Quem gosta de um bolo de fubá quentinho com um cafezinho! E se for produzido sem lactose! Melhor ainda. “Mas não tenho forno na minha casa.” Não se preocupe, essa receita é para ser feito em uma fritadeira. Reproduza em sua casa e depois me conte se gostou. Eu amo!

Bolo de Fubá Sem Lactose na Fritadeira

Categoria: Café da manhã e Lanches, Panificação e Confeitaria, Sobremesa,

Especificação: Bolos, Cozinha Brasileira, Quitanda, Sem Lactose, Cozinha Mineira, Vegetariana,

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de leite vegetal
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de fubá
  • 1 colher (sobremesa) de fermento químico

Modo de Preparo:

Em um liquidificador adicione leite, ovo, açúcar, farinha de trigo e fubá. Bata tudo até ficar homogêneo. Adicione o fermento e pulse, misturando na massa. Coloque em uma forma untada que caiba em uma fritadeira elétrica. Pré aqueça a fritadeira por 5 minutos. Tire a cestinha da fritadeira, coloque a forma no lugar e leve para assar em 180º C por 25 minutos. Espere esfriar e desenforme.

Dicas:

Pode ser adicionado pedaços de goiabada na massa


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A massa fresca com espinafre é uma das versões mais clássicas da cozinha italiana. De coloração verde intensa e sabor suave, ela combina tradição e nutrição. O espinafre é rico em antioxidantes, fibras e vitaminas que ajudam na saúde geral e na prevenção de doenças crônicas. Essa receita é uma base versátil que pode ser usada tanto para massas recheadas, como ravioli e capeletti, quanto para massas longas, como fettuccine, tagliatelle e pappardelle. Uma receita italiana essencial para quem deseja preparar massas caseiras de qualidade.

Massa Fresca com Espinafre – Pasta Verde

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 300 gramas de massa crua – 2 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 60 folhas de espinafre
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparo do espinafre

Bata as folhas de espinafre no liquidificador até formar um purê. Esprema em um pano limpo até retirar o excesso de líquido. Misture o purê com os ovos.

Preparo da Massa

Coloque a farinha em uma superfície de trabalho e abra uma cavidade no centro. Acrescente a mistura de ovos e espinafre. Com um garfo, vá trazendo a farinha das bordas para o centro até incorporar. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma massa homogênea. Se necessário, ajuste com um pouco de farinha ou água. Forme uma bola, envolva em plástico filme e deixe descansar na geladeira por, no mínimo, 30 minutos e no máximo 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre o rendimento: Esta receita produz aproximadamente 300 g de massa fresca crua. Após o cozimento, a massa absorve água e rende cerca de 500 g de massa cozida, suficiente para 2 porções de prato principal. O rendimento considera apenas a massa, sem a adição de molhos, recheios ou outros acompanhamentos. As orientações para a composição das porções finais e o equilíbrio do prato podem ser consultadas no post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas práticas:

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal na massa. O sal deve ser colocado apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça apenas as mãos com água.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura da massa.

3. Sugestões de consumo: Essa massa fresca combina muito bem com molhos à base de manteiga e sálvia, molho branco leve ou molhos de tomate frescos. Também pode ser recheada com queijos, carnes ou vegetais.

4. Curiosidade: A técnica de adicionar vegetais à massa, como espinafre, beterraba ou cenoura, é antiga na Itália e servia para enriquecer a dieta com nutrientes adicionais e cores atrativas.

Massa Fresca com beterraba. Imagem Adriana Tenchini

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Delicado, aromático e cheio de sabor, o Tomate Confit ou Tomate Confitado é uma verdadeira joia da culinária que transforma ingredientes simples em uma explosão de sofisticação. Embora a técnica tenha se popularizado na França como forma de conservar alimentos em gordura, suas raízes remontam às tradições da antiga Mesopotâmia, onde cozinhar lentamente em óleos e gorduras já era utilizado para preservar e intensificar sabores. No confit, os tomates são preparados lentamente em azeite com ervas aromáticas e alho, revelando uma doçura profunda e uma textura aveludada. Versátil e elegante, o tomate confit é ideal para servir sobre torradas, massas, saladas ou como acompanhamento de carnes, queijos e pratos mais elaborados. Uma receita perfeita para quem valoriza o sabor do tempo e o poder dos detalhes.

Tomate Confit

Categoria: Aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petisco, lanches,

Especificação: Cozinha Internacional (França), conserva aromática em gordura, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 35 minutos

Rendimento: 500 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g): 128 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de tomate cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ramo de manjericão
  • 1 ramo de alecrim
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 xícara (chá) de azeite
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Lave e seque bem os tomates. Disponha-os em uma panela de fundo grosso e adicione os dentes de alho levemente amassados, o açúcar, o sal e as ervas.

Cubra com o azeite e leve ao fogo mínimo, mantendo a temperatura entre 80 °C e 95 °C, sem deixar ferver. O azeite deve apenas apresentar leve movimentação, com pequenas bolhas ocasionais. Não deve borbulhar intensamente em nenhum momento.

Cozinhe lentamente por cerca de 30 a 35 minutos, ou até que os tomates estejam macios, levemente enrugados e com a polpa cremosa, mas ainda íntegros. Caso o azeite comece a fritar, interrompa o aquecimento e aguarde a temperatura baixar antes de prosseguir.

Retire do fogo e deixe esfriar no próprio azeite antes de utilizar ou armazenar.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 50 g por pessoa refere-se ao uso como cobertura ou guarnição, como no caso de carnes grelhadas, assadas ou peixes, em que o tomate confit atua como complemento aromático no prato. Quando utilizado para envolver preparações, como massas, risotos ou saladas compostas, recomenda-se a porção de até 100 g por pessoa, pois passa a exercer função de integração ao prato. Nas demais formas de serviço, a quantidade pode ser ajustada conforme a proposta e a intensidade da preparação. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os posts: ‘A Composição do Café da Manhã e dos Lanches, ‘A Composição do Almoço e do Jantar’ e ‘A Composição dos Petiscos e Aperitivos’.

Formas de Consumo:

1. Sobre torradas e pães rústicos: Sirva os tomates confit levemente aquecidos sobre fatias de pão grelhado, com um fio do azeite do cozimento e, se desejar, um pouco de queijo de cabra ou ricota. Perfeito como entrada ou lanche sofisticado.

2. Em saladas mornas ou frias: Misture os tomates confit com folhas verdes, grãos (como cevadinha ou quinoa), queijos frescos e nozes. O azeite aromatizado também pode virar um excelente molho.

3. Acompanhamento para carnes ou peixes: Use como guarnição para carnes grelhadas, cordeiro, frango assado ou peixes brancos. O contraste doce e ácido dos tomates confitados realça o sabor das proteínas.

4. Recheio de sanduíches e wraps: Substitua molhos convencionais por tomates confit em sanduíches, hambúrgueres ou wraps. Eles acrescentam umidade, textura e um sabor profundo.

5. Em massas e risotos: Acrescente os tomates confit e parte do azeite aromatizado diretamente sobre massas frescas ou risotos no momento de servir. Finalize com manjericão e parmesão.

6. Com queijos e tábuas de aperitivos: Monte uma tábua com queijos curados, azeitonas, pães e os tomates confit como elemento agridoce e untuoso – um sucesso garantido.

7. Armazenamento e uso do azeite: coloque os tomates confitados em um recipiente hermético e adicione mais azeite até cobri-los. Conserve em geladeira. A validade é de até 60 dias. O azeite aromatizado também pode ser usado em molhos, marinadas ou para finalizar pratos.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O merengue é definido como uma mistura de claras de ovo batidas juntamente com açúcar. Os dois devem ser batidos juntos para garantir a incorporação de ar e formar picos macios ou firmes.

O merengue italiano é o mais indicado quando for necessário guardar por um período curto. Ele é mais denso pelo fato de as claras estarem parcialmente cozidas e o que mais mantém o formato antes de começar a desmoronar. Sua utilização é recomendada principalmente em sobremesas onde ele é ingerido cru ou apenas parcialmente cozido. Pode ser utilizado como recheio ou cobertura. 

Merengue Italiano (Marshmallow)

Categoria: Doces e Sobremesas, Panificação e Confeitaria, Café da Manhã e Lanches,

Especificação: Recheio / Cobertura

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 12 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 6 claras
  • 500 gramas de açúcar refinado
  • 150 mililitros de água

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque o açúcar e a água para ferver. Utilize o termômetro para acompanhar a temperatura que deve atingir 121ºC. Enquanto a mistura ferve, bata as claras em neve na tigela limpa da batedeira usando o misturador globo. Com a batedeira ligada em velocidade baixa, despeje a calda fervente muito lentamente na tigela do merengue. Depois que toda a calda for incorporada, aumente para a velocidade máxima e bata até a mistura esfriar completamente (em torno de 10 minutos) e o merengue ficar com picos firmes.

Dicas:

1. As claras devem ser utilizadas na temperatura ambiente. A temperatura da calda deve atingir 121ºC para cozinhar as claras e dar textura de marshmallow.


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O pão de ló é um clássico da confeitaria ocidental e tem raízes na Europa do século XVI, sendo especialmente associado à tradição portuguesa e italiana. Tornou-se uma das massas básicas da confeitaria por sua textura leve, aerada e extremamente versátil. Ao longo do tempo, passou a servir de base para bolos festivos, rocamboles, tortas com recheio, pavês, bolos decorados e diversas outras preparações.

Sua leveza característica vem da incorporação de ar durante o batimento dos ovos, etapa fundamental para que a massa cresça mesmo sem a adição de fermento. Embora a receita tradicional não utilize fermento, muitas versões contemporâneas, como esta, incluem uma pequena quantidade para garantir estabilidade e volume uniforme.

Pão de Ló

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesas, Confeitaria 

Especificação: Bolos, Massa aerada, cozinha internacional (Itália, Portugal), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 1 bolo de 30x40cm – 1400 gramas – 14 porções

Dificuldade: Médio

Calorias por porção (1 fatia de 100 g): 238 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ½ xícara (chá) de água
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno. Forre uma assadeira de 30 × 40 cm com papel manteiga.

Bata as claras em neve e reserve. Ferva a água. Na tigela da batedeira, coloque as gemas, adicione a água fervente e bata até formar bastante espuma. Sem parar de bater, adicione o açúcar aos poucos e deixe incorporar por alguns minutos. Acrescente a farinha de trigo e bata até que a mistura fique homogênea (cerca de 10 minutos).

Desligue a batedeira e adicione o fermento químico e as claras em neve. Incorpore delicadamente, com movimentos circulares de baixo para cima. Despeje a massa na assadeira e bata levemente a fôrma sobre a bancada para eliminar bolhas de ar. Leve ao forno inicialmente bem quente e asse por 10 minutos. Reduza para temperatura média e asse por mais aproximadamente 20 minutos, ou até que esteja firme e levemente dourado. Retire com cuidado e deixe esfriar antes de desenformar.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas:

  • Por ser uma massa neutra, combina com recheios de creme, ganaches, chantilly, compotas e frutas frescas.
  • Para rocamboles, asse em assadeiras rasas e desenforme ainda morno sobre um pano polvilhado com açúcar.
  • Em bolos recheados, umedeça levemente a massa com caldas aromatizadas para mais maciez.

2. Curiosidades:

  • Versões antigas não levavam fermento e dependiam exclusivamente do ar incorporado manualmente através de vigorosos movimentos circulares com colher de pau.
  • A palavra “ló” deriva do termo português l’ó, que historicamente fazia referência a uma massa leve feita à base de ovos.

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O Gari é uma tradicional conserva japonesa feita com gengibre fresco e laminado bem fino, geralmente servido como acompanhamento de sushi e sashimi. Sua função vai além do sabor: ele é utilizado para limpar o paladar entre diferentes tipos de peixe cru, preparando a boca para a próxima mordida. O contraste entre o doce, o ácido e o picante tornam o Gari um elemento especial, que também pode acompanhar pratos quentes como yakisoba, grelhados e outros pratos da culinária oriental.

O segredo do preparo está na escolha do gengibre fresco e no corte fino, preferencialmente com mandolin, mas também pode ser feito com faca bem afiada. Trata-se de uma conserva simples e aromática, com sabor delicado e persistente.

Gari – Conserva de Gengibre

Categoria: aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromatizada, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 360 gramas – 24 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (15 g): 41 kcal

Gari – Conserva de Gengibre. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 150 gramas de gengibre
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 1/2 xícara de vinagre de arroz
  • 1/4 de xícara de saquê
  • 1/2 xícara de açúcar refinado

Modo de Preparo:

Descasque o gengibre e corte-o em rodelas finíssimas, de preferência com um mandolin[1]. Coloque as fatias em uma tigela (bowl), adicione o sal e esfregue bem para retirar o amargor. Deixe descansar por 5 minutos. Lave as fatias em água corrente para remover completamente o sal.

Em uma panela pequena, adicione o vinagre de arroz, o saquê e o açúcar. Leve ao fogo médio, mexendo até o açúcar se dissolver completamente. Adicione o gengibre escorrido ao líquido e cozinhe por cerca de 10 minutos, até que fique levemente translúcido e o líquido comece a caramelizar levemente. Retire do fogo, transfira para um pote de vidro esterilizado e leve à geladeira. Aguarde esfriar antes de servir.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 15 g por pessoa está tecnicamente adequada para todas as categorias indicadas, pois esta preparação mantém sua função de conserva aromática de uso pontual, atuando na limpeza do paladar entre diferentes sabores, mesmo quando servida como acompanhamento, entrada, petisco ou couvert.


Dicas de consumo:

  • Sirva o Gari como acompanhamento de sushi, sashimi, pratos quentes orientais ou até em saladas leves para um toque exótico.
  • Pode ser servido puro como um pequeno aperitivo entre pratos, para “reiniciar” o paladar.

Curiosidades:

A coloração rosa tradicional do Gari costuma vir de variedades jovens de gengibre que ganham esse tom naturalmente ao serem conservadas. Fora do Japão, às vezes é adicionado corante alimentar para alcançar o mesmo efeito.



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O Sunomono é uma tradicional conserva agridoce de pepino muito apreciada na culinária japonesa. Seu nome vem da junção das palavras “su” (vinagre) e “mono” (coisa), o que pode ser interpretado como “coisa avinagrada”. Leve, refrescante e aromático, o Sunomono é servido geralmente como entrada ou acompanhamento de pratos como sushi, sashimi, tempurás e grelhados orientais.

Embora o preparo clássico utilize pepino japonês, vinagre de arroz, açúcar e uma pitada de sal, a receita pode ser enriquecida com ingredientes como kani kama, polvo, camarão, fatias de peixe cru, cenoura, rabanete ou algas como wakame. A versatilidade dessa conserva faz dela uma opção interessante para compor desde bento boxes[1] até entradas sofisticadas.

Sunomono – Conserva de Pepino

Categoria:  aromáticos, couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, lanches, petiscos

Especificação: Cozinha Internacional (Japão), conserva aromática, picles, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 500 gramas – 10 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (50 g ): 20 kcal

Sunomono. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 600 gramas de pepino japonês
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 colheres (sopa) de vinagre de arroz
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • Gergelim branco e/ou preto à gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Lave bem os pepinos e fatie em rodelas finíssimas, preferencialmente com o auxílio de um cortador de legumes ou mandolin. Misture o sal às fatias e transfira para uma peneira. Deixe descansar por 10 minutos, permitindo que o pepino desidrate. Após esse tempo, lave as fatias em água corrente para retirar o excesso de sal. Esprema bem com as mãos para eliminar o líquido. Reserve.

Em uma panela pequena, aqueça o vinagre de arroz com o açúcar apenas até dissolver completamente. Não deixe ferver para evitar amargor. Espere a mistura esfriar e despeje sobre os pepinos. Misture bem e leve à geladeira. Na hora de servir, finalize com gergelim torrado a gosto.

Toques Finais e Sugestões:

Observação sobre a porção: A porção de 50 g por pessoa está tecnicamente adequada para todas as categorias indicadas, pois o Sunomono mantém sua função de acompanhamento leve servido à parte, atuando como elemento refrescante e de contraste ácido, mesmo quando apresentado como entrada, petisco ou couvert.

Dicas de consumo:

  • Sirva como entrada fria ou como guarnição para pratos japoneses, peixes grelhados ou carnes suínas.
  • Experimente adicionar kani kama desfiado ou tiras de alga wakame hidratada para versões mais completas.
  • Ideal para dias quentes, servindo como um “limpador de paladar” entre diferentes pratos.

Curiosidades: O Sunomono é muito valorizado na cultura japonesa por sua leveza e efeito refrescante. Além disso, por ser rico em vinagre, tem propriedades digestivas e ajuda na conservação dos alimentos. Nas tradicionais casas japonesas, ele é frequentemente preparado em grandes quantidades e armazenado por vários dias.



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O Estrogonofe (strogonoff) é uma receita russa que se espalhou pelo mundo e se popularizou no Brasil nos anos 1970. A origem mais conhecida é que tenha sido criada por um chef francês que trabalhava para a família russa Strogonov por volta de 1700.

O prato era composto de carne cortada passada levemente na farinha, mostarda dijon, caldo de carne e um pouco de creme azedo. O arroz e os cogumelos foram incluídos quando o prato chegou na China. Na Rússia, o strogonoff é servido acompanhado de purê de batata. Aqui no Brasil foi adaptado como acompanhamento a batata palha.

Existem diversas versões feitas com carne bovina, frango, camarões e vegetais. A receita que apresento hoje é feita somente com cogumelos. Pode ser utilizado qualquer um. Eu utilizei o cogumelo Eryngui. Sua textura mais firme é perfeita e seu sabor é incomparável.

Estrogonofe de Cogumelos

Categoria: Prato Principal

Especificação: Cogumelos, cereais, Cozinha Russa (variação vegana)

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 200 g de cogumelos Eryngui
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 4 dentes de alho picadinhos
  • 1 cebola picada, em brunoise
  • 50 ml de vinho branco seco
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • 2 tomates sem sementes, em brunoise
  • 1 xícara de água
  • 1 colher (café) de sal
  • 1 colher (chá) de tomilho
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 3 colheres (sopa) de massa de tomate
  • 1 xícara de leite de aveia
  • Salsinha a gosto (opcional)

Modo de Preparo:

Limpe os cogumelos com um pano úmido e corte-os em quadrados. Leve uma frigideira ao fogo. Adicione 2 colheres de azeite, metade do alho e ½ cebola. Refogue até dourar. Acrescente os cogumelos e o vinho branco. Deixe evaporar o álcool. Reserve.

Leve ao fogo 2 colheres de azeite, o colorau, a páprica e o restante do alho e da cebola. Refogue até dourar. Acrescente o tomate, a água, o sal e o tomilho. Tampe e deixe cozinhar por 5 minutos. Após o tempo, destampe e deixe reduzir um pouco. Quando tiver um molho de tomate consistente, triture com um mixer ou liquidificador para dar cremosidade.

Volte ao fogo, acrescente a mostarda, a massa de tomate e o leite de aveia. Deixe engrossar um pouco. Adicione os cogumelos e ajuste o sal. Finalize salpicando salsinha. Acompanhe com Arroz Pilaf.

Dicas:

Leite de Aveia: A proporção é de 3×1. Três medidas de água para uma medida de aveia em flocos. O leite de aveia quando aquecido, engrossa. Desta forma, para preparar o leite de aveia utilize água gelada para evitar o engrossamento devido ao calor gerado pela liquefação. Após bater os ingredientes no liquidificador, coe no voal. O leite pode ser guardado em geladeira por até 3 dias. O resíduo pode ser usado em outras preparações, como bolos e biscoitos.

Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


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Hoje vamos fazer uma receita fácil e saudável para o café da manhã ou lanche.

Panqueca de Banana com Aveia e Canela

Categoria: Café da Manhã e Lanches, Sobremesa

Especificação: Panqueca,

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem de Amanda Arnason por Pixabay

Ingredientes:

  • 1 ovo
  • 1 banana amassada
  • 1 colher de sopa de aveia
  • 1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Misture os ingredientes. Em uma frigideira coloque um fio de azeite, disponha a massa, sem ficar muito grossa. Frite de um lado e vire do outro. Se quiser pode adicionar mel por cima.

Dicas:

Assista o vídeo de como fazer uma “Panqueca de Banana com Aveia e Canela”.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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A Moqueca de Banana da Terra é uma preparação muito utilizada na Região Norte do Brasil, especialmente na culinária amazônica, onde pode ser servida como acompanhamento do tradicional Camarão Marajoara. A combinação da banana da terra com leite de coco, azeite de dendê, pimentões, tomate e ervas resulta em um prato aromático, cremoso e de sabor marcante, no qual o dulçor natural da banana contrasta com a intensidade dos temperos.

Embora esteja fortemente associada ao repertório amazônico em determinadas formas de serviço, a moqueca de banana da terra não é uma preparação exclusiva da Região Norte. A utilização da fruta em moquecas também aparece em diferentes cozinhas brasileiras, com variações de ingredientes, temperos e técnicas de acordo com cada tradição regional. Dessa forma, esta preparação representa também a capacidade da cozinha brasileira de adaptar ingredientes e técnicas, criando versões vegetarianas e veganas a partir de referências culinárias tradicionais.

Além de acompanhar preparações regionais, a Moqueca de Banana da Terra pode ser servida como prato principal, especialmente em cardápios vegetarianos e veganos, ou como acompanhamento e entrada, conforme a composição do serviço. Sua preparação é simples e rápida, mas preserva características importantes das moquecas brasileiras, como o cozimento dos ingredientes em um caldo aromático e a presença marcante de ingredientes de origem vegetal.

Moqueca de Banana da Terra

Categoria: entrada, acompanhamento/guarnição, prato principal

Especificação: vegetais, cozinha brasileira, vegetariano, vegano, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 900 g – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (300 g): 480 kcal

Moqueca de Banana da Terra. Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 cebola cortada em meia lua
  • 1/6 pimentão vermelho cortado em rodelas
  • 1/6 pimentão amarelo cortado em rodelas
  • 1/6 pimentão verde cortado em rodelas
  • 2 tomates sem sementes, picados em cubinho
  • 3 a 4 ramos de coentro picadinho
  • 200 ml leite de coco
  • 2 colheres de azeite de dendê
  • 3 bananas da terra cortadas em diagonal
  • 1 pitada de curry
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça uma panela de pedra ou de barro em fogo médio. Adicione o azeite de oliva e refogue o alho e a cebola até começarem a dourar. Acrescente os pimentões e refogue brevemente. Junte os tomates, o coentro, o leite de coco, o azeite de dendê, o curry e o sal. Misture delicadamente e cozinhe por aproximadamente 1 minuto para integrar os sabores. Distribua as bananas da terra sobre o refogado, misturando cuidadosamente para evitar que se quebrem.

Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 10 minutos, ou até que as bananas estejam macias, porém ainda íntegras. Se necessário, acrescente pequena quantidade de água durante o cozimento para manter a preparação úmida. Finalize com a salsinha e sirva imediatamente.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação sobre a porção: Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte os post: A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • A Moqueca de Banana da Terra pode ser servida como prato principal, acompanhada de arroz branco e farofa, compondo uma refeição vegetariana ou vegana. Também pode ser apresentada como acompanhamento de preparações regionais ou em pequenas porções como entrada.
  • Para o serviço como entrada, recomenda-se uma porção menor, de aproximadamente 100 a 150 g. Para o serviço como prato principal, utilizar a porção padronizada de 300 g por pessoa.
  • A utilização de panela de barro ou de pedra é recomendada por favorecer a retenção de calor e permitir que a preparação seja levada à mesa no próprio recipiente.
  • A banana deve estar madura, mas ainda firme. Bananas excessivamente maduras tendem a perder a estrutura durante o cozimento.
  • Para saber se atingiu o ponto adequado, pressione delicadamente um pedaço de banana com uma colher ou garfo. Ela deve ceder com facilidade, mas permanecer inteira. Evite o cozimento excessivo, pois a polpa pode se desmanchar.

3. Curiosidades

  • A moqueca é uma preparação presente em diferentes tradições culinárias brasileiras, com importantes expressões no Pará, na Bahia e no Espírito Santo. Por isso, não existe uma única fórmula nacional de moqueca: ingredientes, técnicas e temperos variam conforme a região.
  • A substituição do pescado pela banana da terra transformou a moqueca em uma preparação que também se adapta muito bem à cozinha vegetariana e vegana. Há registros de diferentes versões brasileiras utilizando a fruta como elemento central.
  • O contraste entre o dulçor natural da banana, a gordura aromática do azeite de dendê, a cremosidade do leite de coco e o frescor do coentro é um dos elementos que dá personalidade à preparação.

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Tagliatelle é uma massa longa de corte reto difundida em toda a Itália. Sua origem é no norte do país na região da Emília Romagna. A versatilidade dessa massa a torna saborosa com todos os tipos de molhos. São deliciosas com condimentos à base de frutos do mar e moluscos, manteiga, molhos brancos à base de queijos e creme de leite. Nesta receita, apresento uma versão de molho que não contêm lactose. A manteiga e o creme de leite utilizados foram produzidos com leite vegetal.

Utilizei a manteiga que eu produzo: Manteiga de amêndoas Life Veg. O creme de leite usei o creme de Amêndoas, porém, existem outras opções de creme de leite vegetal no mercado.

Tagliatelle com Camarão ao Molho Branco sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição,Prato Principal,

Especificação: Massas, Frutos do Mar, Tagliatelle, Sem Lactose

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 5 a 6 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 500 g de tagliatelle
  • 2 colheres (sopa) de manteiga vegetal
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1/2 copo de água
  • 3 dentes de alho
  • 1/2 alho poró, em brunoise
  • 1 cebola, em brunoise
  • 1 cenoura, em brunoise
  • 1 kg de camarão pequeno (para molho)
  • 1/2 copo de conhaque ou rum
  • 200 g de creme de leite vegetal
  • Sal, à gosto
  • Pimenta do reino, à gosto
  • 6 ramos de salsinha

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa em água com sal. O tagliatelli deve ser servido ao dente. Em seguida, prepare o Roux[1]. Coloque em uma panela a manteiga vegetal e a farinha de trigo, mexa por uns minutos e adicione a água. Para não empelotar, mexa com o auxílio de um fuê. Reserve.

Em outra panela adicione o alho, o alho poró, a cebola e a cenoura, deixe murchar. Junte os camarões e doure. Flambe com o conhaque ou rum. Adicione o creme de leite vegetal. Tempere com sal. Misture o molho com o tagliatelle. Finalize com salsinha. Sirva quente.


[1] Roux (palavra francesa que se pronuncia ru) é utilizado para engrossar molhos, sopas ou guisados. Consiste em cozinhar farinha de trigo em manteiga derretida até formar um creme espesso e homogêneo.

Dicas:

Para flambar: Vire ligeiramente a panela próxima à boca do fogão até que o fogo salte para dentro da panela. Em seguida, volte a panela para a posição normal e vá mexendo com cuidado para não se queimar. O fogo evapora o álcool. Abaixo segue fotos do processo.

Imagens de Adriana Tenchini


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Caponata é um preparo tradicional da Sicília, região ao sul da Itália conhecida por combinar sabores marcantes de vegetais, azeite e ervas frescas. Originalmente, era um prato camponês feito com ingredientes disponíveis na estação, como berinjela, tomate, cebola e alcaparras. Ao longo do tempo, ganhou inúmeras versões familiares e regionais, podendo ser servida quente, fria ou em temperatura ambiente. Nesta adaptação, mantemos a essência siciliana com ingredientes clássicos, em uma versão prática, leve e versátil para ser servida como entrada, acompanhamento ou petisco.

Caponata de Berinjela

Categoria: couvert, entrada, acompanhamento/guarnição, petiscos

Especificação: Salada Clássica, Salada de Legumes, Cozinha Internacional (Itália – Sicília), vegetariana, vegana, sem glúten, sem lactose

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 120 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 30 ml de azeite
  • 1 dente de alho em brunoise
  • 1/2 cebola em cubos médios
  • 1/2 berinjela em cubos médios
  • 150 g de tomate pelatti
  • 50 g de alcaparras
  • 10 folhas de manjericão picadas
  • Sal à gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o azeite em uma frigideira ampla. Acrescente o alho e a cebola e refogue por alguns instantes, até começarem a suar. Adicione a berinjela e mexa bem para envolver no azeite. Junte o tomate pelatti e as alcaparras e deixe cozinhar até que a berinjela murche e fique macia. Finalize com o manjericão picado e ajuste o sal conforme necessário.

1. Observação sobre a porção: Para fins de padronização, esta preparação é classificada como entrada, com porção de 120 g por pessoa, acompanhada de 30 g de pães, conforme os critérios apresentados no post A Composição do Almoço e do Jantar  e A Composição dos Petiscos e Aperitivos.

2. Dicas de consumo:

  • Como entrada: Sirva a caponata em porção de 120 g, acompanhada de 30 g de pães, como pão italiano, ciabatta, focaccia ou torradas rústicas. Pode ser apresentada fria, em temperatura ambiente ou levemente morna, conforme a proposta do serviço.
  • Como petisco: Disponha a caponata em pequenas cumbucas ou ramequins, acompanhada de pães fatiados, grissini ou crackers artesanais. É uma ótima opção para mesas de aperitivos, encontros informais e recepções.
  • Como couvert: Sirva em pequenas porções para compartilhar, acompanhando pães variados, azeite extravirgem e, se desejar, muçarela de búfala ou queijos frescos. Funciona bem como abertura de refeições de inspiração mediterrânea.
  • Como acompanhamento ou guarnição: Pode acompanhar carnes assadas, aves grelhadas ou peixes preparados na grelha ou no forno, trazendo frescor e acidez ao prato principal.
  • Outras utilizações: Também pode ser utilizada como recheio de sanduíches, bruschettas e wraps, ou como complemento de saladas e bowls.

3. Dica extra: A caponata fica ainda mais saborosa após algumas horas de descanso, quando os sabores se integram e se intensificam.

4. Curiosidades

  • Na Sicília, a caponata apresenta diversas variações regionais e familiares. É comum a adição de azeitonas, uvas-passas, pinoli ou um toque de vinagre, criando o contraste agridoce característico da preparação.
  • Tradicionalmente, a caponata é servida em temperatura ambiente, reforçando seu papel como prato versátil, que transita entre entrada, acompanhamento e antepasto.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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