“Belo Horizonte é uma metrópole diferente, cercada por exuberantes paisagens da natureza, belíssimas cachoeiras e grutas. Com clima privilegiado e cercada pelas montanhas da Serra do Curral, Belo Horizonte tem despertado a atenção pelo potencial ecoturístico. A poucos quilômetros do centro existem diversos roteiros para inesquecíveis passeios ecológicos, com trilhas que escondem centenas de nascentes e riachos, cachoeiras e poços de águas cristalinas. Pequenos bares e restaurantes próximos às trilhas oferecem a típica comida mineira em fogão de lenha. Para quem gosta de adrenalina, a região é ideal para a prática de diversas modalidades de esportes de aventura. Belo Horizonte é ponto de partida também para passeios históricos. Nas cidades históricas, pode-se apreciar a riqueza da arquitetura e do barroco mineiro, que traduzem a história do estado e do país.” Fonte: Belotur.

Conjunto Urbanístico e Arquitetônico da Orla da Pampulha

Casa do baile. Foto: Adriana Tenchini

A Casa do Baile foi projetada por Oscar Niemeyer em 1940, inaugurado em 1943 e funcionou até 1948, como um famoso salão de dança de Belo Horizonte. A construção circular, que fica numa ilha artificial, possui uma pitoresca ponte de onze metros e chama a atenção pelas formas sinuosas das fachadas, que sugerem quase uma continuidade da Lagoa. Depois de uma reforma acompanhada pelo próprio Oscar Niemeyer, foi reinaugurado em 2002 com as mesmas características originais e abriga uma espécie de memorial voltado à arquitetura e ao design.

O Museu de Arte foi o primeiro projeto de Niemeyer na Pampulha. Funcionou como cassino, o primeiro da cidade, até ser fechado em 1946, devido à proibição do jogo no país. Passou a funcionar como museu em 1957, quando era conhecido como “Palácio de Cristal”. Suas instalações possuem biblioteca, loja de souvenires, café e salas de multimídia. O acervo do MAP é constituído de 900 obras.

Museu de Arte da Pampulha. Foto: Adriana Tenchini
Igreja de São Francisco de Assis. Foto: Adriana Tenchini

A Igreja de São Francisco de Assis mais conhecida como “igrejinha da Pampulha” foi inaugurada em 1943. Obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, que desenvolveu um belo jogo de curvas e contracurvas, remetendo à arte mineira colonial e às montanhas de Minas. Painéis internos e externos de Cândido Portinari, considerada a sua obra mais significativa. Os jardins são assinados por Burle Marx.

Relata-se na história um “caso” curioso sobre a igrejinha: Do lado externo existe um painel que retrata São Francisco de Assis e um lobo; no lado interno, um cachorro. Segundo Portinari, tais painéis contam a história de uma vila, da qual seus moradores vieram a São Francisco reclamar de um lobo que constantemente atacava a região e matava as criações dos habitantes. São Francisco, por sua vez, foi à procura do lobo e, ao encontrá-lo, o domesticou. Era, então, como se o lobo tivesse se transformado em um cachorrinho.

Painel Externo da Igreja São Francisco. Foto: Adriana Tenchini.

O painel interno causou extrema confusão na comunidade da época, pois, ao invés de conter imagens sacras no altar, continha a imagem do cachorro. Mas, apesar das críticas, a igreja foi inaugurada, e, na celebração da sua primeira missa, aparece no local um cachorro. Não se sabe como nem de onde, mas este ficou durante todo o tempo da missa dentro da igreja, apesar das tentativas em vão de o expulsarem. A partir desse fato, a população passou a aceitar os painéis.

Na Pampulha ainda temos:

• Fundação Zoobotânica, projetada por Niemeyer e que mais de 1100 animais e vegetação nativa de cerrado.

• Mineirão – inaugurado em 1965, segundo maior estádio coberto do mundo, ajudou a levar o futebol mineiro para lugar de destaque e dotou o público de um espaço adequado para assistir a grandes espetáculos do futebol profissional, além de grandes shows. 

• Mineirinho – inaugurado em 1980. É um ginásio poliesportivo coberto, com capacidade para 25 mil pessoas, onde ocorre além de esportes, shows, eventos e feira.

Estes são alguns dos lugares exuberantes e interessantes para se conhecer em Beagá. Em breve postarei outros.


O texto apresentado nesta página é um resumo de partes do Livro “Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática.” Autora: Adriana Tenchini (Ebook disponível na Amazon).


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A Autora


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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Laticínios do Futuro

Laticínios do futuro é uma nova e revolucionária forma de fazer queijos e laticínios zero lactose, zero glúten, zero colesterol e veganos, com a textura e o sabor idênticos aos tradicionais. O curso é ministrado pela Carol – Chef Veg.

As receitas são simples, com ingredientes baratos e do dia a dia, utilizando apenas panelas, fogão e liquidificador. Sem usar nada de leite animal ou mesmo polvilho, amido de milho ou agar-agar. Qualquer um consegue fabricar para consumo próprio ou para comercializar.

Este curso é ideal para as pessoas que tem alergia ou intolerância a lactose e ainda para os adeptos do veganismo.

As receitas ministradas no curso “Laticínios do Futuro” foram desenvolvidas ao longo de 7 anos pela Chef vegana Carol. Durante este período, ela teve acertos e erros, gastando muito dinheiro e tempo até conseguir desenvolver a melhor fórmula para criar queijos e leite veganos, sem aditivos e conservantes que fazem mal à saúde e ainda com um sabor e textura idênticos aos tradicionais.

A Chef batizou o seu método de LVLP, que significa “Leite Vegetal, Limão e Pano” e com ele ensina de uma forma muito simples, a usar as técnicas parecidas com a dos produtores de queijos tradicionais, para alcançar o sabor e textura desejados.

O curso é completo com diversas receitas, leite vegetal, bebida tipo Yakult, ricota, manteiga e principalmente os queijos. No curso, o aluno aprenderá a fazer o frescal, o maturado, o mofado, com mofo branco e com mofo azul.

Fotos do arquivo pessoal de Carol Veg.

Ah! A Carol também ministra um curso de defumação para que possa fabricar os queijos defumados, como por exemplo, o queijo tipo provolone.

E se quiser saber um pouco mais sobre a professora leia o post Carol – Chef Veg.

Contatos da Carol – Chef Veg:


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“Seja como for, ajudar é sempre muito bom quando não se espera nada em troca! Faça a diferença no seu dia a dia.” Davi Luiz Laticínios do Futuro…

Carol – Chef Veg

“Nós todos temos a responsabilidade de nos impor pela nossa saúde e pela saúde do planeta. Vamos nos impor juntos. Vamos espalhar a verdade. Vamos tornar dessa missão…


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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CAPA: arquivo pessoal da Carol Veg

“Nós todos temos a responsabilidade de nos impor pela nossa saúde e pela saúde do planeta. Vamos nos impor juntos. Vamos espalhar a verdade. Vamos tornar dessa missão um movimento.” Beyoncé

Carol – Chef Veg

Trabalha com gastronomia inclusiva e vegana desde 2015. Já teve restaurante 100% vegetal e hoje trabalha dando cursos e palestras. É publicitária, atriz e atua, além da gastronomia, como ativista da causa animal em parceria de ongs e grupos de defesa dos mesmos na cidade de Belo Horizonte.

Carol se especializou em laticínios sem lactose, sem glúten e veganos a base de plantas, utilizando as mesmas técnicas das indústrias queijeiras tradicionais de Minas Gerais. Hoje, vende este conhecimento através do seu curso online, Laticínios do Futuro.

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CAPA: arquivo pessoal da Carol Veg

A semolina é um ingrediente muito utilizado na cozinha italiana, especialmente no preparo de massas frescas. Por ter uma textura mais granulada e grossa do que a farinha de trigo comum, proporciona uma massa firme, elástica e com excelente resultado no cozimento. Essa característica a torna ideal para massas que serão servidas com molhos mais encorpados ou utilizadas como base de massas recheadas. Além disso, a semolina facilita a modelagem de massas curtas, sem a necessidade de equipamentos especiais, sendo possível moldar apenas com um garfo ou ralador. Esta é uma receita clássica e versátil, base para diversos formatos de massas frescas.

Massa fresca com semolina – Pasta com semola

Categoria: Preparação de Base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Rendimento: 45 minutos

Tempo de Preparo: 2 porções

Dificuldade: Médio

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 160 gramas de farinha de trigo
  • 40 gramas de semolina
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparando a massa

Misture as farinhas e coloque sobre a bancada e abra uma cavidade no centro e adicione os ovos. Misture com um garfo, incorporando a farinha aos poucos até formar uma massa. Sove com as mãos por cerca de 5 minutos, até ficar lisa e homogênea. Se necessário, adicione um pouco de água ou farinha para ajustar a textura. Modele uma bola, cubra com filme plástico e deixe descansar na geladeira por 30 minutos a 2 horas.

Esticando a massa

Trabalhe metade da massa por vez, mantendo o restante coberto.

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

Produzindo Raviolis. Imagem Adriana Tenchini.
  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de preparo:

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa (o sal vai na água do cozimento).
  • Se a massa estiver seca, umedeça apenas as mãos com água antes de sovar.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar ao abrir a massa.

2. Sugestões de consumo:

  • Sirva com molhos frescos e encorpados, como ragu, pesto ou molho de tomate caseiro.
  • Ideal também para lasanhas artesanais e massas recheadas como ravioli ou tortellini.

3. Curiosidade: A palavra “semolina” vem do latim simila, que significa “farinha fina”. Seu uso em massas é uma tradição herdada do sul da Itália, principalmente da região da Sicília e de Nápoles..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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O post de hoje é mais uma poesia da minha mãe que encontrei em seu caderno de lembranças. Fiquei tentando imaginar o que se passava em sua vida e em seu pensamento ao escrever algo tão melancólico… Ou talvez… tudo estivesse bem, era somente sua arte falando mais alto. E isso ela sempre foi… uma grande artista… Desenhava, pintava, esculpia na argila e tantas outras habilidades…


Desejo

Às vezes apalpo a minha carne!
Para ver se estou viva.

Não sei...
Sei que muitas vezes quisera
Não ser!

Espectros de mãos acenam...
Quiçá puder segui-las!

A morte!
Mistério além da vida.

A morte!
Libertação absoluta,
Sombra de beleza que me fascina.
Com ela me perco na noite,
E converso com essa ausente
Que espero encontrar
E reconhecer como esperada.

Tenho pressentimento de que esta morte está perto
Quisera fechar os olhos e despertar no além
Assim como se nascesse...
Para algo que tivesse sentido. 1 
                                  Marlene Araújo Mateus 

[1] Poesia escrita em 28/05/1973


Internautas, deixem a arte aflorar dentro de vocês e se quiserem se aventurar no mundo da poesia, enviem seus versos no e-mail adrianatenchini@outlook.com que postarei com muito carinho e, é claro, informarei ao público quem é o poeta.

Leiam! Encantem-se! Inspirem-se!


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CAPA: Imagem de KELLEPICS por Pixabay

Arrumando os pertences da minha mãe encontrei seu caderno de lembranças. Poesias e poemas escritos por ela que eu nunca havia lido. Decidi postá-los aqui… um a um… de tempos em tempos. Uma forma de homenagear a grande mulher e mãe que um dia ela foi, mas que ainda hoje vive no coração de todas nós, suas filhas, netas e netos.


Noite Somente Noite

Não pude conciliar o sono
Naquela noite de cem quilômetros

Contava o tic-tac do relógio
Para chamar o sono. Ele não veio.

A criança da cama 
Encostada à minha
Ressonava com sono de quem
Ainda não escreveu a 
Tragédia da vida.

Mera morte
		     Solidão
		     Angústia
		     Tédio

Ruído: não de passos que trazem a mensagem de conforto
Era o gato que começava
A folia em cima do zinco
Do telhado da caixa d’água.

Momento: estava sonhando na tarde sem sol.

De repente uma voz perdida 
No espaço e no tempo.

— “Vai, pula...”
— Não amigo, não posso voar.
Estou presa no momento presente
Na expectativa.

— De que?
— Da mensagem que nunca veio
Do momento que nunca terei
Porque a esperança está morta
Como este minuto que acabou de morrer. 1 
                Marlene Araújo Mateus                

[1] Poesia escrita em 28/05/1973


Internautas, deixem a arte aflorar dentro de vocês e se quiserem se aventurar no mundo da poesia, enviem seus versos no e-mail adrianatenchini@outlook.com que postarei com muito carinho e, é claro, informarei ao público quem é o poeta.

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CAPA: Imagem Adriana Tenchini

“As coisas têm vida própria. Tudo é questão de despertar a sua alma.” (Gabriel García Márquez)

Quem sou eu. Uma trajetória de vida.

Tem momentos em que fico pensando e me sinto como um homem renascentista. Afinal, tenho interesses múltiplos, como já devem ter visto nas páginas A Gastrônoma, A Autora e A Terapeuta. Não me contento apenas com um campo de aprendizagem: quero saber sempre mais. É claro que não chego nem aos pés de um Leonardo da Vinci [risos].

Como vocês viram, tenho quatro graduações superiores (Gestão em Eventos, Publicidade e Propaganda, Gastronomia e Cozinha Contemporânea) e duas pós-graduações (Gestão da Qualidade em Gastronomia e MBA em Administração Estratégica). Meus amigos sempre me caçoavam, perguntando se eu não iria parar. Eu respondia que não. Enquanto estiver viva e capacitada, estarei estudando. É essa incessante sede de aprendizagem que nos mantém vivos.

Além dos cursos de graduação e pós, fiz, ao longo da vida, diversos minicursos. Datilografia e telex [risos], esses foram há muito tempo, na adolescência. Quando começaram a surgir os computadores [novos risos], fiz um curso de digitação, basic, cobol e pascal. Para aqueles que não sabem o que significam essas palavras, eu explico: são programas de computador. Naquela época, tínhamos que programar cada ação que realizaríamos.

Quando o mundo entrou na era da informática, fiz os cursos básicos (Word, Excel, Power Point, Access) e avançados: Design (Tratamento de Imagem com Photoshop, Ilustração com Corel Draw, Diagramação com In Design, Artes Gráficas e Projetos de Design Gráfico) e Web Design (Animação com Flash, Criação com Fireworks, Programação com Dreamweaver, Projetos de Web Sites e Lógica de Programação). A inclusão nesta maravilha tecnológica me impulsionou a fazer o curso de Publicidade e Propaganda.

No campo da Gastronomia, fiz dezenas de minicursos de culinária, e não tem como citar todos aqui [risos]. Já na área de Eventos, cursei no SENAC: Planejamento de Eventos Sociais, Cerimonial e Protocolo em Eventos Empresariais e Planejamento e Organização de Serviço de Buffet.

A parte literária começou muito cedo, também no período da adolescência, quando eu escrevia um diário e alguns poemas que vocês podem conferir na página “Poesias”. Como viram na página “A Autora”, a compilação de escritos didáticos era uma forma que eu tinha para estudar e, com o tempo, se tornou um hábito.

No período da faculdade, organizei meus estudos e criei o livro Planejamento e Organização de Eventos: Da Teoria à Prática. Na época, tentei publicá-lo, porém, sem sucesso. Eu explico melhor sobre ele na página “Livros Didáticos”. Atualmente este livro está sendo vendido na Amazon. Escrever um livro didático é fácil: basta pesquisar em diversos livros de autores diferentes e compilar todas as informações em um texto. Porém, escrever um romance, eu nunca imaginei. Tudo aconteceu repentinamente.

Na página “Romance Mediúnico”, relato como aconteceu o desenvolvimento da escrita do meu primeiro livro “Amor Além do Tempo”. Após a publicação deste livro, já comecei a escrever outro psicografado: “Morte da Ilusão”. Estou amando as partes da história que já recebi da espiritualidade mas, como gosto de perfeição, estou estudando a história da Inglaterra e da Irlanda, além da mitologia celta irlandesa.

No campo da Terapia Holística, esta chegou meio que “por acaso[1]” (explicação na página A Terapeuta), e logo me encantei com a área, fazendo também alguns cursos: Reiki 1, Reiki 2, Reiki 3 e Tarô Mitológico. Os cursos que fiz uso em meu benefício e também para atender gratuitamente, através do centro espírita que frequento ou quando amigos me solicitam. Não sei se algum dia usarei esses conhecimentos profissionalmente. De qualquer forma, pretendo ainda fazer vários outros cursos nesta área.

Vocês acham que acabou? Ah, ainda não. Nos tempos de faculdade, quando cursava publicidade, participei de um blog com colegas de turma: A Hora do Recreio. Nele, eu postava sobre turismo e eventos, além de ser uma das fotógrafas da equipe, outro grande fascínio que tenho: Fotografia. Adoro tirar fotos de tudo e de todos, principalmente em viagens. Estes são mais dois grandes hobbies: viajar e fotografar. Além, é claro, dos que vocês já conhecem: escrever e cozinhar.

Ao escrever este post, pensei em incluir no meu site uma página sobre o assunto: “Viagens e Passeios”. Quem não gosta de viajar e conhecer lugares novos? Acho que todos amam isso. Assim, começarei as postagens utilizando meus textos escritos na época do blog A Hora do Recreio e, com o tempo, gerarei novos textos sobre viagens que fiz. Espero viajar muito ainda para ter o que contar a todos vocês [risos].

Ah! Lembrei de outra coisa aqui. Quando eu era adolescente, também desenhava. Comecei com uns desenhos tímidos, bobos, e devagarzinho fui aprimorando. Será que ainda sei desenhar? Isso é uma incógnita. Um dia tentarei novamente. Vou colocar ao lado um dos meus desenhos favoritos. E, quem sabe, futuramente eu poste mais [risos].

Além de tudo o que escrevi aqui, ainda tem meu lado família, dona de casa, amiga e mãe. Essa é a parte que mais me emociona, pois a família e os amigos são a base para o grande aprendizado em que todos nós estamos matriculados: a Escola da Vida.

FRAGMENTOS

Textos sobre os mais variados assuntos.

VIAGENS E PASSEIOS

Textos e fotos de lugares para se divertir, passear e viajar, incluindo alguns relatos curiosos e/ou históricos


[1] Acasos não existem. Tudo é traçado milimetricamente por Deus.


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FONTES IMAGENS: Pixabay

A Massa Fresca com Gemas ou Pasta Gialla, é uma das bases mais tradicionais da cozinha italiana. Sua característica marcante é a riqueza em gemas, que confere uma cor intensa, sabor mais pronunciado e textura elástica à massa. Essa preparação é considerada nobre e historicamente associada às cozinhas regionais da Emilia-Romagna e de outras áreas do centro-norte da Itália, onde a produção de massas frescas faz parte da identidade cultural. É a receita clássica utilizada em pratos refinados, como tortellini recheados, tagliatelle servidos com ragu à bolonhesa e lasanhas caseiras.

Massa fresca com gemas – Pasta gialla

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Tempo de Preparo: 45 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Médio

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 8 a 10 gemas

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Adicione as gemas e, com um garfo, vá puxando a farinha para dentro, misturando suavemente. Quando estiver incorporado, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea.

Se necessário, adicione um pouco de água ou mais farinha. Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas práticas

  • Use ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não coloque sal na massa, apenas na água do cozimento.
  • Se a massa estiver muito seca, umedeça as mãos em água ao sovar.
  • O descanso da massa relaxa o glúten, facilitando a abertura.
  • Sovar significa dobrar e empurrar a massa com a palma da mão repetidamente até ela ficar lisa.

2. Sugestão de consumo: Esta massa é a base clássica da cozinha italiana e pode ser usada em pratos como lasanha, ravioli, fettuccine e pappardelle. O sabor neutro realça molhos intensos, como o ragu à bolonhesa, ou preparos mais delicados, como manteiga e sálvia.

3. Curiosidade: A pasta gialla (“massa amarela”) recebe esse nome pela grande quantidade de gemas, que conferem cor intensa, elasticidade e sabor marcante. Tradicionalmente, é usada em receitas mais nobres da culinária italiana..


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

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Miragem

Tudo estranho está
Algo de errado no ar
Olho tudo, sem nada entender
E continuo a observar.

Vejo agora alguém diferente
Nunca o vi antes
Mas parece ser boa gente.

Quero com ele conversar
Mas tenho medo
Dele não aceitar.

Olho para ele fixamente
Mas ele desaparece
Procuro por todo lado
E continuo sem nada entender.

Porém, algo dentro de mim
Me faz olhar
A natureza que outrora
Parecia não existir
E algo estranho acontece.

Aquele alguém que eu vira,
Desaparecera.
Mas, olhando para a natureza
Eu o vejo.

Seus olhos brilham nas estrelas,
Seu rosto emerge do mar,
Seu corpo aparece nas ladeiras,
Sua voz eu ouço a cantar
E seu sorriso eu vejo no luar.

Ele é alma divina
De tamanho esplendor
Ele é algo perfeito
Capaz de aguentar a dor
É milagre do mundo
Maravilha não há igual.
É todo o por vir
De um mundo que está no fim1...
                                  Adriana Tenchini 

[1] Poesia escrita em outubro de 1983.

Como eu expliquei na página “Poesias”, os versos aqui postados foram escritos por mim na fase de adolescência e estavam em um caderno de recordações guardados no armário. Várias delas nunca foram lidas por ninguém. Agora resolvi libertá-las ao mundo…

Internautas, deixem a arte aflorar dentro de vocês e se quiserem se aventurar no mundo da poesia, enviem seus versos no e-mail adrianatenchini@outlook.com que postarei com muito carinho e, é claro, informarei ao público quem é o poeta.

Leiam! Encantem-se! Inspirem-se!


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface.


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CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Imenso Amor

O romance que se inicia
Imaculado eu nunca vi,
Nem cheios de carinho
Amor não existe assim.

No fundo do coração
Digo: Renuncio em vão.
Meu amor não sei se devo ou não.

Carinhos quero ter
É sempre assim que deve ser.
Senão!...
Com o passar do tempo 
O amor de um momento
Acaba em tormento.

Eu lembro os sonhos que tive 
O mundo que queria
De ser todinha sua 
E contigo sempre estar.

Rindo, eu acordei
E descobri que lindo amor 
Girava em torno de mim.

Um dia eu quero
Estar juntinho de ti
E ter no mundo 
Um amor puro sem fim.

Desse nosso amor eu só espero uma coisa:
Amar e ser amada de todo coração.
Seja como for
Será sempre indo em direção do amor 
Que é lindo como uma flor.

Vai ser sempre assim.
Assim que deve ser1... 
                                  Adriana Tenchini 

[1] Poesia escrita em agosto de 1981.


Como eu expliquei na página “Poesias”, os versos aqui postados foram escritos por mim na fase de adolescência e estavam em um caderno de recordações guardados no armário. Várias delas nunca foram lidas por ninguém. Agora resolvi libertá-las ao mundo…

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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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Feijão Amigo

Prato muito comum no Rio de Janeiro, apesar de ter uma cara de comidinha mineira. Este prato é muito fácil e saboroso. É uma ótima dica principalmente no inverno.

Este vídeo foi criado para o curso de Graduação de Cozinha Contemporânea que finalizei em Julho / 2021.

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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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FONTES IMAGENS: Imagem de Jose Paulo por Pixabay

A massa fresca com ovos é uma das preparações mais tradicionais da culinária italiana. Serve como base para diversos formatos de massas, tanto simples quanto recheadas, e acompanha inúmeros tipos de molhos. Sua versatilidade a torna indispensável em cozinhas profissionais e caseiras, sendo a base clássica de pratos como lasanha, ravioli, tagliatelle e pappardelle.

Massa fresca com ovos – Pasta all’uovo

Categoria: Preparação de base

Especificação: Massa fresca, Cozinha Internacional (Itália), vegetariana, sem lactose

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 45 minutos

Dificuldade: Fácil

Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 200 gramas de farinha de trigo
  • 2 ovos grandes

Modo de Preparo:

Preparação da massa

Coloque a farinha sobre a bancada e abra uma cavidade no centro. Acrescente os ovos na cavidade e misture com um garfo, puxando a farinha aos poucos para o centro. Quando os ovos estiverem incorporados, sove a massa com as mãos por cerca de 5 minutos, até obter uma textura homogênea. Se necessário, ajuste a textura com um pouco de água ou farinha.

Forme uma bola, embrulhe em plástico filme e deixe descansar na geladeira entre 30 minutos e 2 horas. Após o descanso, divida a massa ao meio e trabalhe com uma metade de cada vez, mantendo a outra coberta com filme plástico.

Esticando a massa

Com rolo: abra a massa do centro para as extremidades, mantendo movimentos suaves até atingir a espessura desejada.

Com máquina de macarrão: passe a massa duas ou três vezes no nível 0, dobrando-a ao meio entre cada passagem. Em seguida, reduza a espessura gradualmente até alcançar o ponto desejado.

Espessura recomendada

  • Massas recheadas e lasanha: ligeiramente mais espessas.
  • Demais tipos de macarrão: finas, entre 1 e 2 mm.

Corte manual

1. Lasanha e canelone: retângulos de 12 × 25 cm.

2. Massas recheadas (ravioli, capeletti): corte tiras de 12 cm de largura, disponha o recheio, dobre a massa, pressione as laterais e corte no formato desejado.

3. Massas longas (tagliolini, talharim, strangozzi, fettuccine, tagliatelle, pappardelle): enrole ou dobre a massa no comprimento e corte tiras na largura indicada:

  • Tagliolini: 1 a 2 mm
  • Talharim/taglierini: 3 a 4 mm
  • Strangozzi: 5 mm
  • Fettuccine: 6 mm
  • Tagliatelle: 7 mm
  • Pappardelle: 13 a 20 mm

Abra bem as tiras cortadas e, após uma leve secagem, enrole em formato de ninhos.

Corte com máquina de macarrão

  • Lasanha e canelone: corte apenas no comprimento (25 cm).
  • Massas recheadas: estique a massa, coloque o recheio, dobre e corte no formato desejado.
  • Massas longas: utilize os acessórios específicos da máquina (fettuccine, espaguete, linguine etc.) para cortar as tiras.
Produção de Massas recheadas. Imagem Adriana Tenchini.
Fettuccine. Imagem Adriana Tenchini

Dicas:

1. Dicas práticas

  • Utilize ovos em temperatura ambiente e farinha peneirada.
  • Não adicione sal à massa. Ele deve ser colocado na água do cozimento, já fervente.
  • Se a massa estiver seca, molhar as mãos em água costuma ser suficiente.
  • O descanso é essencial para relaxar o glúten e facilitar a abertura.
  • Sovar é fundamental para a textura elástica e homogênea.

2. Curiosidade: Na Itália, cada região possui seu formato de massa favorito. O tagliatelle, por exemplo, é típico da Emília-Romanha, enquanto o pappardelle é mais comum na Toscana..


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