O Músculo Cozido com Cambuci é um prato delicioso e aromático. O músculo é previamente marinado na cerveja com especiarias e cozido na pressão. A pimenta Cambuci é refogada com cebola e tomate e misturada ao músculo antes de servir. Pode ser servida como prato principal ou como petisco. Experimente!

Músculo Cozido com Cambuci

Categoria:  Prato Principal, comida de boteco

Especificação: Carnes, Carne vermelha, Cozinha Brasileira (Região Sudeste)

Tempo de Preparo: 2 horas (marinada) + 35 minutos

Rendimento: 3 a 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 1 colher (café) de cravo em pó
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 cebola roxa grande
  • 1,3 quilos de músculo, cortado em pedaços grandes
  • 1 lata de cerveja
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • Água, o suficiente
  • 2 tomates maduros, cortados em rodelas
  • 8 pimentas Cambuci grandes sem sementes, picadas
  • 2 dentes de alho, picadinhos

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque o alho com o sal até formar uma pasta. Adicione a canela, o cravo e a manteiga e misture até obter uma pasta homogênea. Corte metade da cebola em fatias (corte julienne) e a outra metade picadinha (corte brunoise). Em uma tigela funda tempere a carne com a pasta preparada. Acrescente a cebola picadinha e misture bem. Cubra a carne com a cerveja e deixe marinar por 2 horas em geladeira.

Em uma panela de pressão aqueça metade do óleo e sele a carne. Adicione o caldo da marinada e deixe ferver. Acrescente água em quantidade necessária para cobrir a carne, tampe a panela e cozinhe por 25 a 30 minutos em fogo brando, após o início da pressão.

Em outra panela, acrescente a outra metade do óleo, o alho e a cebola fatiada. Doure. Adicione o tomate e a pimenta Cambuci. Deixe cozinhar até começar a se desfazer. Misture o refogado à carne cozida e sirva.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Brunoise ou Cubinhos é um corte de legumes em cubos de 2 a 3mm de lado. Corte derivado do bastão Julienne. É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica. Utiliza-se principalmente em legumes ou frutas formando cubinhos. É ideal para ser utilizado em salteados. Podem ser usados em recheios e misturas.

3. Marinar é uma técnica culinária que consiste em deixar os alimentos de molho em líquido aromatizado com ervas, especiarias e legumes combinados com agentes ácidos ou básicos. As marinadas agregam sabor, umidade e, muitas vezes, alteram a textura. Ex.: as carnes marinadas tornam-se mais tenras. A marinada pode ser usada em carnes, peixes, aves e legumes. O tempo de marinada varia de acordo com a receita ou com o produto a ser marinado, podendo ser de alguns minutos a várias horas. A marinada é uma técnica versátil que permite temperar grandes peças de carne de forma mais uniforme. A ação ácida dos líquidos da marinada dá mais aroma, suculência e sabor ao alimento. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (ervas e especiarias).

4. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

5. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

6. Esta receita pode também ser preparada com outros cortes bovinos como fraldinha, acém, costela, entre outros.

7. Se preferir mais picante adicione pimenta dedo de moça junto com a Cambuci.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Goulash é um clássico da culinária da Europa Central. Sua origem remonta aos pastores húngaros, que cozinhavam carne em panelas de ferro usando generosas quantidades de páprica, tempero que mais tarde se tornaria símbolo da gastronomia do país. Com o tempo, o prato ultrapassou fronteiras e ganhou espaço na Áustria e na Alemanha, onde versões levemente adaptadas se tornaram igualmente populares. Trata-se de um ensopado robusto e aromático, preparado com carne bovina, cebola, alho, tomate, vinho, especiarias e batatas, resultando em um caldo espesso e profundamente saboroso.

Goulash

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Internacional (Hungria, Alemanha e Áustria), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (1 porção – 350g): 528 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 750 gramas de acém limpo, cortado em cubos médios
  • 1 colher (chá) de páprica
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 50 gramas de banha de porco
  • 150 gramas de bacon em cubos pequenos
  • 1 cebola cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 2 dentes de alho picadinho
  • 1/2 lata de tomates pelados (com líquido)
  • 75 mililitros de vinho tinto
  • 1 ramo de alecrim picadinho
  • 250 mililitros de fundo de carne
  • 50 gramas de mel
  • 500 gramas de batatas cortadas em pedaços grandes
  • Amido de milho diluído em água (se necessário para ajustar a textura)

Modo de Preparo:

Tempere os cubos de carne com a páprica e o sal. Em uma panela de pressão, derreta metade da banha e sele os cubos de carne. Retire e reserve. Na mesma panela, derreta o restante da banha e frite o bacon até dourar. Adicione a cebola e o alho, abaixe o fogo e deixe dourar suavemente. Retire os tomates pelados da lata, reserve o líquido, pique os tomates e acrescente ao refogado. Quando começarem a escurecer, deglace com o vinho tinto. Devolva a carne para a panela. Adicione o líquido dos tomates, o alecrim e o fundo de carne. Misture bem e tampe a panela. Cozinhe por 35 minutos após iniciar a pressão. Abra a panela, acrescente o mel e ajuste o sal. Adicione as batatas e cozinhe sem pressão até ficarem macias. Se o molho estiver muito ralo, misture um pouco de amido de milho diluído em água e deixe ferver para engrossar.

Toques finais e sugestões:

1. Dicas:

  • O Goulash pode ser servido com pão rústico, purê de batatas ou spätzle, dependendo do estilo desejado.
  • Para um sabor mais intenso, adicione páprica defumada.
  • Deixe descansar alguns minutos antes de servir para que o caldo se estabilize.

2. Curiosidade: Na Hungria, o goulash tradicionalmente é preparado com grandes quantidades de cebola. Em algumas regiões, a quantidade de cebola chega a se igualar à quantidade de carne.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Steak au Poivre é um clássico absoluto da culinária francesa, conhecido pela crosta aromática de pimenta-do-reino e pelo molho cremoso que equilibra força e delicadeza em cada garfada. Sua tradução literal é “bife com pimenta”, mas o prato vai muito além: é um dos pilares da cozinha de bistrô, amplamente difundido em Paris a partir do século XIX. Tradicionalmente feito com filé mignon em formato de tournedor, seu preparo inclui flambagem com conhaque e finalização com creme de leite fresco e mostarda Dijon.

Acompanhamentos como batata frita, purê, arroz, batata palha e aspargos são comuns, mas aqui você encontrará uma combinação elegante e clássica: Batata Duchésse, modelada com saco de confeitar e levemente gratinada, e aspargos salteados na manteiga, que trazem frescor e contraste ao prato.

Steak au Poivre com Batata Duchésse e Aspargos

Categoria:  Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, batatas, legumes, cozinha internacional (França), sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 tournedor – aprox. 200g + 4 batatas duchésse + 4 aspargos): 845 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 800 gramas de filé mignon
  • 80 unidades de grãos de Pimenta do Reino preta
  • Sal, a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 200 ml de conhaque
  • 80 ml de Fundo Ferrugem (fundo de carne)
  • 400 ml de creme de leite fresco
  • 3 colheres (sopa) de mostarda de Dijon

Batata Duchesse

  • 600 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 2 gemas de ovos
  • 50 gramas de queijo Gruyère, ralado
  • Sal, a gosto

Aspargos

  • 12 aspargos verdes frescos
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 pitada de sal

Modo de Preparo:

Limpe o filé mignon e corte em tournedor[1]. Quebre ligeiramente os grãos de pimenta com o cabo da faca. Tempere os tournedos com sal e pressione-os contra a pimenta quebrada, cobrindo todos os lados. Aqueça uma frigideira com a manteiga e o óleo e sele cada tournedor. Quando estiver bem selado, flambe com cerca de 50 ml de conhaque por unidade e finalize a cocção no forno até atingir o ponto malpassado.

Após selar todos os filés, deglace a frigideira com o Fundo Ferrugem. Acrescente o creme de leite e a mostarda. Deixe ferver por um minuto e ajuste o sal. Sirva o molho sobre cada tournedor.

Batata Duchesse

Cozinhe as batatas em água fervente com sal. Depois de cozidas, resfrie em água fria e amasse ainda mornas até obter um purê liso. Adicione a manteiga em pedaços, depois as gemas e, por fim, o Gruyère. Ajuste o sal. Transfira para um saco de confeitar com bico pitanga e modele “pitangas” de cerca de 7 cm de diâmetro. Leve ao forno quente por 5 a 10 minutos ou até dourar levemente na superfície.

Aspargos

Cozinhe os aspargos em água fervente por 3 a 5 minutos. Em uma frigideira, derreta a manteiga e salteie os aspargos por cerca de 10 segundos com uma pitada de sal.

Montagem do prato

Distribua um tournedor no centro do prato, quatro unidades de batata Duchésse ao lado e quatro aspargos. Cubra o filé com o molho cremoso de pimenta.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo:

  • Ideal para um jantar especial ou ocasiões elegantes.
  • Harmoniza muito bem com vinhos tintos encorpados, especialmente Syrah, Malbec e Bordeaux.
  • Para um toque mais francês, sirva com mini salada de folhas com vinagre de vinho.

2. Curiosidades

  • O flambê tradicionalmente melhora o sabor, pois evapora o álcool mantendo apenas o aroma do conhaque.
  • A técnica de esmagar os grãos de pimenta preserva os óleos essenciais, resultando em um aroma muito mais intenso.


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O cuscuz é uma massa preparada a partir do milho, da mandioca ou do trigo. Ele é feito com a farinha moída (em grãos finos ou maiores) destes alimentos misturada com água ou cozida no vapor. Sua origem é na região de Magreb, no norte da África, onde era consumida por árabes e mouros como tradição milenar. Durante o período das colonizações, espalhou-se pela Europa e depois os portugueses trouxeram ao Brasil.

Em nosso país, a versão mais consumida é a preparada à base de milho, mas na região do estado de São Paulo tem um prato típico, o Cuscuz Paulista, que também é feito com farinha de milho, porém, com um preparo diferente. Este cuscuz é hidratado e acrescido de carne de porco, frango ou camarão. É decorado com palmito, ervilha e ovos. O Cuscuz Paulista é um dos pratos tradicionais da Sexta-feira Santa.

Cuscuz Paulista

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Cuscuz, Cozinha Brasileira (São Paulo)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1/8 de cebola, bem picada
  • 1/2 de alho, bem picado
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/2 tomate maduro, sem pele e sem semente, bem picado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 80 ml de água
  • 2 unidades de sardinha em óleo comestível
  • 50 gramas de farinha de milho
  • 2 talos de cebolinha, bem picados
  • 2 ramos de salsinha, bem picados
  • Azeite ou óleo, quantidade suficiente para untar a forma
  • 120 gramas de camarões médios, limpos
  • 20 gramas de ervilhas congeladas
  • 60 gramas de palmito em conserva

Modo de Preparo:

Refogue a cebola e o alho no óleo. Acrescente o tomate, tempere com sal e pimenta do reino. Adicione a água e deixe ferver por 10 minutos. Coloque a sardinha em pedaços e vá acrescentando, aos poucos, a farinha de milho, mexendo sempre até que solte do fundo da panela. Verifique o sal e acrescente o cheiro-verde (salsinha e cebolinha).

Em uma forma com furo central ou similar, untada com óleo ou azeite, coloque os camarões e as ervilhas no fundo. Acrescente 1/3 do recheio e coloque os pedaços de palmito na lateral da forma, adicione mais uma camada do recheio e mais uma camada de palmito na lateral da forma. Leve à geladeira e desenforme em um prato. Se quiser, pode aquecer no micro-ondas antes de servir.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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O Risoto é um prato típico italiano conhecido pela sua cremosidade e textura al dente. O Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi é uma excelente sugestão para um almoço ou jantar especial. Ou ainda para os adeptos da dieta vegetariana, pois não leva carne. A receita é fácil e muito saborosa.

Risoto com Abóbora Cabotiá e Funghi

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, legumes, Cozinha Internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos (fundo de legumes)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 30 gramas de cebola, em brunoise
  • 70 gramas de abobora, em cubos pequenos
  • 30 ml de vinho branco seco
  • 80 gramas de arroz arbório
  • Uma pitada de sal
  • Fundo de legumes, o suficiente  
  • 15 gramas de funghi
  • 1 colher (sopa) manteiga
  • 50 gramas de queijo tipo grana padano

Modo de Preparo:

Hidrate o funghi e reserve.

Em uma panela refogue a cebola e a abóbora no azeite, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos para que os sabores incorporem aos grãos. Tempere com uma pitada de sal. Deglace com vinho branco e deixe evaporar.

Vá acrescentando o fundo de legumes, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais fundo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento (al dente), adicione o funghi já hidratado.

Finalize incorporando a manteiga e mexendo delicadamente. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Ajuste o sal, se necessário e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela, tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

3. O fundo ou caldo utilizado para a cocção do arroz deve ser preparado, se possível, na hora e deve ser bem leve, pois o sabor vai concentrando à medida que evapora ao ser acrescentado ao risoto. Para não errar, opte por um fundo de legumes básico.

4. O fundo de legumes pode ser substituído por água durante a cocção.

5. Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.

6. O risoto aceita, como ingredientes, qualquer tipo de alimento: carnes, peixes, aves, queijos, verduras, legumes e até frutas. Porém, devem ser acrescentados no momento certo, respeitando seus tempos de cozimento. Por exemplo, cogumelos crus podem ser adicionados no início do cozimento, enquanto folhas, como rúcula, devem entrar na finalização, para manter sua textura e sabor.

7. Para soltar o amido, é importante acrescentar fundo aos poucos e mexer o arroz durante todo o cozimento, dando ao risoto sua cremosidade característica. Porém, mexa delicadamente para não quebrar os grãos. O correto é mexer em movimentos circulares, de baixo para cima, delicadamente.

8. O ponto certo do risoto é quando os grãos estiverem cozidos, mas com o centro resistente à mordida. Ele deve ser macio, mas ainda firme. Uma dica boa é, durante o cozimento, de tempos em tempos, pegar um grãozinho de arroz, colocar sobre uma superfície dura e apertar o grão, espremendo-o. Se estiver branco por dentro, não está no ponto. Quando estiver transparente por dentro, está no ponto ideal.

9. A finalização do risoto é outra etapa importante. Acrescente a manteiga e misture delicadamente para depois entrar com o queijo escolhido para o seu risoto. Risotos leves, como o de peixes e frutos do mar, devem ser finalizados sem o queijo ou com um tipo de queijo bem leve. Na finalização também é o momento ideal para entrar com os ingredientes que devem ser servidos praticamente frescos, como por exemplo, as frutas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

A Paella Valenciana é um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia espanhola. Originária da região de Valência entre os séculos XV e XVI, era preparada pelos camponeses com os ingredientes disponíveis: arroz, coelho, frango, feijões verdes e açafrão. O cozimento em fogo vivo sobre brasas, em uma paelleira de grande diâmetro, resultava em um prato rico, aromático e de sabor marcante.

Com o passar dos séculos, surgiram inúmeras versões, como a Paella Marinera, a Paella Negra e a Paella Mista, porém a versão valenciana continua sendo considerada a mais tradicional.

Paella Valenciana Tradicional

Categoria:  Prato Principal,

Especificação: Arroz, Frutos do mar, Aves, Carnes vermelhas, Carne Suína, Carne de caça, Cozinha Internacional (Espanha), sem lactose, sem glúten

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 prato – 550 g): 690 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Fundo de Camarão

  • Cabeça e cascas retiradas na limpeza dos camarões
  • 30 gramas de cebola, picada
  • 30 gramas de cenoura, picada
  • 30 gramas de salsão (aipo), picado
  • 30 gramas de alho poró, picado
  • 2 dentes de alho, esmagado
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 litro de água

Paella

  • 50 gramas de camarão médio
  • 500 ml de fundo de camarão
  • 3 unidades de camarão grande, com casca
  • 50 gramas de lula, em anéis
  • 1 sobrecoxa de frango (sem o osso), em pedaços pequenos
  • 50 gramas de coelho, em pedaços pequenos
  • 20 gramas de chourizo espanhol, em rodelas
  • 50 gramas de tentáculos de polvo, inteiro
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • Azeite, o suficiente
  • 100 ml de arroz parboilizado
  • 2 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 tomate maduro, picadinho
  • 50 gramas de feijão verde
  • 1 colher (café) açafrão, hidratado em água morna
  • Sal, a gosto
  • 3 a 4 mexilhões
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Fundo de Camarão

Limpe os camarões médios e reserve na geladeira.

Adicione as cascas e cabeça dos camarões em uma panela alta. Coloque os demais ingredientes do fundo e ferva em fogo baixo por, no máximo 35 minutos. Quando formar espuma na superfície, retire com uma escumadeira. Esta espuma é impureza. Coe o líquido e reserve.

Paella

Em uma paelleira ou frigideira grande, salteie separadamente as proteínas: camarões grandes, anéis de lula, chourizo, frango e coelho. Reserve cada uma em refrigeração. Cozinhe os tentáculos de polvo por 20 minutos, retire e reserve. Deglace a frigideira com vinho branco e metade do fundo de camarão. Reserve este líquido.

Na paelleira, aqueça azeite e refogue a cebola até dourar. Adicione o arroz, o alho e o tomate. Refogue por 1 minuto. Acrescente o polvo, a lula, o feijão verde, o frango, o açafrão e o sal. Coloque o líquido reservado e complete com mais fundo até cobrir o arroz. Cozinhe em fogo médio por cerca de 20 minutos, ajustando com mais fundo se necessário.

Quando o arroz estiver al dente, adicione os camarões médios, os mexilhões e os pimentões. Cozinhe até o líquido secar. Tampe a paelleira por 5 minutos. Finalize com salsinha e sirva diretamente na paelleira.

Para finalizar, coloque ramos de salsinha para decorar. Sirva a paelleira diretamente na mesa e deixe todos se deliciarem.

Toques finais e sugestões

1. Dicas de consumo

  • Sirva a paella imediatamente, mantendo-a na própria paelleira para preservar o calor e o aroma.
  • Uma leve camada dourada no fundo, chamada socarrat, é tradicional e desejada.

2. Curiosidades

  • O açafrão é um dos ingredientes responsáveis pela cor dourada clássica da paella valenciana.
  • A versão original não leva frutos do mar, e sim frango, coelho e feijão. As variações com frutos do mar popularizaram-se depois nas regiões costeiras.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Baião de Dois é um prato típico do sertão nordestino, vindo do Ceará. É preparado com arroz e feijão, usado preferencialmente o feijão de corda. Ele surgiu no século XIX, quando os colonizadores portugueses introduziram o arroz no Brasil. O prato é uma das iguarias mais famosos do Nordeste. O Baião de Dois é um prato completo, não precisa de acompanhamento.

Baião de Dois

Categoria:  Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz e Feijão, cereal e leguminosa, Cozinha Brasileira (Nordeste – Sertão)

Tempo de Pré-preparo: 30 minutos

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Baião de Dois. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 80 gramas de feijão verde (feijão de corda)
  • 80 gramas de arroz
  • 1 colher (sopa) de manteiga de garrafa
  • 1/4 de cebola, picada
  • 1 dente de alho, picado
  • 1 pimenta de cheiro, picada
  • 3 talos de cebolinha, picados
  • Sal, a gosto
  • 40 gramas de queijo coalho, em cubinhos
  • 3 ramos de coentro, picados

Modo de Preparo:

Cozinhe o feijão na água com sal. Cozinhe o arroz normalmente.

Numa caçarola, aqueça a manteiga refogue a cebola e o alho e acrescente a pimenta-de-cheiro. Acrescente o feijão sem o caldo, refogue e acrescente a cebolinha e o arroz. Misture bem e acrescente 1/2 xícara do caldo do feijão. Ajuste o sal, se necessário. Finalize com os cubinhos de queijo-de-coalho e o coentro.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.

2. Sirva como acompanhamento de carne-de-sol ou de galinha guisada ou de galinha de cabidela.

3. Pode-se também incluir a proteína (carne de sol, galinha) desfiada durante o preparo do baião.


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O Feijão Tropeiro foi criado no período colonial pelos tropeiros. Eles eram condutores de tropas (mulas e cavalos) que transportavam mercadorias pelo interior do Brasil. Para se alimentarem durante as longas viagens, os tropeiros misturavam feijão com farinha de mandioca, linguiça, ovos, torresmo, cebola e tempero. Como os tropeiros trafegavam por toda a região Sudeste, não possui um estado específico de origem, mas é um dos pratos típicos de Minas Gerais, sendo consumido até em jogos de futebol, conhecido como o “tropeirão do Mineirão”.

Feijão Tropeiro

Categoria: Acompanhamento/guarnição, Prato Principal,

Especificação: Cozinha Brasileira (Minas Gerais e São Paulo), Leguminosas,

Tempo de Pré-preparo: 12 horas (de molho)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Feijão Tropeiro. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 100 gramas de feijão vermelho
  • 1/2 folha de louro
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 100 gramas de linguiça calabresa em rodelas
  • 50 gramas de bacon em cubos
  • 2 ovos
  • 1 folha de couve rasgada
  • 2 dentes de alho bem picado
  • 1/4 de cebola bem picada
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 colher (café) de pimenta calabresa
  • 2 ramos de salsinha bem picados
  • 2 talos de cebolinha bem picados
  • 40 gramas de farinha de mandioca crua

Modo de Preparo:

Deixe o feijão de molho[1] por 12 horas. Cozinhe o feijão com o louro em uma panela comum[2] por mais ou menos 25 minutos. Sem deixar ficar macio demais. Escorra e reserve.

Aqueça um pouco de óleo, frite o bacon e a linguiça. Reserve.

Bata levemente os ovos, tempere com sal e pimenta do reino e leve ao fogo numa frigideira com um fio de óleo, mexendo delicadamente até endurecer. Reserve.

Em outra panela, refogue a couve e tempere com sal.

Na mesma panela que fritou o bacon, doure o alho e a cebola. Acrescente o feijão. Acerte o sal e tempere com pimenta calabresa. Refogue por uns 2 minutos. Acrescente as carnes, os ovos, a couve, a salsinha, a cebolinha e vá colocando a farinha de mandioca até ficar parecendo uma farofa úmida.

Sirva com arroz e ovo frito, se desejar.

Dicas:

1. Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura.

2. Frigir é o método de cocção por calor seco (com gordura). Consiste em cozinhar o alimento com pouca gordura, sempre muito quente e sem movimentar o recipiente de cocção, ao contrário do processo de saltear.



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O Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos é um prato saboroso, nutritivo e fácil de fazer. É um salteado preparado com uma mistura de cogumelos (paris, shimeji e shitake), cenoura, pimentão vermelho, ervilha torta, espinafre e castanha de caju. Tudo bem aromatizado com tomilho, erva-doce e finalizado com salsinha.

Salteado de Legumes com Espinafre e Cogumelos

Categoria:  Entrada, acompanhamento/guarnição, Prato principal,

Especificação: Legumes, cogumelos, oleaginosas, leguminosas, verduras,

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 300 gramas de cogumelos (paris, shitake e shimejis[1]), cortados em lâminas
  • 1 cenoura média, cortada em rodelas finas
  • 1 pimentão vermelho pequeno, cortado em julienne
  • 5 ervilhas tortas, cortadas ao meio
  • Folhas de 1/2 maço de espinafre
  • 100 gramas de castanhas de caju
  • Tomilho, a gosto
  • Sementes de erva-doce, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em um frigideira funda (se preferir, use uma wok). Adicione os cogumelos, a cenoura, o pimentão, as ervilhas, as folhas de espinafre, o tomilho, a erva-doce e o sal. Refogue por 6 minutos, salteando de vez em quando. Acerte o sal, salteie mais um pouco e apague o fogo. Finalize com salsinha.

Dicas:

1. Julienne ou Juliana é um corte de legumes em forma de bastão com 7cm de comprimento x 2 a 3mm de largura x 2 a 3mm de espessura. É um dos cortes mais conhecido e utilizado na cozinha. Os legumes cortados em julienne crus, cozidos no vapor, fritos ou refogados podem ser utilizados como guarnição em pratos com carnes, peixes e frango, além de saladas e entradas. Podem ainda ser usados para decorar os pratos principais e guarnições. A partir deste bastão se origina o corte Brunoise (cubos de 2 a 3mm de lado).

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


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A Macarronese é uma salada feito à base de macarrão e molho de maionese. Sua origem é brasileira e segundo alguns dizem (não se tem certeza da veracidade), a receita surgiu quando um cozinheiro resolveu acrescentar maionese ao macarrão para dar mais cremosidade. O fato é que a macarronese é um prato cremoso, gostoso e que combina com qualquer ocasião: no dia a dia, no churrasco, almoço, jantar, celebrações familiares etc. Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou prato principal. Nas refeições mais práticas, leves e rápidas pode ser servida como um prato único. Além disso, a Macarronese pode ser um reaproveitamento perfeito, utilizando o frango, os legumes ou demais ingredientes que estejam sobrando na geladeira. 

Macarronese

Categoria:  Entrada, Acompanhamento/Guarnição, Prato Principal, Prato único,

Especificação: Salada Ligada, Salada de Legumes, Salada de Proteína, Salada de Massa, Cozinha Brasileira

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Macarronese. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 250 gramas de Fusilli (macarrão parafuso)
  • 2 cenouras cozidas, cortadas em cubos
  • 150 gramas de frango cozido, temperado e desfiado
  • 1/2 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1/2 lata de ervilha
  • 1/2 lata de milho verde
  • 4 a 5 colheres (sopa) de maionese
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão em água fervente com sal até ficar al dente. Em uma tigela grande, acrescente os ingredientes e misture delicadamente até que estejam cobertos com maionese. Prove e ajuste o sal. Mantenha em refrigeração até o momento de servir.

Dicas:

1. Fusilli – conhecido como parafuso por causa do formato espiral. Seu formato faz com que a massa retenha todo tipo de molho, seja ela à base de carnes ou queijo. O fusilli também pode ser servido em saladas e na clássica macarronese.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. A maionese deve ser misturada aos poucos, adaptando a seu gosto.

4. Pode ser preparado com maionese caseira, bem mais saboroso e saudável.

5. A macarronese pode ser utilizado diversos ingredientes, tais como, atum, presunto, salsão, frutas, passas, muçarela, alho poró etc.


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O Khao Soi é um prato tradicional do norte da Tailândia, especialmente da região de Chiang Mai, e representa um importante ponto de encontro entre culturas asiáticas. Embora hoje seja considerado um ícone da culinária tailandesa do Norte, sua origem está associada às antigas rotas comerciais que ligavam a China ao Sudeste Asiático.

A teoria mais aceita indica que o prato foi introduzido na região por imigrantes chineses-muçulmanos provenientes da província de Yunnan, que trouxeram consigo o hábito de preparar sopas de macarrão aromatizadas com especiarias. Essa influência cultural específica explica características marcantes do Khao Soi tradicional, como o uso predominante de frango ou carne bovina e a ausência da carne suína, apesar de o porco ser amplamente consumido na Tailândia, país majoritariamente budista.

O nome também reflete essa fusão cultural. “Khao” significa arroz e “soi” refere-se ao corte em julienne, fazendo alusão ao uso de macarrões de arroz cortados em fios. Atualmente, versões contemporâneas utilizam também macarrão de trigo, mas o bifum mantém-se como uma opção fiel à tradição e muito apreciada pela leveza da textura.

Khao Soi

Categoria:  Entrada, Prato Principal, 

Especificação: Sopa, massas, aves (Frango), cozinha internacional (Tailândia), sem lactose

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 1050 – 3 porções

Dificuldade: fácil

Calorias por porção (350 g – 1 tigela média): 520 kcal

Khao Soi. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

Base do Prato

  • 100 gramas de peito de frango desossado e sem pele, em cubos
  • 1 xícara de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de molho de soja
  • 2 colheres (chá) de açúcar
  • 1 xícara de água
  • Sal a gosto
  • 200 gramas de bifum (macarrão de arroz)
  • Óleo, para fritar

Pasta Picante – Curry

  • 1 pimenta malagueta vermelha, sem sementes
  • 20 gramas de cebola picada
  • 5 gramas de gengibre
  • 3 gramas de semente de coentro
  • 2 gramas de açafrão

Modo de Preparo:

Em um pilão, soque todos os ingredientes da pasta picante até formar uma mistura homogênea e aromática. Transfira para um envelope de papel-alumínio e aqueça rapidamente em frigideira ou forno até liberar os aromas. Tempere os cubos de frango com a pasta preparada e reserve.

Em uma panela ou wok, aqueça o leite de coco em fogo médio, mexendo sempre, e deixe ferver por cerca de 2 minutos. Acrescente o frango temperado, o molho de soja, o açúcar, a água e ajuste o sal. Cozinhe por aproximadamente 15 minutos, até o frango ficar macio e o caldo levemente encorpado. Corrija os temperos e desligue o fogo.

Separe cerca de 80 gramas do bifum e frite em óleo quente até ficar crocante. Retire e escorra em papel absorvente. Cozinhe o restante do bifum em água fervente por 2 minutos. Escorra e faça um choque térmico em água gelada para interromper o cozimento. Escorra novamente. Distribua o bifum cozido em tigelas, cubra com o caldo de frango e finalize com o bifum frito por cima.

Toques Finais e Sugestões:

 1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir o Khao Soi como prato principal, considerando a combinação equilibrada entre caldo, frango e massas. Caso a sopa seja servida como entrada, a porção pode ser reduzida. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e o ajuste de quantidades conforme o serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

1. Dicas de consumo:

  • Sirva o Khao Soi bem quente, como prato principal ou entrada reforçada.
  • Pode ser acompanhado de legumes em conserva, cebola roxa fatiada ou folhas frescas, conforme o costume regional.
  • Para uma versão mais intensa, ajuste o nível de picância da pasta de curry.

2. Curiosidades:

  • O Khao Soi é um dos pratos mais representativos do norte da Tailândia e está fortemente associado à cidade de Chiang Mai, onde é encontrado tanto em restaurantes tradicionais quanto em versões contemporâneas.
  • A combinação de macarrão macio servido no caldo com uma porção de macarrão frito crocante é uma característica marcante do prato e tem como objetivo criar contraste de texturas, elemento valorizado na culinária tailandesa.
  • Apesar de hoje existir em versões vegetarianas e até veganas, o Khao Soi tradicional utiliza frango ou carne bovina, refletindo a influência das comunidades chineses-muçulmanas que participaram de sua difusão na região.
  • O prato não deve ser confundido com sopas semelhantes do sul da Tailândia ou de Mianmar, embora compartilhe ingredientes e técnicas comuns às cozinhas do Sudeste Asiático.
  • Em muitos estabelecimentos locais, o Khao Soi é servido com acompanhamentos à parte, como vegetais em conserva e condimentos, permitindo que o comensal ajuste o sabor e a intensidade do prato conforme sua preferência.

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A Mandioca Xadrez é uma variação vegana do Frango Xadrez. É muito prática e saborosa. Os ingredientes utilizados são os mesmos do prato tradicional, simplesmente trocando o frango pela mandioca cozida. Experimente!

Mandioca Xadrez

Categoria: Prato Principal,  

Especificação: Legumes, vegetariana, vegana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 400 gramas de mandioca
  • 4 buquês de brócolis ninja
  • 1/6 de pimentão verde
  • 1/6 de pimentão amarelo
  • 1/6 de pimentão vermelho
  • 1 cebola pequeno, cortada em cubos grandes (70 gramas)
  • 1/4 de alho poró, cortados bem fininho
  • 30 gramas de broto de bambu
  • 1 fio de óleo de gergelim
  • 30 gramas de castanha de caju

Molho

  • 2 dentes de alho
  • 200 ml de água
  • 1/2 de xícara de molho shoyu
  • 2 colheres (sopa) de saquê mirin
  • 4 colheres (sopa) de amido de milho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sobremesa) de óleo de gergelim
  • 1 pitada de Ajinomoto
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 colher (café) de sal

Modo de Preparo:

Cozinhe a mandioca em água fervente com sal até ficar macia, porém, firme. Deixe esfriar e corte em cubos grandes. Reserve. Cozinhe os brócolis no vapor até ficar macio. Reserve. Saltear rapidamente, os pimentões, a cebola, o alho poró, o broto de bambu e a castanha de caju em uma wok (ou frigideira alta) untada com óleo de gergelim. Retire da frigideira e reserve.

Doure o alho na wok (ou frigideira alta) e acrescente os ingredientes do molho e cozinhe até ficar transparente. Adicione todos os legumes reservados e a castanha de caju. Deixe refogar por 5 minutos. Acerte o sal. Sirva acompanhado com arroz branco.

Dicas:

1. Branquear consiste em ferver os alimentos rapidamente em água em ebulição e resfriá-los em seguida em água gelada.

2. Fervura é o método de cocção por calor úmido que consiste em cozinhar o alimento de forma lenta em um líquido fervente em ebulição (ferver) ou com temperaturas menores (fervura branda).

3. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando.


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