O Repolho Roxo Refogado com Vinho é uma receita regional do estado de Santa Catarina. É um prato agridoce e muito aromático. O repolho é refogado juntamente com uvas-passas, maçã, zimbro, vinho tinto, açúcar e vinagre. É um excelente acompanhamento para pratos com carne, principalmente suína, como por exemplo, o Eisbein – Joelho de Porco.

Repolho Roxo Refogado com Vinho

Categoria: Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Legumes, Frutas, Cozinha Brasileira (Santa Catarina)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 dente de alho, cortado ao meio
  • 1/4 cebola, bem picada
  • 15 gramas de azeite
  • 30 gramas de uva-passa, sem semente
  • 1/4 maça, ralada
  • 150 gramas de repolho roxo, laminado
  • 1 baga de zimbro, amassada
  • 10 ml de vinho tinto seco
  • 1 pitada de açúcar
  • 7 ml de vinagre de vinho tinto
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça a panela e esfregue, no fundo, o dente de alho cortado ao meio. Na mesma panela, murche a cebola no azeite. Acrescente as uvas-passas e a maçã, refogue rapidamente e, em seguida, adicione o repolho e o zimbro. Regue com o vinho, deixe evaporar, e pulverize o açúcar. Regue com o vinagre e tempere com sal e pimenta-do-reino. Deixe cozinhar, em fogo alto, até secar os líquidos.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Boi Bêbado com Ervilha Torta é um picadinho de carne cozida na cerveja preta. É suculento e saboroso e pode ser servido em uma refeição com arroz branco ou como petisco acompanhado de fatias de pães. É uma receita antiga que minha mãe fazia como tira gosto nos finais de semana. Provem!

Boi Bêbado com Ervilha Torta

Categoria: Petisco, Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 cebola picadinha
  • 3 dentes de alho picadinho
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 quilo de carne bovina (acém, chã de fora ou músculo), cortada em cubos médios
  • 1 lata de cerveja preta
  • 3 tomates maduros, picadinhos
  • 1/2 litro de água
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 2 folhas de louro
  • 2 xícaras de ervilha torta, cortadas ao meio
  • Salsinha, picadinho a gosto

Modo de Preparo:

Leve uma panela de pressão ao fogo alto, acrescente a cebola e o alho, doure. Adicione a carne e sele bem.  Acrescente a cerveja preta, o tomate, a água, o sal e o louro. Tampe a panela. Quando começar a chiar, baixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos. Desligue a panela e espere sair toda a pressão. Adicione as ervilhas tortas e deixe cozinhar por mais 5 minutos com a panela destampada. Finalize com a salsinha.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Cozimento à vapor é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar os alimentos em banho de vapor, criado por água ou outros líquidos ferventes.

3. Pode ser servido como petisco acompanhado de pão francês.

4. Pode ser servido em uma refeição acompanhado de arroz branco (Arroz Pilaf).


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a Salada Alemã de Batata é um prato típico da Região Sul e, geralmente, acompanha a preparação do “Eisbein – Joelho de Porco”. A receita é simples: batatas cozidas com cebola, ovo cozido, sal, pimenta do reino e vinagre de vinho tinto.

Salada Alemã de Batata

Categoria: Entradas, Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Salada de Legumes, Batatas, Cozinha Brasileira (Região Sul – Paraná e Santa Catarina)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 batatas médias
  • 1/2 cebola, em rodelas bem finas
  • 1 ovo, cozido
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 10 ml de vinagre de vinho tinto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas sem descascar. Quando estiverem cozidas, mas não macias demais, escorra e espere amornar. Elimine a cascas das batatas e corte-as em rodelas, tomando cuidado para que não desmanchem. Regue as rodelas de cebola com água fervente para eliminar a acidez e deixe esfriar. Arrume a cebola e o ovo, cortado em rodelas, sobre as batatas. Tempere com sal e pimenta-do-reino e metade do vinagre. Agite ligeiramente para que o tempero seja absorvido por igual. Se necessário acerte o sal e acrescente mais vinagre. Mantenha na geladeira até o momento de servir.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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O Pirão de Peixe é uma preparação tradicional da culinária brasileira, especialmente presente nas cozinhas litorâneas e nas regiões onde o pescado ocupa lugar de destaque na alimentação. Sua base é o caldo obtido do cozimento do peixe, enriquecido com seus próprios ingredientes aromáticos e engrossado com farinha de mandioca, ingrediente de origem indígena que possui papel fundamental na formação da culinária brasileira.

A origem do pirão é objeto de diferentes interpretações históricas. Há estudos que relacionam sua formação às práticas alimentares dos povos indígenas, que utilizavam a mandioca e seus derivados em diferentes preparações. Também são apontadas influências africanas, entre outras contribuições que participaram da formação da cozinha brasileira. Dessa forma, o pirão pode ser compreendido como uma preparação construída a partir do encontro de diferentes tradições culinárias e da adaptação aos ingredientes disponíveis no território brasileiro.

Nesta versão, a cabeça do peixe é utilizada para a elaboração de um caldo saboroso e para o aproveitamento da carne que permanece nessa parte do pescado. Após o cozimento, a carne é separada dos ossos e incorporada novamente ao caldo, que recebe a farinha de mandioca até adquirir a consistência característica do pirão. A preparação valoriza, assim, uma parte do peixe que muitas vezes é descartada e pode ser servida como acompanhamento de diferentes pratos à base de pescado ou mesmo de forma independente em uma refeição.

Pirão de Peixe

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Pirão, Cozinha brasileira (Região Sudeste, Espírito Santo), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 840 g – 7 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 75 kcal

Imagem de Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/2 maço de coentro, picado
  • 1 cebola, bem picada
  • 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes e picados
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 litro de água
  • 1 cabeça de peixe
  • 1 fio de azeite
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 100 gramas de farinha de mandioca crua
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 6 ramos salsinha, bem picados
  • 6 talos cebolinha, bem picados
  • Pimenta malagueta a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça um fio de azeite e refogue o coentro, a cebola, os tomates e o alho até os vegetais começarem a amolecer e liberarem seus aromas. Acrescente a água e a cabeça do peixe. Cozinhe em fogo médio até que a carne esteja bem cozida e se desprenda facilmente dos ossos. Durante esse processo, parte da água irá evaporar, concentrando o sabor do caldo. Retire a cabeça do peixe da panela e, com cuidado, separe a carne aproveitável dos ossos. Descarte espinhas, ossos e demais partes não comestíveis. Reserve a carne.

Coe o caldo para retirar os resíduos sólidos. Tempere com sal e pimenta do reino. Em outra panela, aqueça o azeite e refogue rapidamente o colorau, apenas para liberar sua cor e seus aromas. Acrescente o caldo quente e, aos poucos, adicione a farinha de mandioca, mexendo continuamente para incorporá-la ao caldo e evitar a formação de grumos.

Cozinhe em fogo baixo, mexendo continuamente, até obter um pirão cremoso, homogêneo e com a consistência desejada. A quantidade de farinha deve ser incorporada gradualmente, permitindo controlar o espessamento da preparação. Acrescente a carne de peixe desfiada e misture delicadamente. Finalize com a salsinha, a cebolinha e, se desejar, a pimenta malagueta. Ajuste o sal e sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Sirva o pirão como acompanhamento de moquecas, peixes grelhados, assados ou ensopados. Também pode compor uma refeição com arroz e outros acompanhamentos. Para o padrão desta receita, considere 120 g de pirão por pessoa.

2. Curiosidades:

  • No Sudeste, o pirão está especialmente associado à culinária do Espírito Santo, onde preparações à base de peixes e frutos do mar ocupam lugar de destaque. O uso do colorau, presente em diversas preparações capixabas de pescado, contribui para a identidade e a coloração característica desta versão. O pirão também acompanha tradicionalmente diferentes preparações de peixe, aproveitando o caldo do cozimento para incorporar a farinha de mandioca e transformar o líquido em uma guarnição saborosa e cremosa.
  • O pirão evidencia a importância da farinha de mandioca na culinária brasileira. A técnica consiste em utilizar um caldo saboroso como base e incorporá-lo à farinha de mandioca até obter uma preparação cremosa. O aproveitamento da carne da cabeça do peixe também exemplifica uma prática culinária que reduz o desperdício e valoriza diferentes partes do pescado.
  • A carne encontrada próxima às bochechas e à base da cabeça é especialmente aproveitável e contribui para o sabor e a textura do pirão.

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O Peixe na Telha é um prato típico do estado de Goiás. A posta de peixe de água doce após ser temperada com sal, alho e limão é frita em óleo e em seguida, colocada na telha junto com pimenta de cheiro, pimentão e leite de coco e levada ao forno em uma telha para assar. O Peixe na telha é acompanhado por um pirão mole preparado com tomate, azeite de dendê, alho, cebola e um pouco de farinha de mandioca, tudo servido com um delicioso arroz branco.

Peixe na Telha com Pirão Mole

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Cozinha Brasileira (Goiás), Peixe

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Pirão Mole

  • 3 tomates, sem pele e sem sementes
  • 5 ml de azeite de dendê
  • 5 ml de óleo
  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 1/2 cebola, bem picada
  • Farinha de mandioca
  • Sal a gosto

Peixe na Telha

  • 2 postas de peixe de água doce (surubim, pintado ou outro)
  • 1/2 limão, suco
  • Sal a gosto
  • 1 pimenta de cheiro, sem sementes, picadinha
  • 50 ml de leite de coco
  • 1/4 de pimentão, em tiras

Modo de Preparo:

Pirão Mole

Retire a pele dos tomates, bata no liquidificador com um pouco de água e coe. Em uma panela, aqueça o azeite-de-dendê e o óleo, e refogue o alho e a cebola. Acrescente o tomate batido, acerte o sal e deixe ferver até engrossar. Apague o fogo e pulverize farinha de mandioca, aos poucos, até formar um pirão mole.

Peixe na Telha

Tempere o peixe com sal e limão e reserve. Frite as postas de peixe no óleo e escorra em papel absorvente. Coloque as postas na telha, junto com a pimenta-de-cheiro e leve ao forno por aproximadamente 15 minutos. Abra espaço no canto da telha e coloque o pirão mole. Acrescente o pimentão cortado em tiras e o leite de coco sobre o peixe e leve novamente ao forno. A telha pode ser levada diretamente à mesa. Sirva acompanhado de arroz branco.

Dicas:

1. Tomates. Como retirar a pele e sementes dos tomates – faça um corte superficial em formato de cruz na ponta do tomate. Coloque-o em água fervente e deixe por alguns instantes até perceber que a pele começa a soltar, não dá nem 15 segundos. Retire o tomate da água quente e o mergulhe numa tigela com água bem gelada. Retire a pele, corte o tomate ao meio e com o auxílio de uma colher retire todas as sementes. Em seguida, corte da maneira solicitada na receita.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.

4. Assar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) podendo ter a utilização de vapor, em que o item é cozido em forno ou espeto, sobre fogo ou condução através de uma resistência.


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Com influências indígenas, africanas e portuguesas, a moqueca é um dos pratos mais conhecidos do Brasil. É um saboroso ensopado rico em ervas e especiarias que podem ser de peixes e/ou frutos do mar. Existem diversas versões, inclusive vegetarianas em que a proteína de origem animal é substituída por banana da terra, palmito, cogumelos, polpa de caju verde, berinjela entre outros.

Cada estado brasileiro tem a sua receita, sendo que a moqueca é um prato típico dos estados do Espírito Santo, Bahia e Pará. Como vimos anteriormente, a Moqueca Capixaba é um prato leve, preparado com tomate, óleo de urucum, peixes como badejo e camarão, sendo considerada com ícone do Espírito Santo e tem um dia dedicado a ela. A Moqueca Paraense utiliza peixes amazônicos e ingredientes que simboliza os sabores do Norte do Brasil como castanha do Pará, tucupi, jambu, entre outros.

Já a Moqueca Baiana incorpora ingredientes e técnicas culinárias africanas, como azeite de dendê e o leite de coco, que conferem ao prato um sabor rico e uma textura cremosa. A receita a seguir é uma Moqueca Baiana com seus sabores e aromas especiais. Ela é preparada com peixe robalo ou garoupa (mas pode ser utilizado outros peixes) que é temperado com tomate, cebola, pimentão, alho, coentro, pimenta de cheiro e suco de limão, tudo muito bem picadinho. Após temperado é colocado em uma panela de barro e regado com azeite e azeite de dendê. Ao final do cozimento adiciona-se camarões, leite de coco e mais um pouquinho de azeite de dendê. Esta iguaria deliciosa é servida acompanhada de arroz branco e farofa de dendê e se quiser, pode também incluir como acompanhamento o saboroso Vatapá.

Moqueca Baiana

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes e Frutos do mar, Cozinha Brasileira (Bahia)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento:  porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 postas de robalo ou garoupa
  • 1 tomate madura
  • 1 cebola média
  • 1/2 pimentão verde
  • 1 dente de alho
  • 5 ramos de coentro
  • 2 pimentas de cheiro, sem sementes e picada
  • 1/2 limão (suco)
  • Sal a gosto
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de azeite de dendê
  • 400 gramas de camarão médio, sem pele e sem cabeça, limpos (opcional)
  • 100 ml de leite de coco

Modo de Preparo:

Lave o peixe com um pouco de suco de limão. Pique muito bem o tomate, a cebola e o pimentão junto com o alho, o coentro e a pimenta-de-cheiro e misture com suco de limão. (Na Bahia, os legumes são “machucados” no pilão). Envolva o peixe nesta mistura, tempere com sal e coloque numa panela, de preferência de barro. Regue com o azeite e metade do azeite-de-dendê, tampe e leve ao fogo, sem acrescentar água. Faltando um pouco para o final do cozimento, coloque os camarões, o leite de coco e regue com o azeite-de-dendê restante.

Sirva com Arroz Branco e Farofa de Dendê. Esta moqueca é, também, muito boa acompanhada de Vatapá.

Dicas:

1.


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A Frigideira de Camarão é um prato típico da Bahia que comb ina iguarias frescas, ervas e especiarias com uma textura dourada e crocante. Nesta receita, camarão fresco, temperado com sal e limão, camarão seco e tomates são ligeiramente batidos no liquidificador para formar uma pasta. Em seguida, adicionam-se ervas, especiarias, leite de coco e uma suave picância da malagueta em pó, gerando uma mistura de intenso sabor. E não para por aí. Ainda é agregado ovos batidos para dar cremosidade ao prato, sendo finalizado dentro de uma frigideira de barro ou cerâmica que é levada ao forno para gratinar. Pode ser servida como entrada ou prato principal.

Frigideira de Camarão

Categoria:  Entrada, Prato Principal

Especificação: Frutos do Mar, Cozinha Brasileira (Bahia)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 40 gramas de camarão seco
  • 300 gramas de camarões médios, sem casca e limpos
  • 1/4 de limão (suco)
  • Sal, a gosto
  • 30 ml de azeite
  • 1 1/2 tomate maduro, sem pele e sem sementes
  • 1/4 de alho, amassado
  • 1/2 cebola, ralada
  • 2 ramos de coentro, bem picados
  • 2 ramos de salsa, bem picados
  • 1 pitada de coentro em grãos, moído
  • 1 pitada de pimenta malagueta, em pó
  • 1/4 de coco, ralado fino
  • 50 ml de leite de coco
  • 30 ml de azeite de dendê
  • 2 ovos

Modo de Preparo:

Deixe os camarões secos de molho em água por 30 minutos, para retirar o excesso de sal. Tempere os camarões frescos com limão e sal e imediatamente salteie em um fio de azeite, só até mudarem de cor. Reserve.

Passe metade dos camarões, os camarões secos e os tomates no liquidificador, sem bater demais. Misture a pasta de camarões com o alho, a cebola, o coentro, a salsa, o coentro moído, a pimenta, o coco e o leite de coco. Aqueça o restante do azeite e o dendê numa frigideira e refogue a mistura até que o líquido esteja totalmente absorvido. Retire do fogo e deixe esfriar. Ajuste o sal e misture um ovo batido e os camarões reservados à massa. Transfira para uma frigideira de cerâmica untada com óleo. Cubra com o segundo ovo batido e temperado com sal e leve ao forno pré-aquecido para cozinhar os ovos e dourar. Sirva bem quente, acompanhado de Arroz de Coco.

A frigideira de camarão é levada diretamente à mesa. Pode ser preparada em tigelas de cerâmica ou barro pequenas para serem servidas individualmente.

Frigideira de Camarão servida individualmente. Imagem Adriana Tenchini.

Dicas:

1.


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A Moqueca Capixaba, prato típico mais tradicional da gastronomia do Espírito Santo, tem seu dia especial de comemoração e degustação, que foi criado através de uma lei municipal que instituiu no município de Vitória, o dia 30 de setembro como o Dia da Moqueca. A lei teve inspiração na frase do jornalista e escritor Cacau Monjardim: “Moqueca é capixaba. O resto é peixada”.

Falando nisso, qual é a diferença entre a Moqueca Capixaba e a Baiana? A moqueca capixaba não leva leite de coco, pimentão e principalmente, azeite de dendê. Além disso, a moqueca capixaba tem como ingrediente marcante o urucum, um corante natural avermelhado.

A moqueca é tradicionalmente preparada no Espírito Santo em panelas de barro que é reconhecido como patrimônio imaterial da região. Em Vitória temos as artesãs conhecidas como paneleiras de Goiabeiras. Elas residem no bairro de mesmo nome e confeccionam panelas, potes, travessas e outros utensílios em barro extraído na própria região, utilizando o mesmo processo de fabricação indígena.

Moqueca Capixaba

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Peixes, Cozinha Brasileira (Espírito Santo)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 10 gramas de óleo
  • 1 colher (chá) de urucum (colorau)
  • 2 postas de badejo (aproximadamente 200 gramas cada posta)
  • 1 dente alho, picadinho
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1/2 limão, suco
  • 1 cebola, em rodelas
  • 1 tomate, em rodelas
  • 1/2 pimentão verde, em rodelas
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • 2 talos de cebolinha, bem picados

Modo de Preparo:

Em uma frigideira prepare o óleo de urucum. Acrescente o óleo, aqueça e dissolva o urucum. Reserve.

Tempere o peixe com o alho, sal, suco de limão e pimenta-do-reino. Unte a panela de barro com azeite e coloque a posta de peixe na panela. Distribua, por cima, a cebola, o tomate, o pimentão, o cheiro-verde, o coentro e, finalmente, o óleo de urucum. Leve ao fogo brando e deixe ferver. Verifique o tempero e, se for necessário, coloque sal. Mexa lentamente para o peixe não grudar no fundo da panela, deixando cozinhar até que o peixe fique macio.

Sirva a moqueca na própria panela, acompanhada de arroz branco, pirão capixaba e molho de pimenta.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Molho à Campanha é vulgarmente chamado de “molho vinagrete”, porém, as preparações e os processos são bem diferentes.  O molho vinagrete tem origem na França derivado da palavra francesa “vinaigrette”, e é preparado através da emulsão de um ácido que pode ser vinagre ou suco de limão e azeite, aromatizado com ervas frescas e especiarias. Para essa emulsão, é utilizado três medidas de azeite (ou óleo) para uma medida de ácido (vinagre ou suco de limão) e é servido como molho para saladas.

Já o molho à campanha é brasileiro e sua origem é controversa. Alguns dizem que o molho era utilizado para alimentar os soldados no exército e era preparado nas “cozinhas de campanha”. Outros dizem que era preparado pelos tropeiros da região da Campanha Gaúcha, que fica na Região Sul entre a Argentina e o Uruguai. O Molho à campanha fora do país, é conhecido por “Brasilian Sauce” e é preparado com tomates, cebolas, ervas e pimentões picadinhos marinados no vinagre e azeite e é servido no Brasil como acompanhamento do nosso tradicional churrasco. Sendo assim, o Molho Vinagrete é a base, o tempero do Molho à Campanha.

Existem diversas versões e adaptações do Molho à Campanha que incluem outros ingredientes, tais como milho, coentro, castanha de caju, frutas, entre outros e pode ser servido como acompanhamento de diversos pratos como churrasco, carnes, acarajé etc.

Molho à Campanha

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição

Especificação: Molho Frio, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 colheres (sopa) de vinagre de maçã
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1/4 xícara de água filtrada
  • 2 tomates, cortados em cubinhos
  • 1 cebola, cortada em cubinhos
  • 1/4 de pimentão verde, cortado em cubinhos
  • 1 colher (sopa) de ketchup
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o vinagre, o azeite e a água, batendo bem para homogeneizar. Adicione os demais ingredientes. Misture bem e deixe na geladeira até servir.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Galeto Al Primo Canto com Polenta Frita é uma receita do Rio Grande do Sul. O galeto é selado até dourar e em seguida, cozido no vinho branco, noz-moscada e sálvia. O prato é servido acompanhado de polenta frita. Nesta polenta é adicionado semente de erva-doce. Experimente!

Galeto Al Primo Canto com Polenta Frita

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Aves, galeto, Cozinha Brasileira (Rio Grande do Sul)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Galeto

  • 1 galeto
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 20 gramas de manteiga
  • 1/2 cebola, bem picada
  • 1 dente de alho, bem picado
  • 1 ramo de sálvia
  • 1 pitada de noz-moscada
  • 100 ml de vinho branco seco
  • 2 ramos de salsinha, picados
  • 2 ramos de cebolinha, picados
  • 1/4 maço de agrião
  • 1 fio de azeite

Polenta Frita

  • 1/2 dente de alho, bem picado
  • 5 gramas de azeite
  • 500 ml de água
  • 1 colher (chá) de semente de erva-doce
  • 70 gramas de fubá
  • Uma pitada de sal
  • Óleo, para fritar

Modo de Preparo:

Galeto

Retire as coxas, as contra coxas e o peito do galeto. Tempere com sal, pimenta-do-reino e reserve. Aqueça a manteiga numa frigideira grande, coloque as partes reservadas e sele bem dos dois lados. Acrescente a cebola e o alho. Refogue. Acrescente o ramo de sálvia, a noz-moscada e o vinho branco. Deixe cozinhar até secar. Se necessário, coloque um pouco de água para terminar o cozimento. Finalize com a salsa e a cebolinha. Em uma frigideira adicione o azeite e passe o agrião rapidamente. Coloque por cima do galeto.

Polenta Frita

Refogue o alho no azeite, acrescente a água e a erva-doce e deixe ferver. Aos poucos, adicione o fubá, mexendo sem parar, tempere com sal e pimenta-do-reino e cozinhe até soltar da panela. Despeje em um tabuleiro untado com óleo e deixe esfriar. Fatie e frite em óleo quente. Deixe escorrer em papel absorvente. Sirva acompanhando o galeto.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

3. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

4. Fritar é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente até adquirir cor e textura crocante.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Bisteca Marinada na Cachaça é um prato do sertão nordestino. Como o próprio nome informe, a bisteca suína é marinada por meia hora na cachaça, limão, azeite, sal e pimenta do reino. A bisteca após ser grelhada é acompanhado com Xerém de Milho que é uma canjiquinha cozida misturada com pancetta frita e finalizada com tomate e salsinha. Ainda acompanha o molho, Barbecue de Rapadura. Este é um molho de fusão entre a culinária francesa e a brasileira. Um prato completo e perfeito para o almoço ou jantar.

Bisteca Marinada na Cachaça com Xerém de milho e Barbecue de Rapadura

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Sertão Nordestino)

Tempo de Pré-Preparo: 30 minutos

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Bisteca Marinada

  • 1 unidade de Bisteca suína
  • 10 mililitros de cachaça
  • 1/4 de unidade de limão tahiti
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto

Xerém de Milho

  • 30 gramas de canjiquinha
  • 1 colher (chá) de azeite
  • 15 gramas de pancetta, picada
  • 1/4 de unidade de tomate italiano
  • 1 ramo de salsinha, picada
  • Sal a gosto

Barbecue de Rapadura

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 cebola, picadinha
  • 60 gramas de rapadura, picada
  • 1 colher (sopa) de aceto balsâmico
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • 1/2 limão tahiti (suco)
  • 100 ml de cachaça
  • 80 gramas de catchup
  • 1 folha de louro
  • Molho de pimenta, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Bisteca Marinada e Xerém de Milho

Tempere a bisteca com a cachaça, o limão, o sal e a pimenta do reino. Deixe marinar por, no mínimo 30 minutos. Cozinhe a canjiquinha em água com sal até ficar macia, mas com alguma resistência. O ideal é ficar com a aparência de cuscuz. Escorra bem e reserve. Elimine as sementes do tomate e corte em cubinhos.

Em uma frigideira, grelhe a bisteca no azeite até atingir o ponto desejado.

Em outra frigideira, refogue a pancetta no azeite, acrescente a canjiquinha, tempere com sal e finalize com o tomate e a salsinha.

Barbecue de Rapadura

Refogue a cebola no azeite e acrescente os demais ingredientes. Deixe reduzir até ter consistência de molho. Verifique o sal e acrescente uma pitada de açúcar, se necessário. Passe por uma peneira e reserve.

Sirva a bisteca com o molho barbecue de rapadura acompanhada com o xerém de milho.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

3. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.

4. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

5. Redução – Reduzir a quantidade de líquido pela fervura. A redução é realizada para que através da evaporação do líquido se obtenha um sabor mais concentrado e uma consistência mais grossa. Atualmente, encontram-se à venda algumas reduções prontas em embalagens especiais para a decoração de pratos. As mais utilizadas são as de aceto balsâmico ou de aceto de outros sabores, tais como: trufas, framboesa e mel.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Lombinho é um corte nobre da carne de porco, com textura macia e suculenta. O Lombinho Assado na Panela tem coloração dourada, é tenro e saboroso. É servido com molho preparado dos ingredientes da própria marinada dando um toque especial ao prato. Pode ser acompanhado por diversas preparações. Uma boa dica é servir acompanhado de Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro.

Lombinho Assado na Panela

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Centro-Oeste – Cerrado),

Tempo de Pré-preparo: 1 hora

Tempo de Preparo: 1 1/2 horas

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 ml de vinho branco seco
  • 6 grãos de pimenta do reino
  • 1/2 pimenta de cheiro, sem semente
  • 1 dente de alho
  • 1/4 de cebola
  • 1/2 limão (suco)
  • 10 ml de vinagre de vinho branco
  • 20 ml de água quente
  • 1 fio de óleo
  • 300 gramas de lombinho de porco
  • Sal a gosto
  • 1 pitada de farinha de trigo (para o molho)

Modo de Preparo:

No liquidificador, bata o vinho, a pimenta-do-reino, a pimenta-de-cheiro, o alho, a cebola, o suco de limão, o vinagre e um pouco de água quente. Coloque o pedaço de lombo para marinar nesta mistura por, no mínimo, 1 hora (O ideal é que fique de um dia para o outro). Retire o excesso de temperos da superfície da carne e coe a marinada, reservando o líquido.

Numa panela de fundo grosso, aqueça bem o fio de óleo e sele o lombinho de todos os lados, até que fique bem dourado. Vá colocando, aos poucos, o líquido coado da marinada nos cantos da panela. Nesse momento, levanta vapor que deve ser abafado imediatamente com a tampa. Quando o líquido desaparecer e o óleo frigir no fundo da panela, repita a operação até o lombinho ficar cozido e macio.

Retire o lombinho da panela, deglace com um pouco de água e coe. Volte ao fogo. Adicione uma pitada de farinha de trigo e cozinhe até obter um molho aveludado não muito denso. Fatie o lombinho e sirva com o molho.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Brasear é o método de cocção por calor combinado, em que o alimento é previamente dourado (selado) em gordura e em seguida fervido lentamente em água, líquido aromatizado ou fundo, adicionado aos poucos até que se conclua a cocção.

3. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

4. Sirva acompanhado de Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro.

Lombinho Assado na Panela com Paçoca de Banana da Terra e Quiabos com Pimenta de Cheiro. Imagem Adriana Tenchini.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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