Que tal preparar sua salsicha em casa e sem produtos de origem animal! É muito mais saudável. A salsicha industrializada é preparada com subprodutos de carnes de animais, uma mistura feita à base de cartilagens e outra partes como carcaças de aves, suínos e bovinos. Além disso, contém gorduras saturadas e aditivos químicos. Ah! E para os intolerantes à lactose, assim como eu, informo que as salsichas contêm lactose. Somente descobri após passar mal comendo um cachorro-quente que preparei em casa. Após pesquisar na internet o processo de preparação da salsicha me horrorizei pelos insumos utilizados e pela inclusão da lactose. É claro que cortei da minha dieta. Mas, como preparar um delicioso cachorro-quente sem a salsicha? Após alguns testes achei uma receita de salsicha vegana perfeita feita com grão de bico. Humm! Deliciosa.

Cachorro-quente com Salsinha de Grão de Bico

Categoria: Lanches,

Especificação: Sanduíches, leguminosas

Tempo de Pré-preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 10 salsichas com 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Not Dog com salsicha de grão de bico. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de grão de bico cozido
  • 2 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
  • 1 colher (chá) de páprica defumada
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) alho desidratado
  • 1 colher (café) de pimenta do reino
  • 1 colher (café) de sal
  • 3/4 xícaras fécula de batata
  • Óleo vegetal ou azeite, o suficiente (para ajudar na modelagem das salsichas)
  • Azeite para grelhar as salsichas

Sanduíche

  • Pães de cachorro-quente
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Coloque água em uma bowl e deixe o grão de bico de molho por 12 horas. Após este tempo, descarte a água e lave bem. Leve o grão de bico para uma panela de pressão e quando a panela começar a chiar, deixe cozinhar por 20 minutos.

Imagem Adriana Tenchini

Em um processador adicione duas xícaras de grão de bico cozido (ainda quente), o shoyu, a páprica defumada, o colorau, o alho desidratado, a pimenta do reino e o sal e processe. Prove, corrija o sal se necessário, adicione a fécula de batata e bata novamente, até formar uma pasta lisa e grossa.

Coloque a pasta em uma panela e leve ao fogo alto (para cozinhar a fécula de batata) por 3 a 5 minutos, até que desgrude do fundo. Reserve e deixe esfriar. O ponto é parecido com uma massinha de modelar.

Imagem Adriana Tenchini
Imagem Adriana Tenchini

Unte a mão com um pouco de óleo ou azeite, pegue um pouco da massa e modele no formato de salsicha. Para que fique todas iguais, pese cada pedaço de massa antes de modelar. Amasse na mão antes de moldar e pode utilizar uma tábua de carne, pressionando a massa cilindricamente. Caso a massa fique com rachaduras, ajuste com os dedos untados no óleo ou azeite. Ou amasse de novo até ficar lisinha.

Pronto! Agora pode usar a salsicha em sua receita preferida. Para utilizá-la em cachorro-quente, faça o seu molho preferido, acrescente as salsichas e deixe ferver com o molho por uns dois minutinhos.

Imagem Adriana Tenchini

Dicas:

1. A fécula de batatas pode ser substituída por farinha de trigo, amido de milho ou farinha de grão de bico.

2. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A abóbora cabotiá é um ingrediente versátil que confere sabor suave, textura macia e coloração vibrante às preparações. Nesta receita, ela é combinada com aveia e linhaça para formar um burger vegetal nutritivo, rico em fibras e com excelente estrutura. O resultado é um burger vegano saboroso, ideal para sanduíches, refeições leves ou para quem busca incluir mais preparações à base de vegetais no dia a dia.

Veggie Burger de Abóbora com Aveia

Categoria: Lanches, Petiscos

Especificação: Cereais, Sanduíche, Vegetais, Sem Lactose, Vegano, Vegetariano.

Rendimento: 500 gramas – 5 porções

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g – 1 burguer): 103 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 500 g de abóbora cabotiá (abóbora japonesa)
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho em brunoise
  • 90 g de cebola em brunoise
  • 1 colher (chá) de orégano
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • 100 g de aveia em flocos finos
  • 10 g de farinha de linhaça
  • Sal a gosto
  • Páprica defumada, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Cominho, a gosto
  • Farinha panko para empanar

Modo de Preparo:

Retire as sementes da abóbora e corte-a em fatias, mantendo a casca. Disponha as fatias em uma assadeira, cubra com papel-alumínio e asse em forno preaquecido a 230 °C por aproximadamente 40 minutos, ou até que estejam bem macias. Retire a casca e transfira a polpa para uma tigela. Amasse com um garfo até obter um purê rústico.

Aqueça o azeite em uma frigideira e refogue a cebola e o alho até ficarem macios e levemente dourados. Adicione o refogado ao purê de abóbora. Tempere com orégano, sal, páprica defumada, pimenta do reino branca e cominho. Acrescente a salsinha, a aveia e a farinha de linhaça. Misture bem até formar uma massa homogênea. Cubra a tigela e leve à geladeira por aproximadamente 1 hora para firmar.

Divida a massa em 5 porções iguais e modele os burguers. Passe os discos na farinha panko, cobrindo-os levemente. Doure os burguers em frigideira com um fio de azeite ou prepare-os na fritadeira elétrica, borrifando azeite para favorecer a coloração. Sirva imediatamente.

Veggie Burger de Abóbora com Aveia. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Sirva em pães veganos acompanhados de rúcula, cebola caramelizada, tomate fresco ou picles.
  • Também pode ser servido sem pão, acompanhado de saladas, legumes assados ou grãos cozidos.
  • Para uma versão sem glúten, substitua a farinha panko por farinha de arroz, flocos de milho triturados ou farinha de milho fina.
  • Os burguers podem ser modelados e congelados antes da cocção, facilitando o preparo de refeições futuras.
  • Como referência de porcionamento, esta receita foi classificada como lanche. Uma unidade de aproximadamente 100 g corresponde a uma porção individual adequada.

2. Curiosidades:

  • A abóbora cabotiá é conhecida por sua polpa firme, sabor adocicado e elevado teor de carotenoides, pigmentos naturais que contribuem para a formação de vitamina A no organismo.
  • A combinação de aveia e linhaça é amplamente utilizada na culinária vegana por auxiliar na retenção de umidade, melhorar a textura das preparações e favorecer a liga dos ingredientes sem a necessidade de ovos.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Patê delicioso, cremoso e sem lactose. A sua textura aveludada é graças ao inhame que faz parte desta receita. O inhame é um alimento que contêm diversos nutrientes benéficos à saúde, é rico em proteína, fibras e potássio, baixo em gordura; fortalece a sistema imunológico e limpa o sangue. O inhame é um tubérculo que veio da África e se adaptou ao nosso clima. É fácil reconhecê-lo pela casca marrom felpuda e por dentro claro, quase branco.

O inhame é um carboidrato que não eleva os níveis de glicemia no corpo devido ao alto teor de fibras em sua composição. Desta forma, é uma ótima opção para pessoas diabéticas ou em busca da reeducação alimentar. As vitaminas do Complexo B, em especial a B6, presentes no inhame dão a ele a capacidade de prevenir doenças cardiovasculares. É rico em vitamina A, promovendo a regeneração celular e auxiliando na saúde dos olhos e da pele.

O potássio ajuda no controle da pressão e da frequência sanguínea. Devido a vitamina C e as vitaminas do Complexo B, o inhame auxilia na secreção de toxinas no sangue, elevando a capacidade de defesa do organismo. Os antioxidantes presentes no alimento ajudam na eliminação de radicais livre e no rejuvenescimento celular. Ainda possui fitosteróis que controlam a absorção do colesterol ajudando a eliminá-lo. Estão ainda em estudo, a eficácia do inhame na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de cólon e no tratamento dos distúrbios ocasionados na menopausa. Segundo estudos, o alimento possui uma enzima capaz de atuar como um repositor de hormônios natural.

Além de todos estes benefícios para a saúde, o inhame é um grande aliado para quem pratica esportes ou está de dieta. O alimento é uma ótima fonte de energia, em cada 100g tem 96 calorias e mantem a saciedade por mais tempo, podendo substituir a batata, o arroz e o trigo. Na culinária o inhame também é super versátil. Ele pode ser consumido de diversas formas: assado, frito, cozido, purês, sopas ou pirão. Pode ser acompanhamento de todos os pratos ou ser consumido sozinho, com manteiga ou mel. O alimento tem uma consistência macia, sendo adequado para fazer mousse, mingau, purê, patê e outros. Ainda pode ser consumido como um substituto do leite comum para quem tem intolerância a lactose ou segue uma alimentação vegana, o leite vegetal de inhame. Devido a suave consistência e a digestão leve, o consumo do ingrediente em suas diversas formas é adequado para as crianças pequenas e para os idosos.

Ufa! Após tantas qualidades deste insumo, podemos até considerá-lo um super alimento e incluí-lo mais em nosso cardápio. Começo por esta receita, mas prometo que em breve testarei outras, trazendo muitas novidades saborosas. Ah! Sobre as diversas formas de consumo e a manuseio do inhame explicarei em post futuro.

Patê Vegano

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento / Guarnição, Café da Manhã e Lanche, Petisco

Especificação: Sem Lactose, Vegetariana, Vegana

Rendimento: 650 gramas

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 600 gramas de inhame
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 limão, suco
  • 1 xícara (chá) de água filtrada
  • Uma pitada de Gengibre em pó
  • Uma pitada de ervas finas [1]

[1] Tempero seco.

Imagem Adriana Tenchini

Modo de Preparo:

O primeiro passo é lavar bem o inhame com a casca em água corrente. É importante para ele não soltar a baba, que pode provocar alergia e irritação na pele. Com a ajuda de uma escovinha esfregue para remover toda a sujeira da casca. Passe o inhame pela água corrente várias vezes, esfregando com as mãos para retirar toda a sujidade.

Após a limpeza coloque os inhames na panela de pressão com água até cobri-los. Leve ao fogo médio por 15 minutos após a panela pegar pressão (começar a apitar).

Desligue o fogo, retire a pressão e escorra a água. Os inhames quando estão bem cozidos, sua casca se rompe (foto abaixo). Eles devem ser descascados em seguida, pois se deixar esfriar ficará mais difícil.

Imagem Adriana Tenchini

Muito cuidado para não se queimar! O ideal é colocar um inhame em um prato e com a ajuda de dois garfos retirar a casca. Não se preocupe que ela solta fácil.

Em um processador colocar os inhames cozidos e descascados, adicionar os demais ingredientes e bater. O patê fica com uma consistência cremosa. Guarde em um pote fechado. A validade é de 8 a 10 dias na geladeira. Sirva na torrada, pães, biscoitos, na batata assada, como acompanhamento ou da maneira que seu paladar agradar.

Dicas:

1. Se for utilizar o liquidificador, vá batendo aos poucos, colocando pequenas quantidades separadamente. Se bater tudo de uma vez, pode travar o liquidificador ou ter a necessidade de adicionar mais água, diluindo muito a consistência final.


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É um dos petiscos preferidos nos bares em todo o Brasil. O torresmo é uma preparação feita a partir do toucinho de porco cortado em pequenos pedaços e fritos até ficarem crocantes e chegou ao Brasil por intermédio dos colonizadores portugueses. Na época, era somente uma forma se se obter a banha de porco, uma gordura muito utilizada na culinária. Na Bahia, os escravos africanos passaram a consumir o torresmo diretamente. Ainda durante o período colonial, o torresmo passou a fazer parte do cardápio mineiro, sendo servido junto com feijão tropeiro, com a feijoada, com o tutu ou ainda consumido sozinho, como um petisco, acompanhado de um aperitivo, a cachaça mineira.

Torresmo

Categoria: Acompanhamento/Guarnição, Petisco

Especificação: Carne Suína, petisco

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 1 hora

Dificuldade: Fácil

Imagem leonardo bissoli por Pexels

Ingredientes:

  • 200 gramas de toucinho de barriga
  • 5 dentes de alho, bem picado
  • 50 mililitros de óleo
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Corte o toucinho em cubos ou em pedaços retangulares. Ponha em uma tigela e tempere com sal e alho. Deixe descansar por, no mínimo, 30 minutos. Coloque o toucinho e o óleo em uma panela grossa, leve ao fogo alto e deixe começar a fritar. Abaixe o fogo e frite os torresmos, mexendo de vez em quando, até ficarem cozidos, porém ainda macios. Tire os torresmos com uma escumadeira e reserve. Aqueça bem a gordura e volte os torresmos para pipocar. Escorra sobre papel absorvente, passe para um prato e sirva imediatamente.

Dicas:

  1. Ideal para servir como petisco.
  2. Acompanhamento perfeito para o Feijão Amigo, Feijão Tropeiro, Tutu de Feijão e outros.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem leonardo bissoli por Pexels

Precisa preparar algo rápido? Não sabe o que fazer? Que tal um patê usando ingredientes que tem em sua geladeira! O patê de cenoura é super fácil, muito saboroso e pode servir como entrada, acompanhamento ou lanche. Prove!

Patê de Cenoura

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento, Lanches, Petisco

Especificação: Patê

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Dicas:

Sirva com torradas, biscoitos, pão sírio ou palitos de legume.


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A origem do Homus (ou húmus, do árabe hummus) remonta à região do Oriente Médio, com raízes milenares na história culinária na região. É uma pasta feita principalmente de grão de bico cozido e triturado, tahine (pasta de sementes de gergelim), azeite, suco de limão, sal e alho. A origem exata é controversa e disputada entre vários países do Oriente Médio, especialmente Líbano, Israel, Palestina, Síria, Turquia e Egito.

Embora não haja um registro histórico único que comprove quem o criou, sabe-se que o grão-de-bico e a tahine já eram consumidos há milhares de anos na região. O grão-de-bico era cultivado na Mesopotâmia desde cerca de 7.000 a.C. e a tahine aparece em registros do Egito antigo, usado tanto como alimento quanto como remédio. O primeiro registro escrito de uma receita similar ao húmus moderno é do século XIII, em livros de culinária do Cairo islâmico medieval.

Hoje, o homus é mais do que comida – ele é um símbolo cultural e até político. Diversos países reivindicam sua autoria como parte de seu patrimônio culinário nacional. Esse debate ficou tão forte que é chamado por alguns de “Guerra do Homus”, especialmente entre Israel e o Líbano. Nos últimos 30 anos, o húmus se espalhou pelo mundo, ganhando popularidade em países da Europa e Américas como uma opção saudável, rica em proteínas e fibras, além de ser naturalmente vegano e sem glúten.

O Homus pode ser usado de diversas formas, como couvert, entrada ou acompanhamento de ave e peixes, e fica delicioso sobre fatias de berinjelas assadas.

Homus – Patê de Grão de Bico

Categoria: Couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petisco

Especificação: Patê, Cozinha Internacional (Árabe), vegana, vegetariana, vegetais, sem glúten, sem lactose

Tempo de Pré preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 920 gramas – 30 porções

Dificuldade: Média

Calorias por porção (30 g): 50 kcal

Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de grão de bico
  • 3 dentes de alho amassado
  • 3 colheres (sopa) de tahine
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • Suco de ¼ de limão
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Cúrcuma a gosto
  • Ervas a gosto (salsinha, cebolinha e manjericão)

Modo de Preparo:

Deixar o grão de bico de molho de preferência da noite para o dia. Colocar para cozinhar em panela de pressão. Deixar amornar e retirar as cascas do grão de bico. Utilizar uma peneira com tela de metal para retirar as cascas, porém, os grãos devem estar bem cozidos.

Bater o grão de bico com os dentes de alho no liquidificador até virar uma pasta. Se necessário, acrescentar um pouco de água filtrada para facilitar, mas a pasta não pode ficar líquida. Tem que ficar bem densa. O ideal é bater o grão de bico de pouco a pouco, desliga o liquidificador e em seguida coloca mais um pouco de grãos para evitar o uso de água. Depois de bem batido, acrescentar a tahine, o azeite, o limão, o sal e os temperos.

Observação sobre porcionamento e uso: Embora o homus possa acompanhar pratos principais, ele se enquadra como complemento do prato ou acompanhamento pontual, e não como guarnição principal. Por se tratar de uma pasta concentrada, rica em fibras e gorduras boas, sua função no prato é complementar sabores e texturas, atuando como base, apoio ou finalização. A porção de 30 g é adequada quando servido como acompanhamento, couvert, entrada ou petisco, mantendo equilíbrio nutricional e harmonia com os demais componentes da refeição.

Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

1. Como aperitivo ou entrada: Sirva com pão sírio, pão naan, torradas, pão integral ou palitinhos de legumes (cenoura, pepino, aipo, pimentão). É leve, nutritivo e perfeito para beliscar.

2. No café da manhã ou lanche: Em países do Oriente Médio, é comum consumir homus pela manhã com azeite, azeitonas e pão quente. Uma ótima opção proteica e vegana.

3. Como molho ou base para sanduíches: Substitua a maionese ou patês industrializados por uma camada de homus em wraps, pães ou sanduíches. Dá cremosidade e um toque exótico.

4. Acompanhamento de pratos quentes: Combine com carnes grelhadas, kaftas, falafel, vegetais assados ou arroz temperado. O contraste da textura é muito agradável.

5. Versões criativas do clássico: Experimente versões com:

  • Beterraba (rosa intenso e doce)
  • Abacate (mais cremoso)
  • Pimentão assado (toque defumado)
  • Ervas frescas (como coentro ou hortelã)
  • Tahine extra e alho assado

6. Finalizações que elevam o sabor

  • Regue com azeite de oliva extra virgem
  • Polvilhe com zaatar, cominho, páprica, sumac ou sementes de gergelim
  • Finalize com grão-de-bico inteiro cozido, nozes tostadas ou salsinha fresca

O homus é tradicional e amplamente consumido no Oriente Médio e na região do Mediterrâneo Oriental, mas também ganhou popularidade global. Veja os principais países:

1. Líbano: Considerado parte fundamental da cozinha libanesa. É presença garantida no ‘mezze’ (mesa de petiscos).

2. Israel: Prato nacional e cultural. Há até “guerras do homus” entre restaurantes disputando o melhor da região.

3. Palestina: Muito presente nas refeições diárias, geralmente servido com pão fresco e azeite.

4. Síria e Jordânia: Também faz parte do ‘mezze’ e de refeições tradicionais. Frequentemente acompanhado de falafel ou carne.

5. Turquia: Consumido especialmente no sul do país. Por vezes com pimentas ou nozes misturadas.

6. Egito: Embora o ‘ful medames’ (favas) seja mais comum, o homus também está presente como alternativa.

7. Grécia e Chipre: Popular na mesa mediterrânea, embora o ‘tzatziki’ e ‘melitzanosalata’ também disputem espaço.

8. Estados Unidos e Europa Ocidental: Nos últimos anos, o homus virou item básico em supermercados e lanches saudáveis. Muito consumido por vegetarianos, veganos e entusiastas da comida natural.

9. Brasil: O homus vem ganhando espaço no Brasil, especialmente nos últimos anos com o aumento do interesse por alimentação saudável, vegana/vegetariana e influências da culinária do Oriente Médio. No entanto, ainda não é um alimento amplamente tradicional no país inteiro, sendo mais popular em centros urbanos, regiões com influência árabe ou com forte presença de tendências gastronômicas internacionais.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Com seu sabor marcante e textura cremosa, o babaganoush é uma das joias da culinária do Oriente Médio. Feita à base de berinjela assada, essa pasta aromática combina o toque defumado do vegetal com a suavidade do tahine, o frescor do limão e o perfume do alho e do azeite.

A origem do babaganoush é disputada entre diversos países da região, como Líbano, Síria, Palestina, Israel e Egito, onde a berinjela era amplamente cultivada desde os tempos antigos. A palavra “babaganoush” vem do árabe e pode ser traduzida como “o pai mimado”, uma referência ao sabor irresistível e delicado que o prato transmite. Tradicionalmente servido como entrada ou acompanhamento em uma mesa de mezze – uma seleção de aperitivos que reúne família e amigos – o babaganoush carrega consigo séculos de tradição e hospitalidade.

Seja com pão sírio, vegetais crus ou até mesmo como recheio de sanduíches, o babaganoush conquista paladares ao redor do mundo, graças à sua simplicidade e profundidade de sabor. Nesta receita, você aprenderá a preparar o verdadeiro babaganoush, com dicas para realçar sua textura, aroma e autenticidade. Ideal para quem busca um prato saudável, vegano e cheio de personalidade.

Babaganoush

Categoria: Couvert, Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Lanche, petisco

Especificação: Patê, Cozinha Árabe

Rendimento: 450 gramas – 15 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (30 g): 60 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 berinjelas
  • 3 dentes de alho amassados
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
  • ¼ xícara (chá) de azeite
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Ervas a gosto (Salsinha, cebolinha, manjericão)

Modo de Preparo:

As berinjelas devem ser defumadas, para isso, lave e seque-as. Em seguida, coloque-as direto na chama do fogão. À medida que a casca for queimando, vá virando a berinjela para que ela queime por igual. Este processo leva de 10 a 15 minutos. O ponto certo é quando a casca estiver já bem carbonizada e começar a escorrer um caldinho da berinjela. Quando escorrer este líquido, a berinjela já está bem cozida por dentro.

Quando estiver morna, corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento e retire toda a polpa com uma colher. Descarte a casca e coloque a polpa em uma peneira por alguns minutos para escorrer o excesso de líquido. Em um liquidificador ou processador adicione o alho, o suco de limão, a tahine e a polpa da berinjela. Bata até formar uma pasta. Acrescente o azeite e os temperos.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre porcionamento e uso: O babaganoush, por se tratar de uma pasta vegetal concentrada, à base de berinjela defumada, tahine e azeite, enquadra-se como complemento do prato ou acompanhamento pontual, e não como guarnição principal. Sua função no prato é agregar cremosidade, sabor defumado e contraste, atuando como elemento de apoio, base ou finalização.

A porção de 30 g é adequada quando servido como couvert, entrada, petisco ou acompanhamento, mantendo equilíbrio nutricional e coerência com a composição global da refeição. Em refeições principais, o babaganoush deve ser utilizado em pequenas quantidades, compondo o prato junto a proteínas, cereais e outros vegetais.

Para mais detalhes sobre a composição equilibrada das refeições e o ajuste de porções conforme o serviço, consulte os posts A Composição do Almoço e do Jantar, A Composição do Café da Manhã e dos Lanches e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

O babaganoush transita muito bem entre várias categorias, é saboroso, saudável, e se adapta a diversos estilos de refeição, do casual ao sofisticado.

1. Como couvert: Perfeito para abrir o apetite em restaurantes ou jantares. Servido com pão sírio (pita ou pão árabe), grissinis ou legumes crus.

2. Como entrada:

  • Pode ser parte de uma tábua de pastas do Oriente Médio, junto com homus, coalhada seca e pães.
  • Vai bem com saladas leves e folhas frescas.

3. Como acompanhamento:

  • Combina com grelhados, especialmente carnes brancas ou cordeiro.
  • Pode ser servido ao lado de arroz com lentilhas (mujaddara), tabule ou quibe.

 4. vegano/vegetariano: por ser à base de vegetais, é muito valorizado em cardápios vegetais e saudáveis.

Dicas de Consumo

  • Sirva com pão sírio ou pão naan bem fresquinho.
  • Fica excelente como recheio de sanduíches ou wraps, especialmente com legumes grelhados.
  • Experimente finalizar com sementes de romã, hortelã fresca picada ou um fio de azeite com zaatar.
  • Use como base para montar uma bowl mediterrânea, com grão-de-bico, tabule e legumes.
  • Sirva gelado ou em temperatura ambiente, nunca quente.

Curiosidades:

  • Pode ser confundido com mutabbal, outra pasta de berinjela que leva tahine, alho e limão – embora os dois nomes sejam usados de forma intercambiável em alguns países.
  • A palavra “babaganoush” vem do árabe “bābā ghanūj”, que pode ser traduzido como “pai mimado” ou “pai encantador” – há quem diga que a pasta era uma receita criada em homenagem a um homem carismático!
  • É popular em países como Líbano, Síria, Israel, Palestina, Jordânia e Egito, com variações regionais. Em algumas versões, leva tahine (pasta de gergelim), enquanto em outras não.
  • O segredo do sabor autêntico está na berinjela assada diretamente na chama ou na brasa, o que confere um leve toque defumado irresistível.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O Guacamole é um prato simples e saboroso da gastronomia mexicana conhecido em todo o mundo. Atualmente ganhou o formato de petisco, mas no México ele é servido também como acompanhamento de outros pratos. O Guacamole tem sua origem com os nativos, os astecas, que serviam essa salada com abacate para aumentar a força dos seus guerreiros e eles também acreditavam ser afrodisíaco.

Assista ao vídeo: Vídeo – Guacamole.

Guacamole

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição, Petisco

Especificação: Molho frio, molho cru, Cozinha Internacional (México), vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 500 gramas – 5 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 145 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 abacate ou 3 avocados
  • Suco de um limão
  • 1 tomate médio, sem sementes, cortados em cubinhos
  • 1 cebola roxa, cortada em cubinhos
  • 1 pimenta dedo de moça, sem sementes, cortada em cubinhos
  • Azeite a gosto
  • Coentro a gosto, picado
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

Corte a cebola em cubinhos e reserve. Retire as sementes do tomate, corte em cubinhos e reserve. Retire as sementes da pimenta dedo-de-moça e corte em cubinhos. A retirada da semente diminui a picância, mas para aqueles que gostam de ardência não precisa retirar.

Abra o abacate, retire a polpa, coloque em uma bowl juntamente com o seu caroço e metade do suco de limão. Ambos são para evitar a oxidação da fruta. Deixe o caroço até o momento de servir. Amasse o abacate com um garfo e misture todos os ingredientes. Regue com um pouco de azeite e o sal. Prove e, se for necessário, adicione o restante do limão.

O ideal é deixá-lo na geladeira por uns 15 minutos, mas se desejar servir de imediato, não há problema. Se for levar à geladeira, deixe a semente do abacate dentro do guacamole e vede bem a travessa com plástico filme. Na hora de servir, retire a semente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Quando servido como petisco, lanche ou couvert, o guacamole deve ser porcionado em 100 g por pessoa, quantidade compatível com o consumo real e com o papel central da preparação nesse tipo de serviço. Em contextos em que o guacamole atua apenas como molho ou acompanhamento de pratos quentes, a porção pode ser reduzida para 50 g por pessoa, funcionando como complemento do prato. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, A Composição do Almoço e do Jantar e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

O guacamole pode assumir diferentes funções no serviço, dependendo da quantidade e do contexto do menu.

  • Quando servido como petisco ou lanche, a porção de 100 g por pessoa é a mais adequada, acompanhada de tortilhas de milho, nachos, tacos crocantes ou pães rústicos. Nessa apresentação, o guacamole atua como elemento central da experiência, valorizando textura, frescor e sabor.
  • Como acompanhamento de pratos quentes, pode ser servido em porções menores, trazendo cremosidade e frescor a carnes grelhadas, peixes, frango, preparações com especiarias ou pratos à base de milho e feijão. Também funciona muito bem como complemento de sanduíches, wraps e bowls contemporâneos.
  • Em propostas mais criativas, o guacamole pode integrar tábuas de petiscos ou mesas temáticas mexicanas, harmonizando com salsas picantes, milho tostado, feijão preto temperado e vegetais grelhados, criando contraste de sabores e temperaturas.

3. Curiosidades:

  • Apesar de sua popularização mundial como dip, no México o guacamole continua sendo tratado como salsa fresca, servido de forma simples e preparados próximo ao momento do consumo, valorizando ingredientes frescos e evitando oxidação. Cada região e família possui sua própria versão, variando o tipo de pimenta, as ervas e o grau de acidez.
  • O guacamole tem origem pré-colombiana e já era preparado pelos astecas, que utilizavam o abacate amassado com outros ingredientes locais muito antes da chegada dos europeus às Américas. O preparo fazia parte da alimentação cotidiana e de rituais culturais, sendo associado à força e à vitalidade.
  • O nome guacamole deriva do termo náuatle “ahuacamolli”, junção de ahuacatl (abacate) e molli (molho), evidenciando sua função original como acompanhamento e não apenas como petisco.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem dayvison de oliveira silva por Pexels

As bolinhas de inhame com quinoa são uma alternativa leve e funcional aos salgadinhos tradicionais. Essa combinação une dois ingredientes valorizados em diferentes culturas: o inhame, presente em preparações brasileiras, africanas e asiáticas, e a quinoa, um grão ancestral cultivado há mais de 5 mil anos nos Andes. Além de saborosas e fáceis de preparar, essas bolinhas são naturalmente sem glúten, fonte de proteína vegetal e ricas em fibras. Podem ser servidas como entrada, lanche ou petisco, e são perfeitas para quem busca opções vegetarianas, veganas ou livres de ingredientes de origem animal. Podem ser fritas ou preparadas na airfryer, mantendo sabor e textura.

Bolinha de Inhame com Quinoa

Categoria: couvert, entradas, lanches, petiscos

Especificação: petisco, salgadinho, vegetais, cereais, vegetariana, vegana, proteína vegetal, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 40 unidades com 30 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (3 unidades – 90 g): 114 kcal

Bolinha de Inhame com Quinoa. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de quinoa branca
  • 600 g de inhame
  • 250 g de cenoura ralada crua
  • 2 colheres (sopa) de manjericão picado
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada
  • Azeite ao gosto
  • Sal ao gosto
  • Páprica defumada ao gosto
  • Pimenta do reino branca ao gosto
  • Cominho ao gosto
  • Farinha de mandioca para empanar
  • Óleo, o suficiente para fritar

Modo de Preparo:

Preparar a quinoa:

Deixe a quinoa de molho por 10 minutos. Em uma panela, ferva a água na proporção de 2 partes de água para 1 de quinoa (ex.: 1 xícara de quinoa para 2 xícaras de água). Escorra a quinoa demolhada e lave em água corrente.

Coloque a quinoa na água fervente e cozinhe em fogo alto, com a panela destampada, por 5 minutos. Reduza para fogo médio, tampe parcialmente e cozinhe por mais 10 minutos ou até a água evaporar. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe repousar por 5 minutos. Solte os grãos com uma colher.

Preparar o inhame:

Cozinhe o inhame até ficar macio. Amasse com um garfo e reserve.

Formar as bolinhas:

Em uma tigela grande, misture a quinoa cozida, o inhame amassado, a cenoura ralada, o manjericão, a cebolinha, a salsinha, azeite, sal, páprica, pimenta e cominho.

Pegue porções de 30 g da mistura e modele bolinhas. Empane-as na farinha de mandioca.

Finalização:

Frite rapidamente em óleo quente até dourar, ou utilize uma fritadeira elétrica pulverizando azeite para dourar uniformemente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dica de consumo: Sirva quente como aperitivo, com molho de ervas, chutney ou geleia de pimenta. Também pode ser usada como parte de um bowl ou acompanhando saladas.

2. Curiosidade: A quinoa é considerada um pseudo-cereal e foi sagrada para os povos andinos. O inhame, além de nutritivo, possui propriedades que favorecem a saúde intestinal e a imunidade.

3. Sugestão vegana: A receita já é totalmente vegana.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Poucas preparações reúnem tantas pessoas ao redor da mesa quanto a pizza. Originária da tradição italiana e difundida em todo o mundo, ela ganhou inúmeras versões e coberturas, desde as mais clássicas até combinações criativas e regionais. Preparar a própria pizza em casa transforma a refeição em uma experiência gastronômica divertida e participativa, permitindo que cada pessoa escolha seus ingredientes preferidos e personalize sua criação. Esta massa apresenta boa elasticidade, bordas macias e excelente versatilidade para pizzas salgadas ou doces.

Pizza Vapt Vupt

Categoria: lanches, petiscos, panificação

Especificação: Pizza

Tempo de Preparo: 2 horas e 40 minutos

Rendimento: 4 pizzas grandes – 24 fatias

Dificuldade: Média

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

Massa

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 1 gema
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1/2 colher (sopa ) de sal
  • 30 ml de óleo
  • 1 colher (sobremesa) de fermento biológico seco
  • 600 ml de água

Pizza Portuguesa

  • Presunto
  • Ovos cozidos
  • Azeitonas
  • Cebola
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Marguerita

  • Muçarela
  • Queijo ralado ou muçarela
  • Manjericão fresco

Pizza Rústica

  • Atum ralado
  • Pimentão em cubos
  • Azeitonas
  • Cebolas em rodelas
  • Champignon picado
  • Ovos cozidos
  • Queijo ralado ou muçarela

Pizza Califórnia

  • Muçarela
  • Presunto
  • Frutas em compota (pêssego, figo e abacaxi)

Pizza Vegetariana

  • Brócolis
  • Abobrinha
  • Tomate
  • Pimentão
  • Cebola
  • Milho verde
  • Manjericão
  • Azeitonas
  • Orégano
  • Muçarela

Pizza de Cogumelos

  • Cogumelos shiitake
  • Cogumelos shimeji
  • Manteiga
  • Molho shoyu
  • Muçarela de búfala

Pizza de Alho Poró

  • Alho
  • Cebola
  • Alho-poró
  • Requeijão cremoso
  • Molho de tomate

Pizza de Brigadeiro com Morangos

  • Brigadeiro de chocolate em ponto mole
  • Morangos frescos

Modo de Preparo:

Em uma tigela grande, misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento. Acrescente a gema, o óleo e a água. Misture até formar uma massa homogênea. Sove por 15 a 20 minutos, até obter uma massa lisa, macia, elástica e levemente pegajosa. Coloque a massa em uma tigela untada, cubra com pano úmido e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas para fermentação.

Após o crescimento, divida a massa em 4 porções de cerca de 420 g cada. Boleie cada porção e deixe descansar por 10 minutos.

Abra os discos manualmente, mantendo as bordas ligeiramente mais altas. Disponha cada disco em forma untada. Espalhe molho de tomate sobre as pizzas salgadas, deixando as bordas livres. Adicione a cobertura desejada. Asse em forno preaquecido a 180 °C por 15 a 20 minutos ou até dourar.

Obs.: Para pizzas doces, aplique a cobertura diretamente sobre a massa, sem utilizar molho de tomate.

Pizza Portuguesa. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Vegetariana. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza Marguerita. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Cogumelos. Imagem Adriana Tenchini.
Pizza de Brigadeiro com Morangos. Imagem Adriana Tenchini.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • Ideal para encontros familiares, aniversários e noites temáticas.
  • Sirva acompanhada de saladas verdes para uma refeição mais equilibrada.
  • As massas podem ser preparadas antecipadamente e mantidas refrigeradas por até 24 horas antes do uso.
  • Também podem ser parcialmente pré-assadas e congeladas para utilização futura.

2. Curiosidades:

  • A fermentação refrigerada desenvolve aromas mais complexos e melhora a textura da massa.
  • A pizza moderna surgiu em Nápoles, na Itália, entre os séculos XVIII e XIX.
  • O termo italiano “pizza” aparece em registros históricos desde o século X.
  • O manjericão, tomate e queijo da pizza marguerita representam as cores da bandeira italiana.
  • A pizza é uma das preparações mais adaptáveis da gastronomia mundial, recebendo ingredientes típicos de cada região.

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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Design Draw Artes por Pixabay