Receita prática, deliciosa e fácil de fazer. Um ótimo acompanhamento. Sem amargar.

Farofa de Jiló

Categoria: Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Farofa,

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 a 3 porções

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 4 jilós grandes
  • 500 ml de água
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 3 dentes de alho, em brunoisete
  • 1/2 cebola, em brunoise
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de colorau
  • 1 colher (sopa) de páprica doce
  • 1/2 colher (sopa) de pimenta calabresa (opcional)
  • 1/4 de xícara de água
  • 1 xícara de farinha de mandioca
  • Sal a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de Preparo:

Em uma tigela, adicione os jilós, a água e o sal e deixe de molho por uns 10 minutos. Passado o tempo, descarte a água e lave bem os jilós na água corrente. Este processo é necessário para tirar o seu amargor.

Em uma panela, doure a cebola, o alho no azeite. Adicione o colorau, a páprica doce e a pimenta calabresa, mexa por um minuto. Adicione o jiló e a água, cozinhe até ficar macio. Acrescente a farinha de mandioca. Apague o fogo e adicione a salsinha. Acerte o sal.

Dicas:

1. Refogar é o método de cocção por calor combinado e consiste em fritar o alimento em pouca gordura (selar) e terminar no vapor que dele se desprende, cozinhando em fogo brando e panela tampada ou semi tampada.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

A salsinha é uma erva aromática amplamente utilizada desde a Antiguidade tanto na culinária quanto na medicina tradicional. Na forma de chá, suas folhas liberam compostos bioativos como flavonoides e antioxidantes, que historicamente são associados ao fortalecimento do sistema imunológico e ao apoio ao funcionamento dos rins e do trato urinário. É uma infusão simples, leve e aromática, tradicionalmente consumida para auxiliar na retenção de líquidos, na digestão e no bem-estar geral.

Importante: Consuma no máximo 3 xícaras ao dia. O chá de salsinha é contraindicado para gestantes.

Chá de Salsinha

Categoria: Bebidas, café da manhã, lanches

Especificação: Bebida quente, não alcoólica, infusão, ervas aromáticas, vegana, vegetariana, sem lactose, sem glúten

Tempo de Preparo: 10 minutos

Rendimento: Uma porção

Dificuldade: Fácil

Imagem Adriana Tenchini

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) de salsinha fresca
  • 1 xícara de água

Modo de Preparo:

Aqueça a água até levantar fervura. Desligue o fogo, acrescente a salsinha e tampe a panela. Deixe em infusão por 10 minutos. Coe e consuma morno.

Toques Finais e Sugestões:

1. Dicas de Consumo:

  • A infusão fica mais aromática quando preparada com salsinha fresca.
  • Pode ser consumida pura ou acrescida de algumas gotas de limão.
  • Ideal para o período da manhã ou fim do dia, ajudando na hidratação e no bem-estar digestivo.

2. Observação importante sobre interações: Pessoas que fazem uso contínuo de anticoagulantes, diuréticos, medicações para hipertensão ou que tenham histórico de doença renal crônica devem evitar o consumo frequente do chá de salsinha sem orientação de um profissional de saúde. A erva possui compostos que podem potencializar o efeito diurético ou interferir na coagulação sanguínea. Em caso de dúvida, consulte um nutricionista ou médico antes de incluir o chá na rotina.

3. Curiosidade: Na Europa medieval, a salsinha era valorizada como erva medicinal e cultivada em hortos monásticos, sendo utilizada em infusões e remédios naturais.

Quer saber quais são os benefícios nutricionais da Salsinha? Acesse.


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FONTE IMAGEM CAPA:Imagem Adriana Tenchini

Salsinha

Nome científico: Petroselinum sativum L.

Sinônimo: Salsinha, salsa, salsa de cheiro, salsa das hortas

Origem: Nativa da região mediterrânea central (sul da Itália, Argélia e Tunísia), naturalizada em toda a Europa.

Salsa lisa. Fonte: Imagem de baakk por Pixabay

Características: é uma planta herbácea, condimentar e medicinal. Erva anual ou bienal, ereta, aromática, medindo de 15 a 90 cm de altura. Raiz carnosa e bem desenvolvida. Forma touceiras, com longos ramos e folhas brilhantes, planas, divididas em folíolos também repartidos. Ao final de um ou dois anos, a salsinha emite inflorescências altas com numerosas flores amarelas e esverdeadas. Depois forma sementes ovoides de cor parda e após a planta morre.

Uso Medicinal: é considerada diurética, emenagoga[1], sedativa[2] e antiparasitária.

Uso na Gastronomia: De sabor agradável e aroma suave, a salsinha complementa as mais variadas receitas, agindo como um realçador de sabor. Uma das ervas mais utilizadas na cozinha, no Brasil e no mundo. Na culinária francesa, a salsinha compõe o bouquet garni[3], sendo utilizada somente os talos, junto com alho poró, salsão, tomilho e louro, todos amarrados com barbante. Talos de salsinha fazem parte também do Sachet d’epices[4], juntamente com grãos de pimenta do reino, tomilho e louro enrolados em uma gaze. Ainda é utilizada no tempero Ervas finas francesas[5] misturada com estragão, cerefólio e cebolinha francesa. No Brasil, a salsinha juntamente com a cebolinha faz parte do cheiro verde. A salsinha é utilizada em quase todos as preparações. Pode ainda ser consumida em sucos e vitaminas.

Tipos: Existem diferentes espécies de salsinha que apresentam variações em tamanho, formato das folhas e gosto. Relacionarei apenas três:

Salsa Lisa: é a mais comum nas cozinhas brasileiras. Ela tem este nome devido às folhas planas que possui. O gosto da erva é mais intenso e o talo do vegetal também faz parte da composição das receitas. Para dar mais sabor aos pratos. Pode utilizá-la para fortalecer a textura e o sabor no preparo de caldos e sopas, e até mesmo na confecção de saladas com alface e outros tipos de hortaliças.

Salsa lisa. Fonte: Imagem de baakk por Pixabay
Salsa Crespa. Fonte: Imagem de tegrafik por Pixabay

Salsa Crespa: apresenta um gosto mais suave que combina muito bem com massas. Pode ser usada para temperar molhos, como pesto e bolonhesa e ainda é indicada para decoração dos pratos.

Salsa Graúda Portuguesa: suas folhas são grandes e largas. Tem um sabor encorpado, ideal para acompanhar carnes vermelhas, principalmente quando preparadas ao vinho. Pode-se acrescentar a salsa graúda durante o preparo de molhos para as proteínas e utilizá-la com decoração ao final da receita. Para pratos vegetarianos e veganos, a salsa graúda é uma ótima opção para o tempero de proteínas de soja.

Salsa Graúda Portuguesa. Imagem de Gulzer Hossain por Pixabay

Armazenamento: pode ser conservada em geladeira por até uma semana, para isso, deve lavá-la bem e mantê-la em um pote fechado. Para congelar, lave, seque bem e leve ao congelador em um pote com tampa ou em um saquinho plástico próprio para congelamento. Dessa forma, durará até 4 meses e pode ser usada aos poucos.

Curiosidades: é usada para proteger contra energias negativas e olho-gordo.

Benefícios nutricionais e/ou medicinais:

1. Fortalece o sistema imunológico: por ser rica em vitamina C, zinco, vitamina A, ácido fólico (vitamina B9) e antioxidantes[6], em especial o flavonoide[7] luteolina[8], atua como anti-inflamatório e ajuda a aumentar as defesas do organismo, fortalecendo o sistema imunológico.

2. Auxilia na saúde do sistema nervoso: por ser rica em ácido fólico, a salsinha auxilia no funcionamento dos neurônios, no tratamento de depressão e de outros problemas emocionais. Além de evitar a fadiga e o estresse.

3. Combate a retenção de líquido: com alto teor de água na composição, ajuda a reduzir inchaço pelo corpo, pois combate a retenção de líquidos. A salsinha é um alimento diurético.

4. Ajuda a controlar a diabetes: por ser diurético, a salsinha auxilia na redução da glicose do sangue. Devido a presença de flavonoides também ajuda a prevenir o surgimento da diabetes.

5. Melhora a digestão: por ser rica em fibras e nutrientes, a salsinha melhora o sistema digestório, ajudando a prevenir cólicas e flatulências.

6. Promove a saúde da visão: a vitamina A presente na salsinha ajuda a prevenir doenças relacionadas à visão.

7. Fortalece os ossos: A vitamina K presente na salsinha ajuda a evitar excesso de perda óssea, deixando os ossos mais fortes e resistentes. Também ativa algumas proteínas que aumentam a densidade óssea e estimula a fixação do cálcio nos ossos e nos dentes, prevenindo a osteoporose.

8. Previne a anemia: por ter alto teor de ferro e de ácido fólico, ajuda a prevenir a anemia.

9. Previne doenças cardíacas: o ácido fólico presente na salsinha evita a formação de placas, ajudando a manter a saúde dos vasos sanguíneos e prevenindo doenças do coração.

10. Cuida da saúde da pele: a salsinha contém vitamina A que possui ação antioxidante prevenindo o envelhecimento precoce. Contém ainda vitamina C que promove a formação de colágeno no organismo. Além disso, o ácido fólico presente na salsinha fortalece a pele, os cabelos e as unhas. 

Tabela Nutricional da Salsinha:

Porção de 100 gramas

NUTRIENTEQUANT.UNID.
Calorias (valor energético)36kcal
Água87,71g
Proteína2,97g
Carboidratos6,33g
Gorduras Totais0,79g
Cálcio138mg
Ferro6,2mg
Magnésio50mg
Fósforo58mg
Potássio554mg
Sódio56mg
Zinco1,07mg
Vitamina A, Retinol421µg
Vitamina B1, Tiamina0,086mg
Vitamina B2, Riboflavina0,098mg
Vitamina B3, Niacina1,313mg
Vitamina B6, Piridoxina0,09mg
Vitamina B9, Ácido Fólico152µg
Vitamina B12, Cianocobalamina0µg
Vitamina C, ácido ascórbico133mg
Vitamina D0mg
Vitamina K1640µg
Gorduras saturadas0,132g
Gorduras monoinsaturadas0,295g
Gorduras poli-insaturadas0,124g
Colesterol0g
Fonte: TABELA DE COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS ALIMENTOS. São Paulo: Departamento de Informática em Saúde, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. Disponível em: https://tabnut.dis.epm.br/Alimento

Chá de Salsinha

O Chá pode ser utilizado para aumentar a imunidade, combater a infecção urinária, as pedras nos rins, controlar a hipertensão e a retenção de líquidos.

Suco Detox de Salsinha, Cenoura e Couve

O suco é rico em antioxidantes que ajudam a manter a pele jovem e saudável, aumenta a imunidade, combate a retenção de líquidos, ajudando em dietas para emagrecer.


[6]Antioxidantes – São substâncias que podem impedir ou retardar os danos às células causados pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas instáveis produzidas pelo organismo humano por causa de alguns alimentos ingeridos ou pela queima de oxigênio ao respirarmos. Em níveis normais, os radicais livres não são prejudiciais à saúde, porém, em excesso podem ser tóxicos para o corpo, prejudicando o funcionamento celular e desenvolvendo doenças.

[7] Flavonoides – São moléculas que protegem as plantas e são responsáveis pela sua coloração. Elas também apresentam atividades farmacológicas importantes para o nosso organismo, tais como: antioxidante, anti-inflamatória, hormonal, antitumoral e antiviral.

[8] Luteolina – é um flavonoide com alta atividade antioxidante.

Temperando e Condimentando

Conceitos e Teorias de Gastronomia

Receitas com Salsinha

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Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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REFERÊNCIAS:

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Artigos publicados no site “Conquiste sua vida – taeq”. Disponível em: https://www.conquistesuavida.com.br/tag/alimentacao-saudavel_t4/1

PROPRIEDADES DOS ALIMENTOS. Artigos publicados no site “Mundo Boa Forma”. Disponível em: https://www.mundoboaforma.com.br/dieta/propriedades-dos-alimentos/

PLANTAS MEDICINAIS. Artigos publicados no site “Tua Saúde”. Disponível em: https://www.tuasaude.com/t/tema-plantas-medicinais/

TEMPEROS. Artigos publicados no site “Cozinha Técnica”. Disponível em: https://www.cozinhatecnica.com/temperos/

TABELA DE COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS ALIMENTOS. São Paulo: Departamento de Informática em Saúde, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. Disponível em: https://tabnut.dis.epm.br/Alimento

Férias! O post de hoje é sobre uma encantadora cidade mineira: Guarani, a cidade jardim. Já conheço o local há muito tempo, desde 1985. A cidade era onde eu e minha família sempre passávamos as férias de julho, dezembro, janeiro e, é claro, o carnaval. O texto a seguir foi escrito por mim há alguns anos para o blog “A Hora do Recreio”. Transcrevo-o agora com algumas atualizações e complementos.

Guarani, Cidade Jardim

Guarani está localizada na zona da mata mineira, distando 72 km de Juiz de Fora e 273 km de Belo Horizonte. No município há pequenas elevações, morros e colinas cobertos de exuberante vegetação. O rio que banha a cidade é o Rio Pomba. A população atual está em torno de 9 mil habitantes.

Foto 1 e 2: Guarani vista do alto. Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Guarani.

Um Pouco de História

Em 1840 surge um pequeno povoado formado por alguns fazendeiros, índios e negros que trabalhavam no plantio de cereais e frutas. Neste período, a região pertencia à Vila do Pomba. Aos poucos foram chegando novos habitantes que resolveram construir uma capela sob a invocação do Divino Espírito Santo e ao lado dela, o cemitério. O terreno para essas construções foi doado por um fazendeiro da região. Novas doações se seguiram e assim surgiu o novo arraial, chamado de Espírito Santo do Pomba.

Com o tempo, ao redor da Capela surgiram novas ruas, ladeiras e praças. Em 1883 é inaugurada a Estação da Estrada de Ferro trazendo progresso ao arraial. Em 1886, foi construída a primeira estrada de rodagem e uma escola pública para rapazes, o que trouxe mais desenvolvimento para o local. Em 1888, após a libertação dos escravos. chegaram muitos imigrantes italianos ao pequeno arraial para trabalhar nas fazendas. Em 25 de março de 1914, o arraial alcançou a emancipação política com o nome de Guarani.

Foto 3: Estação Ferroviária de Guarani em 1908.
Fonte: foto extraída do blog de Amarildo Mayrink. Ele, por sua vez extraiu a foto do livro “Município de Guarani – Esboço Histórico e Cronológico”, de Pedro de Abreu
Foto 4: Estação de Guarani, partida dos trens.
Fonte: Acervo de Clair Rodrigues extraída do blog “O Trem Expresso”, de Amarildo Mayrink.
Foto 5: Pontilhão.
Fonte: Foto do blog “O Trem Expresso”, de Amarildo Mayrink

O Trem quando partia da Estação de Guarani em direção à cidade de Piraúba, passava por cima do pontilhão. A foto ao lado foi após a desativação da linha férrea na região.

A foto ao lado é do pontilhão atualmente. Após a retirada dos trilhos, a ponte foi transformada em passagem rodoviária e a maioria do tráfego segue por ela, contornando o centro de Guarani. A Ponte Ibrahim Abi-Ackel (pontilhão) foi tombada pela Prefeitura Municipal de Guarani em 2010.

Foto 6 – Pontilhão nos dias de hoje.
Fonte: Site da Prefeitura de Guarani.

A Antiga Estação Ferroviária foi tombada pela Prefeitura Municipal de Guarani em 2010. Aqui já foi a rodoviária de Guarani, transferida para outro local. Em 2020, foi transformada no Centro Cultural Darci de Abreu Moreira com espaço destinado a eventos que resgatem a história e a cultura da cidade.

O espaço é aberto ao público para visitação com exposição de fotos, quadros entre outros. Possui infraestrutura básica com banheiros e entradas com acessibilidade.

Guarani é formada por habitações típicas. Em cada lugar desta cidade tem muito verde, locais aconchegantes e lindos, cheio de história. O povo é muito hospitaleiro, como é um bom mineiro.

Foto 8 – Fórum da cidade. Fonte: Site da Prefeitura de Guarani
Foto 9 – Câmara dos Vereadores. Fonte: Site da Prefeitura de Guarani.

As fotos abaixo são da fonte e do coreto, ambas na praça Antônio Carlos, no centro de Guarani. Nesta praça todas as noites, principalmente em dias quentes, encontra-se famílias se divertindo, confabulando e crianças brincando. Minhas filhas, quando menores, adoravam vir para a praça, principalmente por causa da pipoca com queijinho. O pipoqueiro com sua carroça está sempre presente na praça com aquele cheirinho gostoso no ar. Aqui também acontecem shows ao longo do ano, como por exemplo, no réveillon e no carnaval.

Foto 10 – Fonte de água da Praça Antônio Carlos. Fonte: Site Prefeitura de Guarani.
 Foto 11 – Coreto da Praça Antônio Carlos. Fonte: Site Prefeitura de Guarani.
Foto 12 – Igreja Matriz do Divino Espírito Santo. Fonte: Facebook da Igreja Matriz
Foto 13 – Largo da Matriz. Fonte: Prefeitura de Guarani

As fotos acima são da Igreja Matriz do Divino Espírito Santo. A igreja é linda como também o seu entorno. Foi aqui que eu me casei em 21 de janeiro de 1989. Ah! A próxima foto é do Clube dos Repentinos. Foi onde aconteceu a minha recepção de casamento. Quanto tempo! São muitos anos e história vividos em Guarani. Não dá para contar tudo de uma vez (risos).

Foto 14 – Clube dos Repentinos. Fonte: Prefeitura de Guarani.

Em destaque tem a natureza, nas formas de cachoeiras, matas, flora e fauna. Em Guarani existem várias cachoeiras e locais agradáveis para nadar e para quem quer um passeio ecológico existem várias opções. Indico a Serra do Relógio, uma das atrações que compõem o “Circuito Turístico Caminhos Verdes de Minas”.

A cadeia de montanhas abriga em seu entorno várias reservas ambientais na região da Zona da Mata mineira. Três dessas reservas estão no município de Descoberto – município a 23 km de Guarani –, sendo elas a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), Alta da Boa Vista e a Reserva Biológica da Represa do Grama. Outras três se localizam no município de Itamarati de Minas (município a 46 km de Guarani, passando por Descoberto). E ainda tem uma Área de Proteção Ambiental (APA) no município de Guarani. Com altitudes entre 900 e 1434 metros. As reservas do local totalizam 363 hectares de área preservada.

No local já foram encontrados exemplares raros de plantas e animais. Uma das descobertas mais importantes é a presença do Gavião Real (Harpia harpyia), a maior ave de rapina do Hemisfério Sul. A flora é representada pelas orquídeas e bromélias, vivendo nos campos rupestres mais altos e também por angicos, ipês, canjeranas, jequitibás, cedros, canelas, candeias, araucárias, samambaias, palmitos e árvores frutíferas, como nêsperas, que formam a mata fechada nos pontos mais baixos da serra.

Na reserva tem cachoeiras, lagoas, mananciais d’água, córregos com nascente na própria reserva e no alto da pedra do Relógio a prática de voo livre. No local tem pousada, área de camping, além de guias turísticos para acompanhar os visitantes.

Como mais um dos atrativos naturais em Guarani destaco:

  • Reserva Shangri-la – O percurso é relativamente curto, aproximadamente 45 minutos caminhando pelas trilhas abertas no meio da mata. O trecho é limpo e bem-sinalizado.
  • Parque Sô Sicca – Área de preservação permanente às margens do Rio Pomba, com parquinho, academia ao ar livre, banheiros, pista de caminha de 500 metros, iluminação, fonte com água da mina. Lugar arborizado, tranquilo, ótimo para levar os filhos para passear, fazer piquenique, andar de bicicleta.

Guarani preserva as tradições religiosas, culturais e economia rural. Tem a Festa do Divino, o Salão dos Estandartes, o Coreto no centro da pracinha e o Paço da Igreja, as atividades esportivas e culturais, os leilões de gado que movimentam a cidade. Todo ano, no mês de julho acontece a Exposição Agropecuária de Guarani com concurso leiteiro, leilões e shows com diversas bandas. Entrada franca. Além do público local, o evento conta com presença de turistas de diversas localidades.

A gastronomia na cidade é muito bem representada:

  • Pensão Nossa Senhora das Graças – Ambiente familiar com restaurante de comida caseira com cardápio bem mineiro. O final da refeição acompanha uma sobremesa, sempre com uma receita tradicional de família. Funciona todos os dias para almoço de 10 às 14h.
  • Totó Lanches – O cardápio é variado com lanches rápidos, refeições, pizzaria, cervejaria, adega, drinks personalizados, sobremesas. O local é uma casa histórica colonial reformada, com áreas diversas, espaço de recreação infantil, área de ar livre com arbustos e mesas, varandão. O local oferece várias alternativas ao público, música ao vivo, exibição de TV, exposições culturais de artistas locais e regionais, encontros temáticos, eventos de economia criativa. Funciona de domingo à quinta de 18 às 23 h, na sexta e sábado de 18 a 1 hora. Não funciona nos feriados.
  • Papagueno – Serviço de almoço durante a semana com balança. Nos domingos no almoço tem churrasco. Á noite, serviço de bar com pizzaria forno à lenha e deliciosas porções. Funciona todos os dias, incluindo feriados, de 11 às 2 horas.
  • Tia Lu Restaurante e Pousada – Cardápio variado e saboroso. Ambiente agradável, instalações novas, atendimento familiar. Funciona todos os dias, incluindo feriados, de 11 às 15 horas.
  • MG Burgues – Serviço de bar com porções e pizzaria. Funciona de segunda à sexta, incluindo feriado, de 8 às 23 horas.
  • Alambique Guarani – A cachaça é um dos tradicionais produtos mineiros e o Estado de Minas Gerais se destaque com a cachaça artesanal de alambique. O Alambique Guarani preserva as tradições de fabricação de cachaça mineira aliado a modernidade, a qualidade, a sustentabilidade, as boas práticas e a segurança alimentar.
  • Pimentas Faísca – As plantações de pimenta, a perder de vista, crescem viçosas sobre a terra fértil e abençoada da Fazenda Gizé, em Guarani, na Zona da Mata de Minas. O proprietário Dário Alvim que teve a ideia de cultivar pimenta como alternativa de renda que está com a família há cinco gerações. Atualmente os produtos Faísca estão sendo exportados para Estados Unidos, Europa e Israel.

Para se hospedar em Guarani:

  • Pousada Tia Lu – com suíte em todos os quartos, frigobar, ar-condicionado, serviço de alimentação (café da manhã, almoço e jantar) e estacionamento. O restaurante é no primeiro andar e dispõe de rampas de acesso, banheiro com acessibilidade, lugar amplo com ótima estrutura e localização.
  • Ninos Pousada – ambiente familiar com serviço de café da manhã, frigobar, wifi, ventilador, ar-condicionado. Pousada urbana de fácil localização, ao lado da ponte central da cidade.

Outro evento que traz para a cidade a presença de turistas é o carnaval. Das sacadas das casas as bandeiras representavam as escolas do coração: Unidos de Guarani, Turunas do Humaitá e Acadêmicos do Bela Vista. Não tem concurso ou premiação. As escolas desfilam pelo amor ao samba e cada morador tem apreço por uma delas, alguns chegando até a pequenas rivalidades, mas que no final termina tudo em samba!

Na cidade temos os desfiles das escolas de samba na Avenida Getúlio Vargas e de vários blocos como: Falecido, Bloco do Jaca, Bloco do Funil, Concentra mais não sai, Bloco do Maná, Bloco de Cima, entre outros. Além disso, temos na praça Antônio Carlos shows durante todos os dias de carnaval. A cidade nesta época fica lotada de visitantes, mas não se preocupe, ela continua com a tranquilidade e a hospitalidade de uma cidade interiorana mineira.

Quer saber um pouquinho mais sobre a cidade? Assistam o vídeo “De fora em Juiz de Fora” com Tati Marmon – Guarani.

Abaixo segue algumas fotos dos meus carnavais em Guarani começando em 1988. Ah! Eu já sai na escola de samba algumas vezes. Como informei acima, em Guarani tem três escolas, mas a escola de coração da nossa família é a Unidos de Guarani.


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A Autora


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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FONTES IMAGENS:

CAPA: Site da Prefeitura Municipal de Guarani.

FOTOS SLIDE: Arquivo pessoal


PREFEITURA DE GUARANI. Fotos postadas no site da Prefeitura. Disponível em: https://www.guarani.mg.gov.br/galeria/228/Fotos-de-Guarani

Ervas

Aromáticas

Derivado do latim herba. Os botânicos classificam as ervas aromáticas como plantas herbáceas[1], que não possuem caule lenhoso. Na gastronomia, as Ervas Aromáticas são definidas como plantas cujas folhas, e em alguns casos, os talos e o bulbo[2] são utilizadas para aromatizar as preparações. As Ervas Aromáticas possuem aroma suave e persistente, agradável e penetrante. Muitas vezes o seu perfume é mais evidente do que o sabor. Podem ser utilizadas sozinhas ou em combinação harmoniosa para agregar sabor, perfumar, colorir ou ressaltar os pratos na montagem. Ex.: Salsinha, manjericão, sálvia, coentro etc.

No campo medicinal, as ervas também são utilizadas, tais como chá de manjericão (combate a ansiedade), chá de salsão (auxilia na digestão), chá de hortelã (calmante), suco detox de salsinha (aumenta a imunidade) etc. A grande maioria das ervas podem ser utilizadas desidratadas ou secas, porém, elas perdem a sua característica principal, pois os compostos aromáticos se volatizam na desidratação.

Ao escolher uma erva, a principal distinção deve ser o odor, ela deve ser sempre extremamente aromática. Não deve ter folhas, nem caule murchos. A coloração tem que ser uniforme e de aspecto vistoso. Para a conservação, pode-se embalar em papel levemente umedecido, acondicionar em sacos plásticos ou caixas plásticas fechadas, e armazenar na geladeira.

As ervas podem ser encontradas em todas as latitudes e longitudes do globo terrestre, com exceção dos polos. O uso ancestral das ervas aromáticas está presente em todas as culturas e regiões do globo, pois além do óbvio aspecto gustativo, as ervas sempre contribuíram nutricionalmente e agem como elemento de segurança alimentar (algumas possuem compostos bactericidas).

Abaixo segue relação com algumas Ervas Aromáticas. Gradativamente postarei informações sobre cada uma delas: origem, características, usos e benefícios nutricionais e medicinais.



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FONTES DAS IMAGENS:

CAPA: Imagem de Conger Design por Pixabay

CEBOLA E ALHO: Imagem de Robert Owen-Wahl por Pixabay.

SALSA: Imagem de baakk por Pixabay

CEBOLINHA: Imagem de Alicja por Pixabay

ALHO PORÓ: Imagem de congerdesign por Pixabay

MANJERICAO: Imagem de Ulrike Leone por Pixabay

SALSAO: Imagem de Beverly Buckley por Pixabay

LOURO: Imagem de Anna por Pixabay

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OREGANO: Imagem de photosforyou por Pixabay

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ERVA DOCE: Imagem de Katharina Klinski por Pixabay

SALVIA: Imagem de Hans por Pixabay

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CAPIM LIMAO: Imagem de Bishnu Sarangi por Pixabay

CEREFOLIO: Imagem de ivabalk por Pixabay


REFERÊNCIAS:

GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

WRIGHT, Jeni; TREUILLE, Eric. [tradução: Eleonora Bottmann e Vera Caputo. Técnicas Culinárias. Le Cordon Bleu. 2ª Ed. São Paulo, SP. Editora Marco Zero.

FARHÁ, Léo; SPIESS, Jean Carlos. Preparo prévio dos alimentos. Módulo 2014.1. Edição Revista e Ampliada. Apostila do curso de Gastronomia do Centro Universitário Estácio da Bahia, 2014, 60 páginas.

Salgados,

Salinos

São utilizados para melhorar o sabor dos alimentos e preservar as suas propriedades, impedindo a proliferação de bactérias devido à sua capacidade de retirar a água que está ao redor. Deve-se ter cuidado durante a cocção porque os líquidos ao reduzir, aumentam a concentração de sal. É usado mundialmente em quase todos os pratos e sua exata dosagem define um resultado positivo ou não. É encontrado em várias formas: refinado, marinho, grosso e em pedras. O sal marinho é o mais indicado para a culinária, pois proporciona à receita um sabor agradável e pouco ácido.

Sal de Cozinha (NaCl)

É o mais comum e é encontrado em grande quantidade na natureza. É utilizado como conservante e dá sabor aos alimentos. A legislação brasileira exige que se adicione iodo em sua composição.

Sal Grosso

É o sal de cozinha não refinado, usado normalmente para temperar carnes, assados, churrasco e peixes.

Sal Light

Possui teor de sódio reduzido, porque é originado da mistura de cloreto de sódio e de potássio. É utilizado em dietas de restrição de sal.

Sal Marinho

É extraído pela evaporação da água do mar. Tem a forma de cristais e de cores variadas (depende da procedência). É utilizado na cozinha macrobiótica após ser moído.

Sal Marinho. Imagem de Marek por Pixabay.

Flor de Sal

É um ótimo realçador de sabor. Contém menos cloreto de sódio e é feito de cristais ocos que são facilmente dissolvidos. Combina com frutos do mar e deve ser adicionado no final da preparação.

Sal Rosa ou Sal do Himalaia

Sal Rosa. Imagem de Pictavio por Pixabay

É encontrado aos pés da montanha do Himalaia. Possui tom rosado devido à presença de manganês e ferro, porém, o seu sabor não é muito diferente.

Sal Defumado

Tem sabor e aroma peculiares que dão um toque especial nas receitas.

Sal Kosher

É extraído de minas ou do mar sob a supervisão de rabinos. Tem a granulação grossa e irregular. É o preferido por alguns chefs por aderir bem à superfície de carnes.

Gersal

Sal misturado a sementes de gergelim tostadas e moídas. É utilizado na cozinha macrobiótica.

Sal de Aipo

Sal de cozinha misturado com grãos de aipo secos e moídos. Bom para temperar carnes, peixes grelhados e caldos consomês.

Missô

Pasta resultante de um longo processo de fermentação da soja misturada com outros cereais. Pode ser utilizado como substituto do sal em sopas, refogados e leguminosas.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTES DAS IMAGENS:

SALGADOS, SALINOS: Imagem de OREANA TOMASSINI por Pixabay


REFERÊNCIAS:

GISSLEN, Wayne.[tradução: Lorecy Scavarazzini, Maria Augusta R. Tedesco e Marlene Deboni]. Culinária Profissional. 6ª Ed. Barueri, SP: Editora Manole, 2012.

WRIGHT, Jeni; TREUILLE, Eric. [tradução: Eleonora Bottmann e Vera Caputo. Técnicas Culinárias. Le Cordon Bleu. 2ª Ed. São Paulo, SP. Editora Marco Zero.

FARHÁ, Léo; SPIESS, Jean Carlos. Preparo prévio dos alimentos. Módulo 2014.1. Edição Revista e Ampliada. Apostila do curso de Gastronomia do Centro Universitário Estácio da Bahia, 2014, 60 páginas.

Essa poesia é de alguém muito fascinante que alegrou os meus dias e horas com seu modo de agir, sua personalidade e seu bom coração. Ele era sensível, simples, meigo e um maravilhoso amigo. Alguém que encantava a todos que o conheciam e que hoje está ao lado de Deus, olhando por todos nós e nos guiando para um futuro melhor. Se ele puder me ouvir, eu mando a seguinte mensagem:

            “Ninguém morre enquanto fica vivo no coração de alguém.” E você está vivo no coração de todos os seus amigos e familiares. Eles nunca irão esquecê-lo, mantendo sempre a sua lembrança viva. “Teu nome ficará marcado na pedra do tempo…”

Alegria de Viver

A vida é boa para que sabe dar
Sorrisos, alegrias, amor.
De quem esquece a felicidade,
De quem esquece de si,
Para distribuir carinhos, 
Afugentando a própria dor.

É belo, é maravilhoso sentir
Que tudo tem valor.
Um famoso cientista,
Um mendigo sonhador,
Um inocente passarinho,
A semente de uma flor.

Buscar paz, buscar verdade, 
Disfrutar os bons momentos, 
Andar firme a cada passo,
Usar bem seus sentimentos,
	É bom viver...
Francisco Schettino Pinheiro (Chico) - 18/12/1965 – 22/08/1983
 

Internautas, deixem a arte aflorar dentro de vocês e se quiserem se aventurar no mundo da poesia, enviem seus versos no e-mail adrianatenchini@outlook.com que postarei com muito carinho e, é claro, informarei ao público quem é o poeta.

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Últimas Postagens – Poesias


Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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FONTES IMAGENS:

CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Que tal preparar sua salsicha em casa e sem produtos de origem animal! É muito mais saudável. A salsicha industrializada é preparada com subprodutos de carnes de animais, uma mistura feita à base de cartilagens e outra partes como carcaças de aves, suínos e bovinos. Além disso, contém gorduras saturadas e aditivos químicos. Ah! E para os intolerantes à lactose, assim como eu, informo que as salsichas contêm lactose. Somente descobri após passar mal comendo um cachorro-quente que preparei em casa. Após pesquisar na internet o processo de preparação da salsicha me horrorizei pelos insumos utilizados e pela inclusão da lactose. É claro que cortei da minha dieta. Mas, como preparar um delicioso cachorro-quente sem a salsicha? Após alguns testes achei uma receita de salsicha vegana perfeita feita com grão de bico. Humm! Deliciosa.

Cachorro-quente com Salsinha de Grão de Bico

Categoria: Lanches,

Especificação: Sanduíches, leguminosas

Tempo de Pré-preparo: 12 horas

Tempo de Preparo: 40 minutos

Rendimento: 10 salsichas com 50 gramas cada

Dificuldade: Fácil

Not Dog com salsicha de grão de bico. Imagem Adriana Tenchini.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de grão de bico cozido
  • 2 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
  • 1 colher (chá) de páprica defumada
  • 1 colher (chá) de colorau
  • 1 colher (chá) alho desidratado
  • 1 colher (café) de pimenta do reino
  • 1 colher (café) de sal
  • 3/4 xícaras fécula de batata
  • Óleo vegetal ou azeite, o suficiente (para ajudar na modelagem das salsichas)
  • Azeite para grelhar as salsichas

Sanduíche

  • Pães de cachorro-quente
  • Milho verde, a gosto
  • Batata palha, a gosto

Modo de Preparo:

Coloque água em uma bowl e deixe o grão de bico de molho por 12 horas. Após este tempo, descarte a água e lave bem. Leve o grão de bico para uma panela de pressão e quando a panela começar a chiar, deixe cozinhar por 20 minutos.

Imagem Adriana Tenchini

Em um processador adicione duas xícaras de grão de bico cozido (ainda quente), o shoyu, a páprica defumada, o colorau, o alho desidratado, a pimenta do reino e o sal e processe. Prove, corrija o sal se necessário, adicione a fécula de batata e bata novamente, até formar uma pasta lisa e grossa.

Coloque a pasta em uma panela e leve ao fogo alto (para cozinhar a fécula de batata) por 3 a 5 minutos, até que desgrude do fundo. Reserve e deixe esfriar. O ponto é parecido com uma massinha de modelar.

Imagem Adriana Tenchini
Imagem Adriana Tenchini

Unte a mão com um pouco de óleo ou azeite, pegue um pouco da massa e modele no formato de salsicha. Para que fique todas iguais, pese cada pedaço de massa antes de modelar. Amasse na mão antes de moldar e pode utilizar uma tábua de carne, pressionando a massa cilindricamente. Caso a massa fique com rachaduras, ajuste com os dedos untados no óleo ou azeite. Ou amasse de novo até ficar lisinha.

Pronto! Agora pode usar a salsicha em sua receita preferida. Para utilizá-la em cachorro-quente, faça o seu molho preferido, acrescente as salsichas e deixe ferver com o molho por uns dois minutinhos.

Imagem Adriana Tenchini

Dicas:

1. A fécula de batatas pode ser substituída por farinha de trigo, amido de milho ou farinha de grão de bico.

2. Grelhar é o método de cocção por calor seco (sem gordura) e consiste em preparar os alimentos por exposição direta ao calor seco e forte, utilizando-se de grelha, chapa ou broiler.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

O Calor

Muitos não acham que exista diferença entre calor e temperatura. Mas esses dois termos têm conceitos inteiramente diferentes e conhecê-los ajudará a compreender os diversos métodos de cocção (BARHAM apud FREIRE).

Calor é a energia que flui de um corpo quente para um corpo frio. Temperatura é a medida da forma que o calor fluirá. Quando dois objetos de diferentes temperaturas são colocados em contato, o calor sempre fluirá do que está com maior temperatura para o que está com menor temperatura.” (BARHAM apud FREIRE).

Figura 1 – Transmissão de calor. Fonte: Alquimia dos Alimentos – SENAC

O calor é um tipo de energia. Quando um alimento fica quente, suas moléculas vibram, aumentam e “batem” umas nas outras transferindo energia entre si. Quanto mais as moléculas se movem, mais quente fica o alimento. O calor é o princípio básico utilizado na cocção de alimentos. Pode ser direto ou indireto e ser gerado a partir de diversas fontes, tais como: carvão, gás, eletricidade, ondas eletromagnéticas, radiação solar etc.

A transmissão de calor para os alimentos pode ser realizada por três processos:

  • Condução;
  • Convecção;
  • Radiação.

Condução – Contato Direto

Condução é a transferência de calor por contato direto das partículas da matéria. A transmissão de calor ocorre de forma lenta e direta e é realizada através do contato entre as moléculas, o corpo mais quente cede calor ao corpo mais frio. Esta ação persiste até que o calor da fonte alcance as moléculas mais distantes. Ex.: uso de chapas, assadeiras, panelas, formas, entre outros.

O cozimento ocorre de fora para dentro a partir da fonte de calor. Desta forma, pode-se ter diferentes temperaturas nas várias camadas de um alimento. Por exemplo: um medalhão de filé mignon grelhado por igual, será dourado no exterior, rosado nas primeiras camadas e vermelho em seu interior. Ele terá a temperatura interna menor que a temperatura externa, causando diferenças significativas na cor, sabor e textura.

Figura 2 – Condução. Fonte: Adriana Tenchini

As chapas para grelhar alimentos são exemplos de recipientes em que a transferência de calor se faz por condução. No entanto, os materiais de que são feitos os utensílios e equipamentos diferem quanto a maior ou menor condutibilidade. Os de metais são excelentes condutores térmicos, dada a grande quantidade de elétrons livres. Os de vidro, pela menor quantidade de elétrons livres, não são bons condutores; o ar e o espaço entre as moléculas caracterizam baixa condutibilidade (ARAUJO apud FREIRE).

As partes de um alimento mais afastada da fonte de calor demora mais tempo para esquentar. Por exemplo ao grelhar qualquer insumo temos que virá-lo para que o calor seja conduzido por toda a peça. Porém, se o alimento estiver imerso em líquido, a condução do calor será homogênea em toda a sua superfície, porque o líquido que o envolve está na mesma temperatura. Neste caso, a parte interna que mais demora para atingir a temperatura é o centro geométrico deste alimento.

Equipamentos de Cocção por Condução

Materiais diferentes conduzem calor a velocidades diferentes. A intensidade da chama (do calor) e os materiais dos utensílios tem influência no tempo e na temperatura a ser atingida. Por exemplo, para selar uma carne, o calor precisa ser intenso no início da cocção. O material ideal para essa função é o ferro. Ele é excelente condutor de calor, transferindo-o rapidamente para o alimento. Grelhas, frigideiras, chapas e panelas de ferro são as mais indicadas para selar e grelhar alimentos. O alumínio conduz menos calor que o ferro, e, se for revestido com camada antiaderente, a condução diminui ainda mais. Alguns exemplos de equipamentos: Chapa lisa, Chapa estriada, Char Broiler a gás, Frigideira banho-maria, Frigideira oriental, Panelas, Chapas, Assadeiras, Formas etc.

Convecção – Contato Indireto

Convecção é a transferência de calor através de um fluido líquido (incluindo gordura quente) ou gasoso, circulação de ar ou água, em que ocorre o deslocamento de moléculas aquecidas, que se tornam menos densas e sobem à superfície, substituindo-se pelas mais frias e densas, que vão para o fundo do recipiente. Na presença de uma barreira sólida, a corrente de convecção desloca ao redor do alimento. Ex.: alimentos preparados com algum líquido, cozimento de arroz ou feijão, fritura por imersão.

Figura 3 – Correntes de Convecção. Vermelha – Quente. Azul – Fria.

“Na cocção de alimentos em água fervente, o calor é transferido primeiro por condução a partir do fundo da panela. Depois, pelas correntes de convecção. No interior do alimento, a transferência se faz por condução”.(ARAUJO apud FREIRE).

Convecção Natural

Os líquidos e gases quentes sobem enquanto os frios descem provocando uma movimentação contínua e circular. Em qualquer panela cheia de líquido, um forno tradicional ou uma fritadeira por imersão, uma circulação natural e constante distribui o calor.

Convecção Mecânica

É a utilização de movimentos artificiais para acelerar a movimentação do meio para aumentar a agitação das moléculas, tornando o processo de cocção mais rápido e homogêneo. Os fornos combinados e fornos de convecção possuem ventiladores para acelerar a circulação do calor que é transferido para o alimento mais rapidamente e este, por sua vez, cozinha mais rápido.

Líquidos espessos em um processo de convecção natural é muito lento. O calor não é transportado com a rapidez suficiente, grudando no fundo e queimando o alimento. Mexer redistribui o calor e ajuda a evitar que queime. A utilização de panelas pesadas confeccionadas com materiais bons condutores de calor também conduz o calor de forma rápida e uniforme no fundo e nas laterais.

Equipamentos de Cocção por Convecção

  • Fornos convencionais a gás; Fornos de convecção forçada de ar; Fritadeira; Banho-maria.

Radiação

Na Radiação, ondas de energias emitidas de fontes específicas se transformam em calor quando atingem o alimento. As ondas vibram em frequência alta, deslocando rapidamente, elevando a temperatura na superfície do alimento e espalhando-se por condução pelo interior do alimento. Neste método não é preciso que haja contato físico entre o alimento e a fonte de calor.

Na (ir) radiação o calor se transfere pelo espaço. Na culinária, a irradiação de calor tem origem na resistência de torradeiras e grelhas elétricas, dentre outros equipamentos, e nas brasas dos fogões ou churrasqueiras a carvão e/ou lenha. No caso dos fornos micro-ondas, as ondas eletromagnéticas produzem calor pela vibração das moléculas de água do alimento. Após a liberação de calor, este se transmite às diferentes camadas do alimento por condução. A quantidade de água não distribuída uniformemente no alimento faz com que certas partes fiquem mais ou menos quentes que outras. Quando há liberação de calor das moléculas de água, estas tendem a passar do estado líquido ao estado gasoso; o volume de vapor assim produzido não pode ser contido no alimento e é por isso que certos alimentos explodem (ARAUJO apud FREIRE).

Radiação eletromagnética

Através de ondas eletromagnéticas as moléculas de água do alimento são agitadas em alta velocidade provocando fricção entre elas e produzindo calor. As ondas refletem na parede do equipamento e penetram alguns centímetros no alimento, provocando a agitação das moléculas que estão ao seu alcance, aquecendo-as. O calor se dispersa pelo alimento sólido por condução e nos líquidos por convecção. É aconselhável esperar alguns minutos entre a retirada do forno e a degustação para dar tempo de a condução chegar ao centro do alimento. Alimentos volumosos demoram a aquecer por completo e alimentos secos, como farinha de mandioca, não aquecem.

Figura 4 – Radiação Eletromagnética. Fonte: Site Professor Interativo.

No micro-ondas devem ser utilizados recipientes de vidro ou plástico que sejam resistentes a altas temperaturas, pois eles se aquecerão pelo contato com o alimento quente. Não pode ser utilizado utensílios de metal, pois rebatem a onda, provocando danos ao equipamento e acidentes.

Radiação Infravermelha

Figura 5 – Radiação Infravermelha. Exemplo: Torradeira. Fonte: Imagem por Pixabay.

Aparelhos contendo um elemento elétrico ou cerâmico quando aquecidos, liberam ondas de calor radiante que aquecem o alimento. Ex.: salamandra e torradeira. Algumas indústrias desenvolveram fornos infravermelhos de alta potência que aquecem os alimentos rapidamente e podem ser encontrados em lanchonetes de fast-food.

Equipamentos de Cocção por Radiação

  • Micro-ondas; Torradeiras; Salamandras.

Indução Eletromagnética

A energia é produzida por um elemento indutor eletromagnético, normalmente uma bobina, que gera um campo magnético. Um utensílio magnético, como uma panela de ferro, que esteja sobre este campo aquecerá rapidamente e os alimentos que estiverem dentro da panela aquecerão por condução. Exemplo: Fogão de indução.

Figura 6 – Indução Eletromagnética. Fonte: Imagem de Luisa Kittner por Pixabay

Para saber mais sobre Gastronomia acesse: Conceitos e Teorias


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FONTE IMAGEM:

CAPA: Imagem de Jalyn Bryce por Pixabay


REFERÊNCIAS:

OLIVEIRA, Juan Gongorra Lima de; MOTTA, Vitor Hugo Araújo; SOUZA, Vitor Daniel Nogueira. Ondas Eletromagnéticas. Site: Professor Interativo. Disponível em: https://www.professorinterativo.com.br/aval_on_line/02_AI2_text_quest/Trab_Inter46/texto.htm Acesso em: 08/11/2022, 11h45.

BAHAM, P. A ciência da culinária. 1. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2002.

GISSLEN, W. Culinária profissional. Le Cordon Bleu. 6. ed. Barueri: Manole, 2012.

KÖVESI, B. 400g – técnicas de cozinha. 1. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.

FREIRE, Rosana Benez Martins. Métodos de transformação dos alimentos. Apostila Universidade Anhembi Morumi.

ARAÚJO, WILMA M.C. et al. Alquimia dos alimentos. Brasília, Editora Senac-DF, 2009.

O post de hoje é mais uma poesia retirada do caderno de poemas da minha mãe Marlene. Amanhã, dia 01/11 seria o aniversário dela. Bateu saudades e resolvi amenizar com esta poesia.


Encontro Inesperado

Primeiro encontro depois de 
Tantos invernos.
Quanto caminhamos no 
Tempo e no espaço.

Agora é tarde para ti
Para mim o instante ainda não chegou.

Não tinhas mais o direito
De dizer-me tantas coisas...
Ou queres que eu seja na tua vida
Algo que não posso ser?

Agora é tarde para ti
Que mal foi o silêncio do teu amor menino,
Quando o meu coração ainda dormia
Porque me deixaste imigrar
Como as andorinhas?

Se teus lábios tivessem falado
Há tantos anos atras!
O verdadeiro sentido.
Quiseste os meus lábios,
Com gesto de algo mais...
Deste-me verdadeiro amor
Que antes nunca havia recebido.

Gosto do temo próprio,
Porque só ele tem a força
Do verdadeiro sentido
Das coisas que preciso dizer.

Depois de tantos anos
Fostes capaz de atear fogo
A esta brasa dormida.
Há quem saiba decifrar uma carta enigmática,
De desejo e de sonho
No mistério da mulher1.                         

[1] Poesia escrita em 30/05/1973


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Meu nome é Adriana Tenchini, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou uma amante do conhecimento e tenho como formação os cursos: Graduação em Eventos, Bacharelado em Publicidade e Propaganda, Graduação em Gastronomia, Graduação em Cozinha Contemporânea, MBA em Administração Estratégica, Pós-graduação em Gestão da Qualidade em Gastronomia e vários cursos extracurriculares nas áreas de eventos, gastronomia, design e web design. Além da minha formação acadêmica, sou produtora de conteúdo, escritora, espírita, terapeuta holística, produtora de laticínios vegetais e mãe.

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FONTES IMAGENS: Imagem Adriana Tenchini

Uma entrada fria super fácil, leve e nutritiva.

Caracol de Rúcula

Categoria: Entrada Fria, Acompanhamento / Guarnição

Especificação: Salada

Tempo de Preparo: 20 minutos

Rendimento: 2 porções

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

  • 1 folha de arroz
  • 150 gramas de muçarela de búfala, ralada
  • Folhas de rúcula, rasgadas, q.b.[1]
  • 30 gramas de tomate seco, triturado
  • 50 gramas de presunto cru, fatiado
  • Folhas de manjericão, q.b.
  • 30 gramas de creme de leite
  • 50 ml de molho vinagrete

[1] Q.b. – quanto bastar.

Modo de Preparo:

Em uma bowl, misture a muçarela, a rúcula, o tomate seco, o manjericão e o creme de leite. Coloque a folha de arroz sobre uma bancada limpa. Cobri-la com o presunto fatiado. Por cima do presunto, colocar o recheio. Enrolar em forma de caracol. Cortar em rodelas e montar em um prato ou travessa. Guarnecer com molho vinagrete. Servir frio.


Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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FONTE IMAGEM CAPA: Imagem Adriana Tenchini

Inhame

O inhame é um alimento que contêm diversos nutrientes benéficos à saúde, é rico em proteína, fibras e potássio, baixo em gordura; fortalece a sistema imunológico e limpa o sangue. O inhame é um tubérculo que veio da África e se adaptou ao nosso clima. É fácil reconhecê-lo pela casca marrom felpuda e por dentro claro, quase branco.

O inhame é um carboidrato que não eleva os níveis de glicemia no corpo devido ao alto teor de fibras em sua composição. Desta forma, é uma ótima opção para pessoas diabéticas ou em busca da reeducação alimentar. As vitaminas do Complexo B, em especial a B6, presentes no inhame dão a ele a capacidade de prevenir doenças cardiovasculares. É rico em vitamina A, promovendo a regeneração celular e auxiliando na saúde dos olhos e da pele.

O potássio ajuda no controle da pressão e da frequência sanguínea. Devido a vitamina C e as vitaminas do Complexo B, o inhame auxilia na secreção de toxinas no sangue, elevando a capacidade de defesa do organismo. Os antioxidantes presentes no alimento ajudam na eliminação de radicais livre e no rejuvenescimento celular. Ainda possui fitosteróis que controlam a absorção do colesterol ajudando a eliminá-lo.

Estão ainda em estudo, a eficácia do inhame na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de cólon e no tratamento dos distúrbios ocasionados na menopausa. Segundo estudos, o alimento possui uma enzima capaz de atuar como um repositor de hormônios natural.

Além de todos estes benefícios para a saúde, o inhame é um grande aliado para quem pratica esportes ou está de dieta. O alimento é uma ótima fonte de energia, em cada 100g tem 96 calorias e mantem à saciedade por mais tempo, podendo substituir a batata, o arroz e o trigo.

Na gastronomia o inhame também é super versátil. O tubérculo possui sabor neutro, tornando-o uma ótima opção para a base de pratos sagados e doces, principalmente na obtenção de cremes e para engrossar caldos. Ele pode ser consumido de diversas formas: refogado, assado, frito, cozido, purês, sopas ou pirão. Pode ser acompanhamento de todos os pratos ou ser consumido sozinho, com manteiga ou mel. O alimento tem uma consistência macia, sendo adequado para fazer mousse, mingau, purê, patê e outros.

Ainda pode ser consumido como um substituto do leite comum para quem tem intolerância à lactose ou segue uma alimentação vegana, o leite vegetal de inhame. Devido a suave consistência e a digestão leve, o consumo do ingrediente em suas diversas formas é adequado para as crianças pequenas e para os idosos.

Ufa! Após tantas qualidades deste insumo, podemos até considerá-lo um superalimento e incluí-lo mais em nosso cardápio. Na página Receitas encontram-se pratos feitos com este delicioso tubérculo.

Limpeza do Inhame:

O inhame libera um tipo de “baba” que contém uma substância chamada ácido oxálico. Esta baba pode irritar a pele e causar alergia como coceira, irritação na pele e vermelhidão. Além disso, o inhame não pode ser consumido cru. Depois de cozido, o inhame perde essa substância e pode ser manuseado e ingerido sem problemas.

O primeiro passo para o preparo do inhame, é lavar bem em água corrente. Com a ajuda de uma escovinha esfregue para remover toda a sujeira da casca. Passe o inhame pela água corrente várias vezes, esfregando com as mãos para retirar toda a sujidade.

Descascando o Inhame:

Para retirar a casca existem duas formas:

1 – Ferva o inhame com casca por cerca de 10 minutos para eliminar sua baba. Retire o inhame, deixe esfriar um pouco e descasque. Em seguida, termine o cozimento da maneira solicitada nas receitas. Dicas abaixo.

2 – Utilize luvas para descascar o inhame cru. Corte da forma solicitada na receita e coloque-os em uma tigela (bowl) com água até cobrir e um pouco de vinagre (1 a 2 colheres de sopa). Deixe de molho por cerca de 5 a 10 minutos. Escorra a água, enxague o inhame e leve ao cozimento solicitado na receita.

Cozinhando o Inhame:

Na panela comum:

Após limpar e descascar os inhames, corte-os da forma que preferir (ou solicitado na receita). Doure alho e cebola com azeite. Adicione os temperos e especiarias de sua preferência (ou conforme receita) e coloque água o suficiente para cobrir. Cozinhe por 30 minutos ou até que eles fiquem macios.

Na panela de pressão:

Após a limpeza coloque os inhames na panela de pressão com água até cobri-los. Leve ao fogo médio por 15 minutos após a panela pegar pressão (começar a apitar). Desligue o fogo, retire a pressão e escorra a água. Os inhames quando estão bem cozidos, sua casca se rompe. Eles devem ser descascados em seguida, pois se deixar esfriar ficará mais difícil.

Inhame cozido. Imagem Adriana Tenchini.

Muito cuidado para não se queimar! O ideal é colocar um inhame em um prato e com a ajuda de dois garfos retirar a casca. Não se preocupe que a casca solta fácil. Em seguida, utilize-o conforme preferir (ou indicado na receita)

Dicas:

1. Ao cozinhar o inhame com a pele preserva-se os nutrientes benéficos deste tubérculo.

2. Após o cozimento corte o inhame em rodelas e sirva com um pouco de manteiga derretida ou azeite ou ainda salpicar cheiro verde por cima.

3. O inhame cozido na panela de pressão pode ser utilizado no preparo também de purês, patês, nhoque ou da maneira que sua criatividade escolher.

No vapor:

É o método de cocção que melhor conserva os nutrientes do inhame. Após limpar e descascar os inhames, corte-os em pedaços pequenos, coloque-os no cesto da panela à vapor. Deixe por 40 minutos ou até que fique macio. O inhame cozido no vapor fica mais sequinho. Se for cozinhar o inhame inteiro, deixe por mais tempo, 50 minutos.

No microondas:

Após limpar e descascar os inhames, corte-os em pedaços pequenos, coloque-os em um recipiente próprio para microondas (de preferência de vidro). Adicione água até cobrir e sal a gosto. Tampe o recipiente com a própria tampa, mas não completamente ou com plástico filme. Mas neste caso, faça furinhos no plástico para que o vapor possa sair.

Cozinhe em potência alta por 15 minutos. Confira se está macio. Se não tiver, cozinhe por mais 2 minutos. O tempo de cozimento depende da potência de cada micro-ondas.

Assando o Inhame:

Após limpar e descascar os inhames, corte-os em rodelas ou tiras e cozinhe com um pouco de sal por cerca de 10 minutos. A forma de cocção pode ser cozimento na panela comum, no vapor ou no micro-ondas. Os inhames devem ficar macios por fora, mais ainda duros por dentro.

Em seguida, escorra e coloque-os em uma assadeira untada com azeite e tempere à gosto. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC e asse por 15 minutos. Vire os inhames, para dourar do outro lado e asse por mais 15 minutos.

Dicas:

Tempere com sal grosso, alho, pimenta de reino moída, alecrim e tomilho.

Fritando o Inhame:

Após limpar e descascar os inhames, corte-os em rodelas grossas ou palitos e cozinhe com um pouco de sal por cerca de 10 minutos. A forma de cocção pode ser cozimento na panela comum, no vapor ou no microondas. Os inhames devem ficar macios por fora, mais ainda duros por dentro. Em seguida, escorra e frite-os em óleo bem quente até dourar.

Purê de Inhame:

Pode também ser feito um purê. Após limpar e descascar os inhames, cozinhe os inhames até ficar bem macio. O ideal é utilizar o processo de cozimento na panela de pressão, mas fica a seu critério, podendo escolher qualquer um dos cozimentos citados anteriormente. Após cozido, amasse com um garfo ou coloque no liquidificar ou processador.com um pouco de manteiga amolecida ou leite. Tempere à gosto. É ótimo para substituir o purê de batata.

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Eu sou graduada e pós graduada na área de gastronomia e compilei todos os anos de estudo em apostilas que estou transformando em um livro “Diário da Gastronomia. De Tudo… Um Pouco.” (Para saber mais acesse a página A Gastrônoma, A Autora, A Terapeuta, A Multiface). Através deste site postarei informações importantes que contribuirá para aumentar o conhecimento dos leitores na área de gastronomia A parte teórica pode ser encontrada na páginaConceitos e Teorias“. Quanto à prática, os leitores podem ir treinando com asReceitaspostadas. Todas as receitas foram previamente testadas.


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Escritora, Produtora de Conteúdo, Publicitária e Gastrônoma.

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CAPA: Imagem Daniel Dan por Pexels.