É uma ótima opção de petisco para qualquer evento. Pode também ser servida como entrada. O bolinho de tilápia além de ser delicioso, é fácil de fazer e fonte de vitaminas e nutrientes para o organismo.

Bolinho de Tilápia

Categoria: Entradas, lanches, Acompanhamento/Guarnição, petisco, comida de boteco,

Especificação: Bolinho Salgado, Salgadinho, Peixes, 

Tempo de Preparo: 50 minutos

Rendimento: 35 unidades

Dificuldade: Fácil

Bolinho de Tilápia Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 g de filé de tilápia
  • 300 g de batata
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola grande em brunoise
  • 3 dentes de alho amassados
  • 2 colheres (chá) de Lemon Pepper
  • 1 colher (café) de cúrcuma
  • 1 colher (café) de noz moscada
  • 1 pitadinha de pimenta caiena em pó
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • 1 ovo
  • 4 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • Sal, a gosto
  • Farinha panko para empanar
  • Óleo, suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas, descasque e amasse até formar um purê. Reserve e deixe esfriar. Enquanto isso, corte os filés de tilápia em cubinhos e reserve. Em uma panela, doure o alho e a cebola no azeite. Adicione a tilápia, o Lemon Pepper, a cúrcuma, a noz moscada e a pimenta caiena. Refogue por 10 minutos ou até que o peixe cozinhe. Reserve e deixe esfriar.

Em uma bowl, adicione a tilápia refogada, a batata amassada, a salsinha e misture bem. Ajuste o sal. Adicione o ovo batido aos poucos e misture até dar ponto para enrolar os bolinhos. Para modelar os bolinhos utilize uma colher. Com a colher retire a quantidade de massa para um bolinho e coloque na farinha panko. Gire com cuidado até cobrir todo o bolinho. Frite por imersão em óleo quente. Sirva em seguida.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.

2. Fritar por imersão é cozinhar o alimento por imersão em um elemento gorduroso quente, utilizando recipientes adequados (frigideiras ou fritadeiras industriais) até adquirir cor e textura crocante.

3. Ao fritar, coloque 3 a 4 bolinhos para não esfriar a gordura.

4. Sirva acompanhado com limão.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O ceviche é um dos pratos mais emblemáticos da culinária peruana e um verdadeiro símbolo da gastronomia latino-americana. Sua base consiste em peixe cru fresco, marinado em suco cítrico, tradicionalmente de limão, e temperado com cebola, pimentas e ervas frescas. Embora pareça uma receita moderna, o ceviche tem raízes que remontam a milhares de anos, refletindo a rica história e diversidade cultural do Peru.

Estudos arqueológicos indicam que povos costeiros pré-incaicos, como os Mochica e Chimú, já consumiam peixe cru temperado com frutas ácidas e especiarias locais há mais de 2.000 anos. Durante o Império Inca (séculos XIII a XVI), o consumo de peixe fresco cru continuou sendo comum nas regiões litorâneas, embora a marinada com limão, ingrediente introduzido pelos espanhóis, só tenha surgido com a colonização. Esse encontro entre tradições ancestrais e novos ingredientes europeus resultaram em um prato que rapidamente se tornou parte da identidade cultural do país.

O ceviche combina simplicidade e sofisticação: enquanto sua preparação exige poucos ingredientes, cada detalhe, o frescor do peixe, o equilíbrio ácido do limão, o toque picante da pimenta e o aroma do coentro, faz toda a diferença. No Peru, ele é servido em pequenas porções como entrada ou em pratos maiores como refeição leve, geralmente acompanhado de milho cozido (choclo) e batata-doce, respeitando tradições que atravessam séculos.

Em 2004, o ceviche foi reconhecido oficialmente como Patrimônio Cultural da Nação Peruana, consolidando seu valor não apenas gastronômico, mas também histórico e social. Hoje, ele é apreciado internacionalmente, adaptado a diferentes estilos culinários, mas sempre preservando sua essência: frescor, sabor e história.

Ceviche

Categoria: Aromáticos, Entradas, prato principal, petisco

Especificação: Cozinha Internacional (Peru), Peixes e Frutos do Mar, Marinada a frio

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 1200 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 94 kcal

Ceviche. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 1 kg de peixe branco (tilápia, robalo, linguado ou corvina), cortado em cubos
  • 10 limões Taiti, suco
  • 2 cebolas roxas médias, cortada em tiras finas
  • 2 pimentas dedo de moça sem sementes, picadinha
  • 2 ramos de coentro, picadinho
  • Sal, ao gosto

Modo de Preparo:

Preparar o peixe: Corte o peixe em cubos uniformes de aproximadamente 2 a 3 cm. Mantenha refrigerado até o momento do preparo para preservar o frescor.

Preparar os aromáticos: Corte a cebola roxa em tiras finas. Se desejar suavizar sua intensidade, lave rapidamente em água fria e escorra bem. Pique a pimenta dedo de moça sem sementes e o coentro.

Temperar a base: Em uma tigela, coloque o peixe e tempere com sal. Misture delicadamente.

Adicionar os ingredientes: Incorpore a cebola, a pimenta e o coentro ao peixe, misturando com cuidado para não desmanchar os cubos.

Marinar: Adicione o suco de limão suficiente para envolver bem todos os ingredientes. Misture delicadamente e deixe marinar sob refrigeração por 5 a 10 minutos, apenas até o peixe começar a mudar de cor, mantendo sua textura macia.

Finalização: Ajuste o sal, se necessário, e sirva imediatamente, garantindo frescor, acidez equilibrada e textura adequada.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como entrada, recomenda-se a porção média de 120 g por pessoa, quantidade que permite apreciar o frescor, a acidez e a textura da preparação sem comprometer o equilíbrio da refeição. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar e ‘A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

2. Dicas de consumo:

  • O ceviche deve ser preparado e consumido na hora, preservando frescor e textura.
  • Pode ser preparado com qualquer peixe magro (tilápia, linguado, salmão etc.), camarões, lagosta, polvo. O camarão e a lagosta devem ser salteados previamente, e o polvo cozido.
  • Entrada: servido em porções individuais ou compartilhadas, ideal para abrir o apetite.
  • Prato principal leve: em porções maiores, acompanhado de milho, batata-doce ou salada.
  • Petisco: em mini tigelas, copinhos ou colheres de degustação, perfeito para menus degustação ou eventos.

3. Curiosidades:

  • Em 2004, o ceviche foi declarado Patrimônio Cultural da Nação Peruana.
  • O ceviche tem origem em culturas pré-incaicas, como os Mochica e Chimú, que já consumiam peixe cru temperado com frutas ácidas há mais de 2.000 anos.
  • Durante o Império Inca (séculos XIII a XVI), o consumo de peixe cru fresco era comum nas regiões costeiras.
  • O prato ganhou forma mais próxima da atual somente após a chegada dos espanhóis, no século XVI, com a introdução do limão e da cebola

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Adriana Tenchini

O espaguete é um dos insumos mais consumidos do mundo e um dos pratos característicos nas mesas aos domingos. As receitas com base neste tipo de macarrão são produzidas de diferentes formas e acompanhadas dos mais variados molhos. Que tal preparar para sua família e amigos essa deliciosa receita! Simples, rápida e saudável.  

Espaguete com Camarão

Categoria: Prato Principal, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Massa Seca, Massa Longa (Espaguete),Frutos do mar (Camarão)

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 5 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 pacote de espaguete grano duro
  • 1 kg de camarão
  • 2 limões taiti
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho
  • ½ cebola
  • 1 pacote de molho de tomate
  • ½ xícara (chá) de tomates cereja
  • Manjericão e salsa a gosto
  • Sal e pimenta do reino

Modo de Preparo:

Cozinhe o espaguete em água fervente com sal. Em outra panela, coloque o azeite, cebola, alho e doure. Adicione os camarões e salteie até que fiquem rosados. Acrescente o molho de tomate e mexa por alguns minutos. Corrija o sal e reserve. Quando o espaguete estiver al dente, escorra bem a água e disponha em uma travessa de servir. Despeje por cima o molho de camarões, acrescente o tomate cereja, salpique a salsinha e o manjericão. Sirva em seguida.

Dicas:

1.    Ferver é o método de cocção por calor úmido e consiste em cozinhar o alimento através de um líquido fervente em ebulição (100ºC). Pode ser iniciado a frio ou a quente, ou seja, o alimento é colocado na água fria até que atinja a fervura. Para cozinhar massas utiliza-se água fervendo.

2. Saltear é o método de cocção por calor seco (com gordura). É cozinhar os alimentos rapidamente em fogo alto com um pouco de gordura e em movimentos constantes.

3.Al dente – a locução italiana al dente significa algo semelhante ao que chamamos de “ao ponto”, ou seja, um estágio intermediário de cozimento, nem muito duro nem muito macio. A massa fica firme, mas não dura. A expressão é empregada tanto para massas quanto para outros alimentos, como arroz e legumes.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Apresento um prato fácil e muito saboroso. O salmão além de ser um peixe sofisticado e elegante, é rico em ômega 3. Com sabor suave e textura macia, é um alimento super saudável. Existem várias maneiras de preparar esta receita. O salmão pode ser frito, grelhado ou assado e o molho pode ser preparado com mel, com creme de leite, com ervas, com suco de laranja, com vinho branco, com leite de coco ou com outros ingredientes.

A receita original é um prato leve e contemporâneo da culinária francesa e como já devem ter imaginado, o molho é feito com creme de leite. Para torná-lo mais leve e acessível para aqueles que são intolerantes à lactose (assim como eu) preparei o molho sem a utilização deste ingrediente.

Salmão ao Molho de Maracujá

Categoria: Prato Principal

Especificação: Peixes. Cozinha Internacional (França)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 600 gramas de Salmão (4 postas com 150 g cada)
  • Sal, q.b.[1]
  • Pimenta do reino, q.b.
  • Azeite, q.b

Molho:

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 ramos de salsinha, em salpicon

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Tempere o salmão com sal e pimenta do reino. Reserve.

Retire a polpa do maracujá. Em uma panela coloque a polpa, o suco concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o molho engrossar por uns 5 a 8 minutos. Finalize com a salsinha.

Aqueça uma frigideira e coloque o azeite. Quando estiver bem quente, sele as postas de salmão dos dois lados, por apenas 4 minutos de cada lado.

Dicas:

Selar é deixar dourar a carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para “selar” (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.

Esta receita é tão saborosa que pode ser servida com diversos acompanhamento, tais como: Caponata, Purê de Banana da Terra, Legumes Salteados, Batata Soutê, Purê de Abóbora Cabotiá ou um simples Arroz Branco e uma Farofa de Castanhas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O bobó de camarão é um dos grandes clássicos da gastronomia baiana, reconhecido pela combinação de camarões suculentos, creme de mandioca, leite de coco e azeite de dendê. Os temperos frescos, como coentro e cebolinha, completam o preparo com aromas e sabores marcantes, característicos da culinária do Nordeste brasileiro.

Sua história está associada às influências africanas e indígenas presentes na formação da cozinha brasileira. A preparação tem raízes em tradições culinárias africanas de cremes e purês, originalmente elaborados com inhame. No Brasil, a mandioca, ingrediente fundamental na alimentação indígena, passou a integrar o prato, que ganhou novas características com a incorporação de ingredientes locais e do camarão.

Popular em toda a Bahia e apreciado em diversas regiões do país, o bobó de camarão é tradicionalmente servido quente, como prato principal, acompanhado de arroz branco. Sua textura cremosa e o equilíbrio entre a delicadeza do camarão, a suavidade da mandioca e a intensidade do dendê fazem dessa receita uma expressão da riqueza cultural da gastronomia brasileira.

Bobó de Camarão

Categoria: Prato principal, acompanhamento/guarnição, entrada, petisco

Especificação: Frutos do mar, Cozinha brasileira (Região Nordeste, Bahia), sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Média

Calorias por porção (300 g): 465 kcal

Imagem Débora Tenchini

Ingredientes:

  • 500 g de mandioca (aipim ou macaxeira), descascada
  • 1 kg de camarão médio, sem casca e limpo
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1/4 de pimentão picado
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 6 ramos de coentro, bem picados
  • 6 talos de cebolinha picados
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 3 tomates maduros, sem pele e sem sementes, picados
  • Água suficiente para o cozimento da mandioca
  • 200 ml de leite de coco
  • 2 colheres (sopa) de azeite de dendê
  • 2 pimentas dedo de moça, sem sementes e picadas

Modo de Preparo:

Rale a mandioca na parte fina do ralador e reserve. Tempere os camarões com sal e pimenta do reino. Reserve sob refrigeração enquanto prepara a base do bobó. Em um pilão, soque a cebola, o alho, o pimentão, o gengibre, o coentro e a cebolinha até formar uma mistura aromática.

Em uma panela, aqueça metade do azeite de oliva e refogue a mistura de temperos. Acrescente os tomates e cozinhe até começarem a desmanchar. Adicione a mandioca ralada e um pouco de água. Cozinhe em fogo médio, mexendo delicadamente para evitar que a preparação grude no fundo da panela. Acrescente mais água aos poucos, sempre que necessário, até a mandioca cozinhar completamente e formar um creme espesso e uniforme.

Em uma frigideira, aqueça o restante do azeite de oliva e salteie os camarões em fogo alto, preferencialmente em pequenas porções para evitar que soltem água em excesso. Assim que ficarem rosados e opacos, transfira-os para o creme de mandioca.

Acrescente o leite de coco, o azeite de dendê e a pimenta dedo de moça. Misture delicadamente, ajuste o sal e aqueça por mais alguns instantes, sem prolongar o cozimento dos camarões. Desligue o fogo assim que todos os ingredientes estiverem incorporados e o bobó apresentar consistência cremosa. Sirva imediatamente, acompanhado de arroz branco e, se desejar, finalize com coentro fresco picado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como prato principal. Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de Consumo:

  • O bobó de camarão deve ser servido quente, com textura cremosa e camarões macios. Como prato principal, a porção sugerida é de 300 g por pessoa, acompanhado de arroz brancof. Uma farofa leve também pode complementar a refeição, desde que não esconda a delicadeza do creme.
  • Quando servido como entrada, ofereça porções menores, de aproximadamente 100 a 150 g por pessoa, em pequenas cumbucas ou tigelas individuais, antes do prato principal. Essa apresentação permite apreciar o sabor do camarão e a cremosidade da mandioca sem comprometer o apetite para os pratos seguintes.
  • Como acompanhamento ou guarnição, o bobó pode ser servido em quantidades moderadas ao lado de peixes grelhados ou assados e de outras preparações que harmonizem com seus sabores. Nesse caso, ajuste a porção de acordo com os demais componentes da refeição.
  • Para servir como petisco, distribua o bobó em pequenas cumbucas, copinhos resistentes ao calor ou tigelinhas individuais, facilitando o consumo em reuniões e ocasiões informais. Porções de aproximadamente 80 a 120 g por pessoa são uma referência, variando conforme a quantidade e a diversidade dos outros petiscos oferecidos.
  • Se o bobó ficar muito espesso, acrescente pequenas quantidades de água quente ou leite de coco até alcançar a consistência desejada. Caso fique muito líquido, mantenha-o em fogo baixo por alguns minutos, mexendo para evitar que grude no fundo da panela.
  • O azeite de dendê deve ser utilizado com equilíbrio, pois seu sabor e aroma são marcantes. O coentro fresco pode ser reservado para a finalização, proporcionando frescor e valorizando a apresentação.
  • Por conter camarão, a preparação exige atenção à conservação e à manipulação dos frutos do mar. Mantenha o camarão refrigerado até o momento do preparo e refrigere as sobras prontamente, em recipiente fechado. Ao reaquecer, aqueça completamente, evitando ciclos repetidos de aquecimento e resfriamento.

3. Curiosidades:

  • O bobó de camarão representa o encontro de diferentes tradições culinárias que contribuíram para a formação da cozinha baiana. A mandioca remete aos conhecimentos alimentares dos povos indígenas, enquanto o uso do dendê e as técnicas de preparo guardam importantes vínculos com as tradições africanas.
  • A palavra bobó é associada à influência africana na culinária brasileira. Ao longo do tempo, a receita ganhou versões com diferentes proporções de mandioca, leite de coco e dendê, o que explica as variações de textura e intensidade de sabor encontradas entre cozinheiros e regiões.
  • A mandioca é responsável pela estrutura e pela cremosidade do prato, enquanto o leite de coco contribui para a untuosidade e o dendê acrescenta cor e identidade aromática. O camarão, por sua vez, oferece sabor característico e proteínas, tornando o bobó uma preparação substanciosa para servir como prato principal.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Débora Tenchini

Abrilhante a sua ceia com esta receita! Este é um prato que todo ano minha mãe fazia para o nosso Natal. É uma receita simples e muito saborosa.

Arroz de Forno com Camarão

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Arroz

Rendimento: 6 porções

Tempo de Preparo: 50 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 3 dentes de alho picados
  • ½ cebola picada
  • 20 ml de óleo de soja
  • 3 xícaras de arroz cru
  • 6 xícaras de água quente (ou quanto bastar para o cozimento)

Molho:

  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 400 g de camarão médio sem casca e sem cabeça
  • ½ cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 300 g de polpa de tomate
  • Sal, q.b. [1]
  • Pimenta do reino, q.b.
  • Salsa, q.b.

Finalização:

  • Queijo parmesão a gosto.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Cozimento do arroz:

Refogar o alho e a cebola até dourar. Acrescentar o arroz e mexer até que os grãos fiquem soltinhos e ligeiramente translúcidos. Acrescentar a água e o sal. Quando entrar em ebulição, tampar a panela e cozinhar em fogo médio, sem mexer, até que o arroz absorva todo o líquido. Reserve.

Preparo do Molho de Camarão:

Em uma panela aqueça a manteiga, adicione os camarões e frite-os somente até ficarem rosa. Não deixe por muito tempo para não ficarem borrachudos. Retire da panela e reserve. Utilize a mesma panela para fazer o molho, sem necessidade de lavar antes. Aqueça o azeite e doure o alho e a cebola. Adicione a polpa de tomate e deixe apurar. Ajuste o sal e tempere com pimenta do reino a gosto. Apague o fogo, adicione os camarões reservados e a salsinha.

Preparo do Arroz de Forno:

Em um pirex grande coloque o arroz branco e o molho. Misture até que o molho de camarão incorpore em todo o arroz. Salpique queijo parmesão ralado e leve ao forno para gratinar.


Esta receita foi testada previamente e faz parte do Livro “Diário da Gastronomia: De tudo… Um pouco.” Autora: Adriana Tenchini (Projeto em andamento, ainda sem data de publicação). Para saber mais, acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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