ao longo do tempo, incorporando ingredientes característicos da região, como manteiga de garrafa, queijo coalho, pimenta de cheiro, coentro e outros temperos locais.

O nome “Baião de Dois” também está relacionado ao universo cultural nordestino e ao baião, gênero musical que se tornou um dos símbolos da cultura da região. A preparação ultrapassou as fronteiras do sertão e tornou-se uma das receitas mais conhecidas da gastronomia nordestina.

Baião de Dois

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz, Feijão, Cozinha Brasileira (Região Nordeste, Ceará e sertão), vegetariana, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 600 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (200 g): 290 kcal

Baião de Dois. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 80 g de feijão verde (feijão de corda), cru
  • Sal, a gosto
  • 80 g de arroz
  • 1 colher (sopa) de manteiga de garrafa
  • 1/4 de cebola, picada
  • 1 dente de alho, picado
  • 1 pimenta de cheiro, picada
  • 1/2 xícara (chá) do caldo do cozimento do feijão
  • 3 talos de cebolinha, picados
  • 3 ramos de coentro, picados
  • 40 g de queijo coalho, em cubinhos

Modo de Preparo:

Cozimento do feijão: cozinhe o feijão verde em água com sal até ficar macio, porém ainda íntegro. Reserve o feijão escorrido e 1/2 xícara (chá) do caldo do cozimento.

Cozimento do arroz: prepare o arroz normalmente, até que os grãos estejam cozidos e soltinhos. Reserve.

Refogado: em uma caçarola, aqueça a manteiga de garrafa. Acrescente a cebola e refogue até começar a ficar translúcida. Junte o alho e a pimenta de cheiro e refogue brevemente, sem deixar o alho escurecer.

Incorporação do feijão: acrescente o feijão cozido e escorrido ao refogado. Misture delicadamente para envolver os grãos nos temperos.

Finalização do arroz: acrescente o arroz cozido e a cebolinha. Misture cuidadosamente para não desmanchar o feijão.

Ajuste de textura: adicione gradualmente o caldo reservado do feijão, misturando até obter uma preparação úmida, mas sem excesso de líquido. Ajuste o sal, se necessário.

Finalização: desligue o fogo e acrescente os cubinhos de queijo coalho e o coentro. Misture delicadamente e sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o posts A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Sirva o Baião de Dois imediatamente após o preparo, quando o queijo coalho ainda estiver macio e a preparação apresentar textura cremosa e úmida.
  • Como acompanhamento, combina especialmente bem com carnes grelhadas, carnes de sol, carne seca, bistecas e outras preparações de perfil regional.
  • Também é possível acrescentar uma proteína desfiada, como carne de sol ou galinha, durante o preparo do Baião de Dois, transformando a preparação em um prato ainda mais substancioso e completo.
  • Para uma apresentação mais refinada, utilize o queijo coalho em cubos regulares e finalize com folhas pequenas de coentro e cebolinha.
  • O caldo do feijão deve ser acrescentado aos poucos. A quantidade efetivamente utilizada pode variar conforme a umidade do arroz e a textura desejada.
  • Se preparado para serviço posterior, o ideal é reaquecer delicadamente com pequena quantidade de caldo ou água, evitando que o arroz fique ressecado.

3. Curiosidades:

  • O nome Baião de Dois faz referência ao baião, gênero musical tradicional do Nordeste brasileiro, estabelecendo uma relação entre a gastronomia e a cultura musical da região.
  • A preparação está fortemente associada ao sertão nordestino, especialmente ao Ceará, embora existam versões do prato em diferentes estados do Nordeste.
  • O Baião de Dois reúne dois alimentos fundamentais da alimentação brasileira, o arroz e o feijão, em uma única preparação, combinação que contribui para seu caráter nutritivo e substancioso.
  • O feijão de corda ou feijão verde, tradicionalmente utilizado na receita, é um ingrediente bastante presente na alimentação nordestina e contribui para a identidade regional do prato.
  • A manteiga de garrafa e o queijo coalho são ingredientes característicos que reforçam o vínculo do Baião de Dois com a culinária sertaneja e nordestina.
  • Existem inúmeras variações da receita. Dependendo da região e dos costumes familiares, podem ser acrescentados carne de sol, galinha, carne seca, bacon ou linguiça, entre outros ingredientes.
  • Embora seja frequentemente servido como prato completo, o Baião de Dois também pode ser apresentado como acompanhamento ou guarnição, especialmente quando servido em porções de menor tamanho.
  • A receita exemplifica como a cozinha brasileira transforma ingredientes cotidianos em preparações de forte identidade cultural e regional, preservadas e reinterpretadas ao longo das gerações.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Feijão Tropeiro é uma preparação tradicional associada à cultura dos tropeiros, homens que conduziam tropas de muares e cavalos pelo interior do Brasil, transportando mercadorias entre diferentes regiões. Durante as longas jornadas, eram necessárias preparações nutritivas, resistentes e relativamente simples de transportar e preparar. O feijão, combinado à farinha de mandioca e a ingredientes como carnes suínas, ovos e temperos, formava uma refeição substanciosa e adequada às condições das viagens.

Embora sua formação esteja relacionada às rotas percorridas pelos tropeiros por diferentes partes do território brasileiro, o Feijão Tropeiro tornou-se especialmente representativo da gastronomia de Minas Gerais, onde integra a tradição culinária regional e permanece presente tanto na alimentação cotidiana quanto em manifestações da cultura popular. Em Belo Horizonte, por exemplo, ganhou notoriedade também por sua associação ao futebol e ao tradicional “Tropeirão do Mineirão”.

A preparação reúne ingredientes característicos da cozinha brasileira, como feijão, farinha de mandioca, couve e carne suína, resultando em um prato de sabor marcante, textura úmida e levemente granulada e grande valor de saciedade.

Feijão Tropeiro

Categoria: Prato Principal,

Especificação: Feijão, carnes, Cozinha brasileira (Minas Gerais), sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré-preparo: 12 horas (de molho)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 500 gramas – 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (250 g): 560 kcal

Feijão Tropeiro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 g de feijão vermelho
  • 1/2 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 50 g de bacon em cubos
  • 100 g de linguiça calabresa em rodelas
  • 2 ovos
  • 1 folha de couve rasgada
  • 2 dentes de alho bem picados
  • 1/4 de cebola bem picada
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (café) de pimenta Calabresa
  • 2 ramos de salsinha bem picados
  • 2 talos de cebolinha bem picados
  • 40 g de farinha de mandioca crua

Modo de Preparo:

Deixe o feijão de molho[1] por 12 horas. Escorra a água do molho, coloque o feijão em uma panela comum[2], cubra com água e acrescente o louro. Cozinhe por aproximadamente 20 minutos, ou até que os grãos estejam cozidos, porém ainda firmes. Escorra e reserve.

Aqueça o óleo em uma panela ou frigideira. Frite o bacon até começar a dourar. Acrescente a linguiça calabresa e frite até que esteja levemente dourada. Retire as carnes e reserve, mantendo na panela a gordura liberada durante a fritura.

Bata levemente os ovos e tempere com sal e pimenta-do-reino. Coloque-os na mesma panela, acrescentando um pequeno fio de óleo, se necessário. Mexa delicadamente até que estejam cozidos, formando pedaços macios. Retire e reserve. Em outra panela, refogue a couve rapidamente, temperando com uma pequena quantidade de sal. Reserve.

Na panela utilizada para fritar o bacon e a linguiça, doure o alho e a cebola na gordura restante. Acrescente o feijão cozido e escorrido. Tempere com sal e pimenta calabresa e refogue por aproximadamente 2 minutos, envolvendo os grãos nos temperos. Junte o bacon, a linguiça, os ovos e a couve. Acrescente a salsinha e a cebolinha. Adicione a farinha de mandioca aos poucos, misturando delicadamente até obter uma preparação úmida e bem incorporada. A quantidade de farinha pode ser ajustada conforme a umidade do feijão e a textura desejada, sem deixar o preparo excessivamente seco. Sirva imediatamente.


Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte o post ‘A Composição do Almoço e do Jantar’.

2. Dicas de Consumo:

  • Sirva o Feijão Tropeiro ainda quente, como prato principal.
  • Tradicionalmente, pode ser acompanhado de arroz branco, couve refogada, ovo frito e, conforme a ocasião, torresmo.
  • Para uma apresentação mais contemporânea, porcione o tropeiro em aro e finalize com couve refogada ou um ovo de gema cremosa.
  • O ponto ideal é obtido quando os grãos permanecem inteiros e macios, envolvidos pela gordura e pelos temperos, enquanto a farinha proporciona liga sem retirar a umidade da preparação. A mistura deve ser feita delicadamente para evitar que o feijão se desmanche.
  • A farinha deve ser incorporada gradualmente. O objetivo é obter um tropeiro úmido e solto, e não uma farofa seca.
  • O prato também pode ser servido como acompanhamento de carnes assadas ou grelhadas, caso a porção seja reduzida.

3. Curiosidades:

  • Em Minas Gerais, a preparação também ganhou forte associação com o futebol, especialmente por meio do tradicional tropeiro comercializado no Mineirão.
  • O nome “tropeiro” está relacionado aos tropeiros, responsáveis pelo transporte de mercadorias e animais por extensas rotas terrestres no Brasil.
  • A farinha de mandioca tinha importância estratégica na alimentação dos viajantes por ser um ingrediente seco, de boa conservação e fácil transporte.
  • A presença da couve aproxima a preparação da tradição culinária mineira e é uma das combinações mais reconhecidas do prato.
  • O Feijão Tropeiro ultrapassou o contexto das antigas tropas e se consolidou como um dos pratos emblemáticos da gastronomia mineira.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Os Quiabos com Pimenta de Cheiro valorizam ingredientes presentes no repertório culinário do Cerrado e da cozinha regional do Centro-Oeste brasileiro, especialmente da culinária goiana. O quiabo, ingrediente de ampla presença nas cozinhas brasileiras, ganha nesta preparação o aroma característico da pimenta de cheiro, de picância geralmente suave e perfume marcante. O tomate, o alho, a cebola e a cebolinha completam a preparação, resultando em um acompanhamento simples, aromático e de sabor delicado. Pode ser servido com carnes, aves ou nas refeições cotidianas, acompanhado de arroz e feijão.

Quiabos com Pimenta de Cheiro

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Legumes, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste, Goiás), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 60 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 5 gramas de óleo
  • 1 dente de alho, bem picadão
  • 1/4 de cebola, bem picada
  • 100 ml de água quente
  • 1/2 rodela de limão, com casca
  • 150 gramas de quiabo, cortados em rodelas de 1 cm
  • 1 tomate madura, sem pele e sem semente, em cubos de 1 cm
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem semente e em tirinhas
  • 2 ramos de cebolinha, bem picada

Modo de Preparo:

Aqueça o óleo em uma panela e refogue o alho e a cebola até ficarem levemente dourados. Acrescente a água quente e deixe levantar fervura. Adicione a rodela de limão, o quiabo e o tomate. Tampe a panela e cozinhe em fogo médio por aproximadamente 10 minutos, ou até que o quiabo esteja macio, mantendo parte do líquido na preparação. Retire a rodela de limão. Tempere com sal e desligue o fogo.

Acrescente a pimenta de cheiro e a cebolinha, misturando delicadamente para preservar o aroma e a textura dos ingredientes. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como acompanhamento. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Pode acompanhar carnes bovinas, suínas e aves, especialmente preparações assadas, cozidas ou feitas na panela. Também combina com arroz e feijão, podendo compor uma refeição cotidiana de inspiração regional. Para preservar o aroma da pimenta de cheiro, ela deve ser incorporada no final do preparo.

3. Curiosidades: O quiabo possui textura naturalmente mucilaginosa[1], característica que pode se tornar mais ou menos evidente de acordo com a forma de preparo. Nesta receita, o tomate, o limão e o cozimento com pequena quantidade de líquido contribuem para uma preparação úmida e aromática. A pimenta de cheiro, apesar de geralmente apresentar picância suave, destaca-se principalmente pelo perfume, característica que explica seu uso como elemento aromático em diferentes preparações da cozinha brasileira.



Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Patatas Bravas (Batatas Bravas) é um tapa (um aperitivo, um petisco) muito consumido em toda a Espanha e teve sua origem em Madri no ano de 1960. Essa delícia espanhola são batatas fritas crocantes servidas com um molho picante (salsa brava) e guarnecido com Aioli. Muito fácil de preparar.

Patatas Bravas

Categoria:  Couvert, Entradas, Acompanhamento/Guarnição, lanches, Petisco,

Especificação: Tapas (petisco), Cozinha Internacional (Espanha),

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem nano erdozain por Pexels.

Ingredientes:

  • 2 batatas rosa grande, cortadas em cubos de 2 cm
  • Óleo, o suficiente para fritar
  • 2 tomates maduros
  • ¼ de cebola roxa, bem picada
  • 1 dente de alho, bem picado,
  • Uma pitada de páprica picante
  • Uma pitada de pimenta caiena
  • 1 colher (chá) de azeite
  • ½ folha de louro
  • Sal, a gosto
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)

Modo de Preparo:

Passe os cubos de batata na água, escorra bem e seque bem com papel toalha. Frite em óleo aquecido a 180ºC por 10 minutos, pequenas porções por vez, até os cubos ficarem cozidos, mas não dourados. Escorre e reserve.

Retire a pele dos tomates, separe as sementes e coe o seu suco. Pique bem a polpa.

Em uma frigideira, refogue a cebola, o alho, a páprica picante e a pimenta caiena no azeite. Acrescente a polpa e o suco das sementes dos tomates, o louro e deixe cozinhar, pingando água sempre que necessário. Tempere com sal e equilibre a acidez com o açúcar, se necessário.

Reaqueça o óleo a 180ºC e frite novamente as batatas em pequenas porções, agora para que fiquem crocantes e douradas. Tempere com sal e escorra em papel toalha.

Coloque as batatas em uma vasilha e cubra com o molho picante. Salpique a salsinha.

Dicas:

1. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Este prato pode ser guarnecido com Aioli.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos é um prato saboroso, nutritivo e fácil de fazer. É um salteado preparado com uma mistura de cogumelos (paris, shimeji e shitake), cenoura, pimentão vermelho, ervilha torta, espinafre e castanha de caju. Tudo bem aromatizado com tomilho, erva-doce e finalizado com salsinha.

Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição, Prato principal,

Especificação: Legumes, cogumelos, oleaginosas, leguminosas, verduras,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 300 gramas de cogumelos (paris, shitake e shimejis[1]), cortados em lâminas
  • 1 cenoura média, cortada em rodelas finas
  • 1 pimentão vermelho pequeno, cortado em julienne
  • 5 ervilhas tortas, cortadas ao meio
  • Folhas de 1/2 maço de espinafre
  • 100 gramas de castanhas de caju
  • Tomilho, a gosto
  • Sementes de erva-doce, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em um frigideira funda (se preferir, use uma wok). Adicione os cogumelos, a cenoura, o pimentão, as ervilhas, as folhas de espinafre, o tomilho, a erva-doce e o sal. Refogue por 6 minutos, salteando de vez em quando. Acerte o sal, salteie mais um pouco e apague o fogo. Finalize com salsinha.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


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Batatas Assadas com Alecrim é um prato delicioso que serve como Acompanhamento ou Guarnição em diversos preparos. É característico no Rio Grande do Sul e um dos pratos em que esta iguaria guarnece é o “Lombo à Moda Sulista”. A receita também pode ser consumida com um petisco. É muito fácil de fazer.

Batatas Assadas com Alecrim

Categoria:  Acompanhamento/guarnição, petisco

Especificação: legumes, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas asterix médias
  • 1 ramo de alecrim
  • Sal grosso a gosto
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 20 ml de azeite

Modo de Preparo:

Lave, seque e corte as batatas em quatro no sentido do comprimento. Cozinhe as batatas com sal, em água fervente, por aproximadamente 10 a 15 minutos. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra bem e espere amornar. Em um pilão, esmague as folhas do alecrim juntamente com um pouco de sal grosso. Adicione o alho picado e o azeite.

Passe essa mistura nas batatas e distribua-as em um tabuleiro. Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC até as batatas ficarem douradas.

Dicas:

1. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

2. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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A Cebola Caramelizada no Vinho é um ótimo acompanhamento para sanduíches e carnes. Fácil de fazer, saboroso e aromático. O sabor doce e levemente ácido dá um toque especial aos pratos.

Cebola Caramelizada no Vinho

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, lanches, petisco,

Especificação: Legumes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 cebolas roxas, cortadas em julienne
  • 3 colheres (chá) de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de vinho tinto

Modo de Preparo:

Em uma frigideira doure a cebola no azeite com açúcar e sal. Acrescente o vinho tinto. Deixe reduzir em fogo brando até que a calda fique mais espessa.

Dicas:

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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