O Salmão Crocante ao Maracujá é uma preparação que combina elegância, equilíbrio nutricional e contraste de sabores. A crosta de gergelim proporciona textura crocante e sabor levemente tostado ao peixe, enquanto o molho de maracujá acrescenta notas doces e ácidas que harmonizam perfeitamente com a riqueza natural do salmão. Completado por um colorido refogado de legumes, este prato oferece uma refeição leve, nutritiva e sofisticada, ideal para almoços especiais ou jantares refinados.

Salmão Crocante ao Maracujá

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, cozinha internacional (França), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 640 gramas – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (320 g): 425 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Molho de Maracujá

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar

Refogado de Legumes

  • 1 fio de azeite
  • 1/2 cebola cortada em tiras finas (corte julienne)
  • 1/2 pimentão amarelo cortado em tiras finas (corte julienne)
  • 2 tomates sem sementes cortados em tiras finas (corte julienne)
  • 1 cenoura grande cortada em tiras finas (corte julienne)

Salmão Crocante

  • 2 postas de salmão (120 gramas em cada)
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 70 gramas de gergelim preto
  • 70 gramas de gergelim branco
  • 1 fio de azeite

Modo de Preparo:

Molho de Maracujá

Retire a polpa dos maracujás. Em uma panela, coloque a polpa, o suco de maracujá concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até iniciar fervura. Reduza o fogo e cozinhe por 5 a 8 minutos, mexendo ocasionalmente, até obter um molho levemente espesso. Reserve.

Refogado de Legumes

Aqueça o azeite em uma frigideira. Adicione a cebola, o pimentão, o tomate e a cenoura. Refogue em fogo médio até que os legumes estejam macios, porém ainda firmes. Reserve aquecido.

Salmão Crocante

Tempere as postas de salmão com sal e pimenta do reino. Misture os gergelins preto e branco em um prato. Empane cuidadosamente as postas na mistura de gergelim. Aqueça o azeite em uma frigideira. Grelhe o salmão em fogo médio até dourar todos os lados e atingir o ponto desejado. Vire delicadamente para preservar a crosta de gergelim.

Montagem

Distribua o refogado de legumes nos pratos. Disponha uma posta de salmão sobre os legumes. Regue com parte do molho de maracujá ou sirva-o em uma molheira à parte.

Dicas:

1. Porcionamento: Esta receita foi dimensionada como prato principal à base de peixe, resultando em 2 porções de aproximadamente 320 g cada. Para mais informações sobre composição adequada das refeições, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva acompanhado de arroz integral, quinoa cozida, arroz de coco ou purê de mandioquinha. Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com algumas sementes de gergelim torradas e ervas frescas, como salsinha ou coentro.
  • O molho de maracujá também pode ser utilizado para acompanhar outros peixes grelhados, camarões ou aves, tornando-se uma opção versátil para diversas preparações.

3. Curiosidades: A combinação de peixes com frutas tropicais é bastante apreciada na gastronomia contemporânea por equilibrar sabores ricos e delicados. O gergelim, além de proporcionar crocância, acrescenta minerais importantes, enquanto o maracujá contribui com aroma marcante e acidez suave, criando uma harmonização muito agradável.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Frango Tandoori é um dos pratos mais emblemáticos da culinária indiana e tem origem ligada ao tradicional forno de barro chamado tandoor, utilizado há milhares de anos no sul da Ásia e em regiões do Oriente Médio. Nesse forno, os alimentos são preparados em temperaturas extremamente elevadas, resultando em carnes suculentas, aromáticas e levemente defumadas.

Nesta versão adaptada para forno convencional, as sobrecoxas de frango são marinadas lentamente em iogurte, limão, manteiga de garrafa e especiarias típicas da cozinha indiana, como cominho, coentro, cúrcuma e garam masala. A sobrecoxa é especialmente indicada para esse preparo por permanecer extremamente macia após o assamento, formando uma superfície dourada, aromática e levemente tostada, muito próxima do resultado obtido nos tradicionais fornos tandoor.

Frango Tandoori

Categoria:  Prato Principal, petisco

Especificação: Aves, frango, cozinha internacional (Índia), sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 6 horas (marinada)

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 unidade de sobrecoxa assada): 290 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 unidades de sobrecoxa de frango sem pele
  • 1 colher (café) de semente de cominho
  • 1 colher (café) de semente de coentro
  • 2 colheres (sopa) de semente de mostarda
  • 4 dentes de alho picadinhos
  • 2 colheres (chá) de gengibre ralado
  • 1 colher (sopa) de suco de limão
  • 160 g de iogurte natural integral
  • 2 colheres (sopa) de manteiga de garrafa ou ghee
  • 1 pitada de páprica
  • 1 pitada de cúrcuma
  • 1 colher (chá) de garam masala
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Retire a pele das sobrecoxas de frango e faça pequenos furos em vários pontos com a ponta de uma faca, para facilitar a absorção dos temperos.

Aqueça uma frigideira e toste, sem óleo, as sementes de cominho, coentro e mostarda por aproximadamente 20 segundos ou até liberarem aroma. Transfira as sementes para um pilão. Adicione o alho e o gengibre e amasse até formar uma pasta aromática. Coloque a pasta em uma tigela média. Acrescente o suco de limão, o iogurte, a manteiga de garrafa (ou ghee), a páprica, a cúrcuma, o garam masala e o sal. Misture bem até obter uma marinada homogênea. Adicione as sobrecoxas e envolva completamente na marinada. Cubra e leve à geladeira por 6 horas, virando as peças na metade do tempo para absorver os sabores de maneira uniforme.

Pré-aqueça o forno a 200 °C. Transfira as sobrecoxas para uma assadeira, despejando toda a marinada sobre a carne. Asse por aproximadamente 45 minutos, regando ocasionalmente com os líquidos da assadeira, até o frango ficar dourado, aromático e com leve crosta na superfície. Sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Como prato principal proteico, a porção de 1 unidade de sobrecoxa assada segue a recomendação apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • O Frango Tandoori combina perfeitamente com arroz basmati, arroz pilaf, legumes grelhados, naan e chutneys agridoces, como por exemplo o chutney de abacaxi.
  • Para uma versão mais intensa e picante, adicione pimenta caiena ou pimenta dedo de moça à marinada.
  • Algumas gotas extras de limão na finalização ajudam a realçar os aromas das especiarias.
  • Essa preparação também pode ser servida como petisco. Nesse caso, a sobrecoxa pode ser cortada em pedaços menores antes da marinada, facilitando o compartilhamento e a absorção dos temperos.

3. Curiosidades:

  • O tradicional forno tandoor pode atingir temperaturas superiores a 450 °C, permitindo assar carnes e pães rapidamente, preservando a suculência interna.
  • O uso do iogurte na marinada ajuda a amaciar a carne devido à ação do ácido lático presente no ingrediente.
  • O garam masala é uma mistura clássica de especiarias indianas cuja composição varia conforme a região e as tradições familiares.

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O Estrogonofe de Filé Mignon é uma preparação clássica da culinária internacional que atravessou séculos e fronteiras até se consolidar como um dos pratos mais populares no Brasil. A origem mais difundida remete à Rússia do século XVIII, quando cozinheiros franceses a serviço da família Strogonov desenvolveram uma preparação à base de tiras de carne bovina salteadas, mostarda e creme azedo. Com o passar do tempo, a receita foi ganhando adaptações regionais e novos ingredientes.

Ao chegar ao Brasil, especialmente a partir das décadas de 1960 e 1970, o estrogonofe sofreu importantes transformações, incorporando molho de tomate, creme de leite abundante e acompanhamentos que se tornaram praticamente inseparáveis do prato, como arroz branco e batata palha. A versão brasileira possui textura mais cremosa, sabor mais suave e caráter mais reconfortante, tornando-se presença frequente em refeições familiares, buffets e ocasiões festivas.

Nesta receita, o filé mignon garante maciez e sabor delicado, enquanto os cogumelos e o conhaque acrescentam profundidade aromática e sofisticação à preparação.

Estrogonofe de Filé Mignon

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Rússia), sem glúten

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2400 gramas – 8 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 565 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 kg de filé mignon
  • Sal, a gosto
  • Páprica picante, a gosto
  • 2 cebolas tamanho médio, em brunoise
  • 50 ml de óleo
  • 400 gramas de cogumelos Paris, laminado
  • 1 1/2 litros de creme de leite fresco
  • 1 lata de tomate pelado, repicado
  • 80 ml de conhaque
  • 1 maço de salsinha, picadinha

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon, retirando o cordão e eventuais excessos de gordura ou membranas. Corte a carne em iscas finas e tempere com sal e páprica picante a gosto. Reserve.

Aqueça uma panela larga e refogue a cebola no óleo até iniciar leve transparência. Acrescente o filé mignon e salteie rapidamente por aproximadamente 4 minutos, preservando a maciez da carne. Adicione os cogumelos laminados e cozinhe por mais alguns minutos. Acrescente o creme de leite fresco e o tomate pelado repicado, misturando bem. Cozinhe em fogo médio até atingir a cremosidade desejada. Flambe com o conhaque e finalize com a salsinha picada. Sirva ainda quente acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • O estrogonofe deve apresentar molho cremoso e envolvente, sem excesso de redução. O ponto ideal é quando o molho cobre delicadamente a carne.
  • Sirva acompanhado de arroz pilaf (arroz branco) e batata palha, combinação tradicional da adaptação brasileira.
  • Para uma apresentação mais sofisticada, finalize com salsinha fresca picada no momento de servir.
  • O filé mignon pode ser substituído por alcatra, contrafilé ou peito de frango, respeitando os tempos de cocção de cada proteína.
  • Caso utilize creme de leite industrializado, evite fervura intensa para prevenir a separação da gordura. Nesse caso, o creme deve ser incorporado ao final da preparação.
  • Para versões sem lactose, podem ser utilizados creme vegetal à base de castanhas ou leite de aveia caseiro.
  • O leite de aveia pode ser preparado utilizando a proporção de 3 partes de água gelada para 1 parte de aveia em flocos. Após bater no liquidificador, coe em voal. O leite pode ser armazenado sob refrigeração por até 3 dias.
  • O resíduo da aveia pode ser reaproveitado em bolos, biscoitos e panquecas.

2. Curiosidades:

  • A origem mais conhecida do estrogonofe remete à Rússia do século XVIII, associado à família Strogonov, importante família aristocrática russa.
  • A receita original levava carne bovina, mostarda, caldo e creme azedo, sem molho de tomate.
  • O prato ganhou projeção internacional por influência da culinária francesa, especialmente devido aos cozinheiros franceses que trabalhavam na Rússia aristocrática.
  • Os cogumelos passaram a integrar muitas versões internacionais da receita após sua difusão pela Europa e Ásia.
  • No Brasil, o estrogonofe se popularizou fortemente entre as décadas de 1960 e 1970, tornando-se um dos pratos mais presentes em almoços familiares e buffets.
  • A combinação com arroz branco e batata palha é uma adaptação tipicamente brasileira e praticamente inexistente nas versões russas tradicionais.
  • Na Rússia, versões clássicas do prato costumam ser servidas acompanhadas de purê de batatas ou massas.

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O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 kg – 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 495 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela.

Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Porcionamento: Por se tratar de uma preparação mista e composta classificada como prato principal, o porcionamento foi ajustado para 300 gramas por pessoa, conforme o padrão apresentado no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

3. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedos, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal com guarnições

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 filé + 4 batatas duchésse + 4 aspargos + 50 g de molho): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 50 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 220 ml de creme de leite fresco
  • 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedos[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedos. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedos.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedos no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com 50 gramas de molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. O tournedos é um corte alto e espesso retirado da parte central do filé mignon. Tradicionalmente servido em preparações clássicas francesas, destaca-se pela maciez e pela cocção rápida, preservando suculência e elegância no prato.

2. Porcionamento: Esta receita foi porcionada como prato principal composto, considerando aproximadamente 1 tournedos de 150 g após cocção, 50 g de molho, 4 unidades de batata Duchésse e 4 aspargos por pessoa. Para entender melhor a composição equilibrada das porções, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

3. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

4. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


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A Farofa de Cogumelos é prática e muito saudável. Foi utilizado o cogumelo Paris, mas pode incluir qualquer cogumelo. É perfeito para servir como acompanhamento de uma refeição seja ela vegana ou não.

Farofa de Cogumelos

Categoria:  Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/4 de alho poró em brunoise
  • 1 cebola em julienne
  • 200 gramas de cogumelo Paris
  • 1 colher (café) de aji-no-moto (glutamato monossódico)
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • 1 cenoura crua ralada
  • Sal, a gosto
  • Farinha de mandioca, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela adicione o azeite, alho, alho poró, cebola, cogumelo, aji-no-moto, gengibre e pimenta do reino branca. Doure por dois minutos. Acrescente a cenoura ralada, acerte o sal e doure por mais dois minutos. Adicione a farinha de mandioca e finalize com a salsinha repicada.


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Como o próprio nome diz, essa é uma Farofa Molhada. Entre os seus ingredientes está um molho campanha que é preparado com um vinagrete de vinho branco e leite de coco, o que deixa o prato com um sabor muito especial. Essa iguaria é uma receita do estado do Pará, no Norte do Brasil.

Farofa Molhada

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Farofa, Cozinha Brasileira (Pará),

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Farofa Molhada. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Molho Campanha

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco (ou vinagre de maçã)
  • 1 colher (sopa) de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • 1/2 tomate maduro, em cubinhos
  • 1/4 de cebola média, em cubinhos
  • 1/8 de pimentão verde, em cubinhos
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de cebolinha, bem picados
  • 1 pimenta de cheiro, levemente amassada

Farofa

  • 80 gramas de farinha de mandioca crua
  • 1 colher (sopa) de leite de coco
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Água fervente, o suficiente

Modo de Preparo:

Molho Campanha

Em uma tigela, misture o azeite, o vinagre e o vinho, batendo bem para homogeneizar. Tempere com sal e corrija a acidez com um pouco de água. Acrescente o restante dos ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira.

Farofa

Em uma bowl, misture a farinha de mandioca, o leite de coco, molho campanha a gosto e o azeite, temperando com sal. Em uma panela pequena ferva um pouco de água. Vá derramando aos poucos sobre a farinha. A farofa deve ficar molhada sem formar um pirão.


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A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 1100 gramas – 3 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (350 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Tahine é uma pasta preparada com sementes de gergelim moídas. As sementes possuem 50% do peso em óleo e coloração que varia do bege claro ao negro. O Tahine tem raízes antigas na Mesopotâmia. A cultura de gergelim tem evidências de utilização desde 4.000 a.C. nessa região.

A pasta de gergelim é um ingrediente muito presente em pratos tradicionais e típicos de vários países do Oriente Médio e Mediterrâneo Oriental. Ele é usado em molhos, pastas, doces e até em pratos principais.

O tahine é bem cremosa e aromática, ideal para o preparo de molhos e para dar consistência em pastinhas. Pode ser feito com gergelim branco ou preto. Com o gergelim branco, o sabor é mais suave e amendoado. Com o gergelim preto, o sabor fica mais forte e amargo. A textura é ligeiramente oleosa, fazendo com que a tahine seja um ótimo substituto para a pasta de amendoim ou manteiga.

Tahine

Categoria:  couvert, entrada, lanches, petiscos.

Especificação: Patê ou Pasta Cremosa, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariana, vegana, vegetais, sem glúten, sem lactose,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: 200 gramas – 13 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 89 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de gergelim

Modo de Preparo:

Distribua o gergelim em um tabuleiro, sobre uma folha de papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 5 minutos. retire do forno e deixe esfriar um pouco. Leve a um processador de alimentos e bata até obter uma mistura homogênea. Guarde em um recipiente fechado na geladeira por até 3 meses.

Observação sobre porcionamento e uso: O tahine se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, não sendo utilizado como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta altamente concentrada, rica em gorduras boas e de sabor marcante, sua função é intensificar preparações, conferir untuosidade e equilibrar sabores, sendo frequentemente utilizado como base para molhos, pastas ou finalizações. A porção de 15 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou como componente de outras preparações, garantindo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais elementos da refeição. Consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

Dicas de Consumo:

1. Como molho ou pasta (base de receitas tradicionais):

  • Misture tahine, limão, alho e água para criar um molho clássico (como a techina israelense).
  • Sirva com falafel, shawarma, kafta, peixe grelhado ou legumes assados.
  • Pode ser usado como molho de saladas cruas ou grelhadas – especialmente com pepino, tomate, couve-flor ou cenoura.

2. Como pasta para pães e torradas:

  • Espalhe tahine puro ou misturado com mel, melaço ou geleias sobre pão sírio, torradas ou panquecas.
  • Faça uma versão doce turca com tahin pekmez: misture tahine com melado de uva ou de cana.

3. No café da manhã:

  • Misture tahine com iogurte natural e mel para um creme proteico.
  • Use como substituto da manteiga de amendoim com frutas, especialmente banana ou maçã.

4. Em molhos para pratos quentes:

  • Dilua tahine com caldo ou água quente, adicione alho e limão e sirva sobre legumes cozidos, como abóbora, batata-doce ou brócolis.
  • Combine com molho de soja e gengibre para um toque asiático em vegetais salteados.

5. Em doces e sobremesas:

  • Use tahine no preparo de cookies, brownies ou bolos para dar sabor e umidade.
  • Misture com cacau e mel para criar uma pasta tipo “nutella do Oriente Médio”.
  • Prepare doces tradicionais como halva (doce de tahine e açúcar), servido puro ou com castanhas.

6. Como base de patês e pastas:

  • Misture tahine com berinjela assada para fazer babaganush.
  • Adicione a pastas de feijão branco, lentilhas ou cenoura assada para variar sabores.

7. Como espessante natural:

  • Use tahine para dar cremosidade a sopas e cremes, substituindo creme de leite em preparações veganas.
  • Também serve como base para molhos veganos em massas ou grãos.

8. Armazenamento e uso inteligente:

  • Guarde o tahine em local fresco e escuro, ou na geladeira após aberto.
  • Se o óleo se separar da pasta, misture bem com uma colher — é normal, não significa que está estragado.

Países onde o tahine é amplamente utilizado e pode ser considerado parte essencial da culinária nacional:

1. Líbano: Muito usado em pratos tradicionais como o húmus e o babaganush. Comum em molhos que acompanham carnes e falafel.

2. Síria: Ingrediente base em molhos e pastas. Presente no “mutabal” e como acompanhamento de kafta e shawarma.

3. Israel: Considerado parte essencial da culinária israelense. O tahine (localmente chamado de techina) é usado puro, em molhos ou com limão e alho.

4. Palestina: Usado em diversas receitas tradicionais. Presente em doces como halva e em molhos salgados.

5. Jordânia: Usado em pratos com cordeiro, berinjela, falafel e com peixe.

6. Turquia: Muito presente, principalmente em sobremesas como tahin pekmez (tahine com melado). Utilizado também em receitas salgadas, embora menos como molho do que no Levante.

7. Irã (antiga Pérsia): Utilizado em preparos doces e salgados. Muito comum em cafés da manhã ou sobremesas.

8. Egito: Parte essencial da cozinha egípcia. Consumido como molho (com limão e alho) e com pão, falafel (ta’ameya) ou peixe..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Batata Duchésse é um clássico da culinária francesa, criado pelo célebre chef Auguste Escoffier. Trata-se de um purê enriquecido com gemas e queijo, moldado com o bico de confeitar pitanga e levemente dourado no forno. A receita carrega uma curiosa inspiração histórica: a palavra Duchesse significa “Duquesa” em francês e homenageia Maria Antonieta, arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. O formato ondulado e elegante das porções lembra os penteados volumosos e característicos da nobreza da época.

Hoje, as Batatas Duchesse são apreciadas como acompanhamento refinado, entrada leve ou petisco sofisticado, trazendo simplicidade e elegância à mesa.

Batata Duchésse

Categoria:  Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanche,

Especificação: Purê, batata, vegetais, Cozinha Internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 750 gramas – 15 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 115 kcal

Batata Duchesse. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de batata
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas em água fervente com sal até que fiquem macias. Assim que estiverem cozidas, resfrie-as rapidamente em água fria e amasse até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços enquanto o purê ainda estiver quente. Misture as gemas e, em seguida, incorpore o queijo Gruyère ralado. Tempere com sal. Transfira o purê para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de aproximadamente 7 centímetros de diâmetro em uma assadeira. Leve ao forno pré-aquecido por 5 a 10 minutos, ou até que fiquem levemente douradas por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento e serviço: Como entrada ou petisco, a Batata Duchesse deve ser servida em porções de 50 g por pessoa, o que corresponde, em média, a 1 a 2 unidades médias moldadas com bico pitanga. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • As Batatas Duchesse devem ser servidas bem douradas, mantendo o contraste entre a casquinha crocante e o interior macio.
  • Acompanham perfeitamente carnes clássicas da culinária francesa, como Steak au Poivre, Filé ao molho madeira ou pratos festivos.
  • Podem ser servidas também como petisco refinado em pequenas porções.

2. Curiosidades:

  • A receita original não leva noz-moscada, mas alguns chefs contemporâneos adicionam uma pitada para aromatizar.
  • Na França, esta preparação é uma das técnicas ensinadas nas escolas de gastronomia como base para domínios de texturas e uso de saco de confeitar.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as Receitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Salada de Papaia Verde, conhecida como Som Tam Thai, é uma das preparações mais emblemáticas da culinária da Tailândia, especialmente da região nordeste do país, chamada Isan. O nome “Som Tam” pode ser traduzido como “pilar o azedo”, uma referência direta à técnica tradicional de preparo no pilão, onde os ingredientes são levemente macerados para liberar aromas e equilibrar sabores.

Essa salada representa com precisão a filosofia da cozinha tailandesa, que busca harmonia entre os cinco sabores fundamentais: azedo, doce, salgado, picante e umami, além de valorizar a textura crocante e a sensação de frescor. Tradicionalmente preparada com papaia ainda verde, o prato combina ingredientes simples, mas intensos, como molho de peixe, açúcar de palma, pimenta fresca, camarão seco e amendoim tostado, resultando em uma salada vibrante, aromática e extremamente refrescante.

Som Tam Thai – Salada de Papaia Verde

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Salada clássica, salada de grãos e leguminosas, cozinha internacional (Tailândia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 120 kcal

Som Tam Thai (Salada de Papaia Verde). Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 pimenta malagueta verde, fresca, pequena, inteira
  • 2 dentes de alho
  • 120 gramas de mamão papaia verde ou de vez, descascado e cortado em palitos grandes
  • 40 gramas de feijão verde, cozido
  • 25 gramas de amendoim sem sal, tostado
  • 12 gramas de camarão seco pequeno
  • 6 tomates cereja, cortado em quatro
  • 2 colheres (sopa) de suco de lima ou limão
  • 35 gramas de açúcar de palma
  • 2 colheres (sopa) de molho de peixe (nam pla)

Modo de Preparo:

Em um pilão, coloque a pimenta, o alho e uma pequena parte do mamão. Triture levemente até liberar aromas, sem formar uma pasta homogênea. Transfira para uma tigela e acrescente o feijão-verde, o amendoim, o camarão seco, o tomate e o restante do mamão. Misture delicadamente. Adicione o suco de lima ou limão, o açúcar de palma e o molho de peixe. Misture novamente até que os sabores estejam bem equilibrados. Sirva imediatamente.

Toques finais e sugestões:

1. Observação sobre a porção: Esta preparação está padronizada como entrada, com porção individual de 120 g, adequada para abrir a refeição de forma leve, fresca e estimulante ao paladar, conforme a composição de refeições apresentada no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Sirva a salada bem fresca, logo após o preparo, para preservar a crocância do mamão e o frescor dos aromas.
  • Pode ser acompanhada de folhas verdes delicadas ou servida como contraponto refrescante a pratos mais intensos da culinária asiática.
  • Ajuste o nível de picância conforme o perfil do público, reduzindo ou aumentando a quantidade de pimenta.
  • Na Tailândia, é tradicionalmente servida como acompanhamento de arroz glutinoso, galinha assada e vegetais crus, como a couve chinesa.

3. Curiosidades:

  • Existem diversas variações regionais da receita, algumas mais salgadas, outras mais picantes ou com adição de ingredientes fermentados.
  • Na Tailândia, o Som Tam é frequentemente preparado e servido na hora, em bancas de rua, utilizando o pilão como ferramenta essencial.

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O Vinagrete é um molho emulsionado preparado a partir da combinação de uma gordura, como óleo ou azeite, com um ingrediente ácido, como vinagre ou suco de limão, aromatizado com especiarias e, eventualmente, ervas frescas. A palavra vem do francês ‘vinaigrette’, diminutivo de ‘vinaigre’ (vinagre), e define um dos molhos mais básicos e versáteis da cozinha clássica.

A emulsão do vinagrete é instável por natureza, pois resulta da união de dois líquidos que não se misturam espontaneamente. Para obter uma mistura homogênea, é necessário bater ou agitar vigorosamente os ingredientes no momento do preparo ou antes do uso. A proporção clássica utiliza, em média, três partes de gordura para uma parte de ácido, garantindo equilíbrio entre untuosidade e acidez.

Simples e funcional, o Vinagrete Tradicional é composto apenas de azeite, vinagre, sal e pimenta, podendo receber pequenos ajustes conforme o uso. É ideal para temperar saladas, vegetais cozidos ou crus, carnes grelhadas, marinadas e preparações frias em geral.

Vinagrete Tradicional

Categoria:  Entradas, Acompanhamento/Guarnição,

Especificação: Vinagrete, molho frio, molho condimentar, molho emulsionado, molho cru ou batido, cozinha internacional (França), vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 5 minutos

Rendimento: 150 ml – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 ml): 135 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de azeite de oliva
  • 3 colheres (sopa) de vinagre (de maçã ou de vinho branco)
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • Uma pitadinha de açúcar (opcional)

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes em uma tigela pequena. Bata vigorosamente com um fouet até obter uma mistura homogênea. Utilize imediatamente ou reserve sob refrigeração por curto período. Antes de servir, bata ou agite novamente para recompor a emulsão.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: este molho se enquadra na categoria molhos emulsionados ou condimentares, com porção média de 30 ml por pessoa, sendo utilizado para temperar ou acompanhar preparações de forma moderada. Para mais detalhes, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de Consumo:

  • Ideal para saladas verdes simples, como alface, rúcula, agrião e endívia, pois realça o sabor dos ingredientes sem sobrecarregar a preparação.
  • Funciona muito bem para temperar legumes cozidos e ainda mornos, como batatas, vagens, cenouras ou beterrabas, facilitando a absorção do molho.
  • Pode ser utilizado como base para marinadas rápidas de carnes, aves, peixes firmes ou vegetais grelhados, especialmente quando combinado com alho ou ervas.
  • Excelente para finalizar grelhados, legumes assados e saladas de grãos, aplicado sempre com moderação, respeitando a porção indicada.

3. Dicas Extras:

  • Pode ser aromatizado com alho ralado, mostarda, ervas frescas ou secas, conforme a aplicação desejada.
  • Ideal para uso imediato, pois a emulsão é naturalmente instável.

4. Curiosidades:

  • Pequenas adições de ingredientes como mostarda, alho ou mel podem retardar a separação das fases, tornando a emulsão levemente mais estável sem descaracterizar o molho.
  • A proporção clássica de três partes de gordura para uma parte de ácido é atribuída à tradição francesa e permanece como referência para o equilíbrio sensorial do vinagrete.
  • O vinagrete é considerado uma das emulsões mais antigas da culinária ocidental, antecedendo molhos clássicos como a maionese.
  • Por ser uma emulsão instável, sua separação é natural e esperada. Agitar antes do uso não é um defeito, mas uma característica técnica do preparo.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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