A lentilha é um alimento rico em vitaminas e sais minerais e pode trazer vários benefícios para a saúde, tais como: desintoxicar o organismo, prevenir anemia e ainda diminuir o colesterol. A lentilha é muito consumida no Réveillon devido a superstição de que atrai prosperidade e dinheiro se consumida neste dia. Para saber mais leia o post “Simpatias – Alimentos no Réveillon”. Mas não se limitem a consumi-la somente uma noite. Um alimento tão saudável pode e deve ser saboreado em outros momentos e em diversas receitas diferentes. Que tal experimentar esta receita. Humm! Experimentem.

Purê de Lentilhas

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 60 gramas de lentilha
  • Água para cozimento (cobrir raso), q.b.[1]
  • Sal, q.b.
  • Pimenta do reino, q.b.
  • 50 gramas de creme de leite
  • Salsinha, q.b.

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Cozinhar a lentilha por 30 minutos em fogo baixo. Quando estiver macia, bata no liquidificador com a água restante. Volte para a panela, junte o creme de leite e tempere. Finalize com a salsinha.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

Mandioquinha ou Batata Baroa ou ainda, Cenoura Amarela. Não importa o nome, o que importa é o sabor! E este purê… Humm! Delicioso e muito simples de ser feito. O preparo é sem lactose e para garantir a cremosidade utilizamos o leite de coco.

Purê de Mandioquinha sem Lactose

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, Sem Lactose, vegana, vegetariana

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 500 gramas de mandioquinha (batata baroa)
  • ½ xícara de leite vegetal de coco
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino branca, a gosto
  • Noz moscada, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela coloque as mandioquinhas descascadas e cortadas em rodelas. Cubra com água e cozinhe até ficar bem macias. Escorra a água e reserve. Na própria panela, amasse as mandioquinhas até virar um purê. Utilize um amassador ou espremedor. Adicione o leite vegetal de coco e os temperos. Misture bem. Se a textura do purê estiver muito consistente, dilua com a água do cozimento reservada até o ponto desejado.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FOTO IMAGEM CAPA: Imagem adriana Tenchini

A Salada Caprese é um clássico absoluto da cozinha italiana, conhecida pela simplicidade elegante e pela valorização de ingredientes frescos e de qualidade. Tradicionalmente composta por tomate, muçarela de búfala e manjericão, a salada é finalizada apenas com azeite de oliva, sal e pimenta do reino, respeitando o princípio italiano de que poucos elementos bem escolhidos são suficientes para criar um prato memorável.

Originária da ilha de Capri, no sul da Itália, a Caprese tornou-se um dos símbolos gastronômicos do país. Suas cores. verde do manjericão, vermelho do tomate e branco da muçarela. representam a bandeira italiana, reforçando sua identidade cultural.

Existem diferentes versões sobre sua origem. A mais conhecida conta que a salada já era preparada em Capri quando o rei Farouk, do Egito, visitou a ilha e provou o prato. Encantado, teria batizado a preparação como “Salada Caprese”. Outra versão atribui a criação a um construtor local, inspirado pelas cores nacionais da Itália. No entanto, a única versão com registro histórico documentado indica que a Caprese apareceu oficialmente em 1924, no menu de um hotel da ilha de Capri, consolidando-se a partir daí como um ícone da culinária italiana.

Leve, fresca e equilibrada, a Salada Caprese é ideal como entrada ou acompanhamento, adaptando-se facilmente a diferentes ocasiões e estilos de serviço.

Salada Caprese

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Entrada

Especificação: Salada clássica, salada de proteína, cozinha internacional (Itália), sem glúten, vegetariana

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 360 gramas – 3 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (120 g): 172 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 160 gramas de tomate em rodelas
  • 120 gramas de muçarela de búfala em fatias
  • 20 mililitros de azeite
  • Folhas de manjericão fresco, a gosto
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Disponha as rodelas de tomate e as fatias de muçarela de búfala de forma intercalada em um prato. Distribua as folhas de manjericão, tempere com sal e pimenta do reino e finalize com o azeite de oliva.

Toques Finais e Sugestões:

1. Observação de porcionamento: A porção indicada refere-se à quantidade sugerida para servir como entrada (120 g por pessoa). Caso deseje ajustar a forma de servir, a quantidade pode ser aumentada ou reduzida conforme necessário. Para orientações detalhadas sobre a composição das refeições e as quantidades indicadas em cada etapa do serviço, consulte o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo: Indicada como entrada leve ou acompanhamento, a Salada Caprese funciona bem em almoços e jantares, especialmente quando servida antes de pratos principais mais elaborados ou como guarnição de carnes grelhadas, peixes ou preparações italianas clássicas.

Pode-se usar qualquer tomate (Andréa, longa vida, grape, cereja etc.) ou ainda misturá-los (ex.: longa vida com tomate cereja), explorando diferenças de doçura, acidez e textura.

3. Curiosidades: A Salada Caprese é considerada um exemplo emblemático da filosofia italiana do cucina semplice, que valoriza ingredientes frescos, sazonais e de origem local. Tradicionalmente, na Itália, o uso de vinagre balsâmico não faz parte da receita clássica, sendo uma adaptação mais comum fora do país.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A origem exata do purê de batatas é incerta, mas sua história está fortemente ligada à popularização da batata na Europa. Uma das narrativas mais conhecidas envolve Antoine-Augustin Parmentier, farmacêutico do exército francês capturado durante a Guerra dos Sete Anos, em 1700. Na prisão, ele consumiu batatas, então consideradas alimento de porcos e erroneamente associadas à lepra, e percebeu seu sabor e valor nutritivo. Após ser libertado, dedicou-se a provar aos franceses que o tubérculo era seguro e delicioso, criando diversas formas de preparo, entre elas o purê.

Registros de receitas começaram a aparecer em livros como The Art of Cookery (1747), de Hannah Glasse, e The Virginia Housewife, de Mary Randolph, nos Estados Unidos. A Irlanda incorporou a batata ao cotidiano culinário de forma intensa, preparando versões com repolho ou couve, enquanto no Reino Unido o purê pode ser transformado em bolos de batata fritos. Nos Estados Unidos, ele acompanha frequentemente molhos de carne e peru.

Hoje, o purê de batatas é um acompanhamento versátil, utilizado também como base em pratos como escondidinho, croquetes, nhoques e panquecas de batata. Nesta versão aromatizada com sálvia, tomilho e parmesão, o preparo ganha profundidade de sabor sem perder a simplicidade que o consagrou.

Purê de Batatas Aromatizado com Sálvia e Tomilho

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Purê, batata, vegetais, cozinha internacional (França), vegetariana, sem glúten

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 400 gramas – 4 porções

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (100 g): 250 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 250 gramas de batatas
  • 70 gramas de manteiga
  • 3 gramas de sálvia
  • 3 gramas de tomilho
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado
  • Sal, a gosto
  • Pimenta do reino, a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe as batatas com a casca em água e sal até ficarem macias. Escorra, descasque e passe as batatas ainda quentes pelo espremedor. Em uma panela, derreta a manteiga e adicione a sálvia e o tomilho, liberando seus aromas. Acrescente as batatas amassadas e misture bem. Incorpore o queijo parmesão ralado e ajuste o sal. Caso deseje um purê mais cremoso, adicione o creme de leite e misture até ficar homogêneo.

Toques Finais e Sugestões:

1. Porcionamento: Esta preparação foi ajustada como entrada, com porção de 100 g por pessoa, considerando o equilíbrio da refeição, conforme o post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas:

  • Sirva com carnes assadas, aves, cogumelos salteados ou legumes grelhados.
  • Para um perfume ainda mais intenso, finalize com folhas frescas de sálvia tostadas na manteiga.
  • Substitua o parmesão por queijo meia cura para um toque mais rústico.

3. Curiosidades:  A França só passou a aceitar a batata como alimento nobre após o trabalho de Parmentier, homenageado até hoje com pratos clássicos como “Hachis Parmentier”.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O arroz pilaf é uma preparação clássica, conhecida por deixar os grãos soltos e macios. É o famoso arroz soltinho, muito comum em cozinhas comerciais e presente no dia a dia de muitas culturas. Esse método tem origem na Antiguidade, especialmente na região do Oriente Médio, com forte presença na culinária da antiga Pérsia. Os persas desenvolveram técnicas refinadas para o preparo de grãos, incorporando especiarias e caldos aromáticos, o que influenciou a gastronomia de diversos povos ao longo do tempo.

Relatos históricos indicam que o arroz pilaf foi servido a Alexandre, o Grande, durante um banquete em suas campanhas militares no Oriente. A receita encantou os soldados, que levaram a técnica de volta à Macedônia, contribuindo para sua difusão pela Grécia Antiga. Com o tempo, o preparo foi sendo adaptado por outras culturas, como árabes e hebreus, que incorporaram o arroz e suas técnicas ao cotidiano culinário.

Na Índia Antiga, o arroz já era um alimento amplamente cultivado e consumido, especialmente na região do Vale do Indo. Com o tempo, as técnicas de cocção mais elaboradas desenvolvidas na Pérsia, como o método pilaf, chegaram ao subcontinente e foram incorporadas às tradições locais. Assim surgiu o pulao, uma versão indiana do arroz pilaf, preparada com especiarias aromáticas típicas como cardamomo, anis estrelado e canela.

O arroz pilaf, portanto, representa um elo entre diferentes civilizações da Idade Antiga, ilustrando como a gastronomia serviu como ponte entre Pérsia, Grécia, Índia e outros povos, unindo culturas por meio do sabor e da técnica.

Arroz Pilaf

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Arroz, cereal, Cozinha Internacional (Oriente Médio), vegetariano, vegano,

Rendimento: 520 gramas – 4 porções

Tempo de Preparo: 25 minutos

Dificuldade: Fácil

Calorias por porção (130 g ): 165 kcal

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de óleo de soja
  • 3 dentes de alho, picadinho
  • 1/2 cebola pequena cortada em cubinhos (corte brunoise)
  • 1 xícara de arroz branco (aproximadamente 200 gramas de arroz cru)
  • 2 xícaras (480 ml) de fundo de legumes (ou água)
  • Sal, a gosto

Modo de Preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue o alho e a cebola até dourarem. Adicione o arroz e mexa bem, até que os grãos fiquem ligeiramente translúcidos e bem soltos. Acrescente o fundo de legumes (ou água) quente e ajuste o sal. Quando levantar fervura, tampe a panela e cozinhe em fogo médio, sem mexer, até que todo o líquido seja absorvido. Se preferir, finalize o cozimento no forno, com o recipiente tampado, por cerca de 20 minutos a 190–200 °C.

Toques Finais e Sugestões:

1. Esta receita está categorizada como acompanhamento/guarnição. A porção foi definida com base nessa classificação, conforme orientação do post A Composição do Almoço e do Jantar.

2. Dicas de consumo:

  • Ideal para acompanhar carnes assadas, vegetais grelhados ou pratos com molhos intensos.
  • Pode ser enriquecido com legumes, nozes, frutas secas ou especiarias, conforme a tradição de diferentes culturas.

3. Curiosidades:

  • O arroz pilaf é uma das formas mais antigas de cocção do arroz, com registros históricos que remontam aos tempos de Alexandre, o Grande.
  • A diferença entre o arroz pilaf e o arroz creole está no modo de preparo, e não nos ingredientes. No pilaf, o arroz é refogado com os aromáticos antes de receber o líquido; no creole, o líquido é adicionado antes dos demais ingredientes.
  • O arroz branco possui proporção média de cocção de 1×2 (1 medida de arroz para 2 medidas de água). Já o arroz integral, o arroz vermelho e o arroz selvagem utilizam, em média, a proporção de 1×3 (1 medida de arroz para 3 de água). Essa diferença ocorre porque os grãos integrais mantêm suas camadas externas, como o farelo e o gérmen, que são mais ricos em fibras e apresentam estrutura mais rígida. Essas camadas dificultam a absorção de água, exigindo maior quantidade de líquido e tempo de cocção para que o grão fique macio. No arroz branco, essas camadas foram removidas no processo de beneficiamento, tornando o grão mais poroso e facilitando a hidratação e o cozimento.

Cálculo prático para porções de arroz cru:

  • Como acompanhamento: 1/4 xícara (cerca de 50 g de arroz cru) por pessoa.
  • Como prato principal: 1/2 xícara (cerca de 100 g de arroz cru) por pessoa.
  • O arroz branco quase triplica de volume ao ser cozido: 100 g de arroz cru resultam em cerca de 260 a 280 g de arroz pronto.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.


Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

O Molho de Maracujá é muito fácil de fazer e que pode incorporar sabor nas mais diversas iguarias. Um dos pratos mais conhecidos é o Salmão ao Molho de Maracujá. Mas, sejam ousados e experimentem este molho em outras preparações e analisem a resultado.

Gastronomia é isso!! Tentativas e erros… até a atingir o sabor ideal.

Molho de Maracujá

Categoria: Acompanhamento

Especificação: Molhos Quentes

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Molho de Maracujá acompanhando o Salmão Grelhado com Gergelim. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 unidades de Maracujá
  • 1 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 ramos de salsinha, em salpicon

Modo de Preparo:

Retire a polpa do maracujá. Em uma panela coloque a polpa, o suco concentrado e o açúcar. Leve ao fogo alto até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o molho engrossar por uns 5 a 8 minutos. Finalize com a salsinha.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

E não esqueça de seguir as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Essa receita é muito saborosa e proteica, além de ter lentilhas que “traz sorte” para o novo ano. A receita é da Paula Lumi, do site presunto vegetariano.

Rocambole Assado de Lentilha e Quinoa

Categoria: Acompanhamento / Guarnição, Prato Principal

Especificação: Vegana, Vegetariana

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: Média

Ingredientes:

  • 1 xícara (de chá) de lentilha crua
  • 1 e 1/2 xícara (de chá) de água
  • 2 folhas de louro
  • 1/4 de xícara (de chá) de quinoa em grãos
  • 3 colheres (de sopa) de azeite
  • 5 dentes de alho bem picados
  • 1 xícara (de chá) de cebola bem picada
  • 2 colheres (de sopa) de suco de limão
  • 1 colher (de sopa) de orégano desidratado
  • 1/2 colher (de chá) de cominho (opcional)
  • 1/2 xícara (de chá) de aveia em flocos
  • 1/2 xícara (de chá) de farinha de trigo integral
  • Sal a gosto

Para a Montagem

  • 2 xícaras de molho de tomate conforme o seu gosto (para a montagem)
  • 1 xícara (de chá) de purê de batatas conforme o seu gosto
  • 6 unidades de vagem grandes
  • 6 palitos de cenoura
  • Papel Manteiga, papel alumínio ou plástico
  • Óleo

Modo de Preparo:

Coloque a lentilha em uma vasilha, cubra com o dobro de água e deixe de molho por 8 horas. Escorra, lave bem e coloque em uma panela, juntamente com 1 e 1/2 xícara de água e as folhas de louro e deixe cozinhar.

Enquanto isso, coloque a quinoa em uma vasilha pequena, cubra com água quente e deixe de molho por 2 minutos. Escorra lave bem e reserve.

Quando a lentilha estiver quase sem água, retire as folhas de louro, adicione a quinoa, misture e deixe cozinhar até a água do cozimento secar completamente.

Em seguida, adicione o azeite, o alho, a cebola, o suco de limão, o cominho, o orégano e tempere com sal a gosto. Misture bem e deixe cozinhar por cerca de 3 minutos, mexendo sempre para não queimar.

Desligue e acrescente a farinha de trigo integral, a aveia em flocos, misture bem e deixe esfriar completamente, para não atrapalhar a montagem (vai levar cerca de uma hora e meia).

Enquanto isso, prepare o molho de tomate e o purê conforme o seu gosto. Também cozinhe 6 unidades de vagem e 6 palitos grandes de cenoura em água fervente por 5 minutos. Escorra e reserve.

Pré aqueça o forno a 240ºC e coloque uma folha de papel manteiga com cerca de 40cm sobre uma superfície limpa. Distribua a mistura de lentilha e quinoa até formar um retângulo com cerca de 30cmx20cm e aperte bem, ajeitando as laterais.

Dê 2cm de distância da borda e distribua uma camada de purê. Disponha a vagem e a cenoura sobre ele e em seguida enrole o rocambole. Procure deixar o rocambole bem firme, e para isso aperte bem. Unte uma assadeira antiaderente com uma colher de sopa de óleo, disponha o rocambole sobre ela, ajeite as laterais e pincele óleo sobre toda a superfície dele.

Leve para assar por 30 minutos a 240ºC e em seguida retire do forno. Cubra o rocambole com metade do molho e deixe a outra parte para a hora que for servir. Devolva ao forno por mais 10 minutos e está pronto! Regue com azeite para servir.

Dicas:

Você pode fazer a massa de lentilha e quinoa no dia anterior da sua ceia e deixar em uma vasilha fechada, na geladeira, para montar no dia seguinte. Caso a sua massa ficar um pouco ressecada regue com um fiozinho de azeite.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Receitas

Alho Alho Poró azeite Açúcar Batata Calor Camarão Canela Cebola Cebolinha Cenoura Cocção Coentro Cominho Conceitos e Teorias Cozinha Brasileira Cozinha do Oriente Médio Cozinha francesa Cozinha Internacional Cozinha italiana Cozinha japonesa Dicas de Cozinha Editora sete autores Ervas aromáticas Espiritualidade Farinha de trigo Fenícios Gastronomia Gastronomia Contemporânea Gastronomia Moderna Gengibre História da alimentação História da gastronomia Hititas Hortelã Ingredientes Limão Livros Livros Didáticos Louro Manjericão Manteiga Mel Métodos de Cocção Ovos Pimenta do reino Psicografia Receitas Romance mediúnico Sabores Medievais Sal Salsinha Salsão Tomate Tomilho Vegana Vegetariana Vinho Branco Água Óleo

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Paula Lumi

A receita de hoje foi desenvolvida pela gastronomia molecular, uma das tendências gastronômicas contemporâneas. Mas, a receita também se encaixa em outra tendência contemporânea, o veganismo. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o post “O Mercado Gastronômico”.

Caviar de Maracujá ou de Morango

Categoria: Sobremesa

Especificação: Gelatina vegana, Sobremesa Gelad, Sobremesa contemporânea

Rendimento: 50 gramas de caviar

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Imagem de Lounis Aissaoui por Pixabay.

Ingredientes:

  • 1 g de Ágar-ágar
  • 100 ml de Suco de Maracujá ou morango ou qualquer outro líquido à base de água, bem adoçado
  • 200 ml de Azeite de oliva ou óleo de girassol gelado

Modo de Preparo:

Para cada 100 ml de líquido, adicionar 1g de ágar-ágar. A quantidade varia de acordo com a textura desejada: quanto maior, mais sólido ficará.

Levar a mistura ao fogo médio e deixar ferver. Misture para dissolver bem. Para o ágar ativar, precisa de temperatura. Utilizar ainda quente (acima de 45ºC), e ao esfriar começa a solidificar.

Para fazer as gotas, utilize uma bisnaga. Goteje sobre o azeite ou óleo gelado. Recomendo que esteja num recipiente cilíndrico para facilitar o resfriamento da gota.

Peneirar e passar em banho de água para retirar o excesso de óleo/azeite. Manter gelado até a hora de usar. Sirva sobre um manjar branco preparado com amido de milho, leite de coco e açúcar na medida.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

Uma salada saudável e saborosa acompanhada de Molho Golf. Um molho untuoso e adocicado, super fácil de ser elaborado. Faça em casa!

Salada Mista com Molho Golf

Categoria: Entrada, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada

Rendimento: 2 a 3 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 140 g de couve-flor
  • 140 g de brócolis
  • 140 g de palmito cortado em diagonal
  • 3 rodelas de abacaxi cortadas em cubos
  • 1 unidade de cenoura cortada em rodelas de 1 cm de espessura
  • 5 folhas de alface crespa cortadas em chiffonade
  • 10 ml de azeite
  • Sal, q.b.[1]
  • Pimenta do reino, q.b.
  • 4 fatias de pão de forma cortados em cubinhos

Molho:

  • 100 g de maionese
  • 100 g de catchup
  • 100 g de mostarda
  • 1 colher (sopa) de conhaque
  • 1 colher (sopa) de molho inglês

[1] Quanto Bastar.

Modo de Preparo:

Cozinhar no vapor a couve-flor e os brócolis. Juntar todos os ingredientes em uma tigela e misturar bem. Em uma frigideira colocar uma colher de manteiga e dourar os cubos de pão de forma para fazer os croutons.

Molho:

Misture muito bem todos os ingredientes. Deixe descansar em temperatura ambiente por cerca de uma hora. Misture novamente e sirva gelado.

Dicas:

Sirva a salada com MOLHO GOLF e acompanhada dos croutons.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Esse untuoso e adocicado molho foi difundido pelos livros “Dona Benta – Comer Bem” e fazia parte dos cardápios brasileiros nas décadas de 1950, 60 e 70. A sua origem é controversa. Os argentinos reivindicam sua paternidade. Segundo eles, o molho foi criado em 1920 por Luís Frederico Leloir, vencedor do prêmio Nobel de química argentino. Leloir, cansado de comer o mesmo prato de camarões que lhe serviam no restaurante do campo de golfe, pediu ao garçom que trouxesse ketchup, maionese e alguns temperos. Juntou tudo e criou o “Salsa Golf” (molho Golf). Outros acreditam que o molho golf descende do molho Gloucester (maionese, creme azedo ou de leite, suco de limão, erva-doce picada e molho inglês).

O que importa é que o molho Golf é delicioso e pode acompanhar carnes frias e saladas.

Molho Golf

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Molhos, Cozinha Internacional.

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 10 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 100 g de maionese
  • 100 g de catchup
  • 100 g de mostarda
  • 1 colher (sopa) de conhaque
  • 1 colher (sopa) de molho inglês

Modo de Preparo:

Misture muito bem todos os ingredientes. Deixe descansar em temperatura ambiente por cerca de uma hora. Misture novamente e sirva gelado.

Dicas:

Pode ser servido com carnes fria e saladas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

FONTE IMAGEM CAPA: Imagem de Engin Akyurt por Pixabay

Este patê é feito com ervilhas, que são super saborosas. É perfeito para servir com pães, torradas, biscoitinhos ou legumes, podendo ser servido como entradas, acompanhamentos, nos lanches ou como petiscos nas reuniões com os amigos.

Patê de Ervilha

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento, Lanches, Petisco

Especificação: Patê

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de ervilhas
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Azeitonas a gosto (opcional)
  • Ervas a gosto (manjericão, cebolinha e orégano)

Modo de Preparo:

  1. Cozinhe as ervilhas, reserve.
  2. Bata todos os ingredientes no liquidificador.  

Dicas:

  1. Sirva com torradas, biscoitos, pão sírio ou palitos de legumes.
  2. Se usar a ervilha em conserva, deve escorrer bem o líquido da embalagem.

Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.

Precisa preparar algo rápido? Não sabe o que fazer? Que tal um patê usando ingredientes que tem em sua geladeira! O patê de cenoura é super fácil, muito saboroso e pode servir como entrada, acompanhamento ou lanche. Prove!

Patê de Cenoura

Categoria: Entrada fria, Acompanhamento, Lanches, Petisco

Especificação: Patê

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 20 minutos

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 2 cenouras inteiras
  • 1 cebola picadinha (brunoise)
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Ervas a gosto

Modo de Preparo:

  1. Refogue a cebola, reserve.
  2. Cozinhe a cenoura até ficar bem macia.
  3. Bata todos os ingredientes no liquidificador.

Dicas:

Sirva com torradas, biscoitos, pão sírio ou palitos de legume.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na página “Conceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com as “Receitas” postadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


Gostou da Receita? Então Compartilhe.
Alguma dúvida ou sugestão? Poste aqui ou, se preferir, envie um e-mail adrianatenchini@outlook.com

Receba novos conteúdos na sua caixa de entrada.

Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

Siga as minhas redes sociais.