O Strangozzi Alla Spoletina é uma especialidade tradicional da região da Úmbria, no centro da Itália. Essa massa fresca, feita com semolina, é servida com um simples e aromático molho de tomate, manjericão fresco e finalizada com queijo grana padano. O corte da massa, chamado Strangozzi, pertence ao grupo Tagliatelle (massas em tiras). É caracterizado por ser um corte longo, com cerca de 10 cm de comprimento e 5 mm de largura, que lembra cordões ou cadarços de couro, de onde vem o nome.

Strangozzi com Molho de Tomate e Manjericão

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal  

Especificação: Massa Fresca, Massa Longa (Strangozzi), Vegetais, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 prato fundo – 400g): 585 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 240 gramas de massa fresca com semolina
  • 800 gramas de tomate pelado
  • 40 gramas de azeite
  • 2 dentes de alho, inteiro
  • Sal, a gosto
  • Pimenta calabresa, a gosto (opcional)
  • Uma pitada de açúcar (se necessário)
  • 8 folhas de manjericão, rasgadas
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano, ralado

Modo de Preparo:

Prepare a massa conforme a receita Massa Fresca com Semolina e corte em tiras com 5 mm de largura (Strangozzi). Reserve. Retire as sementes dos tomates pelados e pique grosseiramente. Aproveite o suco.

Aqueça o azeite e acrescente os dentes de alho, doure. Retire o alho e adicione os tomates pelados picados, juntamente com o suco. Tempere com sal e pimenta calabresa (opcional) e deixe cozinhar até ficar com consistência de molho. Acerte a acidez do molho com um pouco de açúcar, se necessário.

Cozinhe a massa em água fervente com sal até ficar al dente. Salteie a massa com o molho, acrescentando as folhas de manjericão e um pouco da água do cozimento, se necessário. Sirva em um prato fundo aquecido. Salpique por cima o queijo ralado.

Toques finais e sugestões:

1. Sobre a massa Strangozzi: Esse tipo de massa é típico da Úmbria. Seu nome vem do termo “strenghe”, que significa cordões, remetendo à semelhança com cadarços de couro. Tradicionalmente, é feita com semolina de trigo duro, resultando em textura firme e granulada. Uma das versões mais famosas é o Strangozzi al tartufo, servido com trufas negras.

2. Substituições: Caso não tenha a massa fresca, pode-se utilizar a versão seca, sem perder o sabor característico do prato.

3. Sugestão de consumo: Este prato é ideal para acompanhar um vinho tinto jovem italiano, como um Sangiovese da Úmbria.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Pappardelle alla Lepre é um prato tradicional da região da Toscana, no centro da Itália. Une a delicadeza da massa fresca feita com gemas, a chamada pasta gialla, ao sabor intenso do molho de coelho, preparado com vinho tinto, ervas aromáticas e especiarias. O corte utilizado, o Pappardelle, pertence à família das massas longas em tiras (tagliatelle) e se destaca por sua largura generosa, em torno de 2 cm, o que o torna ideal para acompanhar molhos encorpados como este ragu de caça.

Pappardelle ao Molho de Coelho

Categoria: Prato Principal, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Massa fresca, Massa longa (Pappardelle), Carnes Vermelhas (Coelho), Cozinha internacional (Itália)

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos (massa fresca – pasta gialla)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (450 g): 610 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 240 gramas de massa fresca com gemas (pasta gialla)
  • 200 gramas de coelho
  • 20 gramas de azeite
  • 30 gramas de manteiga sem sal
  • 1/2 cebola, picadinha
  • 1/2 talo de salsão, picadinho
  • 1/4 de cenoura, picadinha
  • 2 ramos de salsinha, repicado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto
  • 1 folha de louro
  • 6 bagas de zimbro, esmagadas
  • 200 mililitros de vinho tinto seco
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano ralado

Modo de Preparo:

Prepare a massa fresca conforme o post Massa fresca com gemas e corte em tiras 2cm de largura (Pappardelle). Reserve. Limpe bem o pedaço de coelho.
Limpe bem o pedaço de coelho. Em uma panela, aqueça o azeite e a manteiga. Acrescente a cebola, o salsão, a cenoura e a salsinha, refogando por 5 minutos. Adicione o coelho e sele-o de todos os lados. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Junte o louro, as bagas de zimbro e o vinho tinto. Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe até a carne ficar macia, acrescentando água sempre que necessário. Retire o coelho, desfie em pedaços grandes e volte ao molho. Ajuste o sal e, se necessário, corrija a acidez com uma pitada de açúcar.

Cozinhe o pappardelle em água fervente com sal até o ponto al dente. Escorra e salteie a massa com o molho, adicionando um pouco da água do cozimento, se precisar. Sirva em pratos fundos aquecidos, finalizando com o queijo ralado.

Toques finais e sugestões:

1. Sobre o Pappardelle: este corte de massa é típico da Toscana. Seu nome deriva do verbo italiano pappare, que significa engolir, fazendo referência ao prazer de comer uma massa larga e farta. Mede entre 13 e 20 mm de largura (cerca de 2 cm) e combina perfeitamente com ragus de caça, cogumelos, nozes, queijos ou trufas.

2. Alternativa: a receita é tradicionalmente feita com massa fresca, mas também pode ser preparada com pappardelle seco, reduzindo a dificuldade e o tempo de preparo.

3. Harmonização: acompanha bem vinhos tintos encorpados da Toscana, como o Chianti Classico.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Fettuccine Fila e Fondi é uma receita típica da região da Ligúria, na Itália. Essa massa fresca com ovos é servida em um molho delicado à base de manteiga e filés de anchova, finalizada com a cremosidade da muçarela de búfala. O corte utilizado é o fettuccine, que pertence ao grupo tagliatelle (pastas em tiras), caracterizado por fios longos de cerca de 10 cm e largura em torno de 6 mm. É um prato que une a tradição das massas caseiras italianas ao sabor marcante do mar, resultando em uma combinação simples e sofisticada.

Fettuccine ao Molho de Anchovas

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal,

Especificação: Massa fresca, Massa longa (Fettuccine), Peixes (anchova), Cozinha Internacional (Itália),

Tempo de Pré-preparo: 45 minutos (massa fresca – pasta)

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (360 g): 735 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 240 gramas de massa fresca com ovos
  • 100 gramas de manteiga sem sal
  • 4 filés de anchova em conserva
  • 140 gramas de muçarela de búfala, em cubinhos
  • Sal, a gosto
  • 40 gramas de queijo tipo grana padano, ralado.

Modo de Preparo:

Prepare a massa conforme o post Massa Fresca com Ovos e corte em tiras com 6 mm de largura. Reserve.

Em uma panela, derreta a manteiga e dissolva nela os filés de anchova até formar um molho homogêneo. Reserve.

Cozinhe a massa em água fervente com sal até ficar al dente. Escorra. Transfira a massa para a panela com o molho de anchova. Acrescente os cubinhos de muçarela de búfala e salteie delicadamente, adicionando um pouco da água do cozimento, se necessário. Ajuste o sal (lembrando que a anchova e o queijo já são naturalmente salgados). Sirva em pratos fundos aquecidos e finalize salpicando o queijo ralado por cima.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de consumo: Pode ser servido como prato principal acompanhado de um vinho branco seco da Ligúria ou como guarnição em um menu italiano mais elaborado.

2. Curiosidade: A Ligúria é uma região costeira italiana conhecida por pratos que combinam a tradição das massas caseiras com ingredientes marinhos, como as anchovas.


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A Vichyssoise é frequentemente associada à culinária francesa clássica, mas sua origem está ligada aos Estados Unidos. A sopa foi criada em 1917 pelo chef francês Louis Diat (1885–1957), então responsável pelas cozinhas do Hotel Ritz-Carlton de Nova York. Inspirado nas sopas simples de alho-poró e batata que sua mãe preparava em sua infância, na região de Vichy, na França, Diat adaptou a receita para o serviço refinado do hotel, criando uma versão fria, aveludada e elegante.

Originalmente chamada de Crème Vichyssoise Glacée, a sopa tornou-se um ícone da gastronomia internacional, especialmente apreciada em dias quentes. Seu sabor delicado, sua textura cremosa e sua apresentação clara e sofisticada exigem atenção técnica. Os vegetais devem ser apenas suados, nunca dourados, para preservar tanto a cor quanto o perfil aromático suave. Embora tradicionalmente servida fria, versões quentes também existem, especialmente fora do contexto clássico.

Sopa Vichyssoise

Categoria: Entrada, Prato Principal

Especificação: Creme, Cozinha Internacional (França), sem glúten, vegetariana.

Tempo de Preparo: 15 minutos + 2 horas (geladeira)

Rendimento: 1450 g – 4 porções

Dificuldade:  Fácil

Calorias por porção (350 g – 1 tigela média): 310 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 alho poró
  • 1 bulbo pequeno de funcho com as folhas
  • 2 batatas médias
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1/2 cebola picada
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino branca a gosto
  • 1 litro de fundo de legumes
  • 120 ml de creme de leite fresco
  • Cebolete, a gosto (opcional)
  • Crouton, a gosto

Modo de Preparo:

Corte a parte branca do alho poró ao meio no sentido do comprimento e fatie bem fino. Lave em uma tigela com água para remover qualquer resíduo de terra e escorra bem. Separe as folhas do funcho e reserve para a finalização. Fatie os talos do funcho bem finos e mantenha-os em água gelada para preservar a textura.

Descasque as batatas, corte em cubos médios, lave e reserve em água. Em uma panela de fundo grosso, derreta a manteiga em fogo baixo. Acrescente a cebola, o alho-poró e o funcho. Refogue lentamente por 5 a 10 minutos, mexendo sempre, até que os vegetais estejam macios. Não deixe dourar, pois isso compromete o sabor delicado e a coloração clara da sopa.

Escorra as batatas e junte à panela, refogando brevemente para incorporar os sabores. Adicione o fundo de legumes, tempere com sal e pimenta-do-reino branca e aumente o fogo até iniciar fervura. Reduza o fogo e cozinhe por cerca de 10 minutos, ou até que as batatas estejam bem macias.

Finalize com o creme de leite, desligue o fogo e bata tudo no liquidificador até obter um creme liso e homogêneo. Leve à geladeira por pelo menos 2 horas antes de servir.

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir a vichyssoise como prato principal. Caso seja servida como entrada, recomenda-se reduzir a porção para cerca de 200 g (1 tigela pequena). Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte a Parte 3. Aprofundando. Capítulo 49.1. A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo e apresentação

  • Sirva a sopa bem gelada, preferencialmente em pratos fundos ou bowls previamente refrigerados.
  • Finalize com cebolete picada, croutons e, se desejar, uma folha de funcho ou rodelas finas de alho-poró para decoração.
  • A Vichyssoise pode ser preparada com até um dia de antecedência e mantida na geladeira bem tampada. Adicione os elementos frescos apenas no momento de servir.

2. Curiosidades: Apesar de seu status de sopa clássica francesa, a Vichyssoise é considerada um símbolo da cozinha franco-americana, refletindo a adaptação da tradição europeia ao refinamento da hotelaria nova-iorquina do início do século XX.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A Carne de Lata é um prato que surgiu em Minas Gerais no período da mineração e foi utilizada até meados do século XX como uma estratégia para o armazenamento da carne de porco. Seu processo de cozimento é confitar, onde a carne é cozida em sua própria gordura.

O porco era criado nos chiqueiros e quintais dos mineiros, sendo alimentados com milho ou restos de comida. Após a engorda, era abatido e cortado em partes. Em um grande tacho sobre um fogão à lenha, todas as partes do porco, incluindo a banha, era cozida lentamente. Após o cozimento, armazenava-se em grandes latas, sem contato com o ar ou a luz. Daí surgiu o nome “Carne de Lata”. Ao esfriar, a gordura envolvia a carne agindo como conservante e amaciante.

Carne de Lata

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes vermelha, Carne Suína, Cozinha Brasileira (Minas Gerais)

Tempo de Pré-preparo: 40 minutos

Tempo de Preparo: 8 horas

Rendimento: 20 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2,5 kg de pernil
  • 50 gramas de sal
  • 50 gramas de alho, repicado
  • Pimenta rosa, em grãos
  • Alecrim, a gosto
  • Folha de louro, a gosto
  • 4 pacotes de banha de porco

Modo de Preparo:

Tempere a carne com sal, alho, pimenta rosa, alecrim e louro. Deixe marinar por 40 minutos, virando na metade do tempo (20 minutos). Derreta a banha em uma panela grande. Coloque a carne para confitar, em fogo baixo, por 8 horas.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Confitar é o método de cocção por calor combinado. É um cozimento lento em que o alimento é cozido em um elemento gorduroso (manteiga, azeite, gordura animal, gordura vegetal) ou em sua própria gordura.

3. A temperatura da banha deve permanecer entre 70ºC e 75ºC.


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FONTE IMAGEM CAPA:

O Barreado é um prato típico do Paraná na região sul do Brasil. Ele tem influência portuguesa e é originário dos sítios dos pescadores. Com o decorrer do tempo, passou para as cidades litorâneas e já é consumido há mais de duzentos anos. Da expressão “barrear” a panela, com pirão de cinza e farinha de mandioca, para evitar que o vapor escape, vem o nome barreado, uma contribuição dos açorianos, que deram nome ao prato. Este prato era preparado no período do entrudo – o precursor do carnaval -, o que liberava as pessoas durante as festas populares, não precisando cozinhar.

Barreado

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Brasileira (Paraná)

Tempo de Pré-preparo: 1 hora (marinada)

Tempo de Preparo: 9 horas

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Freepik

Ingredientes:

  • 2,5 kg de coxão mole (chã de dentro)
  • 300 g de bacon em cubos
  • 2 cebolas grandes, picadas
  • 5 dentes de alho, picados
  • 10 g de cominho em pó
  • 3 folhas de louro
  • Sal e pimenta-do-reino, a gosto
  • 200 ml de vinagre de vinho
  • 4 colheres (sopa) de óleo de milho
  • 2 litros de água fervente

Modo de Preparo:

Cortar a carne em cubos de 2 cm.  Juntar a carne, o bacon, as cebolas, os dentes de alho, o cominho, o vinagre, o sal e a pimenta-do-reino. Misturar tudo muito bem e deixar marinando por uma hora.

Adicionar o óleo de milho em uma panela de barro (de 5 litros), untando-a por dentro e levando-a ao fogo brando. Quando o óleo estiver bem quente, acrescentar a carne temperada e mexer até dourar (selar). Acrescentar a água fervente.

Tampar a panela e barrear a tampa com pirão de farinha de mandioca. Cozinhar por cinco horas em fogo baixo. Abrir a panela e verificar o nível da água (2 cm acima da carne) e o sal (se necessário, completar). Acrescentar as folhas de louro. Tampar e barrear novamente a panela e deixar cozinhando por mais quatro horas.

Levar a panela, com cuidado, à mesa, e servir em prato fundo, acompanhado de farinha de mandioca crua e banana-prata.

Dicas:

1. Marinar é deixar as carnes, aves ou pescados de molho em líquido adicionado de aromáticos, por determinado tempo, com o objetivo de agregar sabor e, muitas vezes, alterar a textura. Geralmente a marinada é composta de um meio ácido (vinho, vinagre, limão etc.) e aromáticos (mirepoix, ervas e especiarias).

2. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

3. Barrear a tampa – cozinhe farinha de mandioca com água formando um pirão. Tampe a panela e com essa “massinha” passe ao redor dela lacrando-a.

4. Para esta receita ser servida no almoço, comece o primeiro cozimento às 19 horas do dia anterior e desligue o fogo por volta da meia-noite. Na manhã seguinte, às 8 horas, após verificar o nível da água e o sal, tampar e barrear novamente a panela, religar o fogo e cozinhar até a hora do almoço.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Freepik

O lombo é todo envolvido por uma camada de páprica que dá sabor e cor. Depois ele é selado (dourado) de todos os lados, realçando ainda mais a cor e o sabor. E por fim, ele é cozido na panela com vinho branco, alho e tomilho. Super saboroso, macio, corado e fácil de fazer.

Lombo Cozido com Páprica e Vinho Branco

Categoria: Prato Principal

Especificação: Carnes , Carne Suína

Tempo de Preparo: 1 hora e meia

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 kg de lombo
  • Páprica, o suficiente para envolver toda a peça
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 ramos de tomilho
  • 3 dentes de alho
  • 1 xícara de vinho branco
  • Água, para o cozimento

Modo de Preparo:

Passe páprica por toda a extensão do lombo formando uma camada protetora. Salpique o sal por cima da páprica. Em uma frigideira aqueça o azeite, adicione o lombo, o tomilho e os dentes de alho inteiros. Sele o lombo por todos os lados. Vire com cuidado para não soltar a crosta de páprica.

Adicione o vinho branco e deixe cozinhar por uns dois minutos até evaporar o álcool. Acrescente água até a metade da altura do lombo, tampe e deixe cozinhar por 40 minutos. Vá adicionando água, se necessário, mantendo sempre à meia altura do lombo. Após o tempo, vire o lombo e deixe cozinhar por mais 40 minutos. Retire o lombo e reserve. Utilize o líquido restante na panela para preparar um molho de acompanhamento.

Sele de todos os lados.
Acrescente água até a metade da altura do lombo. Tampe a panela.

Dicas:

1. Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

2. Pode preparar o molho de sua preferência. A indicação é servir acompanhado de molho de pêssego.


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FONTE IMAGEM CAPA:

Receita super fácil, saborosa e nutritiva. O Papilotte de Tilápia com Limão Siciliano é preparado com cozimento à vapor em papilotte que é o alimento embrulhado em saquinhos de papel manteiga. Esta cocção mantém todo o sabor e retém os líquidos naturais dos ingredientes.

Papilotte de Tilápia com Limão Siciliano

Categoria: Entrada, Prato Principal

Especificação: Peixes

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 filés de tilápia
  • 1/2 cebola em rodelas
  • 1/2 pimentão
  • 10 tomates cereja, cortado ao meio
  • 2 dentes de alho, cortado ao meio
  • 1 limão siciliano, cortado em rodelas finas
  • Salsinha, a gosto
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Corte dois pedaços de papel manteiga. O tamanho deve ser suficiente para fechar, criando um saquinho para o cozimento. Coloque as duas folhas de papel sobre a bancada de trabalho (ou mesa) e distribua os ingredientes igualmente nas duas folhas, uns sobre os outros, na seguinte ordem.

Comece pela cebola em rodelas, colocando-as no centro do papel e dispondo-as de forma que fique do mesmo tamanho ou formato do filé de tilápia. Acrescente o pimentão e por cima a tilápia. Salpique sal sobre o filé. Em seguida, adicione os tomates cereja e os dentes de alho. Por cima, acrescente as rodelas de limão siciliano e salpique salsinha.

Feche bem o papel manteiga ao redor dos ingredientes, coloque dentro de uma forma e leve pré-aquecido, para assar por 15 minutos. Cuidado ao abrir o papilotte, pois libera vapor quente.

Dicas:

Cozimento à vapor é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar os alimentos em banho de vapor, criado por água ou outros líquidos ferventes. Cozimento à Vapor em Papillote – Cozinhar o alimento juntamente com os temperos (ou ingredientes líquidos) em pequenos saquinhos de alumínio ou papel-manteiga, ou em sacos de assar previamente untados e levados ao forno quente.

O limão siciliano é cozido no processo e fica saboroso. Pode comer juntamente com o peixe.

Este papilotte pode ser preparado na fritadeira elétrica por 10 minutos à 180°C.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A Frigideira de Frutos do Mar é uma excelente receita para ser servida como prato único, nem precisa de acompanhamentos. Ela pode também ser servida, em menor quantidade, como entrada em uma refeição. A ordem na hora de servir não tem relevância, o que importa é o quanto esse prato é apetitoso. Façam em casa, experimentem! Tenho certeza de que vão adorar.

Frigideira de Frutos do Mar

Categoria: Entrada, Prato Principal,

Especificação: Frutos do mar

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 a 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 buquês de brócolis
  • 2 buquês de couve-flor
  • 120 gramas de cenoura baby
  • 50 gramas de mexilhão
  • 100 gramas de camarão cinza
  • 50 gramas de polvo
  • 40 gramas de lula
  • 50 gramas de camarão médio
  • Sal grosso a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 30 ml de azeite
  • 2 dentes de alho
  • 20 ml de conhaque
  • 50 ml de vinho branco
  • 1/2 tomate, cortado em cubos
  • 4 tomates cereja, inteiro
  • Sal, a gosto
  • Manjericão, a gosto
  • Salsinha, a gosto

Modo de Preparo:

Branqueie separadamente a couve-flor, os brócolis e a cenoura baby. Reserve.

Tempere todos os frutos do mar com sal grosso (pouca quantidade) e pimenta do reino. Em uma frigideira coloque o azeite e doure o alho e os frutos do mar. Flambe usando o conhaque. Deglace com vinho branco.

Adicione os brócolis, a couve-flor, a cenoura baby, o tomate e o tomate cereja. Com o fogo alto, vá salteando até que os ingredientes se misturem bem. Acerte o tempero. Adicione o manjericão e a salsinha. Sirva em prato fundo ou na própria frigideira.

Dicas:

1. Branquear consiste em ferver os alimentos rapidamente em água em ebulição e resfriá-los em seguida em água gelada.

2. Flambar é regar o alimento com alguma bebida alcoólica e depois de aquecer, incendiá-lo para que o álcool evapore e fique somente o sabor sutil da bebida.

3. Deglaçar é colocar um líquido (água, vinho, caldo etc.) em uma panela ou tabuleiro para soltar os sucos do cozimento grudados no fundo.

4. Saltear é cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: imagem Adriana Tenchini

A tinta de lula, conhecida como nero di seppia, é um ingrediente valorizado na gastronomia mediterrânea. Pode ser retirada do próprio molusco ou encontrada já extraída e pronta para uso. Sua coloração negra intensa não apenas colore, mas também confere aroma, sabor delicadamente marinho e uma textura especial às massas, molhos, risotos e preparações com frutos do mar.

Na natureza, a lula libera a tinta como mecanismo de defesa contra predadores, criando uma nuvem escura no mar. Na cozinha, esse líquido ganha status nobre, principalmente na Itália e na Espanha, onde é incorporado a pratos icônicos. Além da beleza e sabor, a tinta é nutritiva, rica em proteínas, vitaminas do complexo B (B12 e B3), fósforo, selênio e antioxidantes que auxiliam na melhora do sistema imunológico.

Massa Fresca com Tinta de Lula – Pasta Nera

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 4 gramas de tinta de lula
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparando a Massa

Misture bem a tinta de lula com os ovos até obter uma cor homogênea. Coloque a farinha peneirada sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione a mistura de ovos com tinta de lula na cavidade e comece a incorporar a farinha aos poucos, usando um garfo. Quando a mistura estiver uniforme, sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até formar uma massa elástica e homogênea. Se necessário, adicione um pouco de farinha ou umedecer as mãos com água.

Modele em forma de bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio. Trabalhe um pedaço por vez, mantendo o outro coberto com plástico filme.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).

Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas práticas:

  • Use os ovos em temperatura ambiente para melhor resultado.
  • Não adicione sal à massa, somente na água do cozimento.
  • Caso a massa esteja muito seca, molhar as mãos já costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar na abertura.
  • A sova deve ser firme e constante para desenvolver elasticidade.

2. Sugestões de consumo

  • A Pasta Nera combina especialmente com frutos do mar, molhos delicados de peixe ou creme de limão siciliano.
  • Para um toque mediterrâneo autêntico, finalize com azeite de oliva extravirgem, alho e camarões salteados.

3. Curiosidade: Na Itália, um prato clássico é o Spaghetti al nero di seppia, típico da região da Sicília. Na Espanha, a tinta é usada na famosa Arroz Negro, semelhante à paella.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem Antony trivet por Pexels

O Filé à Brasileira é uma receita rápida para os momentos corridos do dia a dia. É servido acompanhado de molho campanha, o nosso popular “vinagrete” e não pode faltar uma deliciosa batata chips frita na hora. Se quiser pode ser adicionado outros acompanhamentos como arroz pilaf, farofa, dentre outros.

Filé à Brasileira

Categoria: Prato Principal  

Especificação: Carnes vermelhas, Carne Bovina, Cozinha Brasileira (Região Sudeste),

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 batata inglesa grande
  • 1 tomate sem semente, em jardiniere (cubos pequenos)
  • 50 gramas de pimentão verde, em jardiniere
  • 1/2 cebola roxa, em jardiniere
  • 30 ml de vinagre
  • 1 colher (sopa) de catchup
  • Sal a gosto
  • 200 gramas de filé mignon
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Fio de óleo

Modo de Preparo:

Corte a batata em chips e deixe em água fria. Aqueça a gordura e frite até que fique crocante.

Corte a cebola, o pimentão e o tomate em tamanhos iguais. Tempere com vinagre, catchup e sal.

Corte o file mignon em medalhões. Tempere a carne com sal e pimenta do reino.

Em uma frigideira bem quente, ligeiramente untada com óleo, grelhe cada um dos medalhões por 3 minutos, ou até que a carne comece a soltar suco por cima. Vire e deixe por mais 3 minutos. Deixe a carne descansar por 1 a 2 minutos antes de empratar, para não escorrer no prato.

Sirva os três no mesmo prato. Se quiser pode acompanhar com farofa e/ou arroz pilaf (arroz branco).

Dicas:

1. O medalhão é um corte de filé mignon com cerca de 3 cm de altura e costuma ter de 80 a 100 gramas por unidade.

2. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.

3. A receita é para uma carne ao ponto para mal passada (vermelha por dentro e levemente firme). Para uma carne ao ponto (rosada por dentro e mais firme), grelhe os medalhões por mais um minuto de cada lado. Para uma carne bem passada (caramelo por dentro e muito firme), grelhe por mais 3 minutos de cada lado


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Modo de Preparo:

Lav

Dicas:

1. O


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Receitas

A massa fresca com espinafre é uma das versões mais clássicas da cozinha italiana. De coloração verde intensa e sabor suave, ela combina tradição e nutrição. O espinafre é rico em antioxidantes, fibras e vitaminas que ajudam na saúde geral e na prevenção de doenças crônicas. Essa receita é uma base versátil que pode ser usada tanto para massas recheadas, como ravioli e capeletti, quanto para massas longas, como fettuccine, tagliatelle e pappardelle. Uma receita italiana essencial para quem deseja preparar massas caseiras de qualidade.

Massa Fresca com Espinafre – Pasta Verde

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 60 folhas de espinafre
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparo do espinafre

Bata as folhas de espinafre no liquidificador até formar um purê. Esprema em um pano limpo até retirar o excesso de líquido. Misture o purê com os ovos.

Preparo da Massa

Coloque a farinha em uma superfície de trabalho e abra uma cavidade no centro. Acrescente a mistura de ovos e espinafre. Com um garfo, vá trazendo a farinha das bordas para o centro até incorporar. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma massa homogênea. Se necessário, ajuste com um pouco de farinha ou água. Forme uma bola, envolva em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

Dicas práticas:

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal na massa. O sal deve ser colocado apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça apenas as mãos com água.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura da massa.

2. Sugestões de consumo: Essa massa fresca combina muito bem com molhos à base de manteiga e sálvia, molho branco leve ou molhos de tomate frescos. Também pode ser recheada com queijos, carnes ou vegetais.

3. Curiosidade: A técnica de adicionar vegetais à massa, como espinafre, beterraba ou cenoura, é antiga na Itália e servia para enriquecer a dieta com nutrientes adicionais e cores atrativas.

Massa Fresca com beterraba. Imagem Adriana Tenchini

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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